Segunda entrega - la cola

Esta é a segunda parte desta história de paixão e sexo.

Espero que tenham gostado do primeiro relato e que curtam este.

Era a primeira vez que ficariam sozinhos na casa da Sofia. Os pais dela, como todo fim de semana, estavam no sítio. A Carola estava acampando com a escola, e a Samantha saiu pra dançar e ia dormir na casa de uma amiga.

Talvez estar em terreno conhecido tenha dado à Sofia a confiança pra se animar a experimentar um pouco mais de sexo com o Pedro. Talvez os conselhos ou as histórias das amigas dela, Natalia e Jimena, tenham convencido ela. Elas não paravam de falar das maravilhas do sexo anal.

Assim que o Pedro terminou de despejar todo o esperma dentro da buceta dela, a Sofia pegou a pica do Pedro e colocou em cima do cuzinho marrom dela. Tinha pensado nisso a semana inteira, tinha brincado com o travesseirinho e testado com os dedos a sensação de ter algo lá dentro. Enquanto isso, na posição de quatro, o Pedro metia e tirava a pica insistentemente entre os lábios da buceta, e observando esse movimento, notou que o aninho da Sofia relaxava. A auréola amarronzada que o rodeava se alargava, o centro ficava primeiro rosado, depois passava pra um vermelho intenso. Um ponto – grande – preto, que já tinha visto muitas outras vezes, ficava maior, mais fundo. Achou que viu suor naquela raba. A Sofia não parava de pensar nos conselhos das amigas e, esperando o momento, já vivia a sensação.

Ao terminar, como disse, a Sofia pegou a pica do Pedro e colocou em cima do cu dela. Sentiu ele molhado – ainda soltava um pouco de esperma – fervendo e duríssimo. Pintou o aninho com um pouco de esperma e começou a fazer círculos com a ponta da pica do Pedro. Parou o movimento e endureceu os glúteos, numa espécie de beijo anal na pica do Pedro. Relaxou de novo e, olhando por cima do ombro pro Pedro, sorriu pra ele, mostrou a língua e disse: "te dou de presente, é todo seu".

Dessa vez, a pica do Pedro cresceu de de modo que, sem mover o corpo, uma parte da cabeça já estava entrando no canal da Sofia. Os lábios da buceta dela cuspiam fogo. A bunda dela estava toda molhada por dentro, graças a ter se concentrado na penetração, e graças ao tesão que a envolvia só de pensar no que começavam a fazer. Como de costume, Pedro foi suave, doce e lento. Levou uns dois minutos para meter ela toda. Enquanto entrava, Pedro se deitou sobre as costas da Sofia e, passando uma mão, pegou nos peitos dela, acariciando-os e dando apertões nos biquinhos. Mordeu a orelha dela ao encostar o púbis nas nádegas da Sofia.
Era o êxtase. Não só não tinha sentido dor, como a essa altura Sofia não queria que ele tirasse. Sentia um formigamento nos lábios da buceta, causado pelas bolas do Pedro. O cu dela relaxava e esquentava, umedecendo com o que escorria da pica que tinha dentro dela. Ficaram mais dois minutos, imóveis os sexos, se acariciando com as mãos. Se beijaram apaixonadamente quando Pedro começou a tirar. Não havia praticamente diferença de umidade e calor entre aquele canal e o da buceta. Simplesmente era mais estreito, o que fazia ele gozar um pouco mais. Ela aprenderia com aquela vez e muitas outras a chegar ao orgasmo com a bunda cheia de porra.
Um saxofone tocava ao fundo, e um aroma de nardos tomava o ambiente.
Quando estava quase tirando ela toda da bunda da Sofia, dura e vermelha como nunca, sentiu como se todo o corpo que tinha na frente dele se jogasse e conseguisse meter de novo. Entendeu o prazer que estava fazendo Sofia sentir e começou a se mover, devagar primeiro, contemplando como a auréola marrom acompanhava cada movimento da pica dele. Sentiu que o pau crescia cada vez que entrava e tentava sair. Notava ele mais grosso e mais comprido.
O canal da bunda da Sofia soltava tipo um líquido que lubrificava cada penetração do Pedro. Ela sentia um vazio cada vez que o pau saía – sim, aquele pau que já tinha estado na buceta dela e na boca dela — um vazio que tirava o fôlego e dava um puta prazer cada vez que enfiava tudo lá dentro.

O pau do Pedro começou a ficar rosado primeiro e depois vermelho bem forte. Sentia um prazer profundo, como se estivesse gozando o tempo todo, e um prazer imenso porque via a expressão da Sofia, relaxada, se acabando de gostoso, esperando que aquele prazer e aqueles momentos nunca terminassem.

Depois de uns minutos — ninguém soube quantos foram — o pau do Pedro cresceu de novo — já tava meio centímetro maior do que aquela noite, um pouco antes — alargando e esticando como nunca. E a Sofia sentiu. A bunda dela tava totalmente relaxada e sensível. Sentiram um formigamento forte e um calor ardente abraçando eles dos pés à cabeça, indo pro centro dos corpos, até que num instante de puro prazer, um jorro de porra do pau do Pedro espalhou e se entregou inteiro dentro do cuzinho da Sofia.

Por uns segundos, a Sofia sentiu um prazer tão forte, tão intenso e tão ardente que quase desmaiou, perdendo o fôlego e sentindo uma sensação de estar voando nas nuvens entre cheiro de jasmim e nardo. O corpo inteiro dela agradecia ao cuzinho por ter se animado a ser penetrado. Agradecia àquele pau tão dócil, mas ao mesmo tempo tão ardente e tão potente que tinha feito ela ver as estrelas, o mar, os campos, um universo de prazer.

Nesses mesmos segundos, o Pedro sentiu o cu da Sofia se contrair e relaxar com cada gota de porra que recebia. Sentia o pau dele quente e duro como uma rocha.

Quando, depois de uns minutos, já exaustos, o Pedro esvaziou o canal do cuzinho da Sofia, se deitou, e quase na hora ela se jogou com a boca no pau, chupou desde o saco até a ponta, olhou bem devagar, e com um olhar entre amante e safado, disse: "valeu por me fazer sentir tão mulher.

2 comentários - Segunda entrega - la cola

Bueno, me tardé un poco pero acá estoy! Te dejo mis 10 de hoy.