OLÁ DE NOVO COM VOCÊS-
Vou recontar essa história que aconteceu comigo e que, por causa de um incidente bobo, meu post foi deletado... vocês vão entender minha narrativa desajeitada e minha novidade nesse meio.
A verdade é que, depois de concluir minha formação hospitalar, comecei a trabalhar numa Unidade de Saúde no sul da região metropolitana de Buenos Aires, como ginecologista, e lá percebi que a grande maioria das pacientes vai ao consultório sozinha, sem ninguém acompanhando. Isso, de certa forma, é confortável pra elas na hora do exame, mas pra outras nem tanto...
Foi assim que, entre todas, apareceu ela, Daiana, que tinha acabado de fazer 18 anos, segundo a identidade que olhei antes de atendê-la.
É estranho, mas geralmente a consulta é bem fria e distante, já que do nada, com só algumas perguntas, já posso pedir pras pacientes tirarem a roupa pro exame correspondente, e sei que isso gera muito constrangimento na maioria.
No caso da Daiana, ela veio pra um controle de rotina, nada fora do comum, mas aí notei que essa seria uma consulta diferente das outras, porque quase no começo, quando fui averiguar os antecedentes dela, percebi um brilho especial nos olhos dela... É como se na relação médico-paciente existisse uma espécie de "linha tênue" que, uma vez ultrapassada, nada volta a ser igual, e menos ainda com um ginecologista tarado como eu...
Foi assim que marquei uma nova consulta pra ela trazer uns exames prévios e, já na despedida (20 minutos depois), ela me deu um beijo nos lábios, quase inesperado, mas que não pude nem quis evitar quando ela veio pra cima de mim... tive uma sensação de ereção no meu pau, mas como era a primeira vez no consultório, fiquei nervoso, me assustei (já que não queria uma confusão... vocês sabem como é a lei aqui)... nervoso, pedi pra ela ir embora e voltar na próxima vez... aquela linha tênue de que falei já tinha sido ultrapassada...
2 dias depois, na nova consulta, olhei rápido na lista de pacientes e vi que ela estava anotada lá... Nunca atendi as outras tão rápido. até que chamei... "Daiana"... e sem mais, entrei, tranquei a porta do consultório com chave "por precaução" e ali mesmo nos beijamos e nos abraçamos, enquanto eu fazia ela notar a dureza da minha rola... sem mais preliminares, tirei ela pra fora e disse: "olha o que eu tenho pra você, gata!" e ela me chupou, foi animal, ela fez com uma habilidade e dedicação difíceis de encontrar numa mina, os peitos dela ficavam arrepiados nas minhas mãos quando a coloquei contra a maca, e comecei a abaixar o short jeans que ela estava usando, deixando ver uma bunda linda... Com minhas mãos a levantei (era magrinha e de corpo pequeno... bem manejável, digamos) separei os lábios da buceta com minha mão esquerda e depois a encaixei com meu pau, duro como uma pedra... ali, já com ela deitada na maca, a enfiei com muita vontade, paixão, até que senti como ela gemia suavemente, curtindo minha rola dentro dela tanto quanto eu curtia os lábios que abraçavam a base do meu pau... delícia juvenil nos meus braços, quem pudesse ficar ali... eu meti muito, meu pau era um fogo que entrava na sua fornalha vaginal. Incrível, os peitos dela ainda lactantes do último filho espalhavam leite por todo lado...
Tive medo de gozar dentro, então tirei e procurei sua boca e depois de algumas chupadas deixei toda minha porra de "batismo médico", pensei... ela engoliu tudo, sem questionar, o que me deixou ainda mais excitado... em mais de uma oportunidade tive encontros com gatinhas que me diziam "olha que eu não engulo, hein..."
Mas essa mina foi incrivelmente parceira... Depois nos lavamos, ela se trocou e foi embora.
Vocês vão ver que os tempos num consultório médico não dão pra uma segunda rodada nem nada, o pessoal espera lá fora e os administrativos perguntam... batem na porta, o telefone toca, é uma bagunça...
No caso da Daiana, a vi algumas vezes, mas o que aconteceu foi que a gatinha queria que eu chamasse, que saísse com ela e a verdade é que o compromisso destrói a paixão sexual do encontro inesperado... Não sei se vocês Vocês devem ter notado, mas tenho que confessar que meus melhores encontros sexuais foram sempre no começo de um relacionamento novo... depois, com o tempo, nascem os "vínculos afetivos, de qualquer tipo" e aí nada é igual.
Próxima Entrega: ADRIANA, 1ª ENFERMEIRA GOSTOSA
Vou recontar essa história que aconteceu comigo e que, por causa de um incidente bobo, meu post foi deletado... vocês vão entender minha narrativa desajeitada e minha novidade nesse meio.
A verdade é que, depois de concluir minha formação hospitalar, comecei a trabalhar numa Unidade de Saúde no sul da região metropolitana de Buenos Aires, como ginecologista, e lá percebi que a grande maioria das pacientes vai ao consultório sozinha, sem ninguém acompanhando. Isso, de certa forma, é confortável pra elas na hora do exame, mas pra outras nem tanto...
Foi assim que, entre todas, apareceu ela, Daiana, que tinha acabado de fazer 18 anos, segundo a identidade que olhei antes de atendê-la.
É estranho, mas geralmente a consulta é bem fria e distante, já que do nada, com só algumas perguntas, já posso pedir pras pacientes tirarem a roupa pro exame correspondente, e sei que isso gera muito constrangimento na maioria.
No caso da Daiana, ela veio pra um controle de rotina, nada fora do comum, mas aí notei que essa seria uma consulta diferente das outras, porque quase no começo, quando fui averiguar os antecedentes dela, percebi um brilho especial nos olhos dela... É como se na relação médico-paciente existisse uma espécie de "linha tênue" que, uma vez ultrapassada, nada volta a ser igual, e menos ainda com um ginecologista tarado como eu...
Foi assim que marquei uma nova consulta pra ela trazer uns exames prévios e, já na despedida (20 minutos depois), ela me deu um beijo nos lábios, quase inesperado, mas que não pude nem quis evitar quando ela veio pra cima de mim... tive uma sensação de ereção no meu pau, mas como era a primeira vez no consultório, fiquei nervoso, me assustei (já que não queria uma confusão... vocês sabem como é a lei aqui)... nervoso, pedi pra ela ir embora e voltar na próxima vez... aquela linha tênue de que falei já tinha sido ultrapassada...
2 dias depois, na nova consulta, olhei rápido na lista de pacientes e vi que ela estava anotada lá... Nunca atendi as outras tão rápido. até que chamei... "Daiana"... e sem mais, entrei, tranquei a porta do consultório com chave "por precaução" e ali mesmo nos beijamos e nos abraçamos, enquanto eu fazia ela notar a dureza da minha rola... sem mais preliminares, tirei ela pra fora e disse: "olha o que eu tenho pra você, gata!" e ela me chupou, foi animal, ela fez com uma habilidade e dedicação difíceis de encontrar numa mina, os peitos dela ficavam arrepiados nas minhas mãos quando a coloquei contra a maca, e comecei a abaixar o short jeans que ela estava usando, deixando ver uma bunda linda... Com minhas mãos a levantei (era magrinha e de corpo pequeno... bem manejável, digamos) separei os lábios da buceta com minha mão esquerda e depois a encaixei com meu pau, duro como uma pedra... ali, já com ela deitada na maca, a enfiei com muita vontade, paixão, até que senti como ela gemia suavemente, curtindo minha rola dentro dela tanto quanto eu curtia os lábios que abraçavam a base do meu pau... delícia juvenil nos meus braços, quem pudesse ficar ali... eu meti muito, meu pau era um fogo que entrava na sua fornalha vaginal. Incrível, os peitos dela ainda lactantes do último filho espalhavam leite por todo lado...
Tive medo de gozar dentro, então tirei e procurei sua boca e depois de algumas chupadas deixei toda minha porra de "batismo médico", pensei... ela engoliu tudo, sem questionar, o que me deixou ainda mais excitado... em mais de uma oportunidade tive encontros com gatinhas que me diziam "olha que eu não engulo, hein..."
Mas essa mina foi incrivelmente parceira... Depois nos lavamos, ela se trocou e foi embora.
Vocês vão ver que os tempos num consultório médico não dão pra uma segunda rodada nem nada, o pessoal espera lá fora e os administrativos perguntam... batem na porta, o telefone toca, é uma bagunça...
No caso da Daiana, a vi algumas vezes, mas o que aconteceu foi que a gatinha queria que eu chamasse, que saísse com ela e a verdade é que o compromisso destrói a paixão sexual do encontro inesperado... Não sei se vocês Vocês devem ter notado, mas tenho que confessar que meus melhores encontros sexuais foram sempre no começo de um relacionamento novo... depois, com o tempo, nascem os "vínculos afetivos, de qualquer tipo" e aí nada é igual.
Próxima Entrega: ADRIANA, 1ª ENFERMEIRA GOSTOSA
15 comentários - El Sur Tambien existe: Pendeja Calentona +18 años
son unos enroscados de mierda. Si te persigue q tu novia te cague en el ginecologo, o sos un pelotudo, o sos un pelotudo cornudo, en cualquiera de los dos casos, buscate una q te respete o maneja tu ansiedad paranoica. A mi me gusto man, me gusto mucho, te dejo +5 y te empiezo a seguir, quiero ver lo de la enfermerita 😛
y mira yo no pongo las manos en el fuego por nadie..
mira hjose manuel, entiendo que tal vez no te gusto lo del relatao, pero lo cierto e. s que asi sucedio. aparte que tiene que ver la etica con que te guste una paciente y sola se te regale? yo jamas deje de cumplier mi rol medico, de hecho hice los estudios corresp y todo eso. El encuentro sexual fue una cosa raara que se dio y no la iba a perder.. jamas force una situacion NI TAMPOCO LE PUSE UN REVOLVER EN LA CABEZA A NADIE.
lo importante es que haya siempre libre eleccion de con quien quieras cojer, y esto es lo que sucedio. tal vez el relato breve y avocado a lo sexual no permite que gente como vos pueda ver todo el contexto de una relacion medico paciente diferente a lo habitual.
alla vos. Saludos. y si no te gusta no leas..
mira Mar66, entiendo que tal vez no te gusto lo del relatao, pero lo cierto e. s que asi sucedio. aparte que tiene que ver la etica con que te guste una paciente y sola se te regale? yo jamas deje de cumplier mi rol medico, de hecho hice los estudios corresp y todo eso. El encuentro sexual fue una cosa raara que se dio y no la iba a perder.. jamas force una situacion NI TAMPOCO LE PUSE UN REVOLVER EN LA CABEZA A NADIE.
lo importante es que haya siempre libre eleccion de con quien quieras cojer, y esto es lo que sucedio. tal vez el relato breve y avocado a lo sexual no permite que gente como vos pueda ver todo el contexto de una relacion medico paciente diferente a lo habitual.
s
por otra parte de que delito me hablas? sos abogado? La etica es fria, no mide sentimientos., sensaciones, calenturas, eso que da para los libros. La realidad es que... yo no viole nadie, las cosas se dieron por que 2 personas asi lo permitieron..
alla vos. Saludos. y si no te gusta no leas..
Otra: no hay delito si hay eleccion libre por parte de ambas.. Tal vez tu deseo de probar una experiencia similar te hace vomitar esta furia.... todo llega mar66!
Un abrazo
gracias coco un abrazo, en poco va otrorelato
Acá la gente viene a calentarse... Y a compartir cosas... Hay a quienes les gustas rubias, morochas, gorditas, flaquitas, peludas, peladas, putas o pacientes de un médico, madres de un amigo o amigas de la hija... En fin. Si te calienta, disfrutalo, sino te calienta, creo que no es necesario juzgarlo...
Besos a todos!