Neste relato, vou contar mais detalhadamente como é minha filha e como ela ficou me seduzindo durante uma semana.
Bom, continuando o relato, como minha esposa saiu numa segunda-feira de manhã e não voltaria até domingo, minha filha Ana começou a se comportar de um jeito diferente.
Danny me contou que convenceu a Ana a me seduzir, e disse que tinha dado várias ideias pra ela, mas que não me contaria nada pra tudo ser uma surpresa pra mim.
Então decidi esperar, e tava morrendo de curiosidade pra saber o que minha filha faria dia após dia até o fim de semana, quando a gente sairia pro cinema só nós dois.
Primeiro, na segunda-feira à noite, minha filha, como já tinha comentado, veio pra minha cama dizendo que ia me acompanhar pra eu não me sentir sozinho, e logicamente não rolou nada, já que eu não sabia o que fazer e não queria ir rápido demais com ela. Por isso, só lembro que virei e dei as costas pra minha filha, quando já estávamos deitados tentando esconder minha ereção, e ela só se acomodou nas minhas costas, passou o braço pelo meu ombro e foi pegando no sono aos poucos. Eu não conseguia dormir com ela atrás de mim, sentindo o peito dela por baixo do pijama e ouvindo a respiração dela durante a noite, mesmo tentando dormir porque ia trabalhar no dia seguinte.
Na terça-feira de manhã, o despertador me acordou. Eu tinha que ir trabalhar no hospital de manhã, e quando me virei pensando que minha filha ainda estaria dormindo e aproveitando as férias, já não a vi mais.
Fui tomar banho e comecei a me vestir e me arrumar. Faltando alguns minutos pra sair, começou a chegar um cheiro delicioso do café da manhã. Parece que minha filha tava preparando o café dela e tinha acordado cedo, já que eram 7 da manhã e tava um pouco frio.
Não consigo descrever o que aconteceu quando entrei na cozinha e vi minha filha sentada de um lado da mesa, apontando pro café da manhã, e parada ali com um roupão semitransparente da minha esposa, que ela não usava há muitos anos. Como posso descrever pra vocês?
Ela Como eu disse, ela tem 1,70m de altura, é branca, com o rosto ovalado, cabelo castanho bem claro e ondulado, uns olhos cor de amêndoa, lindíssimos, um nariz levemente empinado e, naquela hora, já estava maquiada de um jeito incrível. O roupão semitransparente que ela usava cobria o corpo dela, que era magro, com uns peitos de 80 de medida, nada mal para os 18 anos — ainda faltavam dois anos para crescerem um pouco mais. Uma cintura tão fina que era de matar, 65 de cintura, e um quadril enorme, com uma bunda tão firme e bem definida que qualquer instrutora de aeróbica de 20 anos invejaria.
As pernas dela, longas e totalmente depiladas, com umas sapatilhas pretas baixas, combinando com o roupão.
Todo esse corpo adolescente maravilhoso e perfeito estava coberto por um sutiã de renda e uma calcinha (cueca) também semitransparente, vermelha com preto, que marcava bem as curvas dela e contrastava com a transparência do roupão. Olhando com bastante atenção, dava para ver os biquinhos dos peitos e a buceta dela a olho nu.
Como já era tarde, só agradeci com um beijo na bochecha, porque não podia abraçá-la — ela sentiria a ereção que eu tive em segundos só de olhar para ela. E enquanto eu comia rápido para sair para o trabalho, a gente conversou:
R: Uau, filha, você está lindíssima, que bom que vestiu esse roupão, sua mãe não usa isso há anos. Muito obrigado pelo café da manhã, não precisava ter se incomodado, eu pensei que você estivesse dormindo na cama, aproveitando as férias, querida.
A: Ah, pai, não agradece, além do mais, não tinha nada para fazer, e já não conseguia mais dormir, estava meio... hum, inquieta, hehe. Além disso, mais tarde, se der sono, eu durmo, e como estava com fome, comecei a preparar o café da manhã, você sabe que não gosto que vocês saiam sem comer... Ei... e de verdade eu estou bonita?
R: Tá bem, querida, mas come você também, e sim, você está lindíssima, esse roupão fica melhor em você do que na sua mãe, mas não conta para ela. Só não vai ficar doente, porque você está muito pelada. Tô morrendo de frio
A: Nossa, pai, mas eu tô morrendo de calor, e se for um pouquinho mais, eu desço só de roupão por cima, sem nada por baixo
Jejeje quando ela falou isso, comecei a me engasgar com a comida por causa do que ela tinha dito, não conseguia evitar, e foi aí que minha filha terminou de tomar café e saiu. Quando fui escovar os dentes, com minha ereção já menos firme, ela disse que já estava tarde, que amanhã eu acordaria mais cedo pra tomar café, e me deu um beijo bem perto da boca.
Eu não conseguia pensar em outra coisa, minha filha tinha me deixado em choque e era só o primeiro dia de manhã. Já tava ansioso pra voltar do trabalho e ia pedir uns dias na clínica particular pra poder ficar em casa a tarde toda com minha princesa. A manhã e a tarde foram um eterno, porque nesse dia eu fui pra clínica à tarde pra avisar que não ia a partir de terça. Quando cheguei à noite, minha filha tava vendo um filme de terror, sentada no sofá, com uma roupa incrivelmente provocante. A gente se cumprimentou e fui tomar banho. Quando saí, minha filha já não estava mais lá, então resolvi ver um pouco de TV e depois fui deitar. Imaginei que ela tivesse feito o mesmo, mas não. Quando já tava tudo apagado, minha filha chegou e disse:
A: Oi, papai
R: O que foi, querida? De novo não consegue dormir?
A: Não, é que tô tendo pesadelos
R: Viu só? Por ficar vendo filme de terror sozinha à noite
A: É que eu gosto muito, além do mais vejo sozinha porque ninguém me acompanha
R: Vem cá, deita e dorme. Amanhã acordo cedo e não vou trabalhar à tarde. Pedi uns dias pra passar mais tempo com minha princesa, então à tarde vou ver o filme que você quiser com você
A: SÉRIO, PAPAI? Haha, que legal! E você vai ver qualquer um, por mais ruim que seja?
R: Sim, querida, o que você quiser, mas agora dorme
Assim que ouviu isso, parece que ela tirou o pijama e ficou só de sutiã e calcinha, ainda as mesmas da manhã, e uau, que sensação da pele dela tocando a minha, e o cheiro dessas roupas íntimas me deixava a mil, mas dessa vez eu tava decidido a dar o próximo passo, mesmo que fosse pequeno. Então me virei e abracei ela por completo, rodeando ela com meus braços e tocando as costas dela, e ela se aninhou mais ainda, colando as bochechas no meu peito, e colocando uma das pernas dela entre as minhas, e ficamos assim, enquanto eu tentava que ela não notasse minha ereção, mas era impossível porque ela se grudava ainda mais em mim.
E assim ela dormiu, e eu também, cheirando o cabelo molhado dela, recém-lavado, com cheiro de mulher e desejo.
Na manhã de quarta-feira, minha filha acordou antes de mim de novo, mas pra minha surpresa, ela foi tomar banho no meu banheiro, não no dela, e eu tinha acordado com o som da água. Quando eu ia bater na porta pra ela sair, porque eu precisava tomar banho, com toda a cara de pau minha filha saiu enrolada numa toalha, e disse que ia preparar o café da manhã e que eu não demorasse.
Quando desci, não podia acreditar, minha filha tava muito mais gostosa que ontem, porque ela tava com um top bem pequenininho, parecia uma faixa de cabeça, mas ela usava na altura do peito, devia ter uns 10 cm, e na parte de baixo ela tava com uma minissaia incrivelmente curta. Quando ela se virou, dava pra ver os bicos dos peitos dela e até a curva debaixo dos seios, porque não cabiam no top que ela usava, e pelas costas dava pra ver um pouco da bunda dela debaixo daquela saia.
Ana, minha filha, tava me seduzindo, e eu não sabia o que fazer. Com certeza a Daniela tava dando ideias pra ela, e olha que tavam funcionando.
Sentamos pra tomar café da manhã, e começamos a conversar.
R: Uau, nena, cada dia você tá mais gostosa, querida, esse top caiu muito bem em você, mesmo que esteja meio pequeno, não acha?
A: Hehehe, obrigada, papai, que bom que você gostou, me vesti só pra você, e não manda eu me cobrir porque não tá tão frio como ontem.
R: Obrigado, nena, e obrigado também pelo café da manhã.
A: Ei, papai! Você vai ficar pra ver a Filme comigo?
R: Sim, filha, pra você não ficar mais tendo pesadelos
A: Jejeje tá bom… me emprestaram um, mas é de terror, espero que você não se assuste, hein
R: Tudo bem, querida, além do mais eu adoro esses filmes
A: Bom, pai, vou pro meu quarto, te espero à tarde e se cuida muito
Ana se despediu e eu saí voando pro trabalho. A verdade é que esses dias no hospital estão intermináveis, mas como eu não ia até a semana que vem no trabalho da tarde, queria ver que novidades minha filha ia aprontar.
Cheguei cedo e dessa vez ia comer em casa, com a Ana, mas quando cheguei, ela não estava lá.
Tinha deixado um bilhete pra mim que dizia…
"Pai:
Tô super ansiosa pra ver o filme com você, já comi e deixei a comida pronta pra você, fui comprar umas coisas e volto cedo pra gente ver TV
Te amo, pai
Sua menina Ana"
Bom, fui comer, e depois tomei um banho bem gostoso. Como não sabia quanto tempo minha filha ia demorar, resolvi entrar na banheira e passar umas duas horas lá pra relaxar, depois de tanta tesão que minha filha tá me causando, eu precisava disso.
Já era umas 7 da noite quando eu tava vendo TV e ouvi minha filha chegar. Ana chegou com várias sacolas, parecia de lojas de roupa. Largou as sacolas no chão do meu lado, me abraçou e disse:
A: Cheguei, pai. Comprei umas roupas, como você tá? Comeu bem?
R: Sim, filha, obrigado por fazer a comida, mas não gosto que você trabalhe nas suas férias… aliás… o que você comprou?
A: Quer ver o que comprei?
R: Ué, se você quiser, querida
A: Tá bom, mas deixa eu tomar um banho primeiro, porque vim meio cansada e suando
R: Tá bom, querida, te espero aqui
Depois me deu outro beijo, bem perto da boca, como já tava virando costume. Acho que senti na comissura dos lábios, mesmo que tenha sido muito rápido. Ouvi ela entrar no banho, então fiquei vendo TV. esperar ela.
Depois de uma hora e meia que minha princesa saiu, fiquei de boca aberta, simplesmente estava espetacular, babando só de olhar pra ela.
Ela entrou dizendo:
A: Olha, papai, isso foi uma das coisas que comprei... Como eu tô?
WOOOOOOOOW Ela tava vestida de colegial. Eu... eu não conseguia nem falar. Ela tava com um penteado com uma franjinha bem provocante e um par de tranças, uma blusa branca semi-transparente de botões e manga curta, DEBAIXO DA BLUSA NÃO TINHA NADA, e era tão curta que deixava o umbigo de fora, com o piercing que eu mesmo fiz nela (pra evitar infecção, lembrem que sou médico). Dava pra ver perfeitamente os peitos dela e os biquinhos. Ela tava com uma saia xadrez vermelha e preta, estilo escocesa, plissada, que batia no meio das coxas e mostrava lindamente as pernas longas e bem torneadas. Mais pra baixo, umas meias que iam até acima dos joelhos, e umas sapatilhas de salto médio.
Uff, simplesmente tava mais gostosa que uma modelo. Eu, em vez de falar, tava completamente duro, não sabia o que dizer, só olhava e babava.
Parece que a Danny tinha contado pra minha filha muitas das coisas que me excitam nas mulheres, porque ela tava fazendo tudo. Um dia, a Danny se encarregou de me perguntar quais eram minhas fantasias, como eu gostava de ser tratado, mimado, e até como me excitavam mulheres vestidas de um jeito ou de outro, e minha filha tava fazendo tudo isso. Parece que de manhã, na minha ausência, ela planejava tudo o que faria à tarde.
Quando vi minha filha, tava totalmente duro e dava pra ver o volume entre minhas pernas:
R: Uau, Pe... mas que gostosa você tá, querida, mas vai sair na rua assim?
A: Hahaha, não, papai, como assim, isso eu comprei só pra andar aqui em casa.
R: E sua mãe, não acha que vai ficar brava se você andar assim aqui em casa?
A: Acho que sim... mas só vou me vestir assim quando minha mãe não estiver e ficar só eu e você, afinal... você não vai me dar bronca, né? Assim vestida... ou sim?
R: Pa... para nada, querida, se veste como quiser.
A: Sério?
R: Querida, você está linda, se veste como quiser, desde que não saia assim vestida. Capaz de aparecer algum rapaz e te roubar.
A: Ai, papai, como você acha, que bobinho, hehe, além disso, eu não gosto de rapazes, gosto de... coroas, hehehehehe.
Ufa, era muito óbvio. Quando disse isso, foi pro quarto dela e eu fiquei com a imagem da minha filha se afastando, com a bunda linda que aparecia naquela minissaia.
Só esperei mais alguns minutos vendo TV, e minha filha chegou. Parece que tinha levantado mais a saia, tirado os tênis e as meias. Disse que estava com muito calor. Também tinha desabotoado os três primeiros botões da blusa, só restando dois abotoados, os de baixo. A blusa dela ficou com um decote enorme, dava pra ver perfeitamente a parte de cima dos peitos e toda a pele no meio deles.
Minha filha não tinha vergonha na cara: sem sutiã, com uma blusa semi-transparente e ainda com um decote enorme. Chegou perto de mim e disse:
A: Já voltei, papai, desculpa, mas é que tava muito calor, então tirei umas coisinhas.
R: Tudo bem, filha, assim você já fica mais confortável, né?
A: Mais ou menos, teria tirado mais coisas, mas melhor depois.
R: Tudo bem, querida, mas me diz... que filme vamos ver hoje?
A: Um filme que me emprestaram.
R: Sobre o quê?... De terror? Depois você não vai conseguir dormir.
A: Chama HOSTEL e eu não vi, hahahaha. Acho que você que tem medo de filme de terror, né, papai?
R: Você não me conhece, pequena. Acho que já vi esse filme. Não vai chorar de medo, hein, querida.
A: Acho que não vou chorar, além disso, você vai cuidar de mim, né, papai?
R: Claro, querida, foi por isso que fiquei.
A: Além do mais, só estamos nós dois sozinhos, o que pode acontecer?
R: Nada, enquanto eu cuidar de você.
A: Bom, papai... ei, obrigada por ficar comigo. Te amo muito.
R: De nada. Minha filha, vai lá, dá o play, pra gente dormir cedo.
O filme começou e eu tinha minha filha sentada do meu lado, e a cada cena de terror que passava, ela ia se aproximando mais e mais de mim. Eu nem prestava atenção no filme, só de ver minha filha tão espetacular e tão gostosa, que já imaginava ela sem aquelas únicas 3 peças de roupa que ela usava: a tanga, a minissaia e a blusa.
Faltavam uns 30 minutos pro filme acabar e minha filha já estava encostando a cabeça no meu ombro e segurando meu braço com as duas mãos, como se fosse uma menina indefesa.
Numa cena, minha filha virou pra mim e colocou a cabeça no meu peito, e eu tive a chance de ver os peitos dela, tão gostosos, tão branquinhos, pareciam tão macios e lisos. Nisso, a Ana colocou uma perna sobre a minha, supostamente porque tinha se assustado. E parecia que ela ainda tava bem imersa no filme. Na cena seguinte, minha menina já tinha as duas pernas sobre as minhas, mesmo ainda sentada no sofá e abraçada em mim. Quando de repente ela disse:
A: Me abraça, papai, tô com medo.
R: Calma, querida, é só um filme, não tem nada.
A: Eu sei, papai.
Resolvi passar um braço pelas costas dela e o outro pela barriga dela. Que loucura, eu tava abraçando minha filha como se fosse uma namorada ou uma amante. Quase no final do filme, numa das cenas, minha filha deu um pulo de susto e acabou sentada completamente no meu colo, e agora as pernas dela estavam penduradas do meu lado e do sofá.
Eu continuava abraçando ela e ela a mim, já que ela tinha colocado um braço atrás de mim e com o outro me rodeava. Naquele momento, meu corpo começou a reagir e eu fiquei com uma ereção tremenda, simplesmente não conseguia evitar, adorava sentir minha filha assim, e não queria que ela não percebesse.
Os últimos 5 minutos do filme foram intensos, porque ela estava se mexendo devagar de trás pra frente e eu tinha uma ereção cada vez mais firme, e ela... Eu percebia, mesmo que não pudesse dizer nada.
Quando o filme acabou, minha filha ficou sentada ali, encostou o rosto no meu peito e me abraçou bem mais forte, e não parava de se mexer... depois me disse:
A: Muito obrigada por me acompanhar, papai. Às vezes eu também fico triste por não ter um namorado que me acompanhe como você fez agora.
R: Mas, querida, você é lindíssima, tem um corpo super espetacular. Com certeza muitos caras devem estar atrás de você.
A: Você acha mesmo que sou bonita? Além disso, eles não chegam perto de mim porque têm medo de falar comigo.
R: Pois são uns idiotas, filha. Não prestam pra você. Se eu fosse mais jovem, até pediria você em casamento.
A: Jejeje, ai papai, que coisas você fala.
R: É a verdade, querida. Mas vamos, já é hora de dormir, amanhã tem que trabalhar.
A: Tá bom, papai. Vou tomar um banho e daqui a pouco vou deitar com você.
R: Combinado, querida.
Quando Ana se levantou, a saia dela estava toda levantada, e eu pude ver a tanga tão pequena que ela usava, parecia que era só um par de fios que ela tinha por cima. Num momento de loucura, tive o impulso de dar um tapinha na bunda dela enquanto ela se afastava, e não soube por que tinha feito aquilo. Um medo enorme e uma culpa, esperando a raiva dela, caíram sobre mim na hora... até que Ana me disse:
A: Eu também te amo, papai.
Ana tinha interpretado o tapa como um carinho, mas quando disse isso, voltou rápido até mim, pegou meu rosto com as mãos e me deu um beijo na boca bem rápido, mas forte o suficiente pra deixar o gosto dos lábios dela nos meus. Depois disso, saiu correndo pro banheiro, rindo da travessura que tinha feito, com certeza.
Eu não acreditava no que estava acontecendo. Minha filha tinha me dado um beijo na boca, quando há 16 anos eu não beijava outra boca que não fosse a da minha esposa. Era impossível me conter, não sabia o que pensar. Minha filha estava me seduzindo, e tudo que ela fazia me deixava a mil. Não podia acreditar que estava acontecendo. Isso, passei vários minutos lembrando do beijo e da figura dela. Simplesmente era uma Deusa de 18 anos — MINHA DEUSA DE 18 ANOS! — e eu não sabia o que fazer.
Já depois de um tempo em que minha filha estava tomando banho, eu tinha ido pro meu quarto me trocar e pensar no que tinha acontecido, quando ouvi a voz da minha filha me chamando:
A: Papaiiii... papaaaaai... me traz uma toalha, por favor?
R: Sim, filha, já vou. Não tem toalhas no banheiro?
A: Não... esqueci de pegar.
Quando ia entregar a toalha pra minha filha, bati na porta pra avisar, e quase tive um infarto. Minha filha estava parada ali, com toda a naturalidade do mundo, completamente nua, mostrando o corpo molhado sem nenhum pudor... Não via o corpo nu da minha filha há mais de 10 anos.
Não podia acreditar no corpo da minha filha: os peitos grandes e firmes, a barriga perfeita e os quadris que enfeitavam a buceta com uma penugem pubiana bem raspada, fininha, que parecia só uma sombra. Enquanto isso, ela ria de um jeito bem provocante e me agradecia por levar a toalha. Minha filha me deixou atônito, e enquanto entregava a toalha, não conseguia falar nada. Minha pica imediatamente ficou dura pra caralho e marcava no meu short de dormir — não dava pra evitar. Tava diante de uma modelo pequena tão gostosa que tava me seduzindo, e eu não sabia o que fazer. Só lembro que saí correndo pro meu banheiro bater uma punheta de dar inveja, e ficar lembrando na minha mente do corpo da minha filha completamente nu e à minha disposição. Eu não sabia o que pensar. Deitei e me enrolei nos lençóis no quarto, completamente no escuro. Nisso... minha filha entrou... acendeu a luz e disse:
A: Olha, papai, essas são as outras coisas que comprei.
R: O que foi, querida... deixa eu ver?
Glup... Ela tava usando um roupão semitransparente, branco, bem menor e mais transparente que o da mãe dela, e por baixo dessa roupa, um look digno de uma deusa. Tava com um baby doll branco, com um decote enorme e na parte de peito transparente que só cobria menos da metade dos peitos, uma abertura no meio que deixava ver o umbigo e o piercing que ela sempre usa, e uma tanga que era só uns fios fininhos, tampando o triângulo da buceta, com uma meia-calça e meias brancas, tudo enfeitado e bem acompanhado por um salto gigante branco também.
Simplesmente tava impactante e eu não sabia o que dizer, ela tinha ido lindamente vestida.
R: Você tá lindíssima, filha, por que se vestiu assim?
A: Jejeje, gostou? É pra você, pra me olhar e não sentir falta da mamãe.
R: Com você me acompanhando, não sinto falta dela, querida… até podia dar umas férias pra ela, jejejejeje.
A: Ai, papai, o que a mamãe faria se te ouvisse.
R: Jejeje, tem razão… não falei nada.
A: Não se preocupa, papai, não vou contar nada, mas você também não conta nadinha, eheh.
R: Hã? Nadinha do quê?
A: Jajajajajaja, ai, papai, por isso que te adoro. Pena que amanhã você vai cedo trabalhar e não pode faltar, porque senão, adoraria ficar acordada com você. Por agora, deita e dorme, amanhã cedo levanta pra trabalhar e sexta a gente vai no cinema… ou já esqueceu????
R: Ah, sim, amanhã vou trabalhar, querida, mas volto cedo pra almoçar e fazer compras, gostou da ideia?
A: Claro, papai, adorei… bom, até amanhã, papai.
Minha princesa virou a cabeça e parte do corpo, e eu pensei em beijar a bochecha dela como sempre fazia, mas ela buscou minha boca e me deu um beijinho nos lábios, feito uma namorada gostosa.
Não quis perguntar mais sobre o que ela disse de ficar acordada, eu imaginava o que ela queria dizer, mas não falei nada. Acho que era melhor dar o último passo amanhã. Tirei as cobertas pra ela deitar, enquanto ela apagava a luz. Ela se deitou do meu lado e dessa vez não quis perder a chance, e ela se aninhou e eu fiquei atrás dela, pra sentir toda minha pica dura. Dessa vez, não quis perder essa oportunidade. Fiquei pensando em O beijo que já estava virando costume entre a gente.
Já deitados, ela empurrou a bunda mais pra trás e eu sentia no meu pau o tecido da calcinha que ela tava usando, mas uma coisa me deixou frio, percorrendo toda a minha espinha.
A: Eu também te amo, papai, e quero ficar com você, mas por agora você precisa dormir, ainda temos amanhã, sexta e sábado e todos os dias que a mamãe não estiver. Só descansa, quero que você me leve pra fazer compras amanhã, papai.
R: Cla... claro, querida, você me encanta e eu também quero ficar com você, mas assim vestida não vou conseguir dormir tão fácil.
A: Vou ficar assim pra você sempre, mas por agora descansa.
R: Tá bem, querida.
Simplesmente não dava pra forçar, era ela quem ia ditar o ritmo e tinha o plano dela, não podíamos apressar nada, a gente só tava esquentando os motores.
Eu teria que dormir pra estar pronto amanhã, coisa que vou contar no próximo relato.
Bom, continuando o relato, como minha esposa saiu numa segunda-feira de manhã e não voltaria até domingo, minha filha Ana começou a se comportar de um jeito diferente.
Danny me contou que convenceu a Ana a me seduzir, e disse que tinha dado várias ideias pra ela, mas que não me contaria nada pra tudo ser uma surpresa pra mim.
Então decidi esperar, e tava morrendo de curiosidade pra saber o que minha filha faria dia após dia até o fim de semana, quando a gente sairia pro cinema só nós dois.
Primeiro, na segunda-feira à noite, minha filha, como já tinha comentado, veio pra minha cama dizendo que ia me acompanhar pra eu não me sentir sozinho, e logicamente não rolou nada, já que eu não sabia o que fazer e não queria ir rápido demais com ela. Por isso, só lembro que virei e dei as costas pra minha filha, quando já estávamos deitados tentando esconder minha ereção, e ela só se acomodou nas minhas costas, passou o braço pelo meu ombro e foi pegando no sono aos poucos. Eu não conseguia dormir com ela atrás de mim, sentindo o peito dela por baixo do pijama e ouvindo a respiração dela durante a noite, mesmo tentando dormir porque ia trabalhar no dia seguinte.
Na terça-feira de manhã, o despertador me acordou. Eu tinha que ir trabalhar no hospital de manhã, e quando me virei pensando que minha filha ainda estaria dormindo e aproveitando as férias, já não a vi mais.
Fui tomar banho e comecei a me vestir e me arrumar. Faltando alguns minutos pra sair, começou a chegar um cheiro delicioso do café da manhã. Parece que minha filha tava preparando o café dela e tinha acordado cedo, já que eram 7 da manhã e tava um pouco frio.
Não consigo descrever o que aconteceu quando entrei na cozinha e vi minha filha sentada de um lado da mesa, apontando pro café da manhã, e parada ali com um roupão semitransparente da minha esposa, que ela não usava há muitos anos. Como posso descrever pra vocês?
Ela Como eu disse, ela tem 1,70m de altura, é branca, com o rosto ovalado, cabelo castanho bem claro e ondulado, uns olhos cor de amêndoa, lindíssimos, um nariz levemente empinado e, naquela hora, já estava maquiada de um jeito incrível. O roupão semitransparente que ela usava cobria o corpo dela, que era magro, com uns peitos de 80 de medida, nada mal para os 18 anos — ainda faltavam dois anos para crescerem um pouco mais. Uma cintura tão fina que era de matar, 65 de cintura, e um quadril enorme, com uma bunda tão firme e bem definida que qualquer instrutora de aeróbica de 20 anos invejaria.
As pernas dela, longas e totalmente depiladas, com umas sapatilhas pretas baixas, combinando com o roupão.
Todo esse corpo adolescente maravilhoso e perfeito estava coberto por um sutiã de renda e uma calcinha (cueca) também semitransparente, vermelha com preto, que marcava bem as curvas dela e contrastava com a transparência do roupão. Olhando com bastante atenção, dava para ver os biquinhos dos peitos e a buceta dela a olho nu.
Como já era tarde, só agradeci com um beijo na bochecha, porque não podia abraçá-la — ela sentiria a ereção que eu tive em segundos só de olhar para ela. E enquanto eu comia rápido para sair para o trabalho, a gente conversou:
R: Uau, filha, você está lindíssima, que bom que vestiu esse roupão, sua mãe não usa isso há anos. Muito obrigado pelo café da manhã, não precisava ter se incomodado, eu pensei que você estivesse dormindo na cama, aproveitando as férias, querida.
A: Ah, pai, não agradece, além do mais, não tinha nada para fazer, e já não conseguia mais dormir, estava meio... hum, inquieta, hehe. Além disso, mais tarde, se der sono, eu durmo, e como estava com fome, comecei a preparar o café da manhã, você sabe que não gosto que vocês saiam sem comer... Ei... e de verdade eu estou bonita?
R: Tá bem, querida, mas come você também, e sim, você está lindíssima, esse roupão fica melhor em você do que na sua mãe, mas não conta para ela. Só não vai ficar doente, porque você está muito pelada. Tô morrendo de frio
A: Nossa, pai, mas eu tô morrendo de calor, e se for um pouquinho mais, eu desço só de roupão por cima, sem nada por baixo
Jejeje quando ela falou isso, comecei a me engasgar com a comida por causa do que ela tinha dito, não conseguia evitar, e foi aí que minha filha terminou de tomar café e saiu. Quando fui escovar os dentes, com minha ereção já menos firme, ela disse que já estava tarde, que amanhã eu acordaria mais cedo pra tomar café, e me deu um beijo bem perto da boca.
Eu não conseguia pensar em outra coisa, minha filha tinha me deixado em choque e era só o primeiro dia de manhã. Já tava ansioso pra voltar do trabalho e ia pedir uns dias na clínica particular pra poder ficar em casa a tarde toda com minha princesa. A manhã e a tarde foram um eterno, porque nesse dia eu fui pra clínica à tarde pra avisar que não ia a partir de terça. Quando cheguei à noite, minha filha tava vendo um filme de terror, sentada no sofá, com uma roupa incrivelmente provocante. A gente se cumprimentou e fui tomar banho. Quando saí, minha filha já não estava mais lá, então resolvi ver um pouco de TV e depois fui deitar. Imaginei que ela tivesse feito o mesmo, mas não. Quando já tava tudo apagado, minha filha chegou e disse:
A: Oi, papai
R: O que foi, querida? De novo não consegue dormir?
A: Não, é que tô tendo pesadelos
R: Viu só? Por ficar vendo filme de terror sozinha à noite
A: É que eu gosto muito, além do mais vejo sozinha porque ninguém me acompanha
R: Vem cá, deita e dorme. Amanhã acordo cedo e não vou trabalhar à tarde. Pedi uns dias pra passar mais tempo com minha princesa, então à tarde vou ver o filme que você quiser com você
A: SÉRIO, PAPAI? Haha, que legal! E você vai ver qualquer um, por mais ruim que seja?
R: Sim, querida, o que você quiser, mas agora dorme
Assim que ouviu isso, parece que ela tirou o pijama e ficou só de sutiã e calcinha, ainda as mesmas da manhã, e uau, que sensação da pele dela tocando a minha, e o cheiro dessas roupas íntimas me deixava a mil, mas dessa vez eu tava decidido a dar o próximo passo, mesmo que fosse pequeno. Então me virei e abracei ela por completo, rodeando ela com meus braços e tocando as costas dela, e ela se aninhou mais ainda, colando as bochechas no meu peito, e colocando uma das pernas dela entre as minhas, e ficamos assim, enquanto eu tentava que ela não notasse minha ereção, mas era impossível porque ela se grudava ainda mais em mim.
E assim ela dormiu, e eu também, cheirando o cabelo molhado dela, recém-lavado, com cheiro de mulher e desejo.
Na manhã de quarta-feira, minha filha acordou antes de mim de novo, mas pra minha surpresa, ela foi tomar banho no meu banheiro, não no dela, e eu tinha acordado com o som da água. Quando eu ia bater na porta pra ela sair, porque eu precisava tomar banho, com toda a cara de pau minha filha saiu enrolada numa toalha, e disse que ia preparar o café da manhã e que eu não demorasse.
Quando desci, não podia acreditar, minha filha tava muito mais gostosa que ontem, porque ela tava com um top bem pequenininho, parecia uma faixa de cabeça, mas ela usava na altura do peito, devia ter uns 10 cm, e na parte de baixo ela tava com uma minissaia incrivelmente curta. Quando ela se virou, dava pra ver os bicos dos peitos dela e até a curva debaixo dos seios, porque não cabiam no top que ela usava, e pelas costas dava pra ver um pouco da bunda dela debaixo daquela saia.
Ana, minha filha, tava me seduzindo, e eu não sabia o que fazer. Com certeza a Daniela tava dando ideias pra ela, e olha que tavam funcionando.
Sentamos pra tomar café da manhã, e começamos a conversar.
R: Uau, nena, cada dia você tá mais gostosa, querida, esse top caiu muito bem em você, mesmo que esteja meio pequeno, não acha?
A: Hehehe, obrigada, papai, que bom que você gostou, me vesti só pra você, e não manda eu me cobrir porque não tá tão frio como ontem.
R: Obrigado, nena, e obrigado também pelo café da manhã.
A: Ei, papai! Você vai ficar pra ver a Filme comigo?
R: Sim, filha, pra você não ficar mais tendo pesadelos
A: Jejeje tá bom… me emprestaram um, mas é de terror, espero que você não se assuste, hein
R: Tudo bem, querida, além do mais eu adoro esses filmes
A: Bom, pai, vou pro meu quarto, te espero à tarde e se cuida muito
Ana se despediu e eu saí voando pro trabalho. A verdade é que esses dias no hospital estão intermináveis, mas como eu não ia até a semana que vem no trabalho da tarde, queria ver que novidades minha filha ia aprontar.
Cheguei cedo e dessa vez ia comer em casa, com a Ana, mas quando cheguei, ela não estava lá.
Tinha deixado um bilhete pra mim que dizia…
"Pai:
Tô super ansiosa pra ver o filme com você, já comi e deixei a comida pronta pra você, fui comprar umas coisas e volto cedo pra gente ver TV
Te amo, pai
Sua menina Ana"
Bom, fui comer, e depois tomei um banho bem gostoso. Como não sabia quanto tempo minha filha ia demorar, resolvi entrar na banheira e passar umas duas horas lá pra relaxar, depois de tanta tesão que minha filha tá me causando, eu precisava disso.
Já era umas 7 da noite quando eu tava vendo TV e ouvi minha filha chegar. Ana chegou com várias sacolas, parecia de lojas de roupa. Largou as sacolas no chão do meu lado, me abraçou e disse:
A: Cheguei, pai. Comprei umas roupas, como você tá? Comeu bem?
R: Sim, filha, obrigado por fazer a comida, mas não gosto que você trabalhe nas suas férias… aliás… o que você comprou?
A: Quer ver o que comprei?
R: Ué, se você quiser, querida
A: Tá bom, mas deixa eu tomar um banho primeiro, porque vim meio cansada e suando
R: Tá bom, querida, te espero aqui
Depois me deu outro beijo, bem perto da boca, como já tava virando costume. Acho que senti na comissura dos lábios, mesmo que tenha sido muito rápido. Ouvi ela entrar no banho, então fiquei vendo TV. esperar ela.
Depois de uma hora e meia que minha princesa saiu, fiquei de boca aberta, simplesmente estava espetacular, babando só de olhar pra ela.
Ela entrou dizendo:
A: Olha, papai, isso foi uma das coisas que comprei... Como eu tô?
WOOOOOOOOW Ela tava vestida de colegial. Eu... eu não conseguia nem falar. Ela tava com um penteado com uma franjinha bem provocante e um par de tranças, uma blusa branca semi-transparente de botões e manga curta, DEBAIXO DA BLUSA NÃO TINHA NADA, e era tão curta que deixava o umbigo de fora, com o piercing que eu mesmo fiz nela (pra evitar infecção, lembrem que sou médico). Dava pra ver perfeitamente os peitos dela e os biquinhos. Ela tava com uma saia xadrez vermelha e preta, estilo escocesa, plissada, que batia no meio das coxas e mostrava lindamente as pernas longas e bem torneadas. Mais pra baixo, umas meias que iam até acima dos joelhos, e umas sapatilhas de salto médio.
Uff, simplesmente tava mais gostosa que uma modelo. Eu, em vez de falar, tava completamente duro, não sabia o que dizer, só olhava e babava.
Parece que a Danny tinha contado pra minha filha muitas das coisas que me excitam nas mulheres, porque ela tava fazendo tudo. Um dia, a Danny se encarregou de me perguntar quais eram minhas fantasias, como eu gostava de ser tratado, mimado, e até como me excitavam mulheres vestidas de um jeito ou de outro, e minha filha tava fazendo tudo isso. Parece que de manhã, na minha ausência, ela planejava tudo o que faria à tarde.
Quando vi minha filha, tava totalmente duro e dava pra ver o volume entre minhas pernas:
R: Uau, Pe... mas que gostosa você tá, querida, mas vai sair na rua assim?
A: Hahaha, não, papai, como assim, isso eu comprei só pra andar aqui em casa.
R: E sua mãe, não acha que vai ficar brava se você andar assim aqui em casa?
A: Acho que sim... mas só vou me vestir assim quando minha mãe não estiver e ficar só eu e você, afinal... você não vai me dar bronca, né? Assim vestida... ou sim?
R: Pa... para nada, querida, se veste como quiser.
A: Sério?
R: Querida, você está linda, se veste como quiser, desde que não saia assim vestida. Capaz de aparecer algum rapaz e te roubar.
A: Ai, papai, como você acha, que bobinho, hehe, além disso, eu não gosto de rapazes, gosto de... coroas, hehehehehe.
Ufa, era muito óbvio. Quando disse isso, foi pro quarto dela e eu fiquei com a imagem da minha filha se afastando, com a bunda linda que aparecia naquela minissaia.
Só esperei mais alguns minutos vendo TV, e minha filha chegou. Parece que tinha levantado mais a saia, tirado os tênis e as meias. Disse que estava com muito calor. Também tinha desabotoado os três primeiros botões da blusa, só restando dois abotoados, os de baixo. A blusa dela ficou com um decote enorme, dava pra ver perfeitamente a parte de cima dos peitos e toda a pele no meio deles.
Minha filha não tinha vergonha na cara: sem sutiã, com uma blusa semi-transparente e ainda com um decote enorme. Chegou perto de mim e disse:
A: Já voltei, papai, desculpa, mas é que tava muito calor, então tirei umas coisinhas.
R: Tudo bem, filha, assim você já fica mais confortável, né?
A: Mais ou menos, teria tirado mais coisas, mas melhor depois.
R: Tudo bem, querida, mas me diz... que filme vamos ver hoje?
A: Um filme que me emprestaram.
R: Sobre o quê?... De terror? Depois você não vai conseguir dormir.
A: Chama HOSTEL e eu não vi, hahahaha. Acho que você que tem medo de filme de terror, né, papai?
R: Você não me conhece, pequena. Acho que já vi esse filme. Não vai chorar de medo, hein, querida.
A: Acho que não vou chorar, além disso, você vai cuidar de mim, né, papai?
R: Claro, querida, foi por isso que fiquei.
A: Além do mais, só estamos nós dois sozinhos, o que pode acontecer?
R: Nada, enquanto eu cuidar de você.
A: Bom, papai... ei, obrigada por ficar comigo. Te amo muito.
R: De nada. Minha filha, vai lá, dá o play, pra gente dormir cedo.
O filme começou e eu tinha minha filha sentada do meu lado, e a cada cena de terror que passava, ela ia se aproximando mais e mais de mim. Eu nem prestava atenção no filme, só de ver minha filha tão espetacular e tão gostosa, que já imaginava ela sem aquelas únicas 3 peças de roupa que ela usava: a tanga, a minissaia e a blusa.
Faltavam uns 30 minutos pro filme acabar e minha filha já estava encostando a cabeça no meu ombro e segurando meu braço com as duas mãos, como se fosse uma menina indefesa.
Numa cena, minha filha virou pra mim e colocou a cabeça no meu peito, e eu tive a chance de ver os peitos dela, tão gostosos, tão branquinhos, pareciam tão macios e lisos. Nisso, a Ana colocou uma perna sobre a minha, supostamente porque tinha se assustado. E parecia que ela ainda tava bem imersa no filme. Na cena seguinte, minha menina já tinha as duas pernas sobre as minhas, mesmo ainda sentada no sofá e abraçada em mim. Quando de repente ela disse:
A: Me abraça, papai, tô com medo.
R: Calma, querida, é só um filme, não tem nada.
A: Eu sei, papai.
Resolvi passar um braço pelas costas dela e o outro pela barriga dela. Que loucura, eu tava abraçando minha filha como se fosse uma namorada ou uma amante. Quase no final do filme, numa das cenas, minha filha deu um pulo de susto e acabou sentada completamente no meu colo, e agora as pernas dela estavam penduradas do meu lado e do sofá.
Eu continuava abraçando ela e ela a mim, já que ela tinha colocado um braço atrás de mim e com o outro me rodeava. Naquele momento, meu corpo começou a reagir e eu fiquei com uma ereção tremenda, simplesmente não conseguia evitar, adorava sentir minha filha assim, e não queria que ela não percebesse.
Os últimos 5 minutos do filme foram intensos, porque ela estava se mexendo devagar de trás pra frente e eu tinha uma ereção cada vez mais firme, e ela... Eu percebia, mesmo que não pudesse dizer nada.
Quando o filme acabou, minha filha ficou sentada ali, encostou o rosto no meu peito e me abraçou bem mais forte, e não parava de se mexer... depois me disse:
A: Muito obrigada por me acompanhar, papai. Às vezes eu também fico triste por não ter um namorado que me acompanhe como você fez agora.
R: Mas, querida, você é lindíssima, tem um corpo super espetacular. Com certeza muitos caras devem estar atrás de você.
A: Você acha mesmo que sou bonita? Além disso, eles não chegam perto de mim porque têm medo de falar comigo.
R: Pois são uns idiotas, filha. Não prestam pra você. Se eu fosse mais jovem, até pediria você em casamento.
A: Jejeje, ai papai, que coisas você fala.
R: É a verdade, querida. Mas vamos, já é hora de dormir, amanhã tem que trabalhar.
A: Tá bom, papai. Vou tomar um banho e daqui a pouco vou deitar com você.
R: Combinado, querida.
Quando Ana se levantou, a saia dela estava toda levantada, e eu pude ver a tanga tão pequena que ela usava, parecia que era só um par de fios que ela tinha por cima. Num momento de loucura, tive o impulso de dar um tapinha na bunda dela enquanto ela se afastava, e não soube por que tinha feito aquilo. Um medo enorme e uma culpa, esperando a raiva dela, caíram sobre mim na hora... até que Ana me disse:
A: Eu também te amo, papai.
Ana tinha interpretado o tapa como um carinho, mas quando disse isso, voltou rápido até mim, pegou meu rosto com as mãos e me deu um beijo na boca bem rápido, mas forte o suficiente pra deixar o gosto dos lábios dela nos meus. Depois disso, saiu correndo pro banheiro, rindo da travessura que tinha feito, com certeza.
Eu não acreditava no que estava acontecendo. Minha filha tinha me dado um beijo na boca, quando há 16 anos eu não beijava outra boca que não fosse a da minha esposa. Era impossível me conter, não sabia o que pensar. Minha filha estava me seduzindo, e tudo que ela fazia me deixava a mil. Não podia acreditar que estava acontecendo. Isso, passei vários minutos lembrando do beijo e da figura dela. Simplesmente era uma Deusa de 18 anos — MINHA DEUSA DE 18 ANOS! — e eu não sabia o que fazer.
Já depois de um tempo em que minha filha estava tomando banho, eu tinha ido pro meu quarto me trocar e pensar no que tinha acontecido, quando ouvi a voz da minha filha me chamando:
A: Papaiiii... papaaaaai... me traz uma toalha, por favor?
R: Sim, filha, já vou. Não tem toalhas no banheiro?
A: Não... esqueci de pegar.
Quando ia entregar a toalha pra minha filha, bati na porta pra avisar, e quase tive um infarto. Minha filha estava parada ali, com toda a naturalidade do mundo, completamente nua, mostrando o corpo molhado sem nenhum pudor... Não via o corpo nu da minha filha há mais de 10 anos.
Não podia acreditar no corpo da minha filha: os peitos grandes e firmes, a barriga perfeita e os quadris que enfeitavam a buceta com uma penugem pubiana bem raspada, fininha, que parecia só uma sombra. Enquanto isso, ela ria de um jeito bem provocante e me agradecia por levar a toalha. Minha filha me deixou atônito, e enquanto entregava a toalha, não conseguia falar nada. Minha pica imediatamente ficou dura pra caralho e marcava no meu short de dormir — não dava pra evitar. Tava diante de uma modelo pequena tão gostosa que tava me seduzindo, e eu não sabia o que fazer. Só lembro que saí correndo pro meu banheiro bater uma punheta de dar inveja, e ficar lembrando na minha mente do corpo da minha filha completamente nu e à minha disposição. Eu não sabia o que pensar. Deitei e me enrolei nos lençóis no quarto, completamente no escuro. Nisso... minha filha entrou... acendeu a luz e disse:
A: Olha, papai, essas são as outras coisas que comprei.
R: O que foi, querida... deixa eu ver?
Glup... Ela tava usando um roupão semitransparente, branco, bem menor e mais transparente que o da mãe dela, e por baixo dessa roupa, um look digno de uma deusa. Tava com um baby doll branco, com um decote enorme e na parte de peito transparente que só cobria menos da metade dos peitos, uma abertura no meio que deixava ver o umbigo e o piercing que ela sempre usa, e uma tanga que era só uns fios fininhos, tampando o triângulo da buceta, com uma meia-calça e meias brancas, tudo enfeitado e bem acompanhado por um salto gigante branco também.
Simplesmente tava impactante e eu não sabia o que dizer, ela tinha ido lindamente vestida.
R: Você tá lindíssima, filha, por que se vestiu assim?
A: Jejeje, gostou? É pra você, pra me olhar e não sentir falta da mamãe.
R: Com você me acompanhando, não sinto falta dela, querida… até podia dar umas férias pra ela, jejejejeje.
A: Ai, papai, o que a mamãe faria se te ouvisse.
R: Jejeje, tem razão… não falei nada.
A: Não se preocupa, papai, não vou contar nada, mas você também não conta nadinha, eheh.
R: Hã? Nadinha do quê?
A: Jajajajajaja, ai, papai, por isso que te adoro. Pena que amanhã você vai cedo trabalhar e não pode faltar, porque senão, adoraria ficar acordada com você. Por agora, deita e dorme, amanhã cedo levanta pra trabalhar e sexta a gente vai no cinema… ou já esqueceu????
R: Ah, sim, amanhã vou trabalhar, querida, mas volto cedo pra almoçar e fazer compras, gostou da ideia?
A: Claro, papai, adorei… bom, até amanhã, papai.
Minha princesa virou a cabeça e parte do corpo, e eu pensei em beijar a bochecha dela como sempre fazia, mas ela buscou minha boca e me deu um beijinho nos lábios, feito uma namorada gostosa.
Não quis perguntar mais sobre o que ela disse de ficar acordada, eu imaginava o que ela queria dizer, mas não falei nada. Acho que era melhor dar o último passo amanhã. Tirei as cobertas pra ela deitar, enquanto ela apagava a luz. Ela se deitou do meu lado e dessa vez não quis perder a chance, e ela se aninhou e eu fiquei atrás dela, pra sentir toda minha pica dura. Dessa vez, não quis perder essa oportunidade. Fiquei pensando em O beijo que já estava virando costume entre a gente.
Já deitados, ela empurrou a bunda mais pra trás e eu sentia no meu pau o tecido da calcinha que ela tava usando, mas uma coisa me deixou frio, percorrendo toda a minha espinha.
A: Eu também te amo, papai, e quero ficar com você, mas por agora você precisa dormir, ainda temos amanhã, sexta e sábado e todos os dias que a mamãe não estiver. Só descansa, quero que você me leve pra fazer compras amanhã, papai.
R: Cla... claro, querida, você me encanta e eu também quero ficar com você, mas assim vestida não vou conseguir dormir tão fácil.
A: Vou ficar assim pra você sempre, mas por agora descansa.
R: Tá bem, querida.
Simplesmente não dava pra forçar, era ela quem ia ditar o ritmo e tinha o plano dela, não podíamos apressar nada, a gente só tava esquentando os motores.
Eu teria que dormir pra estar pronto amanhã, coisa que vou contar no próximo relato.
9 comentários - Quise atrapar a mi hija pero ella me atrapó a mi 2
Kiero un padre asi ... Okno#