Fala, galera! Vou contar uma parada que rolou comigo uns meses atrás com minha prima de Córdoba, de 18 anos, que veio passar 15 dias em Buenos Aires e ficou na minha casa. Fazia uns seis anos que não via ela, e quando minha esposa me avisou que ela vinha pra ficar, eu topei na hora, achando que ainda era uma menininha inocente do interior. Mas foi uma surpresa do caralho quando cheguei do trampo e encontrei ela em casa. Fiquei louco quando vi aquela gostosa, pensando: "Será que é ela?". Ela levantou da mesa e veio correndo me dar um abraço bem apertado. Quando encostou aqueles peitos duros, bem empinados, senti uma coisa no corpo que não consigo explicar. Minha esposa e ela já tinham jantado, então sentei pra comer e não conseguia tirar os olhos dela: aqueles olhos e aquela carinha linda, sério, me enlouqueceu. Depois de comer, tomamos uns cafés, batemos um papo e começamos a organizar onde cada um ia dormir. Falei pra Carol (minha esposa) que ela dormisse na nossa cama com a Silvina (minha prima) e eu ficava no sofá. Lá pra 1h30 a gente foi deitar. Eu, cansado, capotei na hora, mas ouvi um barulho, acordei e vi a Silvina indo pra cozinha só de fio dental e sem blusa. Levantei e fui ver o que rolava. Ela se assustou quando entrei na cozinha. Olhei pra ela e já queria comer ela ali mesmo. Ela disse que tava com sede, abriu a geladeira, pegou uma garrafa d'água, bebeu direto do bico e derramou um pouco em cima dela. Me deu uma piscada e falou pra eu continuar dormindo que ela já ia se deitar. Virei as costas e voltei pro sofá. Daí a pouco ela foi dormir. No dia seguinte, acordei pra tomar café e ela pediu pra eu levar ela no centro, que tinha que encontrar uns amigos. Saímos depois do café, deixei ela no centro e fui trabalhar. De tarde, a Carolina me ligou falando que ia sair pra jantar com as amigas e que a Silvina ia ficar sozinha no apê. Falei que ia sair mais cedo do trampo pra fazer companhia pra Silvina e ela não ficar tão sozinha. Minha cabeça tava a mil, pensando no que fazer, porque a Carol só voltava tarde. 2 da manhã. Cheguei em casa umas 20h, a Silvina tava tomando banho e a Caro já tinha ido embora. Coloquei uma música e nisso a Silvina me chama do banheiro pra pegar a toalha que ela esqueceu no quarto. Aí pensei: "é agora minha chance". Quando bati na porta do banheiro com a toalha, ela mandou eu entrar. Abri a porta e ela tava pelada, complete. Fechei os olhos e ela falou pra eu abrir, que já tinha visto ela. Abri e a Silvina tava do meu lado. Pediu pra eu secar ela. Falei que tava ficando de pau duro e pra ela não ficar brava. Ela disse que já tinha percebido desde a noite quando a gente comeu que eu tava afim. Começamos a nos beijar, ela desabotoou minha calça, eu mordia os lábios dela e fui descendo com meus lábios do pescoço até os peitos. Mordi um pouco, ela gemeu e falou pra irmos pra cama. Levantei ela no colo e, nos comendo de boca, fomos pro quarto. Terminei de me despir, ela se jogou na cama e com os olhos parecia que tava dizendo "sou sua, me come". Então comecei a beijar ela até chegar na buceta. Ela se mexia, curtindo minha língua brincando ali. Uns minutos depois, ela pediu pra fazer um 69. A gente se posicionou e fez. Ela tava muito gostosa, me colocou de costas e sentou, enfiando meu pau na buceta dela e começou a cavalgar. Ficamos assim uns 10 minutos até gozarmos juntos. Ela continuou se mexendo em cima, meu pau endureceu na hora e a gente continuou. Pedi pra trocar de posição, ela ficou de quatro na beirada da cama. Eu fiquei atrás e comecei a bombar. Mas aquele cuzinho ali, todo oferecido, falou mais alto. Enfiei um dedo e ela falou: "não, primo, por aí não". Insisti e ela ficou brava, disse que era virgem, que ninguém tinha feito. Pedi pra tentar e, se doesse, a gente parava. De tanto insistir, ela deixou. Comecei a enfiar um dedo devagar até ir entrando. Massageei, ela começou a curtir. Tirei o dedo e comecei a brincar com a língua até que a Silvina abriu as nádegas e falou pra eu penetrar, que ia aguentar. Então... Eu coloquei saliva, apoiei a pica e comecei a empurrar devagar até que entrou toda. Os 19x5 entraram e ela se mexia, curtia, gozava. Ficamos uns 5 minutos até que eu gozei dentro. Ela ficou louca. Quando terminamos, tomamos banho, fizemos comida, jantamos e fomos dormir como se nada tivesse acontecido. Minha esposa chegou e eu nem ouvi. No outro dia, no café da manhã, a Caro perguntou o que a gente tinha feito. Eu não sabia o que dizer, e a Silvina falou que a gente se divertiu muito, que queria ficar os 15 dias, mas que ia pra casa dos amigos porque não aguentava me ver dormindo no sofá. Eu não falei nada. Então a Silvina ficou 2 dias em casa e foi embora. Desde aquele dia, não entrou mais em contato com a gente, mas eu sei pelos meus tios que ela disse que quer voltar pra minha casa no fim de setembro. Então já tô esperando esses dias. Espero que tenham gostado. Um abraço.
3 comentários - mi prima