Olá, o seguinte relato foi feito a pedido do _3nz0_, que me pediu especialmente para contar como foi minha primeira vez pelo cu. Não foi algo que eu tenha procurado exatamente, embora no final eu tenha acabado gostando, como espero que vocês também gostem. Beijos.
Dizem que a primeira vez sempre dói, e a primeira vez que fizeram o meu bumbum doeu terrivelmente, principalmente porque não foi algo que eu consentisse. Embora eu tivesse decidido ficar com aquele homem por vontade própria, por uma daquelas tesões que me pegam de vez em quando, não estava nos meus planos entregar o bumbum para alguém que praticamente não conhecia.
Dar uma trepada, sim, e depois cada um para seu lado, como tantas outras vezes. Mas o que começou como algo já habitual naquela fase da minha vida terminaria como uma das experiências mais desagradáveis que já tive. Não porque tenham arrombado meu cu em si, mas porque quem arrombou não foi alguém que eu escolhi.
Meu tio Carlos, principal beneficiário das minhas virtudes sexuais, sempre respeitou essa parte do meu corpo. Claro que, por ter sido quem me desvirginou na adolescência, também queria ser o primeiro a entrar na minha retaguardia cobiçada. Sempre que transávamos, ele pedia, mas eu dizia não, fazia minha melhor cara de menina magoada e falava que tinha medo, até fazia beicinho para despertar seu instinto paternal.
Por sorte, ele nunca me forçou a nada. Até a primeira vez que transamos, minha estreia absoluta nas ligas maiores, foi algo de mútuo acordo. Foi porque EU quis, porque EU desejava. Não entregar o bumbum era mais um capricho pessoal. De alguma forma, eu pensava no futuro e acreditava que, quando chegasse a hora de me casar, tinha que ter algo para oferecer ao meu marido, algo que ninguém mais tivesse explorado. A virgindade do meu bumbum era uma alternativa mais do que boa nesse aspecto. Pelo menos era o que eu pensava, até que aquele miserável filho da puta me arrancou essa possibilidade.
Eu tinha feito 21 anos e estava sozinha, sem namorado, embora não sofresse com falta de sexo. Quando estava com vontade, sempre encontrava alguém disposto a me satisfazer, não tinha problemas nesse aspecto. Eu me dedicava a estudar e trabalhar, sem maiores complicações. Os Nos fins de semana eu ia dançar ou a um bar e não perdia uma oportunidade de ir pra cama com alguém. Eu me divertia, curtia sem machucar ninguém.
Ainda não tinha entrado na empresa, cuidava de uma barraca de doces na Primera Junta. De lá, todas as tardes eu pegava o metrô até a estação Castro Barros, onde tomava o 160 até a cidade universitária.
Foi ali que o vi, no metrô, alto, moreno, de bigode, não especialmente atraente, mas com uma cara de tarado que eu achava especialmente excitante. Já tinha me cruzado com ele várias vezes, e em todas pude perceber que ele não perdia um detalhe do meu corpo. Às vezes ele se sentava na minha frente, e se eu estava de saia, eu abria as pernas de propósito um pouco mais do que o normal, só pra ele ter uma visão melhor daquilo que o estava esperando.
Aquela foi uma época bem tumultuada na minha vida, mais do que qualquer outra, eu transava com qualquer um, até mesmo na barraca várias vezes tive que baixar a porta pra saciar essa libido incontrolável que não parava de me torturar. Um dia conto algumas das minhas aventuras na barraca. Mas voltando ao cara do metrô, eu queria dar pra ele, simples assim. Não sei porquê, não me peçam explicações, a única justificativa que posso dar é que ele me deixava com muito tesão. Até ficava molhada toda vez que o via. E ficava ainda mais molhada imaginando que ele ficava de pau duro quando colocava os olhos no meu corpo.
Naquela tarde em que voltava do trabalho, em vez de descer na estação Castro Barros, onde devia pegar o ônibus pra cidade universitária, decidi seguir em frente. Ele estava perto de mim e algo me dizia que aquela tarde seria especial.
Descemos juntos no Congresso, e desde o momento em que saí do vagão e comecei a andar pela plataforma, percebi que ele estava me seguindo de perto, me olhando daquele jeito que tanto me deixava louca. Eu estava ansiosa, sentia uma pressão na... estômago que mal conseguia aguentar. E me excitava ainda mais imaginando que ele me atacava ali mesmo, num lugar público, e me fazia dele, me comendo de pé num canto nojento da estação. Saí do metrô e comecei a andar pela Callao, devagar, sem pressa, parando em algumas lojas, mas em vez de olhar as vitrines, o que mais me interessava era saber se ele estava me seguindo. E sim, ele me seguia. Sem nenhum disfarce, devo dizer, já que me olhava como se me despisse com o olhar. Isso me deixa louca. Que me olhem assim, com a luxúria à flor da pele, me deixa pirada. Parei numa loja, nem lembro do que era já que nem prestei atenção e esperei que ele se aproximasse. Quando ele chegou perto o suficiente, me atrevi a falar com ele. -Você tá me seguindo desde o metrô, será que não vai me dizer nada? - falei como se estivesse dando um ultimato: "Você quer me comer ou não?" -Moro aqui na esquina - ele respondeu com um leve aceno de cabeça. Ele disse "moro", não que estava me convidando, mas eu mesma me considerei convidada. -Ok, vamos - concordei sem problemas. Pra que complicar, né? A verdade é que eu tinha um tempinho antes de ir pra faculdade e queria aproveitar ao máximo. Viramos na Perón, entramos numa pensão familiar meio fuleira, daquelas que estão cheias de famílias estrangeiras e, sem trocar praticamente uma palavra, subimos uma escada. Enquanto subíamos, o magrelo não perdeu tempo e começou a apalpar minha bunda. Longe de me incomodar, aquela atitude de "te fodo de pé e com a calcinha no lugar" me seduziu. Além disso, quando olhei com mais atenção, percebi que já tinha se formado uma protuberância bem visível na altura da virilha. Entramos num quarto que ficava no final do corredor e, mal ele fechou a porta, já veio pra cima de mim. Nem ligou a luz, embora um pouco de claridade entrasse pela fresta da porta. Demos uns passos e caímos sentados numa cama, bem, mais que cama era só Da cama, as molas rangeram estrondosamente ao suportar o peso dos nossos corpos. Me mantendo bem presa, como se temesse que eu fosse fugir a qualquer momento, ele começou a me beijar de uma forma extremamente brusca e enérgica enquanto suas mãos se apropriavam dos meus peitos e os apertava por cima da roupa. Seus beijos eram violentos demais para o meu gosto, então virei o rosto, mas sem que ele percebesse que me desagradava. Ele não percebeu, continuou ocupado com meus peitos, que naquele momento pareciam atrair toda sua atenção.
Ele levantou minha blusa e puxou para baixo a alça do sutiã. Agora suas mãos puderam me tocar sem qualquer obstáculo, me apalpando sem nenhuma resistência da minha parte, deixando as marcas de sua luxúria impressas na pele lisa dos meus seios.
— Vou te arrebentar todinha, gostosa! — ele me prometeu com um tom de voz extremamente agressivo, fazendo com que eu estremecesse novamente.
A violência que impregnava cada uma de suas palavras e atos era como o canto das sereias, algo lindo e irresistível.
Deixando que ele fizesse o que quisesse, deslizei uma mão por sua virilha, apalpando aquela delícia em forma de arco que parecia inchar mais e mais a cada momento.
Sem qualquer controle, ele chupava e mordia meus mamilos, até deixar as marcas de seus dentes, que levaram alguns dias para desaparecer. Claro que essa não seria a única "marca" que ele deixaria em mim. Já naquele momento, quando ele sugava meus mamilos como se quisesse arrancá-los, comecei a me sentir um pouco desconfortável — claro que gosto que sejam meio "bestas", mas não tanto. No entanto, a tesão era tanta que pouco tempo depois eu já estava a seus pés, desabotoando desesperada sua calça, descascando com toda minha vontade aquele tronco nervoso e inflamado que, mal o prendi entre meus dedos, levei à boca para me deleitar com seu sabor incomparável.
De baixo, chupei avidamente, metendo e tirando da minha boca regozijada cada pedaço, cada centímetro dessa divindade em carne. Eu já estava à mercê dele, era sua escrava, sua vítima, e o que ele fizesse comigo dali em diante eu teria merecido completamente.
Com a língua, desci até os ovos, para saboreá-los também, percorrendo-os com a língua, com os lábios, com os dentes, com o nariz, beijando-os, chupando-os, cheirando-os, extasiada com tamanha magnificência.
Já nus, ele colocou a camisinha, enquanto eu me deitava de quatro na cama, com a bunda bem levantada, oferecendo, entregando, me submetendo sem reservas a esse desconhecido bem dotado que se propunha a me dar a satisfação que eu tanto precisava.
Quando senti ele entrando, avançando impetuoso e vigoroso através da minha buceta ávida, soltei um gemido abafado de pura e extrema satisfação, me derretendo em elogios sonoros para esse pau lindo e forte que me atravessava até o mais profundo.
— Ahhhhhhhhh… siiiiiiiiiiiiii… siiiiiiiiiiiiiii…! — gritei enlouquecida quando ele começou a entrar e sair, bombeando puro prazer através desse jorro carnudo que ele manuseava com tanta habilidade.
Minha buceta se derretia em jorros abundantes e grossos, permitindo que a penetração fosse o mais confortável possível, e bem fundo também, um prazer único, supremo, intenso, absurdamente satisfatório.
— Toma, putinha… toma… toma…! — ele me dizia cada vez que enfiava até o fundo, batendo a pélvis contra minhas nádegas, produzindo um som estrondoso, o barulho do amor, o barulho do prazer.
Então ele tirou, me virou, e se jogando em cima de mim, enfiou de novo, me comendo agora com muito mais frenesi, impetuosamente, me fodendo de um jeito selvagem, me fazendo gritar como uma louca.
Sem qualquer hesitação, eu me abria toda para ele, esticava as pernas o máximo que conseguia, deixando ele enfiar até os ovos, como eu gostava, como eu queria, pedindo mais, mais, muito mais, mesmo que já estivesse claro que ele Eu estava dando com tudo que tinha, e embora fosse deliciosamente excitante gritar por MAIS… MAIS… MAIS…, pedir que ele enfiasse, que mandasse bem fundo, até onde a luz do sol nunca chega.
Ansiosa para que ele nunca tirasse, enlaçava minhas pernas em volta da sua cintura e me movia junto com ele, ansiosa, desesperada, me entregando de corpo e alma a um sacrifício tão prazeroso. Eu estava totalmente entregue, disposta a tudo, mas não para o que viria a seguir.
Sem me dar nenhuma trégua, ele tirou de dentro de mim, toda dormente e melada, mas dessa vez não me virou nem nada, em vez disso, apontou para o outro buraco, o mais apertado, decidido a arrombar. Talvez ele presumiu, ao me ver tão putinha, que já estava acostumada com anal, mas a verdade é que ainda era virgem desse lado.
— Nãããão… por aí não…! — eu disse e tentei empurrá-lo, mas o cara era um armário comparado comigo.
Ele nem se abalou. Apoiou a ponta do pau na entrada do meu cu e começou a empurrar.
— Nãããão… nãããão… a bunda nãããão…! — gritei de novo, tentando me levantar, mas ele me segurava firme.
Por mais que tentasse, não tinha escapatória. Talvez ele achou que eu estava de frescura, mas assim que percebeu que nunca tinha recebido nada por ali, abriu os olhos como pratos e um brilho quase animal iluminou o olhar dele. Sorriu maliciosamente, como uma hiena à espreita da presa, e insistiu naquilo que eu recusava terminantemente.
Dei chutes, socos, até cuspi e xinguei, mas tudo isso parecia motivá-lo ainda mais.
Me manuseando como uma boneca, ele me virou, me colocando de bruços, e pressionando uma mão nas minhas costas para que eu não me levantasse, sentou em cima das minhas pernas.
Sem que eu pudesse fazer nada a respeito, ele começou a enfiar os dedos, dilatando as paredes do meu cu, o suficiente para que a cabeça do pau dele pudesse entrar. Quando senti que ele estava bem na entrada, comecei a tremer e chorar, a parecia grande demais para caber em mim, mas ele não parecia ter a mesma dúvida, porque começou a empurrar de um jeito que parecia que estava demolindo minha bunda. Já não podia fazer nada para evitar. A rosca era iminente e inevitável.
Não pude fazer mais do que fechar os olhos, morder os lençóis daquela cama barulhenta, e aguentar o que viesse. Embora quisesse, não consegui relaxar o suficiente e o impacto daquela primeira enfiada foi fatal… ou pelo menos foi o que pensei, já que as que vieram depois foram muito piores. O barulho da cama não conseguia abafar meu choro e meus gritos, e é que ele estava me rasgando, me partindo, até pude ouvir o som de algo quebrando, ele não pareceu se importar muito porque continuou, enfiando ainda mais fundo.
Quando chegou na metade parou, puxou um pouco e voltou a avançar, e assim um pouquinho mais cada vez, com mais ímpeto e frenesi, a cada empurrão conseguia enfiar mais um pedaço, e outro, e outro…
Embora estivesse fazendo algo que eu não tinha consentido de jeito nenhum e ainda estava resistindo, de repente percebi que já não chorava, as lágrimas tinham secado nas minhas bochechas e o que antes eram gritos e soluços, tinham se transformado agora em gemidos fracos… mas não de dor, e sim de prazer. Algo doía, óbvio, mas não era algo tão intenso como no começo, era mais uma dor gostosa, uma dor que me regozijava demais.
Ele estava me arrombando contra a minha vontade e eu estava começando a gostar.
Uma vez que ele enfiou uma boa porção dentro, começou a me comer de forma certeira e impactante, me fazendo sentir como se um abismo se abrisse nas minhas entranhas, me proporcionando um prazer que, embora diferente, era tão intenso quanto qualquer outro.
Quase deitado em cima de mim, levantando só para pegar embalo cada vez que puxava, aquele garanhão anônimo me dava sem parar, sem me permitir nenhum respiro, que, por outro lado, Eu já nem reclamava mais, me entregando completamente a um prazer que me parecia incrivelmente surpreendente: pelo cu era tão excitante quanto pela buceta.
Então… tive um orgasmo. Já tinha tido alguns antes, mal ele me pegou, mas esse foi um primeiro e verdadeiro orgasmo anal. Não acreditava que pudesse ter um nessas condições, sendo estuprada analmente, mas aconteceu, senti a umidade da minha virilha se espalhar por todo o colchão e os gemidos que saíam da minha garganta se intensificarem.
Ele ainda não tinha gozado, então continuou me comendo por um bom tempo mais, me perfurando cada vez mais fundo, até que entre roucos gemidos ele a deixou enterrada bem dentro e gozou, transbordando com sua porra quente a capacidade de contenção da camisinha.
Acompanhando-o naquele prazer supremo, explodi em suspiros expressivos e relaxados, aproveitando intensamente cada uma daquelas sensações prazerosas que, muito contra minha vontade, me embriagavam e estremeciam.
“Não posso ser tão puta”, disse a mim mesma, ao perceber que de alguma forma estava satisfeita com aquela nova perfuração que ele tinha feito no meu corpo.
Quando ele tirou, me deixou com um buraco do tamanho de uma cratera. O magrelo se deitou ao lado, arrancou a camisinha e jogou no chão. Não disse nada, só ficou se massageando a rola e soltando uns grunhidos. Aos poucos fui me levantando. Tentei me virar, mas a bunda doía horrores, tive que ficar de lado.
— Você é um filho da puta! — falei quando finalmente consegui falar.
Ele riu.
— Mas você gostou, né? — ele falou finalmente.
— Isso não muda o fato de você ser um filho da puta — repeti.
— Desculpa, magrela, mas não resisti — ele disse — Sendo tão puta, você não pode andar com o bum inteiro.
Quanto mais ele falava, pior ficava, mas o que eu podia fazer se ele tinha razão? Aquela perfuração anal inesperada tinha sido extremamente prazerosa e deliciosa. Além disso, a pica daquele cara valia o que pesava. Era uma delícia. Uma monstruosidade em carne e osso. e eu a tinha tido dentro, por um lado e pelo outro, guardando-a toda no meu interior, em cada uma das minhas cavidades.
Ele tinha me arrebentado toda, exatamente como havia prometido.
—Quer mais? — ele perguntou enquanto batia uma punheta.
—Vai tomar no cu — eu disse e me levantei.
Juntei minhas roupas e perguntei onde era o banheiro, para me limpar um pouco.
—Aqui no quarto não tem banheiro, fica no fim do corredor — ele indicou.
Me vesti do jeito que estava. Peguei minha bolsa e saí daquele quarto sem nem me despedir. Quis correr pelas escadas, mas uma dor aguda naquela área que já não era mais imaculada me impediu. Peguei um táxi e fui para casa. Tive que viajar sentada de lado, já que por alguns dias continuei sentindo dor. No entanto, além da dor e da frustração de ter entregado aquela parte do meu corpo a alguém que não merecia, percebi que tinha acabado de descobrir uma nova alternativa de prazer, que a partir daquele momento eu usaria com bastante frequência.
NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORAOlá! Estou aqui para ajudar com traduções de conteúdo adulto para o português brasileiro. Por favor, envie o texto em espanhol que você gostaria que eu traduza.Hoje é sexta-feira, já faz alguns dias que eu tinha preparado esse relato, mas por motivos pessoais demorei para postar. A novidade é que amanhã, sábado, vou sair com alguém. Não quero adiantar nada até que o encontro finalmente aconteça e eu possa escrever o relato correspondente, mas quero mantê-los informados. Espero que tudo dê certo e que, claro, meu marido não desconfie. Beijinho e estamos em contato.
ROMPIMENTO ANAL
Dizem que a primeira vez sempre dói, e a primeira vez que fizeram o meu bumbum doeu terrivelmente, principalmente porque não foi algo que eu consentisse. Embora eu tivesse decidido ficar com aquele homem por vontade própria, por uma daquelas tesões que me pegam de vez em quando, não estava nos meus planos entregar o bumbum para alguém que praticamente não conhecia.
Dar uma trepada, sim, e depois cada um para seu lado, como tantas outras vezes. Mas o que começou como algo já habitual naquela fase da minha vida terminaria como uma das experiências mais desagradáveis que já tive. Não porque tenham arrombado meu cu em si, mas porque quem arrombou não foi alguém que eu escolhi.
Meu tio Carlos, principal beneficiário das minhas virtudes sexuais, sempre respeitou essa parte do meu corpo. Claro que, por ter sido quem me desvirginou na adolescência, também queria ser o primeiro a entrar na minha retaguardia cobiçada. Sempre que transávamos, ele pedia, mas eu dizia não, fazia minha melhor cara de menina magoada e falava que tinha medo, até fazia beicinho para despertar seu instinto paternal.
Por sorte, ele nunca me forçou a nada. Até a primeira vez que transamos, minha estreia absoluta nas ligas maiores, foi algo de mútuo acordo. Foi porque EU quis, porque EU desejava. Não entregar o bumbum era mais um capricho pessoal. De alguma forma, eu pensava no futuro e acreditava que, quando chegasse a hora de me casar, tinha que ter algo para oferecer ao meu marido, algo que ninguém mais tivesse explorado. A virgindade do meu bumbum era uma alternativa mais do que boa nesse aspecto. Pelo menos era o que eu pensava, até que aquele miserável filho da puta me arrancou essa possibilidade.
Eu tinha feito 21 anos e estava sozinha, sem namorado, embora não sofresse com falta de sexo. Quando estava com vontade, sempre encontrava alguém disposto a me satisfazer, não tinha problemas nesse aspecto. Eu me dedicava a estudar e trabalhar, sem maiores complicações. Os Nos fins de semana eu ia dançar ou a um bar e não perdia uma oportunidade de ir pra cama com alguém. Eu me divertia, curtia sem machucar ninguém.
Ainda não tinha entrado na empresa, cuidava de uma barraca de doces na Primera Junta. De lá, todas as tardes eu pegava o metrô até a estação Castro Barros, onde tomava o 160 até a cidade universitária.
Foi ali que o vi, no metrô, alto, moreno, de bigode, não especialmente atraente, mas com uma cara de tarado que eu achava especialmente excitante. Já tinha me cruzado com ele várias vezes, e em todas pude perceber que ele não perdia um detalhe do meu corpo. Às vezes ele se sentava na minha frente, e se eu estava de saia, eu abria as pernas de propósito um pouco mais do que o normal, só pra ele ter uma visão melhor daquilo que o estava esperando.
Aquela foi uma época bem tumultuada na minha vida, mais do que qualquer outra, eu transava com qualquer um, até mesmo na barraca várias vezes tive que baixar a porta pra saciar essa libido incontrolável que não parava de me torturar. Um dia conto algumas das minhas aventuras na barraca. Mas voltando ao cara do metrô, eu queria dar pra ele, simples assim. Não sei porquê, não me peçam explicações, a única justificativa que posso dar é que ele me deixava com muito tesão. Até ficava molhada toda vez que o via. E ficava ainda mais molhada imaginando que ele ficava de pau duro quando colocava os olhos no meu corpo.
Naquela tarde em que voltava do trabalho, em vez de descer na estação Castro Barros, onde devia pegar o ônibus pra cidade universitária, decidi seguir em frente. Ele estava perto de mim e algo me dizia que aquela tarde seria especial.
Descemos juntos no Congresso, e desde o momento em que saí do vagão e comecei a andar pela plataforma, percebi que ele estava me seguindo de perto, me olhando daquele jeito que tanto me deixava louca. Eu estava ansiosa, sentia uma pressão na... estômago que mal conseguia aguentar. E me excitava ainda mais imaginando que ele me atacava ali mesmo, num lugar público, e me fazia dele, me comendo de pé num canto nojento da estação. Saí do metrô e comecei a andar pela Callao, devagar, sem pressa, parando em algumas lojas, mas em vez de olhar as vitrines, o que mais me interessava era saber se ele estava me seguindo. E sim, ele me seguia. Sem nenhum disfarce, devo dizer, já que me olhava como se me despisse com o olhar. Isso me deixa louca. Que me olhem assim, com a luxúria à flor da pele, me deixa pirada. Parei numa loja, nem lembro do que era já que nem prestei atenção e esperei que ele se aproximasse. Quando ele chegou perto o suficiente, me atrevi a falar com ele. -Você tá me seguindo desde o metrô, será que não vai me dizer nada? - falei como se estivesse dando um ultimato: "Você quer me comer ou não?" -Moro aqui na esquina - ele respondeu com um leve aceno de cabeça. Ele disse "moro", não que estava me convidando, mas eu mesma me considerei convidada. -Ok, vamos - concordei sem problemas. Pra que complicar, né? A verdade é que eu tinha um tempinho antes de ir pra faculdade e queria aproveitar ao máximo. Viramos na Perón, entramos numa pensão familiar meio fuleira, daquelas que estão cheias de famílias estrangeiras e, sem trocar praticamente uma palavra, subimos uma escada. Enquanto subíamos, o magrelo não perdeu tempo e começou a apalpar minha bunda. Longe de me incomodar, aquela atitude de "te fodo de pé e com a calcinha no lugar" me seduziu. Além disso, quando olhei com mais atenção, percebi que já tinha se formado uma protuberância bem visível na altura da virilha. Entramos num quarto que ficava no final do corredor e, mal ele fechou a porta, já veio pra cima de mim. Nem ligou a luz, embora um pouco de claridade entrasse pela fresta da porta. Demos uns passos e caímos sentados numa cama, bem, mais que cama era só Da cama, as molas rangeram estrondosamente ao suportar o peso dos nossos corpos. Me mantendo bem presa, como se temesse que eu fosse fugir a qualquer momento, ele começou a me beijar de uma forma extremamente brusca e enérgica enquanto suas mãos se apropriavam dos meus peitos e os apertava por cima da roupa. Seus beijos eram violentos demais para o meu gosto, então virei o rosto, mas sem que ele percebesse que me desagradava. Ele não percebeu, continuou ocupado com meus peitos, que naquele momento pareciam atrair toda sua atenção.
Ele levantou minha blusa e puxou para baixo a alça do sutiã. Agora suas mãos puderam me tocar sem qualquer obstáculo, me apalpando sem nenhuma resistência da minha parte, deixando as marcas de sua luxúria impressas na pele lisa dos meus seios.
— Vou te arrebentar todinha, gostosa! — ele me prometeu com um tom de voz extremamente agressivo, fazendo com que eu estremecesse novamente.
A violência que impregnava cada uma de suas palavras e atos era como o canto das sereias, algo lindo e irresistível.
Deixando que ele fizesse o que quisesse, deslizei uma mão por sua virilha, apalpando aquela delícia em forma de arco que parecia inchar mais e mais a cada momento.
Sem qualquer controle, ele chupava e mordia meus mamilos, até deixar as marcas de seus dentes, que levaram alguns dias para desaparecer. Claro que essa não seria a única "marca" que ele deixaria em mim. Já naquele momento, quando ele sugava meus mamilos como se quisesse arrancá-los, comecei a me sentir um pouco desconfortável — claro que gosto que sejam meio "bestas", mas não tanto. No entanto, a tesão era tanta que pouco tempo depois eu já estava a seus pés, desabotoando desesperada sua calça, descascando com toda minha vontade aquele tronco nervoso e inflamado que, mal o prendi entre meus dedos, levei à boca para me deleitar com seu sabor incomparável.
De baixo, chupei avidamente, metendo e tirando da minha boca regozijada cada pedaço, cada centímetro dessa divindade em carne. Eu já estava à mercê dele, era sua escrava, sua vítima, e o que ele fizesse comigo dali em diante eu teria merecido completamente.
Com a língua, desci até os ovos, para saboreá-los também, percorrendo-os com a língua, com os lábios, com os dentes, com o nariz, beijando-os, chupando-os, cheirando-os, extasiada com tamanha magnificência.
Já nus, ele colocou a camisinha, enquanto eu me deitava de quatro na cama, com a bunda bem levantada, oferecendo, entregando, me submetendo sem reservas a esse desconhecido bem dotado que se propunha a me dar a satisfação que eu tanto precisava.
Quando senti ele entrando, avançando impetuoso e vigoroso através da minha buceta ávida, soltei um gemido abafado de pura e extrema satisfação, me derretendo em elogios sonoros para esse pau lindo e forte que me atravessava até o mais profundo.
— Ahhhhhhhhh… siiiiiiiiiiiiii… siiiiiiiiiiiiiii…! — gritei enlouquecida quando ele começou a entrar e sair, bombeando puro prazer através desse jorro carnudo que ele manuseava com tanta habilidade.
Minha buceta se derretia em jorros abundantes e grossos, permitindo que a penetração fosse o mais confortável possível, e bem fundo também, um prazer único, supremo, intenso, absurdamente satisfatório.
— Toma, putinha… toma… toma…! — ele me dizia cada vez que enfiava até o fundo, batendo a pélvis contra minhas nádegas, produzindo um som estrondoso, o barulho do amor, o barulho do prazer.
Então ele tirou, me virou, e se jogando em cima de mim, enfiou de novo, me comendo agora com muito mais frenesi, impetuosamente, me fodendo de um jeito selvagem, me fazendo gritar como uma louca.
Sem qualquer hesitação, eu me abria toda para ele, esticava as pernas o máximo que conseguia, deixando ele enfiar até os ovos, como eu gostava, como eu queria, pedindo mais, mais, muito mais, mesmo que já estivesse claro que ele Eu estava dando com tudo que tinha, e embora fosse deliciosamente excitante gritar por MAIS… MAIS… MAIS…, pedir que ele enfiasse, que mandasse bem fundo, até onde a luz do sol nunca chega.
Ansiosa para que ele nunca tirasse, enlaçava minhas pernas em volta da sua cintura e me movia junto com ele, ansiosa, desesperada, me entregando de corpo e alma a um sacrifício tão prazeroso. Eu estava totalmente entregue, disposta a tudo, mas não para o que viria a seguir.
Sem me dar nenhuma trégua, ele tirou de dentro de mim, toda dormente e melada, mas dessa vez não me virou nem nada, em vez disso, apontou para o outro buraco, o mais apertado, decidido a arrombar. Talvez ele presumiu, ao me ver tão putinha, que já estava acostumada com anal, mas a verdade é que ainda era virgem desse lado.
— Nãããão… por aí não…! — eu disse e tentei empurrá-lo, mas o cara era um armário comparado comigo.
Ele nem se abalou. Apoiou a ponta do pau na entrada do meu cu e começou a empurrar.
— Nãããão… nãããão… a bunda nãããão…! — gritei de novo, tentando me levantar, mas ele me segurava firme.
Por mais que tentasse, não tinha escapatória. Talvez ele achou que eu estava de frescura, mas assim que percebeu que nunca tinha recebido nada por ali, abriu os olhos como pratos e um brilho quase animal iluminou o olhar dele. Sorriu maliciosamente, como uma hiena à espreita da presa, e insistiu naquilo que eu recusava terminantemente.
Dei chutes, socos, até cuspi e xinguei, mas tudo isso parecia motivá-lo ainda mais.
Me manuseando como uma boneca, ele me virou, me colocando de bruços, e pressionando uma mão nas minhas costas para que eu não me levantasse, sentou em cima das minhas pernas.
Sem que eu pudesse fazer nada a respeito, ele começou a enfiar os dedos, dilatando as paredes do meu cu, o suficiente para que a cabeça do pau dele pudesse entrar. Quando senti que ele estava bem na entrada, comecei a tremer e chorar, a parecia grande demais para caber em mim, mas ele não parecia ter a mesma dúvida, porque começou a empurrar de um jeito que parecia que estava demolindo minha bunda. Já não podia fazer nada para evitar. A rosca era iminente e inevitável.
Não pude fazer mais do que fechar os olhos, morder os lençóis daquela cama barulhenta, e aguentar o que viesse. Embora quisesse, não consegui relaxar o suficiente e o impacto daquela primeira enfiada foi fatal… ou pelo menos foi o que pensei, já que as que vieram depois foram muito piores. O barulho da cama não conseguia abafar meu choro e meus gritos, e é que ele estava me rasgando, me partindo, até pude ouvir o som de algo quebrando, ele não pareceu se importar muito porque continuou, enfiando ainda mais fundo.
Quando chegou na metade parou, puxou um pouco e voltou a avançar, e assim um pouquinho mais cada vez, com mais ímpeto e frenesi, a cada empurrão conseguia enfiar mais um pedaço, e outro, e outro…
Embora estivesse fazendo algo que eu não tinha consentido de jeito nenhum e ainda estava resistindo, de repente percebi que já não chorava, as lágrimas tinham secado nas minhas bochechas e o que antes eram gritos e soluços, tinham se transformado agora em gemidos fracos… mas não de dor, e sim de prazer. Algo doía, óbvio, mas não era algo tão intenso como no começo, era mais uma dor gostosa, uma dor que me regozijava demais.
Ele estava me arrombando contra a minha vontade e eu estava começando a gostar.
Uma vez que ele enfiou uma boa porção dentro, começou a me comer de forma certeira e impactante, me fazendo sentir como se um abismo se abrisse nas minhas entranhas, me proporcionando um prazer que, embora diferente, era tão intenso quanto qualquer outro.
Quase deitado em cima de mim, levantando só para pegar embalo cada vez que puxava, aquele garanhão anônimo me dava sem parar, sem me permitir nenhum respiro, que, por outro lado, Eu já nem reclamava mais, me entregando completamente a um prazer que me parecia incrivelmente surpreendente: pelo cu era tão excitante quanto pela buceta.
Então… tive um orgasmo. Já tinha tido alguns antes, mal ele me pegou, mas esse foi um primeiro e verdadeiro orgasmo anal. Não acreditava que pudesse ter um nessas condições, sendo estuprada analmente, mas aconteceu, senti a umidade da minha virilha se espalhar por todo o colchão e os gemidos que saíam da minha garganta se intensificarem.
Ele ainda não tinha gozado, então continuou me comendo por um bom tempo mais, me perfurando cada vez mais fundo, até que entre roucos gemidos ele a deixou enterrada bem dentro e gozou, transbordando com sua porra quente a capacidade de contenção da camisinha.
Acompanhando-o naquele prazer supremo, explodi em suspiros expressivos e relaxados, aproveitando intensamente cada uma daquelas sensações prazerosas que, muito contra minha vontade, me embriagavam e estremeciam.
“Não posso ser tão puta”, disse a mim mesma, ao perceber que de alguma forma estava satisfeita com aquela nova perfuração que ele tinha feito no meu corpo.
Quando ele tirou, me deixou com um buraco do tamanho de uma cratera. O magrelo se deitou ao lado, arrancou a camisinha e jogou no chão. Não disse nada, só ficou se massageando a rola e soltando uns grunhidos. Aos poucos fui me levantando. Tentei me virar, mas a bunda doía horrores, tive que ficar de lado.
— Você é um filho da puta! — falei quando finalmente consegui falar.
Ele riu.
— Mas você gostou, né? — ele falou finalmente.
— Isso não muda o fato de você ser um filho da puta — repeti.
— Desculpa, magrela, mas não resisti — ele disse — Sendo tão puta, você não pode andar com o bum inteiro.
Quanto mais ele falava, pior ficava, mas o que eu podia fazer se ele tinha razão? Aquela perfuração anal inesperada tinha sido extremamente prazerosa e deliciosa. Além disso, a pica daquele cara valia o que pesava. Era uma delícia. Uma monstruosidade em carne e osso. e eu a tinha tido dentro, por um lado e pelo outro, guardando-a toda no meu interior, em cada uma das minhas cavidades.
Ele tinha me arrebentado toda, exatamente como havia prometido.
—Quer mais? — ele perguntou enquanto batia uma punheta.
—Vai tomar no cu — eu disse e me levantei.
Juntei minhas roupas e perguntei onde era o banheiro, para me limpar um pouco.
—Aqui no quarto não tem banheiro, fica no fim do corredor — ele indicou.
Me vesti do jeito que estava. Peguei minha bolsa e saí daquele quarto sem nem me despedir. Quis correr pelas escadas, mas uma dor aguda naquela área que já não era mais imaculada me impediu. Peguei um táxi e fui para casa. Tive que viajar sentada de lado, já que por alguns dias continuei sentindo dor. No entanto, além da dor e da frustração de ter entregado aquela parte do meu corpo a alguém que não merecia, percebi que tinha acabado de descobrir uma nova alternativa de prazer, que a partir daquele momento eu usaria com bastante frequência.
NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORAOlá! Estou aqui para ajudar com traduções de conteúdo adulto para o português brasileiro. Por favor, envie o texto em espanhol que você gostaria que eu traduza.Hoje é sexta-feira, já faz alguns dias que eu tinha preparado esse relato, mas por motivos pessoais demorei para postar. A novidade é que amanhã, sábado, vou sair com alguém. Não quero adiantar nada até que o encontro finalmente aconteça e eu possa escrever o relato correspondente, mas quero mantê-los informados. Espero que tudo dê certo e que, claro, meu marido não desconfie. Beijinho e estamos em contato.
29 comentários - Rotura anal
Gracias, esperemos que todo salga bien. Besitos. ❤️
Jajaja... creo que no hay limites para lo putas que podemos llegar a ser las mujeres. Y gracias por desearme suerte. Besis. ❤️
Gracias... ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️
+5 y algun dia quiero conocerte ajajajajaj
Suerte 😀
dejo merecidos puntines...
mucha "merde" para esta noche.....
besos
Gracias Edu, quizás no falte oportunidad. Besitos y :love::love::love::love::love:
Muchas gracias... te estoy respondiendo despues de "esa noche" y por suerte todo salio barbaro. Ya estoy preparando el relato así que pronto lo voy a subir. Besitos y mucho ❤️
Gracias... te retribuyo con :love::love::love::love::love: y ya pronto voy a contar algo de cuando estaba en el kiosco. Besis.
Noooooo... no quiero matarte... quiero que vivas... jajajaja. Besitos y ❤️
Si... me paso por encima, lo cuál no estuvo nada mal más alla del desagrado inicial. Gracias por pasar y comentar. Y lo de comba... bueno... me gusta comerme la comba. ❤️
Gracias manu... ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️
Gracias gut... ❤️
mis 10
mis 10 para ti.. y una paja mas claro esta