La Bety!

Minha sogra, naquela época uma senhora de uns cinquenta anos, morena, corpo grosso, lábios não muito grossos com uma boca grande também funda e elástica, de rosto não muito atraente, compensava sua relativa feiura com os peitos grandes, meio caídos pelos anos, mas ainda mantendo um apetitoso atrativo sexual.

A BETY

Minha sogra Bety é uma senhora de uns cinquenta anos, morena, corpo grosso, lábios não muito grossos com uma boca grande também funda e elástica, de rosto não muito atraente, compensava sua relativa feiura com os peitos grandes, meio caídos pelos anos, mas ainda mantendo um apetitoso atrativo sexual, de abdômen com carnes moles e crescido pelos anos, que era equilibrado pelas suas grandes nádegas ainda duras que formavam uma bela bunda grande, aproximadamente o dobro da que suas filhas tinham, suas coxas grossas e panturrilhas formavam umas pernas atraentes ainda torneadas que ao olhar era impossível não comparar com as das filhas, essas pernas não deixavam de excitar quando alguma vez ela levantava o vestido ou se abaixava para pegar algo ou entreabria ao sentar. Numa oportunidade, ela saiu do banho enrolada nas toalhas, estas cobriam desde os peitos para baixo, tinha os ombros nus, sentou-se numa cadeira na varanda que ficava em frente à janela do meu quarto e começou a cortar as unhas dos pés, para isso levantou o pé sobre o joelho do outro pé abrindo as pernas gordas e deixando ver no fundo seus pelos pretos e abundantes, afastei um pouco a cortina, olhei com mais atenção e pude ver o começo do seu clitóris e parte dos lábios superiores da sua grande boceta, claro que ela não estava me vendo, eu estava atrás da cortina da janela, ela pensou que não tinha ninguém em casa e foi assim que livremente levantou as pernas deixando ver sua nudez, dessa vez confirmei minhas impressões de que a velha tinha pernas lindas e excitantes, meu pau ficou duro, era a primeira vez que a velha me tava procurando uma excitação total, nunca pensei que ia ficar tão tesudo por ela, mas percebi que ela era mais bem dotada que minha mulher, baixei minha calça pra liberar meu pau e masturbar ela apertando forte por ela, foram longos minutos vendo o espetáculo que ela tava me dando, terminou de cortar as unhas e foi pro quarto dela, eu fiquei todo excitado e quente.
Minha sogra era uma mulher meio conservadora, daquelas que só conheceram o sexo do marido do jeito mais reprimido, uma vez ela disse que não conhecia o pau do marido porque só transavam de noite e no escuro, o orgasmo pra ela era desconhecido na vida de casada, era assim que ela falava nas conversas com as filhas, com certeza não gritou o desejo dela na hora como minha mulher fez, quando o papo era sobre sexo, os olhos dela brilhavam cheios de tesão, ela adorava falar de sexo, pela sinceridade das palavras dela, essa mulher era virgem de boca e cu, o marido nunca passou o pau por esses lugares, mesmo tendo uma bunda tão gostosa, tava envelhecendo sem conhecer o verdadeiro prazer sexual.

1. Curtindo o cheiro da sogra

Assim foram passando os meses, eu só olhava pra minha sogra com desejo, era impossível pensar em um dia poder comer ela. Uma vez ela, muito apressada pra sair pra um encontro com os parentes, entrou no quarto dela pra trocar de roupa sem perceber que eu tava bem perto, de costas pra janela onde eu tava, ela tirou a roupa que tava vestindo, incluindo a calcinha e o sutiã, ficando completamente nua, eu pude apreciar o corpo grosso dela, olhando principalmente a bunda e as pernas grossas, a velha apesar da idade e da gordura mantinha umas nádegas redondas e pernas grossas e torneadas que fizeram meu pau dar um pulo, ela abriu um pouco as pernas e pegou a calcinha pra limpar a buceta e depois toda a racha do cu, vendo aquilo meu pau se me pôs dura que nem um mastro, era a segunda vez que via as partes íntimas dela peladas e a segunda vez que meu pau endurecia brutalmente por ela, em seguida ela se trocou rapidamente pra roupa nova de sair, deu uns ajustes no cabelo e saiu pra pegar um taxi apressada, deixando a roupa que tirou em cima da cama. Vendo tudo aquilo e como não tinha mais ninguém em casa, me aproximei pra olhar as roupas da senhora, principalmente a calcinha e o sutiã, ambas eram peças enormes que ainda guardavam o calor do corpo da velha.

Decidi pegar a calcinha e olhei direto pra parte mais importante, que era a que fazia contato com a buceta da senhora, dava pra ver uma mancha meio puxada pro marrom claro, de uns três centímetros na parte mais larga e uns nove a dez centímetros de comprimento, o formato e o tamanho da mancha na calcinha mostravam bem o tamanho e a forma do grande argolão dessa mulher.

Levei aquela parte da calcinha até meu rosto pra cheirar, senti o calor do corpo que a peça ainda mantinha, o cheiro característico que o argolão da mulher solta, nesse caso era algo bem especial, mais profundo, mais concentrado, mais de mulher. Em seguida, botando a língua pra fora, comecei a saborear aquela parte da calcinha, naquele momento imaginei estar lambendo a buceta mais gostosa e excitante. O pano entrou na minha boca de vez pra ser chupado intensamente, meu pau tava totalmente duro e pulsando, baixei a calça, agarrei ele sem parar de chupar a calcinha, tava muito excitado e me masturbei com força, por um momento parei de chupar a calcinha e tirei ela da boca, percebi que minha boca ficou com o gosto e o cheiro da buceta gostosa, a operação de chupar a calcinha e me masturbar eu repeti várias vezes até que, sentindo a vontade de descarregar meu sêmen, levei a calcinha pro meu pau e, colocando a parte da mancha em contato com a ponta, enrolei meu pau e comecei a me masturbar com força, com a outra mão peguei o sutiã e também levei à minha boca na parte que tocou os mamilos da velha, chupei para sentir o gosto salgado das tetas, nessa hora veio a rápida e prolongada ejaculação sobre a calcinha, que ficou totalmente encharcada naquela parte com todo o meu esperma. Pela primeira vez me masturbei pela minha sogra e tive um orgasmo muito prazeroso graças ao cheiro e gosto da velha, a calcinha e o sutiã dela me serviram para imaginá-la trepando comigo. Saí do quarto meio trêmulo de emoção, deixando as roupas em cima da cama, depois me sentei no quintal para lamber a boca que ficou com o gostoso sabor da buceta da minha sogra.

Desde que a vi cortar as unhas, olhei e admirei a bunda, as tetas e as pernas da minha sogra, mas essa foi a primeira oportunidade que tive para sentir e aproveitar o desejo por ela e perceber que era uma mulher como qualquer outra. A partir daquele dia, não perdia a chance de pegar as calcinhas da velha e me masturbar à vontade, saboreando o delicioso gosto da boceta dela, imaginando-a nua com as pernas abertas e eu trepando com ela, lambendo a buceta dela e fazendo ela chupar meu pau, isso eu fazia aproveitando os momentos de descuido de todo mundo em casa. Também sempre dava um jeito de ver como ela se despia para vestir a camisola quando ia dormir, e poder apreciar o tamanho das tetas dela e a linda bunda grande.

3. Trepando com a Bety.

Passaram-se alguns meses e todo esse tempo ficou em mim uma curiosidade de saber o que minha sogra pensava depois de ter me visto trepando com a filha dela, ela em alguma conversa que ouvi com as filhas comentou que só sentia dor nas relações, e a filha dela viu gritar de prazer pedindo mais. Me chamou muito a atenção como desde aquele dia que ela nos viu, ela fixava os olhos disfarçadamente na parte do meu pau como se perguntando como ele era de verdade. Os olhares dela me causavam Arrepio nas minhas bolas, eu sabia por que ela fazia aquilo, por outro lado eu não perdia a chance de roubar as calcinhas dela pra sentir o cheiro e o gosto da argola dela e me masturbar em nome dela. Na real, percebi que era uma mulher que o marido não deu prazer suficiente em todos os anos de casamento, isso me excitava ainda mais.

Um dia, minha mulher viajou a trabalho, era a primeira vez que a gente se separava e também que a gente deixava de transar depois de mais de um ano de casamento, eu tinha vinte e sete anos e ela vinte e cinco, por mais de um ano meu corpo já tinha se acostumado a ter sexo ativo todo dia.

Minha mulher partiu numa segunda-feira de manhã cedo, a ausência dela ia durar uns dez dias. Os primeiros dias passaram sem sentir falta do costume de fazer sexo. No quarto dia, senti o inchaço das minhas bolas e meu pau ficou grosso e duro, procurei de algum jeito satisfazer meu desejo tentando em vão roubar uma calcinha da minha sogra pra me masturbar como fazia quando surgia a oportunidade, sem conseguir esse objetivo porque os pais da minha mulher não saíam de casa. No dia seguinte (sexta-feira), durante a noite não aguentei mais, tinha que esvaziar minhas bolas de qualquer jeito, me deitei na minha cama totalmente nu, meu pau ficou duro e comecei a bater uma punheta com força, nisso me lembrei que Malena, a irmã da minha mulher, tinha deixado os sapatos de salto alto dela dias antes, Malena tinha uns pés pequenos, bonitos e excitantes, daqueles pés que não dava pra deixar de beijar e saborear na hora de transar.

Procurei os sapatos no guarda-roupa, peguei eles e realmente a forma dos pés lindos ficou marcada nos sapatos e isso me deixou mais excitado, um deles levei à boca e lambi a parte onde faz contato a sola do pé e os dedos sentindo o gosto excitante dos pés, o outro sapato coloquei no meu pau enchendo totalmente o sapato com todo o meu aparelho incluindo as bolas, me joguei em cima da cama. pra fazer movimentos como se estivesse realmente comendo, eu me masturbava no sapato, não ficou devendo nada a uma buceta de mulher, imaginar comendo a linda Malena era realmente lindo, não demorou o momento de soltar minhas bolas, um grande jato invadiu o sapato de Malena me causando grande satisfação.
Chegou o sábado, já eram seis dias que não pegava mulher, mas me ajudou muito ter me masturbado nos sapatos de Malena e passei o dia tranquilo. Nas primeiras horas da noite, os pais da minha mulher se arrumaram para ir a um convite, uma festa, eu fiquei em casa vendo TV no meu quarto até tarde, eram as primeiras horas da madrugada do dia seguinte, domingo, aproximadamente uma da manhã e quando desliguei a TV e me preparava pra dormir, ouvi o barulho da porta abrindo, eram meus sogros que chegavam da festa com uns amigos, todos estavam muito bêbados, muito mais bebida estava minha sogra, os amigos ficaram na sala e os velhos subiram pro quarto deles, pelo barulho que faziam, levantei pra ver, uma das janelas do meu quarto dava bem na frente do banheiro, no corredor e no quarto dos sogros e fiquei olhando, minha sogra com vontade de mijar entrou no banheiro bem cambaleante, o marido dela ajudou, com certeza pensando que ninguém via, deixaram a porta do banheiro aberta, a velha levantando o vestido, baixou a calcinha e as meias pra se sentar no vaso, depositando a bunda grande e linda, dava pra ver as pernas grossas quase juntas, nessa posição ficou vários minutos cochilando, o marido ao perceber isso se preparou pra levantar ela, na ação pude ver um triângulo de muitos pelos pretos, percebendo também umas gotas do líquido que soltou momentos antes, o marido fez a velha separar um pouco as pernas pra depois pegar parte do vestido e secar os pelos molhados pela urina, a ação foi clara, aproveitou também pra masturbar ela um pouco enfiando o dedo na buceta dela. Ao ver aquilo, meu pau ficou duro na hora, ficou bem rígido. O marido da velha puxou a calcinha e as meias dela pra cima, e depois quase arrastando ela, levou pra cama dela. Também com a porta aberta, ajudou ela a tirar a roupa, praticamente o marido tirou tudo, deixando ela semi-nua, só de calcinha. Eu tava vendo tudo da janela do meu quarto, os peitões dela pendurados, mostrando uns bicos grandes e avermelhados que davam vontade de chupar. Ele vestiu ela com a camisola pra dormir, deitou ela na cama e cobriu, saiu do quarto apagando a luz pra ir encontrar os amigos que, depois de uma conversa quase aos gritos, pegaram um violão e saíram pra continuar bebendo em outro lugar.

Ficamos em casa sozinhos, eu e a Bety. Eu tava vestindo uma camiseta e uma cueca. Quando ouvi a porta fechar, saí na hora do meu quarto e fui pro quarto da minha sogra. Naquele momento, passou um monte de coisa na minha cabeça, talvez eu me animasse com o risco, era minha chance de pelo menos apertar os peitos e a bunda da minha sogra. Chegando perto da porta, ouvi ela roncando. Fiquei ali parado por vários minutos, meu pau duro passava da cintura da cueca e chegava até meu umbigo. Finalmente criei coragem pra abrir o quarto da Bety, fiz bem devagar, enfiando a cabeça. Na penumbra, vi o corpo da velha, ela tava roncando, num sono bem profundo por causa da bebedeira. Entrei decidido, toquei nos braços dela, depois desabotoei todos os botões e enfiei as mãos por baixo da camisola, apalpando os peitos que estavam desprotegidos naquele momento. Era a primeira vez que eu tocava aqueles peitões grandes e meio moles, minhas mãos não davam conta de segurar tudo. Senti os bicos grandes e apertei eles. Naquela hora, meu pau tava prestes a estourar, o leite já tava quase na ponta. A sogra continuava dormindo profundamente, não percebia os apertões nos peitos dela nem o meu pau. presença, então acendi a luz, com o vestido dela que estava perto tampei os olhos da velha pra evitar que acordasse, depois vi os peitões enormes completamente expostos só pra mim, terminei de tirar as tampas que ainda cobriam ela, subi até a cintura a camisola e pude observar as lindas pernas gordas e grossas que tanto me excitavam, ao vê-las tão de perto me deram um choque, olhei por um longo momento e depois meti minha mão por baixo da calcinha dela tocando os pelos abundantes da velha e ao sentir o clitóris escorregadio e molhado, não aguentei mais, senti meu pau estourar num jorro generoso, soltando o clitóris peguei com uma mão um peito e enfiei na boca pra dar fortes chupadas e mordidas, com a outra mal consegui pegar um sapato da velha que tava no chão pra meter meu pau apertando ele e descarregando imediatamente todo meu leite concentrado nas minhas bolas, igual fiz nos sapatos da Malena.
O orgasmo foi longo, intenso, cheio de vigor, o sapato da velha ficou cheio de porra, meu pau mesmo depois de descarregar o leite continuava duro, as mordidas e chupadas no peitão da velha não fizeram efeito, ela continuava dormindo.
Depois de relaxar um pouco olhei pra Bety quase nua, com os peitões e pernas totalmente descobertos, meu pau continuava duro e com a vontade que tava da velha pensei que podia fazer mais coisas, então pra garantir saí correndo até a porta da entrada pra colocar a corrente de segurança e evitar ser pego pelo sogro caso chegasse, voltei pra sogra, meu pau continuava totalmente duro como se não tivesse descarregado o leite. Dessa vez com mais segurança tirei a calcinha da velha pra ver de vez os pelos e pernas dela e o formato da bunda, não liguei pra quantidade de gordura que ela tinha na barriga, isso não importava porque o que eu queria era o que tinha mais embaixo, afastei as pernas dobrando um pouco as de joelhos pra tirar a calcinha e com ela na mão, eu olhei e reparei de novo na parte que cobre a pussy, me deparando novamente com a mancha igual vi naquele primeiro dia em que outra calcinha esteve nas minhas mãos, mas naquela hora eu tinha a chance de ter a própria pussy da minha sogra. Tirei a cueca, liberando totalmente meu cock, que começou a se mexer de um jeito incontrolável, como se pedisse pra entrar de uma vez na sua bainha favorita. Aí peguei as pernas grossas e gordas da velha, apesar da gordura, me davam uma puta excitação porque, no fim das contas, eram pernas de outra mulher e ainda por cima da mãe da minha esposa, isso me causava uma emoção bem forte. Separei as pernas, me colocando no meio, levantei elas pra cima segurando pelas panturrilhas grossas enquanto as abria, baixei o olhar e finalmente pude ver o que mais me fascinava nas mulheres, que nesse caso era muito mais especial: lá no fundo, entre os pelos, estava a linda, grande e yummy pussy da minha sogra. Olhando, fiquei quase sem respirar, era um momento de emoção que me tomava, eu tinha que ver e cheirar ela mais de perto. Então, sem parar de abrir as pernas, levei elas pra frente na altura dos peitos, que naquela hora estavam totalmente expostos, e dobrando os joelhos consegui uma posição onde toda a racha da velha ficava exposta. Nessa posição, apreciei de verdade o tamanho e as formas redondas da bunda grande, linda e excitante da minha sogra, era a primeira vez que via uma bunda de proporções tão enormes, era a bunda pela qual eu me masturbei tantas vezes, nem a bunda da minha mulher, que era a maior bunda que eu tinha comido até então, era assim. Minha mulher também era gorda e de pernas grossas em comparação com outras que conheci. O canal da velha também era escuro como o da minha mulher, mas mais comprido. Olhei mais atentamente pra poderosa pussy, me aproximando a uns dez. centímetros, o que eu estava vendo era realmente fantástico, estava observando um clitóris comprido, tipo uns quatro centímetros, e tão grosso quanto a parte inicial do dedo médio da minha mão, os lábios da buceta eram de um marrom escuro nas bordas e rosados na base, com uns três centímetros de altura e cinco de comprimento, a vulva avermelhada deixava entrever o começo da vagina, também da mesma cor, que aumentava ainda mais o tamanho da buceta em uns dois centímetros, exalava um cheiro gostoso e forte de mulher, aos cinquenta anos a velha era dona de uma rosa linda no meio das pernas que pedia aos berros a rega fantástica do desejo, sua forma e presença não tinham nada a invejar das conchinhas de mulheres de vinte ou trinta anos. A vulva dava início ao túnel largo e fundo da vagina, pronta pra receber os maiores e mais grossos paus e dar o prazer mais absoluto pro macho que a penetrar, que souber curtir essa sexualidade e também souber dar o prazer que ela merece.
Fiquei ali olhando por longos minutos aquela buceta fascinante, tava estupefato. A velha fez um movimento que me tirou do meu estado absorto, ela só mexeu a cabeça de um lado pro outro sem parar de dormir, não percebia que tava sendo observada na sua intimidade toda, nunca antes um homem a observou e apreciou daquele jeito, quando tive certeza que ela continuava dormindo, voltei a olhar pra sua buceta linda, dessa vez olhei também o cu dela quase fechado, menos fechado que o de outras mulheres, mas ainda assim tava virgem e parecia pedindo pra alguém penetrar roçando as paredes do túnel escuro, a dois centímetros de distância da vulva.
Não aguentei mais, minha língua saiu rápida cravando no fundo da vagina, com uma convulsão de movimentos como querendo tocar o útero, os movimentos da minha língua dentro da vagina eram tão intensos que qualquer mulher teria ido pro quinto orgasmo, talvez ela mesma se estivesse mais consciente. Tirei a língua da buceta pra chupar o clitóris que, com o movimento da língua, endureceu pra caralho, tava muito ereto, a chupada no clitóris foi inesquecível, ele enchia toda a minha boca, era mordido e chicoteado com a língua sem piedade, nunca antes tinha chupado um clitóris daquele tamanho. Soltei um pouco as pernas até os pés apoiarem na cama com os joelhos dobrados, sem parar de chupar aquele clitóris poderoso, minhas mãos começaram a apertar com força aquelas bundonas, fazendo isso combinava com lambidas e chupadas, enfiando a língua na buceta e pegando o clitóris de novo com os lábios. Levei as mãos pros peitões e apertei com vontade. O gosto daquela pussy era realmente delicioso, como se refletia na calcinha que muito antes me fez vibrar. Segurei as pernas de novo na altura dos joelhos e empurrei pra frente pra ter melhor acesso ao cu. Com lambidas, percorri todo o canal fundo dela, minha língua também entrou no cu, fazia ela girar na entrada pra depois, com uma lambida só, ligar o cu com a pussy, dando várias investidas seguidas e rápidas nos dois buracos. Desde que entrei no quarto já tinha passado umas uma hora, uns quarenta e cinco minutos que eu tava lambendo e chupando aquela bunda. A coroa, que já tinha dormido todo esse tempo, começou a sentir as carícias febris da minha língua em todo o conteúdo do canal dela, se manifestando com um gemido de prazer. Então, antes que eu me assustasse, intensifiquei as lambidas na pussy dela, engolindo o clitóris inteiro, balançava a cabeça rápido de um lado pro outro, soltando as pernas de novo pra deixar os pés apoiarem na cama. A coroa gemeu mais claramente, com o apoio dos pés na cama começou a mexer a bunda toda com os movimentos típicos de uma trepada, ela já tava excitada e sentindo. prazer, pela primeira vez em toda a vida sexual dela, ela estava sentindo as carícias da língua de um homem na sua buceta e estava gemendo de prazer, apesar dos tragos que tinha tomado, que pelo visto já estavam passando. A velha já dava sinais de estar consciente pelos movimentos de desejo da sua bunda gostosa e seus gemidos cada vez mais altos, ainda com o vestido cobrindo o rosto e os olhos. Lembrei do risco que estava correndo e decidi de uma vez meter meu pau duro naquela buceta que tanto tinha lambido, assim, dando um chupão forte no clitóris que estava totalmente ereto. Parei de chupar e me levantei, ficando de joelhos, ao mesmo tempo que levantava de novo as pernas da Bety para cima, abrindo-as. Em seguida, me aproximei até a altura da buceta, colocando as pernas dela sobre meus ombros e me inclinando um pouco, busquei com meu pau o buraco tão desejado. A ponta fez o primeiro contato com o clitóris, como se cumprimentando, os grandes lábios da buceta se separaram como se fosse uma rosa abrindo suas pétalas, dando boas-vindas àquele pau. A umidade da buceta era abundante e quente, estava tudo pronto para a penetração. Veio a primeira estocada com vigor e violência naquela buceta linda, meu pau sumiu totalmente, os dois corpos estavam completamente unidos como se já se conhecessem antes. Isso fez com que ela soltasse um gemido que saiu lá do fundo da garganta, aparentemente de surpresa misturado com muito prazer. Eu senti a suavidade e o calor da vagina que aquecia meu pau com profunda satisfação. Ela balançou a cabeça de novo, dessa vez de um lado para o outro, sem descobrir o rosto coberto pelo vestido. Eu me acomodei melhor sobre os joelhos e, segurando com as mãos aquela bunda grande, comecei a foder minha sogra, me movendo ritmicamente com força, metendo e tirando meu pau, sentindo a suavidade e o calor da vagina. totalmente lubrificada pelo líquido que ela exalava a cada movimento, o líquido era tão abundante que dava pra ver respingando e molhando os pelos dos dois, o que permitia um deslocamento fabulosamente prazeroso da pica dentro da buceta, que a cada estocada produzia um som inegável de algo totalmente molhado (minha mulher nunca soltou uma gota de líquido nos momentos de orgasmo). Minha sogra e eu estávamos totalmente embalados, ela realmente gemia de prazer, meus olhos saltavam de emoção, já não ligávamos pra mais nada, estávamos gozando como loucos, ela de olhos fechados sem saber quem estava lhe proporcionando pela primeira vez tanto prazer, sem saber quem estava conseguindo que pela primeira vez ela se molhasse com tanto líquido na buceta, sem saber quem a estava transformando em mulher na idade que ela tem. O movimento de cada estocada fazia os peitões balançarem de cima pra baixo como se estivessem também participando daquele momento sublime, eu separando um pouco as pernas na altura dos ombros me inclinei mais pra pegar eles com a boca, peguei um dos mamilos pra chupar fundo uma e outra vez, mordia o mamilo ao mesmo tempo que balançava a cabeça de um lado pro outro, meus braços envolveram as pernas grossas que naquela hora estavam levantadas pra cima pra segurá-las e também conseguir agarrar os peitos e apertá-los, conseguindo assim chupar de um jeito melhor, chupava cada peito como nunca, fazia muito tempo que não chupava uns peitos daquele tamanho (os peitos da minha mulher não eram nem um terço daquilo), então tinha que aproveitar ao máximo. Pra nós dois aquilo era maravilhoso, entre meter, tirar e chupar os peitos já tinham se passado uns vinte minutos, eram vinte minutos fabulosos sem parar de foder, de meter forte na Bety (quando fazia com minha mulher não durava nem dois minutos dentro). O momento culminante chegava, a velha gemia, ofegava sem mais pudor, a ponto de começar a gritar como uma As mulheres que estão no auge do prazer fazem assim: "assim! assim! aiiii...! aiiii...!", as pernas dela ficaram tensas, ela apoiou elas firmemente nos meus ombros e começou a rebolar a bunda, fazendo pressão na buceta apertando docemente meu pau sem parar de gemer, sem dúvida ela estava gozando pela primeira vez a sensação de um orgasmo profundo e prolongado. Um calor tomou conta do meu corpo, senti um ardor profundo no meu pau que me sacudiu dos pés à cabeça, soltando da minha garganta também um gemido forte de prazer, o jorro generoso de porra banhou o útero da velha, aumentando ainda mais o líquido na buceta doce dela, o som que os embates faziam na buceta que não estava úmida, estava escorrendo, também aumentou, com certeza dava pra ouvir na casa toda. O orgasmo foi longuíssimo, intensamente vivido, saiu a última gota de porra mas eu continuei comendo mais devagar, minha sogra também foi se acalmando dos ofegos como quem diz "obrigada!". Sem tirar o pau, soltei as pernas pesadas e gordas, deixando elas caírem na cama totalmente abertas, com tanto movimento os cobertores caíram no chão, só estavam os dois corpos um em cima do outro com minha cabeça no meio dos peitões, ambos ficamos cansados e satisfeitos. Assim ficamos por vários minutos, ouvi de novo os roncos da velha, me levantei e ao tirar meu pau vi que ele estava totalmente ensopado, toquei no colchão e notei que o lençol onde estava a bunda da Bety estava completamente encharcado numa boa parte por causa do fluxo vaginal abundante produzido durante o coito. Olhei as pernas abertas e grossas, a barriga larga, grossa pela gordura e os peitos meio caídos e grandes, de rosto a sogra era mais feia que simpática, mas quanto eu tinha gozado no meio daquelas pernas, da bunda e dos peitões dela, com certeza a buceta era melhor que a da minha própria mulher. Me levantei pra pegar os cobertores do chão, cobri ela com eles tal Como ela tava, de pernas abertas e os peitos de fora, aí eu peguei minha cueca, vesti e saí do quarto. Foi uma puta satisfação ter comido gostoso minha sogra e no melhor estilo, pernas no ombro, nunca pensei que ia conseguir, aliás curti mais do que com a filha.

CONTINUA!
FONTE: MARQUEZE.

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