As primeiras 2 partes da história:
http://www.poringa.net/posts/relatos/1603676/La-amiga-de-mi-vieja.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1606282/La-amiga-de-mi-vieja-2.html
A amiga da minha sogra (parte 3)Nesse primeiro encontro com minha salteñita, concordamos os dois de maneira muito boa que esse era nosso segredo e que ficaria assim. Eu não queria que se estragasse essa coisa proibida e a escondidas que me excitava tanto. Assim, intercambiamos números de celular e ela disse que queria que eu voltasse no final de semana seguinte. Passaram dois dias e não mandei mensagem porque não queria que ela me tomasse como um guy pesado, embora realmente estivesse morrendo de vontade, aquele encontro em vez de calmar minhas ansias havia me enlouquecido ainda mais e eu me masturbava lembrando todos os detalhes possíveis do que passou no departamento na sexta-feira anterior. Assim, muito a meu pesar, esperei que ela abrisse o jogo. O próximo jueves recebi o primeiro mensagem: Quando vai vir meu nenito visitar-me? disse... O de nenito me matou. Começamos a mensagear e arranjamos que no sábado iria diretamente para sua casa à noite e não à madrugada como a vez anterior. Em palavras dela: para aproveitar toda a noite. Ligue o bendito sábado e me vesti como sempre faço para ir ao bailar, e disse à minha velha que ia para um boliche e depois me quedava na casa de uma amiga, assim não sabia a que hora eu chegaria. Minha velha sempre foi muito piola com isso, então obviamente disse que tudo bem, mas que eu cuidasse. Eu por dentro ria de que ia me foder em sua amiga essa mesma noite e ela nem se imaginava. Ligue ao departamento e no caminho pensava que chegaria e provavelmente teríamos que conversar um pouco sobre bobagens e então poderia atacar. Nada mais longe do que o que passou, apenas abriu a porta e vi vestida com um corpiño de encaje vermelho, uma tanquita no conjunto e um portaligas que me desceu a penas a vi. Em um momento fechei a porta e me abraçei beijando-me fortemente, eu em um segundo já estava a full e comecei a amassar bem o Booty enquanto nos beijávamos. Depois com a outra mão desabrochei o corpiño, libertando suas tetas às quais logo me prendi e as chupava e mordia sem parar. Començo a gemir suavemente, mas não durou muito porque se virou para mim, agarrou minha mão e sentou-se no sofá. Comecei a desabotoar o cinto enquanto me dizia: -Estive toda semana esperando voltar a saborear essa cock guy!- Me matava que me falasse assim, me provocava um morbo muito excitante sentir ela assim tão louca, tão puta, tão desesperada por meu cock. Quando tirei meu cock, que estava bem bonito, primeiro passei a língua lentamente desde o tronco até a ponta várias vezes, subindo e descendo, e então entrou toda na boca. Eu voava de prazer, enquanto me chupava o cock eu lhe falava e lhe dizia coisas como: -Assim que você gosta da cock do filho da sua amiga? Que puta que você é! Agora vou fazer tudo com você, negra, e você vai gozar como a puta divina que você é. Não? -Seeee! Eu amo! Você vai me pegar muito hoje, menino? Vou fazer você gritar muito? -Hoje vou fazer como dou o que se merece às putas como você-, eu disse. Agarrei seus cabelos e comecei a acelerar o ritmo, puxando sua cabeça para cima e para baixo, e lhe disse: -Agora você vai engolir toda minha cum como boa puta! E ali mesmo acabei dentro de sua boca e ela obviamente me obedeceu, engolindo tudo, quando tirei toda minha cock da sua boca passei bem a língua e engoliu todo o que havia ficado lá, deixando meu cock impecável. Depois, sempre no sofá, terminei de tirar toda a roupa dela e tirei a calcinha, meias e sutiã. De uma vez me subiu em cima e entrou sozinha toda minha cock dentro e começou a cavalgar. No princípio era mais como um movimento, mas circular e lento, sentindo bem dentro de minha cock. Mas gradualmente comecei a fazer isso muito mais rápido, subindo e descendo com desespero e gritando como louca: -Você é um filho da puta! Olhe como me põe! Não quero que pare nunca de me pegar! Assim! Assim! Assim! Eu sentado abaixo apenas desfrutava, a escutava, beijava os seios, dava um par de... Cachetaditas na bunda de vez em quando, mas que nada desfrutava. Desfrutava vê-la assim tão louca, com essa cara de puta luxuriosa que tem minha negrita, imaginava-a quando tinha 15 anos antes, enquanto eu começava o colegio ela começava a pegar e agora a tenho aqui, comigo, para mim e à minha disposição para fazer-lhe o que quiser.
Então, num momento, botei-a no chão e acostei-a no piso, tirando-me sobre ela, metendo-me dentro dela toda bem lentamente para depois pegá-la com ritmo muito lento mas cada embestida mais forte.
De a ratos, sacava-a, olhava-a nos olhos e dizia-lhe já está?. E ela me dizia não, não, quero mais, mete-me toda por favor!.
Segui com minhas embestidas bem duras até que senti que estava para cair e aumentei o ritmo. Em um minuto, os dois acabamos juntos, forte, aos gritos e sentindo cada momento da nossa noite.
Nós fomos ao banho juntos, estávamos cobertos de suor, era lindo. Os dois juntos olhando nossos corpos lavando-nos, abraçando-nos, sentindo a água cair sobre esses belos peitos caindo por seu abdome e chegando à sua entreperna.
Não demorei muito desde que saímos da ducha para estar novamente. Mas ao ver-me Dani, minha negrita me surpreendeu dizendo-me muito ternamente:
-Me vais fazer a tiny ass agora? Morro de ganas...Continuará...
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http://www.poringa.net/posts/relatos/1606282/La-amiga-de-mi-vieja-2.html
A amiga da minha sogra (parte 3)Nesse primeiro encontro com minha salteñita, concordamos os dois de maneira muito boa que esse era nosso segredo e que ficaria assim. Eu não queria que se estragasse essa coisa proibida e a escondidas que me excitava tanto. Assim, intercambiamos números de celular e ela disse que queria que eu voltasse no final de semana seguinte. Passaram dois dias e não mandei mensagem porque não queria que ela me tomasse como um guy pesado, embora realmente estivesse morrendo de vontade, aquele encontro em vez de calmar minhas ansias havia me enlouquecido ainda mais e eu me masturbava lembrando todos os detalhes possíveis do que passou no departamento na sexta-feira anterior. Assim, muito a meu pesar, esperei que ela abrisse o jogo. O próximo jueves recebi o primeiro mensagem: Quando vai vir meu nenito visitar-me? disse... O de nenito me matou. Começamos a mensagear e arranjamos que no sábado iria diretamente para sua casa à noite e não à madrugada como a vez anterior. Em palavras dela: para aproveitar toda a noite. Ligue o bendito sábado e me vesti como sempre faço para ir ao bailar, e disse à minha velha que ia para um boliche e depois me quedava na casa de uma amiga, assim não sabia a que hora eu chegaria. Minha velha sempre foi muito piola com isso, então obviamente disse que tudo bem, mas que eu cuidasse. Eu por dentro ria de que ia me foder em sua amiga essa mesma noite e ela nem se imaginava. Ligue ao departamento e no caminho pensava que chegaria e provavelmente teríamos que conversar um pouco sobre bobagens e então poderia atacar. Nada mais longe do que o que passou, apenas abriu a porta e vi vestida com um corpiño de encaje vermelho, uma tanquita no conjunto e um portaligas que me desceu a penas a vi. Em um momento fechei a porta e me abraçei beijando-me fortemente, eu em um segundo já estava a full e comecei a amassar bem o Booty enquanto nos beijávamos. Depois com a outra mão desabrochei o corpiño, libertando suas tetas às quais logo me prendi e as chupava e mordia sem parar. Començo a gemir suavemente, mas não durou muito porque se virou para mim, agarrou minha mão e sentou-se no sofá. Comecei a desabotoar o cinto enquanto me dizia: -Estive toda semana esperando voltar a saborear essa cock guy!- Me matava que me falasse assim, me provocava um morbo muito excitante sentir ela assim tão louca, tão puta, tão desesperada por meu cock. Quando tirei meu cock, que estava bem bonito, primeiro passei a língua lentamente desde o tronco até a ponta várias vezes, subindo e descendo, e então entrou toda na boca. Eu voava de prazer, enquanto me chupava o cock eu lhe falava e lhe dizia coisas como: -Assim que você gosta da cock do filho da sua amiga? Que puta que você é! Agora vou fazer tudo com você, negra, e você vai gozar como a puta divina que você é. Não? -Seeee! Eu amo! Você vai me pegar muito hoje, menino? Vou fazer você gritar muito? -Hoje vou fazer como dou o que se merece às putas como você-, eu disse. Agarrei seus cabelos e comecei a acelerar o ritmo, puxando sua cabeça para cima e para baixo, e lhe disse: -Agora você vai engolir toda minha cum como boa puta! E ali mesmo acabei dentro de sua boca e ela obviamente me obedeceu, engolindo tudo, quando tirei toda minha cock da sua boca passei bem a língua e engoliu todo o que havia ficado lá, deixando meu cock impecável. Depois, sempre no sofá, terminei de tirar toda a roupa dela e tirei a calcinha, meias e sutiã. De uma vez me subiu em cima e entrou sozinha toda minha cock dentro e começou a cavalgar. No princípio era mais como um movimento, mas circular e lento, sentindo bem dentro de minha cock. Mas gradualmente comecei a fazer isso muito mais rápido, subindo e descendo com desespero e gritando como louca: -Você é um filho da puta! Olhe como me põe! Não quero que pare nunca de me pegar! Assim! Assim! Assim! Eu sentado abaixo apenas desfrutava, a escutava, beijava os seios, dava um par de... Cachetaditas na bunda de vez em quando, mas que nada desfrutava. Desfrutava vê-la assim tão louca, com essa cara de puta luxuriosa que tem minha negrita, imaginava-a quando tinha 15 anos antes, enquanto eu começava o colegio ela começava a pegar e agora a tenho aqui, comigo, para mim e à minha disposição para fazer-lhe o que quiser.
Então, num momento, botei-a no chão e acostei-a no piso, tirando-me sobre ela, metendo-me dentro dela toda bem lentamente para depois pegá-la com ritmo muito lento mas cada embestida mais forte.
De a ratos, sacava-a, olhava-a nos olhos e dizia-lhe já está?. E ela me dizia não, não, quero mais, mete-me toda por favor!.
Segui com minhas embestidas bem duras até que senti que estava para cair e aumentei o ritmo. Em um minuto, os dois acabamos juntos, forte, aos gritos e sentindo cada momento da nossa noite.
Nós fomos ao banho juntos, estávamos cobertos de suor, era lindo. Os dois juntos olhando nossos corpos lavando-nos, abraçando-nos, sentindo a água cair sobre esses belos peitos caindo por seu abdome e chegando à sua entreperna.
Não demorei muito desde que saímos da ducha para estar novamente. Mas ao ver-me Dani, minha negrita me surpreendeu dizendo-me muito ternamente:
-Me vais fazer a tiny ass agora? Morro de ganas...Continuará...
9 comentários - La amiga de mi vieja 3
je, no es una pendeja, saben lo que quieren. 🙎♂️ Me gusto el relato 🙂
Posta! gracias por el comentario
Te sigo y espero el próximo.
Saludos.