Anita e sua despedida de solteira, afff...

Corria o ano de 1983, mais precisamente no mês de agosto, e tivemos que viajar pro norte, porque a Anita, minha prima, ia casar e fomos convidados mesmo estando a quase 3.000 km de distância.
Chegamos com vários dias de antecedência, pra não ter que sair correndo, o que me permitiu reencontrar meus amigos e colegas de escola. Embora não tivesse nascido lá nem morado muito tempo, tinha estudado um ano.

O negócio é que nesses dias anteriores eu me diverti pra caralho e aproveitei como parente "do sul" pra participar das despedidas de solteiro, sim... sim... das duas...

A do meu futuro primo político, German, foi boa... churrasco, bebida, putaria, putas... mas nada de "puta festa"... o normal pra esse tipo de evento...

Mas a da Anita, essa sim merece ser lembrada, não porque teve excessos de todo tipo (que teve sim), mas porque, como vocês podem imaginar, eu era o único "homenzinho" no meio de umas vinte mulheres de todo tipo e beleza.

Como de costume, a festinha começou com um jantar numa churrascaria afastada da cidade, bastante vinho e, repito, muitas mulheres só pra mim.

Depois de jantar e um longo papo, a gente foi fazer o passeio com a futura esposa fantasiada...

Era de se esperar que, por causa da bebida, as vadias se esquecerem de mim e começassem a agir como se eu não existisse, praticamente pelando a minha prima sem nenhum pudor...

Aí foi minha primeira grande surpresa, ao ver que a Anita tinha um corpo que eu não esperava, mas imaginava, já que era professora de dança clássica... a pele dourada, a bunda empinada, os peitinhos firmes querendo escapar daquele sutiã azul, e a calcinha já minúscula (não existia fio dental naquela época) deixava ver a moita do pelo pubiano.

Essa imagem sozinha me arrepiou inteiro, é uma das coisas que ainda lembro quase como se fosse hoje.

Apesar de a gente se ver sempre, nas férias, nunca tinha olhado pra ela com outros olhos, ainda Quando estávamos na piscina juntos, nem percebia que ela já era uma mulher gostosa… era minha PRIMA e ponto final.
Depois daquele breve espetáculo, que me deu uma ereção quase instantânea, saímos pra dar uma volta pela cidade e fomos pra uma cidade vizinha (40 km), onde rolou o mais picante da noite.

Chegamos num lugar, bem parecido com uma “boate”, e entramos…
Era uma boate (meio vagabunda, mas funcionava como tal)…
Em poucos minutos, as minas soltaram todas as inibições, algumas faziam strip-tease, imitando os movimentos e esfregando os corpos umas nas outras, no palquinho, fingindo ser os personagens da noite.
Outras só se dedicavam a “encher a cara” de verdade, cada vez que chegava um drink, e as restantes, junto com minha prima e eu, curtiam o descontrole que tava começando.

De repente, apareceram dois caras de no máximo 20 anos, um vestido de policial e o outro de cowboy… (tenho que confessar que os coitados me deram risada)
PRA QUE…!!! Um grito só tomou o salão, elas estavam loucas…
Tocou uma música e os caras, que não tinham nada de especial, começaram a circular entre as gatinhas e dançar sedutoramente com elas até chegar na minha prima, que pegaram pela mão e levaram.

Já no palco, colocaram ela entre os corpos deles e começaram um apalpamento quase sem vergonha, e a Anita respondeu quase que hipnotizada pelo álcool e pela excitação.
Enquanto os caras iam se despindo até ficar completamente pelados, também iam tirando a roupa da Ani, deixando ela só de biquíni…
Meu Deus…!!! Que espetáculo… não conseguia parar de olhar…
Fizeram o que quiseram com a futura esposa, menos sexo explícito, teve de tudo… apalpada, lambidas, beijos…
Consegui ver várias das minas se roçando ou, simplesmente, se tocando enquanto tudo isso rolava…
O clima já tava muito carregado de tesão quando o show acabou e a dança continuou…
O descontrole tinha tomado conta do lugar, e pra meu prazer e O dos caras (os únicos homens no lugar), a gente podia ver ao vivo e a cores. As minas se tocavam entre si, tiravam as roupas pra mostrar os corpos em público e a Ana não parava de "pegar" os caras, ainda semi-nua...
Eu tava explodindo, não aguentava mais, meu pau pedia sexo urgente, mas não tive sorte... ninguém teve a fineza de me dar uma mão... (coisa que eu mesmo resolvi quando cheguei na casa da minha outra prima Susy).
No dia seguinte, foi o casamento civil... e lá estavam todas elas... umas senhoras, imperturbáveis, quase imaculadas...
Me olhavam com inquisidor e cumplicidade, esperando que eu não contasse nada do que rolou...
Claro que eu não ia falar nada... quem caralhos ia acreditar no que eu dizia, sendo um forasteiro e ainda por cima homem?... mas eu guardaria aquela imagem bem viva, só pra mim, pra poder me dar mais de uma "punhetinha" lembrando daquela noite.
Depois do tramite legal, fomos almoçar, esperando o dia seguinte pro casamento religioso e a festa depois.
Na sobremesa, a Ana e o German se mandaram, minhas tias começaram a organizar o que seria a comida da festa, junto com minha mãe, os tios foram tirar a sesta rigorosa, e eu depois de meia hora vazei pra casa da Susy, sabendo que ia ficar sozinho, pra deitar um pouco e bater mais uma, pensando no que vivi na noite anterior.
Cheguei na casa e entrei, sem fazer muito barulho, fui ver se não tinha ninguém. Que susto levei quando, ao tentar entrar no pátio interno, peguei minha prima transando com um homem que não era o German, mas sim um dos caras da boate. Abri a porta só um pouquinho, tentando não fazer barulho, porque a cortina de vidro da porta não deixava ver direito, não precisei abrir tudo, a fresta que ficou já deu pra ver o que rolava com aqueles dois corpos enroscados numa luta sexual em cima da mesa do pátio. A Ana tava deitada de bruços na mesa, com o vestido Com as mangas arregaçadas até os ombros e a calcinha pendurada numa perna, o magrelo estava atrás dela de roupa completa, só com a braguilha aberta...
Os movimentos dele eram desajeitados, nervosos, sem ritmo... gerados mais pela excitação do momento do que pelo prazer que aquela situação podia dar... era praticamente uma sequência de estocadas "sem pé nem cabeça", como se quisesse atravessar com o pau aquele corpo que tinha na frente, e só isso...
Anita gemia baixinho a cada empurrão do cara. Acho que fazia isso mais pelo cara do que pelo que estava sentindo... tudo nela me parecia e dava pra notar muito fingido...
Mesmo assim, não dava pra desperdiçar aquela cena, e fiquei parado olhando eles, enquanto me masturbava descaradamente, sem nenhum pudor.
Deixo claro que, na minha adolescência, minha mãe tinha me enfiado uns princípios de vida que não tinham nada a ver com o que eu tava vendo naquele momento, e que minhas primas e as outras mulheres da família eram quase castas, puras, inalcançáveis... Como é que eu podia imaginar uma situação dessas com alguma delas? (uma puta besteira, mas naquela época era assim), e muito menos querer ou tentar ter "algo"...
O negócio é que aquela mulher que tava em cima da mesa não era outra senão minha prima, que tinha acabado de casar no civil, e o homem que tava comendo ela não era o noivo dela... Uma mistura de indignação e tesão tomou conta de mim, mas o morbo falou mais alto e continuei olhando como minha Anita tava sendo penetrada.
Num momento de descuido, a Ana virou a cabeça e me viu na porta. Assustado e cheio de vergonha, me retirei sem fazer barulho, entrei no meu quarto, imaginando o que minha prima ia me dizer... enquanto esperava, não conseguia evitar que aquelas imagens recentes surgissem na minha mente... meu pau chegou a uma ereção que nunca tinha tido, o morbo tinha tomado conta de mim a tal ponto que me despi completamente esperando a Anita, porque sabia que ela viria ao meu quarto pra tentar me explicar o que tinha visto.
E foi assim, a Flaca (como a chamávamos), entrou sem bater na porta e, ao me ver, tentou desviar o olhar do meu corpo nu… Antes que dissesse qualquer coisa e engolindo seco pela excitação que eu sentia, pedi que ela sentasse na beira da cama, coisa que ela não fez.

— Olha… o que você viu, não quero que ninguém saiba — me sentenciou, apontando o dedo pra mim.
— Meu silêncio vai te custar caro — respondi, nervoso.
— Quanto?
— Transar comigo.
— Cê tá doido?… Que porra você tomou, moleque? Sou sua prima — ela disse, com um tom de incredulidade.
— Bom, então não tem mais o que conversar. Ainda hoje, o Germano e os tios vão ficar sabendo do que aconteceu agora.
— Filho da puta!!! Cê tem noção do que tá fazendo? Se você falar alguma coisa, o Germano é capaz de me matar… E o casamento vai pro caralho… Seu cuzão, seu merda!!! — ela disse, quase chorando.
— Ah é? Olha só? Agora o cuzão sou eu?
— Pelo que eu sei, quem tava dando como uma puta e chifrando o marido era você…!!! Ou tô mentindo?
— É que…
— É que… nada!!!! Você quer que eu cale a boca? Já sabe o que tem que fazer… É sua decisão, priminha… — falei.

Depois me levantei, abri a porta pra Flaca sair. Ela ainda tava toda pilhada. Mostrando meu pau duro, fiquei parado na entrada, convidando ela a se retirar. Lá estava ela, parada aos pés da cama, chorosa, envergonhada e indignada com a proposta que acabara de ouvir. Um silêncio quase sepulcral tomou conta do quarto… Eu não conseguia acreditar no que tava fazendo; no fundo, sabia que não ia contar nada, mas a excitação fazia saírem palavras que eu nem tinha pensado, e já que tava na dança… tinha que dançar…, não ia perder aquela chance de tentar transar, mesmo sendo uma parente quem me daria aquele prazer. ver naqueles instantes que Ana não parava de me olhar, às vezes parando no meu pau que continuava duro igual antes.
Silenciosamente, ela se aproximou e me disse:
- Tem certeza? Não tem outro jeito de resolver isso?...
- Ehhh... tem vários, mas eu quero te comer, olha como eu tô, olha como você me
deixou... desde ontem à noite que eu tô assim, e agora mais ainda. – falei quase
implorando, sem deixar de parecer firme.

Ela se afastou um pouco e, olhando pro meu pau duro, me pediu pra deitar, enquanto levantava o vestido pra tirar a calcinha.
- Vai lavar... – ordenei – , tudo bem que eu tô fervendo, mas não quero comer a porra do outro otário... – completei enquanto me jogava na cama.
- Se ele não gozou, foi embora cagado de medo... – respondeu com um sorrisinho de graça, enquanto tirava o vestido.
- Ou seja, ele te deixou com tesão...???
- Mais ou menos, não era grande coisa, o pau dele é muito pequeno... foi uma merda... – falou já totalmente nua e se aproximando de mim.

Embora a coisa já estivesse bem conversada, ajudou a aliviar um pouco a tensão.
- E esse aqui, o que você acha? – perguntei, pegando no meu pau.
- Lindo, priminho... muito melhor... e um pouco maior... vamos ver como funciona???

Pronto... já estava tudo dito... eu ia "meter" nela...
Deitei de novo de barriga pra cima na cama, com o corpo tremendo, e esperei pra ver o que ela ia fazer. Ela pegou suavemente meu pau duro e quente com uma mão e começou a passar de cima pra baixo. Uma gota de líquido seminal apareceu na ponta da minha glande, e minha prima, ao ver, inclinou o corpo pra colocar os lábios no meu pau, com a ponta da língua tirou a gota antes de começar a chupar. Os lábios dela cobriram completamente meu membro e a língua dela fazia maravilhas. Naquele momento, pensei que ia encher a boca dela de porra, mas ela rapidamente apertou a base do meu pau com a mão, evitando que eu gozasse. Eu tava nas nuvens. Tava morrendo de tesão, e pra completar, a Ana não era nem de longe o que eu imaginava ou me disseram, pelo contrário, era uma fera, sabia muito bem como se virar na cama, e tava me mostrando isso com toda a desenvoltura. Depois de chupar meu pau por um bom tempo, ela montou em cima de mim, encaixou meu pau entre os lábios da buceta dela e foi descendo bem devagar, enfiando meu membro inteiro. Pegou minhas mãos e colocou nos peitinhos dela, a dureza dos bicos e a cara de prazer dela enquanto eu apertava me deixaram ainda mais excitado. Comecei a mexer o corpo tentando penetrar ela mais fundo, sem perceber que já não dava pra ir mais longe naquela buceta gostosa, quente e molhada. Meus movimentos eram suaves e ritmados, porque eu tava quase gozando, mas como minha prima sabia do meu problema, pediu pra eu ficar quieto, que ela ia dar um jeito de me fazer durar mais um pouco… Eu tava entre pedir desculpa e encher a vulva dela com meu esperma, que tava querendo sair, ou deixar ela tomar a iniciativa e pronto… obviamente, escolhi a segunda opção… queria aproveitar a Ana. Ela tirou meu pau e começou a lamber a haste toda sem tocar na cabeça com a língua, sugando os líquidos que tinham ali, enquanto a mão dela apertava de novo a base do meu membro, impedindo que qualquer coisa escapasse… Consegui ver a bunda dela aberta e a vulva peluda e molhada no espelho de um guarda-roupa velho que tinha no quarto. Isso só aumentou ainda mais minha excitação. Ela percebeu o que tava rolando e levou a mão na boceta, começou a se tocar e enfiar os dedos devagar, enquanto continuava com a boca estimulando minhas bolas. Era o máximo do prazer… tava no limite, não sabia quanto tempo mais ia aguentar, quanto mais ia poder curtir aquele momento sublime. — Vamos de novo, né? — ela falou, se deitando na cama. Me explicou como eu devia me mexer pra evitar gozar rápido, como tinha que mover o corpo, especialmente o quadril, pra que meu pau entrava e saía da buceta dela, estimulando mais ela do que a mim. Aprendi rápido e comecei a percorrer toda a buceta dela com movimentos rítmicos de entra e sai. Minha prima começou a contrair os músculos vaginais, acompanhando com suspiros e gemidos.
- Ai, que gostoso… como eu gosto do teu pau, bebê… continua assim que eu gozo… vai, mais…!!!
O corpo dela tremeu com um forte espasmo orgásmico e ela se largou completamente na cama, rendida, entregue ao prazer. Senti um líquido morno banhando meu pau e saindo da buceta dela, molhando minhas bolas e os lençóis.
- Mmmm… que lindooo, bebê… me come… me acaba… minha buceta é tua, priminho!!!
- Me enche de leite… dá teu leite, filho da puta…!!!
Experimentei pela primeira vez o orgasmo da minha prima no meu pau, os suspiros e gemidos dela foram aumentando, o espetáculo era indescritível, ela estava ali na minha cama, toda pra mim, no mesmo dia que tinha se casado. Retomei meus movimentos, agora meu pau deslizava com mais facilidade pela umidade abundante da buceta dela. Já nada podia me parar, a gente se movia em harmonia, como se tivéssemos praticado antes. Cheguei no limite da minha excitação, beijei ela apaixonadamente, empurrei forte meu quadril tentando enfiar meu pau o mais fundo possível na buceta dela.
Me estremeci e joguei em jatos fortes todo meu leite dentro daquele casulo quente e molhado, enquanto Ana me segurava firme pelas nádegas e empurrava a pélvis contra a minha, resultado do segundo orgasmo dela.
- Que transa gostosa, coração…, quanto leite você tinha pra mim!!!
- Desde ontem à noite que tava fervendo… queria te comer ou qualquer uma das tuas amigas… as punhetas que bati não me acalmaram nada, por isso tava gozando quando enfiei.- falei
- Se você não me segurasse, enchia você ali mesmo… - continuei
- Melhor que você segurou, papai…, olha que despedida de solteira linda você me deu…- ela completou, enquanto me derrubava pra ficar por cima.
- Nem imaginei, magrinha… aconteceu na hora Casual… nunca vou esquecer esse momento…
- Nem eu… ha ha ha… comi meu primo mais novo, traí o German com dois caras no dia do meu casamento, que futuro lindo me espera… hahaha… – disse entre gargalhadas
- Sua priminha saiu uma putinha mesmo… ha ha ha – finalizou
Não falei nada, só fiquei olhando pra ela. Ela continuou, agora em silêncio, me beijando com carinho e acariciando meu peito. Deixou meu pau perder toda a dureza antes de sair de cima de mim, o corpo dela estava coberto de suor, mas no rosto dela dava pra ver um sorriso.
Você não é ruim no sexo, mas precisa aprender mais. Se eu puder, vou te ensinar, ela me disse, e fez isso mais duas vezes… mas essas são outras histórias que um dia vou contar.

16 comentários - Anita e sua despedida de solteira, afff...

EX CE LEN TE

+ 3 q es lo que me queda

un gustaso pasar
🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🤤 🤤 🤤


Anita e sua despedida de solteira, afff...
Dos turros!! vos y ella jajaja. pero qué bien la pasaron.
Felicitaciones, beso, lau
Que perra la prima Ani !!!
Y vos un guachito de aquellos, que se "aprovechó" de su "inocencia" 😀 😀 😀
Se ve que la pasaron muy bien !!!

Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

vadia

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excelente, se ve que te pego la onda retro a vos tb.
saludos
te dejo puntos
Tomper
TURRISIMA LA PRIMAªªªª UNA MAESTRA
Mirá que reliquia... ese polvo tiene más años que yo!

Un relato excelente... Bien escrito, con dosis de suspenso... Yo creí que se armaba fiesta en la despedida...

Muy bueno señor, mis felicitaciones y agradecimiento por compartir!
Porquè yo no tengo una prima asì!!!!!
Buenisimo el relato!! porque no hay mas primas asi jajaj