Relaxxx.
Acordei. O luxo do quarto e o ar-condicionado de parede denunciam que não é minha casa. Fico surpreso quando ouço ao meu lado a respiração de uma mulher que não conheço. A anatomia dela e a tatuagem nas costas são características de uma mulher com quem não costumo me envolver.
Sento na cama, vencido por uma forte dor de cabeça. Sinto na boca um gosto de mistura de bebidas alcoólicas. Me surge uma pergunta: que porra eu tô fazendo aqui?
Procuro minhas roupas numa bagunça que não se parece em nada com a do meu quarto, coberto apenas por uma cueca, tento abrir a porta que estava trancada, e percebo pela luz que entra pelas frestas da janela que é quase meio-dia.
Tinha a sensação de estar sequestrado, mas não sentia nenhum sinal de violência. O clima era calmo, na casa habitada um silêncio misterioso.
A garota acorda, sorri e me olha. Interrompo a cena com minha pergunta, meio desconfiado:
— Quem é você?
— Epa, responde, primeiro me dá bom-dia, ainda mais com o quanto a gente se divertiu ontem à noite.
— É? Respondo com cara de espanto por não lembrar de nada.
— Chega aqui e me dá um beijo, ela disse.
— Não consigo lembrar de nada de ontem, a ressaca tá me acabando.
— Relaxa, a gente pode repetir quando você quiser. Enquanto me dá uma piscada.
— Como negar uma beleza dessas… mas antes me diz onde a gente tá e por que você trancou a porta com chave.
— É que sua imaginação não dá pra mais, ela disse.
— Pedi uma resposta, não mais dúvidas.
— Dá pra crerrrr, você não quer me comer!!!
— Claro, mas…
Escuto uma música que não sei de onde vem, não consigo ver nenhum aparelho de som nem caixas, começa uma dança sensual, hipnótica, ela se aproxima e começa a me beijar devagar. A língua dela percorre todo o meu corpo, mas se concentra no meu pau. Ela me olha fixamente com seus olhos azuis como se quisesse ler minha mente. Nós nos jogamos na cama, nossa temperatura sobe, nos fundimos numa só pele. Estávamos tão unidos que não dava pra distinguir onde terminava meu corpo e começava o dele, nunca tinha sentido tanta paixão, tanto desejo, tanta excitação. Prestes a explodir, ela me pede pra gozar na boca dela, bebeu até a última gota do meu leite, saboreando com um prazer selvagem. Lambeu um por um os dedos dela.
Começo a me sentir tonto, me deito na cama, tudo fica embaçado, começo a ver escuridão…
Abro meus olhos, me encontro sozinho no quarto, a porta continua fechada. Cada vez entendo menos o que tá rolando e minha preocupação só aumenta. Levanto, perco o equilíbrio, a dor de cabeça continua.
A porta se abre e ela entra com um sorrisão.
– Gostou? Ela pergunta.
– Acho que já respondi essa pergunta, respondi.
– Hahaha, que mal-humorado, responde me encarando.
Descubro nela uns olhos verdes lindos e pergunto: – Você não é a mina que tava aqui comigo agora pouco?
– Não, que observador, até meu pai costuma nos confundir. Não me apresentei? Hahaha.
– Claramente não. Quem é você? Pergunto.
– A irmã, a irmã gêmea dela.
– Tá bom, qual é a desse jogo?
– Isso não é um jogo, ela fala.
– Posso ir embora?
– Quando quiser, você é livre.
– Mas se eu tento abrir a porta, ela continua trancada. Me deixa sair, preciso ir no banheiro.
– Beleza, vai. Ela fala enquanto senta na cama.
– Me dá a chave pra abrir a porta, insisto.
– Tá aberta, moleque!! Fala meio irritada. Não é que você não quer sair do meu lado e só pensa em me comer?
– Você é louca!!! Respondo levantando a voz.
Ela levanta, vai até a porta, me olha como tentando me seduzir, coloca a mão na maçaneta e abre a porta com toda naturalidade. Abre e fecha várias vezes e me encara debochando.
Rápido, pego a porta e é impossível abrir. Entro em pânico.
– Por que vocês tão fazendo isso comigo? Por que tão zoando comigo? Querem me enlouquecer?
– Nada disso, coração, a gente tá aqui pro que você quiser, somos suas.
Começa a tocar uma música, era a mesma melodia que já tinha Escutado.
- Quem colocou essa música?
- Amor, foi você que acabou de ligar.
- Mas como? Não me engana. Não tem aparelho de som nem nada.
- Relaxa… ela fala com uma voz harmoniosa e faz meu coração desacelerar.
Ela se aproxima, presa do feitiço dela, começa a passar as mãos pelo meu corpo. Tô com um puta tesão.
- Exatamente como eu quero você, ela diz. Me come forte, do jeito que eu gosto.
Empurro ela pra cama, salivo meus dedos e esfrego a buceta dela. Mordisco o clitóris dela de leve.
- Me come, me come, me come forte, ela implorava.
Penetro ela, os gemidos dela eram muito excitantes. Viro ela, mordo as costas dela, coloco ela de quatro. Enquanto comia ela, enfiava os dedos no cu dela.
- Tá esperando o quê? Arromba meu cu, ela ordena.
Ordem que não pude recusar.
Quando tava quase gozando, pergunto: onde você quer a porra?
- Tudo na minha boca, ela responde.
Deito, olho pro teto.
- Relaxa, ela sussurrava, relaxa.
Sinto como se a boca dela tivesse várias línguas, as mãos dela se multiplicavam. No auge do clímax, gozo com tudo.
Dava pra ouvir ela lambendo os lábios. Saboreando os dedos, me inclino e vejo que a irmã dela tinha se juntado. Nunca ouvi quando ela entrou no quarto.
Elas se lambiam o rosto uma da outra, não queriam desperdiçar nem uma gota do meu leite.
Os gemidos delas eram muito eróticos e elas diziam – hmm que gostoso!!!
Interrompo a cena.
- Desculpem, meninas, mas acho que já é hora de vocês me deixarem ir.
Elas respondem com uma gargalhada bem debochada e irritante.
- E o que te faz pensar que somos nós que não te deixamos ir?
- Me abram a porta, por favor.
- Já te falamos que pode abrir quando quiser, nós pertencemos a você. Somos a mulher dos seus sonhos.
- Chega!!! Respondo furioso. Vocês podem me dizer quem são?
Elas se levantam, me encaram fixamente e uma das duas (não consegui distinguir qual) me diz:
- relaxa, relaxa, relaxa…
Hora de levantar, são 6h45 da manhã!!!
Hora de levantar, são 6h45 da manhã!!!
Hora de levantar, são 6h45 da manhã!!! Acordo com a cabeça explodindo, levanto e vou pro banheiro. O espelho devolve uma imagem febril do meu rosto. Tava muito confuso, tudo tinha sido um sonho.
Acho que não foi uma boa ideia misturar álcool com os remédios pra dormir "relax".
Mas, mesmo assim, fui transportado pra uma experiência única, pra um sonho mágico. Consegui alcançar a mulher dos meus sonhos. Materializei ela, sentir a pele dela.
Será que vale a pena tentar de novo essa noite? Será que vou conseguir alcançar de vez a imagem da Loly ou da Liz? Tão distantes, mas tão perto de mim.
A noite cai, encho minha taça com Baron B. Lá vou eu, gurias, por uma noite imortal vocês serão minhas.
Saúde.
Acordei. O luxo do quarto e o ar-condicionado de parede denunciam que não é minha casa. Fico surpreso quando ouço ao meu lado a respiração de uma mulher que não conheço. A anatomia dela e a tatuagem nas costas são características de uma mulher com quem não costumo me envolver.
Sento na cama, vencido por uma forte dor de cabeça. Sinto na boca um gosto de mistura de bebidas alcoólicas. Me surge uma pergunta: que porra eu tô fazendo aqui?
Procuro minhas roupas numa bagunça que não se parece em nada com a do meu quarto, coberto apenas por uma cueca, tento abrir a porta que estava trancada, e percebo pela luz que entra pelas frestas da janela que é quase meio-dia.
Tinha a sensação de estar sequestrado, mas não sentia nenhum sinal de violência. O clima era calmo, na casa habitada um silêncio misterioso.
A garota acorda, sorri e me olha. Interrompo a cena com minha pergunta, meio desconfiado:
— Quem é você?
— Epa, responde, primeiro me dá bom-dia, ainda mais com o quanto a gente se divertiu ontem à noite.
— É? Respondo com cara de espanto por não lembrar de nada.
— Chega aqui e me dá um beijo, ela disse.
— Não consigo lembrar de nada de ontem, a ressaca tá me acabando.
— Relaxa, a gente pode repetir quando você quiser. Enquanto me dá uma piscada.
— Como negar uma beleza dessas… mas antes me diz onde a gente tá e por que você trancou a porta com chave.
— É que sua imaginação não dá pra mais, ela disse.
— Pedi uma resposta, não mais dúvidas.
— Dá pra crerrrr, você não quer me comer!!!
— Claro, mas…
Escuto uma música que não sei de onde vem, não consigo ver nenhum aparelho de som nem caixas, começa uma dança sensual, hipnótica, ela se aproxima e começa a me beijar devagar. A língua dela percorre todo o meu corpo, mas se concentra no meu pau. Ela me olha fixamente com seus olhos azuis como se quisesse ler minha mente. Nós nos jogamos na cama, nossa temperatura sobe, nos fundimos numa só pele. Estávamos tão unidos que não dava pra distinguir onde terminava meu corpo e começava o dele, nunca tinha sentido tanta paixão, tanto desejo, tanta excitação. Prestes a explodir, ela me pede pra gozar na boca dela, bebeu até a última gota do meu leite, saboreando com um prazer selvagem. Lambeu um por um os dedos dela.
Começo a me sentir tonto, me deito na cama, tudo fica embaçado, começo a ver escuridão…
Abro meus olhos, me encontro sozinho no quarto, a porta continua fechada. Cada vez entendo menos o que tá rolando e minha preocupação só aumenta. Levanto, perco o equilíbrio, a dor de cabeça continua.
A porta se abre e ela entra com um sorrisão.
– Gostou? Ela pergunta.
– Acho que já respondi essa pergunta, respondi.
– Hahaha, que mal-humorado, responde me encarando.
Descubro nela uns olhos verdes lindos e pergunto: – Você não é a mina que tava aqui comigo agora pouco?
– Não, que observador, até meu pai costuma nos confundir. Não me apresentei? Hahaha.
– Claramente não. Quem é você? Pergunto.
– A irmã, a irmã gêmea dela.
– Tá bom, qual é a desse jogo?
– Isso não é um jogo, ela fala.
– Posso ir embora?
– Quando quiser, você é livre.
– Mas se eu tento abrir a porta, ela continua trancada. Me deixa sair, preciso ir no banheiro.
– Beleza, vai. Ela fala enquanto senta na cama.
– Me dá a chave pra abrir a porta, insisto.
– Tá aberta, moleque!! Fala meio irritada. Não é que você não quer sair do meu lado e só pensa em me comer?
– Você é louca!!! Respondo levantando a voz.
Ela levanta, vai até a porta, me olha como tentando me seduzir, coloca a mão na maçaneta e abre a porta com toda naturalidade. Abre e fecha várias vezes e me encara debochando.
Rápido, pego a porta e é impossível abrir. Entro em pânico.
– Por que vocês tão fazendo isso comigo? Por que tão zoando comigo? Querem me enlouquecer?
– Nada disso, coração, a gente tá aqui pro que você quiser, somos suas.
Começa a tocar uma música, era a mesma melodia que já tinha Escutado.
- Quem colocou essa música?
- Amor, foi você que acabou de ligar.
- Mas como? Não me engana. Não tem aparelho de som nem nada.
- Relaxa… ela fala com uma voz harmoniosa e faz meu coração desacelerar.
Ela se aproxima, presa do feitiço dela, começa a passar as mãos pelo meu corpo. Tô com um puta tesão.
- Exatamente como eu quero você, ela diz. Me come forte, do jeito que eu gosto.
Empurro ela pra cama, salivo meus dedos e esfrego a buceta dela. Mordisco o clitóris dela de leve.
- Me come, me come, me come forte, ela implorava.
Penetro ela, os gemidos dela eram muito excitantes. Viro ela, mordo as costas dela, coloco ela de quatro. Enquanto comia ela, enfiava os dedos no cu dela.
- Tá esperando o quê? Arromba meu cu, ela ordena.
Ordem que não pude recusar.
Quando tava quase gozando, pergunto: onde você quer a porra?
- Tudo na minha boca, ela responde.
Deito, olho pro teto.
- Relaxa, ela sussurrava, relaxa.
Sinto como se a boca dela tivesse várias línguas, as mãos dela se multiplicavam. No auge do clímax, gozo com tudo.
Dava pra ouvir ela lambendo os lábios. Saboreando os dedos, me inclino e vejo que a irmã dela tinha se juntado. Nunca ouvi quando ela entrou no quarto.
Elas se lambiam o rosto uma da outra, não queriam desperdiçar nem uma gota do meu leite.
Os gemidos delas eram muito eróticos e elas diziam – hmm que gostoso!!!
Interrompo a cena.
- Desculpem, meninas, mas acho que já é hora de vocês me deixarem ir.
Elas respondem com uma gargalhada bem debochada e irritante.
- E o que te faz pensar que somos nós que não te deixamos ir?
- Me abram a porta, por favor.
- Já te falamos que pode abrir quando quiser, nós pertencemos a você. Somos a mulher dos seus sonhos.
- Chega!!! Respondo furioso. Vocês podem me dizer quem são?
Elas se levantam, me encaram fixamente e uma das duas (não consegui distinguir qual) me diz:
- relaxa, relaxa, relaxa…
Hora de levantar, são 6h45 da manhã!!!
Hora de levantar, são 6h45 da manhã!!!
Hora de levantar, são 6h45 da manhã!!! Acordo com a cabeça explodindo, levanto e vou pro banheiro. O espelho devolve uma imagem febril do meu rosto. Tava muito confuso, tudo tinha sido um sonho.
Acho que não foi uma boa ideia misturar álcool com os remédios pra dormir "relax".
Mas, mesmo assim, fui transportado pra uma experiência única, pra um sonho mágico. Consegui alcançar a mulher dos meus sonhos. Materializei ela, sentir a pele dela.
Será que vale a pena tentar de novo essa noite? Será que vou conseguir alcançar de vez a imagem da Loly ou da Liz? Tão distantes, mas tão perto de mim.
A noite cai, encho minha taça com Baron B. Lá vou eu, gurias, por uma noite imortal vocês serão minhas.
Saúde.
6 comentários - Relaxxx
Es buenisimo!! que final!!! ja que sueño!!! me encanto!! Ademas de caliente interesante! buena trama!!! Te felicito como siempre!!!+5
Felicitaciones, lamentablemente no tengo puntos, pero los mereces
Besis humedos
afloja con la spastillas
realmente bueno!!!