E aí, porra galera... tô trazendo aqui a segunda parte dessa série de relatos que achei na net.
Espero que curtam pra caralho.Ao sair da oficina mecânica, fui direto para casa e encontrei meu irmão saindo para a faculdade.
- O que você vai fazer à tarde, Melinda?
- Vou dormir uma boa soneca agora mesmo. Acordei muito cedo e estou exausta.
- Ok, te vejo no jantar.
Me chamou a atenção que meu irmão não perguntou onde estava o carro do nosso pai, mas meu irmão era assim. Tinha certeza de que ele nem tinha percebido a falta do carro - era muito distraído, vivia na lua, como se diz.
Pela janela, vi meu irmão entrar no ônibus que o levaria à faculdade. Fui para o meu quarto, mas antes de deitar para dormir, liguei para a Cláudia.
- Melinda, conta tudo!
- Fiz o que você me aconselhou. Fechei os olhos e me dediquei a aproveitar, exatamente como você me ensinou.
- E?
- Adorei, Cláudia! Foi incrível, nem sei quantos orgasmos tive. Foram tantos que fiquei exausta. Vou dormir a soneca agora mesmo.
Era verdade o que eu dizia para a Cláudia. Estava exausta e dolorida. Meus mamilos doíam de tanto que ele chupou e apertou - estavam ardendo. O mesmo com minha perereca, que estava ardendo das penetradas que ele me deu. E nem se fala nas chupadas - ele fez um monte de vezes e meu clitóris estava um pouco sensível. Coitadinho, estava inflamado e inchado de receber tanta língua e dedos! Mas ao mesmo tempo, estava encantado.
- Olha, Cláudia, acho que de hoje em diante vou me dedicar a transar com velhos. Você tem razão, amiga, eles são maravilhosos.
- Eu te disse, Melinda! Eles sempre dão algo em troca - não só prazer pelos anos de experiência sexual, mas também presentinhos muito legais. Os garotos da nossa idade não têm experiência, fazem tudo rápido e com pressa. Os maduros preferem que você goze mais do que eles.
- É isso mesmo, Cláudia. Hoje à noite, quando meu irmão dormir, eu ligo para ele e ele vem me buscar. Vamos fazer coisas que ficaram pendentes, hahaha. Acho que vamos passar a noite toda juntos.
- E seu irmão não vai perceber sua ausência?
- De jeito nenhum, meu... Mano, uma vez que ele dorme, não acorda mais até de manhã, e como ele estuda à tarde, fica dormindo.
- Que bom, amiga, fico muito feliz.
Assim que desliguei com a Claudia, o telefone tocou. Era meu amante casado, querendo marcar um encontro, dizendo que estava com muito tesão por mim. Recusei, falei que tinha muito o que estudar e que meu pai não me deixava sair. No fim das contas, meu amante casado não sabia que meus pais estavam fora da cidade. Ele morria de medo do meu pai, tinha pavor que ele suspeitasse de algo e contasse pra esposa dele. Então, só de mencionar meu pai, eu já me livrava dele. Além disso, eu estava muito satisfeita com as gozadas que tinha tido com o senhor Carlos, e minha buceta, por enquanto, não aguentaria mais nenhuma surra de benga. Preferia descansar e recarregar as baterias para o encontro que tinha marcado com o senhor Carlos. Ele me tinha dado tanto prazer que eu já queria estar de volta nos braços dele. Já tinha planejado continuar comendo e comendo com ele até encontrar outro velhinho que me desse uma pica tão grande ou maior que a dele.
Deitei, fechei os olhos e pensei: sou muito nova, com apenas 17 anos, e se já gosto tanto de foder assim, como vou ser aos 30, 35, 50 anos? Sem dúvida, esse tesão todo eu herdei da minha mãe. Ela nunca soube, porque nunca contei, mas lembro de ter visto como outros homens, que não eram meu pai, a comiam.
Uma vez, devia ter uns 12 anos, fui brincar na casa da minha amiguinha que morava em frente. E, como todas as crianças do mundo, brigamos por uma bobagem, então voltei pra casa. Entrei sem fazer barulho e vi o jardineiro comendo minha mãe. Ela estava em pé, apoiada na porta da cozinha, e o jardineiro, agachado, chupava a buceta dela. Minha mãe gemendo louca e pedindo mais. Me escondi atrás do sofá da sala e vi tudo: como ela chupava o jardineiro, e depois de mamarem um bom tempo, ainda em pé, ele a fodeu.
Eu adorei ver aquilo, me excitou. Subi pro meu quarto e me... me masturbei. Desde aquele dia, eu sempre voltava uma hora mais cedo e em silêncio para espiar minha mãe. Grande foi minha surpresa, porque ela nem sempre fazia isso com o jardineiro. Também a vi com o pai da minha amiguinha da frente, com o carteiro e também a vi fazendo com meu avô, ou seja, seu sogro. Só Deus sabe com quantos mais ela deve ter feito e eu não fiquei sabendo, mas minha mãe era bem puta. Eu a espiava e depois me masturbava, e pensava que faria o mesmo, e com muitos homens (tal pai, tal filha, como dizia sempre o corno do meu pobre pai) e assim foi. Aos poucos meus olhos se fecharam e eu adormeci, um pouquinho excitada e com vontade de foder como minha mãe fazia. Também pensava que gostaria que, enquanto me fodessem, alguém estivesse me observando, mas com uma diferença: eu queria saber que estavam me olhando, para me excitar ainda mais.
Exatamente à meia-noite, liguei para o senhor Carlos. Meu irmão já tinha ido dormir.
— Em quinze minutos estou na porta da sua casa, Melinda.
— Ok, te espero.
Coloquei um vestidinho minúsculo, sem calcinha. Queria esquentá-lo desde o momento em que me sentasse ao lado dele no carro. Só de pensar no que ele me faria, já estava ficando molhada.
Ele foi pontual. Eu já o esperava na porta de casa. Ele parou o carro e eu me sentei ao lado dele. Nos beijamos na boca. Suas mãos, de uma só vez, percorreram meus tornozelos até meus seios, parando para brincar com meus mamilos. Sobre minha boca aberta, ele disse:
— Você está sem sutiã, puta!
— Sem sutiã e sem calcinha, olha.
Peguei sua mão e levei até minha vulva, já úmida. Abri minhas pernas o máximo que pude, para dar passagem a dois de seus dedos que já estavam se mexendo dentro da minha buceta. Estiquei meu braço e acariciei seu pênis enorme, já ereto.
— Nossa, como estamos! É incrível como eu adoro seu pau, mmmmm, já queria chupá-lo.
— Olha como eu fico só de te tocar, neném!!!
Assim, nos acariciando, ele com o pau já para fora da calça e entre minhas mãos, começamos a seguir em direção à oficina. De vez em quando... Eu me abaixava e dava um beijo rápido, quando parávamos no sinal vermelho, aí sim que eu me abaixava e chupava ele todinho, até levar aquela pica de infarto até minha garganta, o senhor Carlos gemida e levantava a bunda do assento pra entrar mais fundo na minha boca.
Chegamos na oficina, estava tudo escuro, a única luz acesa era a do escritório onde tínhamos transado à tarde.
Entramos no escritório, ele tinha colocado sobre a mesa uma toalha com taças e algumas flores, detalhe que me deixou muito feliz, tinha montado no chão uma espécie de cama com um colchonete, que tinha coberto com lençóis impecavelmente limpos e perfumados na cor azul.
Ele me pegou pelas mãos e me levou até a geladeira, pra me mostrar o champanhe que estava gelando, mais morangos, frutinhas, uvas, chocolates, algumas sobremesas.
— Tudo pra agradar minha princesa, a mais putinha de todas.
Sozinha tirei o vestido e joguei de lado, fiquei toda nua diante dos olhos dele, minha única roupa eram meus sapatos altos de salto agulha, meu cabelo solto um pouco espalhado pelas minhas costas e outra parte caía brilhante sobre meus seios.
Ele me olhava incrédulo, por me ver tão puta e desinibida, sem dizer palavra, me abaixei e peguei o pau dele, e comecei a chupar, com vontade, estava muito excitada, os pensamentos da tarde sobre o que vi da minha mãe e seus amantes me deixaram a mil.
O senhor Carlos me pegava pela cabeça e empurrava pra frente e pra trás, pegava meus cabelos com força entre as mãos e me dizia:
— Assim putinha, assim, que gostoso você chupa, que puta eu peguei pelo amor de Deus. Ahhh!!! Ahhh!!!
Eu continuava comendo o pau dele, e as bolas, levava até minha boca, passava a língua por toda a beirada, chupei tanto e com tanta vontade que o pobre homem não aguentou mais e começou a jorrar a porra quente entre suspiros e gemidos, tirei o pau da minha boca e coloquei meu rosto, os restos de porra caíram no meu rosto, escorrendo por toda Minha cara, levantei minhas mãos e espalhei por todo o meu rosto.
O senhor Carlos estava desesperado por ter gozado tão rápido, era um homem de 50 anos com uma jovem de 17, precisava dar tempo para ele ter uma nova ereção.
- Calma, temos a noite toda pela frente, podemos tomar umas taças, enquanto você se recupera, você tem dedos…, língua…mmmmm, que gostosa é sua língua!
Abri minha boca exageradamente e coloquei minha língua travessa e super putinha na dele, beijava e chupava ao mesmo tempo.
Eu adorava ficar assim, toda quente, e ter essa vítima entre meus peitos duros e minha buceta ardendo.
Abri a geladeira, peguei a garrafa de champanhe e uma tigela com morangos e uvas.
O senhor Carlos abriu a garrafa e serviu, me entregou uma taça, bebi um gole e com a tigela de frutas me sentei em cima da mesa. Enquanto comia alguns morangos e uvas, olhava para ele provocantemente, com aquela cara que vocês sabem, quando uma mulher pede para ser fodida em silêncio.
Abri minhas pernas, mostrei minha perereca para ele, enquanto perguntava:
- Você gosta de uvas?
- Muito.
- Eu vou fazer você gostar ainda mais, vai morrer de vontade de comer uvas.
Lascivamente, estiquei minhas costas sobre a mesa, peguei um cacho de uvas e coloquei na minha bucetinha, esfregava meu clitóris com as uvas geladas.
- Vem aqui, safado, vem comer essas uvas.
Como havia feito de manhã, o senhor Carlos se acomodou na cadeira, sentou-se, abriu minhas pernas ao máximo e foi atrás das uvas, enquanto passava a língua por toda a borda da minha xota encharcada, comia uma a uma as uvas, encharcadas dos meus fluidos vaginais. Depois, esfreguei meu clitóris com outras uvas que peguei da tigela, colocava-as na boca dele luxuriosamente, enquanto ele mastigava a fruta, me chupava, até que parou de comer frutas e começou a comer minha buceta sem parar, sua língua percorria tudo, tive um orgasmo, e outro.
Ele se levantou da cadeira, enfiou dois dedos dentro da minha vulva, se esticou um pouco e começou a chupar meus seios, seus dedos entravam e saíam como um pênis, enquanto me mordia. suavemente os mamilos, que já estavam duros e eretos de tanto prazer, eu gemia muito alto, meu prazer era enorme, seu pau começou a ficar duro de novo, ele esfregava meu clitóris com a ponta grossa do seu cacete, eu me debatia de prazer, pedindo mais e mais.
Ele me penetrou de pé enquanto eu estava sentada na mesa, me fodia devagar, em círculos, depois metia com força, pediu para eu envolver sua cintura com minhas pernas, eu fiz isso, ele me segurou pelas costas, me levantou e com seu mastro duro dentro de mim, me levou até a cama que havia improvisado no escritório.
Me colocou de quatro, abriu minhas nádegas e começou a acariciar minha bunda, passando a língua desde a buceta até o cuzinho.
— Que belo rabo de puta, vou devorar ele hoje à noite! — Me conta, Melinda, já te comeram pelo cu?
— Sim, mas seu pau é muito grande e grosso, você vai me partir ao meio.
— Não, minha garota, vou te dar prazer, você vai ver como vai gostar. Vai acabar me pedindo mais, espere só.
Ele colocou a cabeça debaixo da minha buceta, eu fiquei quase sentada na boca dele, com a bunda para cima, sua língua ia e vinha do meu clitóris até meu ânus, introduziu um dedo na minha bunda, foi dilatando aos poucos, sem parar de chupar minha buceta e o cuzinho, sua língua ia e vinha, já havia introduzido dois dedos no meu ânus, os deixou parados por um tempo, às vezes os movia lentamente, para que fosse dilatando aos poucos, depois com os dois dedos dentro do meu ânus, voltou a massagear meu clitóris intensamente, tive outro orgasmo, ele saiu de debaixo da minha xoxota, se posicionou atrás de mim, espalhou meus fluidos pelo meu ânus, colocou um dedo e depois dois, se ajustou para me penetrar, fez isso só um pouquinho, eu fiquei tensa.
— Calma, putinha, você vai ver como vai gostar.
Ele empurrou mais, eu reclamei que estava doendo, penetrou mais fundo, já tinha metade do seu pau dentro de mim, ficou parado por alguns segundos, queria que continuasse dilatando, passou um braço para a frente e começou a acariciar meus mamilos com a palma da mão, sua língua percorria minha nuca, minhas orelhas, diante dessas carícias Comecei a sentir vontade de que ele me comesse, agora a outra mão dele brincava com meu clitóris, ele tinha metade do pau no meu cu, e ele apertava e lambia as partes que já sabia que eu gostava, minha respiração começou a ficar ofegante.
- Ahhh, que gostoso o que você faz!, ahhh, que puta que eu sou!
Minha buceta começou a lubrificar, naquele momento enquanto eu gozava com seus carinhos e língua, foi de uma só enfiada que ele terminou de meter seu pau colossal dentro do meu cu, eu dei um pulo, doía, mas ao mesmo tempo eu gozava com seus carinhos, ficando parado, ele começou a esfregar meu clitóris sem piedade, eu não conseguia resistir a esse prazer, pedi que ele me comesse, que fizesse o que quisesse, aí ele começou a me foder sem piedade, o pau dele entrava e saía enquanto eu tinha um novo orgasmo. Enquanto estava no meio do tesão, senti um jato quente chegando até minhas entranhas, era a porra dele, ele tinha gozado dentro do meu cu adolescente!
- Toma, toma, - ele dizia - queria pau?, pois aqui tem, putona, vadia, vadia. – E a porra dele inundou minha bunda.
Caímos exaustos no colchonete. Apoiei minha cabeça no peito dele e ficamos um bom tempo assim, nos acariciando.
O telefone tocou, e o senhor Carlos se levantou para atender. Sentou-se na cadeira onde minutos antes tinha chupado minha buceta.
- Sim, querida. – Era a esposa -, - te falei que vou trabalhar a noite toda. Não tem ideia da tarefa árdua que me espera, vou terminar sem forças e sem vontade de nada, mas enfim…, me dá prazer fazer isso…
Como sou muito puta, sentei em cima dele, e enquanto ele falava com a esposa, passava a língua no peito dele, até chupava a barriga que antes me dava nojo, agora lambia como se fosse a melhor guloseima, queria ele quente sempre, ainda mais se estivesse falando com a esposa.
O senhor Carlos quase não conseguia falar, pois enfiava minha língua na boca dele, de tão vadia que eu era.
Quando finalmente desligou, ele me disse.
- Você é vadia e má, não conseguia responder minha esposa, preferia sua língua do que a conversa fiada dela.
Pelados como Estávamos nos servindo champanhe e começamos a falar sobre nossas vidas.
- Você gosta de sexo, Melinda? O que você mais gostaria de fazer e ainda não fizeram com você? Me ofereço de coração para te dar com prazer.
- Mmmmmmmm, eu gostaria de continuar transando com você, você faz muito gostoso, mas ao mesmo tempo adoraria que alguém estivesse nos observando.
- Você gostaria que alguém nos visse fodendo?
- Bom… sim.
- Tenho um amigo que ficaria encantado em nos observar. Na verdade, qualquer um que propor, ele aceitaria, mas esse amigo é de total confiança.
- Então convida ele. Me daria prazer que alguém veja como você me come, como você me chupa.
- Meu amigo certamente vai aceitar, mas Melinda, ele é um homem de carne e osso, vai ficar excitado ao ver uma mulher tão gostosa. Ele vai querer participar. Tenha piedade dos homens, por favor!
- Primeiro que ele nos observe, depois a gente vê se ele participa ou não. Seria, nesse momento, o que me daria muito prazer. Chupar você todinho, mmmm, e seu amigo nos observando, mmmm, deve ser muito excitante.
- Você é uma putinha muito tarada, gata! Mas poderíamos fazer isso, sim, sim.
- Quero que você continue me comendo, mesmo já tendo pago a dívida do conserto do carro do papai, quero que você continue me fodendo.
- Minha garota, isso nem se discute, claro que vou fazer. Quantas vezes você quiser e onde quiser.
Cheguei em casa às seis da manhã no carro impecável do papai, guardei na garagem, subi pro meu quarto, cheia de porra, comida por todos os meus buracos, exausta dos meus orgasmos e esperando a ligação do senhor Carlos para nos encontrarmos de novo, mas o próximo encontro, segundo sua promessa, seria com um espectador…
Continua.
- O que você vai fazer à tarde, Melinda?
- Vou dormir uma boa soneca agora mesmo. Acordei muito cedo e estou exausta.
- Ok, te vejo no jantar.
Me chamou a atenção que meu irmão não perguntou onde estava o carro do nosso pai, mas meu irmão era assim. Tinha certeza de que ele nem tinha percebido a falta do carro - era muito distraído, vivia na lua, como se diz.
Pela janela, vi meu irmão entrar no ônibus que o levaria à faculdade. Fui para o meu quarto, mas antes de deitar para dormir, liguei para a Cláudia.
- Melinda, conta tudo!
- Fiz o que você me aconselhou. Fechei os olhos e me dediquei a aproveitar, exatamente como você me ensinou.
- E?
- Adorei, Cláudia! Foi incrível, nem sei quantos orgasmos tive. Foram tantos que fiquei exausta. Vou dormir a soneca agora mesmo.
Era verdade o que eu dizia para a Cláudia. Estava exausta e dolorida. Meus mamilos doíam de tanto que ele chupou e apertou - estavam ardendo. O mesmo com minha perereca, que estava ardendo das penetradas que ele me deu. E nem se fala nas chupadas - ele fez um monte de vezes e meu clitóris estava um pouco sensível. Coitadinho, estava inflamado e inchado de receber tanta língua e dedos! Mas ao mesmo tempo, estava encantado.
- Olha, Cláudia, acho que de hoje em diante vou me dedicar a transar com velhos. Você tem razão, amiga, eles são maravilhosos.
- Eu te disse, Melinda! Eles sempre dão algo em troca - não só prazer pelos anos de experiência sexual, mas também presentinhos muito legais. Os garotos da nossa idade não têm experiência, fazem tudo rápido e com pressa. Os maduros preferem que você goze mais do que eles.
- É isso mesmo, Cláudia. Hoje à noite, quando meu irmão dormir, eu ligo para ele e ele vem me buscar. Vamos fazer coisas que ficaram pendentes, hahaha. Acho que vamos passar a noite toda juntos.
- E seu irmão não vai perceber sua ausência?
- De jeito nenhum, meu... Mano, uma vez que ele dorme, não acorda mais até de manhã, e como ele estuda à tarde, fica dormindo.
- Que bom, amiga, fico muito feliz.
Assim que desliguei com a Claudia, o telefone tocou. Era meu amante casado, querendo marcar um encontro, dizendo que estava com muito tesão por mim. Recusei, falei que tinha muito o que estudar e que meu pai não me deixava sair. No fim das contas, meu amante casado não sabia que meus pais estavam fora da cidade. Ele morria de medo do meu pai, tinha pavor que ele suspeitasse de algo e contasse pra esposa dele. Então, só de mencionar meu pai, eu já me livrava dele. Além disso, eu estava muito satisfeita com as gozadas que tinha tido com o senhor Carlos, e minha buceta, por enquanto, não aguentaria mais nenhuma surra de benga. Preferia descansar e recarregar as baterias para o encontro que tinha marcado com o senhor Carlos. Ele me tinha dado tanto prazer que eu já queria estar de volta nos braços dele. Já tinha planejado continuar comendo e comendo com ele até encontrar outro velhinho que me desse uma pica tão grande ou maior que a dele.
Deitei, fechei os olhos e pensei: sou muito nova, com apenas 17 anos, e se já gosto tanto de foder assim, como vou ser aos 30, 35, 50 anos? Sem dúvida, esse tesão todo eu herdei da minha mãe. Ela nunca soube, porque nunca contei, mas lembro de ter visto como outros homens, que não eram meu pai, a comiam.
Uma vez, devia ter uns 12 anos, fui brincar na casa da minha amiguinha que morava em frente. E, como todas as crianças do mundo, brigamos por uma bobagem, então voltei pra casa. Entrei sem fazer barulho e vi o jardineiro comendo minha mãe. Ela estava em pé, apoiada na porta da cozinha, e o jardineiro, agachado, chupava a buceta dela. Minha mãe gemendo louca e pedindo mais. Me escondi atrás do sofá da sala e vi tudo: como ela chupava o jardineiro, e depois de mamarem um bom tempo, ainda em pé, ele a fodeu.
Eu adorei ver aquilo, me excitou. Subi pro meu quarto e me... me masturbei. Desde aquele dia, eu sempre voltava uma hora mais cedo e em silêncio para espiar minha mãe. Grande foi minha surpresa, porque ela nem sempre fazia isso com o jardineiro. Também a vi com o pai da minha amiguinha da frente, com o carteiro e também a vi fazendo com meu avô, ou seja, seu sogro. Só Deus sabe com quantos mais ela deve ter feito e eu não fiquei sabendo, mas minha mãe era bem puta. Eu a espiava e depois me masturbava, e pensava que faria o mesmo, e com muitos homens (tal pai, tal filha, como dizia sempre o corno do meu pobre pai) e assim foi. Aos poucos meus olhos se fecharam e eu adormeci, um pouquinho excitada e com vontade de foder como minha mãe fazia. Também pensava que gostaria que, enquanto me fodessem, alguém estivesse me observando, mas com uma diferença: eu queria saber que estavam me olhando, para me excitar ainda mais.
Exatamente à meia-noite, liguei para o senhor Carlos. Meu irmão já tinha ido dormir.
— Em quinze minutos estou na porta da sua casa, Melinda.
— Ok, te espero.
Coloquei um vestidinho minúsculo, sem calcinha. Queria esquentá-lo desde o momento em que me sentasse ao lado dele no carro. Só de pensar no que ele me faria, já estava ficando molhada.
Ele foi pontual. Eu já o esperava na porta de casa. Ele parou o carro e eu me sentei ao lado dele. Nos beijamos na boca. Suas mãos, de uma só vez, percorreram meus tornozelos até meus seios, parando para brincar com meus mamilos. Sobre minha boca aberta, ele disse:
— Você está sem sutiã, puta!
— Sem sutiã e sem calcinha, olha.
Peguei sua mão e levei até minha vulva, já úmida. Abri minhas pernas o máximo que pude, para dar passagem a dois de seus dedos que já estavam se mexendo dentro da minha buceta. Estiquei meu braço e acariciei seu pênis enorme, já ereto.
— Nossa, como estamos! É incrível como eu adoro seu pau, mmmmm, já queria chupá-lo.
— Olha como eu fico só de te tocar, neném!!!
Assim, nos acariciando, ele com o pau já para fora da calça e entre minhas mãos, começamos a seguir em direção à oficina. De vez em quando... Eu me abaixava e dava um beijo rápido, quando parávamos no sinal vermelho, aí sim que eu me abaixava e chupava ele todinho, até levar aquela pica de infarto até minha garganta, o senhor Carlos gemida e levantava a bunda do assento pra entrar mais fundo na minha boca.
Chegamos na oficina, estava tudo escuro, a única luz acesa era a do escritório onde tínhamos transado à tarde.
Entramos no escritório, ele tinha colocado sobre a mesa uma toalha com taças e algumas flores, detalhe que me deixou muito feliz, tinha montado no chão uma espécie de cama com um colchonete, que tinha coberto com lençóis impecavelmente limpos e perfumados na cor azul.
Ele me pegou pelas mãos e me levou até a geladeira, pra me mostrar o champanhe que estava gelando, mais morangos, frutinhas, uvas, chocolates, algumas sobremesas.
— Tudo pra agradar minha princesa, a mais putinha de todas.
Sozinha tirei o vestido e joguei de lado, fiquei toda nua diante dos olhos dele, minha única roupa eram meus sapatos altos de salto agulha, meu cabelo solto um pouco espalhado pelas minhas costas e outra parte caía brilhante sobre meus seios.
Ele me olhava incrédulo, por me ver tão puta e desinibida, sem dizer palavra, me abaixei e peguei o pau dele, e comecei a chupar, com vontade, estava muito excitada, os pensamentos da tarde sobre o que vi da minha mãe e seus amantes me deixaram a mil.
O senhor Carlos me pegava pela cabeça e empurrava pra frente e pra trás, pegava meus cabelos com força entre as mãos e me dizia:
— Assim putinha, assim, que gostoso você chupa, que puta eu peguei pelo amor de Deus. Ahhh!!! Ahhh!!!
Eu continuava comendo o pau dele, e as bolas, levava até minha boca, passava a língua por toda a beirada, chupei tanto e com tanta vontade que o pobre homem não aguentou mais e começou a jorrar a porra quente entre suspiros e gemidos, tirei o pau da minha boca e coloquei meu rosto, os restos de porra caíram no meu rosto, escorrendo por toda Minha cara, levantei minhas mãos e espalhei por todo o meu rosto.
O senhor Carlos estava desesperado por ter gozado tão rápido, era um homem de 50 anos com uma jovem de 17, precisava dar tempo para ele ter uma nova ereção.
- Calma, temos a noite toda pela frente, podemos tomar umas taças, enquanto você se recupera, você tem dedos…, língua…mmmmm, que gostosa é sua língua!
Abri minha boca exageradamente e coloquei minha língua travessa e super putinha na dele, beijava e chupava ao mesmo tempo.
Eu adorava ficar assim, toda quente, e ter essa vítima entre meus peitos duros e minha buceta ardendo.
Abri a geladeira, peguei a garrafa de champanhe e uma tigela com morangos e uvas.
O senhor Carlos abriu a garrafa e serviu, me entregou uma taça, bebi um gole e com a tigela de frutas me sentei em cima da mesa. Enquanto comia alguns morangos e uvas, olhava para ele provocantemente, com aquela cara que vocês sabem, quando uma mulher pede para ser fodida em silêncio.
Abri minhas pernas, mostrei minha perereca para ele, enquanto perguntava:
- Você gosta de uvas?
- Muito.
- Eu vou fazer você gostar ainda mais, vai morrer de vontade de comer uvas.
Lascivamente, estiquei minhas costas sobre a mesa, peguei um cacho de uvas e coloquei na minha bucetinha, esfregava meu clitóris com as uvas geladas.
- Vem aqui, safado, vem comer essas uvas.
Como havia feito de manhã, o senhor Carlos se acomodou na cadeira, sentou-se, abriu minhas pernas ao máximo e foi atrás das uvas, enquanto passava a língua por toda a borda da minha xota encharcada, comia uma a uma as uvas, encharcadas dos meus fluidos vaginais. Depois, esfreguei meu clitóris com outras uvas que peguei da tigela, colocava-as na boca dele luxuriosamente, enquanto ele mastigava a fruta, me chupava, até que parou de comer frutas e começou a comer minha buceta sem parar, sua língua percorria tudo, tive um orgasmo, e outro.
Ele se levantou da cadeira, enfiou dois dedos dentro da minha vulva, se esticou um pouco e começou a chupar meus seios, seus dedos entravam e saíam como um pênis, enquanto me mordia. suavemente os mamilos, que já estavam duros e eretos de tanto prazer, eu gemia muito alto, meu prazer era enorme, seu pau começou a ficar duro de novo, ele esfregava meu clitóris com a ponta grossa do seu cacete, eu me debatia de prazer, pedindo mais e mais.
Ele me penetrou de pé enquanto eu estava sentada na mesa, me fodia devagar, em círculos, depois metia com força, pediu para eu envolver sua cintura com minhas pernas, eu fiz isso, ele me segurou pelas costas, me levantou e com seu mastro duro dentro de mim, me levou até a cama que havia improvisado no escritório.
Me colocou de quatro, abriu minhas nádegas e começou a acariciar minha bunda, passando a língua desde a buceta até o cuzinho.
— Que belo rabo de puta, vou devorar ele hoje à noite! — Me conta, Melinda, já te comeram pelo cu?
— Sim, mas seu pau é muito grande e grosso, você vai me partir ao meio.
— Não, minha garota, vou te dar prazer, você vai ver como vai gostar. Vai acabar me pedindo mais, espere só.
Ele colocou a cabeça debaixo da minha buceta, eu fiquei quase sentada na boca dele, com a bunda para cima, sua língua ia e vinha do meu clitóris até meu ânus, introduziu um dedo na minha bunda, foi dilatando aos poucos, sem parar de chupar minha buceta e o cuzinho, sua língua ia e vinha, já havia introduzido dois dedos no meu ânus, os deixou parados por um tempo, às vezes os movia lentamente, para que fosse dilatando aos poucos, depois com os dois dedos dentro do meu ânus, voltou a massagear meu clitóris intensamente, tive outro orgasmo, ele saiu de debaixo da minha xoxota, se posicionou atrás de mim, espalhou meus fluidos pelo meu ânus, colocou um dedo e depois dois, se ajustou para me penetrar, fez isso só um pouquinho, eu fiquei tensa.
— Calma, putinha, você vai ver como vai gostar.
Ele empurrou mais, eu reclamei que estava doendo, penetrou mais fundo, já tinha metade do seu pau dentro de mim, ficou parado por alguns segundos, queria que continuasse dilatando, passou um braço para a frente e começou a acariciar meus mamilos com a palma da mão, sua língua percorria minha nuca, minhas orelhas, diante dessas carícias Comecei a sentir vontade de que ele me comesse, agora a outra mão dele brincava com meu clitóris, ele tinha metade do pau no meu cu, e ele apertava e lambia as partes que já sabia que eu gostava, minha respiração começou a ficar ofegante.
- Ahhh, que gostoso o que você faz!, ahhh, que puta que eu sou!
Minha buceta começou a lubrificar, naquele momento enquanto eu gozava com seus carinhos e língua, foi de uma só enfiada que ele terminou de meter seu pau colossal dentro do meu cu, eu dei um pulo, doía, mas ao mesmo tempo eu gozava com seus carinhos, ficando parado, ele começou a esfregar meu clitóris sem piedade, eu não conseguia resistir a esse prazer, pedi que ele me comesse, que fizesse o que quisesse, aí ele começou a me foder sem piedade, o pau dele entrava e saía enquanto eu tinha um novo orgasmo. Enquanto estava no meio do tesão, senti um jato quente chegando até minhas entranhas, era a porra dele, ele tinha gozado dentro do meu cu adolescente!
- Toma, toma, - ele dizia - queria pau?, pois aqui tem, putona, vadia, vadia. – E a porra dele inundou minha bunda.
Caímos exaustos no colchonete. Apoiei minha cabeça no peito dele e ficamos um bom tempo assim, nos acariciando.
O telefone tocou, e o senhor Carlos se levantou para atender. Sentou-se na cadeira onde minutos antes tinha chupado minha buceta.
- Sim, querida. – Era a esposa -, - te falei que vou trabalhar a noite toda. Não tem ideia da tarefa árdua que me espera, vou terminar sem forças e sem vontade de nada, mas enfim…, me dá prazer fazer isso…
Como sou muito puta, sentei em cima dele, e enquanto ele falava com a esposa, passava a língua no peito dele, até chupava a barriga que antes me dava nojo, agora lambia como se fosse a melhor guloseima, queria ele quente sempre, ainda mais se estivesse falando com a esposa.
O senhor Carlos quase não conseguia falar, pois enfiava minha língua na boca dele, de tão vadia que eu era.
Quando finalmente desligou, ele me disse.
- Você é vadia e má, não conseguia responder minha esposa, preferia sua língua do que a conversa fiada dela.
Pelados como Estávamos nos servindo champanhe e começamos a falar sobre nossas vidas.
- Você gosta de sexo, Melinda? O que você mais gostaria de fazer e ainda não fizeram com você? Me ofereço de coração para te dar com prazer.
- Mmmmmmmm, eu gostaria de continuar transando com você, você faz muito gostoso, mas ao mesmo tempo adoraria que alguém estivesse nos observando.
- Você gostaria que alguém nos visse fodendo?
- Bom… sim.
- Tenho um amigo que ficaria encantado em nos observar. Na verdade, qualquer um que propor, ele aceitaria, mas esse amigo é de total confiança.
- Então convida ele. Me daria prazer que alguém veja como você me come, como você me chupa.
- Meu amigo certamente vai aceitar, mas Melinda, ele é um homem de carne e osso, vai ficar excitado ao ver uma mulher tão gostosa. Ele vai querer participar. Tenha piedade dos homens, por favor!
- Primeiro que ele nos observe, depois a gente vê se ele participa ou não. Seria, nesse momento, o que me daria muito prazer. Chupar você todinho, mmmm, e seu amigo nos observando, mmmm, deve ser muito excitante.
- Você é uma putinha muito tarada, gata! Mas poderíamos fazer isso, sim, sim.
- Quero que você continue me comendo, mesmo já tendo pago a dívida do conserto do carro do papai, quero que você continue me fodendo.
- Minha garota, isso nem se discute, claro que vou fazer. Quantas vezes você quiser e onde quiser.
Cheguei em casa às seis da manhã no carro impecável do papai, guardei na garagem, subi pro meu quarto, cheia de porra, comida por todos os meus buracos, exausta dos meus orgasmos e esperando a ligação do senhor Carlos para nos encontrarmos de novo, mas o próximo encontro, segundo sua promessa, seria com um espectador…
Continua.
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