A procura de emprego sempre é muito difícil pra algumas pessoas, pra mim nem tanto. Karen é meu nome, amigos, e quero compartilhar essa experiência com vocês. Vamos lá, sou uma mina bem desencanada, gosto de curtir a vida sem frescura ou barreiras. Sempre fui muito sociável, o que me abriu muitas portas, mas acho que isso não importa muito pra vocês. Vou direto ao ponto: sou de pele clara, cabelo liso preto, olhos verdes — que, sinceramente, é o que mais amo —, peitos grandes com mamilos levemente rosados. Acho que isso é de família, porque minha mãe tem os mesmos peitos. Um rabo grande e bem definido, pernas bonitas e longas, e uma buceta que tá bem depilada agora. Tenho 1,70m e, pra ter 24 anos e nunca ter pisado numa academia, tô muito bem.
Agora que vocês me conhecem, ou pelo menos têm uma ideia de como sou, vamos voltar pra minha história. Comecei minha procura de emprego e não demorei pra ver algumas vagas de vender roupa, atender em cafeterias e trampos parecidos, que não pagam muito bem, mas servem pra sobreviver. Pra ser sincera, já tinha trabalhado antes em empregos assim e, na real, queria experimentar coisas diferentes. Tirei uma semana de folga e fiquei andando pela cidade, procurando trampo, olhando uns caras gatos e, de vez em quando, tomando café num lugar bonito. Na semana seguinte, comprei o jornal cedo e fui atrás de emprego. Já tinha me resignado a pegar um desses trampos que comentei. Continuei folheando e encontrei anúncios de minas que ofereciam seus serviços — ou melhor, se ofereciam. Alguns me faziam rir, porque todas, segundo o anúncio, eram gostosas pra caralho. Baixei o olhar e um anúncio dizia assim: "Alondra, 20 anos, corpo bom, sou cara mas muito complacente, universitária." Por um momento, passou uma ideia perversa, talvez maluca. Fiquei pensando no que aconteceria se, por um dia só, eu fosse uma mina da vida fácil — mas não qualquer mina, e sim algo que chamasse a atenção dos caras, que... oferecessem uma boa grana pra transar comigo, vocês vão dizer que puta que é, ou como pode fazer isso com o corpo dela, e não se respeitar, mas sinceramente acho que alguma vez já sentimos vontade de ser putas e não do jeito que eu tô falando, mas sim fazer todo tipo de perversão fora do comum, enfim, minha ideia tava rodando na cabeça, e eu pensava nos riscos que podia ter.
A cabeça tava a mil e parei de procurar emprego porque essa ideia tinha me pegado, então planejei tudo direitinho, não podia ter margem de erro. Saí de casa atrás de um hotel, mas não um hotel qualquer, um hotel bom, percorri uma área bem famosa aqui na minha cidade, mas nenhum atendia minhas expectativas, continuei o rolê até que encontrei um hotel muito bonito por fora, entrei e perguntei quanto custava a diária e o que incluía, bom, então a diária era bem cara, mas compensava pelo que era o quarto, pedi pro rapaz se podia me mostrar o quarto pra ver o que incluía e como era, nisso não teve problema e ele logo me mostrou o lugar, e que surpresa. Pra começar, tinha uma cama suspensa bem presa no teto, com uma jacuzzi e um escorregador pequeno que dava numa piscininha, era a primeira vez que via algo assim dentro de um hotel, agora entendia o preço do quarto, uma rede e um... sei lá como chamar, mas era pra diminuir as luzes na tonalidade, algum de vocês me corrige depois ou me fala o nome certo, agradeci e saí do lugar, finalmente tinha encontrado.
Voltei pra casa e tinha que seguir com meu plano, agora precisava ver como conseguir minha vítima, fiz vários anúncios mas nenhum me convencia de vez até que montei esse. -Karen, 26 anos, peitão e rabuda, única vez, extremamente complacente, hotel incluso, só pra exigentes, você não vai me esquecer, tel.... e uma foto onde só mostro meu corpo de lingerie preta sem mostrar o rosto. O anúncio não Saiu super barato pra mim e fiquei com ele por uma semana, mas sem dúvida a experiência valeu a pena, e o dinheiro também. Já vi muitas se anunciando por 800 ou a mais barata por 100 pila, mas não ia me dar de graça. Sabia que parecia exagerado, mas pedia 3000. Passaram três dias e meu telefone não tocava. Pensei em desistir de tudo, mas parece que o destino queria que realmente rolasse. Tocou a primeira ligação, atendi e era um senhor de voz grossa, perguntando quanto eu cobrava. Falei o preço e parece que ele não gostou, porque desligou na minha cara. Depois disso, meu telefone tocou com mais frequência, às vezes jovens, às vezes senhores, mas nenhum queria pagar o que eu pedia. Ficava pensando se tava errada em pedir esse valor, se devia baixar o preço ou desistir. No dia seguinte, bem cedo, o telefone tocou de novo. Atendi na hora e um senhor, muito educado, perguntou quanto eu cobrava pelos meus serviços. Respondi na mesma hora e, pra minha surpresa, ele aceitou. Mas antes que eu falasse qualquer coisa, ele disse que não era pra ele, mas pro patrão dele. Eu, sem pensar muito, imaginei que fosse algum senhor cheio da grana. Enfim, combinamos de nos encontrar perto do hotel e acertamos os termos: eu falei que ele pagava adiantado e que era só por uma noite. Depois, disse como ia me vestir e o horário. Ele só aceitou e marcamos pro dia seguinte. Devo confessar que tava nervosa, mas não tinha mais volta. Me vesti como uma executiva: primeiro, minha roupa íntima era preta, tanto o sutiã quanto a calcinha fio dental, com renda da mesma cor, bem sexy. Depois, coloquei uma calça preta bem justa, marcando minha bunda, uma blusa listrada e um blazer da mesma cor. Deixei o cabelo solto e uma maquiagem leve. Quem me visse ia achar que eu tava indo procurar emprego, nunca desconfiariam que eu ia ser comida. Tava com um pouco de medo, mas sabia que era, em parte, uma fantasia, e além disso, naquele dia, podia comprar algo bonito pra mim. Saí de casa ouvindo música no celular, achei que... Eterno o trajeto. Quando desci do metrô, comecei a caminhar até o hotel, e enquanto ia vendo se a pessoa já tinha chegado, parecia que não estava. Foi questão de minutos, quando um carro se aproximou, com vidros escuros. Num instante, o motorista abaixou o vidro e me disse para entrar na rua ao lado do hotel. Caminhei e ele estacionou. Ao chegar no carro, ele desceu e, devo dizer, o motorista era bonito. Ele sorriu pra mim e me olhou de cima a baixo, abriu a porta traseira e, veja só que surpresa. Saiu um senhor de aproximadamente 60 ou 70 anos, de terno escuro, com anéis e uma correntinha de ouro no pescoço, cabelo escuro, embora nas laterais tivesse alguns fios grisalhos. Moreno, acho que pra idade que tinha, se conservava muito bem, já que andava perfeitamente e parecia saudável, embora tivesse uma barriguinha pequena, mas que dava pra notar. Ele sorriu pra mim e me cumprimentou cordialmente: — Oi, gostosa, meu nome é Sérgio. Qual é o seu, linda? — Oi, meu nome é Karen, prazer. — Bem, Karen, que hotel bonito você escolheu. Se importa se a gente subir? — Claro. Eram umas 5 da tarde. Ele pegou uma maletinha pequena e disse ao motorista pra ligar pra ele, que podia ir. O motorista subiu no carro e desapareceu. Entramos no hotel e o recepcionista se surpreendeu ao me ver. Pedi o quarto e ele me deu as chaves, não sem antes pagar adiantado. Assim que entramos, ele fechou a porta e colocou a pasta numa mesa que estava ali perto. Eu me sentei na cama, começando a tirar minha roupa, mas ele disse que ainda não era hora. Parei e ele abriu a pasta, pegou o telefone e pediu que trouxessem água. Não demorou pra chegar uma jarra de água. Vi ele tirar uns comprimidos da maleta e tomar na hora. Agora sim, ele me disse pra tirar a roupa. Foi assim: tirei meu casaco, minha calça e depois minha blusa. Ao me ver de calcinha e sutiã, os olhos dele se arregalaram. Continuei tirando a roupa íntima, primeiro o sutiã. Na hora, meus peitos se revelaram e caíram um pouco. E quando já estava tirando a tanga... Ele disse que não, que eu deixasse ele. Ele tirou a roupa num instante e sentou na cama comigo. Imediatamente olhei pro pau dele, que tava meio mole — Tá gostando, sua puta? Acho que o homem amigável e educado tinha ido embora. As palavras dele ecoaram na minha cabeça, mas me esquentaram — Siiim — Agora você vai levantar ele, minha rainha.
Ele se jogou em cima de mim e começou a beijar meu pescoço, enquanto as mãos dele apertavam meus peitos. Tenho que dizer que era de um jeito forte, ele esmagava meus seios e beliscava meus mamilos, o que me deixava cada vez mais excitada. Minha mão foi pro pau dele, era médio mas tava mole. Comecei a acariciar ele de cima pra baixo, e ele só gemia e falava coisas que me esquentavam mais — Isso, puta, assim, continua, continua — Como você é gostosa. O pau dele começou a endurecer e eu já tava morrendo de vontade de ter ele na minha boca ou dentro de mim. Ele me pegou pela mão e me fez ajoelhar — Chupa ele. Eu tava pronta pra começar a chupar, só que quando me aproximei, tinha um cheiro não muito agradável, o que me fez recuar. Mas ele segurou minha cabeça e me empurrou pro pau dele. Abri a boca com um pouco de nojo e comecei a chupar como se minha vida dependesse daquilo, de cima pra baixo, babando bem ele, como se fosse um pirulito. Aos poucos o cheiro sumiu e o pau dele foi endurecendo cada vez mais. Não era ruim pra um senhor daquela idade, porque era meio grande, cheio de veias, mas acho que o remédio ajudava pra caralho. Chupei as bolas dele e mordisquei a cabeça com cuidado, coisa que acho que doía mas ele gostava, porque fechava os olhos e de vez em quando soltava um grito. Ele me pegou pela mão e me deitou na cama com as pernas pra cima, afastou minha calcinha fio dental, pegou um par de camisinhas da mala dele, colocou uma e enfiou o pau de uma vez — Aaah, devagar — Cala a boca, puta, você vai gostar. Comecei a sentir uma ardência, porque as estocadas dele eram fortes, mas aos poucos me acostumei com a dor e só fui aproveitando. Ele metia e tirava como se não transasse há anos, eu gemia cada vez mais alto. enquanto minhas pernas estavam abertas e ele as segurava. — Caralho, você é muito gostosa — AAHHH
Ele continuava me metendo, e às vezes tocava meus peitos, ou beijava minha barriga, os olhos dele se fechavam, e eu só aproveitava. Depois decidi que, já que estava fazendo um trabalho desses, tinha que apimentar mais as coisas. — Isso, assim me come — Sim, slut. Em uns instantes ele me colocou de quatro e me penetrou, minha calcinha estava encharcada, e eu só sentia as bolas dele batendo na minha bunda, uma e outra vez. Ele acariciava minhas costas, e de vez em quando pegava meus peitos e os apertava como se estivesse ordenhando uma vaca. Me puxava pelo cabelo e me metia com força, me dava tapas na bunda. Não demorou minutos e ele soltou um grito, parou o vai e vem e eu senti a camisinha ficar molhada. Ele acariciou um pouco minhas costas e tirou o pênis. Virei pra ver e ele tirava a camisinha e jogava no chão. — Vem cá, gostosa.
Me aproximei e ele tirou minha calcinha, me pegou pela mão e fomos pra jacuzzi. Uma vez lá, ele sentou na borda e me pegou pela cabeça. Eu sabia o que ele queria. Acho que o comprimido tava fazendo um efeito muito bom, porque a ereção dele não baixava, mesmo que estivesse levemente mole. Ele segurou meu cabelo, e eu comecei de novo a chupar ele. Dessa vez não demorei muito e ele me agradeceu com os gemidos que fazia. Ele se levantou de novo e pegou outra camisinha. — Beleza, slut. Agora quero que você sente em mim.
Eu coloquei o pênis dele na entrada da minha buceta, e ele segurou minhas mãos. A gente tava na borda da jacuzzi e eu comecei a subir e descer. Meus peitos balançavam e ele de vez em quando beliscava eles com a boca. — Assim, isso, slut. Enfia tudo. — Aah, sim, sim, seu pau é muito gostoso.
Ele reclinado, me soltou enquanto eu fazia o trabalho sozinha. Depois me deitei sobre ele e ele segurou minha bunda. Agora os papéis tinham se invertido, ele me metia enquanto eu descansava no peito dele, e agora sim ele mordia meus peitos e chupava. Não passou muito tempo e ele me tirou de cima, tirou a camisinha e jogou de novo no chão. Devo dizer que isso me pareceu algo... Nojento, mas no fim das contas não era meu problema. Ele sentou do meu lado, com a respiração ofegante, enquanto eu ainda estava deitada no chão. — Caralho, como você é gostosa, sua puta — ele falou, dando uma risadinha. Eu pensei que tinha acabado, mas não, ainda não. Ficamos um tempão na banheira de hidromassagem, enquanto ele me apalpava inteira, parecia um polvo. Eu só gemia baixinho e aproveitava. Levantei e ele me colocou de quatro na borda da banheira, parte da minha bunda ficou pra fora. Ele se aproximou devagar e começou a beijar minhas nádegas, a separá-las e passar o dedo por todo o meu cu até chegar na minha buceta. Aos poucos, senti um dedo se enfiar entre minhas nádegas, era uma sensação muito gostosa. — Que rabo você tem, amor. — Siim, continua. Ele continuou enfiando o dedo pra frente e pra trás. Logo senti ele colocar outro, e de novo os movia, seja pra dentro e pra fora ou em círculos. Teve uma hora que ele tirou os dedos e me deixou extasiada, de olhos fechados, em suspense. Poucos segundos se passaram quando, de uma só vez, ele me penetrou analmente, o que me fez soltar um grito que, acho, deu pra ouvir no hotel inteiro. — Cala a boca, puta, que você vai gostar. Não era minha primeira relação anal, mas de algum jeito ele enfiou de uma vez só, sem eu esperar, daquele jeito que me fez gritar. Depois, aos poucos, fui aproveitando. Eu ouvia a água se mexer e me atrevo a dizer que o som que fazia ao bater na minha bunda era algo muito gostoso. Ele me bombava de um jeito descomunal, uma vez e outra, enquanto segurava minhas nádegas, sentia ele se apoiar forte nelas. — Aah, aahhh, aaahh, sim, arrebenta meu cu, papai. — Isso, puta, siiiim! Ele me bombava mais forte até soltar um grito igual ao primeiro. Senti ele encher minha bunda e um pouco vazar e se dissolver na banheira. Ele jogou água nas minhas costas, na minha bunda e, por último, deu um tapinha leve. Me pegou pela mão e fomos pro banheiro. Lá, ele fez eu dar banho nele e ensaboar bem, obviamente ele também fez o mesmo. Ele de novo não... Parei de me tocar e eu comecei a acariciar o pau dele, dessa vez ele já não reagia tanto, mas só me disse:
— Deixa assim, não se preocupa.
A gente tomou banho e saiu. Na hora de se vestir, ele pediu minha calcinha fio dental, perguntou se podia ficar com ela. Eu deixei e me vesti. Ele juntou as camisinhas e jogou no lixo. Depois de vestidos, ele disse que tinha se divertido pra caralho, me deu os 3.000 pesos e falou que se um dia eu precisasse de grana, já sabia onde encontrar ele. Na mesma hora me deu um cartão, chamou o motorista e saímos do hotel. Não demorou nem uns minutos até o carro dele chegar. Ele se despediu de mim com um beijo na bochecha e sumiu.
Comecei a andar e pensar no que tinha feito, mas pra ser sincera, não me arrependi. Tenho que confessar que tava meio dolorida e cansada, mas muito satisfeita. A verdade é que curti pra caralho e me arrisquei demais, mas não faria de novo.
Agora que vocês me conhecem, ou pelo menos têm uma ideia de como sou, vamos voltar pra minha história. Comecei minha procura de emprego e não demorei pra ver algumas vagas de vender roupa, atender em cafeterias e trampos parecidos, que não pagam muito bem, mas servem pra sobreviver. Pra ser sincera, já tinha trabalhado antes em empregos assim e, na real, queria experimentar coisas diferentes. Tirei uma semana de folga e fiquei andando pela cidade, procurando trampo, olhando uns caras gatos e, de vez em quando, tomando café num lugar bonito. Na semana seguinte, comprei o jornal cedo e fui atrás de emprego. Já tinha me resignado a pegar um desses trampos que comentei. Continuei folheando e encontrei anúncios de minas que ofereciam seus serviços — ou melhor, se ofereciam. Alguns me faziam rir, porque todas, segundo o anúncio, eram gostosas pra caralho. Baixei o olhar e um anúncio dizia assim: "Alondra, 20 anos, corpo bom, sou cara mas muito complacente, universitária." Por um momento, passou uma ideia perversa, talvez maluca. Fiquei pensando no que aconteceria se, por um dia só, eu fosse uma mina da vida fácil — mas não qualquer mina, e sim algo que chamasse a atenção dos caras, que... oferecessem uma boa grana pra transar comigo, vocês vão dizer que puta que é, ou como pode fazer isso com o corpo dela, e não se respeitar, mas sinceramente acho que alguma vez já sentimos vontade de ser putas e não do jeito que eu tô falando, mas sim fazer todo tipo de perversão fora do comum, enfim, minha ideia tava rodando na cabeça, e eu pensava nos riscos que podia ter.
A cabeça tava a mil e parei de procurar emprego porque essa ideia tinha me pegado, então planejei tudo direitinho, não podia ter margem de erro. Saí de casa atrás de um hotel, mas não um hotel qualquer, um hotel bom, percorri uma área bem famosa aqui na minha cidade, mas nenhum atendia minhas expectativas, continuei o rolê até que encontrei um hotel muito bonito por fora, entrei e perguntei quanto custava a diária e o que incluía, bom, então a diária era bem cara, mas compensava pelo que era o quarto, pedi pro rapaz se podia me mostrar o quarto pra ver o que incluía e como era, nisso não teve problema e ele logo me mostrou o lugar, e que surpresa. Pra começar, tinha uma cama suspensa bem presa no teto, com uma jacuzzi e um escorregador pequeno que dava numa piscininha, era a primeira vez que via algo assim dentro de um hotel, agora entendia o preço do quarto, uma rede e um... sei lá como chamar, mas era pra diminuir as luzes na tonalidade, algum de vocês me corrige depois ou me fala o nome certo, agradeci e saí do lugar, finalmente tinha encontrado.
Voltei pra casa e tinha que seguir com meu plano, agora precisava ver como conseguir minha vítima, fiz vários anúncios mas nenhum me convencia de vez até que montei esse. -Karen, 26 anos, peitão e rabuda, única vez, extremamente complacente, hotel incluso, só pra exigentes, você não vai me esquecer, tel.... e uma foto onde só mostro meu corpo de lingerie preta sem mostrar o rosto. O anúncio não Saiu super barato pra mim e fiquei com ele por uma semana, mas sem dúvida a experiência valeu a pena, e o dinheiro também. Já vi muitas se anunciando por 800 ou a mais barata por 100 pila, mas não ia me dar de graça. Sabia que parecia exagerado, mas pedia 3000. Passaram três dias e meu telefone não tocava. Pensei em desistir de tudo, mas parece que o destino queria que realmente rolasse. Tocou a primeira ligação, atendi e era um senhor de voz grossa, perguntando quanto eu cobrava. Falei o preço e parece que ele não gostou, porque desligou na minha cara. Depois disso, meu telefone tocou com mais frequência, às vezes jovens, às vezes senhores, mas nenhum queria pagar o que eu pedia. Ficava pensando se tava errada em pedir esse valor, se devia baixar o preço ou desistir. No dia seguinte, bem cedo, o telefone tocou de novo. Atendi na hora e um senhor, muito educado, perguntou quanto eu cobrava pelos meus serviços. Respondi na mesma hora e, pra minha surpresa, ele aceitou. Mas antes que eu falasse qualquer coisa, ele disse que não era pra ele, mas pro patrão dele. Eu, sem pensar muito, imaginei que fosse algum senhor cheio da grana. Enfim, combinamos de nos encontrar perto do hotel e acertamos os termos: eu falei que ele pagava adiantado e que era só por uma noite. Depois, disse como ia me vestir e o horário. Ele só aceitou e marcamos pro dia seguinte. Devo confessar que tava nervosa, mas não tinha mais volta. Me vesti como uma executiva: primeiro, minha roupa íntima era preta, tanto o sutiã quanto a calcinha fio dental, com renda da mesma cor, bem sexy. Depois, coloquei uma calça preta bem justa, marcando minha bunda, uma blusa listrada e um blazer da mesma cor. Deixei o cabelo solto e uma maquiagem leve. Quem me visse ia achar que eu tava indo procurar emprego, nunca desconfiariam que eu ia ser comida. Tava com um pouco de medo, mas sabia que era, em parte, uma fantasia, e além disso, naquele dia, podia comprar algo bonito pra mim. Saí de casa ouvindo música no celular, achei que... Eterno o trajeto. Quando desci do metrô, comecei a caminhar até o hotel, e enquanto ia vendo se a pessoa já tinha chegado, parecia que não estava. Foi questão de minutos, quando um carro se aproximou, com vidros escuros. Num instante, o motorista abaixou o vidro e me disse para entrar na rua ao lado do hotel. Caminhei e ele estacionou. Ao chegar no carro, ele desceu e, devo dizer, o motorista era bonito. Ele sorriu pra mim e me olhou de cima a baixo, abriu a porta traseira e, veja só que surpresa. Saiu um senhor de aproximadamente 60 ou 70 anos, de terno escuro, com anéis e uma correntinha de ouro no pescoço, cabelo escuro, embora nas laterais tivesse alguns fios grisalhos. Moreno, acho que pra idade que tinha, se conservava muito bem, já que andava perfeitamente e parecia saudável, embora tivesse uma barriguinha pequena, mas que dava pra notar. Ele sorriu pra mim e me cumprimentou cordialmente: — Oi, gostosa, meu nome é Sérgio. Qual é o seu, linda? — Oi, meu nome é Karen, prazer. — Bem, Karen, que hotel bonito você escolheu. Se importa se a gente subir? — Claro. Eram umas 5 da tarde. Ele pegou uma maletinha pequena e disse ao motorista pra ligar pra ele, que podia ir. O motorista subiu no carro e desapareceu. Entramos no hotel e o recepcionista se surpreendeu ao me ver. Pedi o quarto e ele me deu as chaves, não sem antes pagar adiantado. Assim que entramos, ele fechou a porta e colocou a pasta numa mesa que estava ali perto. Eu me sentei na cama, começando a tirar minha roupa, mas ele disse que ainda não era hora. Parei e ele abriu a pasta, pegou o telefone e pediu que trouxessem água. Não demorou pra chegar uma jarra de água. Vi ele tirar uns comprimidos da maleta e tomar na hora. Agora sim, ele me disse pra tirar a roupa. Foi assim: tirei meu casaco, minha calça e depois minha blusa. Ao me ver de calcinha e sutiã, os olhos dele se arregalaram. Continuei tirando a roupa íntima, primeiro o sutiã. Na hora, meus peitos se revelaram e caíram um pouco. E quando já estava tirando a tanga... Ele disse que não, que eu deixasse ele. Ele tirou a roupa num instante e sentou na cama comigo. Imediatamente olhei pro pau dele, que tava meio mole — Tá gostando, sua puta? Acho que o homem amigável e educado tinha ido embora. As palavras dele ecoaram na minha cabeça, mas me esquentaram — Siiim — Agora você vai levantar ele, minha rainha.
Ele se jogou em cima de mim e começou a beijar meu pescoço, enquanto as mãos dele apertavam meus peitos. Tenho que dizer que era de um jeito forte, ele esmagava meus seios e beliscava meus mamilos, o que me deixava cada vez mais excitada. Minha mão foi pro pau dele, era médio mas tava mole. Comecei a acariciar ele de cima pra baixo, e ele só gemia e falava coisas que me esquentavam mais — Isso, puta, assim, continua, continua — Como você é gostosa. O pau dele começou a endurecer e eu já tava morrendo de vontade de ter ele na minha boca ou dentro de mim. Ele me pegou pela mão e me fez ajoelhar — Chupa ele. Eu tava pronta pra começar a chupar, só que quando me aproximei, tinha um cheiro não muito agradável, o que me fez recuar. Mas ele segurou minha cabeça e me empurrou pro pau dele. Abri a boca com um pouco de nojo e comecei a chupar como se minha vida dependesse daquilo, de cima pra baixo, babando bem ele, como se fosse um pirulito. Aos poucos o cheiro sumiu e o pau dele foi endurecendo cada vez mais. Não era ruim pra um senhor daquela idade, porque era meio grande, cheio de veias, mas acho que o remédio ajudava pra caralho. Chupei as bolas dele e mordisquei a cabeça com cuidado, coisa que acho que doía mas ele gostava, porque fechava os olhos e de vez em quando soltava um grito. Ele me pegou pela mão e me deitou na cama com as pernas pra cima, afastou minha calcinha fio dental, pegou um par de camisinhas da mala dele, colocou uma e enfiou o pau de uma vez — Aaah, devagar — Cala a boca, puta, você vai gostar. Comecei a sentir uma ardência, porque as estocadas dele eram fortes, mas aos poucos me acostumei com a dor e só fui aproveitando. Ele metia e tirava como se não transasse há anos, eu gemia cada vez mais alto. enquanto minhas pernas estavam abertas e ele as segurava. — Caralho, você é muito gostosa — AAHHH
Ele continuava me metendo, e às vezes tocava meus peitos, ou beijava minha barriga, os olhos dele se fechavam, e eu só aproveitava. Depois decidi que, já que estava fazendo um trabalho desses, tinha que apimentar mais as coisas. — Isso, assim me come — Sim, slut. Em uns instantes ele me colocou de quatro e me penetrou, minha calcinha estava encharcada, e eu só sentia as bolas dele batendo na minha bunda, uma e outra vez. Ele acariciava minhas costas, e de vez em quando pegava meus peitos e os apertava como se estivesse ordenhando uma vaca. Me puxava pelo cabelo e me metia com força, me dava tapas na bunda. Não demorou minutos e ele soltou um grito, parou o vai e vem e eu senti a camisinha ficar molhada. Ele acariciou um pouco minhas costas e tirou o pênis. Virei pra ver e ele tirava a camisinha e jogava no chão. — Vem cá, gostosa.
Me aproximei e ele tirou minha calcinha, me pegou pela mão e fomos pra jacuzzi. Uma vez lá, ele sentou na borda e me pegou pela cabeça. Eu sabia o que ele queria. Acho que o comprimido tava fazendo um efeito muito bom, porque a ereção dele não baixava, mesmo que estivesse levemente mole. Ele segurou meu cabelo, e eu comecei de novo a chupar ele. Dessa vez não demorei muito e ele me agradeceu com os gemidos que fazia. Ele se levantou de novo e pegou outra camisinha. — Beleza, slut. Agora quero que você sente em mim.
Eu coloquei o pênis dele na entrada da minha buceta, e ele segurou minhas mãos. A gente tava na borda da jacuzzi e eu comecei a subir e descer. Meus peitos balançavam e ele de vez em quando beliscava eles com a boca. — Assim, isso, slut. Enfia tudo. — Aah, sim, sim, seu pau é muito gostoso.
Ele reclinado, me soltou enquanto eu fazia o trabalho sozinha. Depois me deitei sobre ele e ele segurou minha bunda. Agora os papéis tinham se invertido, ele me metia enquanto eu descansava no peito dele, e agora sim ele mordia meus peitos e chupava. Não passou muito tempo e ele me tirou de cima, tirou a camisinha e jogou de novo no chão. Devo dizer que isso me pareceu algo... Nojento, mas no fim das contas não era meu problema. Ele sentou do meu lado, com a respiração ofegante, enquanto eu ainda estava deitada no chão. — Caralho, como você é gostosa, sua puta — ele falou, dando uma risadinha. Eu pensei que tinha acabado, mas não, ainda não. Ficamos um tempão na banheira de hidromassagem, enquanto ele me apalpava inteira, parecia um polvo. Eu só gemia baixinho e aproveitava. Levantei e ele me colocou de quatro na borda da banheira, parte da minha bunda ficou pra fora. Ele se aproximou devagar e começou a beijar minhas nádegas, a separá-las e passar o dedo por todo o meu cu até chegar na minha buceta. Aos poucos, senti um dedo se enfiar entre minhas nádegas, era uma sensação muito gostosa. — Que rabo você tem, amor. — Siim, continua. Ele continuou enfiando o dedo pra frente e pra trás. Logo senti ele colocar outro, e de novo os movia, seja pra dentro e pra fora ou em círculos. Teve uma hora que ele tirou os dedos e me deixou extasiada, de olhos fechados, em suspense. Poucos segundos se passaram quando, de uma só vez, ele me penetrou analmente, o que me fez soltar um grito que, acho, deu pra ouvir no hotel inteiro. — Cala a boca, puta, que você vai gostar. Não era minha primeira relação anal, mas de algum jeito ele enfiou de uma vez só, sem eu esperar, daquele jeito que me fez gritar. Depois, aos poucos, fui aproveitando. Eu ouvia a água se mexer e me atrevo a dizer que o som que fazia ao bater na minha bunda era algo muito gostoso. Ele me bombava de um jeito descomunal, uma vez e outra, enquanto segurava minhas nádegas, sentia ele se apoiar forte nelas. — Aah, aahhh, aaahh, sim, arrebenta meu cu, papai. — Isso, puta, siiiim! Ele me bombava mais forte até soltar um grito igual ao primeiro. Senti ele encher minha bunda e um pouco vazar e se dissolver na banheira. Ele jogou água nas minhas costas, na minha bunda e, por último, deu um tapinha leve. Me pegou pela mão e fomos pro banheiro. Lá, ele fez eu dar banho nele e ensaboar bem, obviamente ele também fez o mesmo. Ele de novo não... Parei de me tocar e eu comecei a acariciar o pau dele, dessa vez ele já não reagia tanto, mas só me disse:
— Deixa assim, não se preocupa.
A gente tomou banho e saiu. Na hora de se vestir, ele pediu minha calcinha fio dental, perguntou se podia ficar com ela. Eu deixei e me vesti. Ele juntou as camisinhas e jogou no lixo. Depois de vestidos, ele disse que tinha se divertido pra caralho, me deu os 3.000 pesos e falou que se um dia eu precisasse de grana, já sabia onde encontrar ele. Na mesma hora me deu um cartão, chamou o motorista e saímos do hotel. Não demorou nem uns minutos até o carro dele chegar. Ele se despediu de mim com um beijo na bochecha e sumiu.
Comecei a andar e pensar no que tinha feito, mas pra ser sincera, não me arrependi. Tenho que confessar que tava meio dolorida e cansada, mas muito satisfeita. A verdade é que curti pra caralho e me arrisquei demais, mas não faria de novo.
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