Minha irmã despeitada

Aqui vai mais um conto pra esquentar bem gostoso. Salve, irmãos poringa boys!

o link: http://www.todorelatos.com/relato/67028/
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**A Jacuzzi**

Bom dia, antes de começar a contar minha história, quero me apresentar e dar um contexto. Me chamo Juan, tenho 27 anos e moro numa cidade ao norte de Madrid Capital. Sou um cara normal, tenho cerca de 1,75m, peso uns 75 quilos, e sem ser nada demais, sou meio definido, sabe? Um pouco de academia, futebol... isso faz com que pelo menos eu me mantenha em forma. Moro em casa com meus pais, já que, apesar de estar trampando há muitos anos, não dá pra pagar uma hipoteca. Tenho namorada há quase 5 anos, é uma mina incrível, fantástica, sexualmente muito, muito ativa, no geral a gente se dá muito bem, mas ela não entra diretamente na história.

Como eu disse, moro em casa com meus pais. Eles estão casados há 30 anos e são muito felizes, com seus altos e baixos, mas muito felizes. Em casa moramos nós três, porque minha irmã Inma, a outra protagonista da história, mora com o namorado. Inma é 2 anos mais nova que eu, ou seja, tem 25, mas sempre foi muito precoce, e desde 2 anos atrás mora com o namorado. Diego, assim se chama meu cunhado, é um cara foda, um pouco safado, mas uma grande pessoa, e fisicamente um portento, muitos anos de exercício e uma genética favorável..

Bom, já dei o contexto... desculpa! Esqueci, não contei nada sobre a Inma. Inma tem cerca de 1,60m, é loira (natural), olhos esverdeados. Não vou dizer que ela tem um corpo de arrasar, mas o que ela tem, é muito bem posto. Uns peitos firmes, tamanho 90, que com o exercício que ela faz diariamente parece que estão vencendo a gravidade, e uma bunda firme, dura, talvez não seja o forte dela, mas é muito boa, e apertada nuns jeans fica muito apetitoso.

Tudo o que vou contar aconteceu neste agosto, um agosto realmente quente. Eu tinha ido de férias com Sara, minha namorada, um plano tranquilo, 10 dias em Mallorca. Faltando 2 dias para voltar, conversando com Inma, ela me conta que saiu de casa, que Diego está traindo ela com uma colega de trabalho e que os pegou juntos na casa dela. Claro, fiquei muito preocupado, Inma é perdidamente apaixonada por ele e dava pra ver que não estava nada bem, mas ainda tinha 2 dias de praia pela frente e não podia fazer nada por ela naquele momento.

Os 2 dias passaram rápido: praia, sol, álcool, sexo, bastante sexo. Já comentei que Sara é muito fogosa e sempre que estamos de férias ela me suga ao máximo, não que eu reclame, mas o negócio dela é algo incrível…

Quando voltei pra casa, Inma já estava meio instalada, e digo meio porque o quarto dela agora a gente usava como sala multiuso, ou seja, uma TV, um computador, a bicicleta ergométrica, a cama da Inma, meus pesos… e pra piorar, ela tinha saído de casa quase sem pegar roupa nenhuma. Quando cheguei em casa e a vi, corri pra abraçá-la, ela desabou a chorar nos meus braços, inconsolável. Mesmo com a diferença de idade e ela morando fora de casa há 2 anos, sempre nos demos bem. Ela estava vestindo uma camiseta velha, bem largona, e uma calça minha de esporte, o normal de estar em casa, e mais normal ainda ficaria naquele verão quente.

Sentamos na cama dela pra conversar, ela me contou o que aconteceu, quando os pegou em casa. Pelo visto, na noite em questão, ela tinha saído com umas amigas, já que era a despedida de uma delas, e planejavam passar a noite num hotel no centro, pra não ter que cada uma se deslocar pra casa depois. Inma contava e ainda corriam lágrimas pelo rosto dela. Me disse que foram num boys, tinham reservado uma sala privada pra elas, pouca luz, música lenta, e apareceu um bombeiro, 1,90 de puro músculo, 15 cm de pau, MOLE, a boca da Inma se abria só de lembrar. que o espetáculo escapou um pouco do controle, porque assim que o bombeiro subiu a noviça e começou a dançar pra ela, ela não se segurou e meteu a pica do cara na boca. A parada começou a crescer e crescer até encher a boca dela toda de carne. Lorena, que era o nome da noviça, tentava engolir aquela barra de carne, mas era totalmente impossível, tinha crescido até chegar nos 22 cm. Quando Inma contou dos 22 cm, fez um gesto com as mãos, como se estivesse pesando o que aqueles 21 cm representavam, e sorriu de um jeito lascivo.

O resto das minas já estavam ficando no clima vendo a cena, até que uma delas, a Maria, subiu no palco pra ajudar a Lorena com a pica. Quase que instintivamente, eu olhei pros pezões da minha irmã, e porra! Se eu não me ligasse, eles furariam meu olho, estavam duros, enormes e desafiadores. Ela me contou que foi aí que a coisa desandou de vez, Lorena não aguentou mais, tirou a calcinha e jogou pras outras minas, toda molhada, soltando um cheiro que hipnotizava. Ela pegou o stripper, jogou ele no chão e sentou em cima, tava tão melada que entrou de uma vez. As outras minas começaram a gritar e aplaudir, e foram se pelando pra se masturbar...

Aí eu tive que parar a história e perguntar pra minha irmã se ela também tinha feito aquilo. "Claro que eu também, tava tudo no fogo, mas as únicas que o bombeiro comeu foram a Lorena, a Maria e a Carla...", caralho, pensei, que resistência que o bombeiro tem... "E aí, o que aconteceu depois?" perguntei. "Ah, pouca coisa, depois que ele comeu elas e a gente terminou sozinha", e ela fez o gesto com os dedos como se estivesse se dedando, "a gente foi pro Buda beber a noite toda, mas eu tava com um tesão do caralho e decidi ir pra casa dar uma surpresa pro Diego, mas a surpresa fui eu que levei. Quando cheguei em casa, entrei sem fazer barulho porque vi uma luz fraca acesa, imaginei que ele estivesse no computador, então fui tirando a roupa devagar pra aparecer... na frente dele, completamente nua, qual não foi minha surpresa quando encontro o Diego metendo no cu da nossa amiga Tânia. A mina tava de quatro e o Diego enfiava com força no buraquinho da Tânia, e a safada não parava de gritar de prazer. Por um momento senti um leve formigamento na buceta, normal com o tesão que tava, mas aquele formigamento logo virou uma raiva danada, mas não tive coragem de falar nada, me vesti, peguei umas roupas e saí sem que me vissem.

A Inma começou a chorar quando terminou de me contar o que aconteceu, abracei ela e, instintivamente e pela primeira vez, prestei atenção no contato dos peitos dela contra o meu peito, sentia eles duros, firmes e com os mamilos eretos depois de contar tudo. Perguntei se ela tinha falado com ele, e ela disse que sim, por telefone, que não queria ver ele nunca mais na vida e que ia sair de casa. Falei se ela queria que eu fosse falar com ele, até ameacei ir quebrar a cara dele, já sabe, coisa de irmão mais velho, felizmente a Inma disse que não, que ele não merecia nem isso. Falo felizmente porque o Diego é um cara bem grande e forte. Ela me contou que em 4 dias o Diego ia passar uns dias na casa dos pais, pra ela poder pegar as coisas sem ter que ver ele, me perguntou se eu ia com ela e, claro, falei que sim.

O primeiro dia com minha irmã foi estranho, porque eu tava preocupado com ela, mas ao mesmo tempo feliz por ter ela de volta em casa. Sempre nos demos muito bem, e de certa forma sentia falta dela, além disso tinha reparado mais nela, e não sei por que não conseguia tirar os olhos do corpo dela, e porra! Do rosto dela. Como ela era gostosa, com aqueles olhos verdes, aquele sorriso eterno agora meio apagado e aquele cabelo loiro lindo. Passamos a tarde toda conversando sobre nossas coisas, na verdade nem encontrei a Sara naquele dia, tava a fim de curtir minha irmã.

Ficamos falando de tudo em geral, até de sexo, pela primeira vez. exceto quando ele me contou o ocorrido. Era a primeira vez que a gente falava de sexo tão diretamente, sem rodeios nem vergonha. Ele me perguntou como era com a Sara, como a gente fazia, quantas vezes, o que a gente curtia… verdade é que não me senti nada desconfortável com a conversa, na verdade tava me excitando um pouco, e acho que com a Inma também rolava o mesmo, pelo tamanho que os bicos dela estavam ficando. Contei um pouco por cima como a Sara e eu fodíamos, sem entrar muito em detalhes, também não achei que ela se importasse nem que fosse essa a intenção dela. Agora era minha vez de perguntar.

E aí, como é que você e o Diego se viravam?, perguntei na lata. Essa pergunta fez o semblante dela mudar. Então, verdade é que quase sempre era bem selvagem, ela respondeu com um brilho nos olhos. As melhores gozadas que a gente dava era quando o Diego me pegava desprevenida e arrancava minha roupa, literalmente, a quantidade de calcinhas que aquele filho da puta já me rasgou! Falou enquanto sorria. Ele me pegava com força, quase com violência, me jogava na cama e, depois de arrancar minha roupa, a primeira coisa que fazia era chupar minha buceta, que habilidade com a língua que o desgraçado tinha! Conseguia me deixar louca em menos de 5 minutos… quase sempre fazia eu gozar. Enquanto ela contava isso, o rosto dela foi ficando avermelhado, e eu tava com uma ereção foda por baixo da calça, que pra piorar, como era short de esporte, não deixava muita imaginação. Comecei a imaginar minha irmã nua, de pernas abertas e gemendo. Algo tava mudando e meu pau dava certeza disso. Depois de chupar minha buceta, continuou ela, ele me penetrava com força, sem dó, eu com a buceta encharcada e ele já molhado de líquido pré-seminal, a resistência era zero e a lubrificação máxima. Ele conseguia foder num ritmo do caralho por uns 15 minutos, onde ele geralmente me tirava mais uns dois orgasmos, normalmente o último junto com o dele. Senti como ele gozava dentro de mim e me enchia por dentro, não aguentei e gozei que nem uma louca. A verdade é que isso eu sinto falta, disse ela, roçando sutilmente a entreperna. Eu, nessa hora, tava com a pica que ia explodir, estava encharcado de suor e a barraca que se formava por baixo da minha calça era mais que visível. Obviamente, Inma percebeu minha ereção, olhou pra ela, me olhou nos olhos, fiquei paralisado com aquele olhar, pegou um lenço, me deu e disse: "Vai, alivia isso aí que vai te dar câimbra!" E saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. Claro, fiz uma punheta daquelas em homenagem a ela, imaginando que era eu que tava metendo nela feito um bruto, pena que a punheta foi tão curta, em menos de 2 minutos eu tava gozando como se nunca tivesse gozado antes, o relato da Inma junto com o corpo gostoso dela tornaram isso possível. Depois de limpar toda a porra, fiquei pensando no que tinha acabado de rolar: me masturbei pensando na minha irmã, e com certeza ela já sabia que eu não só tava batendo uma, mas que tava pensando nela. Por um momento, fiquei na dúvida se isso era certo ou errado, logo percebi que não podia ser errado, não tinha enganado ninguém, só me masturbei, sim, pensando na minha irmã, mas porra! A Inma é muito gostosa, acabamos de ter uma conversa super quente e ela não pareceu se importar, então não dei mais importância.

Quando saí do meu quarto, fui procurar a Inma pra ver se ela queria sair pra tomar algo, não encontrei ela no quarto e achei que tivesse no banheiro, fiquei fantasiando que ela tava se masturbando, até encostei o ouvido na porta e pareceu que ouvi um gemido, minha mente tarada tava a mil e minha pica levantou de novo. Aproveitei pra ligar pra Sara e, torcendo pra que os pais dela não estivessem em casa, poder ir transar, pra ver se me acalmava um pouco.

Cheguei na casa da Sara, por sorte os pais não estavam, eu tava meio Inquieto, muito excitado, e nem uma hora tinha passado desde que eu tinha gozado. Começamos a brincar na cama dela e lembrei do que a Inma tinha me contado há pouco, fiquei a mil, peguei a Sara e arranquei a calcinha fio-dental e o sutiã, joguei ela com força na cama e comecei um boquete de buceta que a Sara nunca tinha curtido na vida. Comia ela de um jeito selvagem, na minha cabeça se misturava o que eu tava fazendo com imagens da Inma, não acreditava, tava fantasiando com minha irmã enquanto chupava a buceta da minha namorada. A Sara gritava como possessa anunciando o orgasmo, lambi e lambi com mais força, prendi o clitóris dela entre os dentes bem de leve e a Sara explodiu num orgasmo tremendo que molhou minha cara, nunca tinha visto ela gozar daquele jeito. Sem tempo dela reagir, me levantei e enfiei até o fundo, a Sara foi pega de surpresa, mas parece que não desgostou da ideia, porque logo voltou a gemer como uma putinha. Eu fodia ela como nunca tinha fodido na vida, o ritmo era infernal, olhava pra cara da Sara, mas só conseguia ver a cara da Inma pedindo mais e mais. Quando a Sara falou que ia gozar, não aguentei mais e gozei dentro dela, era a primeira vez que gozava na buceta dela sem camisinha, foi maravilhoso. A Sara sentiu os jatos de porra quente dentro dela e deu a impressão de gozar de novo, porque o orgasmo dela durou muito mais. Eu tava confuso, tinha acabado de dar a melhor foda da minha vida, com a mulher que mais amo, mas não conseguia tirar minha irmã da cabeça.

Depois de nos vestirmos, me despedi da Sara dando a desculpa que com a volta da minha irmã, meus pais queriam que a gente jantasse junto, sem dar tempo dela falar nada, dei um beijo quente na boca dela e fui embora. Durante o caminho pra casa, não parava de pensar no que tinha acontecido, como era possível não conseguir tirar a Inma da cabeça, tinha que fazer alguma coisa ou ia ficar louco. Quando cheguei em casa, meus pais estavam me esperando pra jantar. A Inma chegou às Salão com um shortinho, bem curtinho, e uma regata, sem sutiã por baixo, basicamente do jeito que ela sempre se veste pra ficar em casa. O problema é que essa situação agora realmente me deixava perturbado. Mal consegui comer um pedaço, não conseguia tirar os olhos da Inma, ela estava radiante, sorrindo, brincando com meus pais e que buceta! Ela é uma gostosa. Eu pensava no babaca do Diego, em como era possível ele ter deixado escapar uma mulher daquelas.

Terminamos de jantar e fui pro meu quarto pensar no que podia fazer com essa situação que estava saindo do meu controle. Dez minutos depois, a Inma chegou e sentou na cama, me perguntou se estava acontecendo alguma coisa, que tinha me visto muito ausente durante o jantar. "Não estou com nada", respondi, "só estou meio cansado, e você, como está?" "Melhor, desde que voltei pra casa e principalmente desde que você voltou. A verdade é que me fez bem sair de lá e voltar pra família", respondeu minha irmã. "A única coisa que sinto falta, e acho que vou ficar um tempinho sem, é sexo. Tô que não me aguento, com o Diego eu transava quase todo dia, e já tô há uns 5 dias sem dar. Entre a despedida, aquele pauzão do bombeiro e a imagem do Diego comendo o cu da Tânia — que me corrói por dentro, mas à noite é uma imagem que não sai da minha cabeça, e o pior de tudo é que me excita", ela confessou, ficando vermelha. Eu tava começando a esquentar de novo. "Bom, sempre te resta 'se consolar' sozinha", respondi quase gaguejando. "Sim, isso sim, mas quando você já provou uma rola boa e tá acostumada com sua dose diária, uns dedinhos não saciam a mesma coisa, são tipo a metadona do sexo." Enquanto minha irmã falava, eu não conseguia evitar de escanear toda a anatomia dela: os peitos firmes, de bom tamanho, sem serem exagerados, mas de bom tamanho, coroados por uns mamilos eretos e umas auréolas grandes. Uma barriga lisa, umas coxas bem torneadas que se encontravam numa pequena montanha. Puf! Eu tava ficando louco. Isso não podia continuar assim. Enquanto ela continuava falando, eu mal prestava atenção, até que parei de ouvir a voz dela, olhei pro rosto dela e vi que ela estava concentrada olhando alguma coisa. Segui o olhar dela e vi, horrorizado, que a cabeça da pica tava saindo pelo elástico da minha calça. Minha ereção era tão grande que tinha conseguido escapar da prisão de pano. Rapidamente guardei ela, e minha cara mostrava uma vergonha que crescia a cada instante. Inma não pareceu dar muita importância e simplesmente caiu na risada. Ela comentou: "Poxa, parece que a Sara não te alivia o suficiente, hein? Vejo que você anda o dia todo 'doidinho'..." Eu não sabia o que dizer pra ela, os segundos pareciam horas, só queria que a terra me engolisse. Foi ela quem amenizou as coisas ao dizer: "Ei, gatinho! Não se preocupa, é normal. Com esse calorão, todo mundo de roupa leve, é normal você ficar assim. Eu, sem ir longe, hoje já meti 3 dedos, e acho que antes de dormir vai um quarto..." Sem me dar tempo de reagir, ela se levantou e saiu do meu quarto: "Vou ver TV um pouco", e foi pra sala. Eu mal prestei atenção nela, tava hipnotizado olhando a bunda linda dela. Foi ela fechar a porta e eu tirei a pica pra começar outra sessão de punheta às custas da minha irmã. E, igual da outra vez, não demorei nem 3 minutos pra gozar — só de imaginar ela pelada se masturbando foi tudo que precisei.

Agora sim eu tava perturbado. Tava ficando obcecado pela minha irmã, e isso não podia ser bom. Eu sentia até vergonha de olhar pra ela, ainda mais sabendo da punheta que tinha acabado de bater em homenagem a ela. E o pior era pensar que ela sabia que eu tinha acabado de gozar — talvez o que ela não soubesse é que foi pensando nela. Fiquei no computador jogando um pouco e acabou ficando tarde. Fui no banheiro mijar antes de dormir e, como se fosse um sussurro, ouvi um barulho no quarto da Inma. Intrigado, me aproximei, encostei o ouvido na porta e consegui escutar: "Sim, Diego... Forte, me dá forte, igual que pra puta da Tânia, forte que eu vou gozar, vamos mais rápido, pelo cu,,,!”, eu não podia acreditar, a poucos metros da minha irmã se masturbando, pensando no filho da puta que tinha enganado ela, fantasiando que era ela que ele tava fodendo e eu na porta do quarto dela com outra ereção de campeão. Bati uma de novo ouvindo ela, gozei rápido de novo, no mesmo instante que um suspiro abafado ecoou no corredor, a Inma tinha gozado. Me limpei e corri pro meu quarto. Não aguentava mais, tinha gozado 4 vezes num dia e 3 tinham sido batendo punheta pensando na minha irmã, aí caí nos braços de Morfeu.

No dia seguinte acordei meio confuso, as histórias que a Inma tinha me contado ainda rodavam na minha cabeça, e meu pau, pra variar, continuava pensando nisso. Tive que dar um tempo. Quando levantei não tinha ninguém em casa, ainda bem, podia tomar um banho relaxado e esquecer um pouco da Inma. Passei o dia quase todo fora, fiquei com a Sara, tentando esvaziar a mente, umas duas vezes ela insinuou a gente se esconder e dar uma trepadinha, mas eu me fiz de desentendido, não tava com corpo pra continuar gozando e além disso a imagem da minha irmã voltaria na minha cabeça. Cheguei tarde em casa naquele dia, tentando evitar a Inma, e parece que consegui, quando cheguei todo mundo já tava deitado. Ia dormir, mas antes passei no banheiro pra esvaziar a bexiga, e quando voltei pro meu quarto ouvi de novo um barulho do quarto da Inma, como instinto me aproximei e ouvi ela se masturbando de novo “Vai, Diego, filho da puta, me fode do jeito que só você sabe, me dá duro, me fode como a puta que eu sou” e claro que tive que bater uma, e igual na noite anterior gozei quando ouvi ela gozar. Essa situação tava me dominando e eu não via melhora, porque amanhã a gente ia na casa do Diego pegar as coisas da Inma pra ela se instalar de novo em casa.

Deitei pensando que, bom, Com o tempo, isso ia se normalizar, eu voltaria a ver a Inma como o que ela é, ou seja, como minha irmã, e as coisas voltariam ao normal. Como eu estava enganado...

De manhã, acordei cedo. Tinha combinado com a Inma umas 10:00 pra ir logo ao apartamento pegar as coisas antes que o calor ficasse insuportável. A gente tava num dos verões mais quentes que já se viu, e o verão em Madri é muito seco e muito sufocante. A gente tinha que pegar um monte de coisa, porque o término era definitivo e a Inma queria todas as coisas dela. A gente tomou café da manhã juntos, falando de coisas bestas. Ela me perguntou como é que tinha sido ontem, que não tinha me visto o dia inteiro, se a Sara tinha me dado uma canseira e se eu tava mais tranquilo. Porra! De novo puxando o assunto do sexo. Menti pra ela e respondi que sim, que a gente tinha transado como uns loucos, numa tentativa de convencer ela e mudar de assunto, mas teve o efeito contrário, porque ela ficou curiosa e começou a perguntar: "E aí, como foi? Já tá mais sossegado?" Eu, na real, tô cada vez pior, vou acabar gastando os dedos, hahaha! Ela ria como se tivesse contado uma piada. Tive que dizer que continuava com o mesmo tesão o dia todo, que não importava quantas vezes a gente fodesse ou quantas vezes eu batesse uma, eu continuava no fogo. "Te entendo, maninho, eu tô na mesma, mas pelo menos você tem com quem desabafar, eu me acabo na punheta..." A conversa tava ficando muito quente, e eu mais quente ainda. Meu shortinho de pijama não conseguia esconder a ereção. A Inma percebeu, viu a barraca armada enquanto eu arrumava a mesa, e o que ela disse me deixou pasmo: "Vai, acalma isso aí e vamos embora, que a gente vai se atrasar. Nos encontramos no carro em 15 minutos. Eu vou pro meu quarto... bom, pra... vou pro meu quarto me amar..." E fez um gesto com dois dedos da mão direita. Depois disso, saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. Obviamente, fui bater uma, mas em vez de ir pro meu Quarto, fui tentar escutar minha irmã. Dessa vez ela tinha deixado a porta meio aberta e dava pra ver uma frestinha. Olhei por ela, com a pica na mão. A visão era fabulosa, minha irmã deitada na cama se masturbando que nem uma condenada. Ela tava debaixo dos lençóis e não dava pra ver nada da anatomia dela, só intuir a silhueta, mas o simples fato de vê-la assim já foi o suficiente. Gozei batendo uma só duas vezes...

Depois disso, eu tava meio ausente. Fomos alugar uma van pra levar todas as coisas pra casa. A verdade é que tinha muita coisa pra carregar, porque não era só roupa, tinha também o computador, a bicicleta ergométrica, alguns móveis, etc, etc. No fim, entre a sessão de punheta da manhã, ir alugar a van e começar a carregar, já eram 14h, o calor era infernal. Eu tava de shorts e nessa altura já tava sem camiseta, todo suado. A Inma tava com um legging bem curto, que marcava perfeitamente a tira da calcinha fio dental sumindo na bunda dela. Os lábios da buceta marcavam no legging como se estivessem sorrindo. Em cima, uma regata completamente suada e grudada nos peitos. A visão que eu tinha era muito excitante, e eu não conseguia tirar os olhos dela. Quando chegasse em casa, ia cair mais uma punheta em homenagem a ela. Não batia tanta punheta desde os 15 anos.

Quando já estávamos terminando, fomos no banheiro pegar as últimas coisas. Ao terminar, demos uma volta procurando mais alguma coisa. Ao passar pelo banheiro, a Inma soltou outra das suas pérolas. Porra! Se tem uma coisa que vou sentir falta além da pica do Diego é da banheira de hidromassagem, que maravilha. Num canto do banheiro eles tinham instalado uma banheira de hidromassagem. O banheiro era grande e a banheira combinava com ele. Calculando, cabiam umas 4 pessoas sem muito problema, então 2 pessoas ficariam à vontade. E como se lesse minha mente, a Inma confessou: a quantidade de gozadas que o Diego e eu já demos aí dentro, filha da puta. Quantas ela já deve ter comido também...

A gente já tava saindo do apartamento, quando antes de fechar a porta a Inma pulou: "Que delícia! Não vou ficar sem um último banho, ainda mais com esse calorão." Ela foi pro banheiro e eu ouvi a torneira abrir. Cheguei perto e vi que ela tava enchendo a banheira de hidromassagem. Perguntei: "Vai tomar banho agora?" "Como você adivinhou?", respondeu ela tirando os tênis, "e não vou tomar só eu, a GENTE vai tomar, porque esse calor tá um inferno." "Qual é, Inma, não seja boba, vamos pra casa que já é hora de almoçar, além do mais, não trouxe sunga", respondi como pude. "Ah, eu também não trouxe, ou você acha que eu carrego sunga pra todo lado?", e depois de falar isso, começou a se despir.

Eu fiquei parado, perto da porta, observando incrédulo o que ia ver. Primeiro, ela tirou os tênis e jogou de lado, depois as meias. Eu ainda olhava sem acreditar, mas meu pau já começava a reagir. A próxima coisa que vi foi o que me fez ficar duro de vez: devagar, ela foi tirando a camisa, enrolando no próprio corpo enquanto passava pela cabeça. Tava toda suada e custou a tirar. Depois da camisa, começou com a calça, foi abaixando aos poucos, e na posição que ela tava, de costas pra mim, tive uma visão perfeita da bunda dela. Meu pau lutava pra sair... Finalmente, tirou a calça, depois o sutiã. Da minha posição, não dava pra ver nada ainda, mas dava pra ver um pedaço dos peitos dela pelo lado. Aos poucos, ela se abaixou e tirou a calcinha fio dental. Tava completamente nua, a só dois metros de mim. A mulher mais foda que já vi na vida, a obsessão que me perseguia há alguns dias, tava nua do meu lado. Esse processo durou uns dois minutos, mas pra mim pareceram horas...

Sem dizer nada, deu os poucos passos que faltavam até a banheira e mergulhou. Foi pro lado oposto da banheira e ficou olhando pra mim. Por Primeira vez que pude contemplar suas tetas preciosas, desafiadoras, empinadas, com os mamilos eretos e nuas. Era hipnótico, era uma imagem altamente atraente. E lá estava eu, parado feito um idiota, completamente duro e observando uma Deusa de carne mergulhada na água.

Tal devia ser minha cara de otário que a Inma me tirou dos meus sonhos com seu jeito peculiar de se expressar: "Vem, menino, que tá babando, para de me olhar assim, tira a roupa e entra na jacuzzi comigo". Sem pensar e como se não pudesse reagir, fiz o que ela disse, fui tirando a roupa aos poucos mas sem parar de olhar pra ela. Quando só restava a cueca, hesitei um pouco, mas no fim, a ereção era mais que visível, então não tinha mais volta, me livrei da última peça. Inma ficou com o olhar fixo no meu pau ereto, eu me sentia meio desconfortável com a sensação, mas logo meu estado mudou pra orgulho quando ouvi Inma dizer: "Caralho, que cock yummy que meu irmão tem". Olha, não é que eu tenha uma cock igual ao Nacho Vidal, porque não tenho, mas nunca tive reclamação das mulheres que eu comi.

Meio hesitante, fui andando até a jacuzzi, entrei, a água estava fresquinha e até meus mamilos mostraram isso. Logo agradeci a temperatura da água, porque entre o calor e a situação, eu estava suando. Sentei na frente da Inma, observei ela atentamente e não consegui evitar soltar um "Porra, mana, como você é gostosa!!!" Não percebi o que tinha acabado de falar até terminar a frase, e Inma, em vez de se encanar, me respondeu: "Pois é, o irmão que eu tenho, que corpaço e que cock ele tem, a Sara deve estar bem satisfeita". Depois disso, caímos na risada, e de repente a situação ficou super confortável, começamos a conversar como se estivéssemos sentados no sofá de casa, só que eu não conseguia parar de olhar pras tetas dela. Tão evidente que Inma já teve que falar: "Ei, se você gosta tanto delas, pode pegar". tocar, que não acontece nada. Como se em vez de um comentário fosse uma ordem, estendi a mão e a aproximei de um peito. Peguei na teta esquerda dela, um arrepio percorreu minhas costas, primeiro pesei o tamanho, depois rocei um pouco o mamilo, a Inma soltou um suspiro, "ummmm, quanto tempo que não sentia uma mão que não fosse a minha" sussurrou, entendendo isso como um convite estendi a outra mão e rocei o outro peito, os mamilos dela tinham crescido e ficado enormes, as tetas estavam um pouco mais duras que no começo. Inma já não me olhava, tinha os olhos fechados e a boca entreaberta, dava pra ver que ela estava curtindo minhas carícias, e eu estava no paraíso. A verdade é que já não questionava nada, só queria aproveitar o momento.

Notei movimento na banheira, a água me indicou que algo se mexia, mas não conseguia adivinhar o que era. Eu com certeza não estava causando porque minhas mãos estavam fora d'água, sobre as tetas da Inma, olhei pra ela, bom pra ela já estava olhando, mas olhei pra outro lugar que não fossem as tetas dela e vi que um dos braços dela se mexia debaixo d'água, logo entendi que ela estava se masturbando. Por um momento hesitei e parei minhas carícias no peito dela, Inma percebeu na hora e pediu, quase implorou, "por favor, não para, agora não. Tô quase lá" Isso me excitou e aproximei minha boca de um peito começando a lamber, chupei um mamilo, era grande e duro, Inma voltou a se masturbar, dessa vez o movimento do braço era frenético, ela começou a gritar "Não para, não para, não para pelo amor de Deus, que eu tô gozando, tô quase lá, continua assim, assim, assim…" eu mal a ouvia, toda minha concentração estava em dar a ela o máximo prazer que pudesse. Logo começaram os espasmos e os gritos, ela estava gozando, "Vai irmãozinho, já tô chegando, um pouco mais, assim, assim, não para, tô gozando, tô gozando, tô gozandoooooo" o orgasmo foi intenso e longo. Parei de lamber as tetas dela, olhei pra cara dela, ela tinha uma expressão de felicidade. Incrível. O movimento do braço já tinha parado e ela ainda estava se recuperando do orgasmo intenso. Ela se aproximou de mim, me deu um beijo suave nos lábios e disse "obrigada, irmãozinho, era disso que eu precisava" e estendeu a mão até pegar na minha pica, eu tinha me esquecido do meu próprio prazer, só queria que ela aproveitasse, mas agora sentia o tesão no meu corpo. Primeiro ela avaliou o tamanho, e mesmo com a água fresquinha, a pica estava num tamanho que eu não lembrava de ter visto antes, aos poucos foi deslizando pelo tronco até pegar nas bolas, brincou com elas como se fossem bolinhas chinesas, voltou a subir pelo tronco até alcançar a cabeça da pica, roçou ela de leve com a mão, um arrepio percorreu toda minha espinha e por pouco eu não gozei naquele exato momento, ela abaixou um pouco a mão, pegou o tronco da pica e começou a me masturbar, o movimento era bem lento, a sensação era maravilhosa. Eu estava de olhos fechados, aproveitando com todos os sentidos o momento mais excitante da minha vida, quando abri os olhos, vi a Inma, radiante, gostosa, aproveitando a masturbação que estava me fazendo, parecia até que estava gostando mais do que eu. Ela me fez levantar um pouco para sentar na borda da jacuzzi, eu não entendia o que ela queria, mas obviamente não ia discutir. Quando sentei na borda, uma ideia passou pela minha cabeça, e eu não me enganei. Agora minha pica estava completamente fora d'água, Inma se aproximou dela, primeiro deu um beijo suave na ponta, depois foi dando beijinhos por todo o tronco até chegar nas bolas e até colocou uma delas na boca, era a primeira vez que ela fazia algo parecido comigo e a sensação era muito gostosa. Pouco depois, fez o mesmo caminho, mas ao contrário, quando chegou na cabecinha, enfiou ela na boca, foi descendo, descendo até engolir ela inteira, era incrível a capacidade de mamar da minha irmã. A situação estava me dominando, eu não aguentava mais e deixei isso claro pra ela. Inma, Nena, não aguento mais, vou gozar. Isso parece que a deixou ainda mais excitada e acelerou o ritmo, meu orgasmo está muito próximo e nada poderia evitá-lo. O ritmo de Inma era tão intenso que, em vez de chupar, ela estava me masturbando com tudo e com a língua lambia minha cabecinha, eu olhei fixamente para a cena e explodi num orgasmo como nunca. O primeiro jato entrou até a garganta, os seguintes foram ficando na boca até simplesmente parar sobre a cabecinha. Inma novamente colocou na boca e chupou até deixar bem limpinho. Depois disso, ela se levantou, por alguns segundos a vi completamente nua, a 30 cm do meu rosto, molhada e úmida, ela se abaixou sobre mim, seus peitos balançavam diante do meu olhar atento. Ela se aproximou do meu rosto e me deu um beijo, eu a esperava de boca aberta, queria sentir sua língua, precisava sentir sua língua, o que eu não esperava era que Inma ainda tivesse minha gozada na boca, que na hora se movia de uma boca para a outra. A sensação foi muito estranha, eu estava beijando minha irmã e compartilhando minha própria gozada com ela, mas naquele momento eu não ligava. Nos separamos e um fiozinho de sêmen pendia de uma boca para a outra. Inma foi incrível, eu disse, mas ainda não terminamos, tenho a buceta encharcada e até eu ficar satisfeita você não vai sair daqui, ela respondeu com uma cara de safada que nunca vi em mulher nenhuma. Nos enganchamos de novo e unimos nossas línguas novamente, começamos a percorrer nossos corpos.

Ela acariciava minha rola, ainda mole, eu tocava seus peitos, a buceta, curtia a bunda dela, busquei nela até chegar ao ânus e aos poucos fui acariciando, roçando, sempre com movimentos sutis e bem suaves. Logo minha rola foi crescendo de novo. Vem, irmãozinho, me mostra do que você é capaz, disse Inma num tom desafiador. Peguei ela pela mão, tirei da jacuzzi e mandei ela sentar na pia, me inclinei um pouco e comecei a lamber a buceta dela, que maravilha, cheirava como a melhor das... manjares, o clitóris tava perfeitamente visível, desafiante e fora do esconderijo. Os lábios tavam enormes, inchados e rosadinhos. Eu tava realmente curtindo a comida de buceta que tava fazendo na minha irmã, e pelo jeito, pelos gemidos dela, ela também tava gostando. Meu pau já tava no auge, parei de lamber, a Inma reclamou, mas quando viu minhas intenções, sorriu. "Você vai foder sua irmã? Vai ser um filho da puta tão vadio que vai comer sua irmãzinha?" As palavras dela me esquentavam ainda mais. Aproximei a cabeça do pau da entrada da buceta dela, tava quente, molhada e apetitosa. Devagarzinho, fui penetrando. "Assim, filho da puta, assim! Fode sua irmãzinha!" Ela não parava de repetir frases desse tipo. "É isso que você gosta? Que seu irmão te foda? Que gostosa você é!" Respondi. Meu comentário agradou ela e a animou: "Vai, filho da puta, fode rápido, que não se diga, mostra pra gostosa da sua irmã como você fode, vai, filho da puta, me fode forte."

Dito e feito, como naquela posição eu não conseguia me mexer muito rápido, forcei ela a mudar de posição, tirei o pau, mandei ela descer da pia, virei ela e, por trás, penetrei a buceta dela. Nessa posição dava pra foder rápido, e logo comecei num ritmo frenético. Enquanto eu fodava ela por trás, a Inma começou a se esfregar o clitóris. Vendo isso, só consegui falar: "Porra, a menina, não basta tão fodendo, ainda tem que se masturbar ao mesmo tempo? Então vai se foder..." Ela não dizia nada, não conseguia, só gemia. Tirei as mãos das cadeiras dela, com uma mão abri as nádegas dela e com um dedo da outra fui enfiando devagar no cu dela. No começo mal entrava, tive que cuspir umas duas vezes no cu dela e, fazendo um pouco de força, consegui enfiar meio dedo. Comecei a mexer devagar, e quando já entrava fácil, enfiei dois dedos e repeti o processo. A Inma me implorava pra não parar de foder, que tava quase gozando. Isso me motivou e enfiei um Terceiro dedo no cu. Inma, ao sentir isso, começou a gozar de novo, os espasmos eram exagerados, e os gritos deviam estar ouvindo no prédio inteiro. Eu não tinha gozado, na verdade ainda tava com gás, então continuei fodendo no mesmo ritmo. Inma me implorou pra parar, que agora tava muito sensível e que se eu continuasse ela ia mijar, a ideia me seduziu, mas tirei os dedos do cu dela e isso me seduziu mais. Sem perguntar, tirei a pica da buceta e, de uma só vez, enfiei no cu dela. Peguei ela de surpresa, "não pelo cu não, filho da puta!", ela disse ao sentir o cu cheio, eu não liguei, tava no paraíso. O cu dela era bem mais apertado que a buceta, as paredes apertavam minha pica, a sensação era indescritível. Nesse ponto, eu não tava ouvindo ela, só via uma meta: encher os intestinos dela com meu leite.

Pouco depois de foder ela pelo cu, Inma começou a ofegar de novo, tinha enfiado 2 dedos na buceta e com a outra mão esfregava o clitóris. Vai, filho da puta! Arrebenta o cu da puta da sua irmã, goza dentro dele. Enche meu cu como antes encheu minha boca. As palavras dela fizeram minha gozada se aproximar, eu queria atrasar, queria que isso não acabasse, mas não dava. Empurrei mais 3 vezes e comecei a gozar dentro do cu dela. Apertei o máximo que pude até minhas bolas ficarem coladas, gozei o mais fundo que consegui. E Inma, ao sentir os jatos de esperma inundando os intestinos dela, gozou de novo, as pernas fraquejaram, tive que segurar ela pra não cair, mas assim era complicado, não tive escolha a não ser tirar a pica do cu dela pra segurar melhor. Quando já tava bem segurando ela, olhei pro cu dela, meu leite começava a escorrer e misturado com ele um pouco de sangue…

Ela me olhou nos olhos e disse, Valeu, irmãozinho, com esse você me deixou tranquila por pelo menos uma semana, então foda-se, semana que vem a gente repete. Nos fundimos em outro beijo tórrido. Depois disso, nos limpamos, nos Nos vestimos e voltamos pra casa. Eram 16h e a gente tinha passado 2 horas transando igual uns loucos. Comemos, tiramos um cochilo e a vida voltou ao normal. Pra bem ou pra mal, 3 dias depois disso, Diego implorou pra Inma dar outra chance e ela não soube negar. No dia seguinte, ele saiu de casa de novo. Nunca mais a gente transou, mas sempre que posso, bato uma punheta em homenagem a ela, lembrando daquela manhã.

Espero que tenha gostado e se excitado tanto quanto eu gostei e me excitei escrevendo isso. Aguardo seus comentários e até a próxima.

Quem comenta e não dá pontos, fica com a pica dura.

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32 comentários - Minha irmã despeitada

Jaja me tuviste entretenido leyendo, muy buena historia y post 🙂 q va carnal 🤤
lindo relato!! lastima las faltas de ortografia q tiene....... gracias por compartir
pero no podi negar q esta muy bien narrado 😛 ......divertidisima 😃
buen ralato, bien narrado bien caliente, gracias por compartirlo
que buen relato!! se me puso duraaaa!! pasate por mis post, y si podes dejame algunos puntitos porque me fatan poquitos para ser NFU...saludosss!!!!
mr_3x +1
:alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba:

que buen relato
KfedeC
mr_3x dijo::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba::alaba:

que buen relato



Me Puso al PALO!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Buenisimo!!!!!!!!!!!!
muchas comentar por tu relato, muy bueno

(comentar es agradecer)
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
me has dejado bn erecto con el relato
OMFG io le tngo ganas es a una amiga y a una prima q cada vez q las veo en ropas menores se me forma una tienda de campamento enorme! y cuando tngo la oportunidad me hago UN SUPER PAJAZO recordandome de sus cuerpazos 🤤 🤤 🤤 por cierto muy wena historia! me la dejo muuuuuuuy duraaa xD ojala io pudiera follarme a mi prima o a mi amiga de esa manera tan bestial! ufffffff es el sueño de mi vida! 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
jajajaja...vivo en cadiz...presentame a tu hermana,,,,jajaajaj
Muy bueno es la historia amigo... Yo tambien tengo una hermana que esta buenisima y me la coji jajaja
marcelo87hot dijo:Gracias a todos por sus comentarios!!!
Hagamos esta comunidad mas grande cada dia!!!!! 🤘 🤘 🤘 🤘

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si comentar es agradecer... ¿por qué sos tan pésimo comentarista?
Fue muy bueno, no sabes lo que me entretubo.. 😉
creo que ya es hora de que seas full

te dejo +10 y bienvenido a la nueva categoria
zvlv
Pero que suerte la tuya!, aunque rico haberle llenado el coño.
Simplemente espectacular, deberías seguir escribiendo son geniales tus aportes, gracias por compartir!!!
LuJara
Excelente tu relato.... Me dejo supercaliente, y ahora mismo me voy a hacer una paja pensando en tu hermana y la mía.
Me re calento,muy bueno..Me gustaria cojerme a mi hermana jaja jaja