La amiga de mi vieja

Bom, sou usuário há bastante tempo e acho que chegou a hora de tentar retribuir um pouquinho, nem que seja, de tudo que esse site me deu. Então, meu primeiro post vai ser um relato de uma história real que aconteceu comigo há 1 ano.

A amiga da minha mãePrimeiro, vou contar que sou um cara de 22 anos que, mesmo não me achando gostoso, dou meus jeitos pra conseguir o que preciso pra me divertir. Sou baixinho, moreno e, graças a Deus, me considero muito bem dotado na hora de mostrar o que é meu. Além disso, sempre me disseram que sou muito chegado quando conheço gente nova.

Essa última qualidade me ajudou pra caralho a concretizar essa história que vou contar. Acontece que minha mãe tá terminando o ensino médio num desses programas do governo pra adultos, por isso começou a conhecer muita gente nova. E nessa galera nova, conheceu uma mulher, 34 anos, solteira, sem filhos, e ficou bem amiga dela, então ela passou a visitar a gente em casa direto.

Ela se chamava Daniela e era de Salta. No começo, não achei nada demais, mas com o tempo (e a chegada do verão), ela começou a aparecer com roupas mais chamativas, regatas justas que marcavam uns peitos incríveis que não sei como não tinha notado antes, e shorts brancos ou de cores claras que sempre marcavam as tanguinhas que ela usava, que eram minúsculas.

Nem preciso dizer que a saltenha começou a fritar meu cérebro de um jeito foda. Nunca tinha reparado nela antes, mas agora eu buscava desculpas pra ficar em casa e ficar de olho nela por todos os lados. Mais de uma vez me tranquei no quarto depois de um tempo pra bater uma porque não aguentava mais! Precisava fazer alguma coisa. Então, coloquei todo meu esforço pra ela perceber que me deixava louco, jogando umas indiretas ou olhando com muita vontade, mas não recebia nenhuma resposta clara.

Ela morava sozinha, então tive a ideia de fazer uma jogada bem escrota, mas que talvez funcionasse: Apareci na casa dela uma noite "bêbado" umas 6 da manhã, pedindo pra ficar um pouco porque não queria ir pra minha casa naquele estado. Ou seja, a desculpa era super óbvia e manjada, mas eu queria avançar, pra bem ou pra mal, e ver no que dava. Fala, tava muito afim dessa negona gostosa.
Ela tava vestindo um short daqueles de algodão tipo pijama e uma camisetinha velha, nada sexy, mas só de ver ela assim já foi o suficiente pra me deixar louco de tesão.
Resumindo, ela deixou eu entrar, óbvio, e com a desculpa do álcool na cabeça, comecei a dar em cima dela sem nenhuma restrição, falando umas besteiras mas indo direto ao que eu queria.

— Sabe que você me deixa doido, né? — me veio na cabeça falar.
— Por quê? O que eu te fiz? — ela respondeu com um sorriso...

Puta merda! Assim que notei aquele sorrisinho, fui com tudo e falei tudo o que ela me causava só de olhar, como me deixava maluco e tal... e foi aí que me aproximei e, no tudo ou nada, roubei um beijo.
No começo ela hesitou, mas foi se soltando e entrou no jogo.
Eu não acreditava, tava beijando a amiga da minha mãe na casa dela, sozinhos. Nem preciso dizer que desde que cheguei na casa eu tava de pau duro, então na hora peguei a mão dela e levei pro meu jeans, e ela respondeu na mesma hora, desabotoando a calça e tirando meu pau pra fora, que finalmente respirava depois de ficar apertado ali por tanto tempo.

Enquanto ela começou a me punhetar, eu beijava ela e me recostei no sofá. Ela entendeu o recado, se abaixou e, bem devagar (pra aumentar minha loucura), começou a beijar meu pau bem de leve, sem deixar nenhuma parte sem beijar, pra depois passar pra chupada, enfiando tudo na boca e me dando um boquete daqueles de cinema.
Na hora, jorrei um rio de porra, tava muito a mil, e a vontade acumulada foi mais forte que minha força pra segurar um pouco.

Ela sorriu e me olhou com uma cara de safada que nunca vou esquecer, com um pouco da minha porra ainda escorrendo perto da boca, e disse:
— Olha aqui, rapaz, que isso não acaba aqui...Continua...

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