Enrique, el policia

Oi, me chamo Mariela, tenho 28 anos, sou casada desde os 24, por enquanto não tenho filhos, mas pretendo ter em breve. Trabalho como executiva de contas numa seguradora super renomada, estudo sociologia e, até pouco tempo, tinha um blog onde escolhi me expressar do jeito que mais gosto: através do sexo. Infelizmente, deletaram meu blog e fiquei com um monte de coisas pra contar. Por isso escolhi o Poringa pra continuar o que comecei há um ano: compartilhar com vocês minhas próprias experiências, que fui acumulando ao longo da vida, desde que me iniciei nesse mundo maravilhoso na minha já distante adolescência. Eu amo sexo, amo vivê-lo, expressá-lo, senti-lo, cheirá-lo, tocá-lo; vivo e respiro sexo 24 horas por dia. Infelizmente, vivemos numa sociedade hipócrita pra caralho, por isso preciso me esconder no anonimato pra poder me expressar. Nada me daria mais prazer do que gritar aos quatro ventos que sou uma puta e adoro ser, que nasci puta e vou morrer assim, que ser puta não é escolha, puta se nasce, tá no sangue, nos ovários, até na medula. Essa sou eu, sem máscaras, sem falsidade: uma mulher que simplesmente ama a vida, e como todo mundo sabe, vida sem sexo não existe. E eu existo.

Bem-vindos ao meu cantinho no universo, espero que conheçam, que curtam, e façam o que têm que fazer — não precisam das mãos pra ler, hahaha. Um beijão pra todos e espero que me visitem.
ENRIQUE, O POLICIAL


Quatro e meia da tarde. Como sempre, saio do trabalho e me preparo pra ir pra faculdade. Mas… tô com tesão! Me sinto ansiosa, excitada. Tô com vontade de transar. Quero ser comida. Preciso disso com desespero. E vocês já sabem que quando fico assim, não tem nada que me pare, sou capaz de pegar o primeiro que cruzar meu caminho e foder ele até não sobrar uma gota de porra. Normalmente sou uma garota comum, como qualquer outra, meio tímida talvez, não pensem que sou sempre assim, mas quando o tesão aperta, me transformo numa loba faminta por sexo, numa predadora sempre à espreita da próxima vítima. Mas isso não é de repente. Já acordei assim. Se na empresa até tive que ir umas duas vezes no banheiro pra me tocar. Então decido não ir pra aula. Quero pica e vou conseguir.

Esperando o que pode surgir, sento numa mesa de um bar, na calçada, e peço um café, ligada em qualquer um que passe, esperando encontrar entre todos esses transeuntes alguém tão tarado quanto eu.

Não tenho sorte, parece que todo mundo tá imerso nas próprias ocupações. Olho a hora. São cinco e quinze, ainda dá tempo de ir pra faculdade, minha vontade vai ter que esperar pra outra ocasião. Então percebo que esqueci minha pasta no trabalho. Pago o café que mal toquei e volto pra empresa. Ainda deve ter alguém, imagino, nem que seja o pessoal da limpeza.

Ao chegar, bato no vidro, ninguém responde, insisto mais uma vez, então vejo alguém se aproximando por um dos corredores. É o Henrique, o policial, que faz extras como segurança, e cujo principal passatempo é dar em cima de mim. Vive me falando coisas de duplo sentido, e uma vez até chegou a me dizer, meio sério, meio brincando, de me levar pra um motel. Não falei nada, só sorri, mas mesmo tendo outras garotas na empresa, muitas delas solteiras, esses comentários ele só fazia pra mim.

— Que Passou, linda. Ficou com vontade de continuar trabalhando ou é só saudade de mim que te fez voltar?" — perguntou ao abrir a porta, com aquele tom brincalhão tão característico dele.
— Não seja bobo, esqueci uma pasta. Posso entrar pra pegá-la? — perguntei, sabendo que depois do expediente eu precisava da autorização dele pra acessar o escritório.
— Claro que pode, ué. Acha que vou perder essa chance de ter você só pra mim? — continuou zoando, mas será que tava mesmo zoando?
Ele abriu a porta pra eu entrar e depois fechou atrás da gente. Quando passei na frente dele, senti o olhar me varrendo de cima a baixo. Aquela sensação, de me sentir observada com tanta safadeza, me eletrizou.
Caminhei até minha mesa, que fica num dos cantos daquele primeiro andar, com ele me seguindo por trás. E só de saber que, enquanto a gente avançava, ele se deliciava com uma vista privilegiada da minha bunda pequena, me deixava ainda mais excitada.
— Aqui está — exclamei ao chegar, pegando minha pasta oportunamente esquecida.
— Pronto, já pegou o que veio buscar. Agora só falta eu — ele disse, me encarando com uns olhos que me despiam.
Pra vocês terem uma ideia, o Enrique, o policial, é um cara grandão, um armário praticamente, moreno, cabelo bem curtinho, quase raspado. É casado, tem três filhos, claro que isso não impede ele de fazer esse tipo de proposta que vocês mesmos fariam se me tivessem na frente.
— Cê tá sozinho? — perguntei então.
— Tô. O pessoal da limpeza já foi embora, tô sozinho e disponível. Não vai querer se aproveitar e abusar de mim, vai? — brincou.
— Me acompanha até a porta? — falei.
— Então já vai embora — respondeu, resignado.
— Tenho que ir pra faculdade — lembrei, mostrando a pasta.
Começamos a andar até a porta, até que eu parei no meio do corredor.
— Mas quem sabe hoje eu posso faltar — falei, olhando pra ele com malícia.
— Se ficar, juro que não vai se arrepender — ele disse, com os olhos brilhando diante daquilo. oportunidade inestimável que se apresentava.
-É o que todo mundo diz e depois…- brinquei.
-Deixa eu te mostrar, te garanto que até agora nenhuma ficou insatisfeita- ele me confirmou.
-Mas você tem que me prometer uma coisa- avisei então –Disso, nem uma palavra pra ninguém-
-Sou um cavalheiro, Marita, nunca falo das gostosas que eu comi- ele me garante, me chamando como todo mundo me chama (agora vocês já sabem um pouco mais de mim).
Não sabia se confiava ou não nele, mas a tesão era tanta que minha pussy estava fervendo. Deixei minhas coisas, a pasta incluída, em cima de uma das mesas e me aproximei dele. Tinha que ficar na ponta dos pés pra alcançá-lo e ainda por cima ele tinha que se abaixar, mas ele resolveu a situação direitinho ao enlaçar um braço na minha cintura e me levantar como se eu não pesasse nada. Assim, comigo flutuando no ar, nos beijamos de um jeito bem suculento e efusivo, enquanto com a outra mão ele acariciava minha bunda pequenininha. Quando ele me soltou, fui direto, me deixando cair no chão, de joelhos, me vendo de frente com a virilha já inchada dele. Levei minhas mãos até aquele pacote subjugante e comecei a apalpar por cima da calça, sentindo aquela dureza enlouquecedora que já se preparava pra me satisfazer daquele jeito que eu tanto precisava. Desabotoei a calça dele, abaixei o zíper da braguilha e, enfiando os dedos lá dentro, puxei aquele pedaço quente que, já pra fora, se ergueu tão temível e impactante. Enrique, o policial, tinha uma cock à altura das suas características físicas, enorme!, um pedaço grosso e suculento que pulsava com a mesma intensidade que meu clitóris pulsava.
Meu corpo inteiro tremia de excitação, e o único jeito de acalmar era dando uma overdose de cock. Então, segurando com as duas mãos, comecei a chupar com um frenesi intenso, deslizando meus lábios em volta daquele volume brutal que crescia e ficava molhado sem controle nenhum. De tanto chupar, entre minha saliva e os próprios fluidos pré-seminais dele, se formava uma espuminha gostosa que eu me dedicava a saborear com a maior deleitação, sem soltar em nenhum momento aquela porra excelente que se cravava uma e outra vez até no fundo da minha garganta. Quando começou a doer meu queixo de tanto chupar, soltei ele e me levantei, me despindo ali mesmo, entre as mesas de atendimento ao público. Ele começou a fazer o mesmo, mas eu o parei na hora.
— Não… não tira a roupa, quero que você me coma assim, com o uniforme vestido — falei, com a respiração ofegante de tão tesuda que tava.
— Se quiser, posso até te algemar — brincou ele, aceitando de boa meu pedido.
— Por acaso você não gosta do jeito que eu uso as mãos? — perguntei, dando uma roçadinha nele.
— Era só uma sugestão, adoro suas mãos, adoro tudo em você — ele garantiu.
Terminei de me despir e, já pelada, me deitei na mesa que tava mais perto, a da Carolina, uma colega, e abrindo as pernas deixei ele se posicionar entre elas. Antes de tudo, ele chupou bem minha pussy, metendo a língua, chupando, lambendo e sugando meu clitóris de um jeito que inflamava ele até duas ou três vezes o tamanho normal. Desesperada, eu agarrava ele pelos cabelos e puxava ainda mais pra perto, afundando a cara dele na minha pussy, afogando ele com meus fluidos grossos, pedindo pra ele me comer mais e mais, me entregando por completo àquela boca que me destruía sem piedade nenhuma. Aí ele se levantou, o rosto molhado dos meus sucos vaginais, e apoiando a ponta do cock entre meus lábios, enfiou de uma só vez, com uma porrada brutal. Como eu gritei ao sentir ele! Quando a gente deseja tanto uma coisa, é saudável expressar isso direito quando consegue. E eu tinha desejado tanto ter um cock bem enfiado na minha pussy, que ali estava ele, e por isso eu gritava, de gratidão, de satisfação, mais do que realizada com aquele volume magnânimo cujo pulsar furioso ecoava até nos cantos mais profundos do meu corpo. Ele ficou um tempo ali, Enfiado até o talo, aproveitando a maciez aveludada da minha buceta e aos poucos começou a se mexer, cada vez mais fluido, entrando e saindo, deslizando por inteiro.
— Já vai ver, mamãe, eu sei muito bem como atender putinhas como você! — ele dizia entre as enfiadas que me dava, transbordando minha buceta com a carne dele, me preenchendo de um jeito delicioso e gostoso pra caralho.

Eu suspirava e me abria toda pra ele, pedia mais, mais e mais, me deixava comer profundamente, aproveitando cada pedaço daquele pau tão monstruoso. Sem parar de meter, o policial acaricia meus peitos, embora acariciar não seja a palavra certa, na verdade ele aperta, belisca, torce meus bicos, e eu amo isso, não quero que me trate com doçura, não espero delicadeza dele, quero que me coma brutalmente, que me foda sem piedade, que me quebre, que me destrua, que me castigue. E é exatamente isso que ele faz, um policial abusando da sua prisioneira, só a ideia já me excita. Acaricio seu uniforme, passo os dedos pelo distintivo, o símbolo da polícia federal, as estrelas, o crachá com o nome dele, tudo me parece tão excitante. Me agarro nos braços dele e me levanto, colando meu corpo no dele, enlaçando as pernas na cintura dele.
— Mais… mais… me dá mais…! — peço, exijo, louca de prazer e tesão, me movendo junto com ele.

E ele me satisfaz, quicando contra meu corpo a cada estocada, até que a gozada surge inesperada, embora deliciosa e gostosa. Entre suspiros calmos, me deixo encher até o mais íntimo e profundo, aproveitando essa dissolução tão gostosa, buscando os lábios dele para beijá-lo com o entusiasmo lógico do momento.

Bufando exaltado, Enrique, o policial, tira o pau de dentro de mim, já tendo se descarregado por completo, e se joga numa cadeira próxima.
— Não me diga que já jogou a toalha — falo, desço da escrivaninha, viro de costas e, dando um tapa na minha bunda, completo provocante: — Olha que minha rabeta também quer o dela. Porção!
—Mamãe, se prepara porque pra mim isso aqui tá só começando! — ele me fala enquanto começa a se masturbar pra endurecer de novo, mas tá meio difícil.
— Quer uma mãozinha? — falo, me jogando aos pés dele e me ajeitando entre as pernas dele. Começo a lamber as bolas dele, passando a língua nos restos de porra que ainda tão na pele, daí vou subindo devagar, saboreando todo aquele tronco nervudo que aos poucos vai recuperando o brilho perdido. Antes de ficar completamente duro, enfio ele na minha boca e começo a chupar, pra sentir como ele endurece na minha boca, ao mesmo tempo provando o gosto dele e o meu, tudo misturado num só. Não precisei me esforçar muito pra deixar ele duro de novo, porque logo ele se levantou naquele jeito que tanto me excitava, destilando vigor e virilidade por cada veia. Aí voltei pra minha posição anterior, de costas e apoiada na mesa, a raba levantada pra ele, pedindo a mesma atenção que eu tinha dado pra minha buceta. Ele se levantou, chegou perto de mim e, segurando o pau com uma mão, enfiou a ponta bem na entrada, meu cuzinho se abre como um botão na primavera ao sentir aquela pressão gostosa, então ele nem precisa empurrar porque meus esfíncteres sugam ele pra dentro, guardando, envolvendo como se fosse uma luva. Mesmo sendo grosso, ele entra inteiro, me preenchendo com aquele volume imponente que parece ter sido feito só pro meu prazer. Sinto meu cu rasgar quando ele começa a se mexer, fluindo violentamente pelo meu corpo, parece que a qualquer momento vai sair pelo outro lado, que vai me estripar com essas investidas, e eu adoro isso, sentir que tô à beira do estrago. De novo, a gozada chega no melhor momento, intensa, explosiva, caudalosa, inundando minhas cavidades mais íntimas com toda a efusividade dele. É gostoso se sentir cheia pelos dois lados, transbordando de porra, tenho os buracos todos entupidos, nada pode ser melhor. gratificante.
—Que pedaço de puta que você é, Marita! — ele disse, sem tirar ela de dentro ainda.
—Eu gosto mais se me chamar de puta — eu corrigi.
—Você é uma puta danada! — ele falou então.

Descansamos um pouco e recomeçamos. Dessa vez foi no chão, testando as posições mais variadas. Primeiro ele por cima, bem macho e dominador, me esmagando com o corpo enorme dele, depois eu por cima, cavalgando ele num frenesi louco, também de lado, de quatro, as gozadas vinham uma atrás da outra, nenhuma igual à anterior, todas intensas e explosivas, sufocantes, impactantes, arrasadoras…

Já eram quase nove da noite quando saí da empresa. Tinha passado mais de três horas trepando com o Enrique, o policial. E garanto pra vocês: cada minuto valeu a pena.
🤤

38 comentários - Enrique, el policia

gut_12
Bienvenida marita 🤤 🤤 qeremos verte mas seguido 🆒 🆒 te desvirgo con 5 pts 😉
muy buen relato marita, esperamso mas, y porque no alguna que otra foto!
gracias! +5
Excelente relato me dejastes al palo total como me gustaria ser Enrique!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Fatti
la verda un poema.., casi te imagino la cara de viciosa.. felicitaciones lo tuyo es la literatura.. 😃
Excelente relato me dejo al palo total, esperamos mas relatos y fotitos por supuesto.
Tu marido sabe de tu "poesia" o fantasean con trios alguna vez?
Me anoto para ser "Enrique II" ja, ja....................
Bebe23
CHE MUY BUENO....+5 PARA LA BIENVENIDA Y TE SIGO..COSA RARA EN MI PERO BUENO ESPERO MAS RELATOS!! Y PASATE POR LOS MIOS! BESOS QUERIDA!
muy buen relato mamita la verdad que me dejaste al palo dichoso de enrique que pudo disfrutarte!!!! 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳 😳
MArita, es impresinante lo que lograste con tu relato, es muy dificil encontrar esas mujeres que estan en busca de saciar sus placeres, esto lo digo porque a muchos nos pasa buscar entre la boragine y no obtener resultados, pero solo la idea de que seas una mujer y con estos relatos de vida, sacian mi busqueda.
Gracias, gracias por este relato y por lo que lograste crear en mi!
🆒
😉
que calentura que me agarre!!! me encanta que seas putita y que te guste garchar tanto!!
cualquier cosita cuando te agarren esas calenturas me avisas, si?
besito!!
Marita, sos una persona que VIVE el sexo y ademas te expresas como los dioses . . . o diosas. La sensualidad y el decir las cosas bien, tener ese don de la palabra escrita es bien poco comun. Como debe disfrutarte el hombre que este dentro tuyo, santa envidia!!! 😉
Jajajaja... ok, te aviso... ¿te mando un privado? 😃



mandame un privado con tus fotitos y tu telefono!!!!!!!
Andyf
Marita, estuve leyendo un par de relatos tuyos y quedé muy al palo. Acá lei comentarios un poco más contundentes que los míos, pero yo podría decirte que quedé muy encantado con vos 🙂
Me sumo al pedido: cuando te agarren esos dias en que quieras sentirte mujer escribime que seguro voy a estar disponible 😉
Besotes!!!
"Se levanto, se me acercó y sosteniéndola con una mano me embocó la punta de la verga justo en la entrada, mi ojetito se abre como un capullo en primavera al sentir tan agradable presión, entonces ya no tiene que empujar ya que mis esfínteres lo succionan hacia adentro, guardándoselo, envolviéndolo como si de un guante se tratara. "

exquisito , crudo y elevado

estoy ronrroneando de lascivia
Yo hago graffitis,Odio a la policia ,FUCKK THE POLICE!
Pero en este caso como me gustaria ser policia marita y la concha de la lora 🤤
estoy leyendo tus relatos de a poco, me faltan algunos
es re temprano y ya me mojé
jaja
sos muy perra te felicito
+ 10
besitos amiga!!
bicar
como puede ser que recien te descubra?
Hola cielo! Es el segundo relato tuyo que leo, y me enganché. Prometo con palabra de poringuero leerte todos los relatos, y si son reales más caliente me pongo. Todo lo que hagas que sea con amor y pasión
Muy bueno tu relato me encanto y me calentaste me psas una fotos tuyas por probado y si podes tu numero de telefono:p
Veo que tu excelente capacidad para escribir tus relatos viene en tu ADN querida, esa especial y cachonda forma tuya de describir cada una de las situaciones con los detalles más calientes y excitantes, hacen que seas sin duda la MEJOR ESCRITORA de relatos eróticos de Poringa, (sin desmerecer a las otras personas que escriben acá).
Como puedes ver, estoy tratando de leer todos tus relatos, (que como sabes, me encantan), y a la espera que salga del horno el próximo...jajaja
Puedo hacer un pedido extra?
El tamaño de la letra de tus relatos antiguos sería ideal del tamaño actual de tus relatos, una pequeña sugerencia!!
Demás está decirte que el post está buenisimo como siempre linda...Besos!!
💋

Enrique, el policia
Lei el ultimo relato (no me dejo renga, peroo) y me enamore de vos practicamente. Enseguida entre a tu perfil y lei este... obviamente ya tenes un nuevo fan.