Bom, antes de mais nada quero me apresentar pra todo mundo, já que esse é meu primeiro post no P!. Sempre fui um leitor assíduo, mas a partir de hoje vou fazer parte da comunidade.O Coletiveiro.Todo dia pra ir pro trampo, eu pego o mesmo busão, que geralmente é dirigido pelo mesmo motorista. Desde que comecei a curtir minha sexualidade de verdade, ou seja, minha bissexualidade, sempre tive a fantasia de transar com um motorista de ônibus.
Pra começar a criar intimidade com o motorista, comecei a cumprimentar ele todo dia quando subia no busão, até virarmos amigos. Muitas vezes nem pagava a passagem por causa da amizade que a gente tinha. Ele me contava tudo da vida dele, é casado, tem dois filhos (um da minha idade e uma menina de 15), e a gente sempre falava das gostosas que pegam o busão. Um dia que eu tava de folga no trampo, resolvi pegar o busão do mesmo jeito que todo dia útil, e dessa vez falei que ia acompanhar ele até a garagem, porque não tava afim de trabalhar e ia falar pro meu chefe que tava doente.
Ele topou na hora e riu, me chamando de vagabundo, e eu respondi que ele era um punheteiro, já que era casado e não parava de olhar pra todas as gostosas que via. A gente deu umas risadas e seguiu viagem.
Quando chegou na garagem, ele falou que se eu não me importasse, ia descansar no busão, e que eu podia fazer o mesmo, até a hora de voltar pro trajeto de volta. Aceitei de boa, porque a palavra "deitar" me excita pra caralho.
Ele ficou deitado no busão por uns 15 minutos, até que comentou que a mulher dele não dava conta dele há um tempão, e por isso ele olhava pra toda gostosa que passava, e até admitiu que já deixou chupar o pau dele por algum traveco. A conversa tava ficando quente e isso tava me deixando louco. Tentei me segurar e ajudar ele com o problema de casamento, porque parecia sério, mas ele não quis entrar em detalhes. Então a gente continuou falando de gostosas e de tesão. Eu já não aguentava mais, tava com uma vontade do caralho de bater uma.
Naquele exato momento, notei um puta pau duro na calça dele. a roupa que ele tentava esconder com a camisa azul clara, mas deitado daquele jeito dava pra ver o volume saliente na calça dele. Levantei e criei coragem sei lá de onde, me aproximei, ele me olhou e eu rocei o volume dele com uma das minhas mãos. Ele continuava me encarando e não precisou de mais palavras pra eu dar um sorrisinho safado e começar a tirar o cinto. Me ajoelhei quase sem acreditar no que estava prestes a fazer.
Tirei as mãos dele da calça e, me aproximando da boca dele, comecei a beijá-lo freneticamente, quase como se nunca tivesse beijado na vida. Eu tinha muita saliva que compartilhava com ele, a barba dele, feita dias atrás, arranhava meu rosto e isso me deixava ainda mais excitada. Enquanto o beijava apaixonadamente, ia desabotoando a calça dele e tirando os sapatos. Ele ficou descalço, fiz ele se levantar e deixei a calça cair no chão do ônibus. Era impressionante o pau que dava pra ver por baixo daquela cueca preta justa. Sem hesitar, meti aquele pacote na minha boca, com a cueca e tudo, ele gemia de prazer. Enquanto isso acontecia e ele curtia, terminou de tirar a calça e se deitou de novo no banco.
Com meus dentes, comecei a puxar aquela cueca que eu tanto desejava, pra agora sim descobrir que ele era superdotado. Calculei que teria uns 22 por 7 de pau, era impressionante. Acho que ele percebeu que eu tava morrendo de vontade de chupar ele, porque aproximou minha cara rapidamente e fez eu engolir aquele pedaço inteiro de uma vez. Não ligava pros meus engasgos, mas eu também não ligava, tava aproveitando aquele pau delicioso, era um manjar, macio, moreno e peludinho. Fiquei um bom tempo assim, ouvindo os gemidos inesquecíveis dele, parecia que nunca tinha transado antes, porque dava pra ver no rosto dele uma expressão de prazer constante. Ele me pediu por favor pra dar a bunda pra ele, sorri e falei que sim, só se ele topasse chupar a minha primeiro.
No começo ele hesitou, mas depois desabotoou e puxou minha calça junto com a calcinha, começou no começo, chupar com nojo, dava pra ver que nunca tinha feito aquilo, mas pra primeira vez foi bem bom. Deve ter chupado uns 2 minutos quando, com meio cara de nojo, levantou e falou: "beleza, agora a bunda".
Peguei a caixa de camisinha e passei o gel lubrificante que vem junto enquanto ele enfiava a capa no ganso. Me apoiei num banco, abri as pernas, não deu tempo pra muita coisa, porque ele meteu de uma vez. Senti uma dor forte e um ardor do caralho, mas não liguei muito enquanto ele me comia. Ele enfiou a mão na minha boca pra eu não gritar. Ficou assim um tempão, até que ele disse que ia gozar. Pedi pra tomar, então ele tirou a camisinha e me deu toda a porra na boca. Tomei sem desperdiçar uma gota. Ele, meio arrependido, se vestiu rápido e pediu pra eu fazer o mesmo. Me troquei na pressa e esperamos a hora de partir de volta pra casa.
No caminho, combinamos de trocar os celulares pra repetir outra hora, mas até agora tô esperando a mensagem dele e a minha bunda sentindo o pauzão dele.
Bom, é isso que termina esse relato, o primeiro que escrevo pra comunidade do P! Espero que tenham gostado e quero ler os comentários de vocês também. Queria saber o que melhorar, no que fui bem e no que fui mal. Todos os comentários são bem-vindos.
P.S.:O relato é fictício.Mas é uma grande fantasia que eu tenho.
Pra começar a criar intimidade com o motorista, comecei a cumprimentar ele todo dia quando subia no busão, até virarmos amigos. Muitas vezes nem pagava a passagem por causa da amizade que a gente tinha. Ele me contava tudo da vida dele, é casado, tem dois filhos (um da minha idade e uma menina de 15), e a gente sempre falava das gostosas que pegam o busão. Um dia que eu tava de folga no trampo, resolvi pegar o busão do mesmo jeito que todo dia útil, e dessa vez falei que ia acompanhar ele até a garagem, porque não tava afim de trabalhar e ia falar pro meu chefe que tava doente.
Ele topou na hora e riu, me chamando de vagabundo, e eu respondi que ele era um punheteiro, já que era casado e não parava de olhar pra todas as gostosas que via. A gente deu umas risadas e seguiu viagem.
Quando chegou na garagem, ele falou que se eu não me importasse, ia descansar no busão, e que eu podia fazer o mesmo, até a hora de voltar pro trajeto de volta. Aceitei de boa, porque a palavra "deitar" me excita pra caralho.
Ele ficou deitado no busão por uns 15 minutos, até que comentou que a mulher dele não dava conta dele há um tempão, e por isso ele olhava pra toda gostosa que passava, e até admitiu que já deixou chupar o pau dele por algum traveco. A conversa tava ficando quente e isso tava me deixando louco. Tentei me segurar e ajudar ele com o problema de casamento, porque parecia sério, mas ele não quis entrar em detalhes. Então a gente continuou falando de gostosas e de tesão. Eu já não aguentava mais, tava com uma vontade do caralho de bater uma.
Naquele exato momento, notei um puta pau duro na calça dele. a roupa que ele tentava esconder com a camisa azul clara, mas deitado daquele jeito dava pra ver o volume saliente na calça dele. Levantei e criei coragem sei lá de onde, me aproximei, ele me olhou e eu rocei o volume dele com uma das minhas mãos. Ele continuava me encarando e não precisou de mais palavras pra eu dar um sorrisinho safado e começar a tirar o cinto. Me ajoelhei quase sem acreditar no que estava prestes a fazer.
Tirei as mãos dele da calça e, me aproximando da boca dele, comecei a beijá-lo freneticamente, quase como se nunca tivesse beijado na vida. Eu tinha muita saliva que compartilhava com ele, a barba dele, feita dias atrás, arranhava meu rosto e isso me deixava ainda mais excitada. Enquanto o beijava apaixonadamente, ia desabotoando a calça dele e tirando os sapatos. Ele ficou descalço, fiz ele se levantar e deixei a calça cair no chão do ônibus. Era impressionante o pau que dava pra ver por baixo daquela cueca preta justa. Sem hesitar, meti aquele pacote na minha boca, com a cueca e tudo, ele gemia de prazer. Enquanto isso acontecia e ele curtia, terminou de tirar a calça e se deitou de novo no banco.
Com meus dentes, comecei a puxar aquela cueca que eu tanto desejava, pra agora sim descobrir que ele era superdotado. Calculei que teria uns 22 por 7 de pau, era impressionante. Acho que ele percebeu que eu tava morrendo de vontade de chupar ele, porque aproximou minha cara rapidamente e fez eu engolir aquele pedaço inteiro de uma vez. Não ligava pros meus engasgos, mas eu também não ligava, tava aproveitando aquele pau delicioso, era um manjar, macio, moreno e peludinho. Fiquei um bom tempo assim, ouvindo os gemidos inesquecíveis dele, parecia que nunca tinha transado antes, porque dava pra ver no rosto dele uma expressão de prazer constante. Ele me pediu por favor pra dar a bunda pra ele, sorri e falei que sim, só se ele topasse chupar a minha primeiro.
No começo ele hesitou, mas depois desabotoou e puxou minha calça junto com a calcinha, começou no começo, chupar com nojo, dava pra ver que nunca tinha feito aquilo, mas pra primeira vez foi bem bom. Deve ter chupado uns 2 minutos quando, com meio cara de nojo, levantou e falou: "beleza, agora a bunda".
Peguei a caixa de camisinha e passei o gel lubrificante que vem junto enquanto ele enfiava a capa no ganso. Me apoiei num banco, abri as pernas, não deu tempo pra muita coisa, porque ele meteu de uma vez. Senti uma dor forte e um ardor do caralho, mas não liguei muito enquanto ele me comia. Ele enfiou a mão na minha boca pra eu não gritar. Ficou assim um tempão, até que ele disse que ia gozar. Pedi pra tomar, então ele tirou a camisinha e me deu toda a porra na boca. Tomei sem desperdiçar uma gota. Ele, meio arrependido, se vestiu rápido e pediu pra eu fazer o mesmo. Me troquei na pressa e esperamos a hora de partir de volta pra casa.
No caminho, combinamos de trocar os celulares pra repetir outra hora, mas até agora tô esperando a mensagem dele e a minha bunda sentindo o pauzão dele.
Bom, é isso que termina esse relato, o primeiro que escrevo pra comunidade do P! Espero que tenham gostado e quero ler os comentários de vocês também. Queria saber o que melhorar, no que fui bem e no que fui mal. Todos os comentários são bem-vindos.
P.S.:O relato é fictício.Mas é uma grande fantasia que eu tenho.
7 comentários - O Coletivo [Conto Bissexual]
Yo ya pase por tu post y comenté... ahora vos pasa por los mios... y
Compartamos y comentemos para hacer cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Muchas gracias y un abrazo.
Buen relato, menos mal que aclaraste que era ficticio... aunque sabemos que la realidad supera a la fantasía como dicen por ahi... jajaa
Saludo! Buen post y date la vuelta... por mis post!