Olá, vou contar o que aconteceu numa viagem a Corrientes no começo do ano, no ônibus e depois no hotel que acabei compartilhando. Tudo começou às 21h no bar de Retiro, quando me sentei numa mesa pra comer algo antes de viajar. Todas as mesas estavam cheias e, como eu estava sozinho, uma senhora de uns 40 e poucos anos, muito linda, loira, olhos claros, se aproximou e me perguntou se podia sentar comigo. Eu disse que sim, sem problemas. O garçom veio, cada um fez seu pedido e, enquanto esperávamos, começamos a conversar. A gente começou a trocar olhares e contamos um pouco das nossas vidas. Eu perguntei pra onde ela viajava e foi minha surpresa quando ela disse que ia pra Corrientes no Flecha Bus das 22h, justo o meu. Eu falei e nós dois rimos. Ela disse: "Olha que coincidência gostosa, pena que talvez a gente esteja em assentos diferentes". A gente checou o número e eram os dois assentos juntos. "Bom, já que vamos ficar juntos, me apresento", eu disse. "Meu nome é Marcelo". E ela respondeu: "Prazer, eu me chamo Rafaela". Continuamos conversando, pedimos um café e a Rafaela me perguntou qual era meu estado civil. Respondi que era solteiro e sem pressa. "E você?", perguntei. "Separada faz um mês", ela disse. Pedimos a conta e eu paguei. Rafaela falou: "Que cavalheiro, bom, obrigada" e me deu um beijo bem do lado da boca, piscando um olho com um sorriso safado. Pegamos nossas bolsas e fomos pra plataforma pra subir no ônibus, que já estava lá embarcando gente. Procuramos nossos assentos e ela pediu pra sentar do lado do corredor, então eu sentei contra o vidro. Serviram a refeição, eu comi um alfajor e ela tomou o suco. A gente ficou conversando e, depois de uma hora e meia de viagem, já entrando na estrada, apagaram as luzes, ficando só um filme. Aí a Rafaela me diz no ouvido: "Marce, sabe uma coisa?". "O quê?", perguntei. "Você é muito doce". "Obrigado", eu disse. "Onde você vai se hospedar em Corrientes?" E eu disse que era num hotel. Ela falou: "Bom, a gente pede um quarto pra dois se você não tiver problemas e... a gente divide as despesas, beleza? eu respondi. Eu tava cansado e pedi pra ela me acordar quando chegássemos, aí reclinrei o banco e apaguei na hora. O ônibus deu uma balançada e eu acordei com uma das minhas mãos na virilha da Rafaela. Ela tava totalmente dormindo. Comecei a tocar a perna dela, subindo e descendo a mão. Ela se mexeu um pouco e meus dedos ficaram em cima da buceta. Com o dedo, comecei a massagear. Ela abriu um pouco mais as pernas – percebi que ela tava com vontade – e enfiei o dedo dentro da buceta dela. Aí ela acordou, tirou minha mão e virou de lado. Eu virei pro outro lado também.
Mais ou menos uma hora depois, virei de novo e coloquei a mão na bunda dela, comecei a acariciar até que Rafaela pegou minha mão e levou até a buceta dela, que tava toda molhada. Meti a mão por dentro da calça e ela se mexeu tanto que meu dedo entrou. Num momento, Rafaela soltou um gemido, aí tirou minha mão, levantou e foi ao banheiro. Quando voltou, fingi que tava dormindo até que umas 6:30 ela me acordou porque a gente tava chegando em Corrientes. A gente se olhou como se nada tivesse acontecido.
Quando chegamos, fomos pra um hotel em frente à rodoviária. Pedimos um quarto e o recepcionista disse que os únicos livres tinham cama de casal. Ela falou: "Tudo bem, dá um pra gente". No quarto, a gente se acomodou e ela foi tomar um banho. Eu joguei na cama e apaguei de vez – tanto que quando acordei, Rafaela tava dormindo do meu lado, totalmente pelada. Nem senti quando ela deitou. Levantei sem acordá-la e fui tomar banho. Quando saí do banheiro, ela lá pelada na cama me perguntou se eu queria fazer amor com ela, que a viagem tinha sido inesquecível e que ninguém nunca tinha "jogado" assim na buceta dela. Eu pulei na cama na hora e a gente começou a se beijar. Ela logo me virou de costas, sentou e posicionou meu pau – que já tava durasso – na buceta dela e começou a cavalgar. A gente tava os dois com muito tesão, dava pra ver, porque... terminamos os dois juntos em dez minutos, ela tremia em cima de mim e continuava se mexendo, meu pau ficou duro de novo, agarrei ela e disse para ela ficar de quatro, aí penetrei e meti um dedo no seu lindo cu, ela gozou até que em um momento ela me pediu para comer o cu dela, que tinha vontade de sentir meu pau quente dentro, então continuei brincando e uma vez que ela abriu, coloquei um pouco de saliva e devagar fui enfiando, Rafaela se mexia como uma puta e gozei dentro do cu dela, ficamos os dois deitados na cama por duas horas e à noite e por dois dias seguidos transamos até não aguentar mais, pena que ela ficou mais alguns dias e não pudemos voltar juntos, ainda por cima ela não me deu o número de telefone, mas essa viagem foi inesquecível para nós dois.
Mais ou menos uma hora depois, virei de novo e coloquei a mão na bunda dela, comecei a acariciar até que Rafaela pegou minha mão e levou até a buceta dela, que tava toda molhada. Meti a mão por dentro da calça e ela se mexeu tanto que meu dedo entrou. Num momento, Rafaela soltou um gemido, aí tirou minha mão, levantou e foi ao banheiro. Quando voltou, fingi que tava dormindo até que umas 6:30 ela me acordou porque a gente tava chegando em Corrientes. A gente se olhou como se nada tivesse acontecido.
Quando chegamos, fomos pra um hotel em frente à rodoviária. Pedimos um quarto e o recepcionista disse que os únicos livres tinham cama de casal. Ela falou: "Tudo bem, dá um pra gente". No quarto, a gente se acomodou e ela foi tomar um banho. Eu joguei na cama e apaguei de vez – tanto que quando acordei, Rafaela tava dormindo do meu lado, totalmente pelada. Nem senti quando ela deitou. Levantei sem acordá-la e fui tomar banho. Quando saí do banheiro, ela lá pelada na cama me perguntou se eu queria fazer amor com ela, que a viagem tinha sido inesquecível e que ninguém nunca tinha "jogado" assim na buceta dela. Eu pulei na cama na hora e a gente começou a se beijar. Ela logo me virou de costas, sentou e posicionou meu pau – que já tava durasso – na buceta dela e começou a cavalgar. A gente tava os dois com muito tesão, dava pra ver, porque... terminamos os dois juntos em dez minutos, ela tremia em cima de mim e continuava se mexendo, meu pau ficou duro de novo, agarrei ela e disse para ela ficar de quatro, aí penetrei e meti um dedo no seu lindo cu, ela gozou até que em um momento ela me pediu para comer o cu dela, que tinha vontade de sentir meu pau quente dentro, então continuei brincando e uma vez que ela abriu, coloquei um pouco de saliva e devagar fui enfiando, Rafaela se mexia como uma puta e gozei dentro do cu dela, ficamos os dois deitados na cama por duas horas e à noite e por dois dias seguidos transamos até não aguentar mais, pena que ela ficou mais alguns dias e não pudemos voltar juntos, ainda por cima ela não me deu o número de telefone, mas essa viagem foi inesquecível para nós dois.
4 comentários - el viaje inolbidable