Sou uma puta parte 3

No domingo, ela decidiu que seria um dia de descanso e autocuidado. Acordou tarde, tomou um café da manhã leve e saiu para fazer exercícios. Vestindo uma camiseta justa, calça de lycra e boné, com o cabelo preso num coque alto, começou a correr.

O sol brilhava no céu azul enquanto sua respiração ficava ofegante a cada passada, e o suor começava a formar gotinhas na sua pele. Hoje ela se sentia bem, em paz consigo mesma, e se concentrou apenas em correr, sem pensar em mais nada. Voltou para casa, tomou um banho e decidiu passar o resto do dia sem fazer nada. Assistiria aos filmes românticos que tinha comprado dias atrás. Então, almoçou, se jogou no sofá da sala e passou a tarde toda maratonando.

No dia seguinte era segunda-feira, mas a vantagem de ser uma putinha é que as segundas também são seu dia de folga. Então, ela saiu e se dedicou ao seu hobby favorito... foi fazer compras. Hoje decidiu comprar lingerie sexy e algum vestido adequado para seus encontros.

Para o almoço, voltou para casa, mas não sem antes passar no chinês para pedir comida para viagem. Ela adorava o yakissoba e o arroz frito três delícias, então levou uma porção de cada. Como de costume, encontrou Fran esperando no portão pela mãe chegar do trabalho, e hoje decidiu convidá-lo para subir e dividir a comida, já que as duas porções seriam demais para ela. Então, o convidou para almoçar junto. Para avisar a mãe dele, colocou um post-it na porta dela, dizendo que o garoto estava com ela, para que não se preocupasse.

Eles saborearam a comida e, de sobremesa, comeram taças de chocolate, que encantaram o garoto.

A mãe dele chegou quando estavam terminando, cumprimentou Lucía e ficou um tempinho conversando na sala. Quando disse ao filho para ir para casa, ele reclamou e ficou irritado com a ideia. Parecia que queria ficar com sua "nova amiga", Lucía. Isso a divertiu — em tão pouco tempo, ele já tinha criado um grande apego por ela, e a verdade é que ela também tinha por ele.

Então... por mais que tentaram, não conseguiram levá-lo para casa, então a Lucía disse que não se importava que ele ficasse com ela, de modo que sua mãe saiu para almoçar e os deixou sozinhos.

Lucía ficou jogando parquês com ele, aparentemente era o jogo favorito dele e ficaram jogando por um bom tempo depois do almoço. Durante o jogo, ela ria muito com ele, acariciava seu cabelo e o agarrava pelos ombros; estavam os dois sentados no sofá, lado a lado. Durante a partida, ela percebeu que o Fran olhava frequentemente para seu decote. Ela usava uma blusa branca com os botões desabotoados, deixando à vista o canal e parte do sutiã branco de renda, para os quais o rapaz dedicava olhares intensos.

Então ela se lembrou do que ele contou sobre sua monitora, como ela o comeu. E decidiu perguntar se tinha acontecido de novo, mas aparentemente não se repetiu, então ela ficou frustrada. A verdade é que ela imaginava aquele jovem rapaz, tão inocente, sendo possuído por uma promíscua no parque, sendo aproveitado por ela, e a ideia a excitava. A ponto de se visualizar naquele mesmo momento subindo em suas pernas e enfiando o pau dele nela ali mesmo no sofá. Ela teve que afastar seus pensamentos para não continuar se torturando daquela maneira.

Ela estava curiosa para saber o quão grande o garoto era; se a monitora tinha feito uma coisa daquelas com ele, talvez fosse porque o rapaz era "muito bem dotado". Essa ideia também a deixava com muito tesão, mas claro, ela tinha vergonha de tocá-lo e sempre havia a incerteza se sua mãe descobriria, agora que ela a considerava uma grande amiga.

Enquanto estava em seus pensamentos, o Fran disse que precisava ir ao banheiro, então ela indicou onde ficava. Ele se levantou e foi procurá-lo. Naquele momento, ela pensou em ir atrás dele e espiá-lo para ver se realmente tinha uma maravilha de membro viril ali, mas ainda estava hesitante.

Até que se decidiu e, num pulo, se posicionou ao lado da porta do banheiro, que estava deixada aberta. Espiou timidamente e viu o filete saindo de sua virilha, ele estava de lado concentrado para não errar o vaso, então não percebeu que estava sendo espiado.

Pelo pouco que Lúcia conseguiu ver, ele não era especialmente dotado, mas claro, estava fazendo xixi e o negócio estava em estado de repouso.

De repente, ele se virou e a viu, como se tivesse sentido observado, mas longe de se assustar, sorriu para ela ali mesmo, pau na mão e tudo.

- Você também quer fazer xixi? - perguntou ele inocentemente.

- Ah! Bom, eu... é, também estou com vontade - disse ela, para disfarçar.

Então entrou naturalmente no banheiro, se aproximando do rapaz. Ela era uma puta e supostamente essas coisas não deveriam dar vergonha, mas estava muito nervosa, dava para notar o pulso acelerado e a respiração ofegante. Então ela o viu de perto, ele já tinha terminado.

- Espera que eu te ajudo, Fran - disse ela, enquanto ficava ao lado dele, pegou um pouco de papel higiénico, cortou e secou a ponta, dando leves batidinhas na glande.

- Mamãe sempre diz que eu devo me secar, senão mancha a cueca - explicou ele.

- Ah, sim, claro, claro! - exclamou Lúcia, concordando, enquanto segurava seu pau na mão e via como ele pouco a pouco começava a crescer e crescer.

Lúcia ainda sentia curiosidade por aquele rapaz, havia algo nele que a atraía, talvez fosse sua inocência em tudo. Enfim, ela não sabia por que estava agindo daquele jeito, mas a essa altura já estava no embalo. Começou a mexer nele bem devagar, fazendo a pele deslizar na sua mão, puxou suavemente o prepúcio e observou sua glande.

- Isso dói? - perguntou ela, enquanto fazia.

- Não, suas mãos são muito macias! - exclamou o rapaz, que calmamente se deixava fazer.

A essa altura, seu pau já estava no auge, certamente era um bom pau, comprido e gordinho, com uma glande um pouco mais rosada que o resto da pele e bem... definido. Ela continuou a balançar suavemente, aumentando gradualmente a velocidade, fazendo com que a glande dele se cobrisse e descobrisse pelo prepúcio.

Lembrou-se do tesão da monitora que deve ter visto aquela pica gostosa e decidiu experimentá-la, agora o que passava pela sua mente era: "será que ela também seria capaz de experimentá-la?"

Mas imediatamente pensou que ela contaria para sua mãe, para a monitora, para todo mundo e essa incerteza a paralisou. Então por enquanto não iria transar com ele, mas bem, quem disse que não podia brincar um pouco com ele? Claro que "brincar" não era a mesma coisa que "foder".

- Você gosta que eu acaricie ela, Fran? - perguntou, continuando com suas "brincadeiras".

- Ah sim, eu gosto! Gosto muito! - exclamou o rapaz, que permanecia imóvel em frente à privada.

Lúcia se posicionou atrás dele e encostou seu corpo no dele, abraçando-o firmemente enquanto continuava com o pau dele na mão. Então começou a masturbá-lo com mais energia enquanto com a mão livre acariciava seu peito, ombros e até a bunda e as coxas. Certamente ela ficava pequena atrás daquele rapaz forte, fazendo aquela masturbação por trás. Estava muito excitada e nervosa, engolia saliva com dificuldade devido ao seu estado de tensão sexual naquele momento.

Continuou com suas carícias e não demorou muito até que o rapaz descarregasse abundantemente o líquido branco que guardava na câmara de sua arma, respingando a privada e a tampa por todos os lados.

Com surpresa, Lúcia descobriu que Fran estava cambaleando, sem dúvida tonto pelo orgasmo, e teve que segurá-lo, temendo que aquele grandalhão... desabasse em cima dela! Mas felizmente ele se segurou e se recuperou em alguns segundos.

Quando ele terminou de gozar, Lúcia pegou mais papel e limpou delicadamente sua glande, guardando finalmente o instrumento, já em estado murcho, com certa dificuldade em sua cueca.

- Vá para a sala e me espere, tá bom? - disse, dando-lhe um beijo na bochecha. - Vou Vou dar uma limpada aqui e fazer um xixi, tudo bem?

- Tá bom - disse simplesmente Fran, saindo do banheiro.

A verdade é que a gozada foi descomunal, com a juventude do garoto e a pouca ou nenhuma atividade sexual, ele guardava porra abundante pra esparramar, e deixou tudo uma bagunça. Lucía teve que se esforçar e limpar tudo com bastante papel higiênico, depois sentou no vaso e começou a se masturbar.

Ela estava com a buceta bem molhada e quente e ainda estava excitada pelo nervosismo da situação anterior. Já estava feito, se agora contasse pra mãe dela já prepararia uma desculpa. Pensava enquanto esfregava a flor com vontade. Não foi difícil chegar ao orgasmo, essa era uma qualidade que ela tinha, quando queria e estava excitada como naquele momento, gozava com facilidade, então naquele dia cumpriu as expectativas e gozou rapidinho.

Quando voltou pra sala, Fran estava brincando com as peças do ludo, como se nada tivesse acontecido. Ela sentou ao lado dele e os dois se entreolharam sorrindo.

- Ei Fran, você sabe o que é um segredo?

- Claro, um segredo... - disse ele, sem que Lucía entendesse.

- Bom, veja bem, às vezes as pessoas fazem coisas que não devem contar pra ninguém, entende?

- Pra ninguém? - respondeu ele, estranhando.

- Isso, pra ninguém, nem mesmo pra mamãe, tá bom? Ela ficaria brava comigo se soubesse que eu te acariciei no banheiro, entende? E você não poderia me ver nunca mais - explicou Lucía.

Ela se sentiu mal por coagir o garoto daquela maneira, mas tinha que tentar pelo menos, o rapaz já tinha dezoito anos, tecnicamente era maior de idade, mas claro que pra mãe dele ele continuava sendo seu menininho e ela nunca entenderia, então tinha que tentar chantageá-lo minimamente pra evitar que ele fosse contando por aí.

- Bom, tá bom, vai ser então nosso segredo... - disse finalmente Fran, fazendo um gesto de silêncio e sorrindo pra ela.

Lucía retribuiu o sorriso e o beijou e abraçou de novo. Continuaram jogando ludo mais um pouquinho e depois ela o acompanhou até sua casa.

6

Ángeles pediu para ela ir jantar com eles para agradecer por ter cuidado do Fran naquela tarde. Assim ela tinha aproveitado para ir ao cabeleireiro enquanto isso. Então como a Lucía não tinha nada para fazer, aceitou feliz.

Jantaram os três juntos e o Fran, que estava muito cansado, foi dormir logo depois do jantar. Depois, Ángeles e ela ficaram vendo TV um pouco e conversaram sobre como ele era um bom rapaz. Chegou um ponto na conversa que a Lucía achou especialmente interessante e que foi por uns caminhos que ela não esperava de jeito nenhum.

- Pois é, filha, que cansado ele estava hoje à tarde. Claro, como acorda cedo e trabalha no parque, então deve ter se cansado bastante - explicou Ángeles.

- Sim, claro, sem dúvida.

- Sabe, meu Fran já tem dezoito anos e está todo um homenzinho. Até me diz que quer uma namorada, que por que eu não arrumo uma pra ele, você acredita?

- Ele te diz isso! - exclamou a Lucía, surpresa.

- Isso mesmo, filha. Me dá um pouco de pena, na verdade, porque com a doença dele o coitado não pode fazer essas coisas. E eu entendo, sexo é mais uma necessidade, como comer, e principalmente agora que ele é tão jovem, me dá pena que ele não tenha acesso ao sexo.

Lucía pensou em confessar o que tinha feito naquela tarde, mas essa intenção de contar tudo durou só uns segundos, logo ela rejeitou a ideia. Em vez disso, pensou que se algum dia ele contasse, ela sempre poderia usar aquela conversa para se justificar: "é que o garoto estava com vontade e a Ángeles, como você me contou que tinha pena que ele não transasse, então eu fiz por caridade...", imaginou dizendo.

- Olha, pois é. A verdade é que eles têm dificuldade para fazer sexo - admitiu Lucía.

- Me dá vergonha te contar essas coisas, mas é que às vezes quando ele está tomando banho eu vejo ele lá "todo empinado" e claro, penso se algum dia vou ter que contratar uma "puta" para fazer um serviço pra ele ou algo assim. É que senão, Você me conta depois...

- Ai, Ângeles, mas eu não sei! - respondeu Lúcia, ainda mais espantada.

- Sei que é uma loucura, eu nunca seria capaz de fazer uma coisa dessas, ainda mais com uma estranha que só Deus sabe com quantos caras já esteve... - resmungou por fim.

- Olha, Ângeles, e você não pensou em... bom, não quero que fique brava comigo, é só uma sugestão.

- Em quê, filha? - perguntou, sem entender o que Lúcia queria dizer.

- Bom, então, se você não está disposta a contratar uma "prostituta" para fazer isso pro seu filho, acho que se você mesma masturbá-lo um pouco, talvez ele alivie a libido e você não precise chegar a esse extremo - Lúcia se atreveu a propor.

Ângeles se surpreendeu ao ouvir a proposta da vizinha e ficou pensativa por alguns instantes, que para Lúcia pareceram uma eternidade. Ela pensou que talvez levasse um tapa por se atrever a dizer algo assim, mas no fim isso não aconteceu.

- Pois é, filha, na verdade eu também pensei nisso, mas me daria muita vergonha fazer e depois ainda me sentiria culpada por fazer uma coisa dessas, não sei... - confessou finalmente.

- Poxa, Ângeles, eu entendo, é algo muito pesado, não sei como pude te propor uma coisa dessas... me perdoa - Lúcia se desculpou.

- Não, filha, não precisa me pedir perdão, na verdade essa alternativa parece mais razoável que a outra. Enfim, por enquanto vou ter que ver se esses fogos que ele tá sentindo passam sozinhos.

- Obrigada, Ângeles, achei que você ia ficar brava por eu ter dito algo assim. O Fran é um rapaz tão bom... Nossa, como está tarde, bom, tenho que ir! - exclamou Lúcia olhando o relógio de parede da sala.

- Então tá, filha, gostei muito de ter você pra conversar sobre meus problemas - confessou Ângeles.

- Eu também gosto muito de ter você como amiga, de ouvir você e de você confiar em mim pra contar suas preocupações - respondeu Lúcia.

Elas se levantaram e Ângeles a acompanhou até a porta, já aberta quando terminaram de se despedir, Ângeles deu um beijo em sua amiga. Lucía ficou um pouco surpresa, porque não esperava por aquilo, mas enfim, era sua amiga e se sentiu lisonjeada até certo ponto por aquele gesto espontâneo de carinho, então decidiu retribuir com um abraço fraternal.





7


No dia seguinte, Lucía acordou tarde como de costume. Enquanto saboreava cereais misturados com porra em uma tigela de café da manhã, olhava distraidamente pela janela naquele dia ensolarado; já ia dar meio-dia. Absorta em seus pensamentos, eles se projetavam em sua mente enquanto planejava o que faria hoje. Claro que em sua cabeça estava procurar "seu garoto" — ficaria de tocaia assim que o rapaz terminasse seu trabalho nos jardins e se sentasse na entrada esperando sua mãe. Sim, é isso que faria, cumprimentaria ele e o levaria para seu apartamento para "brincar" como no dia anterior, já tinha o plano!

Para passar o tempo, decidiu sair para correr um pouco, estava com vontade de suar e relaxar, e o esporte a ajudaria em ambos os aspectos. Então vestiu um top de alças bem justo e um shorts igualmente colado à pele, marcando sua bundinha arrebitada e redondinha. Pegou seu MP4 e colocou sua música favorita antes de começar a correr.

Voltou depois de uma hora, suada e cansada, entrou no chuveiro e a água morna correu por sua pele nua, refrescando-a e levando todo o suor. Ensaboou-se bem, dedicando cuidado especial à sua bucetinha, que limpou com um sabonete íntimo — sem dúvida gostava de cuidar bem de sua ferramenta de trabalho. Enxaguou-se com bastante água e saiu para se secar.

Às duas e meia estava de tocaia na varanda, espreitando a rua. E aconteceu o que costuma acontecer nessas situações: "quem espera, desespera"; o garoto não aparecia. Finalmente, ele surgiu por volta de dez para três. Mas, droga! Estava acompanhado — por uma mulher. Seria ela a puta que o comeu no parque? Muito provável!

A mulher tinha mais de quarenta anos, era gorda, vestia um uniforme de trabalho e usava apenas uma regata porque o calor apertava naqueles dias. Exibindo um decote generoso que era o começo de seios grandes e fartos. Tinha a jaqueta do uniforme de trabalho amarrada na cintura e conversava animadamente com Fran.

Maldição! A cabeça dela se encheu de dúvidas: será que ele vinha pra foder ou já tinha fodido? Mas onde fariam isso? Enfim, roendo as unhas, ela esperou enquanto os via conversando na entrada, vista do seu varandim, situado numa lateral da fachada principal do prédio. A espera começou a parecer eterna, mas finalmente, parecia que ele ia ficar sozinho, finalmente!

Lucía desceu as escadas rápida e veloz, aproximou-se do rapaz que estava sentado de costas pra ela na entrada. Quando chegou, sentou-se ao lado dele e o pegou carinhosamente pelos ombros.

— Oi, Fran! Tudo bem, gostosão? — disse impetuosamente, soltando dois beijos em suas bochechas.

— Oi, Lucía, bem, tô bem! — respondeu ele, sorrindo com sua simpatia habitual.

— Como foi seu dia? — perguntou enquanto jogava o braço sobre seus ombros.

— Bem, hoje fez calor — confessou.

Sem dúvida o rapaz tinha suado no seu trabalho nos jardins da cidade, mas pra Lucía isso não importava; de certa forma, seu cheiro a deixava com tesão, e também não era muito forte.

— Ei, o que você acha de subir e tomarmos um refri?

— Valeu, tô com muita sede! — exclamou o rapaz.

Subiram no elevador até o terceiro andar. Lucía não parava de sorrir pra ele enquanto o elevador chegava no andar marcado. Saíram no corredor e se aproximaram da porta. Lucía sentiu os nervos chegarem às mãos e mal conseguia acertar a chave na fechadura. Finalmente conseguiu e entraram.

— Entra na sala e senta, que vou pegar os refrescos.

— Tá bom — limitou-se a dizer o rapaz.

Lucía serviu as bebidas e colocou algumas batatas pra petiscar. Rapidamente foi pra sala, pois sua mãe não demoraria Demorou pra caralho... Três e dez! Droga de novo! Daria tempo pra "alguma coisa"?

Ela sentou ao lado dele e ofereceu um refrigerante da Booty, o garoto bebeu quase meio copo de uma vez, enquanto ela falava e falava besteiras olhando o relógio de soslaio. Indo direto ao ponto, colocou a mão na coxa do rapaz e começou a acariciá-lo, bem perto da virilha. Fran olhou pra ela, mas não deu muita importância.

- Então, Fran, você não contou pra sua mãe o nosso segredo, né? - interrogou enquanto o esquentava.

- Não, claro que não, eu sei guardar segredo! - exclamou ele, levando o dedo indicador aos lábios pra fazer o gesto de silêncio.

- Assim que eu gosto, gostosão, assim a gente pode brincar outros dias também, tipo hoje, tá afim de brincar?

- Ah, sim, claro! - exclamou o garoto, olhando a mão da amiga que já estava abaixando o zíper da calça.

- Então não vamos perder tempo que sua mãe não demora pra voltar.

Lúcia tirou o pau dele pra fora da calça depois de abaixar o zíper. Já estava meio duro depois das carícias insinuantes de antes e em poucos segundos ficou completamente ereto. Lúcia sentia o coração acelerado, presa no nervosismo de novo e na excitação. Ela o balançou suavemente e, quando estava pronta, se ajoelhou na frente do grandalhão e o enfiou na boca quente.

Ele estava suado e tinha um gostinho de mijo, mas Lúcia estava tão excitada que não ligou e o chupou até o fundo enquanto masturbava ele suavemente.

De repente, a campainha da porta tocou! Lúcia se levantou de um salto, igual uma gata, limpando a boca com o dorso do pulso. O que fazer? Estavam chamando do portão, ela atenderia pelo interfone e ganharia tempo enquanto a mãe subia no elevador... Ela fez sinal pro Fran pra esperar sentado e foi atender.

- Alô? - falou, alongando a sílaba.

- Lúcia? Sou a Ângeles, o Fran tá aí com você, né?

- Oi, Ângeles! Tá, ele subiu e tá tomando um refri comigo.

- Ah, tá! É que eu Cheguei e, não te vendo, fiquei me perguntando se você estava com ele. Ei, então vou subir pra casa e esquentar a comida, você manda ele pra baixo em alguns minutos, tá?

- Ah sim, claro, claro! Muito bem, agora desce – e desligou.

"Deu tempo, deu tempo!", pensou enquanto voltava para a sala. Ao entrar, parou e o observou, pegando seu belo pau com a mão e balançando como tinha visto ela fazer. Sorriu para ele e, correndo até seus pés, engoliu quase inteiro de novo.

Chupava devagar e saboreava o toque macio daquele pau virgem... bem, virgem não totalmente, pensou, lembrando da gostosa do prédio! Mas inocente, sim. E deleitou o garoto com seus lábios e mãos. Pensou em foder ele, mas mudou de ideia, não tinha tempo suficiente, ele gozaria na sua boca e depois ela se aliviaria com mais calma.

Absorta naquela doçura em sua boca, perdeu a noção do tempo e do espaço, concentrando-se em fazer seu amante passivo aproveitar. Quando o néctar saiu da ponta, recolheu a língua para o alto do palato e sentiu os jatos quentes da porra sob sua língua, que sabiamente se posicionou para evitar possíveis vazamentos na garganta. Continuou chupando até esvaziar completamente o homem. Nos últimos estertores de prazer, tirou da boca e, pegando um punhado de lenços, cuspiu o conteúdo quente que guardava, limpando os lábios depois de dobrá-los.

O garoto estava suando, mas com cara de satisfação, sem dúvida, e ainda respirava ofegante, embora já estivesse se acalmando.

- Bom, Fran, você tem que descer para comer, sua mãe está esperando. Vamos guardar seu passarinho, gostou hoje?

- Ah, muito, Lucía, você é muito boa comigo! – exclamou o garoto.

- Pois é, você já sabe, isso é nosso segredo, não pode contar para sua mãe ou ela não vai querer mais que a gente se veja, entende? – interrogou, esperando sua confirmação.

- Tá, combinado, segredo! – e ele fez o gesto de silêncio nos lábios.

Como não se Com pena de mandá-lo sozinho, ainda atordoado como estava depois da corrida, desceu com ele. E sorrindo, tocou a campainha. Sua amiga abriu a porta enquanto fechava o roupão que estava vestindo naquele momento, pois acabara de tomar um banho rápido. Lúcia pôde ver fugazmente parte de seus seios e intuiu a espessura de sua negra mata de vênus.

- Quer entrar? - perguntou-lhe Ângeles.

- Ah não, estou meio cansada e vou descansar um pouco! - desculpou-se Lúcia.

- Tudo bem, desce mais tarde para lanchar se quiser.

- Muito bem, talvez eu desça - disse Lúcia deixando no ar.

Ângeles fechou a porta e Lúcia, como um raio, subiu as escadas e trancou-se em seu apartamento. Foi direto para a sala e, jogando a calça do moletom longe, livrou-se igualmente de sua calcinha de algodão e, sentando-se em uma poltrona reclinável, com as coxas bem abertas, como se estivesse na mesa do ginecologista, preparou-se para deleitar-se com todo tipo de carícias e suaves penetrações em sua flor.

Estava encharcada de seus líquidos e a cada carícia, o suplício do prazer que a invadia fazia-a fechar os olhos e umedecer os lábios com a ponta da língua. Retorcia-se sobre a poltrona a cada toque das pontas dos dedos em seu clitóris, em uma bela agonia que a conduzia até o final tão esperado quanto propositalmente retardado, numa tentativa de prolongar o doce prazer que sentia naqueles momentos.

Contraiu-se sobre a poltrona, esticando-se depois, tensionando-se como uma besta prestes a disparar seu dardo mortal, contraindo-se novamente enquanto milhares de agulhas trespassavam seu corpo com o êxtase do orgasmo que finalmente alcançara. Liberando as tensões e a grande excitação acumulada, enquanto em sua mente surgiam visões dela fazendo uma felatio no jovem Fran, até que ele descarregou abundantemente em sua boca.

Finalmente, ficou deitada no sofá, relaxando, e adormeceu por um bom tempo. Ao acordar, suada sobre a poltrona, viu como o couro estava molhado bem perto de sua flor, a gozada tinha sido brutal e ela a relembrou novamente em sua memória, sentindo os eflúvios do prazer experimentado, tão frescos como nos momentos antes de chegarem. Cheirou sua buceta no quarto, todo o ambiente estava carregado de feromônios, dela e do Fran. Ela se levantou e foi tomar outro banho, depois cuidaria de limpar a poltrona e ventilar a sala CONTINUA...

3 comentários - Sou uma puta parte 3

si queres pija en san isidro 23x6
psique_321@hotmail.com