Aproveitando que tinha parado, ficou sentada ao lado de Lázaro, de frente para mim.
Me deu vontade de rir ver que a Silvia deixava as pernas abertas, me mostrando o triângulo da sua calcinha fio-dental.
Ela ofereceu um pouco mais de sobremesa. Estava de pernas cruzadas, então para alcançar a bandeja, ajoelhou-se no sofá e passou o corpo por cima do Lázaro, seus peitos roçaram o peito dele.
Percebi que os dois sentiram. Ao se sentar, ela tomou a iniciativa de novo.
"O que ele não te conta direito, é que chegamos a pensar qual seria sua reação se eu me insinuasse diretamente", "Como estou fazendo agora", disse.
Nós três nos olhamos.
Imagino que o Lázaro não estava entendendo nada, e foi quase como um raio quando a Silvia se aproximou dele buscando sua boca.
Ele virou o rosto de lado, e deixou que ela enfiasse a língua. O beijo se prolongou o quanto ela quis. Meu amigo nem se mexia.
Quando terminou com ele, ela se levantou e se aproximou para me beijar na boca, fez isso sem se abaixar nem dobrar os joelhos, com o que imagino que do outro lado Lázaro estava curtindo uma bela vista da bunda da Silvia mal coberta por uma calcinha minúscula.
Silvia continuava me beijando, e vi como Lázaro se levantou e aproximou as mãos da bunda dela, acariciando com delicadeza.
Silvia se endireitou e encarou ele.
Lázaro só conseguiu perguntar: "Vocês dois têm certeza disso?"
A resposta da Silvia não demorou, com um único gesto ela soltou as alças do vestido, que caiu lentamente até seus pés, ficando só de calcinha e sutiã na frente dele. Sua roupa íntima preta destacava ainda mais sua pele branca e suas sardas.
Ele a pegou pela cintura e trouxe seu corpo junto ao dele. Se envolveram em um beijo.
Eu curtia a cena do meu sofá.
Ele passou as mãos pelas costas da Silvia e desabotoou o sutiã, tirou as alças, seus peitos cederam à gravidade, eram grandes e redondos, e se mantinham firmes apesar de seu tamanho. Ele começou a chupar seus mamilos, enquanto sua mão procurava por baixo da calcinha.
Ao chegar em seu clitóris, Silvia soltou um gemido, estava se entregando.
Enquanto eles se tocavam, eu me despi. Meu pau já estava duro. Fui por trás e apoiei a bunda de Silvia, peguei seus seios e os levantei para que ele pudesse chupá-los melhor.
Ele baixou a calcinha dela e começou a se despir. Meu pau estava apoiado na rachada da sua bunda. Lázaro terminou de se despir. Era estranho, mas apesar dos anos que nos conhecíamos, nunca nos tínhamos visto pelados.
Mudamos de posição. Agora era eu quem chupava seus peitos e tocava sua buceta, enquanto Lázaro a pegava por trás. Ninguém dizia palavra. Nós três queríamos aproveitar a situação e as palavras eram desnecessárias.
Ficamos um longo tempo nos tocando.
Eu fui ao quarto buscar umas camisinhas, ao voltar para a sala pude ver que ele estava sentado em uma poltrona enquanto Silvia chupava seu pau. Ele a acariciava.
Ela estava ajoelhada sobre o tapete com sua bunda em direção à porta. Sentiu-me chegar por trás. Ajoelhei-me para chupar sua bunda e usei a palavra: xota, isso aumentou o ritmo com que ela estava chupando o pau dele.
Ela levantou o torso e enquanto com as mãos o masturbava, começou a beijá-lo na boca, mordia seus lábios, procurava sua língua.
Eu a peguei pelas axilas e a ajudei a se levantar, Lázaro se levantou para permitir que ela se deitasse na poltrona.
Silvia ficou totalmente estendida na poltrona, abriu suas pernas, Lázaro se abaixou para chupá-la, e eu aproximei meu pau de seu rosto. Ela me masturbava enquanto entregava sua buceta depilada ao jogo da língua dele.
Ela chupava meu pau com força, só o tirava da boca para emitir os gemidos que a língua e os dedos de Lázaro provocavam. Senti que sua boca apertava com força meu pau, ao mesmo tempo em que ela tinha um orgasmo e entregava seus fluidos na boca dele.
Lázaro procurou as camisinhas que estavam na mesinha. Ele colocou uma.
Silvia tinha se sentado no sofá e eu continuei me masturbando. Lázaro sentou ao lado dela e a segurou pela cintura. Ela entendeu o jogo e sentou no colo dele, para facilitar a penetração. Estava tão molhada que quase sem esforço ficou completamente sentada no pau dele.
Começou a cavalgar nele enquanto, com as mãos, procurava meu pau, para me masturbar e me chupar alternadamente.
Quatro mãos apertavam seus peitos, ela gemia de prazer.
Ela pressionou a bunda contra a pélvis de Lázaro quando sentiu que ele estava gozando dentro dela.
Ficou sentada com o pau todo dentro até que os espasmos dele foram diminuindo, levantou e voltou a ficar de cócoras, com o rosto na altura do pau de Lázaro. Tirou a camisinha e passou a língua nos restos de porra que haviam escorrido pelo tronco do pau dele.
Eu a peguei por trás, molhei seu cu com meu dedo e comecei a penetrá-la pelo ânus. Estava tão quente que ela não ofereceu resistência. Comecei a bombear, ela jogava o corpo para trás para entrar tudo, colocou a mão na virilha e começou a se masturbar, enquanto com a boca tentava deixar o pau de Lázaro duro novamente, que ainda estava mole depois da gozada.
Não precisou trabalhar muito. O membro dele começou a ficar túrgido, enquanto a língua de Silvia subia dos ovos até o tronco.
Eu fodia seu cu ritmicamente, acompanhando sua masturbação. Senti seu cu apertar, antecipando seu orgasmo, o ritmo da masturbação dela ficou mais rápido, enfiei com mais força até o fundo, senti seu cu se contrair ao mesmo tempo que minha porra inundava seu ânus. Junto com nossa gozada, como para descarregar seu frenesi, ela enfiou o pau de Lázaro na boca, o mais fundo que conseguia. Senti seu engasgo.
Deixei meu pau dentro. E ela se dedicou a chupá-lo. Talvez pela situação, meu pau demorou mais para amolecer. Quando amoleceu, tirei devagar do cu dela.
Ela continuava entregue. o pau do Lázaro. Ela estava curtindo de verdade.
Ele a segurou pela cintura e a puxou para cima. Ele também se levantou. Deu um beijo na boca dela, a virou e a apoiou no braço do sofá.
Silvia entendeu suas intenções.
Pegou uma camisinha, colocou, ajoelhou-se no sofá e buscou o cu dela. Ela apoiou os braços no sofá e se ergueu um pouco.
Vi como ela lentamente entregava o cu. O pau dele ia entrando enquanto Silvia se estremecia. Dava para ver a pele arrepiando.
Como tinha feito comigo, ele passou a mão e buscou a buceta dela para se masturbar.
Lázaro enfiou até o fundo, ela fez uma careta de dor, mas não ofereceu resistência nem parou de se mexer.
Puxou o corpo dela para frente e a montou completamente, tirou a mão dela da buceta e foi ele quem começou a masturbá-la.
Masturbava ela e ao mesmo tempo pressionava a pélvis e levantava o bumbum dela para conseguir penetrar melhor.
A cena tinha me excitado de novo, meu pau estava totalmente duro.
Ouvir Silvia pedindo para ele me excitava ainda mais... "Me fode, me fode pelo cu que eu adoro", ela dizia, enquanto curtia as enfiadas do corpo dele.
Nunca tinha visto ela assim, tão gostosa, passando todos os limites e chegando a pedir para um cara, com quem horas antes tinha dividido um jantar, comê-la.
Deixei ele comê-la um pouco mais, curtia ver como ela entregava o cu.
Pedi para o Lázaro sentar no sofá, que os dois íamos dar à Silvia todo o prazer que ela merecia.
Ele sentou, e a penetrou pelo cu de novo. Ela estava montando no pau dele pelo cu, de costas, eu me aproximei pela frente, e apoiei meu corpo sobre o dela, o que fez os dois irem um pouco para trás.
Ela me olhou com cara de surpresa e desconfiança.
Nunca tinha feito isso com ela, e quando busquei a buceta dela com meu pau, ela fez cara de que não ia dar. Puxou o corpo mais para trás, quase deitando sobre o corpo de Lázaro, que não parava de meter na bunda dela.
Ela abriu um pouco mais as pernas, levantou a pélvis e gemeu quando comecei a enfiar meu pau na boceta.
Lázaro diminuiu o ritmo para facilitar minha penetração.
Quase sem perceber, havíamos coordenado nossos ritmos: quando ele metia, eu parava, e quando eu empurrava, ele diminuía.
Silvia não parava de gemer. Nunca havíamos transado daquela forma. Eu conseguia sentir o pau de Lázaro dentro do cu da Silvia. E ela sentia os dois paus dentro do seu corpo.
Ficamos alguns minutos fodendo assim. Silvia não parava de gemer e de pedir mais. Ela estava totalmente fora de si. Buscava alternadamente minha boca e a dele. Mordia, beijava, gritava.
“Vocês estão me destruindo”, gritou.
Não sei se pela sensação de estar sendo comida pelo cu ou pela boceta, mas o gozo dela quase me derrubou.
Meu pau saiu e minha porra se espalhou entre a vagina e a barriga dela.
Ela empurrou mais três ou quatro vezes contra a pélvis de Lázaro, pela inércia do orgasmo.
Pediu que ele tirasse o pau da sua bunda, porque não aguentava mais.
Ela se virou, tirou a camisinha dele e começou a chupar Lázaro.
Com as mãos, massageava as bolas e acariciava o tronco do pau dele.
“Goza na minha boca”, pediu. Foi entre uma ordem e uma súplica.
Vi o primeiro engasgo dela, ao mesmo tempo que o rosto de Lázaro se contraía e o pau dele soltava a porra na boca da Silvia. Sem hesitar, ela engoliu tudo. Olhou para mim orgulhosa do que havia feito.
Os três ficamos largados nos sofás, sem forças nem para ir tomar banho.
Levou um bom tempo até recuperarmos o fôlego.
Por um momento pensei: “Agora vem a pior parte” “Como a gente sai dessa?”
De novo, para minha surpresa, foi Silvia quem salvou a situação.
Ela se levantou, pegou sua roupa, me deu um beijo, deu um beijo no Lázaro.
“Para não haver mal-entendidos, quero dizer que eu me diverti muito e curti cada momento” “Agora vou banhar"
Nós dois a vimos ir embora com toda sua dignidade. Ela já não era mais a mulher que gemía e entregava todo o corpo. Voltava a ser a dona da casa.
Lázaro e eu ficamos nos encarando. Não sabíamos o que dizer um ao outro.
Eu só consegui comentar: "Não fica mal não, porque no fim das contas foi ideia nossa, e por sorte todo mundo curtiu. Isso fica entre a gente."
Sentimos Silvia saindo do banheiro. Ela foi direto pro quarto.
Ofereci pro Lázaro tomar um banho. Eu fui ver como a Silvia estava.
Entrei no quarto e a encontrei deitada. Perguntei se ela estava bem. "Muito bem", ela disse, "mas um pouco cansada."
Me aproximei pra dar um beijo nela. "Espero que isso nos ajude a ficar mais unidos", ela sussurrou.
"Mas como eu disse, pra deixar as coisas claras, eu fiz porque tava com vontade."
Lázaro saiu do banheiro.
Disse que ia embora. Tentei me despedir. Acompanhei ele até a porta.
Ele não perguntou pela Silvia.
Eu tomei banho e voltei pro quarto. Queria ter tido forças pra gente fazer amor de novo.
A partir daquela noite, nossa relação ficou mais fluida. Nunca mais fizemos isso de novo, embora muitas vezes a gente lembre e até fantasie como seria fazer com outra mulher.
Exatamente como eu tinha imaginado, a relação com meu sócio continuou como se nada tivesse acontecido, embora a Silvia tenha parado de passar no escritório e, nas vezes que por um motivo ou outro nós três nos encontramos, a situação foi cordial.
Tempo depois, soubemos que o Lázaro tinha arrumado uma parceira estável. Silvia e eu não conseguimos segurar a risada quando, quase ao mesmo tempo, dissemos:
"É uma boa oportunidade pra fazer um quarteto."
FIM
Me deu vontade de rir ver que a Silvia deixava as pernas abertas, me mostrando o triângulo da sua calcinha fio-dental.
Ela ofereceu um pouco mais de sobremesa. Estava de pernas cruzadas, então para alcançar a bandeja, ajoelhou-se no sofá e passou o corpo por cima do Lázaro, seus peitos roçaram o peito dele.
Percebi que os dois sentiram. Ao se sentar, ela tomou a iniciativa de novo.
"O que ele não te conta direito, é que chegamos a pensar qual seria sua reação se eu me insinuasse diretamente", "Como estou fazendo agora", disse.
Nós três nos olhamos.
Imagino que o Lázaro não estava entendendo nada, e foi quase como um raio quando a Silvia se aproximou dele buscando sua boca.
Ele virou o rosto de lado, e deixou que ela enfiasse a língua. O beijo se prolongou o quanto ela quis. Meu amigo nem se mexia.
Quando terminou com ele, ela se levantou e se aproximou para me beijar na boca, fez isso sem se abaixar nem dobrar os joelhos, com o que imagino que do outro lado Lázaro estava curtindo uma bela vista da bunda da Silvia mal coberta por uma calcinha minúscula.
Silvia continuava me beijando, e vi como Lázaro se levantou e aproximou as mãos da bunda dela, acariciando com delicadeza.
Silvia se endireitou e encarou ele.
Lázaro só conseguiu perguntar: "Vocês dois têm certeza disso?"
A resposta da Silvia não demorou, com um único gesto ela soltou as alças do vestido, que caiu lentamente até seus pés, ficando só de calcinha e sutiã na frente dele. Sua roupa íntima preta destacava ainda mais sua pele branca e suas sardas.
Ele a pegou pela cintura e trouxe seu corpo junto ao dele. Se envolveram em um beijo.
Eu curtia a cena do meu sofá.
Ele passou as mãos pelas costas da Silvia e desabotoou o sutiã, tirou as alças, seus peitos cederam à gravidade, eram grandes e redondos, e se mantinham firmes apesar de seu tamanho. Ele começou a chupar seus mamilos, enquanto sua mão procurava por baixo da calcinha.
Ao chegar em seu clitóris, Silvia soltou um gemido, estava se entregando.
Enquanto eles se tocavam, eu me despi. Meu pau já estava duro. Fui por trás e apoiei a bunda de Silvia, peguei seus seios e os levantei para que ele pudesse chupá-los melhor.
Ele baixou a calcinha dela e começou a se despir. Meu pau estava apoiado na rachada da sua bunda. Lázaro terminou de se despir. Era estranho, mas apesar dos anos que nos conhecíamos, nunca nos tínhamos visto pelados.
Mudamos de posição. Agora era eu quem chupava seus peitos e tocava sua buceta, enquanto Lázaro a pegava por trás. Ninguém dizia palavra. Nós três queríamos aproveitar a situação e as palavras eram desnecessárias.
Ficamos um longo tempo nos tocando.
Eu fui ao quarto buscar umas camisinhas, ao voltar para a sala pude ver que ele estava sentado em uma poltrona enquanto Silvia chupava seu pau. Ele a acariciava.
Ela estava ajoelhada sobre o tapete com sua bunda em direção à porta. Sentiu-me chegar por trás. Ajoelhei-me para chupar sua bunda e usei a palavra: xota, isso aumentou o ritmo com que ela estava chupando o pau dele.
Ela levantou o torso e enquanto com as mãos o masturbava, começou a beijá-lo na boca, mordia seus lábios, procurava sua língua.
Eu a peguei pelas axilas e a ajudei a se levantar, Lázaro se levantou para permitir que ela se deitasse na poltrona.
Silvia ficou totalmente estendida na poltrona, abriu suas pernas, Lázaro se abaixou para chupá-la, e eu aproximei meu pau de seu rosto. Ela me masturbava enquanto entregava sua buceta depilada ao jogo da língua dele.
Ela chupava meu pau com força, só o tirava da boca para emitir os gemidos que a língua e os dedos de Lázaro provocavam. Senti que sua boca apertava com força meu pau, ao mesmo tempo em que ela tinha um orgasmo e entregava seus fluidos na boca dele.
Lázaro procurou as camisinhas que estavam na mesinha. Ele colocou uma.
Silvia tinha se sentado no sofá e eu continuei me masturbando. Lázaro sentou ao lado dela e a segurou pela cintura. Ela entendeu o jogo e sentou no colo dele, para facilitar a penetração. Estava tão molhada que quase sem esforço ficou completamente sentada no pau dele.
Começou a cavalgar nele enquanto, com as mãos, procurava meu pau, para me masturbar e me chupar alternadamente.
Quatro mãos apertavam seus peitos, ela gemia de prazer.
Ela pressionou a bunda contra a pélvis de Lázaro quando sentiu que ele estava gozando dentro dela.
Ficou sentada com o pau todo dentro até que os espasmos dele foram diminuindo, levantou e voltou a ficar de cócoras, com o rosto na altura do pau de Lázaro. Tirou a camisinha e passou a língua nos restos de porra que haviam escorrido pelo tronco do pau dele.
Eu a peguei por trás, molhei seu cu com meu dedo e comecei a penetrá-la pelo ânus. Estava tão quente que ela não ofereceu resistência. Comecei a bombear, ela jogava o corpo para trás para entrar tudo, colocou a mão na virilha e começou a se masturbar, enquanto com a boca tentava deixar o pau de Lázaro duro novamente, que ainda estava mole depois da gozada.
Não precisou trabalhar muito. O membro dele começou a ficar túrgido, enquanto a língua de Silvia subia dos ovos até o tronco.
Eu fodia seu cu ritmicamente, acompanhando sua masturbação. Senti seu cu apertar, antecipando seu orgasmo, o ritmo da masturbação dela ficou mais rápido, enfiei com mais força até o fundo, senti seu cu se contrair ao mesmo tempo que minha porra inundava seu ânus. Junto com nossa gozada, como para descarregar seu frenesi, ela enfiou o pau de Lázaro na boca, o mais fundo que conseguia. Senti seu engasgo.
Deixei meu pau dentro. E ela se dedicou a chupá-lo. Talvez pela situação, meu pau demorou mais para amolecer. Quando amoleceu, tirei devagar do cu dela.
Ela continuava entregue. o pau do Lázaro. Ela estava curtindo de verdade.
Ele a segurou pela cintura e a puxou para cima. Ele também se levantou. Deu um beijo na boca dela, a virou e a apoiou no braço do sofá.
Silvia entendeu suas intenções.
Pegou uma camisinha, colocou, ajoelhou-se no sofá e buscou o cu dela. Ela apoiou os braços no sofá e se ergueu um pouco.
Vi como ela lentamente entregava o cu. O pau dele ia entrando enquanto Silvia se estremecia. Dava para ver a pele arrepiando.
Como tinha feito comigo, ele passou a mão e buscou a buceta dela para se masturbar.
Lázaro enfiou até o fundo, ela fez uma careta de dor, mas não ofereceu resistência nem parou de se mexer.
Puxou o corpo dela para frente e a montou completamente, tirou a mão dela da buceta e foi ele quem começou a masturbá-la.
Masturbava ela e ao mesmo tempo pressionava a pélvis e levantava o bumbum dela para conseguir penetrar melhor.
A cena tinha me excitado de novo, meu pau estava totalmente duro.
Ouvir Silvia pedindo para ele me excitava ainda mais... "Me fode, me fode pelo cu que eu adoro", ela dizia, enquanto curtia as enfiadas do corpo dele.
Nunca tinha visto ela assim, tão gostosa, passando todos os limites e chegando a pedir para um cara, com quem horas antes tinha dividido um jantar, comê-la.
Deixei ele comê-la um pouco mais, curtia ver como ela entregava o cu.
Pedi para o Lázaro sentar no sofá, que os dois íamos dar à Silvia todo o prazer que ela merecia.
Ele sentou, e a penetrou pelo cu de novo. Ela estava montando no pau dele pelo cu, de costas, eu me aproximei pela frente, e apoiei meu corpo sobre o dela, o que fez os dois irem um pouco para trás.
Ela me olhou com cara de surpresa e desconfiança.
Nunca tinha feito isso com ela, e quando busquei a buceta dela com meu pau, ela fez cara de que não ia dar. Puxou o corpo mais para trás, quase deitando sobre o corpo de Lázaro, que não parava de meter na bunda dela.
Ela abriu um pouco mais as pernas, levantou a pélvis e gemeu quando comecei a enfiar meu pau na boceta.
Lázaro diminuiu o ritmo para facilitar minha penetração.
Quase sem perceber, havíamos coordenado nossos ritmos: quando ele metia, eu parava, e quando eu empurrava, ele diminuía.
Silvia não parava de gemer. Nunca havíamos transado daquela forma. Eu conseguia sentir o pau de Lázaro dentro do cu da Silvia. E ela sentia os dois paus dentro do seu corpo.
Ficamos alguns minutos fodendo assim. Silvia não parava de gemer e de pedir mais. Ela estava totalmente fora de si. Buscava alternadamente minha boca e a dele. Mordia, beijava, gritava.
“Vocês estão me destruindo”, gritou.
Não sei se pela sensação de estar sendo comida pelo cu ou pela boceta, mas o gozo dela quase me derrubou.
Meu pau saiu e minha porra se espalhou entre a vagina e a barriga dela.
Ela empurrou mais três ou quatro vezes contra a pélvis de Lázaro, pela inércia do orgasmo.
Pediu que ele tirasse o pau da sua bunda, porque não aguentava mais.
Ela se virou, tirou a camisinha dele e começou a chupar Lázaro.
Com as mãos, massageava as bolas e acariciava o tronco do pau dele.
“Goza na minha boca”, pediu. Foi entre uma ordem e uma súplica.
Vi o primeiro engasgo dela, ao mesmo tempo que o rosto de Lázaro se contraía e o pau dele soltava a porra na boca da Silvia. Sem hesitar, ela engoliu tudo. Olhou para mim orgulhosa do que havia feito.
Os três ficamos largados nos sofás, sem forças nem para ir tomar banho.
Levou um bom tempo até recuperarmos o fôlego.
Por um momento pensei: “Agora vem a pior parte” “Como a gente sai dessa?”
De novo, para minha surpresa, foi Silvia quem salvou a situação.
Ela se levantou, pegou sua roupa, me deu um beijo, deu um beijo no Lázaro.
“Para não haver mal-entendidos, quero dizer que eu me diverti muito e curti cada momento” “Agora vou banhar"
Nós dois a vimos ir embora com toda sua dignidade. Ela já não era mais a mulher que gemía e entregava todo o corpo. Voltava a ser a dona da casa.
Lázaro e eu ficamos nos encarando. Não sabíamos o que dizer um ao outro.
Eu só consegui comentar: "Não fica mal não, porque no fim das contas foi ideia nossa, e por sorte todo mundo curtiu. Isso fica entre a gente."
Sentimos Silvia saindo do banheiro. Ela foi direto pro quarto.
Ofereci pro Lázaro tomar um banho. Eu fui ver como a Silvia estava.
Entrei no quarto e a encontrei deitada. Perguntei se ela estava bem. "Muito bem", ela disse, "mas um pouco cansada."
Me aproximei pra dar um beijo nela. "Espero que isso nos ajude a ficar mais unidos", ela sussurrou.
"Mas como eu disse, pra deixar as coisas claras, eu fiz porque tava com vontade."
Lázaro saiu do banheiro.
Disse que ia embora. Tentei me despedir. Acompanhei ele até a porta.
Ele não perguntou pela Silvia.
Eu tomei banho e voltei pro quarto. Queria ter tido forças pra gente fazer amor de novo.
A partir daquela noite, nossa relação ficou mais fluida. Nunca mais fizemos isso de novo, embora muitas vezes a gente lembre e até fantasie como seria fazer com outra mulher.
Exatamente como eu tinha imaginado, a relação com meu sócio continuou como se nada tivesse acontecido, embora a Silvia tenha parado de passar no escritório e, nas vezes que por um motivo ou outro nós três nos encontramos, a situação foi cordial.
Tempo depois, soubemos que o Lázaro tinha arrumado uma parceira estável. Silvia e eu não conseguimos segurar a risada quando, quase ao mesmo tempo, dissemos:
"É uma boa oportunidade pra fazer um quarteto."
FIM
3 comentários - Meu Melhor Conto - Final
Felicitaciones.
Gracias por compartir.
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