Mi mejor relato - 2da. parte

Num de nossos tantos jogos, comentei que quem com certeza tava de olho nela era meu sócio.
Ela riu.
Me disse que eu era maluco. Que de onde eu tinha tirado aquilo. Se ele tinha feito algum comentário pra mim.

Falei que não, mas que do mesmo jeito que as mulheres percebem os olhares de outras mulheres, a gente, homem, costuma sacar a cara dos outros caras.
Até cheguei a perguntar se ela se imaginava numa festa com o Lázaro (esse era meu sócio).
Ela riu, e me perguntou de onde eu tirava que ele poderia topar.

Meu sócio era um cara da minha idade, divorciado, com cara de macho, e segundo as secretárias era isso que o tornava atraente, nem muito gordo, nem muito magro, moreno, com traços de cara da rua, não um menino bonito, e apesar de cuidar bem da aparência, não passava por metrossexual.
Pelo contrário, passava mais a impressão de ser o tipo que no domingo se reúne com os amigos pra jogar futebol e que, se precisasse partir pra porrada, ele era o primeiro.

O assunto do Lázaro, de vez em quando, aparecia nas nossas tardes de sexo.
Eu o conhecia desde a faculdade, sabia que era meio putanheiro, e tinha certeza de que era tarado. Fazia anos que éramos sócios no escritório, e algumas histórias dele tinham chegado aos meus ouvidos.
Até uma vez em que um cliente chegou a insinuar que ia tirar a conta da gente porque suspeitava que a esposa tinha uma certa “preferência” por tratar os assuntos com o Lázaro.

Silvia e eu transávamos muito bem. E foi assim que um dia, meio na brincadeira e meio a sério, desafiei ela a confirmar minha teoria de que o Lázaro tava de olho nela, vindo uma tarde ao escritório, e prestando atenção nos olhares dele. Ela disse que ia pensar.

Um meio-dia, a Silvia me ligou pra ver se podia passar pra me buscar e a gente ir direto do escritório pro cinema. Combinamos que ela passava às 6.
Eu, pra ser sincero, tinha esquecido do desafio que lancei meses atrás.

Quando vi ela chegar, lembrei. imediatamente, ao vê-la vestida, senti que ela estava pronta pra chamar a atenção de qualquer homem num raio de 100 metros.

Ela tava muito bem pros seus 40 anos, cabelo escuro, curto, que destacava os olhos claros.
Tava usando uma saia jeans um palmo acima do joelho, justa, salto alto, e uma blusa de seda vermelha, solta mas sugestiva.

Quando a vi na recepção, saí do escritório pra buscá-la.
Pedi dois cafés, e ficamos batendo papo no escritório pra matar tempo até a hora do cinema.
Numa das várias passadas, Lázaro percebeu a presença da Silvia. Na hora entrou no meu escritório e se juntou a nós com um café.

Com as pernas cruzadas, Silvia deixava boa parte das coxas à mostra. De vez em quando Lázaro olhava pra recepção só pra ter que virar a cabeça de novo e passar o olho nas pernas da minha mina. Ele tava de pé, apoiado de leve numa estante, com a xícara de café na mão.

Silvia puxou um cigarro, e ele, todo solícito, se aproximou pra oferecer fogo. Ela se levantou meio que pra chegar perto do isqueiro dele e descruzou as pernas — foi um gesto quase imperceptível, mas Lázaro parou o olhar por um instante na fresta que a saia deixava entre as pernas, tentando ver a calcinha dela, ou a falta dela. Eu não sabia.

Na saída, perguntei: "Tá de calcinha?"
"Por quê?", ela perguntou.

"Porque senão vou ter que perguntar pro Lázaro. Quando você se levantou pra pegar o fogo, ele quase tirou uma foto com os olhos."
"Fica tranquilo, que tô de calcinha", e ela riu.

Fomos ao cinema e depois jantar. Durante o jantar, obviamente o papo foi: qual era a percepção dela sobre o meu comentário a respeito da atração que ela exercia no meu sócio.

Depois de certa resistência, ela acabou admitindo que sim, que em algum momento sentiu que ele tava olhando, e que se eu não estivesse ali, talvez ela tivesse dado uma chance.

Fomos pra casa, e a gente transou. A Silvia ficou pra dormir em casa.
De manhã, acordei ela com café na cama. Depois a gente transou de novo.
Nessa altura já tava na cara a pergunta:

“E aí, o que você acha?”
“Do quê?” ela disse, com cara de quem não tava entendendo.

“Do que eu te falei sobre o Lázaro.”
“Já te falei, você tem razão, ele é um tarado.”
“Não, da outra coisa. Se você se imagina num ménage com ele.” Eu já tava totalmente na pilha.

“Você é louco, ele é seu sócio.” “Eu sou sua parceira, ele me conhece.” “Depois, com que cara ele vai me olhar?”

“É verdade, mas também essas são limitações pra ele. E o fato de ser meu sócio, e eu conhecê-lo há tanto tempo, vai fazer com que ele seja discreto, que saiba se comportar e entenda os limites que você quiser impor.” “Um desconhecido é mais arriscado.”

A conversa terminou por aí.

CONTINUA…

8 comentários - Mi mejor relato - 2da. parte

Nos quedamos con ganas de la continuación.
Digamos que la mesa está servida...
Buen relato.


Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!

Mi mejor relato - 2da. parte

Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Hola Jolo, q haces tanto tiempo?
esta bueno.
ahora, como pienso siempre q leo algo del estilo, ¿que raye no? querer ser cornudo voluntariamente... es algo q no termino de entender.
Un saludo!
jolo588 dijo:mi querida "petzele", gracias por tu comentario. No creo q se trate de ser "cornudo", más bien en la fantasía de todo hombre está el hecho de ver que la persona q tenés al tu lado, puede saltarse deterninados tabues y ofrecértelos como una muestra de su locura. Cornudo sería si ella lo hace a sus espaladas, o si le miente.
Saludos

estoy de acuerdo y el sexo es eso sexoooooo nada mas 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉
bien master segui con la segunda parte.. siempre hay q experimentar, aunque obvio q no todas las mujeres son para este tipo de juegos.. también pasa por ahi, algunas son muy conservadoras y no tolerarian un ofrecimiento asi.. despues habrá que ver el morbo de cada uno..
jolo588 dijo:mi querida "petzele", gracias por tu comentario. No creo q se trate de ser "cornudo", más bien en la fantasía de todo hombre está el hecho de ver que la persona q tenés al tu lado, puede saltarse deterninados tabues y ofrecértelos como una muestra de su locura. Cornudo sería si ella lo hace a sus espaladas, o si le miente. Saludos


bueno, tenes un buen punto de vista y t respeto... hay mucha gente q piensa asi, y no solo en sus ratoneos, sino q lo hacen realidad...
No obstante, con mi mujer no lo aceptaria.... q va a ser, soy de mente mas cerrada.
Ahh..., me llamo Pablo 😃 😃
Abrazo!