Meu melhor conto - Parte 1

Tem vezes que eu duvido da minha sanidade mental.
Não que eu ache que sou louco, mas acho que meus gostos sexuais muitas vezes estão no limite do pesado.

Sempre tive e tenho uma atração especial por putarias. Seja dois cuties e um cara, dois caras e uma cutie,... ou direto uma orgia.

Tive a sorte de, na minha vida, realizar algumas das minhas fantasias. Isso não seria nada estranho, a maioria dos caras curte umas festinhas, mas meu problema é que, depois de um tempo, não hesito em oferecer isso pra minha parceira, o que já me rendeu mais de uma treta, porque as cuties, num primeiro momento, acham que se a gente fala que quer uma festa, é como se não as quisesse, como se não nos importássemos, ou direto como se as tratássemos de putas.

Pelo menos pra mim, nada mais longe da verdade.

Não por parecer recatado, quero confessar que muito raramente, mas RARAMENTE, recorri aos serviços de profissionais. Não porque eu seja um pegador, mas porque nesses tempos, e com AIDS no meio, até custa achar uma boa slut.
Não te chupam se não for com camisinha, não te beijam na boca porque é se entregar, se pudessem te acariciariam com luvas de látex, e o pior de tudo é que gritam e fazem cara como se você estivesse destruindo a pussy delas.

Sei que agora vão aparecer os "destruidores de mitos", e vão contar que uma vez uma slut chupou eles sem camisinha, que gozaram na boca dela e ela engoliu toda a cum, ou pior ainda, algum "viajante" vai dizer que, de tanto que fez a slut gozar, ela nem cobrou.
Infelizmente, comigo nunca aconteceu.

Por isso prefiro as caseiras. Aquelas que quando te beijam, te dão a língua, e quando te chupam, saboreiam os sucos, e que pedem pra você colocar uma camisinha só na hora de foder.

Aquelas que acariciam seu peito todo suado, depois de uma boa transa.
Conclusão: prefiro pagar um bom jantar, pela mínima chance de comer uma mina comum, do que colocar a grana pra "com certeza" comer uma puta.

Mas beleza, voltando ao assunto das surubas, minha satisfação é fazer uma lavagem cerebral numa gatinha comum, de um jeito que ela mesma descubra, deseje e acabe pedindo pra participar de uma festa.

Certa vez um amigo meu disse: "As argentinas transam ou voam... e a única argentina que voa é na Aerolíneas Argentinas".

Então, partindo do axioma de que a maioria das gatinhas curte transar tanto quanto os caras, dá pra deduzir que elas também podem gostar de uma festa.

Sem querer ser um manual, minha experiência mostrou que, uma vez que o assunto é levantado, passa do espanto..."Que isso??",...pra rejeição..."Você é louco..!!", pra dúvida..."E como você imagina isso?",...pra incorporar..."Com quem você imagina?",...pra incorporar ao sexo do casal "Me conta o que fariam comigo?",...pra curtir..."A verdade é que também era minha fantasia",...pra deixar no ar "Se um dia rolar,...sei lá,...talvez eu toparia"

A questão é não pressionar, e deixar a outra pessoa descobrir suas vontades no tempo dela, se ela gostaria com outro cara ou com uma gatinha, se ela gostaria só de sexo oral, ou se diretamente sonha em ser comida. Se fantasia com uma gatinha chupando a buceta dela, ou com um cara metendo no cu dela,...O desejo sempre tá lá, o que acontece é que os caras são muito ansiosos, ou muito mandões (as gatinhas diriam), e querem fazer um pornô com a parceira em uma semana e com a melhor amiga dela..!!!!

Bom, como já falei, essa é minha fraqueza.

E como não podia ser diferente, chegou o momento em que plantei a sementinha na minha namorada.

As etapas foram mais ou menos como contei, e de quase sair correndo da cama, chegou o dia em que ela sozinha, quando se ajoelhava pra me chupar, fazia piadas sobre aquela ser uma boa posição pra um cara meter por trás.

Tudo era parte dos nossos jogos de casal, e ela curtia tanto quanto minhas fantasias, como de incorporar as suas. Entre nós, a gente tinha combinado que tentaria não deixar nada sem dizer.

Certa vez, por causa do trabalho, tive que viajar pro exterior por dois meses. Quando voltei, era tanta vontade acumulada que nós dois tínhamos que ficamos trancados no meu apartamento o fim de semana inteiro transando.

Foi depois de uma dessas sessões de sexo que a Silvia me disse: “Posso te falar uma coisa?”
“Fala”
“Mas olha que pode te foder, e por tabela me foder também”
“Me foderia mais se você não me contasse agora”

Bom, ela fez uma pequena introdução, sobre nosso acordo de contar tudo, e sobre nossa postura liberal em relação ao sexo... pra terminar me contando.

Acontece que uma vez, quando você não tava, fui comprar uns livros, e encontrei um amigo antigo. “Nunca tinha rolado nada, mas eu sabia por outras amigas que ele me queria.” “Ele começou a me paquerar na hora e eu fui na onda.” “Me chamou pra sair, e eu aceitei.”

“O negócio é que no final do encontro, fomos pra casa dele, e acabamos transando.”

A verdade é que fiquei pasmo. Não tinha palavras.
Durante anos a gente tinha falado sobre honestidade, e agora ela tava sendo honesta comigo.

Nessa altura, quero deixar claro que eu tenho 47 anos, e minha namorada, 40.
Ou seja, não estamos falando daquele casal de namoradinhos que se dão as mãos e andam na praça pensando no nome dos futuros filhos. Nós dois já tínhamos tido nossos respectivos casamentos e outros relacionamentos.

Eu sorri. A gente tinha acabado de transar, estávamos largados na cama e minha parceira tava me contando que tinha dado pra um cara.

“Nãão... me conta direito”, falei.

“Sério que você quer que eu conte? O que você quer que eu conte? Dei pra ele, e ponto final!”
“Quero que você me conte os detalhes.” “Como você deu pra ele?”

A gente ficou um tempinho negociando se ela ia me contar ou não. Ela acabou entendendo que eu não me sentia mal pelo acontecido, mas que, da mesma forma que tínhamos incorporado minha fantasia e acabado tornando ela nossa, eu queria que a experiência dela terminasse se integrando ao nosso relacionamento e que era pior deixar aberto o buraco da dúvida.

Ela me contou que foram jantar, e que no final ele a convidou pro apartamento dele, ela estava um pouco alterada pelo álcool, sem ser desculpa, e aceitou.

Ao chegar no apartamento, ele trouxe mais bebida, sentaram juntos num sofá conversando sobre coisas gerais, que ele tinha apoiado a mão na coxa dela, que ela deixou ele fazer e que ele começou a acariciar e a subir a mão.

Ela começou a ficar com tesão, abriu as pernas, e deixou ele tocar.
Ele acariciou a buceta dela por cima da calcinha, puxou ela pro lado e acariciou os lábios. Ela sentiu que estava totalmente entregue, começou a beijar ele enquanto ele enfiava um dedo.
Ele levantou a minissaia dela, e tirou a fio dental. Ela só levantou a bunda, pra facilitar o serviço. Ele se ajoelhou na frente dela e foi chupar a pussy dela, ela respondeu abrindo as pernas e oferecendo a buceta. Ele chupou ela até gozar.

Aí, ela interrompeu a história.

"O que mais você quer saber?", ela me disse.

"TUDO"

Ela se levantou, abaixou a calça e sentou de novo no sofá. Me pediu pra levantar, me colocou de costas, e disse pra eu sentar pra ela me penetrar por trás. Pedi pra ela colocar uma camisinha.
Ela tirou uma caixa do bolso da calça. Colocou, e pediu de novo pra eu sentar. Senti ela enfiando. Quando eu fiquei sentada no pau dela, ela começou a acariciar meus peitos. Eu subia e descia. Tava realmente com muito tesão e gozei de novo.
Bom, depois fomos pro quarto, nos despimos e transamos de novo.

"Pronto, foi só isso" "Não ia ver ele mais" "Foi uma puta tesão do momento" "Não é desculpa, mas foi uma calentura e ponto"

Eu queria continuar perguntando, mas a história dela me deixou com tesão, e aparentemente ela também, então começamos a transar. Ela me pediu pra fazer a booty nela, e eu gozei no cu dela, enquanto ela se masturbava e gozava também.

Depois dessa conversa, a gente nunca mais tocou no assunto. Nosso relacionamento seguiu normal, e acho que serviu pra ambos vermos que nosso pacto de ser honestos tava funcionando. Nem eu guardava rancor escondido, nem ela se afastava pensando que eu tinha ficado magoado.

Agora a gente conversava mais abertamente sobre os caras que ela curtia, ou que eu percebia que tavam afim dela, e ela se soltava mais pra ficar de putaria, confiando na minha reação.

CONTINUA

4 comentários - Meu melhor conto - Parte 1

exelente me encanto me calento y me enternecio :oops :oops :oops :oops van puntos capooooo 😉 😉 😉 😉
noooooooo espectacular master... como diria araujo "lo que viene lo que viene".. ya me la veo venir.. la partuza la tenes que contar jajaja que hdp me hiciste reir cuando te dijo que queres que te cuente "TODO" 😀 😀 😀 un loco..
bue segui asi que esta barbaro el relato
Me gusto como armaste el relato, es muy comodo al leer. No se me habia ocurrido pensar esto:
La cuestión es no presionar, y dejar que la otra persona descubra sus ratones a su tiempo, si le gustaría con otro tipo o con una mina, si le gustaría sólo el sexo oral, o si directamente sueña con que se la cojan. Si fantasea con una mina chupándole la concha, o con un tipo haciéndole el culo,..El deseo siempre está,

Mereces puntines...