Pico Doce

Certa vez, marquei um encontro com a Julia na casa dela depois do trabalho. Eu sabia que ela ia se encontrar com umas amigas, então calculei tempo e distância pra chegar quando ela estivesse sozinha. Fiquei na região da casa dela exatamente na hora que imaginei, mas me perdi no bairro de Mataderos. Sabia que era perto, mas não lembrava por onde pegar. Levei uns 30 minutos pra retomar o caminho, mas finalmente cheguei.

A Julia tinha preparado uns mates pra me receber. Lembro que a gente conversou sobre o trabalho e sobre uma tal excursão que a filha dela (tinha 5 anos na época) queria fazer.

O momento dos carinhos começou na sala perto das 3 da madrugada, onde tinha uma cama. Enquanto a gente se beijava de forma romântica, feito dois adolescentes de colégio, com beijos que iam dos lábios ao pescoço com uma certa harmonia, o tempo parava por instantes, assim como ficava cada vez mais difícil segurar a respiração. As roupas iam voando aos poucos, a cada beijo, a cada movimento pra não cairmos da cama de solteiro onde estávamos... Sem nenhuma roupa atrapalhando, voltei a enfiar meus dedos na Julia, o que fez repetir a mesma cena da última vez, onde ela se agarrava nas laterais da cama. Um pouco mais relaxada, a ruiva começou a me masturbar, enquanto pedia no meu ouvido pra eu meter nela de novo. Pra ser sincero, me sentia meio desconfortável com a situação porque sabia que a filha tava no quarto ao lado dormindo, e eu tinha medo dela ouvir alguma coisa, aparecer e ver a mãe debaixo de outra pessoa.

Expliquei pra Julia minha preocupação 🙄, mas ela me tranquilizou com uma frase meio autoritária 😩 e meio engraçada pra situação 😛. Lembro exatamente: ela disse "você tá na minha casa... e aqui se faz o que eu mando" 😳. Com a "permissão" dela, nada mais me parou, e o que ela queria não demorou pra acontecer. Espera, me ajoelhei na ponta da cama, peguei as pernas dela e "acomodei" ela no centro da cama, e meti de uma vez, tão molhada que tava por causa do aquecimento prévio... comecei a penetrar ela bem devagar, aumentando o ritmo. Os gestos no rosto da Julia diziam tudo, e o quanto ela se segurava pra não fazer barulho e não acordar a filha dela. A Julieta sussurrava tanta coisa no meu ouvido que, toda vez que lembro, dou risada sozinho, embora sejam comentários que vou guardar só pra mim...

Depois da primeira transa, a gente se ajeitou entre os lençóis (com um cigarro ou outro no meio) e continuamos conversando na cama sobre vários assuntos: o ex dela, minha família, a dela, e um monte de coisa... não imaginava o que me esperava...

De repente! Percebi que não tava jogando em casa, nem em campo neutro. Foi aí que a Julia quebrou o papo que a gente tava tendo e me fez uma pergunta...

Ela disse: "Quer que eu te dê meu presente da Semana da Doçura?" (a Semana da Doçura tinha começado no dia da festa do primeiro relato). E eu respondi, num tom cúmplice:

— "Juli... a Semana da Doçura terminou ontem..."

Ela respondeu: "Bom... mas eu tava guardando pra te dar quando a gente ficasse sozinho. Vou te dar um beijo doce, e depois você me dá um beijinho..."

A Juli se jogou em cima de mim, me beijando, e começou um trajeto lento, meticuloso e, acima de tudo, prazeroso pelo meu pescoço e peito, dando beijinhos, descendo pelo meu corpo até chegar na minha virilha. O tempo que a Juli levou da minha boca até lá foi o suficiente pra fazer "o tesouro da família" (minha altura também deve ter ajudado) entrar em campo de novo... ela começou a lamber de baixo pra cima, como se fosse um doce... quando terminou de percorrer tudo, praticamente engoliu inteiro. Ela realmente gostava do que tava fazendo comigo, e tava aproveitando tanto quanto eu, ou até mais. A única coisa que me vinha à cabeça... dizer que ela era uma "gulosa com doces", em poucos minutos, com os movimentos das mãos e da boca, foi o suficiente pra me fazer gozar. Com aviso prévio, ela tratou de engolir tudo que saía daquele pirulito e, como prêmio merecido, levou a troca do "beijo por chocolate" 🤤.


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