Fiesta, Chica, Baile y Sexo!

E aí, galera do P! Sou novo aqui e queria deixar minha contribuição, porque seria foda da minha parte ficar só vendo o trabalho dos outros e não mandar o meu também... Além disso, quero saber como é que tá a parada... Nunca fiz algo assim, talvez por vergonha, timidez, chama de caganeira... Vou deixar esse relato pra vocês e aí a gente compartilha, e depende de vocês se eu faço de novo ou não... Sem mais delongas, só me resta dizer que essa é uma das melhores comunidades que já vi e uma das mais gente boa... O relato é o seguinte...---O que me excita...exitamas numa mulher simplesmente não existe, porque numa mulher meexitaA FAZEROlá!Levo uma vida dupla: um cara normal que não machucaria uma mosca e um filho da puta que adora devorar a primeira novinha que aparece na frente. Não é difícil ser assim... Dá mais privilégio quando uma mina acha que te conhece e no final quem dá a surpresa é você... (isso pode acontecer ao contrário também e você acaba sendo o surpreso!)

Enfim, o que quero dizer é que ninguém sabe ou acha que sabe tudo sobre uma pessoa...

Num sábado, fui pra uma balada com os brothers pra pegar umas novinhas... Eu não sou muito bonito, pelo menos não me considero assim... (baixa autoestima, moral, sei lá...) Mas também sei do que sou capaz... 😉

Tinha um monte de gostosas por todo lado, só tinha mulher... parecia que éramos os únicos caras no lugar...

Tava tomando uma cerveja quando senti uma mão no meu ombro. Virei e era uma mina pedindo fogo. Dei meu isqueiro e convidei ela pra tomar alguma coisa.

— Por que a gente não dança primeiro? — ela respondeu com uns olhos claros lindos, um olhar de puta e muita confiança.

— Beleza — respondi.

Ela tava com um vestidinho branco colado que não deixava nada pra imaginação, uns peitos lindos — nem muito grandes, nem muito pequenos, mas você sabe que são perfeitos! — e uma bunda de infarto. Não era a melhor bunda que já vi, mas era uma das mais lindas. Dançamos música eletrônica (não é muito minha praia, mas dei um gás). Era excitante ver ela balançar a cabeça de um lado pro outro, brincando com o cabelo preto comprido... Já tava ficando excitado só de olhar.

Perguntei como ela se chamava.

— Paty. E você? — ela respondeu.

— Alex — falei. (Obviamente não é meu nome real.)

— Que nome lindo — ela disse. — Agora pode me convidar pra tomar alguma coisa — falou com um sorriso angelical.

Tomamos umas cervejas, começamos a nos conhecer, aquele famoso checklist de assuntos: De onde você é? O que você faz? Tem namorada? Mora sozinho? Enfim, ela era solteira, 23 anos, não tinha filhos, morava num apartamento com a irmã mais velha e se... Eu estava prestes a me formar em Psicologia ou algo assim... Ela vinha de uma família bem rica, e eu só pensava em como me acomodar naqueles peitos lindos... É o tipo de mina que você acha que é centrada e sabe o que quer, que é pura ternura e sinceridade, o tipo de girl que você quereria como mãe dos seus filhos... PSSSSST! (Como eu disse no começo, você nunca conhece bem uma pessoa).
Já fazia um tempo que a gente estava conversando e tinha química. A gente ria, ficava de mãos dadas, aquela paquera de adolescente de 15 anos... Aí olhei a hora e já eram 3:30 da manhã, e eu imaginava que ela ia dar pra trás a qualquer momento. Foi quando ela disse: "Vamos, te levo pra casa." Fiquei mudo, sério, não sabia o que responder. Sim? Não? E falei: "Se não for problema pra você, pra mim, encantado!" Ela sorriu e a gente saiu de lá. Subimos no carro dela e estávamos a caminho de casa... Ela morava perto da balada, mas eu morava a 20 minutos dali... No caminho, continuamos conversando e fazendo piadas, até que passamos na frente de um motel e ela disse: "A gente entra?" Outra vez fiquei mudo, já tava 2 a 0. "Sim, claro, eu adoraria", respondi. Achei que fosse brincadeira, mas quando ela reduziu a velocidade e deu ré, eu soube que ela estava falando sério. Quando entramos, senti como se estivessem me sentenciando à morte. Eu estava nervoso e tremendo, como se fosse a minha primeira vez... Mas ao mesmo tempo era excitante. Ela era uma desconhecida, e eu não sabia o que ia acontecer — isso deixava tudo mais excitante! Eu estava com uma ereção de um metro e nem a tinha visto nua ainda...
Nós dois estávamos super excitados. Nem subimos na cama e já começamos a nos beijar. Eu mordia aqueles lábios carnudos que ela tinha, e aquela língua doce que brincava com a minha, subindo e descendo. Acariciava o rosto dela, depois o cabelo, descia pelos seios lindos que eu já estava com vontade de tocar há tempos, seguia pela cintura perfeita e terminava naquela bunda enorme. Subi em cima dela para sentir melhor, sem parar de beijá-la nem por um segundo, nem para respirar — continuei beijando sem parar... Adorava como sua língua roçava meus lábios e aquele jogo de pernas que ela fazia, tentando sentir meu pau, era excitante demais. Nem precisava me despir ali mesmo, eu poderia gozar se quisesse, estava com tesão demais! Apertava meu pau contra sua buceta como se estivesse penetrando, beijava meu pescoço, arranhava minhas costas, mordia minhas orelhas até que ela disse: "Me fode! Tô com a buceta ardendo, tá?" com uma cara de puta que só. Eu não aguentava a vontade de gozar, era prazer demais e a abstinência tinha me pregado uma peça... Então me levantei e tentei me distrair pensando em outra coisa... Só tirei a camiseta e ela, toda a roupa. Na verdade, a única coisa que ela tinha era o vestido e o tesão, não usava calcinha, era incrível! Difícil se distrair assim, né? Cheguei perto do ouvido dela e falei: "Vamos brincar um pouquinho, que tal?" E ela respondeu que sim só com a cabeça. Fiquei em cima dos seios perfeitamente redondos, acariciando com a língua, mordendo os lindos mamilos, chupando e mordendo cada parte daqueles peitos. Beijei sua barriguinha, descendo até chegar na buceta, linda e molhadinha com aquele cheiro excitante. Fiquei uns segundos contemplando sua beleza antes de devorar aquele pacotinho. Passei meu dedo sobre ela, sentindo seus fluidos deslizando lentamente para dentro. Ouvi os suspiros enquanto ela abria mais e mais as pernas, como pedindo para eu enfiar sem preliminares, mas eu sabia que se fizesse isso não duraria o suficiente. Continuei brincando com sua vagina e me deliciando com ela se contorcendo na cama, como agarrava meu cabelo e esticava os lençóis, como tremia de prazer sem dizer uma palavra, como ficava de boca aberta e olhos fechados, curtindo cada movimento daquele dedo dentro dela. Eu não aguentava mais, então posicionei meus lábios naquela buceta suculenta. Ela estava muito excitada e, por isso, bem lubrificada. Amo uma buceta assim, adoro quando está lubrificada e com aquele cheiro de mulher de verdade. É verdade! Ela começou a lamber todo aquele pacote, chupando tudo que tinha ali, metendo minha língua o máximo que podia e acariciando suavemente seu clitóris com meus dedos. Ela adorou, não conseguia manter as pernas paradas e quase arrancou todos os meus cabelos. "Espera, agora é minha vez" - disse ela. Deitei e ela subiu em cima de mim, beijou meu peito e passeou a língua sobre mim... Arrancou minhas calças e me deixou pelado de uma vez só, calça e cueca incluídas, agarrou meu pau e disse "que delícia!" e logo enfiou na boca. Incrível como ela chupava, metia ele todinho na boca como se desejasse que fosse maior, passava a língua pela cabeça e me olhava com uma cara de puta que queria que eu a partisse ao meio. Se masturbava suavemente enquanto me dizia: "Eu adoro, posso comer?" Eu sorri e disse: "Sim, me mata, puta! Me faz seu!" E aí ela simplesmente subiu em cima de mim, colocou sua buceta em cima do meu pau sem deixar penetrar, e deslizou lentamente para baixo, aproveitando cada centímetro do meu pênis. Eu ia gritar, ela estava tão lubrificada e meu pau deslizava tão bem na sua buceta. Ela percebeu que eu adorava e fez a mesma coisa, deslizando lentamente e apertando a pélvis contra mim. Que puta! Era incrível como ela se movia, inclinando a cabeça para o lado, subindo e descendo devagar com aquele movimento de cintura que destruiria qualquer pau. Eu fazia todo tipo de careta, esticava as pernas, mas era inevitável não ficar excitado, ela me tinha à sua mercê. Colocou as mãos no meu peito e se inclinou levemente para mim, começou a pular no meu pau, molhada, cheia dos seus líquidos, dava para ouvir o barulho do atrito do meu pau na sua buceta, era de morrer. Eu só queria gozar, mas não podia, tinha que durar mais. Agarrei suas nádegas e ajudei a deslizar, "assim, puta! Assim" - eu dizia. Ela se inclinou para mim e disse: "Agora é sua vez". Subi em cima dela e passei meu pau sobre sua buceta molhada. "Eu adoro" - disse ela, mordendo os lábios. lábios. Eu já não aguentava mais, estava muito excitado, então enfiei meu pau lentamente. Era incrível sentir a buceta dela molhada, uma sensação como nenhuma outra. "Assim, papai, assim, vai, me enfia que estou com tesão, me come a noite toda!" - ela dizia. Eu continuei penetrando-a devagar, ela gemendo de prazer, mas eu já estava com tudo na ponta do meu pau, então acelerei o ritmo. "Vira de costas" - eu disse, e sem hesitar ela ficou de quatro, como todos nós gostamos, mas essa posição em particular eu gosto mais: com o rosto contra o travesseiro e a bundinha bem levantada. Abri caminho com as mãos, mas aquele bumbum era mais tentador que a buceta. Não me aguentei e, aproveitando seus fluidos, lubrifiquei aquele bumbum tão apertado que parecia virgem. Enfiei o dedo mindinho para que ela pedisse mais, e ouvi um: "Aaaaai! Siiim, enfia aí mesmo!" Mal ouvi isso, atendi ao pedido e enfiei tudo, seguido de um "Aaaaai, fica um pouco assim, quero sentir esse pedaço." - ela dizia. Eu já não queria esperar, a qualquer momento eu ia gozar, então agarrei sua cintura com força e comecei a bombar. Ela chorava de prazer, dizendo: "Sim, sim, sim, sim, não para, continua, não para assim! Assim!" Deslizei minha mão sobre seu clitóris e, com apenas uma esfregadinha, ela encostou as costas no meu peito, ficando os dois mais ou menos na posição da balança. Coloquei meu...braço esquerdo sobre o peito dela e meu braço direito sobre o clitóris dela e minha boca beijando seu pescoço. (super recomendado)Ela adorava tanto e como ela gemía! Assim, assim, já vou chegar, me dá mais forte que eu adoro! Já vou chegar, putinha! Eu disse e depois disso gozei dentro dela, pude ter esse privilégio sem remorsos. Ela soltou um daqueles gritos e terminou com as pernas bem fechadas, tremendo e toda suada, virou e me olhou fixamente com uma cara séria e a boca entreaberta, se aproximou e me deu um beijo dos mais ternos. Depois nos deitamos, ela colocou a cabeça no meu peito e nós adormecemos. De manhã nos levantamos como se nada, tomamos banho juntos e se respirava um ar de relacionamento, paguei a conta e ela me trouxe para casa, nos despedimos com um beijo e combinamos de sair outro dia! E fim? Hehehe

Espero que tenham gostado, como eu disse, vai depender de vocês se faço outro Post, ok?Obrigado e que tenham fantasias!
Beijos!Não se esqueçam de comentar!

3 comentários - Fiesta, Chica, Baile y Sexo!

Quedé caliente con tu relato!
Estaría bueno que separes más las oraciones para que sea más cómodo a los ojos 🙂

Saludos...