Há alguns meses tive que me mudar pra Madrid por causa do trabalho. Como tudo foi tão de repente e minha estadia não ia durar muito tempo, a própria empresa arrumou um apartamento pra mim. A dona do apartamento era a Rocío, conhecida de um dos meus chefes, e de vez em quando ela alugava um quarto, quando pediam.
Sou o Ivan, tenho 30 anos, sou alto, loiro e de olhos azuis. Gosto de praticar esporte, mas não tenho um corpo escultural. Já pros trinta anos que tenho, aparece uma barriguinha, mas me mantenho bem. Por ser alto e ter ombros largos, disfarça bem. Não sou uma pessoa bonita, mas posso ser atraente.
Fui acompanhado até a casa da Rocío pela minha chefe de departamento, e lá estava ela. Quem abriu a porta foi uma senhora já passando dos cinquenta anos. Depois dos beijos e cumprimentos de praxe, minha chefe foi embora e ficamos só nós dois. Eu estava meio nervoso e meio sem graça, afinal tava na casa de outra pessoa, mas ela, acostumada a ter inquilinos, fez com que eu me sentisse à vontade no apartamento. Era uma pessoa afável e muito próxima. Ela me mostrou o apartamento e me levou até meu quarto, onde deixei minhas malas e o notebook — não tinha muita bagagem além disso. Na hora do jantar, ficamos conversando um pouco sobre tudo: sobre ela, sobre mim e as regras de convivência.
Já tinham se passado umas duas semanas, e eu tinha conseguido uma boa relação com ela. Não dava muito trabalho nem problemas, e ajudava no que podia. Ela fazia o jantar pra mim toda noite, mesmo não sendo obrigação, e pra retribuir, eu costumava fazer as compras da casa, e dividíamos os gastos com comida. Era muito atenciosa e quase me tratava como um parente.
Rocío era uma mulher muito exuberante. Tinha o corpo cheinho, proporcionado, com uns peitos que, mesmo não sendo muito grandes, se faziam notar por causa dos quilinhos a mais que ela tinha. Quadris largos e uma bunda empinada que ficava ainda mais gostosa com uma calcinha modeladora pra manter tudo no lugar. mas o que mais me chamou a atenção foi a barriguinha dela que, pra idade que tinha, não era exageradamente grande, mas era firme, nada caída. Cabelo liso e moreno, na altura dos ombros, pele morena e não muito alta. Era divorciada desde que a filha tinha 9 anos, de um californiano que voltou pro país dele. A filha tava há uns anos estudando lá e voltava pra casa no verão. Era uma mulher gostosa, que com o tempo foi ficando mais à vontade com a minha presença no apartamento, e isso dava pra perceber na hora de se vestir em casa. Ela já não escondia tanto o corpo com a roupa, se sentia confortável comigo por perto, às vezes me tratava como um sobrinho, pra não dizer como um filho.
O que eu mais gostava era da companhia dela em casa, cruzar com ela, observar ela nos afazeres do dia a dia e a roupa que usava. Quando acordava de manhã, costumava vestir um roupão de tecido que insinuava muito bem a silhueta dela, não era justo nem marcava, mas fazia a imaginação voar sobre como seria aquele corpo. Não era muito comprido, não chegava nem no joelho, então ficava solto balançando com o movimento do quadril. Quando ela levantava o braço pra abrir um armário alto, o tecido grudava no peito, moldando aquela área. Recém acordada, geralmente não usava sutiã, só uma calcinha, que costumava ser branca ou preta, então dava pra adivinhar pelo tecido do roupão. Quando se abaixava pra pegar alguma coisa, adorava ver como a abertura do roupão se abria e deixava aqueles dois peitinhos balançando. Em algumas ocasiões, tive vontade de esticar a mão e tocar um deles. Uma vez cheguei a ver ela de camiseta e só de calcinha saindo do banho, eram vislumbres rápidos, mas eu guardava e colocava nas minhas fantasias. De vez em quando rolava algum contato, principalmente na cozinha, que não era muito grande, e pra gente se movimentar sem trombar, a gente se apoiava ou se segurava com a mão no corpo do outro pra passar. O que eu mais gostava era quando subíamos juntos. No elevador, a gente sempre se apertava com outros vizinhos e eu sempre ficava perto dela.
Acho que rolou um jogo entre nós, a gente nunca falava sobre isso, mas tinha uma cumplicidade. Quando eu acordava, costumava ir com uma calça de pijama e uma camiseta. Quase todo dia eu acordava com aquela meia ereção matinal, e eu nem tentava disfarçar. Quando saía do banho, ia só com a toalha na cintura, sem me secar direito, deixando a água escorrendo pelo corpo. Tentava ir o mais leve possível de roupa, mas sem criar uma situação violenta. Gostava de andar descalço, e se não usava a calça de pijama, colocava uma short, e às vezes até ia de cueca samba-canção, não muito justa, e sei que ela também me observava.
Uma tarde, fui entrar no banheiro. Saí do meu quarto, pensando que ela estava na sala, e abri a porta pra ir mijar. Lá estava ela sentada na privada, com o roupão entreaberto e levantado até a cintura, me mostrando as pernas e com a calcinha no tornozelo. Tive uma das imagens mais eróticas diante de mim. Levei um susto e fiquei envergonhado, só consegui falar "desculpa" entre os dentes. Ela, com um sorriso e tirando o peso da situação, disse "ocupado". Fechei a porta na hora e, nervoso, fui pra cozinha, nem sei pra quê. Nesse exato momento, o telefone tocou, perguntando pela Rocío. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela saiu do banheiro amarrando o roupão, porque estava esperando a ligação. Começou a falar com uma amiga antiga e, vendo que ela tava rindo no telefone, fui ao banheiro, já que a conversa parecia que ia render. Quando entrei, a primeira coisa que vi foi a calcinha dela. Fechei a porta e peguei aquele pedaço de pano. Com uma mão em cada ponta, abri pra admirar, passei a ponta dos dedos pra sentir a textura, queria saber como era ao toque. Virei e procurei a parte dupla onde o sexo se acomoda, o sexo dela, o sexo da Rocío. Eu já tava excitado, com uma ereção que só aumentava. Apoiado na pia, o que fazia contato com meu pau, que foi crescendo, eu tava nervoso e excitado. A calcinha, mesmo sendo preta, dava pra ver alguns pelinhos pubianos soltos e tava molhada, com umas manchinhas esbranquiçadas, quase ocre. Toquei com a ponta dos dedos, ainda estavam úmidas e viscosas!!!, não resisti à tentação de cheirar, a primeira vez foi inebriante, despertou em mim um desejo incontrolável de sexo solto. Tava cheirando os fluidos dela, a buceta dela era deliciosa e safada, o que me deixava mais duro. Com uma mão eu me acariciava o pau e com a outra respirava aqueles sucos, até que ouvi a conversa telefônica da Rocío chegando ao fim. Deixei a calcinha onde tinha encontrado e saí do banheiro com minha ereção, tentando disfarçar, mas ela tava no corredor, indo em direção ao banheiro. Não foi que eu saísse correndo ou apressado, mas não foi muito natural, e quando nossos olhares se cruzaram, só me ocorreu dizer "já terminei", me referindo que o banheiro tava livre. Eu fui direto pro meu quarto e ela entrou no banheiro pra pegar a roupa íntima dela. Do meu quarto, ouvi ela dar descarga, "merda", pensei, ela tinha saído rápido sem dar descarga, com o tempo justo de se limpar e deixar aquele pedaço de papel higiênico dobrado, típico de mulher. Será que ela percebeu? Uma pessoa que entra no banheiro e não mijou e fica um tempão pode ser suspeito. Ficou por isso, não pensei mais nisso, mas na minha cabeça tava aquela mulher, mais do que nunca, pra mim era inalcançável, eu não seria capaz de tentar nada com ela assim, do nada. Se fosse uma desconhecida numa balada ou num bar, não me importava, mas morando junto debaixo do mesmo teto... uff... podia ser muito tenso a situação. E ela, eu acho que se tivesse a fim, pensaria o mesmo.
A partir daquele dia, eu costumava olhar no cesto de roupa suja, e nem sempre encontrava a calcinha dela. Mas nas vezes que via, tava em cima de toda a roupa e sempre tava molhada ou com um cheiro forte. Cor, como se ela tivesse molhado pra mim. Devo dizer que até então ela nunca deixava elas à mostra, e eu vi aquilo como um convite. Aí eu me masturbava com elas, tentando não sujar. Cheirava e esfregava no meu pau, curtindo ao máximo e fantasiando como seria comer aquela buceta. Uma vez, a Rocío, recém-saída do banho, deixou a calcinha à mostra, era branca e ainda estava molhada e quente, foi o máximo. Tive uma gozada tremenda e incontrolável, sujei parte da pia, da minha cueca e da calcinha dela. Tentei limpar tudo e de repente me deu na telha deixar outro "presentinho" pra ela: deixei minha cueca toda gozada ali, no cesto de roupa suja, junto com a calcinha dela. Pouco depois, a Rocío entrou no banheiro pra terminar de se arrumar. Uns minutos depois, cheguei perto da porta e, na surdina, tentei ouvir o que rolava lá dentro. Minha imaginação voava e eu fantasiava com o que ela tava fazendo. Numa dessas, me pareceu ouvir uma respiração ofegante e um gemido. Comecei a ficar excitado e a me tocar. Só de pensar que ela tava cheirando meu gozo e curtindo aquilo, eu ficava louco. Tive que voltar pro quarto pra terminar de me masturbar. Era assim nosso jogo, a gente não ia além, era fato consumado, não conversávamos sobre isso e acabou virando rotina.
A Rocío andava reclamando há uns dias que os ombros doíam, que tavam tensos. Uma noite, vendo TV, os dois sentados no sofá, ela se lamentava que naquela hora, quando relaxava, era quando mais doía, e que ia num massagista. Eu perguntei se doía tanto assim, como ela ia trabalhar. Ela respondeu que à noite era quando mais incomodava e que os ombros tavam muito carregados. "Olha, toca aqui", e com as duas mãos ela abaixou um pouco o roupão, deixando os ombros à mostra. Eu hesitei, mas ela virou a cabeça, sorriu e disse "não seja bobo". Aí eu estendi o braço e com uns dedos toquei aquela pele. Gostei daquele contato com a pele nua dela. "É verdade, acho que que se te formaram uns nó", e com as duas mãos comecei a explorar aqueles ombros. Passamos assim um minuto e ela me disse "por que você não me dá uma massagenzinha, pra ver se acalma?", eu aceitei de bom grado. Me acomodei no sofá e abri minhas pernas pra ela sentar na minha frente de costas pra mim, bem na beirada. Ela se levantou e colocou a bunda empinada na frente do meu pacote, o suficiente pra roçar de leve. Endireitou as costas e abaixou o roupão até a metade das costas, não tava de sutiã, eu agi na hora e comecei a massagear os ombros dela, e com a ponta dos dedos descia pelas costas, ela adorava, dizia que eu tinha umas mãos fabulosas. Numa dessas, aproximei meu nariz do pescoço dela, querendo me encher do cheiro do corpo dela, ela não reclamou e se deixou levar. Tava morrendo de vontade de descer as mãos e abraçar aqueles peitos que eu via de leve, mas não tive coragem, vendo que ela gostava do contato da minha respiração na pele, beijei os ombros dela, e ela respondia com uns leves movimentos de cabeça, me deixando fazer. "Já tô melhor, obrigada", acabou, ela subiu o roupão nos ombros, virou-se e, com um carinho na minha bochecha, disse "amanhã compro um creme de massagem e você me dá outra, tá?", eu concordei com um sorriso.
Passei o dia com a imagem da noite anterior, no trabalho não me concentrava e os pensamentos me perturbavam, as horas pareciam intermináveis e não chegava a hora de ir pra casa. Finalmente!!, o trabalho acabou, nervoso fui pra casa, não sabia o que me esperava, tinha pensado muito nisso. Entrei em casa e falei um "oi", "Rocío?", ouvi a porta do banheiro abrir "oi Ivan, acabei de tomar banho, e comprei o creme, agora vou pra salinha, fica à vontade", isso era um convite, fui pro meu quarto e vesti uma calça de pijama bem fina, o suficiente pra sentir meu pau. Não tinha percebido, mas na sala tava calor, ela entrou pela porta com sua bata preta bem leve, ela tava mais gostosa do que nunca, nas mãos vinha com um vidro de óleo corporal, "aumentei um pouco o aquecimento, é pra não esfriarmos, você me dá uma massagem igual a de ontem?", "sim, claro" falei na hora. Ela tinha tudo preparado, isso me deixou tranquilo, parecia que ela tinha tomado a iniciativa. Jogou um edredom no meio da sala e colocou uma almofada, "se você estiver com calor, pode tirar a camiseta" eu, que tava de joelhos na frente dela que tava em pé, aceitei sem falar nada. Meu olhar tava focado na cintura dela, ela me observava. Ela tava a menos de um metro, desamarrou o laço da bata e com um gesto sutil e sensual deixou cair.
Na minha frente tava aquele corpo maduro, com uma calcinha preta, a barriguinha redonda e uns peitinhos caídos, uns mamilos não muito grandes mas com umas auréolas lindas. Ela estendeu a mão e acariciou meu cabelo, meio hesitante eu toquei as coxas dela e comecei a acariciar, subi minhas mãos e percorri a barriga dela, ela continuava em pé e eu de joelhos. Minhas mãos desceram pro tecido que cobria a virilha dela, ela com as duas mãos acariciava minha cabeça e fez um leve movimento de pressão pra perto dela, tava me guiando. Aproximei minha cabeça da buceta escondida dela, ela afastou um pouco as pernas, era mais um convite, beijava a vulva escondida e tentava sentir o cheiro daquilo. Com meus dedos brincava com o elástico da calcinha, descendo aos poucos, vendo como apareciam aqueles pelinhos. Desci o suficiente pra ver toda a buceta dela com os pelos bem aparados, tirei minha cabeça e coloquei uma das mãos dela na própria boceta e convidei ela a se tocar. Ela se tocou suavemente, enfiava um dedo e depois se acariciava por fora, com um leve movimento de quadril. Tirei a calcinha dela completamente e com um gesto leve virei ela, colocando a bunda dela na minha frente, comecei a apalpar, acariciar e beijar. Ela continuava com as pernas abertas, eu com meus dedos procurava o cu dela, ela em pé empinava a bunda e eu de joelhos diante daquela bunda exuberante, Acariciava o cu, brincava com meus dedos e beijava, passava minha língua, enquanto com a palma da mão eu pousava na buceta dela, tava quente e muito molhada. Esses sucos vaginais eu passava com a ponta dos dedos no cu dela e chupava, ela com a respiração ofegante e com movimentos de quadril se deixava levar, eu tava no controle.
Ficamos assim um tempo, eu levantei, tirei minha calça de pijama e, nu por trás, comecei a beijar o pescoço dela enquanto passava a mão nos peitos por trás, enquanto tinha encaixado meu pau na buceta dela, tava quente e úmido. Passava a mão nela toda, enquanto uma das minhas mãos acariciava a buceta dela, a outra passava a mão nos peitos e chupava o pescoço. Enfiei um dedo e tirei, enquanto não parava de passar a mão nela, coloquei na boca pra saborear, hmm que gostoso, ela gemia, enfiei outro dedo e, tirando um pouco dos sucos dela, ofereci na boca dela. Rocío já tava muito excitada, colocou meu dedo na boca e brincava com a língua.
Ela fez um sinal pra parar, eu soltei ela, ela se virou e me beijou, um beijo apaixonado, de sexo. Se afastou de mim, deitou no chão e abriu as pernas me mostrando toda a buceta dela, eu admirava aquela imagem, ela abria os lábios, se tocava, levantava as pernas e juntava os pés me mostrando tudo. Me abaixei e a primeira coisa que fiz foi cheirar e passar a língua pra provar aqueles sucos, tavam deliciosos, e com um desejo incontrolável comi aquela buceta que tanto tinha desejado. Enquanto chupava, com minhas mãos apertava os peitos dela, ela se mexia e gemia, me agarrava pela cabeça e esmagava contra a buceta dela. Entre minha saliva e a lubrificação dela, minha boca se enchia de líquidos viscosos, me levantava e beijava ela, enfiava a língua pra ela provar. A situação tava incontrolável, Rocío gemia cada vez mais e isso me deixava mais louco, tudo acabou com um orgasmo da minha caseira, que não parava de falar meu nome, ela teve uns tremores e gritava, eu não parava... Quando terminou, ela tava com a cara No ar, tinha um cheiro de sexo impregnado na salinha toda. Ela me beijou e sussurrou no meu ouvido: "Vamos pra minha cama, que eu quero chupar essa sua pica e que você me coma de quatro". Ela pegou na minha mão e me levou pro quarto dela. Não consegui segurar meu desejo incontrolável: "Vou te foder aqui mesmo". Peguei ela pelo cabelo e coloquei de quatro no meio do corredor... A partir daí, foi uma tarde de sexo sem limites. Com Rocío, descobri o verdadeiro sexo e a luxúria...
Sou o Ivan, tenho 30 anos, sou alto, loiro e de olhos azuis. Gosto de praticar esporte, mas não tenho um corpo escultural. Já pros trinta anos que tenho, aparece uma barriguinha, mas me mantenho bem. Por ser alto e ter ombros largos, disfarça bem. Não sou uma pessoa bonita, mas posso ser atraente.
Fui acompanhado até a casa da Rocío pela minha chefe de departamento, e lá estava ela. Quem abriu a porta foi uma senhora já passando dos cinquenta anos. Depois dos beijos e cumprimentos de praxe, minha chefe foi embora e ficamos só nós dois. Eu estava meio nervoso e meio sem graça, afinal tava na casa de outra pessoa, mas ela, acostumada a ter inquilinos, fez com que eu me sentisse à vontade no apartamento. Era uma pessoa afável e muito próxima. Ela me mostrou o apartamento e me levou até meu quarto, onde deixei minhas malas e o notebook — não tinha muita bagagem além disso. Na hora do jantar, ficamos conversando um pouco sobre tudo: sobre ela, sobre mim e as regras de convivência.
Já tinham se passado umas duas semanas, e eu tinha conseguido uma boa relação com ela. Não dava muito trabalho nem problemas, e ajudava no que podia. Ela fazia o jantar pra mim toda noite, mesmo não sendo obrigação, e pra retribuir, eu costumava fazer as compras da casa, e dividíamos os gastos com comida. Era muito atenciosa e quase me tratava como um parente.
Rocío era uma mulher muito exuberante. Tinha o corpo cheinho, proporcionado, com uns peitos que, mesmo não sendo muito grandes, se faziam notar por causa dos quilinhos a mais que ela tinha. Quadris largos e uma bunda empinada que ficava ainda mais gostosa com uma calcinha modeladora pra manter tudo no lugar. mas o que mais me chamou a atenção foi a barriguinha dela que, pra idade que tinha, não era exageradamente grande, mas era firme, nada caída. Cabelo liso e moreno, na altura dos ombros, pele morena e não muito alta. Era divorciada desde que a filha tinha 9 anos, de um californiano que voltou pro país dele. A filha tava há uns anos estudando lá e voltava pra casa no verão. Era uma mulher gostosa, que com o tempo foi ficando mais à vontade com a minha presença no apartamento, e isso dava pra perceber na hora de se vestir em casa. Ela já não escondia tanto o corpo com a roupa, se sentia confortável comigo por perto, às vezes me tratava como um sobrinho, pra não dizer como um filho.
O que eu mais gostava era da companhia dela em casa, cruzar com ela, observar ela nos afazeres do dia a dia e a roupa que usava. Quando acordava de manhã, costumava vestir um roupão de tecido que insinuava muito bem a silhueta dela, não era justo nem marcava, mas fazia a imaginação voar sobre como seria aquele corpo. Não era muito comprido, não chegava nem no joelho, então ficava solto balançando com o movimento do quadril. Quando ela levantava o braço pra abrir um armário alto, o tecido grudava no peito, moldando aquela área. Recém acordada, geralmente não usava sutiã, só uma calcinha, que costumava ser branca ou preta, então dava pra adivinhar pelo tecido do roupão. Quando se abaixava pra pegar alguma coisa, adorava ver como a abertura do roupão se abria e deixava aqueles dois peitinhos balançando. Em algumas ocasiões, tive vontade de esticar a mão e tocar um deles. Uma vez cheguei a ver ela de camiseta e só de calcinha saindo do banho, eram vislumbres rápidos, mas eu guardava e colocava nas minhas fantasias. De vez em quando rolava algum contato, principalmente na cozinha, que não era muito grande, e pra gente se movimentar sem trombar, a gente se apoiava ou se segurava com a mão no corpo do outro pra passar. O que eu mais gostava era quando subíamos juntos. No elevador, a gente sempre se apertava com outros vizinhos e eu sempre ficava perto dela.
Acho que rolou um jogo entre nós, a gente nunca falava sobre isso, mas tinha uma cumplicidade. Quando eu acordava, costumava ir com uma calça de pijama e uma camiseta. Quase todo dia eu acordava com aquela meia ereção matinal, e eu nem tentava disfarçar. Quando saía do banho, ia só com a toalha na cintura, sem me secar direito, deixando a água escorrendo pelo corpo. Tentava ir o mais leve possível de roupa, mas sem criar uma situação violenta. Gostava de andar descalço, e se não usava a calça de pijama, colocava uma short, e às vezes até ia de cueca samba-canção, não muito justa, e sei que ela também me observava.
Uma tarde, fui entrar no banheiro. Saí do meu quarto, pensando que ela estava na sala, e abri a porta pra ir mijar. Lá estava ela sentada na privada, com o roupão entreaberto e levantado até a cintura, me mostrando as pernas e com a calcinha no tornozelo. Tive uma das imagens mais eróticas diante de mim. Levei um susto e fiquei envergonhado, só consegui falar "desculpa" entre os dentes. Ela, com um sorriso e tirando o peso da situação, disse "ocupado". Fechei a porta na hora e, nervoso, fui pra cozinha, nem sei pra quê. Nesse exato momento, o telefone tocou, perguntando pela Rocío. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela saiu do banheiro amarrando o roupão, porque estava esperando a ligação. Começou a falar com uma amiga antiga e, vendo que ela tava rindo no telefone, fui ao banheiro, já que a conversa parecia que ia render. Quando entrei, a primeira coisa que vi foi a calcinha dela. Fechei a porta e peguei aquele pedaço de pano. Com uma mão em cada ponta, abri pra admirar, passei a ponta dos dedos pra sentir a textura, queria saber como era ao toque. Virei e procurei a parte dupla onde o sexo se acomoda, o sexo dela, o sexo da Rocío. Eu já tava excitado, com uma ereção que só aumentava. Apoiado na pia, o que fazia contato com meu pau, que foi crescendo, eu tava nervoso e excitado. A calcinha, mesmo sendo preta, dava pra ver alguns pelinhos pubianos soltos e tava molhada, com umas manchinhas esbranquiçadas, quase ocre. Toquei com a ponta dos dedos, ainda estavam úmidas e viscosas!!!, não resisti à tentação de cheirar, a primeira vez foi inebriante, despertou em mim um desejo incontrolável de sexo solto. Tava cheirando os fluidos dela, a buceta dela era deliciosa e safada, o que me deixava mais duro. Com uma mão eu me acariciava o pau e com a outra respirava aqueles sucos, até que ouvi a conversa telefônica da Rocío chegando ao fim. Deixei a calcinha onde tinha encontrado e saí do banheiro com minha ereção, tentando disfarçar, mas ela tava no corredor, indo em direção ao banheiro. Não foi que eu saísse correndo ou apressado, mas não foi muito natural, e quando nossos olhares se cruzaram, só me ocorreu dizer "já terminei", me referindo que o banheiro tava livre. Eu fui direto pro meu quarto e ela entrou no banheiro pra pegar a roupa íntima dela. Do meu quarto, ouvi ela dar descarga, "merda", pensei, ela tinha saído rápido sem dar descarga, com o tempo justo de se limpar e deixar aquele pedaço de papel higiênico dobrado, típico de mulher. Será que ela percebeu? Uma pessoa que entra no banheiro e não mijou e fica um tempão pode ser suspeito. Ficou por isso, não pensei mais nisso, mas na minha cabeça tava aquela mulher, mais do que nunca, pra mim era inalcançável, eu não seria capaz de tentar nada com ela assim, do nada. Se fosse uma desconhecida numa balada ou num bar, não me importava, mas morando junto debaixo do mesmo teto... uff... podia ser muito tenso a situação. E ela, eu acho que se tivesse a fim, pensaria o mesmo.
A partir daquele dia, eu costumava olhar no cesto de roupa suja, e nem sempre encontrava a calcinha dela. Mas nas vezes que via, tava em cima de toda a roupa e sempre tava molhada ou com um cheiro forte. Cor, como se ela tivesse molhado pra mim. Devo dizer que até então ela nunca deixava elas à mostra, e eu vi aquilo como um convite. Aí eu me masturbava com elas, tentando não sujar. Cheirava e esfregava no meu pau, curtindo ao máximo e fantasiando como seria comer aquela buceta. Uma vez, a Rocío, recém-saída do banho, deixou a calcinha à mostra, era branca e ainda estava molhada e quente, foi o máximo. Tive uma gozada tremenda e incontrolável, sujei parte da pia, da minha cueca e da calcinha dela. Tentei limpar tudo e de repente me deu na telha deixar outro "presentinho" pra ela: deixei minha cueca toda gozada ali, no cesto de roupa suja, junto com a calcinha dela. Pouco depois, a Rocío entrou no banheiro pra terminar de se arrumar. Uns minutos depois, cheguei perto da porta e, na surdina, tentei ouvir o que rolava lá dentro. Minha imaginação voava e eu fantasiava com o que ela tava fazendo. Numa dessas, me pareceu ouvir uma respiração ofegante e um gemido. Comecei a ficar excitado e a me tocar. Só de pensar que ela tava cheirando meu gozo e curtindo aquilo, eu ficava louco. Tive que voltar pro quarto pra terminar de me masturbar. Era assim nosso jogo, a gente não ia além, era fato consumado, não conversávamos sobre isso e acabou virando rotina.
A Rocío andava reclamando há uns dias que os ombros doíam, que tavam tensos. Uma noite, vendo TV, os dois sentados no sofá, ela se lamentava que naquela hora, quando relaxava, era quando mais doía, e que ia num massagista. Eu perguntei se doía tanto assim, como ela ia trabalhar. Ela respondeu que à noite era quando mais incomodava e que os ombros tavam muito carregados. "Olha, toca aqui", e com as duas mãos ela abaixou um pouco o roupão, deixando os ombros à mostra. Eu hesitei, mas ela virou a cabeça, sorriu e disse "não seja bobo". Aí eu estendi o braço e com uns dedos toquei aquela pele. Gostei daquele contato com a pele nua dela. "É verdade, acho que que se te formaram uns nó", e com as duas mãos comecei a explorar aqueles ombros. Passamos assim um minuto e ela me disse "por que você não me dá uma massagenzinha, pra ver se acalma?", eu aceitei de bom grado. Me acomodei no sofá e abri minhas pernas pra ela sentar na minha frente de costas pra mim, bem na beirada. Ela se levantou e colocou a bunda empinada na frente do meu pacote, o suficiente pra roçar de leve. Endireitou as costas e abaixou o roupão até a metade das costas, não tava de sutiã, eu agi na hora e comecei a massagear os ombros dela, e com a ponta dos dedos descia pelas costas, ela adorava, dizia que eu tinha umas mãos fabulosas. Numa dessas, aproximei meu nariz do pescoço dela, querendo me encher do cheiro do corpo dela, ela não reclamou e se deixou levar. Tava morrendo de vontade de descer as mãos e abraçar aqueles peitos que eu via de leve, mas não tive coragem, vendo que ela gostava do contato da minha respiração na pele, beijei os ombros dela, e ela respondia com uns leves movimentos de cabeça, me deixando fazer. "Já tô melhor, obrigada", acabou, ela subiu o roupão nos ombros, virou-se e, com um carinho na minha bochecha, disse "amanhã compro um creme de massagem e você me dá outra, tá?", eu concordei com um sorriso.
Passei o dia com a imagem da noite anterior, no trabalho não me concentrava e os pensamentos me perturbavam, as horas pareciam intermináveis e não chegava a hora de ir pra casa. Finalmente!!, o trabalho acabou, nervoso fui pra casa, não sabia o que me esperava, tinha pensado muito nisso. Entrei em casa e falei um "oi", "Rocío?", ouvi a porta do banheiro abrir "oi Ivan, acabei de tomar banho, e comprei o creme, agora vou pra salinha, fica à vontade", isso era um convite, fui pro meu quarto e vesti uma calça de pijama bem fina, o suficiente pra sentir meu pau. Não tinha percebido, mas na sala tava calor, ela entrou pela porta com sua bata preta bem leve, ela tava mais gostosa do que nunca, nas mãos vinha com um vidro de óleo corporal, "aumentei um pouco o aquecimento, é pra não esfriarmos, você me dá uma massagem igual a de ontem?", "sim, claro" falei na hora. Ela tinha tudo preparado, isso me deixou tranquilo, parecia que ela tinha tomado a iniciativa. Jogou um edredom no meio da sala e colocou uma almofada, "se você estiver com calor, pode tirar a camiseta" eu, que tava de joelhos na frente dela que tava em pé, aceitei sem falar nada. Meu olhar tava focado na cintura dela, ela me observava. Ela tava a menos de um metro, desamarrou o laço da bata e com um gesto sutil e sensual deixou cair.
Na minha frente tava aquele corpo maduro, com uma calcinha preta, a barriguinha redonda e uns peitinhos caídos, uns mamilos não muito grandes mas com umas auréolas lindas. Ela estendeu a mão e acariciou meu cabelo, meio hesitante eu toquei as coxas dela e comecei a acariciar, subi minhas mãos e percorri a barriga dela, ela continuava em pé e eu de joelhos. Minhas mãos desceram pro tecido que cobria a virilha dela, ela com as duas mãos acariciava minha cabeça e fez um leve movimento de pressão pra perto dela, tava me guiando. Aproximei minha cabeça da buceta escondida dela, ela afastou um pouco as pernas, era mais um convite, beijava a vulva escondida e tentava sentir o cheiro daquilo. Com meus dedos brincava com o elástico da calcinha, descendo aos poucos, vendo como apareciam aqueles pelinhos. Desci o suficiente pra ver toda a buceta dela com os pelos bem aparados, tirei minha cabeça e coloquei uma das mãos dela na própria boceta e convidei ela a se tocar. Ela se tocou suavemente, enfiava um dedo e depois se acariciava por fora, com um leve movimento de quadril. Tirei a calcinha dela completamente e com um gesto leve virei ela, colocando a bunda dela na minha frente, comecei a apalpar, acariciar e beijar. Ela continuava com as pernas abertas, eu com meus dedos procurava o cu dela, ela em pé empinava a bunda e eu de joelhos diante daquela bunda exuberante, Acariciava o cu, brincava com meus dedos e beijava, passava minha língua, enquanto com a palma da mão eu pousava na buceta dela, tava quente e muito molhada. Esses sucos vaginais eu passava com a ponta dos dedos no cu dela e chupava, ela com a respiração ofegante e com movimentos de quadril se deixava levar, eu tava no controle.
Ficamos assim um tempo, eu levantei, tirei minha calça de pijama e, nu por trás, comecei a beijar o pescoço dela enquanto passava a mão nos peitos por trás, enquanto tinha encaixado meu pau na buceta dela, tava quente e úmido. Passava a mão nela toda, enquanto uma das minhas mãos acariciava a buceta dela, a outra passava a mão nos peitos e chupava o pescoço. Enfiei um dedo e tirei, enquanto não parava de passar a mão nela, coloquei na boca pra saborear, hmm que gostoso, ela gemia, enfiei outro dedo e, tirando um pouco dos sucos dela, ofereci na boca dela. Rocío já tava muito excitada, colocou meu dedo na boca e brincava com a língua.
Ela fez um sinal pra parar, eu soltei ela, ela se virou e me beijou, um beijo apaixonado, de sexo. Se afastou de mim, deitou no chão e abriu as pernas me mostrando toda a buceta dela, eu admirava aquela imagem, ela abria os lábios, se tocava, levantava as pernas e juntava os pés me mostrando tudo. Me abaixei e a primeira coisa que fiz foi cheirar e passar a língua pra provar aqueles sucos, tavam deliciosos, e com um desejo incontrolável comi aquela buceta que tanto tinha desejado. Enquanto chupava, com minhas mãos apertava os peitos dela, ela se mexia e gemia, me agarrava pela cabeça e esmagava contra a buceta dela. Entre minha saliva e a lubrificação dela, minha boca se enchia de líquidos viscosos, me levantava e beijava ela, enfiava a língua pra ela provar. A situação tava incontrolável, Rocío gemia cada vez mais e isso me deixava mais louco, tudo acabou com um orgasmo da minha caseira, que não parava de falar meu nome, ela teve uns tremores e gritava, eu não parava... Quando terminou, ela tava com a cara No ar, tinha um cheiro de sexo impregnado na salinha toda. Ela me beijou e sussurrou no meu ouvido: "Vamos pra minha cama, que eu quero chupar essa sua pica e que você me coma de quatro". Ela pegou na minha mão e me levou pro quarto dela. Não consegui segurar meu desejo incontrolável: "Vou te foder aqui mesmo". Peguei ela pelo cabelo e coloquei de quatro no meio do corredor... A partir daí, foi uma tarde de sexo sem limites. Com Rocío, descobri o verdadeiro sexo e a luxúria...
3 comentários - Rocio, minha casera gostosa