Já me conformei que meus pais levaram o carro no fim de semana, então organizei um plano alternativo que inclui namorada, jantar romântico, calcinha nova pra ela e 48 horas de sexo.
Sexta-feira, 18h.
Volto do supermercado pronto pra começar os preparativos do jantar. Com a emoção e a ansiedade pela visita, saí sem o celular. Mal cruzo a porta, noto a luz piscando da secretária eletrônica. Deixaram duas novas mensagens.
A primeira: Minha mãe da praia:
BIIIIIIIP
– “Juan, por favor, não se esqueça que hoje é o Aniversário da tia Carmen e ela vai dar uma festa na casa nova dela. Por favor, você não pode deixar de ir. Lembra que você prometeu. A gente se vê amanhã. Te amo, filho. Tchau.”
BIIIIIIIP
Um calor intenso me invade de repente. Além do celular, também esqueci completamente da minha maldita tia Carmen e do aniversário de merda dela.
Melina vai chegar em duas horas pronta pra um fim de semana intenso. Não posso dizer que mudei de planos. Em vez de um jantar romântico e uma calcinha de renda, pensei que você preferiria me acompanhar no aniversário da insuportável da minha tia Carmen. Impossível. Todo o fim de semana pelo ralo. Seria o começo do fim do nosso relacionamento. Vai tomar no cu! Vou falar pra minha mãe que fiquei com uma diarreia.
Odeio minha tia, meu tio e meu primo. Detesto eles. São o lado yuppie da família. Minha tia é o protótipo da velha buceta insatisfeita que não sabe o que fazer da vida além de se deprimir e tomar pílulas. Meu tio Oscar é gerente de uma construtora, um puxa-saco que subiu na vida. Meu primo Diego se acha o herdeiro de Deus. Tem só alguns anos a mais que eu e trabalha na área de publicidade da empresa do meu tio. Ele e o grupinho dele são cheios de estilo e excentricidade. Minha mãe comentou que ele teve uns problemas com drogas, assim como minha tia.
Chega. Já decidi: não vou. Diarreia ou não, sempre dá tempo de inventar desculpas.
A luz do O aparelho continua dando sinal intermitente. Vou mandar a segunda mensagem: Melina, minha namorada:
BIIIIIIIP
-Oi, Juan... Você não vai acreditar! Nasceu o filho da Silvia! Ela tava esperando pra meados de agosto, mas adiantou quase um mês. Internaram ela às pressas duas horas atrás e... O negócio é que ela me pediu pra ficar a noite com ela porque o Quique tá viajando e os pais dela só chegam da cidade amanhã de manhã. Pegou todo mundo de surpresa! Não posso dizer não... não fica bravo, meu amor... a gente deixa pra amanhã, né?... beijos.
BIIIIIIIP
Foda-se. Tudo foi pro saco: as velas, as calcinhas e as gozadas. Tudo se foi em dois putos BIIIIPS.
Sexta, 9 da noite.
Tô há três horas xingando Deus e Nossa Senhora sem parar.
Entro no taxi pra ir pra porra da festa da parte mais insuportável da minha família.
Conforme o tempo passa, o mau humor só aumenta, não diminui. Pra piorar, não tenho o carro e esse maldito taxi vai me deixar seco.
Sexta, 11 da noite.
Chego na casa dos meus tios. É uma mansão num condomínio fechado, nos arredores da cidade. O lugar é imponente. Puro luxo e tudo cheira a novo.
Assim que ponho o pé dentro de casa, uma garçonete gostosa me recebe com um sorriso e uma taça de champanhe. A festa parece ter começado há um tempão. Da entrada, percebo que a maioria dos convidados tá no jardim, que parece ser a parte dos fundos da casa. De lá vem a música e a zoeira de um monte de gente.
Quando tento criar coragem pra avançar, minha tia Carmen me cruza de surpresa, seguida por um grupo de velhos babões:
-Que bom te ver, Juancito!
-Oi, tia. Feliz aniversário.
-Muito obrigada, sobrinho. Que alegria ter você aqui! Aposto que tava morrendo de vontade de conhecer a casa!
-Claro, lógico. Faz dias que tô pensando...
-Vem, vem com a gente...
Minha tia faz de guia turística pra um bando de velhos puxa-sacos que não Paro de me maravilhar com a mansão. Finalmente me sinto útil pra alguma coisa. Entro no grupo sem outra opção.
Depois de percorrer todo o andar térreo, a tortura continua. Subimos as escadas pra seguir a visita no andar de cima — todos, os velhotes e eu, vamos em fila indiana atrás da minha tia.
No andar de cima, cruzo com meu primo, que pelo visto também tá servindo de guia pra um bando de freaks que irradiam glamour alternativo, com certeza os colegas publicitários dele.
Ele para pra me cumprimentar sem se dar ao trabalho de me apresentar pros amigos. São quatro no total. Dois casais. Gente super fashion. Os caras são dois babacas bronzeados, de bermuda, regata e sandálias. Parecem duas cópias ruins do mesmo original.
Pelo lado das minas, a coisa melhora: uma delas usa um vestido solto, estilo sino, onda anos 60, de bolinhas. Um penteado meio retrô e uns óculos escuros enormes e bem ridículos. Mas, além da fantasia, ela não é nada mal. O vestido é sugestivamente curto e deixa à mostra umas pernas lindas, bem torneadas.
A outra mina sim é realmente gostosa. Usa sandálias de borracha, uma mini jeans e uma regata branca, sem alças, deixando à mostra os ombros nus e delineando uns peitos redondos e firmes, sem sutiã. De rosto é linda, um anjo: olhos verdes sutilmente delineados de preto, pele muito branca salpicada por umas sardas imperceptíveis no nariz e nas maçãs do rosto. A boca dela é um imã de olhar: larga, de lábios finos pintados com um brilho suave, que dá uma sensação de umidade bem sensual.
Ela tem o cabelo preto e liso abaixo dos ombros, preso sobre as orelhas com dois grampos pequenos. Tem um look sexy adolescente que finaliza com um pirulito na boca e que só tira pra me cumprimentar com praticamente zero interesse.
Com meu primo e a galera da moda dele, acho que encontro um jeito de escapar das garras da minha tia. Mas Diego me dispensa descaradamente.
— Te vejo lá embaixo, Juan. Faz um sinal de positivo com o polegar e desaparece escada abaixo com os colegas metrossexuais dele, indo pro térreo. Obviamente eu não tinha chance de entrar naquele grupinho seleto. Que filho da puta!
Por um momento fico sozinho. Com alívio, percebo que o bando da minha tia se perdeu num dos quartos. É minha chance. Fujo pra primeira porta e fecho ela atrás de mim. É o banheiro. Lavo o rosto e tento controlar meu mau humor, fico um segundo me olhando no espelho. Não consigo entender o que tô fazendo ali, quando deveria estar com minha nova namorada, agora mesmo, fazendo todo tipo de sacanagem. Olho nos meus olhos. Minha imagem no espelho só me devolve raiva e rancor. Como uma provocação do demônio, dispara na minha mente a voz safada da Melina implorando num sussurro...
— Não goza dentro, love... ahhhahh... deixa eu ver... quero ver você fazendo isso...
É a fraqueza dela. Ela fica doida pra ver aquele momento. Porra! Quantas vezes eu podia ter feito isso naquela noite?!
Num acesso de raiva contida, pra não quebrar o espelho com um soco, abro violentamente a porta do armário de remédios. Melina não tá ali. Só escovas de dente, cremes, absorventes e um pote com pílulas, provavelmente soníferos, provavelmente da minha tia. Sem pensar, fuck you, pego o potinho e guardo dois comprimidos no bolso da calça.
Quando chegar em casa, vou garantir que durmo até sábado à noite. Depois vou foder a Melina tantas vezes que ela vai poder fazer um filme com minhas gozadas. Ela é uma mina estranha. É bem recatada, mas tem umas preferências sexuais meio extravagantes. A putinha fica louca quando eu masturbo ela enquanto bato uma, ao mesmo tempo.
— Vamos fazer uma dupla...?
Ela pede. E quando tô quase gozando, ela me deixa batendo uma sozinho enquanto observa a cena o mais perto possível. Ela mesma cuida agora da bucetinha dela, se esfregando com a mão aberta, enquanto eu... descarga. Quando minha função termina, ela se contorce em uns orgasmos muito intensos. Ela gosta de ver de perto, na primeira fila, mas nunca me deixou gozar na cara dela ou na boca dela. Eu a odeio por isso. Ela sempre se posiciona de lado pra não ser atingida pelo jato. São gostos, mas a verdade é que a gente se diverte junto.
Saio do banheiro com um humor pior do que entrei, mas disposto a voltar pra festa. A lembrança gostosa da Melina acalmou um pouco minha raiva, mas deixou a vara dura feito um mastro debaixo da calça.
Sábado, 00h.
Já faz quase uma hora que tô sentado numa cadeira do jardim, com minha taça de champanhe, sozinho e sem falar com ninguém. Fico observando os movimentos das pessoas. Detesto eles. Meu tio Oscar, com o copo de uísque e o charuto, conversa com um grupo de velhos carniceiros da mesma laia. Minha tia Carmen continua percorrendo a casa e maltratando o pessoal do serviço. Meu primo Diego dança com o grupo de amigos dele ao redor da piscina.
Não consigo tirar os olhos daquela foxy de visual adolescente. Como ela se mexe. É uma provocadora nata. Dança com o namorado, vira de costas pra ele e esfrega a bunda no pau dele. Pura histeria. Agora ela tira o pirulito da boca. Passa nos lábios e depois esfrega com a ponta da língua. Como se tentasse mostrar pro parceiro dela de que jeito ela prefere que comam a buceta dela. Eles riem...
Ela tá dando um pequeno show e sabe disso. Meu tio e o grupo de porcos amigos dele olham de soslaio pra ela, entre um copo e outro.
Da minha parte, já tô excitado o suficiente pra deixar passar despercebido um estímulo desses.
Me mexo na cadeira, desconfortável. A virilha aperta. A ferramenta cresceu e tá comprimindo minhas bolas. O que eu faço? Devia descarregar um pouco pra me acalmar e baixar o nível de ansiedade. Me dá um certo tesão pensar em bater uma no banheiro impecável e recém-inaugurado da minha tia Carmen. A verdade é que preciso de uma Baixei. Além disso, não tenho nada melhor pra fazer. Não vou pensar mais, decisão tomada.
O banheiro do térreo parece o de um bar. Já conhecia da visita com minha tia. Tem um espelho grande em cima da pia e, bem na frente, dois privados. Dois boxes vizinhos, cada um com seu vaso. Um luxo só.
Entro de fininho num dos compartimentos e fecho a porta. Em pé, do jeito que tava, abaixo o zíper da calça e meu pau pula pra fora feito um boneco de caixa de surpresa. Fecho os olhos e a imagem da Melina aparece na minha mente como num passe de mágica. Invoco uma cena onde a gente senta na cama pelados, frente a frente, na posição de lótus. Aí ela se inclina sobre mim e começa a chupar meu pau como só a Melina sabe, enquanto se masturba. É um boquete lento e caprichado. Passa quase vinte minutos lambendo, mimando, chupando e se tocando. Minhas bolas enchem até o talo.
Quando faço sinal que tô perto de gozar, ela volta pra posição de lótus original e começa a me beijar na boca, bem fundo. A mão livre dela retoma o trabalho que começou com os lábios, no mesmo ritmo. Com a língua molhada, acaricia a minha.
No instante em que eu explodo de prazer, sinto ela gozar junto comigo. Ela morde minha boca de leve, entre gemidos, enquanto eu despejo meu néctar na barriga dela, no umbigo, no púbis e na buceta...
Barulho de porta batendo. Som de passos.
Meu sangue congela. Numa fração de segundo, minha mente volta à realidade. Que idiota! Eu tinha fechado a porta do privado, mas tinha deixado a porta do banheiro aberta.
Meu pau tá molhado, latejando e doendo. Tô prestes a terminar o serviço quando alguém entra no banheiro de repente. Escuto a pessoa entrar no outro privado e fechar a porta com trinco.
Preciso sair daqui sem ser visto. Abro a porta do meu esconderijo bem devagar pra fugir sem deixar rastro, mas não consigo, fico parado. sorvete, me falta o ar. Ali, no mármore da pia, apoiado num lenço de papel, tem um pirulito pela metade.
Então sinto algo quebrar no meu cérebro. Tenho a sensação de entrar num estado febril do qual não tenho certeza se vou conseguir sair. Por apenas mais um segundo fico paralisado, depois entro em ação.
Com um movimento rápido, fuck you no pirulito e me tranco de novo no meu box. Consigo ouvir a foxy levantando a minissaia e abaixando a calcinha. Consigo sentir o som abafado do tecido e o roçar do algodão na pele dela. Ela está quase do meu lado, mas não consigo vê-la. Fecho os olhos para completar a cena na minha mente. Meto o doce na boca e, enquanto saboreio, me masturbo com força. Sinto o gosto do açúcar misturado com a saliva dela e com o brilho labial. Estou prestes a gozar, mas paro. Abro os olhos. Minha glande está inchada, brilhante, coberta pelos fluidos prévios... Começo a ouvir o som líquido, sibilante, que a urina faz quando sai com muita pressão e cai na água do vaso. Tiro o pirulito da boca e esfrego na ponta do meu pau. Cubro o doce com meus fluidos transparentes.
Num movimento felino, saio do privado, coloco o pirulito no lugar original e volto a entrar. Ela já terminou de mijar e está prestes a sair do banheiro, e eu me preparo para espiar a cena pelo buraco da fechadura do box.
Ela sai do privado e para em frente à pia. Através do espelho, consigo vê-la de frente. Para minha surpresa, percebo que ela está segurando uma calcinha branca de algodão na mão. Será que voltaria pra festa de mini e sem calcinha?
Não. Ela deixa a peça íntima sobre o mármore e, com uma delicadeza natural, fuck o doce que está sobre o papel. Agora apoia ele cuidadosamente em cima da calcinha. Depois pega o lenço, meio úmido da saliva dela e dos meus fluidos, enfia por baixo da saia e se limpa com delicadeza. Então joga o lenço no lixo, pega o doce, leva até a boca e saboreia. Faz uma leve careta, mas não consegue identificar o novo gosto. Depois tira a calcinha e desce a legging: Primeiro um pé, depois o outro. Sobe o elástico até as coxas e para ali. Puxa a saia pela cintura e levanta o suficiente pra me dar dois segundos infinitos da bucetinha dela completamente depilada.
Depois arruma o cabelo e sai do banheiro com o doce-salgado na boca.
Meu pau tá quase tão duro quanto minhas bolas, mas já não quero mais bater uma.
Agora mesmo tenho que ir pra casa, tomar um banho, mandar um remédio pra dentro e dormir.
No pior dos casos, tenho que apelar pra uma profissional...
Mas não faço isso.
Sábado, 01h da manhã.
Vigio minha presa a uma distância segura. Ela, o namorado e a mina vintage deram um tempo na pista de dança pra pegar umas bebidas. Atravessam o parque até o bar e ficam por lá, conversando. Eu me aproximo com a falsa intenção de beber algo. Abro caminho entre algumas pessoas e paro do lado dela, que tá encostada no balcão, de lado, de costas pra mim.
Naquele exato momento, os três amigos levantam os copos e brindam a sei lá que porra...
— Uma cerveja, por favor...
Peço pro barman bem na hora que ouço a voz do meu primo falando pros amigos:
— Pablo! Cuidado com a Larita que ela vai infartar os velhos.
Pablo era o boy dela e Lara, minha presa. É a hora. Meu primo tá a uns metros do bar e vem vindo. Com o comentário dele, chamou a atenção de todo mundo.
Tiro um comprimido do bolso, quebro com a unha e, num movimento rápido, deixo cair no copo da Lara.
O aviso irônico do meu primo arrancou risadas e comentários no grupo. Diego se junta a eles e fala pra Lara:
— Os amigos do meu pai não tiraram os olhos da sua bunda... Você deixou eles loucos de tesão com a sua dança...
Todo mundo cai na gargalhada.
Meu primo é um idiota, sem dúvida. Mas ainda assim, ele tá certo e eles sabem. Porque É disso que se trata o jogo dela.
Da minha parte, tô disposto a jogar o meu. O plano tá em andamento.
Me afasto uns metros do balcão. Nem sequer notaram minha presença ali.
Da minha nova posição, consigo ver Lara bebendo do copo dela. Tão conversando bem animados.
Deixo passar uns minutos.
Agora decidem voltar pra pista. Tudo parece normal, sem mudanças. Fico me perguntando se não troquei os soníferos por aspirinas. Mas quando tão cruzando o parque pra alcançar o grupo grande de gente que dança em volta da piscina, Lara sussurra algo no ouvido do namorado e se desvia em direção à casa.
Ela anda tranquila, mas a expressão mudou de repente... tem um olhar preocupado, menos infantil. Vejo ela entrar em casa e me esgueiro atrás dela...
Vai direto pro banheiro, aonde eu tinha feito ela provar o novo sabor do doce.
Apoia o copo e o pirulito no mármore da pia e segura a cabeça com as duas mãos.
— Tá bem?
Minha voz surpreende ela, porque não me viu chegar.
— Tô muito tonta... não sei... de repente me deu um mal-estar...
— Deixa eu te ajudar.
Ela mal consegue ficar em pé. Entro no banheiro e sugiro que ela sente na tampa do vaso.
— Acho que vou desmaiar...
Sinto que a situação tá fugindo do meu controle, escapando das minhas mãos. Não posso deixar ela aqui. Preciso agir rápido. Saio do banheiro correndo em direção à cozinha. Entro pela porta de vai-e-vem quase derrubando ela e... A puta da minha tia! Tá armando um pequeno escândalo de raiva com o lava-louças e outro cara do serviço de buffet. Minha entrada triunfal passou totalmente despercebida. Lá está ela, xingando aos berros um moleque de no máximo quinze anos que não para de lavar a louça freneticamente entre uma nuvem de espuma de detergente. Humilha ele na frente do colega, um homem mais velho, trata ele como um maldito escravo.
— ...NEGRO, INÚTIL DE MERDA, NEM LAVAR DIREITO VOCÊ SABE PRATOS...!
Com essa frase final, ele dá meia-volta, passa por mim sem nem notar minha presença e, com o rosto carregado de raiva, desaparece atrás da porta.
Nós três ficamos em silêncio. O garoto está prestes a chorar. Acho que ele se segura porque sente minha presença. Eu me sinto mal por ele, mas não tenho tempo pra isso:
— Tem uma mina passando mal no banheiro e não consigo carregar ela sozinho... alguém pode me dar uma mão?
O jovem olha de esguelha pro homem mais velho:
— Vai... Vai... Eu fico com isso aqui.
Por milagre ninguém descobriu ela. Carregamos a Lara, cada um segurando um braço, e vamos em direção à escada. Ela não tá totalmente inconsciente e consegue ajudar com as pernas, não precisa carregar ela no colo. Seguramos ela pelas axilas. Cada um de um lado. A pressão que fazemos pra cima, pra evitar que ela desabe, tá fazendo com que, a cada passo, a blusa dela sem alças vá cedendo devagar pra baixo. No curto trajeto até a escada, ela murmura algo sobre tontura e o namorado dela, que não consigo entender. Quando começamos a subir, sinto meu antebraço roçar na lateral do peito dela através do algodão fino da blusa. Percebo que o lavador de pratos não consegue tirar os olhos do decote que tá cada vez mais aparecendo. Ao chegar no primeiro andar, duas luas rosadas fininhas aparecem por cima da blusa. O moleque tá extasiado, perturbado. Eu também, mas consigo me controlar.
A gente se esgueira pela primeira porta disponível. É o quarto dos meus tios.
Deitamos a Lara na cama, de barriga pra cima. Fecho a porta. Pela primeira vez desde que tomei a decisão de drogar a Lara, respiro aliviado.
Já foi. O pior passou. Agora o jogo tem que começar.
O lavador de pratos ficou hipnotizado com a beleza da Lara. Ele tá de pé ao lado dela, com a boca semiaberta. O olhar dele percorre o corpo dela, mas sempre pousa nos peitos semi-expostos.
— Qual é teu nome?
— Ah... ehhh... Jony. Jony tá entrando na adolescência. É um moleque que, com seus catorze ou quinze anos, provavelmente passou mais tempo da vida dele trabalhando pra gente como minha tia do que estudando ou fazendo coisa de criança. Dá pra ver na cara dele, nas mãos. É um cara forte, mas não chega a ser gordo. Dá pra notar que ele é meio tímido e na dele...
- Jony... Cê gosta da mina?
Ele me olha envergonhado, como se esperasse uma bronca pela excitação na cara dele.
- Desculpa... É sua... É sua namorada...?
- Sim. Cê ficou vidrado nas tetas dela, né?
O comentário pega ele de surpresa. A cara dele fica vermelha na hora e, com o olhar baixo, ele sai andando rápido pra porta.
- Foi mal, senhor, é que eu...
- Não te culpo, é normal. Quer ver elas?
Jony para no meio do caminho.
- Vem. Não tem medo não, adoro mostrar minha namorada... ela é muito gostosa, não acha?
- Sim, senhor... claro.
- Não entendi... "Sim, cê acha ela gostosa" ou "sim, quer ver as tetas dela"?
- Se o senhor me permite... acho que os dois, senhor...
Lara tá dormindo. A respiração dela fica mais funda e devagar agora. Pego ela pelas axilas, levanto ela em minha direção e encosto as costas e a cabeça dela nuns travesseiros. Depois arrumo o cabelo dela de leve pra poder ver o penteado e o rostinho de adolescente. É um anjo.
Convido o Jony pra sentar na cama, do lado dela. Ele obedece sem perguntar nada. Aí, na frente do meu único e mais fiel espectador, que fica de boca aberta, enfio o dedão no decote da regata branca sem alça da Lara e, sem encostar nela, puxo pra baixo, não muito forte, mas com firmeza. Primeiro o pano resiste... depois desliza na pele feminina e cede, sem mais. Os peitos redondos e durinhos dela pulam pra fora da regata: um espetáculo divino, daqueles de dar replay e ver quadro a quadro.
- Ahhhhhhhhhhh...
Jony não consegue segurar a reação.
Os peitos da Lara são dois globos redondos e lisos, coroados no topo por um moranguinho pequeno dum tom rosa maduro delicioso. Da minha parte, volto a sentir uma ereção dolorosa e cada vez mais bem fundamentada. Mas não é hora de se deixar levar, ainda não.
- Ela é gostosa, não acha?
Jony só balança a cabeça concordando, sem tirar os olhos dela, sem conseguir desviar a atenção.
- Quer me dizer qual é o cheiro dela, Jony..?
Jony me olha vidrado, como se minha pergunta tivesse sido feita num idioma incompreensível pra ele:
- A pele dela... me diz como cheira. Bem ali, onde a pele dela vira morango... chega mais perto e cheira, vai...
Jony abaixa a cabeça bem devagar... Quando a ponta do nariz dele, de quinze primaveras, chega a dois centímetros de distância do mamilo tenro da Lara, o moleque para e inspira fundo, com toda a força, enchendo os pulmões, como se quisesse cheirar ela, devorar ela.
Quando termina a inspiração, quase desaba no chão. A superoxigenação, os eflúvios da pele feminina e a traição dos próprios nervos fazem ele perder o equilíbrio por um instante.
- Posso tocar nela..? Posso tocar na sua namorada, senhor..?
Ele fala num tom de súplica, sem conseguir segurar o desejo.
- Pode fazer isso... e pode beijar ela também, se quiser. Mas antes preciso te pedir um favor. Tá disposto?
- O que o senhor mandar, senhor.
- Beleza. Então escuta com atenção...
Sábado, 01:30 da manhã.
O quarto dos meus tios é feito sob medida pros delírios de nobreza deles: um banheiro dentro do quarto e um guarda-roupa-vestiário enorme que ocupa uma parede inteira. A mobília é sóbria: tem só uma cama de casal plus size (onde agora a Lara descansa tranquila), com um criado-mudo de cada lado. Na cabeceira da cama tem uma janela que dá pro fundo, coberta por cortinas grossas.
Tô plantado ali e posso observar meu primo, a mina retrô e o Pablo, o namorado da Lara, dançando e bebendo no meio do povo.
Tudo parece estar sob controle. Mas por quanto tempo? Sem dúvida ninguém sentiria minha falta. Mas quanto tempo até notarem a ausência de Lara e começar a busca?
Assim que Jony parte na missão que lhe dei, volto a cobrir delicadamente o torso de Lara com sua camisola. Não queria que ninguém entrasse de repente e se deparasse com um espetáculo tão imponente.
Decidi não trancar a porta, porque se alguém tentar abrir e ela estiver trancada por dentro, poderia levantar suspeitas.
Confio que, apesar da música e da gritaria que vêm de fora, se alguém subir as escadas, vou ouvir os passos, o rangido da madeira, para me pôr a salvo.
Enquanto espio a festa pela janela, minha mente se enrosca nos próprios fantasmas e começo a cogitar a possibilidade de ser descoberto. Então fecho as cortinas e tento afastar a paranoia. Viro-me para o rosto de Lara. É perfeito. Só agora consigo reparar nos detalhes. Sento ao lado dela e começo a observar atentamente seu rosto. As pequenas sardas espalhadas pelo nariz e pelas maçãs do rosto dão a ela um ar infantil que contrasta com sua boca larga e sensual, de lábios finos e rosados. Lamento não poder apreciar a cor de seus olhos claros, mas seus cílios pretos e ondulados são igualmente lindos. Pela primeira vez, deixo de sentir rancor e raiva dela, da sua atitude, e me deixo encantar pela sua beleza.
Ela ainda usava os dois grampos pequenos que seguravam seu cabelo. Um de cada lado, colocados com perfeita simetria. Como uma menina do primário que a mãe penteia com ciúme antes de ir para a escola.
Sinto necessidade de tocá-la, de sentir sua textura. Absurdamente, não tenho coragem, ela me intimida. Mas crio coragem e faço isso. Acaricio timidamente seu rosto com as costas dos meus dedos.
Sinto uma sutil descarga elétrica, um impulso que vai da minha mão direto para a minha entreperna, e dali, sem escalas, para meu sistema nervoso central.
Tenho a necessidade de tocá-la de novo e faço isso. Rozo seus lábios com a ponta do meu polegar. Ela entreabre levemente a boca, como reação ao meu estímulo. O que me permite, quase sem querer, roçar seus dentes e me molhar com a saliva dela.
Passo meu dedo por toda a fileira de dentes superiores. Vou e volto por ali, duas ou três vezes. Estou fascinado com aquela boca.
Percebo que o tom rosado dos lábios dela é idêntico ao dos mamilos dela. Então me ocorre que poderiam ser moldados do mesmo material.
Preciso verificar minha teoria. Sem tirar o dedo da boca dela, com a mão que ainda tenho livre, volto a baixar o decote o suficiente para liberar um dos peitos dela. Respondendo ao efeito natural do roçar naquela área sensível, o mamilo dela parece estar despertando. Toda a circunferência rosada ao redor dele se elevou alguns milímetros sobre a pele branca do peito dela. Formou uma almofada confortável onde descansa aquela gema híbrida, metade pérola, metade rubi.
Posso verificar, de fato, que ambas as estruturas anatômicas são moldadas com a mesma argila, e me arrisco a pensar que também os lábios inferiores dela, os lábios íntimos, evidenciariam a mesma origem comum. Ao pensar nisso, meu pau dobra de tamanho e minha boca enche de água.
Saboreio a saliva dela do meu polegar enquanto me deito ao lado dela. Coloquei minha cabeça na altura do único peito nu dela. Estou perfeitamente disposto a lustrar com minha língua aquela gema até fazê-la brilhar, quando ouço passos, rangidos de madeira vindos da escada.
Tenho certeza de que é o Jony, mas quero testar meu procedimento de emergência.
Cubro novamente a seminuvez da Lara e me enfio no armário.
De lá, tenho visão completa do recinto através de umas frestas de ventilação que ficam bem na altura dos meus olhos.
Ali espero, com nervosismo crescente, que a porta do quarto finalmente se abra.
Jony entra na surdina e fecha a porta atrás de si. Aparentemente, trouxe tudo o que pedi: duas taças, uma garrafa de champanhe, um maço de papel e a carteira dela. Lara, que sei lá com que truques, conseguiu tirar do armário.
Conseguiu tudo e em tempo recorde. Claramente, o Jony não é tão inútil quanto minha tia imagina. Talvez falte o estímulo certo. O fato é que agora ele mereceu o que ganhou.
Saio do meu esconderijo tentando não assustar o garoto, que já tá visivelmente nervoso. Ele tá tão suado que os cabelos grudam na testa e a camisa cola no corpo, nas costas e no peito. Pego tudo que o Jony trouxe e parabenizo ele pelo trabalho:
— Jony, você ganhou na moral. Pode brincar um pouco com esses peitos, mas não pode fazer nada que machuque ela... Tá certo?
— Sim, senhor, tá certo...
Ele responde sem se mexer um milímetro do lugar.
— Anda, que você não tem muito tempo, mexe essa bunda, mexe essa bunda...
Então o Jony senta do lado dela. Já naturalizou totalmente a situação e tá pronto pra satisfazer o desejo dele. Como se já tivesse planejado os passos, com muita decisão, puxa a borda superior da blusa branca da Lara e libera os peitos dela de um puxão só. Não perde muito tempo admirando a cena e coloca as palmas das mãos na base dos peitos, como se estivesse pesando eles. Vai subindo pelas laterais, como se guardasse o melhor pro final.
Com as duas mãos cheias, respira fundo e, segurando o ar, afunda o rosto suado no vale infinito que se abre entre os peitos dela. Uma vez mergulhado no colo dela, aperta os peitos da Lara contra os lados da própria cabeça. Como se quisesse se afogar nela.
A felicidade inocente do garoto me faz sentir bem, me acalma. Então deixo ele fazer o que quer e vou pro banheiro do quarto pra preparar as coisas.
— Não para de prestar atenção nos barulhos da escada...
— Mmmmmm......eeee.....mmm...
Abro o champanhe, encho uma das taças e jogo metade do conteúdo da garrafa na pia. O álcool seria minha desculpa.
Agora encho a outra taça com água até a metade e Dissolvo nela mais um dos comprimidos da minha tia. Não sei quanto tempo o efeito vai durar, então tenho que estar preparado pra uma segunda dose.
E o mais importante: abro o papelzinho que envolve o pirulito, o mesmo doce que tinha levado o suco do meu pau até a boca da Lara. Ele tinha ficado no banheiro do térreo e, se alguém descobrisse, ia levantar suspeitas.
Me distraio uns minutos fuçando a carteira da Lara. Não tem nada de interessante: um brilho labial, uns lenços, outro pirulito lacrado, dois preservativos e os documentos dela: María Lara Aragón; Data de nascimento: 6 de maio de 1987. A putinha tem 21 anos.
Na real, não faço ideia de como isso vai acabar, sinceramente não consigo ver como um abuso, mas sim como um ato de justiça. Se ela se acha no direito de me deixar duro do jeito que faz, eu tenho o meu de gozar do meu jeito.
Toda a ostentação obscena do lugar e do povo tá tirando o pior de mim. E a Lara faz parte dessa ostentação. É tipo uma sereia que te atrai com o canto até te deixar doente, porque você nunca consegue alcançá-la...
Mas não é o meu caso, eu capturei minha sereia, tenho ela na minha mão e tô pronto pra vingar, em nome dela, quem já caiu nos encantos dela e foi rejeitado.
Tô perdido nos meus pensamentos dentro do banheiro quando os gemidos do Jony me trazem de volta à terra.
O adolescente fortão tá completamente banhado de suor. Ele tá deitado de lado, literalmente enfiado no corpo da Lara. Com uma mão, ele amassa um dos peitos dela com uma dedicação doentia. É como se ele quisesse agarrar tudo de uma vez, mas a carne transborda inevitavelmente pela mão de um lado e do outro.
A boca e o nariz do moleque tão mergulhados no calor macio do outro peito dela. Pelo movimento frenético da cabeça e dos lábios dele, posso arriscar que ele tá mamando ali com uma paixão devotada.
Mas não acaba aí. Pra minha surpresa, o Jony tirou a ferramenta dele pela braguilha da calça. calça e está esfregando na lateral da coxa nua da Lara com um movimento louco de quadril.
A garota não mostra sinais de querer acordar. Só parece ter aumentado a frequência e profundidade da respiração, possivelmente por causa do estímulo que está recebendo.
É uma cena dantesca. O criado aproveitando sua patroa fina, à vontade.
Jony parece prestes a explodir, seus movimentos ficam cada vez mais violentos e espasmódicos na lateral do corpo da Lara. Tenho medo de que ele acorde ela ou até machuque. Estou prestes a pedir para ele parar quando o lavador de pratos parece, de repente, ter sido atingido por uma flecha. Ele abre os olhos e a boca desmesuradamente, sem fazer nenhum som, mas soltando o mamilo preso entre os lábios. Depois deixa a cabeça cair na cama sem soltar o peito que ainda aperta na mão. Vejo que uma mancha de umidade começa a crescer no jeans azul desgastado da mini da Lara. Alguns jatos de esperma também atingiram a pele da parte externa da coxa dela, mas a maior parte da descarga foi absorvida pelo tecido.
Quando Jony percebe uma testemunha na cena, levanta-se sem jeito e guarda o pau rapidamente, que ainda pulsa e goteja. Sem dizer uma palavra, jogo uma caixa de lenços para ele. Meio atordoado pelo orgasmo, mesmo assim entendeu o recado.
Ele pega um pedaço de papel da caixa e recolhe os restos da creme espesso que ainda escorre pela coxa da garota. Guarda o lenço sujo no bolso e me olha como se pedisse desculpas. Digo que ele exagerou um pouco, mas que está tudo bem:
— Vai tranquilo... vi que você se divertiu pra caralho...
O jovem lavador de pratos vai em direção à porta de cabeça baixa, possivelmente envergonhado por ter se exposto. Mas antes de sair, vira e me diz:
— Frutas e pele bronzeada.
— Como é?
— Sua namorada... Ela cheira... e tem gosto... de frutas e pele bronzeada.
O Jony tinha se revelado um poeta. que só tava procurando sua musa.
Sem mais, desaparece do quarto fechando a porta atrás de si. Consigo ouvi-lo descer as escadas num passo rápido pra voltar pro seu posto de trabalho.
Agora começa minha função. Da última vez que reparei na Lara, pensei nela como um anjo adormecido. Agora paro aos pés da cama e olho pra ela de novo, e ela volta a ser a foxy que conheci horas atrás: com os peitos nus apontando pro teto, encharcados de saliva e suor, e inchados pela fricção dos lábios vorazes do lavador de pratos; a mini saia curta, acidentalmente manchada pelo Jony, deixa à mostra um triângulo de algodão branco entre as pernas dela, que separa o mundo real da eternidade.
Nesse momento, a imagem de entrega e abandono da Lara poderia excitar até o próprio homem das neves.
Só preciso terminar de preparar a cena.
Me movo rápido. Coloco a garrafa e a taça de champanhe no criado-mudo. Depois, foda-se o pirulito, e coloco ele entre os lábios finos e adormecidos da Lara. Agora sim ela parece uma verdadeira puta viciosa.
Lá embaixo, a festa continua a todo vapor.
Sento aos pés da cama e levanto a saia dela até a cintura pra poder apreciar a calcinha branca em detalhe. A dobra do algodão marca um pequeno canal meridional descendente que corre entre dois lábios inchados e carnudos. Meu pau cresce sem controle nenhum. Pego a calcinha pelo elástico e vou descendo pelas coxas dela, pelos joelhos, pelas pernas e pelos pés descalços. Tiro ela e cubro meu rosto com o algodão macio. Ainda não tinha conseguido confirmar se os peitos dela tinham gosto de fruta e pele bronzeada, mas é fato que a calcinha dela embriaga com cheiro de caramelo. Passo minha língua pelo tecido... mordo ele, como se quisesse extrair o suco.
A monte de vênus dela, totalmente depilada, desce da barriga num triângulo pálido e termina num vértice inferior cuja bifurcação final abre o canal que esconde a porta pro abismo. Pego ela pela parte de trás. de seus joelhos e abro suas coxas o quanto sua anatomia permite. Então o canal se abre diante de mim. Um brilho úmido banha as paredes rosadas daquela caverna e, timidamente, uma pequena lantejoula carmesim vê a luz e enche o ambiente de um cheiro persistente de caramelo. Me aproximo. Coloco meu focinho a milímetros dali e inspiro fundo. Por um momento, acho que vou desmaiar. Mas me recupero e, sem pensar, começo a comer da fruta madura que ali, generosamente, se oferece. Primeiro beijo seus lábios lisinhos, depois beijo a porta entreaberta da sua buceta, primeiro suave, como um beijo no rosto, depois mais fundo, com minha língua. A introduzo como uma cobra procurando em vão a língua da minha amante, mas só encontro mais caramelo. Depois beijo seu botãozinho tímido. Beijo, lambo, prendo entre meus lábios e lamo de novo. Tenho uma necessidade imperiosa de me masturbar, então libero meu pau, enrolo na calcinha dela e começo a bater uma enquanto me alimento. Enquanto sobe e desce com minha língua pela sua conchinha morna, uma e outra vez, levanto o olhar para apreciar seus peitos generosos daquele ângulo privilegiado e, um pouco mais longe, seu rosto de bela adormecida perversa com o pirulito pendurado na boca. Aperto com força a calcinha dela contra meu pau enquanto minha mão se move em alta velocidade. Sinto que não consigo segurar mais. Minha língua se joga violentamente para dentro da Lara, que por um momento tensiona os quadris como reação de boas-vindas à nova visita. Meu rosto inteiro está completamente submerso e encharcado nela. Então me sinto descarregar uma quantidade de porra tão exagerada que, se não fosse pela calcinha segurando minha ejaculação, ia causar um verdadeiro estrago no colchão dos meus tios. Ainda com o rosto perdido nas profundezas da Lara, posso sentir o algodão absorvendo meus fluidos até saturar e transbordar. Sábado, 01:50 da manhã Olho pro relógio assustado. Depois De tanto gozar, desmaiei por uns segundos. Tudo parece estar bem, mas tenho que evitar essas distrações. Tenho certeza de que se alguém tivesse subido as escadas naquele momento, não teria ouvido.
Pulo da cama, escondo a calcinha encharcada no armário e vou até a pia lavar as mãos. Penso no meu próximo movimento e começo a ficar excitada de novo. Shhhhh... congelo, fecho a torneira. Sim, ouço os primeiros passos na escada, lentos e pesados. Alguém está subindo. É preciso colocar o plano de emergência em prática.
Saio como um raio: arrumo a minissaia da Lara o melhor que posso para disfarçar a buceta dela nua; levanto a camisola até esconder os peitos; apoio a mão direita dela, mole, sobre a barriga e coloco uma taça de champanhe nela; viro a cabeça dela para a esquerda. Pronto. Como uma bala, me escondo no armário.
Temo que, no melhor estilo Poe, as batidas do meu próprio coração denunciem meu esconderijo.
A porta do quarto se abre naturalmente, como quem entra no próprio quarto esperando encontrar o de sempre. Mas esse não seria o caso do meu tio.
O velho vem com um copo de uísque na mão que quase estoura no tapete. Para de repente ao descobrir a presença de um intruso na cama dele. A cara de quem viu um fantasma desaparece rápido. Com cuidado, ele se aproxima alguns passos da cama. Para na frente do corpo dormindo da Lara e dá um gole fundo no copo. O tilintar do gelo no vidro corta minha respiração. Se meu tio descobrir a situação, se ele me encontrar dentro do armário dele, tudo vai pro caralho.
Ele avança até a cabeceira da cama e toca o ombro dela, como se tentasse acordá-la.
— Menina...? Menina?
Mas a Lara dorme profundamente.
— O que há com você? Exagerou no champanhe, né?
Sem esperar resposta, ele se prepara para tirar a taça que eu tinha colocado entre os dedos dela. O peso morto da mão da Lara pareceu convencer meu tio de que Ficaria inconsciente por um bom tempo. Então ele começou a falar solto pra caralho:
-Então você bebe meu champanhe e ainda vem dormir a bebedeira na minha própria cama... Você é uma sem-vergonha mesmo...
Meu tio reparou na garrafa pela metade que estava em cima da mesinha de cabeceira.
-Há! Você ficou podre de bêbada... jeje! Tá pior que eu! Mas é pra isso que serve a experiência, eu vim recarregar as energias...
Aí ele vira pra mesinha, abre a gaveta e pega um saquinho pequeno de nylon transparente, balançando no ar.
-Há! Pó energizante... te faria bem um pouco.
Ele tira um cartão de plástico do bolso da jaqueta e raspa com ele no saquinho enquanto continua falando sozinho:
-Se eu contar pra uns caras lá embaixo a surpresa que encontrei na cama, não demorava cinco minutos pra subirem e te apalparem toda... Você é uma putinha que provoca velho, e sabe muito bem disso...
Leva a ponta do cartão ao nariz e..
-Snifffffff............ Ahhhhhhhh! Uffff...
Depois repete a operação mais duas vezes, alternando as narinas. Guarda tudo no lugar com uma pressa atrapalhada. Bingo! Eu tinha mais um furo de família! O velho cheirava que dava medo!
-Sério, você é uma putona... só se salva porque é amiga do meu filho... senão eu já te empalava dormida desse jeito... como você é gostosa, porra! Tem umas pernas e uns peitos de matar!
Pirado do jeito que tava, ele pula até a porta e tranca por dentro. O efeito do álcool ainda persiste, mas parece ter ficado em segundo plano. Agora ele se sente todo-poderoso, cheio de poder, e com uma vadiazinha indefesa na própria cama dele.
-Você vai pagar por esse abuso de confiança, se comportou como uma menina atrevida... Acho que o Diego não vai se importar com isso... Há!
Ele sussurra entre os dentes enquanto volta pro lado dela e senta na beira da cama. Pega ela pelo queixo e balança a cabeça dela de um lado pro outro, não com muita força, mas com insistência. Acho que não queria levar o susto de vê-la acordar. O que o imbecil não sabia era que Lara estava dopada com a mesma droga que minha tia usava há anos pra evitar ele à noite.
Consigo ver que com uma mão ele começa a apertar um dos peitos dela por baixo do tecido, enquanto com a outra esfrega a própria virilha por cima da calça.
— Você finge que tá dormindo, mas tá gostando, né Larita? Mmmmmm... Você tem uns peitões de primeira... Fazia anos que não pegava nuns assim... inchados e durinhos... sem plástico, ha!
O velho vai metendo a mão cada vez com mais vontade. Passa de um peito pro outro e amassa por baixo do pano enquanto se acaricia a virilha com a mão livre.
— Vamos dar uma olhada na mercadoria...
Em menos de um segundo, Lara já está com os dois peitos pra fora da blusa.
— Ahhhh... Já tá me deixando de pau duro de verdade, Larita...
Meu tio tá com o olho fixo nos peitos semi-bronzeados dela. Os olhos quase saltam das órbitas. Num movimento rápido, ele abaixa o zíper, tira o pau, já duro, da calça e se deita do lado dela.
A cena é parecida com a do Jony, só que meu tio agora tá do outro lado da cama, de frente pro armário, me dando uma visão privilegiada de tudo. Também, igual ao lava-copos, o velho não resiste à tentação de chupar os bicos generosos da Lara.
Entre o álcool, a coca e a excitação, meu tio tá tão fora de si que já não tenho medo de ser descoberto. O medo inicial deu lugar a uma sensação clara de raiva e impotência. Consigo ver tudo pelas frestas de ventilação das portas do armário. Sinto que o filho da puta tá me roubando a presa, mas não posso fazer nada pra impedir, só rezar pra ele vazar logo.
Bem no instante em que o velho se ajoelha na cama, tira o pau inteiro da calça e começa a esfregar a cabeça no mamilo molhado e duro da Lara, bem nessa hora... Instante sinto que o mundo se abre debaixo dos meus pés. A melodia estridente de um celular, a melodia de putaria do meu celular, invade o quarto.
Meu tio salta da cama como um raio, visivelmente assustado. Não posso fazer nada, acho que vou desmaiar. Tateio às cegas no bolso da calça. Consigo tocá-lo com a ponta dos dedos, mas é impossível pegá-lo sem abrir parcialmente a porta. Há um segundo de silêncio e a melodia toca de novo... Então meu tio atende:
— Alô, meu amor... tô aqui, no quarto...
Era a mesma melodia de putaria, mas vindo do telefone do velho. Respiro fundo. Enxugo a testa com a manga da camisa e consigo pegar meu celular do cinto com uma facilidade absurda. Olho pra ele com indignação. Tá ligado. Como é que eu deixei passar um detalhe desses! A Melina podia ter ligado! Meus pais podiam ter ligado!
Quando vou desligar o aparelho de vez, uma nova ideia me passa pela cabeça. Então só me certifico de colocá-lo no modo vibratório.
Minha tia parecia estar reclamando alguma coisa do outro lado da linha.
— ...não se preocupa... desço em cinco minutos e resolvo.
E encerra a ligação.
A imagem do velho falando ao telefone com a pica dura pra fora da calça é algo que não quero lembrar no futuro.
— Tenho pouco tempo, então vamos direto ao ponto... — Ele gagueja enquanto apoia o telefone na cama e tira a calça e a cueca.
Por um momento, acho que vai meter sem mais nem menos. Mas não. Ele senta montado sobre o abdômen da Lara, apoiando um joelho de cada lado do corpo dela.
— Aposto que já te comeram esses peitos centenas de vezes... — Ele diz entre os dentes, com um sorriso safado, enquanto se acomoda sobre ela.
Ela continua nas nuvens, de olhos fechados e o pirulito pendurado na boca.
Meu tio acomoda a pica sobre o esterno da Lara, pega os seios dela com as duas mãos e afoga a pica entre eles. Da minha posição, só consigo ver a cabeça buceta inchada que aparece como uma lontra saindo da toca. Então começa a bater punheta. Sem mexer os quadris, esfrega os peitos da Lara contra o pau inflamado dela. A cabeça da lontra aparece e se esconde doentia na toca.
Melina tinha me deixado bater punheta desse jeito. Até ela, numa atitude mais ativa que a da Lara, apertava os próprios peitos pelos lados, estreitando o canal, enquanto eu a penetrava.
A lontra mexida do meu tio, conforme ele começa a aumentar a profundidade das estocadas, aparece com mais força e já quase encosta no queixo da Lara. O velho começa a ofegar...
Melina, enquanto me batia punheta com as tetas, sempre tentava tocar a ponta do meu pau com a língua. Quando fazia isso, quando sentia o contato, sabia que não demoraria pra gozar. Mas claro, ela nunca tinha me deixado gozar ali. Ela pegava meu pau com a mão e eu descarregava a porra nos mamilos dela. Depois usava meu esperma como creme hidratante: passava no peito todo enquanto eu a...
A voz repentina do meu tio me traz de volta rapidamente pra cena:
-Ahh... sabe o que é melhor pra curar a ressaca...? -A pergunta é pra Lara, mas o velho responde por ela.
-...o melhor pra curar a ressaca... é... ahhh... é um bom gole de porra... ahhh... ahhhhhh... -Então meu tio Oscar empurra o pau todo pra frente e encosta a cabeça roxa roçando o queixo da minha bela adormecida. Fica paralisado, sem respirar. Depois de três segundos, bem quando começo a pensar que ele teve um ataque cardíaco, começa a derramar a crema no pescoço da Lara, que recebe com total indiferença.
A lontra, tonta com o movimento, vomita um líquido branco e grosso. Não consegue alcançar os lábios finos dela. A maior parte escorre e se acumula no buraquinho da traqueia sobre o esterno.
Tô puto. Comeram do meu prato na minha cara.
O velho se veste na frente do espelho. Penteia o cabelo. Volta pra mesinha de Noite. Ele dá mais uma cheirada. Guarda o celular e fica um instante de pé, observando a cena dionisíaca: Lara dormindo com o pirulito pendurado na boca, e o pescoço e os peitos molhados de esperma...
— Mmmm... vamos melhorar isso um pouco... — Com ares de artista plástico, ele se senta de novo na beirada da cama e tira suavemente a guloseima da boca dela. Enfia o doce na pequena poça de esperma que se formou entre o esterno e o pescoço dela. Recolhe com ele o máximo possível daquele líquido viscoso. Depois, coloca o pirulito de volta na boca de Lara, prendendo o palito entre os dentes dela.
Sinto um acesso de fúria indescritível por essa ação, que reacende o ódio contido pelo meu tio e pela família dele. Tento me segurar pra não pular do armário e estragar tudo.
Antes de ir embora, o velho reajusta a cena que eu mesmo tinha montado minutos antes. Limpa o peito e o pescoço de Lara com a camisa branca dele. A bela adormecida está vestida de novo, mas evidentemente suja.
Pra terminar, meu tio pega de novo a taça de champanhe que eu mesmo tinha colocado entre as mãos de Lara. Derrama parte do conteúdo sobre a camisa, na altura dos peitos dela, pra disfarçar as manchas mais visíveis; bebe o resto e, com expressão satisfeita, coloca a taça vazia entre os peitos dela, simulando um tombo acidental.
Abre a porta e sai na surdina, como um fugitivo, como um maldito ladrão.
Pego a calcinha encharcada de Lara e jogo em cima da cama. Antes de desligar o celular de vez, me certifico de que mandei o SMS corretamente.
Tô louco de raiva. Lara, com a carinha angelical dela, cheira como uma verdadeira puta a álcool e esperma. E eu só comi a porra da buceta dela! Tô com a pica dura igual a um pedaço de quebracho. Olho pra Lara com rancor, como se estivesse culpando ela pelo que aconteceu.
Se até agora meu comportamento foi guiado pela razão e pelo cuidado meticuloso, agora tô à mercê do meu instinto e da minha obsessão.
Primeiro, tiro o doce da boca dela — que já perdeu a cobertura de creme do meu generoso e filho da puta do tio — e coloco no criado-mudo. Depois, seguro ela com uma mão num dos ombros nus e com a outra na cintura, pra virar ela e deitar de bruços no edredom. Fico aos pés da cama, pego ela pelos tornozelos e puxo pra trás. A cama é baixa e as pernas dela são longas, então não tenho problema em apoiar os joelhos dela no chão acarpetado. Em só duas manobras, deixo ela na posição. O atrito do corpo dela contra o acolchoado levantou a saia até a cintura. Por trás, a vista é um paraíso: com as coxas levemente separadas, consigo apreciar em detalhe a buceta lisa e carnuda dela, e o botão escuro e enrugado do cu dela, bem fechado. Se alguém entrasse pela porta agora, veria a raba esplêndida da Lara em primeiro plano, se oferecendo generosamente.
Sem conseguir controlar mais meus impulsos, me jogo de joelhos atrás dela e começo a massagear os glúteos firmes dela, um com cada mão. Amasso e separo eles com força, expondo obscenamente a intimidade dela. Nesse momento, no meio dessa irracionalidade que domina meus atos, consigo ver claramente: a Lara está à minha inteira disposição e sei perfeitamente o que vou fazer com ela.
Saio disparado pro banheiro e pego um pote de creme pras mãos que minha tia guarda no armário. Depois, sem perder um segundo, volto pra minha posição de retaguarda e me ajoelho entre as pernas da Lara. Derramo uma boa quantidade de creme na base das costas dela, bem ali onde duas covinhas imperceptíveis marcam a fronteira da pele bronzeada com a marca da calcinha fio dental... um cheiro forte de baunilha invade meus sentidos.
Começo a espalhar a emulsão com minhas próprias mãos, sempre pra baixo e pra dentro... pra baixo e pra dentro... pra baixo e pra dentro. Separando os glúteos dela, umedecendo eles e dando elasticidade. Enquanto Massageio com dedicação abnegada, um dos meus polegares vai traçando pequenos círculos ao redor da entrada da sua caverna mais escura, como invocando um feitiço para que ela se abra diante de mim.
Aos poucos, a resistência natural vai cedendo ao estímulo e meu dedo é muito lentamente devorado pelo abismo. Até desaparecer em suas profundezas. Cutuco suavemente seu interior, em círculos, e depois me retiro. A missão de exploração terminou.
De joelhos como estou, liberto minha rola inchada e quente da calça, que não para de pulsar. A cabeça roxa está prestes a explodir. Passo mais creme de baunilha nas mãos e começo a bater uma punheta. Estou me masturbando a quinze centímetros da vulva entreaberta da Lara. Vou a mil por hora, mas não consigo bater punheta muito rápido porque a rola cremosa escorrega da minha mão.
Paro por um momento. Respiro fundo. fuck you seguro meu pau pela base e apoio a ponta da glande, com uma delicadeza desajeitada, entre seus lábios rosados. Posso sentir a sensibilidade da pele da sua buceta na minha. É como um beijo suave nos olhos...
Chegou a hora, sei que não preciso fazer força... nem mesmo empurrar. Tenho a certeza de que, se soltar minha rola... ela vai ser sugada pela sua buceta... como um ventosa. Mas não. Me afasto dali. Aponto meu pau duro e vermelho em direção ao seu cuzinho e apoio ali...
À primeira vista, é mais fácil imaginar um camelo passando pelo buraco de uma agulha... mas o profano sempre acaba sendo mais flexível que o divino. Coloco a ponta do polegar sobre minha glande e pressiono... para dentro. Lara arqueia levemente as costas, favorecendo inconscientemente a tarefa. A doninha esconde a cabeça. Já era. O corpo do animal desliza, abrindo caminho com estocadas lentas, num ritmo implacável: avanço dois, recuo um... avanço dois, recuo um... avanço dois, recuo um... avanço dois...
Até que minhas bolas fazem contato com sua vulva. Tenho o pau todo enfiado na bunda dela... é uma delícia. Fico imóvel e respiro fundo, puxando todo o ar do quarto, e então desabo sobre ela, sobre suas costas.
Consigo sentir, na vibração do corpo dela, a batida do meu próprio pau ecoando lá dentro. Não resisti ao impulso de lamber a orelha dela e sussurrar umas palavras que saíram de mim.
—Não encara isso como um ato de amor...
Me levanto sobre os joelhos, seguro seus quadris finos e começo a bombear minha ferramenta dentro dela. Por um momento, paro de ouvir o barulho lá fora e todos os meus sentidos se concentram no prazer que o corpo dela, tão meticulosamente cuidado e trabalhado, me proporciona.
Minhas estocadas ficam cada vez mais violentas. A cada investida, vou mais fundo... O ritmo fica frenético... Lara está imóvel, mas percebo que a respiração dela acelera no ritmo em que minhas bolas batem na buceta dela, num plaf, plaf, plaf sonoro... Sei que o fim está chegando, é iminente...
Então me agarro com força nos quadris dela e me enterro nela com tudo... apertando-a contra a borda da cama.
Um segundo antes de explodir, vejo as mãos de Lara amassando o edredom. Ela arqueia levemente as costas de novo, como se pressentisse o desfecho... que finalmente chega.
Bem assim, imobilizado no fundo das entranhas dela, começo a descarregar minha semente. Os espasmos não param... um atrás do outro. Não paro de derramar porra dentro dela. Sinto que toda minha energia vital está escapando pelo pau... Não aguento... Mais uma vez, acho que vou desmaiar, mas já não me importa.
Quando o pote finalmente esgota suas reservas, começo a me retirar bem devagar. Lara vai soltando a tensão das mãos e das costas conforme eu saio.
Por fim, me separo dela... A portinha dela, fazendo jus à boa elasticidade, se fecha hermeticamente atrás de mim. Meu pau está exausto e vai perdendo a rigidez aos poucos. rigidez.
O corpo da Lara é perfeito. A bunda grande e empinada dela parece tão imaculada quanto antes da minha visita. Minha intervenção, diferente da do Jony e da do meu tio, não tinha deixado marcas visíveis. Então, com a mesma intenção do Michelangelo ao mutilar o Davi, aponto meu dedo indicador pro cu dela. Pressiono de leve e penetro a carne dela com facilidade. Aí uma cachoeira de porra morna começa a jorrar de dentro dela... tiro o dedo e o esperma continua saindo de lá como uma nascente que busca o rio. O líquido branco e grosso escorre pelo períneo dela e banha as curvas da buceta dela. Os lábios internos e a entrada da vagina dela, inchados pelo atrito com minhas bolas, voltam ao tom rosado original, tingidos pelo tom esbranquiçado do fluido. Quando as dobras íntimas dela ficam saturadas de porra, o líquido começa a derramar pelo interior das coxas dela até os joelhos, até chegar no chão.
Depois de apreciar por uns instantes aquele espetáculo maravilhoso da natureza, fodo novamente a calcinha suja dela e limpo a pele dela com ela. Depois coloco a calcinha de volta nela. Tá fedendo pra caralho. Lá estão as duas gozadas mais abundantes da minha vida. Deito a Lara de novo de costas; arrumo a saia e a blusa dela, e tiro o cabelo do rosto dela. Ela é linda pra caralho, a expressão inocente dela continua intacta, igual antes de ser fodida pelo cu... isso me acalma.
Vou pro banheiro lavar minha pica na pia particular dos meus tios, mas uns passos leves na escada me trazem violentamente de volta à realidade.
Pulo até meu esconderijo no armário e fico lá à espreita. Não tive tempo de revisar a encenação da bebedeira, mas parece que tá tudo certo: a taça vazia está caída na cama, à direita da Lara.
Alguém bate na porta com timidez. Silêncio. Insistem com mais força. Obviamente, nada. Depois de alguns segundos, o Pablo, o namorado da Lara, entra no quarto. Dava pra ver de cara que ele tinha Bebi pra caralho.
– Então aqui está minha gatinha... – disse amigavelmente.
– Que vergonha! Dormindo a bebedeira na cama dos outros...
Ele se aproxima dela e tenta acordá-la sem sucesso. Depois senta no lado livre da cama, olha em volta e nota o copo d'água em cima da mesinha de cabeceira. Pega o copo e bebe tudo de um gole.
– Ahhh... lá embaixo não tem nada sem bolhas...
Então se deita ao lado da namorada e começa a acariciar os peitos dela...
– Porra! Você tá um nojo! Derramou meio champanhe em cima de você! Você realmente passou dos limites, caralho... Vamos ver se com um pouco de estímulo você volta a si...
Ele começa a amassar os peitos dela através da camisa suja de champanhe e esperma, enquanto esfrega a pica na lateral da saia (também manchada de esperma, mas de outro esperma). Mas o estímulo dura pouco. Quando o sonífero que estava na água começa a fazer efeito, Pablo cai de costas na cama, ao lado da namorada.
Eu saio do armário e volto pra festa, enquanto os dois pombinhos descansam tranquilamente.
SexNonVerba dixit // fevereiro, 2010
Sexta-feira, 18h.
Volto do supermercado pronto pra começar os preparativos do jantar. Com a emoção e a ansiedade pela visita, saí sem o celular. Mal cruzo a porta, noto a luz piscando da secretária eletrônica. Deixaram duas novas mensagens.
A primeira: Minha mãe da praia:
BIIIIIIIP
– “Juan, por favor, não se esqueça que hoje é o Aniversário da tia Carmen e ela vai dar uma festa na casa nova dela. Por favor, você não pode deixar de ir. Lembra que você prometeu. A gente se vê amanhã. Te amo, filho. Tchau.”
BIIIIIIIP
Um calor intenso me invade de repente. Além do celular, também esqueci completamente da minha maldita tia Carmen e do aniversário de merda dela.
Melina vai chegar em duas horas pronta pra um fim de semana intenso. Não posso dizer que mudei de planos. Em vez de um jantar romântico e uma calcinha de renda, pensei que você preferiria me acompanhar no aniversário da insuportável da minha tia Carmen. Impossível. Todo o fim de semana pelo ralo. Seria o começo do fim do nosso relacionamento. Vai tomar no cu! Vou falar pra minha mãe que fiquei com uma diarreia.
Odeio minha tia, meu tio e meu primo. Detesto eles. São o lado yuppie da família. Minha tia é o protótipo da velha buceta insatisfeita que não sabe o que fazer da vida além de se deprimir e tomar pílulas. Meu tio Oscar é gerente de uma construtora, um puxa-saco que subiu na vida. Meu primo Diego se acha o herdeiro de Deus. Tem só alguns anos a mais que eu e trabalha na área de publicidade da empresa do meu tio. Ele e o grupinho dele são cheios de estilo e excentricidade. Minha mãe comentou que ele teve uns problemas com drogas, assim como minha tia.
Chega. Já decidi: não vou. Diarreia ou não, sempre dá tempo de inventar desculpas.
A luz do O aparelho continua dando sinal intermitente. Vou mandar a segunda mensagem: Melina, minha namorada:
BIIIIIIIP
-Oi, Juan... Você não vai acreditar! Nasceu o filho da Silvia! Ela tava esperando pra meados de agosto, mas adiantou quase um mês. Internaram ela às pressas duas horas atrás e... O negócio é que ela me pediu pra ficar a noite com ela porque o Quique tá viajando e os pais dela só chegam da cidade amanhã de manhã. Pegou todo mundo de surpresa! Não posso dizer não... não fica bravo, meu amor... a gente deixa pra amanhã, né?... beijos.
BIIIIIIIP
Foda-se. Tudo foi pro saco: as velas, as calcinhas e as gozadas. Tudo se foi em dois putos BIIIIPS.
Sexta, 9 da noite.
Tô há três horas xingando Deus e Nossa Senhora sem parar.
Entro no taxi pra ir pra porra da festa da parte mais insuportável da minha família.
Conforme o tempo passa, o mau humor só aumenta, não diminui. Pra piorar, não tenho o carro e esse maldito taxi vai me deixar seco.
Sexta, 11 da noite.
Chego na casa dos meus tios. É uma mansão num condomínio fechado, nos arredores da cidade. O lugar é imponente. Puro luxo e tudo cheira a novo.
Assim que ponho o pé dentro de casa, uma garçonete gostosa me recebe com um sorriso e uma taça de champanhe. A festa parece ter começado há um tempão. Da entrada, percebo que a maioria dos convidados tá no jardim, que parece ser a parte dos fundos da casa. De lá vem a música e a zoeira de um monte de gente.
Quando tento criar coragem pra avançar, minha tia Carmen me cruza de surpresa, seguida por um grupo de velhos babões:
-Que bom te ver, Juancito!
-Oi, tia. Feliz aniversário.
-Muito obrigada, sobrinho. Que alegria ter você aqui! Aposto que tava morrendo de vontade de conhecer a casa!
-Claro, lógico. Faz dias que tô pensando...
-Vem, vem com a gente...
Minha tia faz de guia turística pra um bando de velhos puxa-sacos que não Paro de me maravilhar com a mansão. Finalmente me sinto útil pra alguma coisa. Entro no grupo sem outra opção.
Depois de percorrer todo o andar térreo, a tortura continua. Subimos as escadas pra seguir a visita no andar de cima — todos, os velhotes e eu, vamos em fila indiana atrás da minha tia.
No andar de cima, cruzo com meu primo, que pelo visto também tá servindo de guia pra um bando de freaks que irradiam glamour alternativo, com certeza os colegas publicitários dele.
Ele para pra me cumprimentar sem se dar ao trabalho de me apresentar pros amigos. São quatro no total. Dois casais. Gente super fashion. Os caras são dois babacas bronzeados, de bermuda, regata e sandálias. Parecem duas cópias ruins do mesmo original.
Pelo lado das minas, a coisa melhora: uma delas usa um vestido solto, estilo sino, onda anos 60, de bolinhas. Um penteado meio retrô e uns óculos escuros enormes e bem ridículos. Mas, além da fantasia, ela não é nada mal. O vestido é sugestivamente curto e deixa à mostra umas pernas lindas, bem torneadas.
A outra mina sim é realmente gostosa. Usa sandálias de borracha, uma mini jeans e uma regata branca, sem alças, deixando à mostra os ombros nus e delineando uns peitos redondos e firmes, sem sutiã. De rosto é linda, um anjo: olhos verdes sutilmente delineados de preto, pele muito branca salpicada por umas sardas imperceptíveis no nariz e nas maçãs do rosto. A boca dela é um imã de olhar: larga, de lábios finos pintados com um brilho suave, que dá uma sensação de umidade bem sensual.
Ela tem o cabelo preto e liso abaixo dos ombros, preso sobre as orelhas com dois grampos pequenos. Tem um look sexy adolescente que finaliza com um pirulito na boca e que só tira pra me cumprimentar com praticamente zero interesse.
Com meu primo e a galera da moda dele, acho que encontro um jeito de escapar das garras da minha tia. Mas Diego me dispensa descaradamente.
— Te vejo lá embaixo, Juan. Faz um sinal de positivo com o polegar e desaparece escada abaixo com os colegas metrossexuais dele, indo pro térreo. Obviamente eu não tinha chance de entrar naquele grupinho seleto. Que filho da puta!
Por um momento fico sozinho. Com alívio, percebo que o bando da minha tia se perdeu num dos quartos. É minha chance. Fujo pra primeira porta e fecho ela atrás de mim. É o banheiro. Lavo o rosto e tento controlar meu mau humor, fico um segundo me olhando no espelho. Não consigo entender o que tô fazendo ali, quando deveria estar com minha nova namorada, agora mesmo, fazendo todo tipo de sacanagem. Olho nos meus olhos. Minha imagem no espelho só me devolve raiva e rancor. Como uma provocação do demônio, dispara na minha mente a voz safada da Melina implorando num sussurro...
— Não goza dentro, love... ahhhahh... deixa eu ver... quero ver você fazendo isso...
É a fraqueza dela. Ela fica doida pra ver aquele momento. Porra! Quantas vezes eu podia ter feito isso naquela noite?!
Num acesso de raiva contida, pra não quebrar o espelho com um soco, abro violentamente a porta do armário de remédios. Melina não tá ali. Só escovas de dente, cremes, absorventes e um pote com pílulas, provavelmente soníferos, provavelmente da minha tia. Sem pensar, fuck you, pego o potinho e guardo dois comprimidos no bolso da calça.
Quando chegar em casa, vou garantir que durmo até sábado à noite. Depois vou foder a Melina tantas vezes que ela vai poder fazer um filme com minhas gozadas. Ela é uma mina estranha. É bem recatada, mas tem umas preferências sexuais meio extravagantes. A putinha fica louca quando eu masturbo ela enquanto bato uma, ao mesmo tempo.
— Vamos fazer uma dupla...?
Ela pede. E quando tô quase gozando, ela me deixa batendo uma sozinho enquanto observa a cena o mais perto possível. Ela mesma cuida agora da bucetinha dela, se esfregando com a mão aberta, enquanto eu... descarga. Quando minha função termina, ela se contorce em uns orgasmos muito intensos. Ela gosta de ver de perto, na primeira fila, mas nunca me deixou gozar na cara dela ou na boca dela. Eu a odeio por isso. Ela sempre se posiciona de lado pra não ser atingida pelo jato. São gostos, mas a verdade é que a gente se diverte junto.
Saio do banheiro com um humor pior do que entrei, mas disposto a voltar pra festa. A lembrança gostosa da Melina acalmou um pouco minha raiva, mas deixou a vara dura feito um mastro debaixo da calça.
Sábado, 00h.
Já faz quase uma hora que tô sentado numa cadeira do jardim, com minha taça de champanhe, sozinho e sem falar com ninguém. Fico observando os movimentos das pessoas. Detesto eles. Meu tio Oscar, com o copo de uísque e o charuto, conversa com um grupo de velhos carniceiros da mesma laia. Minha tia Carmen continua percorrendo a casa e maltratando o pessoal do serviço. Meu primo Diego dança com o grupo de amigos dele ao redor da piscina.
Não consigo tirar os olhos daquela foxy de visual adolescente. Como ela se mexe. É uma provocadora nata. Dança com o namorado, vira de costas pra ele e esfrega a bunda no pau dele. Pura histeria. Agora ela tira o pirulito da boca. Passa nos lábios e depois esfrega com a ponta da língua. Como se tentasse mostrar pro parceiro dela de que jeito ela prefere que comam a buceta dela. Eles riem...
Ela tá dando um pequeno show e sabe disso. Meu tio e o grupo de porcos amigos dele olham de soslaio pra ela, entre um copo e outro.
Da minha parte, já tô excitado o suficiente pra deixar passar despercebido um estímulo desses.
Me mexo na cadeira, desconfortável. A virilha aperta. A ferramenta cresceu e tá comprimindo minhas bolas. O que eu faço? Devia descarregar um pouco pra me acalmar e baixar o nível de ansiedade. Me dá um certo tesão pensar em bater uma no banheiro impecável e recém-inaugurado da minha tia Carmen. A verdade é que preciso de uma Baixei. Além disso, não tenho nada melhor pra fazer. Não vou pensar mais, decisão tomada.
O banheiro do térreo parece o de um bar. Já conhecia da visita com minha tia. Tem um espelho grande em cima da pia e, bem na frente, dois privados. Dois boxes vizinhos, cada um com seu vaso. Um luxo só.
Entro de fininho num dos compartimentos e fecho a porta. Em pé, do jeito que tava, abaixo o zíper da calça e meu pau pula pra fora feito um boneco de caixa de surpresa. Fecho os olhos e a imagem da Melina aparece na minha mente como num passe de mágica. Invoco uma cena onde a gente senta na cama pelados, frente a frente, na posição de lótus. Aí ela se inclina sobre mim e começa a chupar meu pau como só a Melina sabe, enquanto se masturba. É um boquete lento e caprichado. Passa quase vinte minutos lambendo, mimando, chupando e se tocando. Minhas bolas enchem até o talo.
Quando faço sinal que tô perto de gozar, ela volta pra posição de lótus original e começa a me beijar na boca, bem fundo. A mão livre dela retoma o trabalho que começou com os lábios, no mesmo ritmo. Com a língua molhada, acaricia a minha.
No instante em que eu explodo de prazer, sinto ela gozar junto comigo. Ela morde minha boca de leve, entre gemidos, enquanto eu despejo meu néctar na barriga dela, no umbigo, no púbis e na buceta...
Barulho de porta batendo. Som de passos.
Meu sangue congela. Numa fração de segundo, minha mente volta à realidade. Que idiota! Eu tinha fechado a porta do privado, mas tinha deixado a porta do banheiro aberta.
Meu pau tá molhado, latejando e doendo. Tô prestes a terminar o serviço quando alguém entra no banheiro de repente. Escuto a pessoa entrar no outro privado e fechar a porta com trinco.
Preciso sair daqui sem ser visto. Abro a porta do meu esconderijo bem devagar pra fugir sem deixar rastro, mas não consigo, fico parado. sorvete, me falta o ar. Ali, no mármore da pia, apoiado num lenço de papel, tem um pirulito pela metade.
Então sinto algo quebrar no meu cérebro. Tenho a sensação de entrar num estado febril do qual não tenho certeza se vou conseguir sair. Por apenas mais um segundo fico paralisado, depois entro em ação.
Com um movimento rápido, fuck you no pirulito e me tranco de novo no meu box. Consigo ouvir a foxy levantando a minissaia e abaixando a calcinha. Consigo sentir o som abafado do tecido e o roçar do algodão na pele dela. Ela está quase do meu lado, mas não consigo vê-la. Fecho os olhos para completar a cena na minha mente. Meto o doce na boca e, enquanto saboreio, me masturbo com força. Sinto o gosto do açúcar misturado com a saliva dela e com o brilho labial. Estou prestes a gozar, mas paro. Abro os olhos. Minha glande está inchada, brilhante, coberta pelos fluidos prévios... Começo a ouvir o som líquido, sibilante, que a urina faz quando sai com muita pressão e cai na água do vaso. Tiro o pirulito da boca e esfrego na ponta do meu pau. Cubro o doce com meus fluidos transparentes.
Num movimento felino, saio do privado, coloco o pirulito no lugar original e volto a entrar. Ela já terminou de mijar e está prestes a sair do banheiro, e eu me preparo para espiar a cena pelo buraco da fechadura do box.
Ela sai do privado e para em frente à pia. Através do espelho, consigo vê-la de frente. Para minha surpresa, percebo que ela está segurando uma calcinha branca de algodão na mão. Será que voltaria pra festa de mini e sem calcinha?
Não. Ela deixa a peça íntima sobre o mármore e, com uma delicadeza natural, fuck o doce que está sobre o papel. Agora apoia ele cuidadosamente em cima da calcinha. Depois pega o lenço, meio úmido da saliva dela e dos meus fluidos, enfia por baixo da saia e se limpa com delicadeza. Então joga o lenço no lixo, pega o doce, leva até a boca e saboreia. Faz uma leve careta, mas não consegue identificar o novo gosto. Depois tira a calcinha e desce a legging: Primeiro um pé, depois o outro. Sobe o elástico até as coxas e para ali. Puxa a saia pela cintura e levanta o suficiente pra me dar dois segundos infinitos da bucetinha dela completamente depilada.
Depois arruma o cabelo e sai do banheiro com o doce-salgado na boca.
Meu pau tá quase tão duro quanto minhas bolas, mas já não quero mais bater uma.
Agora mesmo tenho que ir pra casa, tomar um banho, mandar um remédio pra dentro e dormir.
No pior dos casos, tenho que apelar pra uma profissional...
Mas não faço isso.
Sábado, 01h da manhã.
Vigio minha presa a uma distância segura. Ela, o namorado e a mina vintage deram um tempo na pista de dança pra pegar umas bebidas. Atravessam o parque até o bar e ficam por lá, conversando. Eu me aproximo com a falsa intenção de beber algo. Abro caminho entre algumas pessoas e paro do lado dela, que tá encostada no balcão, de lado, de costas pra mim.
Naquele exato momento, os três amigos levantam os copos e brindam a sei lá que porra...
— Uma cerveja, por favor...
Peço pro barman bem na hora que ouço a voz do meu primo falando pros amigos:
— Pablo! Cuidado com a Larita que ela vai infartar os velhos.
Pablo era o boy dela e Lara, minha presa. É a hora. Meu primo tá a uns metros do bar e vem vindo. Com o comentário dele, chamou a atenção de todo mundo.
Tiro um comprimido do bolso, quebro com a unha e, num movimento rápido, deixo cair no copo da Lara.
O aviso irônico do meu primo arrancou risadas e comentários no grupo. Diego se junta a eles e fala pra Lara:
— Os amigos do meu pai não tiraram os olhos da sua bunda... Você deixou eles loucos de tesão com a sua dança...
Todo mundo cai na gargalhada.
Meu primo é um idiota, sem dúvida. Mas ainda assim, ele tá certo e eles sabem. Porque É disso que se trata o jogo dela.
Da minha parte, tô disposto a jogar o meu. O plano tá em andamento.
Me afasto uns metros do balcão. Nem sequer notaram minha presença ali.
Da minha nova posição, consigo ver Lara bebendo do copo dela. Tão conversando bem animados.
Deixo passar uns minutos.
Agora decidem voltar pra pista. Tudo parece normal, sem mudanças. Fico me perguntando se não troquei os soníferos por aspirinas. Mas quando tão cruzando o parque pra alcançar o grupo grande de gente que dança em volta da piscina, Lara sussurra algo no ouvido do namorado e se desvia em direção à casa.
Ela anda tranquila, mas a expressão mudou de repente... tem um olhar preocupado, menos infantil. Vejo ela entrar em casa e me esgueiro atrás dela...
Vai direto pro banheiro, aonde eu tinha feito ela provar o novo sabor do doce.
Apoia o copo e o pirulito no mármore da pia e segura a cabeça com as duas mãos.
— Tá bem?
Minha voz surpreende ela, porque não me viu chegar.
— Tô muito tonta... não sei... de repente me deu um mal-estar...
— Deixa eu te ajudar.
Ela mal consegue ficar em pé. Entro no banheiro e sugiro que ela sente na tampa do vaso.
— Acho que vou desmaiar...
Sinto que a situação tá fugindo do meu controle, escapando das minhas mãos. Não posso deixar ela aqui. Preciso agir rápido. Saio do banheiro correndo em direção à cozinha. Entro pela porta de vai-e-vem quase derrubando ela e... A puta da minha tia! Tá armando um pequeno escândalo de raiva com o lava-louças e outro cara do serviço de buffet. Minha entrada triunfal passou totalmente despercebida. Lá está ela, xingando aos berros um moleque de no máximo quinze anos que não para de lavar a louça freneticamente entre uma nuvem de espuma de detergente. Humilha ele na frente do colega, um homem mais velho, trata ele como um maldito escravo.
— ...NEGRO, INÚTIL DE MERDA, NEM LAVAR DIREITO VOCÊ SABE PRATOS...!
Com essa frase final, ele dá meia-volta, passa por mim sem nem notar minha presença e, com o rosto carregado de raiva, desaparece atrás da porta.
Nós três ficamos em silêncio. O garoto está prestes a chorar. Acho que ele se segura porque sente minha presença. Eu me sinto mal por ele, mas não tenho tempo pra isso:
— Tem uma mina passando mal no banheiro e não consigo carregar ela sozinho... alguém pode me dar uma mão?
O jovem olha de esguelha pro homem mais velho:
— Vai... Vai... Eu fico com isso aqui.
Por milagre ninguém descobriu ela. Carregamos a Lara, cada um segurando um braço, e vamos em direção à escada. Ela não tá totalmente inconsciente e consegue ajudar com as pernas, não precisa carregar ela no colo. Seguramos ela pelas axilas. Cada um de um lado. A pressão que fazemos pra cima, pra evitar que ela desabe, tá fazendo com que, a cada passo, a blusa dela sem alças vá cedendo devagar pra baixo. No curto trajeto até a escada, ela murmura algo sobre tontura e o namorado dela, que não consigo entender. Quando começamos a subir, sinto meu antebraço roçar na lateral do peito dela através do algodão fino da blusa. Percebo que o lavador de pratos não consegue tirar os olhos do decote que tá cada vez mais aparecendo. Ao chegar no primeiro andar, duas luas rosadas fininhas aparecem por cima da blusa. O moleque tá extasiado, perturbado. Eu também, mas consigo me controlar.
A gente se esgueira pela primeira porta disponível. É o quarto dos meus tios.
Deitamos a Lara na cama, de barriga pra cima. Fecho a porta. Pela primeira vez desde que tomei a decisão de drogar a Lara, respiro aliviado.
Já foi. O pior passou. Agora o jogo tem que começar.
O lavador de pratos ficou hipnotizado com a beleza da Lara. Ele tá de pé ao lado dela, com a boca semiaberta. O olhar dele percorre o corpo dela, mas sempre pousa nos peitos semi-expostos.
— Qual é teu nome?
— Ah... ehhh... Jony. Jony tá entrando na adolescência. É um moleque que, com seus catorze ou quinze anos, provavelmente passou mais tempo da vida dele trabalhando pra gente como minha tia do que estudando ou fazendo coisa de criança. Dá pra ver na cara dele, nas mãos. É um cara forte, mas não chega a ser gordo. Dá pra notar que ele é meio tímido e na dele...
- Jony... Cê gosta da mina?
Ele me olha envergonhado, como se esperasse uma bronca pela excitação na cara dele.
- Desculpa... É sua... É sua namorada...?
- Sim. Cê ficou vidrado nas tetas dela, né?
O comentário pega ele de surpresa. A cara dele fica vermelha na hora e, com o olhar baixo, ele sai andando rápido pra porta.
- Foi mal, senhor, é que eu...
- Não te culpo, é normal. Quer ver elas?
Jony para no meio do caminho.
- Vem. Não tem medo não, adoro mostrar minha namorada... ela é muito gostosa, não acha?
- Sim, senhor... claro.
- Não entendi... "Sim, cê acha ela gostosa" ou "sim, quer ver as tetas dela"?
- Se o senhor me permite... acho que os dois, senhor...
Lara tá dormindo. A respiração dela fica mais funda e devagar agora. Pego ela pelas axilas, levanto ela em minha direção e encosto as costas e a cabeça dela nuns travesseiros. Depois arrumo o cabelo dela de leve pra poder ver o penteado e o rostinho de adolescente. É um anjo.
Convido o Jony pra sentar na cama, do lado dela. Ele obedece sem perguntar nada. Aí, na frente do meu único e mais fiel espectador, que fica de boca aberta, enfio o dedão no decote da regata branca sem alça da Lara e, sem encostar nela, puxo pra baixo, não muito forte, mas com firmeza. Primeiro o pano resiste... depois desliza na pele feminina e cede, sem mais. Os peitos redondos e durinhos dela pulam pra fora da regata: um espetáculo divino, daqueles de dar replay e ver quadro a quadro.
- Ahhhhhhhhhhh...
Jony não consegue segurar a reação.
Os peitos da Lara são dois globos redondos e lisos, coroados no topo por um moranguinho pequeno dum tom rosa maduro delicioso. Da minha parte, volto a sentir uma ereção dolorosa e cada vez mais bem fundamentada. Mas não é hora de se deixar levar, ainda não.
- Ela é gostosa, não acha?
Jony só balança a cabeça concordando, sem tirar os olhos dela, sem conseguir desviar a atenção.
- Quer me dizer qual é o cheiro dela, Jony..?
Jony me olha vidrado, como se minha pergunta tivesse sido feita num idioma incompreensível pra ele:
- A pele dela... me diz como cheira. Bem ali, onde a pele dela vira morango... chega mais perto e cheira, vai...
Jony abaixa a cabeça bem devagar... Quando a ponta do nariz dele, de quinze primaveras, chega a dois centímetros de distância do mamilo tenro da Lara, o moleque para e inspira fundo, com toda a força, enchendo os pulmões, como se quisesse cheirar ela, devorar ela.
Quando termina a inspiração, quase desaba no chão. A superoxigenação, os eflúvios da pele feminina e a traição dos próprios nervos fazem ele perder o equilíbrio por um instante.
- Posso tocar nela..? Posso tocar na sua namorada, senhor..?
Ele fala num tom de súplica, sem conseguir segurar o desejo.
- Pode fazer isso... e pode beijar ela também, se quiser. Mas antes preciso te pedir um favor. Tá disposto?
- O que o senhor mandar, senhor.
- Beleza. Então escuta com atenção...
Sábado, 01:30 da manhã.
O quarto dos meus tios é feito sob medida pros delírios de nobreza deles: um banheiro dentro do quarto e um guarda-roupa-vestiário enorme que ocupa uma parede inteira. A mobília é sóbria: tem só uma cama de casal plus size (onde agora a Lara descansa tranquila), com um criado-mudo de cada lado. Na cabeceira da cama tem uma janela que dá pro fundo, coberta por cortinas grossas.
Tô plantado ali e posso observar meu primo, a mina retrô e o Pablo, o namorado da Lara, dançando e bebendo no meio do povo.
Tudo parece estar sob controle. Mas por quanto tempo? Sem dúvida ninguém sentiria minha falta. Mas quanto tempo até notarem a ausência de Lara e começar a busca?
Assim que Jony parte na missão que lhe dei, volto a cobrir delicadamente o torso de Lara com sua camisola. Não queria que ninguém entrasse de repente e se deparasse com um espetáculo tão imponente.
Decidi não trancar a porta, porque se alguém tentar abrir e ela estiver trancada por dentro, poderia levantar suspeitas.
Confio que, apesar da música e da gritaria que vêm de fora, se alguém subir as escadas, vou ouvir os passos, o rangido da madeira, para me pôr a salvo.
Enquanto espio a festa pela janela, minha mente se enrosca nos próprios fantasmas e começo a cogitar a possibilidade de ser descoberto. Então fecho as cortinas e tento afastar a paranoia. Viro-me para o rosto de Lara. É perfeito. Só agora consigo reparar nos detalhes. Sento ao lado dela e começo a observar atentamente seu rosto. As pequenas sardas espalhadas pelo nariz e pelas maçãs do rosto dão a ela um ar infantil que contrasta com sua boca larga e sensual, de lábios finos e rosados. Lamento não poder apreciar a cor de seus olhos claros, mas seus cílios pretos e ondulados são igualmente lindos. Pela primeira vez, deixo de sentir rancor e raiva dela, da sua atitude, e me deixo encantar pela sua beleza.
Ela ainda usava os dois grampos pequenos que seguravam seu cabelo. Um de cada lado, colocados com perfeita simetria. Como uma menina do primário que a mãe penteia com ciúme antes de ir para a escola.
Sinto necessidade de tocá-la, de sentir sua textura. Absurdamente, não tenho coragem, ela me intimida. Mas crio coragem e faço isso. Acaricio timidamente seu rosto com as costas dos meus dedos.
Sinto uma sutil descarga elétrica, um impulso que vai da minha mão direto para a minha entreperna, e dali, sem escalas, para meu sistema nervoso central.
Tenho a necessidade de tocá-la de novo e faço isso. Rozo seus lábios com a ponta do meu polegar. Ela entreabre levemente a boca, como reação ao meu estímulo. O que me permite, quase sem querer, roçar seus dentes e me molhar com a saliva dela.
Passo meu dedo por toda a fileira de dentes superiores. Vou e volto por ali, duas ou três vezes. Estou fascinado com aquela boca.
Percebo que o tom rosado dos lábios dela é idêntico ao dos mamilos dela. Então me ocorre que poderiam ser moldados do mesmo material.
Preciso verificar minha teoria. Sem tirar o dedo da boca dela, com a mão que ainda tenho livre, volto a baixar o decote o suficiente para liberar um dos peitos dela. Respondendo ao efeito natural do roçar naquela área sensível, o mamilo dela parece estar despertando. Toda a circunferência rosada ao redor dele se elevou alguns milímetros sobre a pele branca do peito dela. Formou uma almofada confortável onde descansa aquela gema híbrida, metade pérola, metade rubi.
Posso verificar, de fato, que ambas as estruturas anatômicas são moldadas com a mesma argila, e me arrisco a pensar que também os lábios inferiores dela, os lábios íntimos, evidenciariam a mesma origem comum. Ao pensar nisso, meu pau dobra de tamanho e minha boca enche de água.
Saboreio a saliva dela do meu polegar enquanto me deito ao lado dela. Coloquei minha cabeça na altura do único peito nu dela. Estou perfeitamente disposto a lustrar com minha língua aquela gema até fazê-la brilhar, quando ouço passos, rangidos de madeira vindos da escada.
Tenho certeza de que é o Jony, mas quero testar meu procedimento de emergência.
Cubro novamente a seminuvez da Lara e me enfio no armário.
De lá, tenho visão completa do recinto através de umas frestas de ventilação que ficam bem na altura dos meus olhos.
Ali espero, com nervosismo crescente, que a porta do quarto finalmente se abra.
Jony entra na surdina e fecha a porta atrás de si. Aparentemente, trouxe tudo o que pedi: duas taças, uma garrafa de champanhe, um maço de papel e a carteira dela. Lara, que sei lá com que truques, conseguiu tirar do armário.
Conseguiu tudo e em tempo recorde. Claramente, o Jony não é tão inútil quanto minha tia imagina. Talvez falte o estímulo certo. O fato é que agora ele mereceu o que ganhou.
Saio do meu esconderijo tentando não assustar o garoto, que já tá visivelmente nervoso. Ele tá tão suado que os cabelos grudam na testa e a camisa cola no corpo, nas costas e no peito. Pego tudo que o Jony trouxe e parabenizo ele pelo trabalho:
— Jony, você ganhou na moral. Pode brincar um pouco com esses peitos, mas não pode fazer nada que machuque ela... Tá certo?
— Sim, senhor, tá certo...
Ele responde sem se mexer um milímetro do lugar.
— Anda, que você não tem muito tempo, mexe essa bunda, mexe essa bunda...
Então o Jony senta do lado dela. Já naturalizou totalmente a situação e tá pronto pra satisfazer o desejo dele. Como se já tivesse planejado os passos, com muita decisão, puxa a borda superior da blusa branca da Lara e libera os peitos dela de um puxão só. Não perde muito tempo admirando a cena e coloca as palmas das mãos na base dos peitos, como se estivesse pesando eles. Vai subindo pelas laterais, como se guardasse o melhor pro final.
Com as duas mãos cheias, respira fundo e, segurando o ar, afunda o rosto suado no vale infinito que se abre entre os peitos dela. Uma vez mergulhado no colo dela, aperta os peitos da Lara contra os lados da própria cabeça. Como se quisesse se afogar nela.
A felicidade inocente do garoto me faz sentir bem, me acalma. Então deixo ele fazer o que quer e vou pro banheiro do quarto pra preparar as coisas.
— Não para de prestar atenção nos barulhos da escada...
— Mmmmmm......eeee.....mmm...
Abro o champanhe, encho uma das taças e jogo metade do conteúdo da garrafa na pia. O álcool seria minha desculpa.
Agora encho a outra taça com água até a metade e Dissolvo nela mais um dos comprimidos da minha tia. Não sei quanto tempo o efeito vai durar, então tenho que estar preparado pra uma segunda dose.
E o mais importante: abro o papelzinho que envolve o pirulito, o mesmo doce que tinha levado o suco do meu pau até a boca da Lara. Ele tinha ficado no banheiro do térreo e, se alguém descobrisse, ia levantar suspeitas.
Me distraio uns minutos fuçando a carteira da Lara. Não tem nada de interessante: um brilho labial, uns lenços, outro pirulito lacrado, dois preservativos e os documentos dela: María Lara Aragón; Data de nascimento: 6 de maio de 1987. A putinha tem 21 anos.
Na real, não faço ideia de como isso vai acabar, sinceramente não consigo ver como um abuso, mas sim como um ato de justiça. Se ela se acha no direito de me deixar duro do jeito que faz, eu tenho o meu de gozar do meu jeito.
Toda a ostentação obscena do lugar e do povo tá tirando o pior de mim. E a Lara faz parte dessa ostentação. É tipo uma sereia que te atrai com o canto até te deixar doente, porque você nunca consegue alcançá-la...
Mas não é o meu caso, eu capturei minha sereia, tenho ela na minha mão e tô pronto pra vingar, em nome dela, quem já caiu nos encantos dela e foi rejeitado.
Tô perdido nos meus pensamentos dentro do banheiro quando os gemidos do Jony me trazem de volta à terra.
O adolescente fortão tá completamente banhado de suor. Ele tá deitado de lado, literalmente enfiado no corpo da Lara. Com uma mão, ele amassa um dos peitos dela com uma dedicação doentia. É como se ele quisesse agarrar tudo de uma vez, mas a carne transborda inevitavelmente pela mão de um lado e do outro.
A boca e o nariz do moleque tão mergulhados no calor macio do outro peito dela. Pelo movimento frenético da cabeça e dos lábios dele, posso arriscar que ele tá mamando ali com uma paixão devotada.
Mas não acaba aí. Pra minha surpresa, o Jony tirou a ferramenta dele pela braguilha da calça. calça e está esfregando na lateral da coxa nua da Lara com um movimento louco de quadril.
A garota não mostra sinais de querer acordar. Só parece ter aumentado a frequência e profundidade da respiração, possivelmente por causa do estímulo que está recebendo.
É uma cena dantesca. O criado aproveitando sua patroa fina, à vontade.
Jony parece prestes a explodir, seus movimentos ficam cada vez mais violentos e espasmódicos na lateral do corpo da Lara. Tenho medo de que ele acorde ela ou até machuque. Estou prestes a pedir para ele parar quando o lavador de pratos parece, de repente, ter sido atingido por uma flecha. Ele abre os olhos e a boca desmesuradamente, sem fazer nenhum som, mas soltando o mamilo preso entre os lábios. Depois deixa a cabeça cair na cama sem soltar o peito que ainda aperta na mão. Vejo que uma mancha de umidade começa a crescer no jeans azul desgastado da mini da Lara. Alguns jatos de esperma também atingiram a pele da parte externa da coxa dela, mas a maior parte da descarga foi absorvida pelo tecido.
Quando Jony percebe uma testemunha na cena, levanta-se sem jeito e guarda o pau rapidamente, que ainda pulsa e goteja. Sem dizer uma palavra, jogo uma caixa de lenços para ele. Meio atordoado pelo orgasmo, mesmo assim entendeu o recado.
Ele pega um pedaço de papel da caixa e recolhe os restos da creme espesso que ainda escorre pela coxa da garota. Guarda o lenço sujo no bolso e me olha como se pedisse desculpas. Digo que ele exagerou um pouco, mas que está tudo bem:
— Vai tranquilo... vi que você se divertiu pra caralho...
O jovem lavador de pratos vai em direção à porta de cabeça baixa, possivelmente envergonhado por ter se exposto. Mas antes de sair, vira e me diz:
— Frutas e pele bronzeada.
— Como é?
— Sua namorada... Ela cheira... e tem gosto... de frutas e pele bronzeada.
O Jony tinha se revelado um poeta. que só tava procurando sua musa.
Sem mais, desaparece do quarto fechando a porta atrás de si. Consigo ouvi-lo descer as escadas num passo rápido pra voltar pro seu posto de trabalho.
Agora começa minha função. Da última vez que reparei na Lara, pensei nela como um anjo adormecido. Agora paro aos pés da cama e olho pra ela de novo, e ela volta a ser a foxy que conheci horas atrás: com os peitos nus apontando pro teto, encharcados de saliva e suor, e inchados pela fricção dos lábios vorazes do lavador de pratos; a mini saia curta, acidentalmente manchada pelo Jony, deixa à mostra um triângulo de algodão branco entre as pernas dela, que separa o mundo real da eternidade.
Nesse momento, a imagem de entrega e abandono da Lara poderia excitar até o próprio homem das neves.
Só preciso terminar de preparar a cena.
Me movo rápido. Coloco a garrafa e a taça de champanhe no criado-mudo. Depois, foda-se o pirulito, e coloco ele entre os lábios finos e adormecidos da Lara. Agora sim ela parece uma verdadeira puta viciosa.
Lá embaixo, a festa continua a todo vapor.
Sento aos pés da cama e levanto a saia dela até a cintura pra poder apreciar a calcinha branca em detalhe. A dobra do algodão marca um pequeno canal meridional descendente que corre entre dois lábios inchados e carnudos. Meu pau cresce sem controle nenhum. Pego a calcinha pelo elástico e vou descendo pelas coxas dela, pelos joelhos, pelas pernas e pelos pés descalços. Tiro ela e cubro meu rosto com o algodão macio. Ainda não tinha conseguido confirmar se os peitos dela tinham gosto de fruta e pele bronzeada, mas é fato que a calcinha dela embriaga com cheiro de caramelo. Passo minha língua pelo tecido... mordo ele, como se quisesse extrair o suco.
A monte de vênus dela, totalmente depilada, desce da barriga num triângulo pálido e termina num vértice inferior cuja bifurcação final abre o canal que esconde a porta pro abismo. Pego ela pela parte de trás. de seus joelhos e abro suas coxas o quanto sua anatomia permite. Então o canal se abre diante de mim. Um brilho úmido banha as paredes rosadas daquela caverna e, timidamente, uma pequena lantejoula carmesim vê a luz e enche o ambiente de um cheiro persistente de caramelo. Me aproximo. Coloco meu focinho a milímetros dali e inspiro fundo. Por um momento, acho que vou desmaiar. Mas me recupero e, sem pensar, começo a comer da fruta madura que ali, generosamente, se oferece. Primeiro beijo seus lábios lisinhos, depois beijo a porta entreaberta da sua buceta, primeiro suave, como um beijo no rosto, depois mais fundo, com minha língua. A introduzo como uma cobra procurando em vão a língua da minha amante, mas só encontro mais caramelo. Depois beijo seu botãozinho tímido. Beijo, lambo, prendo entre meus lábios e lamo de novo. Tenho uma necessidade imperiosa de me masturbar, então libero meu pau, enrolo na calcinha dela e começo a bater uma enquanto me alimento. Enquanto sobe e desce com minha língua pela sua conchinha morna, uma e outra vez, levanto o olhar para apreciar seus peitos generosos daquele ângulo privilegiado e, um pouco mais longe, seu rosto de bela adormecida perversa com o pirulito pendurado na boca. Aperto com força a calcinha dela contra meu pau enquanto minha mão se move em alta velocidade. Sinto que não consigo segurar mais. Minha língua se joga violentamente para dentro da Lara, que por um momento tensiona os quadris como reação de boas-vindas à nova visita. Meu rosto inteiro está completamente submerso e encharcado nela. Então me sinto descarregar uma quantidade de porra tão exagerada que, se não fosse pela calcinha segurando minha ejaculação, ia causar um verdadeiro estrago no colchão dos meus tios. Ainda com o rosto perdido nas profundezas da Lara, posso sentir o algodão absorvendo meus fluidos até saturar e transbordar. Sábado, 01:50 da manhã Olho pro relógio assustado. Depois De tanto gozar, desmaiei por uns segundos. Tudo parece estar bem, mas tenho que evitar essas distrações. Tenho certeza de que se alguém tivesse subido as escadas naquele momento, não teria ouvido.
Pulo da cama, escondo a calcinha encharcada no armário e vou até a pia lavar as mãos. Penso no meu próximo movimento e começo a ficar excitada de novo. Shhhhh... congelo, fecho a torneira. Sim, ouço os primeiros passos na escada, lentos e pesados. Alguém está subindo. É preciso colocar o plano de emergência em prática.
Saio como um raio: arrumo a minissaia da Lara o melhor que posso para disfarçar a buceta dela nua; levanto a camisola até esconder os peitos; apoio a mão direita dela, mole, sobre a barriga e coloco uma taça de champanhe nela; viro a cabeça dela para a esquerda. Pronto. Como uma bala, me escondo no armário.
Temo que, no melhor estilo Poe, as batidas do meu próprio coração denunciem meu esconderijo.
A porta do quarto se abre naturalmente, como quem entra no próprio quarto esperando encontrar o de sempre. Mas esse não seria o caso do meu tio.
O velho vem com um copo de uísque na mão que quase estoura no tapete. Para de repente ao descobrir a presença de um intruso na cama dele. A cara de quem viu um fantasma desaparece rápido. Com cuidado, ele se aproxima alguns passos da cama. Para na frente do corpo dormindo da Lara e dá um gole fundo no copo. O tilintar do gelo no vidro corta minha respiração. Se meu tio descobrir a situação, se ele me encontrar dentro do armário dele, tudo vai pro caralho.
Ele avança até a cabeceira da cama e toca o ombro dela, como se tentasse acordá-la.
— Menina...? Menina?
Mas a Lara dorme profundamente.
— O que há com você? Exagerou no champanhe, né?
Sem esperar resposta, ele se prepara para tirar a taça que eu tinha colocado entre os dedos dela. O peso morto da mão da Lara pareceu convencer meu tio de que Ficaria inconsciente por um bom tempo. Então ele começou a falar solto pra caralho:
-Então você bebe meu champanhe e ainda vem dormir a bebedeira na minha própria cama... Você é uma sem-vergonha mesmo...
Meu tio reparou na garrafa pela metade que estava em cima da mesinha de cabeceira.
-Há! Você ficou podre de bêbada... jeje! Tá pior que eu! Mas é pra isso que serve a experiência, eu vim recarregar as energias...
Aí ele vira pra mesinha, abre a gaveta e pega um saquinho pequeno de nylon transparente, balançando no ar.
-Há! Pó energizante... te faria bem um pouco.
Ele tira um cartão de plástico do bolso da jaqueta e raspa com ele no saquinho enquanto continua falando sozinho:
-Se eu contar pra uns caras lá embaixo a surpresa que encontrei na cama, não demorava cinco minutos pra subirem e te apalparem toda... Você é uma putinha que provoca velho, e sabe muito bem disso...
Leva a ponta do cartão ao nariz e..
-Snifffffff............ Ahhhhhhhh! Uffff...
Depois repete a operação mais duas vezes, alternando as narinas. Guarda tudo no lugar com uma pressa atrapalhada. Bingo! Eu tinha mais um furo de família! O velho cheirava que dava medo!
-Sério, você é uma putona... só se salva porque é amiga do meu filho... senão eu já te empalava dormida desse jeito... como você é gostosa, porra! Tem umas pernas e uns peitos de matar!
Pirado do jeito que tava, ele pula até a porta e tranca por dentro. O efeito do álcool ainda persiste, mas parece ter ficado em segundo plano. Agora ele se sente todo-poderoso, cheio de poder, e com uma vadiazinha indefesa na própria cama dele.
-Você vai pagar por esse abuso de confiança, se comportou como uma menina atrevida... Acho que o Diego não vai se importar com isso... Há!
Ele sussurra entre os dentes enquanto volta pro lado dela e senta na beira da cama. Pega ela pelo queixo e balança a cabeça dela de um lado pro outro, não com muita força, mas com insistência. Acho que não queria levar o susto de vê-la acordar. O que o imbecil não sabia era que Lara estava dopada com a mesma droga que minha tia usava há anos pra evitar ele à noite.
Consigo ver que com uma mão ele começa a apertar um dos peitos dela por baixo do tecido, enquanto com a outra esfrega a própria virilha por cima da calça.
— Você finge que tá dormindo, mas tá gostando, né Larita? Mmmmmm... Você tem uns peitões de primeira... Fazia anos que não pegava nuns assim... inchados e durinhos... sem plástico, ha!
O velho vai metendo a mão cada vez com mais vontade. Passa de um peito pro outro e amassa por baixo do pano enquanto se acaricia a virilha com a mão livre.
— Vamos dar uma olhada na mercadoria...
Em menos de um segundo, Lara já está com os dois peitos pra fora da blusa.
— Ahhhh... Já tá me deixando de pau duro de verdade, Larita...
Meu tio tá com o olho fixo nos peitos semi-bronzeados dela. Os olhos quase saltam das órbitas. Num movimento rápido, ele abaixa o zíper, tira o pau, já duro, da calça e se deita do lado dela.
A cena é parecida com a do Jony, só que meu tio agora tá do outro lado da cama, de frente pro armário, me dando uma visão privilegiada de tudo. Também, igual ao lava-copos, o velho não resiste à tentação de chupar os bicos generosos da Lara.
Entre o álcool, a coca e a excitação, meu tio tá tão fora de si que já não tenho medo de ser descoberto. O medo inicial deu lugar a uma sensação clara de raiva e impotência. Consigo ver tudo pelas frestas de ventilação das portas do armário. Sinto que o filho da puta tá me roubando a presa, mas não posso fazer nada pra impedir, só rezar pra ele vazar logo.
Bem no instante em que o velho se ajoelha na cama, tira o pau inteiro da calça e começa a esfregar a cabeça no mamilo molhado e duro da Lara, bem nessa hora... Instante sinto que o mundo se abre debaixo dos meus pés. A melodia estridente de um celular, a melodia de putaria do meu celular, invade o quarto.
Meu tio salta da cama como um raio, visivelmente assustado. Não posso fazer nada, acho que vou desmaiar. Tateio às cegas no bolso da calça. Consigo tocá-lo com a ponta dos dedos, mas é impossível pegá-lo sem abrir parcialmente a porta. Há um segundo de silêncio e a melodia toca de novo... Então meu tio atende:
— Alô, meu amor... tô aqui, no quarto...
Era a mesma melodia de putaria, mas vindo do telefone do velho. Respiro fundo. Enxugo a testa com a manga da camisa e consigo pegar meu celular do cinto com uma facilidade absurda. Olho pra ele com indignação. Tá ligado. Como é que eu deixei passar um detalhe desses! A Melina podia ter ligado! Meus pais podiam ter ligado!
Quando vou desligar o aparelho de vez, uma nova ideia me passa pela cabeça. Então só me certifico de colocá-lo no modo vibratório.
Minha tia parecia estar reclamando alguma coisa do outro lado da linha.
— ...não se preocupa... desço em cinco minutos e resolvo.
E encerra a ligação.
A imagem do velho falando ao telefone com a pica dura pra fora da calça é algo que não quero lembrar no futuro.
— Tenho pouco tempo, então vamos direto ao ponto... — Ele gagueja enquanto apoia o telefone na cama e tira a calça e a cueca.
Por um momento, acho que vai meter sem mais nem menos. Mas não. Ele senta montado sobre o abdômen da Lara, apoiando um joelho de cada lado do corpo dela.
— Aposto que já te comeram esses peitos centenas de vezes... — Ele diz entre os dentes, com um sorriso safado, enquanto se acomoda sobre ela.
Ela continua nas nuvens, de olhos fechados e o pirulito pendurado na boca.
Meu tio acomoda a pica sobre o esterno da Lara, pega os seios dela com as duas mãos e afoga a pica entre eles. Da minha posição, só consigo ver a cabeça buceta inchada que aparece como uma lontra saindo da toca. Então começa a bater punheta. Sem mexer os quadris, esfrega os peitos da Lara contra o pau inflamado dela. A cabeça da lontra aparece e se esconde doentia na toca.
Melina tinha me deixado bater punheta desse jeito. Até ela, numa atitude mais ativa que a da Lara, apertava os próprios peitos pelos lados, estreitando o canal, enquanto eu a penetrava.
A lontra mexida do meu tio, conforme ele começa a aumentar a profundidade das estocadas, aparece com mais força e já quase encosta no queixo da Lara. O velho começa a ofegar...
Melina, enquanto me batia punheta com as tetas, sempre tentava tocar a ponta do meu pau com a língua. Quando fazia isso, quando sentia o contato, sabia que não demoraria pra gozar. Mas claro, ela nunca tinha me deixado gozar ali. Ela pegava meu pau com a mão e eu descarregava a porra nos mamilos dela. Depois usava meu esperma como creme hidratante: passava no peito todo enquanto eu a...
A voz repentina do meu tio me traz de volta rapidamente pra cena:
-Ahh... sabe o que é melhor pra curar a ressaca...? -A pergunta é pra Lara, mas o velho responde por ela.
-...o melhor pra curar a ressaca... é... ahhh... é um bom gole de porra... ahhh... ahhhhhh... -Então meu tio Oscar empurra o pau todo pra frente e encosta a cabeça roxa roçando o queixo da minha bela adormecida. Fica paralisado, sem respirar. Depois de três segundos, bem quando começo a pensar que ele teve um ataque cardíaco, começa a derramar a crema no pescoço da Lara, que recebe com total indiferença.
A lontra, tonta com o movimento, vomita um líquido branco e grosso. Não consegue alcançar os lábios finos dela. A maior parte escorre e se acumula no buraquinho da traqueia sobre o esterno.
Tô puto. Comeram do meu prato na minha cara.
O velho se veste na frente do espelho. Penteia o cabelo. Volta pra mesinha de Noite. Ele dá mais uma cheirada. Guarda o celular e fica um instante de pé, observando a cena dionisíaca: Lara dormindo com o pirulito pendurado na boca, e o pescoço e os peitos molhados de esperma...
— Mmmm... vamos melhorar isso um pouco... — Com ares de artista plástico, ele se senta de novo na beirada da cama e tira suavemente a guloseima da boca dela. Enfia o doce na pequena poça de esperma que se formou entre o esterno e o pescoço dela. Recolhe com ele o máximo possível daquele líquido viscoso. Depois, coloca o pirulito de volta na boca de Lara, prendendo o palito entre os dentes dela.
Sinto um acesso de fúria indescritível por essa ação, que reacende o ódio contido pelo meu tio e pela família dele. Tento me segurar pra não pular do armário e estragar tudo.
Antes de ir embora, o velho reajusta a cena que eu mesmo tinha montado minutos antes. Limpa o peito e o pescoço de Lara com a camisa branca dele. A bela adormecida está vestida de novo, mas evidentemente suja.
Pra terminar, meu tio pega de novo a taça de champanhe que eu mesmo tinha colocado entre as mãos de Lara. Derrama parte do conteúdo sobre a camisa, na altura dos peitos dela, pra disfarçar as manchas mais visíveis; bebe o resto e, com expressão satisfeita, coloca a taça vazia entre os peitos dela, simulando um tombo acidental.
Abre a porta e sai na surdina, como um fugitivo, como um maldito ladrão.
Pego a calcinha encharcada de Lara e jogo em cima da cama. Antes de desligar o celular de vez, me certifico de que mandei o SMS corretamente.
Tô louco de raiva. Lara, com a carinha angelical dela, cheira como uma verdadeira puta a álcool e esperma. E eu só comi a porra da buceta dela! Tô com a pica dura igual a um pedaço de quebracho. Olho pra Lara com rancor, como se estivesse culpando ela pelo que aconteceu.
Se até agora meu comportamento foi guiado pela razão e pelo cuidado meticuloso, agora tô à mercê do meu instinto e da minha obsessão.
Primeiro, tiro o doce da boca dela — que já perdeu a cobertura de creme do meu generoso e filho da puta do tio — e coloco no criado-mudo. Depois, seguro ela com uma mão num dos ombros nus e com a outra na cintura, pra virar ela e deitar de bruços no edredom. Fico aos pés da cama, pego ela pelos tornozelos e puxo pra trás. A cama é baixa e as pernas dela são longas, então não tenho problema em apoiar os joelhos dela no chão acarpetado. Em só duas manobras, deixo ela na posição. O atrito do corpo dela contra o acolchoado levantou a saia até a cintura. Por trás, a vista é um paraíso: com as coxas levemente separadas, consigo apreciar em detalhe a buceta lisa e carnuda dela, e o botão escuro e enrugado do cu dela, bem fechado. Se alguém entrasse pela porta agora, veria a raba esplêndida da Lara em primeiro plano, se oferecendo generosamente.
Sem conseguir controlar mais meus impulsos, me jogo de joelhos atrás dela e começo a massagear os glúteos firmes dela, um com cada mão. Amasso e separo eles com força, expondo obscenamente a intimidade dela. Nesse momento, no meio dessa irracionalidade que domina meus atos, consigo ver claramente: a Lara está à minha inteira disposição e sei perfeitamente o que vou fazer com ela.
Saio disparado pro banheiro e pego um pote de creme pras mãos que minha tia guarda no armário. Depois, sem perder um segundo, volto pra minha posição de retaguarda e me ajoelho entre as pernas da Lara. Derramo uma boa quantidade de creme na base das costas dela, bem ali onde duas covinhas imperceptíveis marcam a fronteira da pele bronzeada com a marca da calcinha fio dental... um cheiro forte de baunilha invade meus sentidos.
Começo a espalhar a emulsão com minhas próprias mãos, sempre pra baixo e pra dentro... pra baixo e pra dentro... pra baixo e pra dentro. Separando os glúteos dela, umedecendo eles e dando elasticidade. Enquanto Massageio com dedicação abnegada, um dos meus polegares vai traçando pequenos círculos ao redor da entrada da sua caverna mais escura, como invocando um feitiço para que ela se abra diante de mim.
Aos poucos, a resistência natural vai cedendo ao estímulo e meu dedo é muito lentamente devorado pelo abismo. Até desaparecer em suas profundezas. Cutuco suavemente seu interior, em círculos, e depois me retiro. A missão de exploração terminou.
De joelhos como estou, liberto minha rola inchada e quente da calça, que não para de pulsar. A cabeça roxa está prestes a explodir. Passo mais creme de baunilha nas mãos e começo a bater uma punheta. Estou me masturbando a quinze centímetros da vulva entreaberta da Lara. Vou a mil por hora, mas não consigo bater punheta muito rápido porque a rola cremosa escorrega da minha mão.
Paro por um momento. Respiro fundo. fuck you seguro meu pau pela base e apoio a ponta da glande, com uma delicadeza desajeitada, entre seus lábios rosados. Posso sentir a sensibilidade da pele da sua buceta na minha. É como um beijo suave nos olhos...
Chegou a hora, sei que não preciso fazer força... nem mesmo empurrar. Tenho a certeza de que, se soltar minha rola... ela vai ser sugada pela sua buceta... como um ventosa. Mas não. Me afasto dali. Aponto meu pau duro e vermelho em direção ao seu cuzinho e apoio ali...
À primeira vista, é mais fácil imaginar um camelo passando pelo buraco de uma agulha... mas o profano sempre acaba sendo mais flexível que o divino. Coloco a ponta do polegar sobre minha glande e pressiono... para dentro. Lara arqueia levemente as costas, favorecendo inconscientemente a tarefa. A doninha esconde a cabeça. Já era. O corpo do animal desliza, abrindo caminho com estocadas lentas, num ritmo implacável: avanço dois, recuo um... avanço dois, recuo um... avanço dois, recuo um... avanço dois...
Até que minhas bolas fazem contato com sua vulva. Tenho o pau todo enfiado na bunda dela... é uma delícia. Fico imóvel e respiro fundo, puxando todo o ar do quarto, e então desabo sobre ela, sobre suas costas.
Consigo sentir, na vibração do corpo dela, a batida do meu próprio pau ecoando lá dentro. Não resisti ao impulso de lamber a orelha dela e sussurrar umas palavras que saíram de mim.
—Não encara isso como um ato de amor...
Me levanto sobre os joelhos, seguro seus quadris finos e começo a bombear minha ferramenta dentro dela. Por um momento, paro de ouvir o barulho lá fora e todos os meus sentidos se concentram no prazer que o corpo dela, tão meticulosamente cuidado e trabalhado, me proporciona.
Minhas estocadas ficam cada vez mais violentas. A cada investida, vou mais fundo... O ritmo fica frenético... Lara está imóvel, mas percebo que a respiração dela acelera no ritmo em que minhas bolas batem na buceta dela, num plaf, plaf, plaf sonoro... Sei que o fim está chegando, é iminente...
Então me agarro com força nos quadris dela e me enterro nela com tudo... apertando-a contra a borda da cama.
Um segundo antes de explodir, vejo as mãos de Lara amassando o edredom. Ela arqueia levemente as costas de novo, como se pressentisse o desfecho... que finalmente chega.
Bem assim, imobilizado no fundo das entranhas dela, começo a descarregar minha semente. Os espasmos não param... um atrás do outro. Não paro de derramar porra dentro dela. Sinto que toda minha energia vital está escapando pelo pau... Não aguento... Mais uma vez, acho que vou desmaiar, mas já não me importa.
Quando o pote finalmente esgota suas reservas, começo a me retirar bem devagar. Lara vai soltando a tensão das mãos e das costas conforme eu saio.
Por fim, me separo dela... A portinha dela, fazendo jus à boa elasticidade, se fecha hermeticamente atrás de mim. Meu pau está exausto e vai perdendo a rigidez aos poucos. rigidez.
O corpo da Lara é perfeito. A bunda grande e empinada dela parece tão imaculada quanto antes da minha visita. Minha intervenção, diferente da do Jony e da do meu tio, não tinha deixado marcas visíveis. Então, com a mesma intenção do Michelangelo ao mutilar o Davi, aponto meu dedo indicador pro cu dela. Pressiono de leve e penetro a carne dela com facilidade. Aí uma cachoeira de porra morna começa a jorrar de dentro dela... tiro o dedo e o esperma continua saindo de lá como uma nascente que busca o rio. O líquido branco e grosso escorre pelo períneo dela e banha as curvas da buceta dela. Os lábios internos e a entrada da vagina dela, inchados pelo atrito com minhas bolas, voltam ao tom rosado original, tingidos pelo tom esbranquiçado do fluido. Quando as dobras íntimas dela ficam saturadas de porra, o líquido começa a derramar pelo interior das coxas dela até os joelhos, até chegar no chão.
Depois de apreciar por uns instantes aquele espetáculo maravilhoso da natureza, fodo novamente a calcinha suja dela e limpo a pele dela com ela. Depois coloco a calcinha de volta nela. Tá fedendo pra caralho. Lá estão as duas gozadas mais abundantes da minha vida. Deito a Lara de novo de costas; arrumo a saia e a blusa dela, e tiro o cabelo do rosto dela. Ela é linda pra caralho, a expressão inocente dela continua intacta, igual antes de ser fodida pelo cu... isso me acalma.
Vou pro banheiro lavar minha pica na pia particular dos meus tios, mas uns passos leves na escada me trazem violentamente de volta à realidade.
Pulo até meu esconderijo no armário e fico lá à espreita. Não tive tempo de revisar a encenação da bebedeira, mas parece que tá tudo certo: a taça vazia está caída na cama, à direita da Lara.
Alguém bate na porta com timidez. Silêncio. Insistem com mais força. Obviamente, nada. Depois de alguns segundos, o Pablo, o namorado da Lara, entra no quarto. Dava pra ver de cara que ele tinha Bebi pra caralho.
– Então aqui está minha gatinha... – disse amigavelmente.
– Que vergonha! Dormindo a bebedeira na cama dos outros...
Ele se aproxima dela e tenta acordá-la sem sucesso. Depois senta no lado livre da cama, olha em volta e nota o copo d'água em cima da mesinha de cabeceira. Pega o copo e bebe tudo de um gole.
– Ahhh... lá embaixo não tem nada sem bolhas...
Então se deita ao lado da namorada e começa a acariciar os peitos dela...
– Porra! Você tá um nojo! Derramou meio champanhe em cima de você! Você realmente passou dos limites, caralho... Vamos ver se com um pouco de estímulo você volta a si...
Ele começa a amassar os peitos dela através da camisa suja de champanhe e esperma, enquanto esfrega a pica na lateral da saia (também manchada de esperma, mas de outro esperma). Mas o estímulo dura pouco. Quando o sonífero que estava na água começa a fazer efeito, Pablo cai de costas na cama, ao lado da namorada.
Eu saio do armário e volto pra festa, enquanto os dois pombinhos descansam tranquilamente.
SexNonVerba dixit // fevereiro, 2010
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