primera vez de una mina...

Meu nome é Rebeca, tenho 20 anos. Sou de pele branca, meço 1,58 m.
Desde pequena pratiquei dança e balé, isso ajudou a moldar meu corpo. Minhas amigas me chamam de "güera".

Despertei para o sexo com um homem casado, que fez de mim o que quis.
Esta é a minha história.

Gustavo nunca me chamava pelo meu nome, me chamava de GÜERA. Na primeira vez que saí com ele, sabia que estava brincando com fogo, que ele não se contentaria só com beijos e carícias, mas não me importei; no fundo, eu o desejava. E aceitei, pensando que podia controlar a situação — esse foi meu erro.

Quando ele me beijou pela primeira vez — foi um beijo apaixonado. Fiz um esforço fraco para me soltar, fingindo rejeitá-lo, mas ele não cedeu; suas mãos me seguraram com mais força.
E me beijou com mais paixão, sentia a língua dele fuçar na minha boca.
Suas mãos começaram a levantar meu vestido, acariciando minhas pernas. Fiz uma última tentativa de me soltar e ir embora. Ele me segurou pela mão com força, mas sem me machucar. — Güera — te desejo — quero te comer. — Tenho namorado, por favor, me deixa ir. E ele me soltou.

Um dia, saindo do trabalho, ele me convidou pra conversar. Fiquei com medo, mas entrei no carro dele e fomos embora. Aconteceu o que tinha que acontecer. Ele me beijou, me apertando nos braços. Tentei resistir, não consegui, porque no fundo eu desejava aquilo. Me senti realmente indefesa.

Senti as mãos dele percorrerem meu corpo, começando pelo meu rosto e terminando nas minhas pernas. Começamos a nos beijar com paixão. Peguei a língua dele e enrolei na minha. Naquele momento, ouvi suas palavras. Ele me segurou pela cintura e, sem mais delongas, me disse: — Quero que você seja minha — se entrega.

Me assustei. Meu coração batia a mil por hora. Quase como um piloto automático, falei: — Não, isso não, por favor — sou virgem — você é um homem casado e eu tenho namorado — por favor, não me pressiona. Ele começou a me beijar no pescoço todo, a morder minhas orelhas. As mãos dele acariciaram meus peitos, enquanto eu dizia: — Não faz isso, por favor — para — não me faz isso — vou me casar — tenho namorado.

Me deixa, por favor. Gustavo — mas as carícias e os beijos dele me deixaram completamente atordoada.
— Ele não parava de me acariciar e me beijar — percorria meu pescoço com os lábios — e as mãos dele me acariciavam — comecei a ficar excitada — a esquentar — ele começou a desabotoar a calça — estávamos no carro dele e eu tinha medo de alguém nos ver.

Quando ele abaixou o zíper, olhei pro pau dele com um certo medo — era de uma grossura impressionante —
Ele pegou uma das minhas mãos e colocou no pau dele — com medo e timidez, segurei o pau dele e comecei a massagear enquanto nossas bocas se uniam.

Não sabia naquele momento que ele me dominava daquele jeito — talvez fosse a brutalidade e a grosseria do tratamento do Gustavo em comparação com o tratamento suave e carinhoso do meu namorado — de qualquer forma, não me importei naquele momento, só queria me sentir mulher.

— Senti uma das mãos dele enfiar por baixo da minha roupa íntima — senti o dedo dele acariciar minha buceta por cima da calcinha —

— Naquele momento, senti o perigo — minha virgindade, minha buceta, a coisa mais sagrada que eu tinha, estavam a milímetros dos dedos dele — ele puxou o elástico da minha calcinha de lado e começou a acariciar minha buceta — não consegui me segurar, comecei a gemer ao sentir o dedo dele roçar os lábios da minha buceta — queria ir embora, mas não conseguia, estava paralisada.

— Quando o dedo dele começou a me dedar — meu corpo era um vulcão, mas reagi e me soltei dos braços dele — e de novo falei — não, por favor, não faz isso, me deixa ir — e sem pensar, saí.

— Ouvi as palavras dele: "Você vai voltar, gata — sei que você vai vir me procurar" —

— No caminho pra casa, me senti tremer — no fundo, eu tinha ficado excitada —

— No dia seguinte, não queria olhar nos olhos dele de vergonha —
— Ele percebia minha inquietação e nervosismo —
— As palavras dele eram como um ímã pra mim — era o oposto do meu namorado, não era carinhoso, era mais vulgar, e no olhar dele tinha algo que despertava em mim a vontade de ficar com ele — "Você me deixou louco, loirinha — vou te arrebentar toda — te desejo e você sente o mesmo" —

— Foi impossível conseguir rejeitá-lo e acabamos no apartamento dele pra que ele fizesse de mim o que quisesse.

– Cheguei no apartamento dele sem controle sobre meu corpo – os dedos dele começaram a trabalhar na minha buceta e a língua dele a beijar meus lábios, a chupar meus peitos, que já não consegui me segurar –

---Ele me despiu às pressas, com brutalidade e ao mesmo tempo suavidade – até me deixar completamente nua – com minhas mãos cobri minha nudez – mas ele começou a me beijar e a beijar meu pescoço, a me enlouquecer de prazer – beijou meus seios e começou a chupá-los com ansiedade – pegou minha mão e a levou até o pau dele – naquela altura eu morria de vontade de tocar o pau dele, de apalpar e provar o gosto dele –

---Olhei pro pau dele – era grande – grosso – lembrei do meu namorado e de como uma vez no cinema eu apalpei o pau dele, mas não tinha comparação – entre o membro dele e o do meu namorado –

Ouvi a voz dele: "Abre a boca, chupa!"

----Abri meus lábios e comecei a chupar o pau dele – fechei meus olhos – me deixei levar pela sensação de ter pela primeira vez na vida um pinto na minha boca – sei que dei prazer a ele – percebi, apesar de não saber como chupar o pau dele – ouvi ele gemer cada vez que meus lábios faziam um O no tronco do pau dele –

---Naquele momento sentia no meu corpo uma excitação enorme – tinha uma cócega insuportável na minha buceta e também sentia um pouco de medo por ser minha primeira vez – sentia que provavelmente ele fosse me machucar ao tentar me penetrar – e chegou uma hora em que, já livre de todo preconceito, comecei a gemer, a percorrer com minha língua todo o pinto dele, provocando prazer nele – ele me levantou pra me levar pra cama – me carregou nos braços – me colocou na cama.

Ele me beijou com paixão e me dizia: "Não tem medo não – hoje você vai virar mulher – vou meter meu pau em todos os seus buracos – vou te estrear e dar o prazer que seu corpo pede aos berros – tá bom?"

Senti a língua dele – lamber minhas coxas – minhas panturrilhas – uma corrente elétrica passou pelo meu corpo quando senti a língua dele nos lábios da meu sexo – comecei a gemer – era uma delícia sentir a língua dele fuçando minha intimidade, no mais sagrado do meu ser – queria que parasse e ele não parava

– Meu corpo começou a se contorcer – me senti elevando ao céu – senti uma onda de prazer, não sabia se ria ou chorava – mas comecei a mover meus quadris, a rodar meu sexo contra a língua áspera dele – e assim chegou meu primeiro orgasmo, entre gritos e gemidos, me senti explodir – foi uma loucura pra mim –

– algo aconteceu em mim que fez minha conduta de menina virar a de uma mulher selvagem – esqueci da minha mãe e do meu namorado – me levantei da cama e me agarrei com força no pescoço dele – o beijei – estava num momento de tesão que não me importava com nada – ele pegou um dos dedos dele e enfiou na minha boca – saliva ele, me disse, e depois – senti o dedo dele fuçando meu cu – o que você tá fazendo, falei – vai me machucar – ele só respondeu – você tem uma bunda que me deixa louco!

– já não parou mais, era uma besta excitada ao máximo.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas e começou a chupar meu sexo – abriu minhas pernas o máximo que pôde – me agarrei na cabeça dele, nos cabelos dele, pra não cair da cama

– entreabri minhas pernas – comecei a sentir aquele prazer de novo – a língua dele percorreu todo o meu sexo de cima a baixo – ele me virou de bruços – com as mãos separou minhas nádegas e me lambeu o cu, naquele lugar que jamais imaginei que fosse tão sensível – comecei a mover meus quadris com força, cada vez que a língua dele me chupava era uma sensação única. – ele se levantou da cama por um segundo só pra me olhar – e me dizer: você é linda – pegou uma câmera que tinha em cima da mesinha e tirou uma foto minha – o que você tá fazendo, falei, isso não, por favor não faz – calma, não tem problema. E continuou chupando minha bunda.

– chegou o momento em que não aguentei tanto prazer, me deixei cair na cama, ele pegou o pau dele com as mãos e começou a passar a ponta do cock pelo meu sexo virgem – enquanto chupava e mordiscava meus peitos.
– Senti claramente quando ele colocou o cock em a entrada do meu sexo e começou a empurrar pra me penetrar – senti uma pontada de dor ao sentir meus lábios íntimos se abrindo – fechei as pernas instintivamente pra evitar a dor. – mas ele de novo me abriu as pernas e começou a pressionar, e eu comecei a reclamar – sinto que você tá me partindo.

– senti a cabeça do pau dele entrar no meu sexo – senti minha carne íntima se rasgando – tentei me mexer – mas não consegui – senti o pau dele avançando dentro do meu corpo até chegar no meu hímen, meu bem mais precioso, o que minha mãe sempre me pediu pra guardar até casar, meu selo de garantia – ele fez pressão pra empurrar – pra romper e ser o primeiro homem na minha vida.

– não tive tempo de pensar nem de reagir – senti o pau dele entrar em mim, me penetrou com força – senti o pau dele rasgar o que uma mulher tem de mais íntimo, a virgindade – dei um grito forte ao me sentir penetrada – ao sentir o pau dele rompendo meu cabaço – e me fazendo mulher.
– tá doendo – ele não se mexeu, ficou firme dentro da minha buceta.
– estendi uma das mãos como se buscasse apoio – na minha dor de me sentir penetrada –
– calma, gata – já tô dentro de você – já te rompi, meu amor – já te fiz mulher – minha mulher – minha putinha – você é bem apertada – loirinha – nunca imaginei te ter enfiada e te desvirgar, mas já passou, agora você vai gozar –
– ah, só falei que dói – ele ficou parado dentro de mim até que eu mesma comecei a mexer meus quadris, a mover minha barriga buscando novas sensações.
– comecei a gozar, a curtir minha primeira vez
– ele começou a tirar e a meter o pau dele mais algumas vezes até que não tinha nem sinal de incômodo no meu rosto e, num movimento rápido, enfiou o pau inteiro até sentir as bolas dele batendo na minha bunda.
Ele me deu uma trepada fenomenal – comecei a ofegar – a gemer – meu corpo era um vulcão, sentia minha buceta ardendo, mas eu adorava a martelada do pau dele – adorava sentir ele dentro da minha buceta – ele me comeu sem parar, sem pressa. até que seus gritos e gemidos me indicaram que ele estava prestes a me dar o gozo dele –
----Foi nesse momento que me horrorizei – mas o martelar do pau dele dentro da minha buceta me deixava louca – entre palavras entrecortadas eu dizia – sai – sai você não usou camisinha – sai não goza dentro não faz isso ah. –Por favor Gustavo não goza dentro de mim – bati nele com as mãos – arranhei ele – mas tudo foi em vão ---Ele enterrou o pau dele até o fundo e eu senti ele explodir deixando o leite dele dentro do meu corpo – terminei desfalecida exausta – minhas pernas doíam – minha xota ardia sentia minha intimidade rasgada – pegajosa-
- ficamos deitados na cama – eu não queria me mexer – mas tinha a sensação de ir ao banheiro –
--Ao urinar ardeu – vi minha buceta aberta – desflorada – nas minhas pernas tinha sangue que escorreu da minha xota.
--Na cama sobre o lençol estava uma pequena gota de sangue como testemunha da minha perda da virgindade.
-tive um leve remorso e comecei a chorar – ele me pegou nos braços – me beijou nos olhos – por que você chora loirinha seu corpo pedia – entre soluços eu disse – e se eu engravidar o que vou dizer em casa pro meu namorado – calma ele me disse você vai tomar uns comprimidos que vou te dar e com isso vai evitar ficar prenha –
-- vem vamos tomar banho – tomei banho com ele – começou a lavar minha xota – ficamos tomando banho juntos – beijou cada parte do meu corpo devagar -- que raba você tem Rebeca – sabe nunca me cansaria de te foder –
– quando estávamos tomando banho ele me deu o pau dele pra chupar – chupei ele de novo - quase vomitei quando senti o gozo dele – vamos abre sua boca – come ele – assim suave – devagar – chupa – chupa – abre sua boca – senti nojo não nego mas recebi o leite dele na minha boca -
--Exausta, deitamos na cama ficamos meio dormindo – eu completamente pelada – perto de meia hora senti os dedos dele remexendo na minha xota.
Meus quadris começaram a girar num vai e vem louco sobre os dedos dele como procurando que a fricção do Seus dedos apertaram mais forte no meu clitóris.
— Abaixou a cabeça até minha buceta e com a língua percorria todo o contorno dos meus lábios íntimos, até meu clitóris. Com minhas mãos, peguei a cabeça dele e a esfreguei com força contra minha ppk no momento em que eu explodia num orgasmo colossal, produto da mamada que ele estava me dando.
— Fiquei desfalecida, ofegante, suada, mas na mesma hora senti o pau dele se abrindo caminho na minha buceta — ele me penetrou com fúria — gritei ao me sentir empalada — e falei: "devagar, me dói um pouco... devagar, por favor". Separando minhas pernas, ele começou a me penetrar; sentia o pau dele chegando ao fundo do meu útero. Enrolei minhas pernas nas costas dele, impedindo que saísse da minha ppk, e ele começou a me foder devagar.
— Comecei a mexer a cabeça com força, enterrei as unhas nas costas dele.
E comecei a gemer, a pedir que me empalasse até o fundo. Ele começou a mover os quadris mais rápido, afundando cada vez mais forte o pau dele na minha pussy.
Não aguentei mais e explodi gritando igual uma louca; sentir o roçar do pau dele me dava tanto prazer.
"Você me machuca e me mata, mas eu gosto, você me preenche toda, ah."
— Ele tirou o pau todo e me virou de bruços, me empalou por trás até as bolas. Gritei ao sentir aquela enfiada — ele me comeu de quatro até que senti o pau dele crescer e começar a explodir, enchendo todo o interior da minha buceta com o esperma dele.
Fiquei desfalecida, estirada na cama, com o olhar perdido, ofegante, cheia do leite dele.
— Não senti o tempo passar; quando olhei o relógio, eram 3h45 da manhã. Naquele momento, lembrei da minha mãe, que devia estar preocupada comigo.
— Liguei pra ela e falei: "Mãe, tô bem, não se preocupa, chego mais tarde", e desliguei porque tinha medo de que meus gemidos me entregassem. Enquanto eu ligava pra minha mãe, ele começou a chupar minha ppk de novo e me fez explodir — fiquei selvagem; a língua áspera e raspante dele me enlouquecia — ele sabia chupar e onde lamber. Peguei a cabeça dele com força e gritei. afogando um gemido de prazer quando me senti explodir -

Nós dormimos – eram 7h30 da manhã, acordei quando senti a língua dele no meu rabo, com as mãos ele separou minhas nádegas e a língua dele começou a dar bicadinhas na minha bunda.

Era uma sensação única – muitas vezes ouvi os elogios dos homens na rua quando saía de short ou calça – nunca soube se meus quadris eram uma bênção ou um mal que eu tinha que carregar –

--Ele ficou me lambendo o rabo sem nojo, sem repulsa – sentia a saliva dele escorrendo pelas minhas nádegas – ele passou mais de uma hora chupando minha bunda.

---senti algo frio na minha abertura anal – o que você tá fazendo? – eu disse, e virei pra ver ele passando óleo e um dos dedos dele começou a penetrar minha bunda – depois senti outro dedo no meu cu – e ele começou a mexer eles dentro do ânus. Senti um desconforto, mas deixei ele continuar. – eu gostava da sensação da língua e dos dedos dele na minha bunda, mas era muito diferente de sentir o pau dele me enfiando.

Tive medo da dor, da grossura do pau dele, de me rasgar – e falei pra ele – Gustavo – não – por favor, tenho medo – você vai me machucar.

--Tentei me levantar – mas ele segurou meus quadris com firmeza e se posicionou atrás deles – senti a língua dele de novo cutucando minha abertura anal – sentia a ponta da língua dele da minha buceta até minha bunda – senti algo cremoso na minha abertura anal e na hora senti o dedo dele fazendo pressão no meu ânus.

-Gustavo, você vai me machucar – ele começou a me beijar toda nas costas – segurou meus quadris com força e me colocou na beirada da cama de bruços – pegou os travesseiros e colocou na minha barriga, levantando minhas nádegas.
-um suor frio percorreu minhas costas quando senti a pressão do pau dele na minha abertura anal – Ai – não – ai – me machuca, não – ai.
--- Ele tentou várias vezes sem conseguir vencer a resistência do meu esfíncter.
Olhei pra trás e vi ele desesperado, ansioso pra estar dentro do meu cu.
Eu tinha medo da dor, mas ao mesmo tempo um desejo Proibido tomou conta de mim – fechei meus olhos e esperei o ataque decisivo – levantei meus quadris e empurrei minha bunda para encontrar o pau dele.

– Pra que mentir pra vocês – foi uma dor atroz – enorme, minha visão escureceu – gritei – chorei – implorei – supliquei – Quando senti a cabeça do pau dele entrando na minha abertura anal – quis me soltar – mas ele me segurava firme pela cintura.

– Sentia meu cu violado – rasgado – me arrependi naquele momento de ter levantado meus quadris pra encontrar o pau dele.

– Ele começou a empurrar e eu apertei minhas nádegas numa tentativa vã de oferecer resistência ao pau dele – mas a única coisa que consegui foi aumentar o prazer dele, pois ao apertar meus glúteos, a união ficou mais apertada.

Não aguentei mais e me deixei cair na cama – meus olhos se encheram de lágrimas – eu puxava o ar pela boca.

– Comecei a pedir pra ele, por favor, tirar aquilo de mim, que estava me machucando.

– Você tá me machucando, Gustavo – Tá doendo –

– Calma – logo você vai gozar – eu sei que dói, mas já estou dentro de você.

Com as mãos, ele pegou meus quadris e me levantou da cama – ele ficou de pé e apoiou os dois pés no chão – e começou a empurrar com força – e enfiou o pau dele em mim.

– Gritei – chorei – esperneei – me senti morrer – quis arranhá-lo – mordê-lo – ele estava me machucando – Do esforço que fiz, quebrei duas unhas apertando os travesseiros – tentando aliviar a dor – já, por favor, sai – tá doendo – sai, por favor –

– Fiquei como morta – não queria me mexer – tinha medo de fazer isso, mas algo mudou em mim – era tanta dor que eu sentia naquele momento, mas comecei a mexer meus quadris –

– Gustavo não esperou mais e com força enfiou até o fundo dos meus intestinos.

– Apertei as mãos e soltei um grito forte ao me sentir completamente arrombada.

– Ouvi a voz dele – me dizer já estou dentro, não se mexe – deixa que eu faço.

E ele começou a enfiar com força, metendo e tirando o pau dele cada vez mais rápido. – Você tem que se acostumar, não se mexe, não se mexe –

– Meu cu doía, ardia – Ah, me Mata, devagar.

— Ele ficou me comendo sem parar — como um louco — possesso — com força me jogava na cama cada vez que me enfiava — senti vontade de ir ao banheiro — de cagar — fiquei com vergonha, medo de cagar no pau dele — mas não aguentei mais — é uma sensação enorme de querer ir ao banheiro — ele estava feliz e isso se refletia no rosto dele —

— Meu corpo se curvou, deixando o pau dele penetrar ainda mais fundo no meu cu — era uma fodida selvagem, animal, onde a única coisa que eu tinha que fazer era aguentar as investidas dele, que batiam forte nas minhas nádegas.

— Custava a aceitar que o pau dele conseguisse se enterrar inteiro no meu buraco traseiro — mas a realidade é que estava enterrado até o fundo dos meus intestinos.

Senti as contrações do pau dele e ele começou a empurrar dentro do meu cu — e foi quando senti o pau dele banhando minhas entranhas com o esperma.

— Levantei com dificuldade e fui ao banheiro — fechei a porta e comecei a chorar, meu cu doía. Ardia, sentia meu rabo aberto — desflorado — lacerado —

— Levantei do vaso — com dificuldade — me limpei com umas toalhas — vi vestígios de sangue na toalha. Saí do banheiro.

Voltei para o quarto, Gustavo estava com uma toalha nas mãos e limpava o pau dele.

— Me aproximei dele com dor no rosto ao andar — ele me fez sentar no colo dele — me colocou de bruços de novo — fiquei com medo, falei que não, que já era demais, mas ele me acalmou — calma, vou te limpar. E começou a passar a toalha com creme na borda do meu cu —

— Essa foi minha primeira vez e ainda não consigo esquecer — como esquecer o homem para quem dei minha virgindade?

Já faz uns 4 meses que me entreguei ao Gustavo.

Depois dessa primeira vez, virei amante dele, mulher dele, a putinha dele.

Me apaixonei pelo pau dele, pelo jeito que ele me comia.

— Cheguei em casa às 10h30 da manhã — Naquela noite e parte da madrugada, ele me comeu duas vezes pelo cu e três vezes pela minha buceta.

Minhas pernas doíam e eu mal conseguia andar. Numa farmácia comprei uns absorventes íntimos e um creme vaginal porque sentia os lábios da minha buceta inchados – inflamados pela fricção do pau dele me enfiando – e o cu tava doendo pra caralho.

Minha mãe meio que desconfiou de algo, mas não falou nada – meu namorado ficou me ligando o dia inteiro e mandou uma mensagem que passaria pra me ver – respondi correndo que não ia estar, que iria no médico, a verdade é que não queria olhar nos olhos dele, tava com medo que ele percebesse que eu tinha me entregado pra outro homem.

Assim que a putaria acaba, vem a culpa moral.

Fiquei uma semana sem conseguir sentar.

Não consigo explicar em palavras o que sinto – afinal, Gustavo, você me fez mulher, você foi – o primeiro homem que estreou minha buceta – meu cu e minha boca.

E isso não é fácil de esquecer – você marcou meu início sexual.

Se um dia você ler meu relato, vai saber que cumpri e escrevi.

Meu corpo pede um homem do meu lado – com meu namorado não tenho essa confiança de falar o que sinto – ele ainda acha que sou virgem – não quero machucá-lo e já pensei várias vezes em terminar, mas não quero magoá-lo.

6 comentários - primera vez de una mina...

que puta

pero la calentura es la calenturaa
ni hablar

buen relat0
La verdad, MUY BUEN RELATO.Te pasaste, esperamos el proximo....
el mejor relato que e escuchado 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🤤 🤤 🤤
Mmm...
Buen relato men wien wien
saludos

gracias

Sebabas!![/b
]