Meu nome é Rebeca, tenho 20 anos. Sou de pele branca, meço 1,58 m. Desde pequena pratiquei dança e balé, isso ajudou a moldar meu corpo. Minhas amigas me chamam de güera.
Despertei para o sexo com um homem casado, que fez de mim o que quis. Esta é minha história.
— Gustavo nunca me chamou pelo meu nome, me chamava de GÜERA — na primeira vez que saí com ele, sabia que estava brincando com fogo, que ele não se contentaria só com beijos e carícias, mas não me importei, no fundo eu o desejava — e aceitei, pensando que podia controlar a situação — esse foi meu erro.
— Quando ele me beijou pela primeira vez — foi um beijo apaixonado, fiz um esforço fraco para me soltar — fingindo rejeitá-lo — mas ele não cedeu, suas mãos me seguraram com mais força. E me beijou com mais paixão, sentia sua língua fuçando na minha boca. — Suas mãos começaram a levantar meu vestido — acariciando minhas pernas — fiz uma última tentativa de me soltar — e ir embora, ele me segurou pela mão com força, mas sem me machucar — Güera — te desejo — quero te comer. — Tenho namorado, por favor, me deixa ir, e ele me soltou.
— Um dia, saindo do trabalho, ele me convidou para conversar, fiquei com medo, mas entrei no carro dele e fomos embora, aconteceu o que tinha que acontecer — ele me beijou, me apertando com os braços — quis resistir — não consegui, porque no fundo eu o desejava — me senti realmente indefesa. — Senti suas mãos percorrerem meu corpo, começando pelo meu rosto e terminando nas minhas pernas — começamos a nos beijar com paixão — peguei sua língua e enrolei na minha — naquele momento ouvi suas palavras — ele me segurou pela cintura e, sem mais delongas, me disse — quero que você seja minha — se entrega.
— Me assustei — meu coração batia a mil por hora — quase como um piloto automático, eu disse — não, isso não, por favor — sou virgem — você é um homem casado e eu tenho namorado — por favor, não me pressione — ele começou a me beijar no pescoço todo — a morder minhas orelhas — suas mãos acariciaram meus peitos — enquanto eu dizia — não faz isso, por favor — para — não me faça isso — vou me casar — tenho namorado.
— Me deixa, por favor. Gustavo — mas as carícias e os beijos dele me deixaram completamente atordoada.
— Ele não parava de me acariciar e me beijar — percorria meu pescoço com os lábios — e as mãos dele me tocavam — comecei a ficar excitada — a esquentar — ele começou a desabotoar a calça — estávamos no carro dele e eu tinha medo de alguém nos ver.
Quando ele abaixou o zíper, olhei pro pau dele com um certo receio — era de uma grossura impressionante —
Ele pegou uma das minhas mãos e colocou no pau dele; com medo e timidez, segurei o pau dele e comecei a massagear enquanto nossas bocas se uniam.
Não sabia naquele momento que ele me dominava daquele jeito; talvez fosse a brutalidade e a grosseria do tratamento do Gustavo em comparação com o tratamento suave e carinhoso do meu namorado — de qualquer forma, não me importei naquele momento, só queria me sentir mulher.
— Senti uma das mãos dele enfiar por baixo da minha roupa íntima — senti o dedo dele acariciar minha buceta por cima da calcinha —
— Naquele momento, pressenti o perigo — minha virgindade, minha buceta, a coisa mais sagrada que eu tinha, estavam a milímetros dos dedos dele — ele afastou o elástico da minha calcinha e começou a acariciar minha buceta — não consegui me segurar, comecei a gemer ao sentir o dedo dele roçar os lábios da minha buceta — queria ir embora, mas não conseguia, estava paralisada.
— Quando o dedo dele começou a me dedar — meu corpo era um vulcão, mas reagi e me soltei dos braços dele — e novamente falei — não, por favor, não faz isso, me deixa ir — e sem pensar, saí.
— Ouvi as palavras dele: "Você vai voltar, gatinha — sei que vai vir me procurar".
— No caminho pra casa, me senti tremer — no fundo, eu tinha ficado excitada —
— No dia seguinte, não queria olhar nos olhos dele de vergonha —
— Ele percebia minha inquietação e nervosismo —
— As palavras dele eram como um ímã pra mim; era o oposto do meu namorado, não era carinhoso, era mais vulgar, e no olhar dele tinha algo que despertava em mim a vontade de ficar com ele — "Você me deixou louco, loirinha — vou te arrebentar toda — te desejo e você sente o mesmo".
— Foi impossível pra mim conseguir rejeitá-lo e acabamos no apartamento dele pra ele fazer de mim o que quisesse.
– Cheguei no apartamento dele sem controle sobre meu corpo – os dedos dele começaram a trabalhar na minha buceta e a língua dele a beijar meus lábios, a chupar meus peitos, que já não consegui me segurar –
---Ele me despiu rápido, com brusquidão e ao mesmo tempo suavemente – até me deixar completamente nua – com minhas mãos cobri minha nudez – mas ele começou a me beijar e a beijar meu pescoço, a me enlouquecer de prazer – beijou meus seios e começou a chupá-los com ansiedade – pegou minha mão e levou até o pau dele – naquela altura eu tava morrendo de vontade de tocar no pau dele, de apalpar ele – e provar o gosto dele –
---Olhei pro pau dele – era grande – grosso – lembrei do meu namorado e de como uma vez no cinema eu apalpei o pau dele, mas não tinha comparação – entre o membro dele e o do meu namorado –
Ouvi a voz dele: Abre a boca, chupa!
----Abri meus lábios e comecei a chupar o pau dele – fechei meus olhos – me deixei levar pela sensação de ter pela primeira vez na vida um pinto na minha boca – sei que dei prazer pra ele – percebi, apesar de não saber como chupar o pau dele – ouvi ele gemer cada vez que meus lábios faziam um O no tronco do pau dele –
---Naquele momento sentia no meu corpo uma excitação enorme – tinha uma cócega insuportável na minha buceta e também sentia um pouco de medo por ser minha primeira vez – sentia que provavelmente ele fosse me machucar ao tentar me penetrar – e chegou uma hora em que, já livre de todo preconceito, comecei a gemer, a percorrer com minha língua todo o pinto dele, provocando prazer nele – ele me levantou pra me levar pra cama – me carregou nos braços dele – me colocou na cama.
Ele me beijou com paixão e me dizia: não tenha medo – hoje você vai virar mulher – vou meter meu pau em todos os seus buracos – vou te estrear e te dar o prazer que seu corpo pede aos berros – tá bom?
Senti a língua dele – lamber minhas coxas – minhas panturrilhas – uma corrente elétrica passou pelo meu corpo quando senti a língua dele nos lábios da meu sexo – comecei a gemer – era uma delícia sentir a língua dele fuçando na minha intimidade, no mais sagrado do meu ser – queria que parasse, mas ele não parava
– Meu corpo começou a se contorcer – me senti elevando ao céu – senti uma onda de prazer, não sabia se ria ou chorava – mas comecei a mover meus quadris, a girar meu sexo contra a língua áspera dele – e assim chegou meu primeiro orgasmo, entre gritos e ofegos, me senti explodir – foi uma loucura pra mim –
– alguma coisa aconteceu em mim que mudou meu comportamento de menina para o de uma mulher selvagem – esqueci da minha mãe e do meu namorado – me levantei da cama e me agarrei com força no pescoço dele – o beijei – estava num momento de tesão que não me importava com nada – ele pegou um dos dedos dele e enfiou na minha boca – saliva ele, me disse – e depois – senti o dedo dele fuçando no meu cu – o que você tá fazendo, falei – vai me machucar – ele só respondeu – você tem uma bunda que me deixa louco!
– já não parou mais, era uma besta excitada ao máximo.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas e começou a chupar meu sexo – abriu minhas pernas ao máximo – me agarrei na cabeça dele, nos cabelos, pra não cair da cama
– entreabri minhas pernas – comecei a sentir aquele prazer de novo – a língua dele percorreu todo meu sexo de cima a baixo – me virou de bruços – com as mãos separou minhas nádegas e meteu a língua no meu cu, naquele lugar que jamais imaginei que fosse tão sensível – comecei a mover meus quadris com força, cada vez que a língua dele me chupava era uma sensação única. – ele se levantou da cama por um segundo só pra me olhar – e me dizer: você está linda – pegou uma câmera que tinha na mesinha e tirou uma foto minha – o que você tá fazendo, falei, isso não, por favor, não faz – fica tranquila, não tem problema. E continuou chupando minha bunda.
– chegou o momento em que não aguentei tanto prazer, me deixei cair na cama, ele pegou o pau dele com as mãos e começou a passar a ponta do cock no meu sexo virgem – enquanto chupava e mordiscava meus peitos.
– Senti claramente quando ele colocou o cock a entrada do meu sexo e começou a empurrar pra me penetrar - senti uma pontada de dor ao sentir meus lábios íntimos se abrindo - fechei minhas pernas evitando a dor por instinto. - mas ele de novo me abriu as pernas e começou a pressionar e eu comecei a reclamar - sinto que você tá me partindo.
-- senti a cabeça do pau dele entrar no meu sexo - senti minha carne íntima rasgar - tentei me mexer - mas não consegui - senti o pau dele avançando dentro do meu corpo até chegar no meu hímen, meu bem mais precioso, o que minha mãe sempre me pediu pra guardar até casar, meu selo de garantia - ele fez pressão pra empurrar - pra romper e ser o primeiro homem na minha vida.
-- não me deu tempo de pensar nem de reagir - senti o pau dele entrar em mim, me penetrou com força - senti o pau dele rasgar o que uma mulher tem de mais íntimo, a virgindade - dei um grito forte ao me sentir penetrada - ao sentir o pau dele rompendo meu cabaço - e me fazendo mulher.
-- tá doendo - ele não se mexeu, ficou firme dentro da minha buceta.
-- estendi uma das minhas mãos como procurando apoio - na minha dor de me sentir penetrada -
-- calma, gata - já tô dentro de ti - já te rompi, meu amor - já te fiz mulher - minha mulher - minha putinha - você é bem apertada - loirinha - nunca imaginei te ter enfiada e te desvirgar, mas já passou, agora você vai gozar -
--- Ah, só comentei que dói - ele ficou parado dentro de mim até que eu mesma comecei a mexer meus quadris, a mover minha barriga buscando novas sensações.
-- comecei a gozar, a curtir minha primeira vez
-- ele começou a tirar e a meter o pau dele mais algumas vezes até que não tinha nem sinal de incômodo na minha cara e, num movimento rápido, enfiou o pau todo até sentir as bolas dele batendo na minha bunda.
Ele me deu uma trepada fenomenal - comecei a ofegar - a gemer - meu corpo era um vulcão, sentia minha buceta ardendo, mas eu adorava a martelada do pau dele - adorava sentir ele dentro da minha buceta - ele me comeu sem parar, sem pressa. até que seus gritos e gemidos me indicaram que ele estava prestes a me dar o gozo dele –
----Foi nesse momento que me horrorizei – mas a martelada do pau dele dentro da minha buceta me deixava louca – entre palavras entrecortadas eu dizia – sai – sai você não usou camisinha – sai não goza dentro não faz isso ah. –Por favor Gustavo não goza dentro de mim – bati nele com as mãos – arranhei ele – mas tudo foi em vão ---Ele enterrou o pau dele até o fundo e eu senti ele explodir deixando o leite dele dentro do meu corpo – terminei desfalecida exausta – minhas pernas doíam – minha xota ardia sentia minha intimidade rasgada – pegajosa-
- ficamos deitados na cama – eu não queria me mexer – mas tinha vontade de ir ao banheiro –
--Ao urinar ardeu – vi minha buceta aberta – desflorada – nas minhas pernas tinha sangue que escorreu da minha xota.
--Na cama sobre o lençol estava uma pequena gota de sangue como testemunha da minha perda da virgindade.
-tive um leve remorso e comecei a chorar – ele me pegou nos braços – me beijou nos olhos – por que você chora loirinha seu corpo pedia – entre soluços eu disse – e se eu engravidar o que vou dizer em casa pro meu namorado – calma ele me disse você vai tomar uns comprimidos que vou te dar e com isso vai evitar ficar prenha –
-- vem vamos tomar banho – tomei banho com ele – ele começou a lavar minha xota – ficamos tomando banho juntos – ele beijou cada parte do meu corpo devagar -- que raba você tem Rebeca – sabe nunca me cansaria de te foder –
– quando estávamos tomando banho ele me deu o pau dele pra chupar – chupei ele de novo - quase vomitei quando senti o gozo dele – vamos abre sua boca – come ele – assim suave – devagar – chupa – chupa – abre sua boca – senti nojo não nego mas recebi o leite dele na minha boca -
--Exausta, deitamos na cama ficamos meio dormindo – eu completamente pelada – perto de meia hora senti os dedos dele remexendo na minha xota.
Meus quadris começaram a girar num vai e vem louco sobre os dedos dele como procurando que a fricção do Seus dedos apertaram mais forte no meu clitóris.
— Abaixou a cabeça até minha buceta e com a língua percorria todo o contorno dos meus lábios íntimos, até meu clitóris. Com minhas mãos, peguei a cabeça dele e a esfreguei com força contra minha xereca no momento em que eu explodia num orgasmo colossal, produto do boquete que ele estava me dando.
— Fiquei desfalecida, ofegante, suada, mas na mesma hora senti o pau dele se abrindo caminho na minha buceta — ele me penetrou com fúria — gritei ao me sentir empalada — e falei: "devagar, me dói um pouco... devagar, por favor". Separando minhas pernas, ele começou a me penetrar; sentia o pau dele chegando no fundo do meu útero. Enrolei minhas pernas nas costas dele, impedindo que saísse da minha xereca, e ele começou a me foder devagar.
— Comecei a mexer a cabeça com força, cravei as unhas nas costas dele.
E comecei a gemer, a pedir que me empalasse até o fundo. Ele começou a mover os quadris mais rápido, enfiando cada vez mais forte o pau dele na minha pussy.
Não aguentei mais e explodi gritando igual uma louca; sentir o roçar do pau dele me dava tanto prazer.
"Você me machuca e me mata, mas eu gosto, você me preenche toda, ah."
— Ele tirou o pau todo e me virou de bruços, me empalou por trás até as bolas. Gritei ao sentir ele me enfiar — ele me comeu de quatro até que senti o pau dele crescer e começar a explodir, enchendo todo o interior da minha buceta com o esperma dele.
Fiquei desfalecida, estirada na cama com o olhar perdido, ofegante, cheia do gozo dele.
— Não senti o tempo passar; quando olhei o relógio, eram 3h45 da manhã. Naquele momento, lembrei da minha mãe, que devia estar preocupada comigo.
— Liguei pra ela e falei: "Mãe, tô bem, não se preocupa, chego mais tarde", e desliguei porque tinha medo de que meus gemidos me entregassem. Quando liguei pra minha mãe, ele começou a chupar minha xereca de novo e me fez explodir — fiquei selvagem; a língua áspera e arranhada dele me deixava louca — ele sabia chupar e onde lamber. Peguei a cabeça dele com força e gritei. afogando um gemido de prazer quando me senti explodir -
Nós dormimos – eram 7h30 da manhã, acordei quando senti a língua dele no meu rabo, com as mãos ele separou minhas nádegas e a língua dele começou a dar bicadinhas na minha buceta de trás.
Era uma sensação única – muitas vezes ouvi os elogios dos homens na rua quando saía de short ou calça – nunca soube se meus quadris eram uma bênção ou um mal que eu tinha que carregar –
--Ele ficou me lambendo o rabo sem nojo, sem repulsa – sentia a saliva dele escorrendo pelas minhas nádegas – ficou mais de uma hora chupando minha buceta de trás.
---senti algo frio na minha abertura anal – o que você tá fazendo? – eu disse, e virei pra ver ele passando óleo e um dos dedos começando a penetrar minha buceta de trás – depois senti outro dedo no meu cu – e ele começou a mexer eles dentro do ânus. Senti um desconforto, mas deixei ele continuar. – eu gostava da sensação da língua e dos dedos dele na minha buceta de trás, mas era muito diferente de sentir o pau dele me empalar.
Tive medo da dor, da grossura do pau dele, de me rasgar – e falei pra ele – Gustavo – não – por favor, tenho medo – você vai me machucar.
--Tentei me levantar – mas ele segurou meus quadris com firmeza e se posicionou atrás deles – senti a língua dele de novo cutucando minha abertura anal – sentia a ponta da língua dele da minha buceta até minha buceta de trás – senti algo cremoso na minha abertura anal e na hora senti o dedo dele fazendo pressão no meu ânus.
-Gustavo, você vai me machucar – ele começou a me beijar toda nas costas – segurou meus quadris com força e me colocou na beirada da cama de bruços – pegou os travesseiros e colocou na minha barriga, levantando minhas nádegas.
-um suor frio percorreu minhas costas quando senti a pressão do pau dele na minha abertura anal – Ai – não – ai – Ai, me machuca, não – ai.
--- Ele tentou uma vez e outra sem conseguir vencer a resistência do meu esfíncter.
Olhei pra trás e vi ele desesperado, ansioso pra estar dentro do meu cu.
Eu tinha medo da dor, mas mesmo assim um desejo... Proibido tomou conta de mim – fechei meus olhos e esperei o ataque decisivo – levantei meus quadris e empurrei minha bunda pra encontrar o pau dele.
— Pra que mentir pra vocês – foi uma dor atroz – enorme, minha visão escureceu – gritei – chorei – implorei – supliquei – Quando senti a cabeça do pau dele entrando na minha abertura anal – quis me soltar – mas ele me segurava firme pela cintura.
— Sentia meu cu violado – rasgado – me arrependi naquela hora de ter levantado meus quadris pra encontrar o pau dele.
— Ele começou a empurrar e eu apertei minhas nádegas numa tentativa vã de resistir ao pau dele – mas a única coisa que consegui foi aumentar o prazer dele, porque ao apertar meus glúteos, a junção ficou mais estreita.
Não aguentei mais e me deixei cair na cama – meus olhos se encheram de lágrimas – eu puxava o ar pela boca.
— Comecei a pedir pra ele, por favor, tirar aquilo de mim, que tava me machucando.
— Tá me machucando, Gustavo – Tá doendo —
— Calma – logo você vai gozar – eu sei que dói, mas já tô dentro de você.
Com as mãos, ele pegou meus quadris e me levantou da cama – ele ficou de pé e apoiou os dois pés no chão – e começou a empurrar com força – e enfiou o pau dele em mim.
— Gritei – chorei – esperneei – me senti morrer – quis arranhá-lo – mordê-lo – ele tava me machucando – Do esforço que fiz, quebrei duas unhas apertando os travesseiros – tentando aliviar a dor – já, por favor, tira – tá doendo – tira, por favor —
— Fiquei como morta – não queria me mexer – tinha medo de fazer isso, mas algo mudou em mim – era tanta dor que eu sentia naquele momento, mas comecei a mexer meus quadris —
— Gustavo não esperou mais e com força enfiou até o fundo dos meus intestinos.
— Apertei as mãos e dei um grito forte ao me sentir completamente arrebentada do cu.
— Ouvi a voz dele – me dizendo já tô dentro, não se mexe – deixa que eu faço.
E ele começou a enfiar com força, metendo e tirando o pau dele cada vez mais rápido. — Você tem que se acostumar, não se mexe, não se mexe —
— Meu cu doía, ardia – Ah, me Mata, devagar.
—Ele ficou me comendo sem parar — como um louco — possesso — com força me jogava na cama cada vez que me enfiava — senti vontade de ir ao banheiro — de cagar — fiquei com vergonha, medo de cagar no pau dele — mas não aguentei mais — é uma sensação enorme de querer ir ao banheiro — ele estava feliz e isso se refletia no rosto dele —
—Meu corpo se curvou, permitindo que o pau dele penetrasse ainda mais fundo no meu reto — era uma fodida selvagem, animal, onde a única coisa que eu tinha que fazer era aguentar as investidas dele, que batiam com força nas minhas nádegas.
—Eu custava a aceitar que o pau dele conseguisse se enterrar por inteiro no meu buraco traseiro — mas a realidade é que estava enterrado até o fundo dos meus intestinos.
Senti as contrações do pau dele e ele começou a empurrar no meu cu — e foi quando senti o pau dele banhando minhas entranhas com o esperma dele.
—Levantei com dificuldade e fui ao banheiro — fechei a porta e comecei a chorar, meu cu doía. Ardia, sentia meu rabo aberto — desflorado — lacerado —
—Levantei do vaso — com dificuldade — me limpei com umas toalhas — vi vestígios de sangue na toalha. Saí do banheiro.
Voltei pro quarto, Gustavo estava com uma toalha nas mãos e limpava o pau dele.
—Me aproximei dele com dor no rosto ao andar — ele me fez sentar no colo dele — me colocou de barriga pra baixo de novo — fiquei com medo, falei que não, que já era demais, mas ele me acalmou — calma, vou te limpar. E começou a passar a toalha com creme na borda do meu cu —
—Essa foi minha primeira vez e ainda não consigo esquecer — Como esquecer o homem pra quem dei minha virgindade?
Já faz uns 4 meses que me entreguei ao Gustavo.
Depois dessa primeira vez, virei a amante dele, a mulher dele, a putinha dele.
Me apaixonei pelo pau dele, pelo jeito que ele me comia.
—Cheguei em casa às 10h30 da manhã — Naquela noite e parte da madrugada, ele me comeu duas vezes pelo cu e três vezes pela minha buceta.
Minhas pernas doíam e eu mal conseguia andar. Numa farmácia, comprei uns absorventes íntimos e um creme vaginal porque sentia os lábios da minha buceta inchados – inflamados pelo atrito do pau dele me enfiando – e o cu tava doendo pra caralho.
— Minha mãe meio que desconfiou de algo, mas não falou nada — meu namorado ficou me ligando o dia inteiro e mandou uma mensagem que passaria pra me ver — respondi correndo que não ia estar, que iria no médico. A verdade é que não queria olhar nos olhos dele, tava com medo que ele percebesse que eu tinha me entregado pra outro homem.
— Assim que a putaria acaba, vem a culpa moral.
Fiquei uma semana sem conseguir sentar.
— Não consigo explicar em palavras o que sinto — no fim das contas, Gustavo, você que me fez mulher, você foi — o primeiro homem que estreou minha buceta, meu cu e minha boca.
E isso não é fácil de esquecer — você marcou meu início sexual.
— Se um dia você ler meu relato, vai saber que cumpri e escrevi.
— Meu corpo pede um homem do meu lado — com meu namorado não tenho essa confiança de falar o que sinto — ele ainda acha que sou virgem — não quero machucá-lo e já pensei várias vezes em terminar, mas não quero magoá-lo.
Despertei para o sexo com um homem casado, que fez de mim o que quis. Esta é minha história.
— Gustavo nunca me chamou pelo meu nome, me chamava de GÜERA — na primeira vez que saí com ele, sabia que estava brincando com fogo, que ele não se contentaria só com beijos e carícias, mas não me importei, no fundo eu o desejava — e aceitei, pensando que podia controlar a situação — esse foi meu erro.
— Quando ele me beijou pela primeira vez — foi um beijo apaixonado, fiz um esforço fraco para me soltar — fingindo rejeitá-lo — mas ele não cedeu, suas mãos me seguraram com mais força. E me beijou com mais paixão, sentia sua língua fuçando na minha boca. — Suas mãos começaram a levantar meu vestido — acariciando minhas pernas — fiz uma última tentativa de me soltar — e ir embora, ele me segurou pela mão com força, mas sem me machucar — Güera — te desejo — quero te comer. — Tenho namorado, por favor, me deixa ir, e ele me soltou.
— Um dia, saindo do trabalho, ele me convidou para conversar, fiquei com medo, mas entrei no carro dele e fomos embora, aconteceu o que tinha que acontecer — ele me beijou, me apertando com os braços — quis resistir — não consegui, porque no fundo eu o desejava — me senti realmente indefesa. — Senti suas mãos percorrerem meu corpo, começando pelo meu rosto e terminando nas minhas pernas — começamos a nos beijar com paixão — peguei sua língua e enrolei na minha — naquele momento ouvi suas palavras — ele me segurou pela cintura e, sem mais delongas, me disse — quero que você seja minha — se entrega.
— Me assustei — meu coração batia a mil por hora — quase como um piloto automático, eu disse — não, isso não, por favor — sou virgem — você é um homem casado e eu tenho namorado — por favor, não me pressione — ele começou a me beijar no pescoço todo — a morder minhas orelhas — suas mãos acariciaram meus peitos — enquanto eu dizia — não faz isso, por favor — para — não me faça isso — vou me casar — tenho namorado.
— Me deixa, por favor. Gustavo — mas as carícias e os beijos dele me deixaram completamente atordoada.
— Ele não parava de me acariciar e me beijar — percorria meu pescoço com os lábios — e as mãos dele me tocavam — comecei a ficar excitada — a esquentar — ele começou a desabotoar a calça — estávamos no carro dele e eu tinha medo de alguém nos ver.
Quando ele abaixou o zíper, olhei pro pau dele com um certo receio — era de uma grossura impressionante —
Ele pegou uma das minhas mãos e colocou no pau dele; com medo e timidez, segurei o pau dele e comecei a massagear enquanto nossas bocas se uniam.
Não sabia naquele momento que ele me dominava daquele jeito; talvez fosse a brutalidade e a grosseria do tratamento do Gustavo em comparação com o tratamento suave e carinhoso do meu namorado — de qualquer forma, não me importei naquele momento, só queria me sentir mulher.
— Senti uma das mãos dele enfiar por baixo da minha roupa íntima — senti o dedo dele acariciar minha buceta por cima da calcinha —
— Naquele momento, pressenti o perigo — minha virgindade, minha buceta, a coisa mais sagrada que eu tinha, estavam a milímetros dos dedos dele — ele afastou o elástico da minha calcinha e começou a acariciar minha buceta — não consegui me segurar, comecei a gemer ao sentir o dedo dele roçar os lábios da minha buceta — queria ir embora, mas não conseguia, estava paralisada.
— Quando o dedo dele começou a me dedar — meu corpo era um vulcão, mas reagi e me soltei dos braços dele — e novamente falei — não, por favor, não faz isso, me deixa ir — e sem pensar, saí.
— Ouvi as palavras dele: "Você vai voltar, gatinha — sei que vai vir me procurar".
— No caminho pra casa, me senti tremer — no fundo, eu tinha ficado excitada —
— No dia seguinte, não queria olhar nos olhos dele de vergonha —
— Ele percebia minha inquietação e nervosismo —
— As palavras dele eram como um ímã pra mim; era o oposto do meu namorado, não era carinhoso, era mais vulgar, e no olhar dele tinha algo que despertava em mim a vontade de ficar com ele — "Você me deixou louco, loirinha — vou te arrebentar toda — te desejo e você sente o mesmo".
— Foi impossível pra mim conseguir rejeitá-lo e acabamos no apartamento dele pra ele fazer de mim o que quisesse.
– Cheguei no apartamento dele sem controle sobre meu corpo – os dedos dele começaram a trabalhar na minha buceta e a língua dele a beijar meus lábios, a chupar meus peitos, que já não consegui me segurar –
---Ele me despiu rápido, com brusquidão e ao mesmo tempo suavemente – até me deixar completamente nua – com minhas mãos cobri minha nudez – mas ele começou a me beijar e a beijar meu pescoço, a me enlouquecer de prazer – beijou meus seios e começou a chupá-los com ansiedade – pegou minha mão e levou até o pau dele – naquela altura eu tava morrendo de vontade de tocar no pau dele, de apalpar ele – e provar o gosto dele –
---Olhei pro pau dele – era grande – grosso – lembrei do meu namorado e de como uma vez no cinema eu apalpei o pau dele, mas não tinha comparação – entre o membro dele e o do meu namorado –
Ouvi a voz dele: Abre a boca, chupa!
----Abri meus lábios e comecei a chupar o pau dele – fechei meus olhos – me deixei levar pela sensação de ter pela primeira vez na vida um pinto na minha boca – sei que dei prazer pra ele – percebi, apesar de não saber como chupar o pau dele – ouvi ele gemer cada vez que meus lábios faziam um O no tronco do pau dele –
---Naquele momento sentia no meu corpo uma excitação enorme – tinha uma cócega insuportável na minha buceta e também sentia um pouco de medo por ser minha primeira vez – sentia que provavelmente ele fosse me machucar ao tentar me penetrar – e chegou uma hora em que, já livre de todo preconceito, comecei a gemer, a percorrer com minha língua todo o pinto dele, provocando prazer nele – ele me levantou pra me levar pra cama – me carregou nos braços dele – me colocou na cama.
Ele me beijou com paixão e me dizia: não tenha medo – hoje você vai virar mulher – vou meter meu pau em todos os seus buracos – vou te estrear e te dar o prazer que seu corpo pede aos berros – tá bom?
Senti a língua dele – lamber minhas coxas – minhas panturrilhas – uma corrente elétrica passou pelo meu corpo quando senti a língua dele nos lábios da meu sexo – comecei a gemer – era uma delícia sentir a língua dele fuçando na minha intimidade, no mais sagrado do meu ser – queria que parasse, mas ele não parava
– Meu corpo começou a se contorcer – me senti elevando ao céu – senti uma onda de prazer, não sabia se ria ou chorava – mas comecei a mover meus quadris, a girar meu sexo contra a língua áspera dele – e assim chegou meu primeiro orgasmo, entre gritos e ofegos, me senti explodir – foi uma loucura pra mim –
– alguma coisa aconteceu em mim que mudou meu comportamento de menina para o de uma mulher selvagem – esqueci da minha mãe e do meu namorado – me levantei da cama e me agarrei com força no pescoço dele – o beijei – estava num momento de tesão que não me importava com nada – ele pegou um dos dedos dele e enfiou na minha boca – saliva ele, me disse – e depois – senti o dedo dele fuçando no meu cu – o que você tá fazendo, falei – vai me machucar – ele só respondeu – você tem uma bunda que me deixa louco!
– já não parou mais, era uma besta excitada ao máximo.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas e começou a chupar meu sexo – abriu minhas pernas ao máximo – me agarrei na cabeça dele, nos cabelos, pra não cair da cama
– entreabri minhas pernas – comecei a sentir aquele prazer de novo – a língua dele percorreu todo meu sexo de cima a baixo – me virou de bruços – com as mãos separou minhas nádegas e meteu a língua no meu cu, naquele lugar que jamais imaginei que fosse tão sensível – comecei a mover meus quadris com força, cada vez que a língua dele me chupava era uma sensação única. – ele se levantou da cama por um segundo só pra me olhar – e me dizer: você está linda – pegou uma câmera que tinha na mesinha e tirou uma foto minha – o que você tá fazendo, falei, isso não, por favor, não faz – fica tranquila, não tem problema. E continuou chupando minha bunda.
– chegou o momento em que não aguentei tanto prazer, me deixei cair na cama, ele pegou o pau dele com as mãos e começou a passar a ponta do cock no meu sexo virgem – enquanto chupava e mordiscava meus peitos.
– Senti claramente quando ele colocou o cock a entrada do meu sexo e começou a empurrar pra me penetrar - senti uma pontada de dor ao sentir meus lábios íntimos se abrindo - fechei minhas pernas evitando a dor por instinto. - mas ele de novo me abriu as pernas e começou a pressionar e eu comecei a reclamar - sinto que você tá me partindo.
-- senti a cabeça do pau dele entrar no meu sexo - senti minha carne íntima rasgar - tentei me mexer - mas não consegui - senti o pau dele avançando dentro do meu corpo até chegar no meu hímen, meu bem mais precioso, o que minha mãe sempre me pediu pra guardar até casar, meu selo de garantia - ele fez pressão pra empurrar - pra romper e ser o primeiro homem na minha vida.
-- não me deu tempo de pensar nem de reagir - senti o pau dele entrar em mim, me penetrou com força - senti o pau dele rasgar o que uma mulher tem de mais íntimo, a virgindade - dei um grito forte ao me sentir penetrada - ao sentir o pau dele rompendo meu cabaço - e me fazendo mulher.
-- tá doendo - ele não se mexeu, ficou firme dentro da minha buceta.
-- estendi uma das minhas mãos como procurando apoio - na minha dor de me sentir penetrada -
-- calma, gata - já tô dentro de ti - já te rompi, meu amor - já te fiz mulher - minha mulher - minha putinha - você é bem apertada - loirinha - nunca imaginei te ter enfiada e te desvirgar, mas já passou, agora você vai gozar -
--- Ah, só comentei que dói - ele ficou parado dentro de mim até que eu mesma comecei a mexer meus quadris, a mover minha barriga buscando novas sensações.
-- comecei a gozar, a curtir minha primeira vez
-- ele começou a tirar e a meter o pau dele mais algumas vezes até que não tinha nem sinal de incômodo na minha cara e, num movimento rápido, enfiou o pau todo até sentir as bolas dele batendo na minha bunda.
Ele me deu uma trepada fenomenal - comecei a ofegar - a gemer - meu corpo era um vulcão, sentia minha buceta ardendo, mas eu adorava a martelada do pau dele - adorava sentir ele dentro da minha buceta - ele me comeu sem parar, sem pressa. até que seus gritos e gemidos me indicaram que ele estava prestes a me dar o gozo dele –
----Foi nesse momento que me horrorizei – mas a martelada do pau dele dentro da minha buceta me deixava louca – entre palavras entrecortadas eu dizia – sai – sai você não usou camisinha – sai não goza dentro não faz isso ah. –Por favor Gustavo não goza dentro de mim – bati nele com as mãos – arranhei ele – mas tudo foi em vão ---Ele enterrou o pau dele até o fundo e eu senti ele explodir deixando o leite dele dentro do meu corpo – terminei desfalecida exausta – minhas pernas doíam – minha xota ardia sentia minha intimidade rasgada – pegajosa-
- ficamos deitados na cama – eu não queria me mexer – mas tinha vontade de ir ao banheiro –
--Ao urinar ardeu – vi minha buceta aberta – desflorada – nas minhas pernas tinha sangue que escorreu da minha xota.
--Na cama sobre o lençol estava uma pequena gota de sangue como testemunha da minha perda da virgindade.
-tive um leve remorso e comecei a chorar – ele me pegou nos braços – me beijou nos olhos – por que você chora loirinha seu corpo pedia – entre soluços eu disse – e se eu engravidar o que vou dizer em casa pro meu namorado – calma ele me disse você vai tomar uns comprimidos que vou te dar e com isso vai evitar ficar prenha –
-- vem vamos tomar banho – tomei banho com ele – ele começou a lavar minha xota – ficamos tomando banho juntos – ele beijou cada parte do meu corpo devagar -- que raba você tem Rebeca – sabe nunca me cansaria de te foder –
– quando estávamos tomando banho ele me deu o pau dele pra chupar – chupei ele de novo - quase vomitei quando senti o gozo dele – vamos abre sua boca – come ele – assim suave – devagar – chupa – chupa – abre sua boca – senti nojo não nego mas recebi o leite dele na minha boca -
--Exausta, deitamos na cama ficamos meio dormindo – eu completamente pelada – perto de meia hora senti os dedos dele remexendo na minha xota.
Meus quadris começaram a girar num vai e vem louco sobre os dedos dele como procurando que a fricção do Seus dedos apertaram mais forte no meu clitóris.
— Abaixou a cabeça até minha buceta e com a língua percorria todo o contorno dos meus lábios íntimos, até meu clitóris. Com minhas mãos, peguei a cabeça dele e a esfreguei com força contra minha xereca no momento em que eu explodia num orgasmo colossal, produto do boquete que ele estava me dando.
— Fiquei desfalecida, ofegante, suada, mas na mesma hora senti o pau dele se abrindo caminho na minha buceta — ele me penetrou com fúria — gritei ao me sentir empalada — e falei: "devagar, me dói um pouco... devagar, por favor". Separando minhas pernas, ele começou a me penetrar; sentia o pau dele chegando no fundo do meu útero. Enrolei minhas pernas nas costas dele, impedindo que saísse da minha xereca, e ele começou a me foder devagar.
— Comecei a mexer a cabeça com força, cravei as unhas nas costas dele.
E comecei a gemer, a pedir que me empalasse até o fundo. Ele começou a mover os quadris mais rápido, enfiando cada vez mais forte o pau dele na minha pussy.
Não aguentei mais e explodi gritando igual uma louca; sentir o roçar do pau dele me dava tanto prazer.
"Você me machuca e me mata, mas eu gosto, você me preenche toda, ah."
— Ele tirou o pau todo e me virou de bruços, me empalou por trás até as bolas. Gritei ao sentir ele me enfiar — ele me comeu de quatro até que senti o pau dele crescer e começar a explodir, enchendo todo o interior da minha buceta com o esperma dele.
Fiquei desfalecida, estirada na cama com o olhar perdido, ofegante, cheia do gozo dele.
— Não senti o tempo passar; quando olhei o relógio, eram 3h45 da manhã. Naquele momento, lembrei da minha mãe, que devia estar preocupada comigo.
— Liguei pra ela e falei: "Mãe, tô bem, não se preocupa, chego mais tarde", e desliguei porque tinha medo de que meus gemidos me entregassem. Quando liguei pra minha mãe, ele começou a chupar minha xereca de novo e me fez explodir — fiquei selvagem; a língua áspera e arranhada dele me deixava louca — ele sabia chupar e onde lamber. Peguei a cabeça dele com força e gritei. afogando um gemido de prazer quando me senti explodir -
Nós dormimos – eram 7h30 da manhã, acordei quando senti a língua dele no meu rabo, com as mãos ele separou minhas nádegas e a língua dele começou a dar bicadinhas na minha buceta de trás.
Era uma sensação única – muitas vezes ouvi os elogios dos homens na rua quando saía de short ou calça – nunca soube se meus quadris eram uma bênção ou um mal que eu tinha que carregar –
--Ele ficou me lambendo o rabo sem nojo, sem repulsa – sentia a saliva dele escorrendo pelas minhas nádegas – ficou mais de uma hora chupando minha buceta de trás.
---senti algo frio na minha abertura anal – o que você tá fazendo? – eu disse, e virei pra ver ele passando óleo e um dos dedos começando a penetrar minha buceta de trás – depois senti outro dedo no meu cu – e ele começou a mexer eles dentro do ânus. Senti um desconforto, mas deixei ele continuar. – eu gostava da sensação da língua e dos dedos dele na minha buceta de trás, mas era muito diferente de sentir o pau dele me empalar.
Tive medo da dor, da grossura do pau dele, de me rasgar – e falei pra ele – Gustavo – não – por favor, tenho medo – você vai me machucar.
--Tentei me levantar – mas ele segurou meus quadris com firmeza e se posicionou atrás deles – senti a língua dele de novo cutucando minha abertura anal – sentia a ponta da língua dele da minha buceta até minha buceta de trás – senti algo cremoso na minha abertura anal e na hora senti o dedo dele fazendo pressão no meu ânus.
-Gustavo, você vai me machucar – ele começou a me beijar toda nas costas – segurou meus quadris com força e me colocou na beirada da cama de bruços – pegou os travesseiros e colocou na minha barriga, levantando minhas nádegas.
-um suor frio percorreu minhas costas quando senti a pressão do pau dele na minha abertura anal – Ai – não – ai – Ai, me machuca, não – ai.
--- Ele tentou uma vez e outra sem conseguir vencer a resistência do meu esfíncter.
Olhei pra trás e vi ele desesperado, ansioso pra estar dentro do meu cu.
Eu tinha medo da dor, mas mesmo assim um desejo... Proibido tomou conta de mim – fechei meus olhos e esperei o ataque decisivo – levantei meus quadris e empurrei minha bunda pra encontrar o pau dele.
— Pra que mentir pra vocês – foi uma dor atroz – enorme, minha visão escureceu – gritei – chorei – implorei – supliquei – Quando senti a cabeça do pau dele entrando na minha abertura anal – quis me soltar – mas ele me segurava firme pela cintura.
— Sentia meu cu violado – rasgado – me arrependi naquela hora de ter levantado meus quadris pra encontrar o pau dele.
— Ele começou a empurrar e eu apertei minhas nádegas numa tentativa vã de resistir ao pau dele – mas a única coisa que consegui foi aumentar o prazer dele, porque ao apertar meus glúteos, a junção ficou mais estreita.
Não aguentei mais e me deixei cair na cama – meus olhos se encheram de lágrimas – eu puxava o ar pela boca.
— Comecei a pedir pra ele, por favor, tirar aquilo de mim, que tava me machucando.
— Tá me machucando, Gustavo – Tá doendo —
— Calma – logo você vai gozar – eu sei que dói, mas já tô dentro de você.
Com as mãos, ele pegou meus quadris e me levantou da cama – ele ficou de pé e apoiou os dois pés no chão – e começou a empurrar com força – e enfiou o pau dele em mim.
— Gritei – chorei – esperneei – me senti morrer – quis arranhá-lo – mordê-lo – ele tava me machucando – Do esforço que fiz, quebrei duas unhas apertando os travesseiros – tentando aliviar a dor – já, por favor, tira – tá doendo – tira, por favor —
— Fiquei como morta – não queria me mexer – tinha medo de fazer isso, mas algo mudou em mim – era tanta dor que eu sentia naquele momento, mas comecei a mexer meus quadris —
— Gustavo não esperou mais e com força enfiou até o fundo dos meus intestinos.
— Apertei as mãos e dei um grito forte ao me sentir completamente arrebentada do cu.
— Ouvi a voz dele – me dizendo já tô dentro, não se mexe – deixa que eu faço.
E ele começou a enfiar com força, metendo e tirando o pau dele cada vez mais rápido. — Você tem que se acostumar, não se mexe, não se mexe —
— Meu cu doía, ardia – Ah, me Mata, devagar.
—Ele ficou me comendo sem parar — como um louco — possesso — com força me jogava na cama cada vez que me enfiava — senti vontade de ir ao banheiro — de cagar — fiquei com vergonha, medo de cagar no pau dele — mas não aguentei mais — é uma sensação enorme de querer ir ao banheiro — ele estava feliz e isso se refletia no rosto dele —
—Meu corpo se curvou, permitindo que o pau dele penetrasse ainda mais fundo no meu reto — era uma fodida selvagem, animal, onde a única coisa que eu tinha que fazer era aguentar as investidas dele, que batiam com força nas minhas nádegas.
—Eu custava a aceitar que o pau dele conseguisse se enterrar por inteiro no meu buraco traseiro — mas a realidade é que estava enterrado até o fundo dos meus intestinos.
Senti as contrações do pau dele e ele começou a empurrar no meu cu — e foi quando senti o pau dele banhando minhas entranhas com o esperma dele.
—Levantei com dificuldade e fui ao banheiro — fechei a porta e comecei a chorar, meu cu doía. Ardia, sentia meu rabo aberto — desflorado — lacerado —
—Levantei do vaso — com dificuldade — me limpei com umas toalhas — vi vestígios de sangue na toalha. Saí do banheiro.
Voltei pro quarto, Gustavo estava com uma toalha nas mãos e limpava o pau dele.
—Me aproximei dele com dor no rosto ao andar — ele me fez sentar no colo dele — me colocou de barriga pra baixo de novo — fiquei com medo, falei que não, que já era demais, mas ele me acalmou — calma, vou te limpar. E começou a passar a toalha com creme na borda do meu cu —
—Essa foi minha primeira vez e ainda não consigo esquecer — Como esquecer o homem pra quem dei minha virgindade?
Já faz uns 4 meses que me entreguei ao Gustavo.
Depois dessa primeira vez, virei a amante dele, a mulher dele, a putinha dele.
Me apaixonei pelo pau dele, pelo jeito que ele me comia.
—Cheguei em casa às 10h30 da manhã — Naquela noite e parte da madrugada, ele me comeu duas vezes pelo cu e três vezes pela minha buceta.
Minhas pernas doíam e eu mal conseguia andar. Numa farmácia, comprei uns absorventes íntimos e um creme vaginal porque sentia os lábios da minha buceta inchados – inflamados pelo atrito do pau dele me enfiando – e o cu tava doendo pra caralho.
— Minha mãe meio que desconfiou de algo, mas não falou nada — meu namorado ficou me ligando o dia inteiro e mandou uma mensagem que passaria pra me ver — respondi correndo que não ia estar, que iria no médico. A verdade é que não queria olhar nos olhos dele, tava com medo que ele percebesse que eu tinha me entregado pra outro homem.
— Assim que a putaria acaba, vem a culpa moral.
Fiquei uma semana sem conseguir sentar.
— Não consigo explicar em palavras o que sinto — no fim das contas, Gustavo, você que me fez mulher, você foi — o primeiro homem que estreou minha buceta, meu cu e minha boca.
E isso não é fácil de esquecer — você marcou meu início sexual.
— Se um dia você ler meu relato, vai saber que cumpri e escrevi.
— Meu corpo pede um homem do meu lado — com meu namorado não tenho essa confiança de falar o que sinto — ele ainda acha que sou virgem — não quero machucá-lo e já pensei várias vezes em terminar, mas não quero magoá-lo.
6 comentários - Primeira vez de uma gostosa
pero la calentura es la calenturaa
ni hablar
buen relat0
Buen relato men wien wien
saludos
gracias
Sebabas!![/b]