Olá, essa é uma das muitas histórias que tenho pra contar pra vocês. Todas são reais e, obviamente, omiti os nomes. Começa um pouco devagar, mas garanto que as outras partes são boas. Desculpem os erros ortográficos e gramaticais, isso aqui não é uma prova, né?
Nem sei por onde começar, então vou começar descrevendo a situação em que me encontrei alguns meses atrás:
Tinha acabado de entrar num emprego novo, numa empresa importante de telemarketing que presta serviço pra uma grande operadora de celular dos Estados Unidos. Fiz amizade com uma garota de 22 anos, linda demais. A mina tinha 1,65m de altura, cabelo preto, cacheado e um pouco comprido, uns olhos enormes e lindos — o melhor atrativo dela, se me perguntarem —, uns peitos bem bonitos e formados, uma cintura maravilhosa e um quadril que não fica atrás. Tem uma bunda de-li-ciosa e umas pernas de arrasar. Então, quando minha ex — na época, minha namorada — descobriu essa amizade, não ficou nada contente.
Ela também não fica atrás: é mais alta, tem uns 1,72m, um rosto lindo e uns lábios deliciosos. Os peitos dela não são grandes, nem pequenos, são médios, pra dizer assim. É um pouquinho cheinha, mas isso dá a ela uma bunda digna de deusas. Ela, há muito tempo, me dizia: um dos dois sentia algo pelo outro, não existe amizade entre homem e mulher sem que um dos dois queira alguma coisa. Eu acalmava ela dizendo o quanto a amava e a desejava. Os ciúmes dela por essa amiga me agradavam, de certa forma. Vejam bem, nunca me considerei muito atraente, então isso me fazia bem.
Sem perceber, pouco a pouco, as palavras que ela tanto dizia começaram a se tornar realidade — mas não do lado dela, e sim do meu. Comecei a desejá-la: no início, só queria transar com ela, como homem que sou, é assim que vemos a maioria das mulheres. Mas depois, cada vez mais, eram minhas vontades de estar com ela — e não só carnalmente, mas como minha parceira. O que não fazia sentido, já que ela é casada e meu relacionamento era... bastante longa mas com alguns defeitos como todo mundo, né? então tô no trabalho literalmente babando por essa menina que, apesar de ser mais velha que eu, sempre chamo de menina, kid, coisas assim por causa da espontaneidade e infantilismo que me fascinam vindo dela.
Com essa mulher no meio e outros problemas tanto econômicos quanto sentimentais pelo caminho, nossa relação foi ladeira abaixo, mas o sexo melhorava com cada discussão:
uma noite ela chegou do trabalho noturno por volta das 20h, com toda minha tarde livre eu costumava passar a tarde toda conversando no MSN com quem na época chamava de minha princesa, ela não se incomodava nem um pouco, então enquanto conversava com a menina, minha ex chegou, ficou um pouco irritada e começamos a discutir:
— Outra vez conversando com essa raposa? — ela disse enquanto arrumava a bagunça que eu costumo deixar.
— Já te disse pra não chamar ela assim, não gosto nada disso — falei sem nem virar pra cumprimentar.
— Bom, se ela é casada e arruma tempo pra te fazer de idiota, alguma coisa deve ter, não acha? — (ela, sempre uma mulher muito esperta, já começava a desconfiar dos meus sentimentos pela "minha princesa", inclusive já tinha me perguntado várias vezes se eu sentia algo por ela). A discussão foi esquentando cada vez mais com cada palavra, então ela decidiu se retirar. Tirou a roupa e foi tomar banho, eu, por alguma razão estranha, segui ela, entrei no banheiro e enquanto também me despia, ela espiou pela cortina só pra dizer:
— O que você quer? Por que não vai foder sua raposa?
— Eu iria se pudesse — pensei, e continuei com minha intenção de tomar banho com ela. Assim que terminei de me despir, entrei no chuveiro, a água estava quente, pude ver como as gotas escorriam por todo seu corpo delicioso: os seios dela estavam durinhos, parte por causa da água, parte pela excitação de saber o que vinha a seguir. Quando ela terminou de se lavar e ia sair, eu a detive, peguei pelos ombros, empurrei contra a parede e enquanto uma das... Minhas mãos tocavam um dos seus seios enquanto a outra se adentrava em sua buceta depilada e excitada. Falei no ouvido dela enquanto a tocava:
- Olha como você está, "foxy" – dando ênfase na palavra que ela havia usado minutos antes.
- O que você quer que eu faça? Seu pau me deixa tão quente – ela disse entre gemidos – você sabe que eu adoro quando você mete em mim.
Enquanto continuava a tocá-la, ela gemia cada vez mais. A discussão que tivemos antes só serviu para esquentar o clima para nós dois. Me inclinei e levei minha língua até sua vagina, começando a saborear seus fluidos junto com a água que ainda escorria. Ela gritava de prazer enquanto, com uma das mãos, guiava os movimentos da minha cabeça para seu próprio deleite. Minha mão continuava a tocá-la, entrando e saindo – primeiro um dedo, depois dois e, por fim, três dedos dentro de seu sexo delicioso, que pedia cada vez mais. Eu me deliciava, já que um dos meus maiores prazeres é o sexo oral.
Assim, ela gozou na minha boca, e eu saboreei todos os seus fluidos. Me levantei e, imediatamente, ela começou a me masturbar. Agachou-se na minha frente e enfiou todo meu pau na boca, tirando e colocando, lambendo a cabeça – todo o tronco era uma delícia. Eu estava quase gozando quando disse:
- Tá quase, tá quase! – quase gritando de prazer.
Como ela era um pouco reservada no aspecto sexual, pode-se dizer que fui eu quem a introduziu aos prazeres do sexo. Ela não estava acostumada a engolir porra, então tirou da boca e eu terminei nos seus peitos. Era uma delícia ver aquele rosto com cara de "foxy" enquanto ela continuava me masturbando e eu cobria seus seios de sêmen.
Saímos do banho ainda com um tesão enorme, então a levei para a cama e comecei a dedá-la enquanto me preparava para outra rodada. Ela me parou e disse, de maneira fria e desanimada:
- Não! Diga para sua "foxy" se você pode foder ela sozinho!
Ela se vestiu e saiu com as amigas para algum bar ou antro, sei lá. Como eu tinha que trabalhar no dia seguinte, fiquei com uma ereção terrível e com um sentimento que não consegui reconhecer. Depois que tudo passou, fiquei vendo TV. E sem perceber, acabei dormindo. Depois das 3 da manhã, acordei e lá estava ela: dormindo, com cheiro de balada e completamente bêbada, pensei. O celular dela acendeu e eu imediatamente peguei. Percebi que era uma mensagem de um número que não estava salvo na agenda dela, para que eu não soubesse quem era ou sei lá. A curiosidade estava me matando, então abri.
"Adorei estar com você hoje, estava com muita vontade de te ver. Espero que possamos repetir a experiência linda de hoje e que você também possa me passar o vídeo de hoje", dizia a mensagem. Meu corpo estava esquentando, mas dessa vez não era de tesão, e sim de ciúmes e ódio. Um antigo amigo dela tinha voltado para a cidade, e esse mesmo idiota tinha tentado, meses atrás, "me baixar", como dizemos os mexicanos. Ele tinha voltado para sua cidade natal e, há semanas, eu tinha ouvido uma conversa que ela teve com ele sobre a volta dele. Imaginei que era ele quem ela tinha visto hoje, e me atingiu como um raio: o vídeo!! Eles tinham sido tão estúpidos ou bêbados, ou as duas coisas, a ponto de gravarem? Rapidamente saí do quarto e sentei no sofá da sala. Comecei a procurar nos vídeos dela algum marcado com a data de hoje, e lá estava. Hesitei por um momento: eu tinha certeza que queria ver? Um homem que eu odeio transando com minha namorada? O fato de eu estar em um relacionamento que nunca chegaria a nada com minha princesa não significava que eu estava a traindo, não é? Nunca a toquei nem nada do tipo, mas talvez ela sentisse diferente. Antes que eu percebesse, já estava assistindo ao vídeo. Eis o que vi:
Era um quarto que reconheci imediatamente: era minha própria sala!!! Ela estava sentada neste mesmo sofá, de pernas abertas, sem calcinha, blusa ou sutiã — apenas sua saia preta bem curta, que deixava ver suas pernas cobertas por meias brancas e seus sapatos. Se tocando para o câmera, só ouvia ela falar, dizendo que não aguentava mais. A câmera se moveu e foi colocada em uma mesinha, onde tudo era gravado. Tomo, entro num corpo já nu, mas para minha surpresa não era aquele cara, e sim uma garota que nunca tinha visto na vida. A garota se ajoelhou entre as pernas dela e começou a fazer sexo oral. Essa mulher era muito, muito linda, era baixinha, uns 1,50m, de pele perolada. Não pude ver o rosto dela, mas o cabelo era escuro, até os ombros. A bunda também era pequena e as pernas muito bem formadas, parecia que fazia exercício. Assim, ela começou a saborear todos os seus sucos enquanto minha namorada gemia de prazer. Incrível que eu não tinha percebido.
De repente, ela se levantou, saiu da cena e voltou com um enorme dildo preto daqueles de duas cabeças. Sem perceber, já estava me masturbando diante de tal cena. Minha namorada levou uma extremidade à boca para lubrificar, enquanto a outra garota já tinha se sentado no sofá, começou a se tocar e foi aí que finalmente a reconheci: era uma das nossas amigas da faculdade. Eu também a conhecia, sabia que ela tinha gosto por mulheres, mas nunca que pudesse despertar na minha garota esse impulso sexual lésbico que parece fascinar todos os homens.
Enfim, uma vez lubrificado, ela enfiou o dildo na nossa amiga em comum e começou a fazê-la gozar. Os gemidos eram abafados, mas algo delicioso estava prestes a terminar quando umas mãos se apoiaram no meu peito e começaram a me massagear. Me excitei e virei para ver que era minha namorada. Ela pulou o sofá e sentou ao meu lado, pegou meu pau e começou a mover a mão ritmicamente. Acho que ainda tinha o efeito do álcool nas veias, pois ela me disse:
— Essa é a parte que mais gostei.
Se inclinou e começou a me dar um boquete incrível, como nunca tinha feito antes. Lambia e chupava a glande como se fosse uma pirulito. Eu gozei pra caralho, mas estava quase chegando lá. Foda-se, e esperando que ela ainda estivesse bêbada, comecei a gozar na boca dela. Era a primeira vez que fazia isso com qualquer garota, então para mim foi um espetáculo para lembrar: da boca dela podia ver meu... ela provava tudo e não deixava uma gota no meu pau, o que me fez pensar que talvez essa não fosse a primeira vez que ela fazia isso. ela engoliu e me disse com uma voz bem sensual:
- Sabe, minha amiga e eu estamos pensando em uma segunda parte, talvez com um cara, você topa?
Ela levantou do sofá e foi direto pro banho.
Aqui termina a primeira parte dessa história, que até hoje ainda tá rolando. Conforme mais coisas forem acontecendo, podem ter certeza que vou deixando os relatos pra vocês. Qualquer comentário é bem-vindo. Infelizmente o vídeo sumiu do celular dela, mas tem umas fotos que tô disposto a compartilhar com vocês assim que estiverem prontas. Outra coisa que quero falar é que sou um escritor amador, adoro escrever, então vou subir principalmente relatos - alguns reais como esse e outros fictícios. Se alguém tiver alguma ideia de um relato ou algo assim, pode me mandar mensagem ou deixar qualquer comentário. Valeu!
Nem sei por onde começar, então vou começar descrevendo a situação em que me encontrei alguns meses atrás:
Tinha acabado de entrar num emprego novo, numa empresa importante de telemarketing que presta serviço pra uma grande operadora de celular dos Estados Unidos. Fiz amizade com uma garota de 22 anos, linda demais. A mina tinha 1,65m de altura, cabelo preto, cacheado e um pouco comprido, uns olhos enormes e lindos — o melhor atrativo dela, se me perguntarem —, uns peitos bem bonitos e formados, uma cintura maravilhosa e um quadril que não fica atrás. Tem uma bunda de-li-ciosa e umas pernas de arrasar. Então, quando minha ex — na época, minha namorada — descobriu essa amizade, não ficou nada contente.
Ela também não fica atrás: é mais alta, tem uns 1,72m, um rosto lindo e uns lábios deliciosos. Os peitos dela não são grandes, nem pequenos, são médios, pra dizer assim. É um pouquinho cheinha, mas isso dá a ela uma bunda digna de deusas. Ela, há muito tempo, me dizia: um dos dois sentia algo pelo outro, não existe amizade entre homem e mulher sem que um dos dois queira alguma coisa. Eu acalmava ela dizendo o quanto a amava e a desejava. Os ciúmes dela por essa amiga me agradavam, de certa forma. Vejam bem, nunca me considerei muito atraente, então isso me fazia bem.
Sem perceber, pouco a pouco, as palavras que ela tanto dizia começaram a se tornar realidade — mas não do lado dela, e sim do meu. Comecei a desejá-la: no início, só queria transar com ela, como homem que sou, é assim que vemos a maioria das mulheres. Mas depois, cada vez mais, eram minhas vontades de estar com ela — e não só carnalmente, mas como minha parceira. O que não fazia sentido, já que ela é casada e meu relacionamento era... bastante longa mas com alguns defeitos como todo mundo, né? então tô no trabalho literalmente babando por essa menina que, apesar de ser mais velha que eu, sempre chamo de menina, kid, coisas assim por causa da espontaneidade e infantilismo que me fascinam vindo dela.
Com essa mulher no meio e outros problemas tanto econômicos quanto sentimentais pelo caminho, nossa relação foi ladeira abaixo, mas o sexo melhorava com cada discussão:
uma noite ela chegou do trabalho noturno por volta das 20h, com toda minha tarde livre eu costumava passar a tarde toda conversando no MSN com quem na época chamava de minha princesa, ela não se incomodava nem um pouco, então enquanto conversava com a menina, minha ex chegou, ficou um pouco irritada e começamos a discutir:
— Outra vez conversando com essa raposa? — ela disse enquanto arrumava a bagunça que eu costumo deixar.
— Já te disse pra não chamar ela assim, não gosto nada disso — falei sem nem virar pra cumprimentar.
— Bom, se ela é casada e arruma tempo pra te fazer de idiota, alguma coisa deve ter, não acha? — (ela, sempre uma mulher muito esperta, já começava a desconfiar dos meus sentimentos pela "minha princesa", inclusive já tinha me perguntado várias vezes se eu sentia algo por ela). A discussão foi esquentando cada vez mais com cada palavra, então ela decidiu se retirar. Tirou a roupa e foi tomar banho, eu, por alguma razão estranha, segui ela, entrei no banheiro e enquanto também me despia, ela espiou pela cortina só pra dizer:
— O que você quer? Por que não vai foder sua raposa?
— Eu iria se pudesse — pensei, e continuei com minha intenção de tomar banho com ela. Assim que terminei de me despir, entrei no chuveiro, a água estava quente, pude ver como as gotas escorriam por todo seu corpo delicioso: os seios dela estavam durinhos, parte por causa da água, parte pela excitação de saber o que vinha a seguir. Quando ela terminou de se lavar e ia sair, eu a detive, peguei pelos ombros, empurrei contra a parede e enquanto uma das... Minhas mãos tocavam um dos seus seios enquanto a outra se adentrava em sua buceta depilada e excitada. Falei no ouvido dela enquanto a tocava:
- Olha como você está, "foxy" – dando ênfase na palavra que ela havia usado minutos antes.
- O que você quer que eu faça? Seu pau me deixa tão quente – ela disse entre gemidos – você sabe que eu adoro quando você mete em mim.
Enquanto continuava a tocá-la, ela gemia cada vez mais. A discussão que tivemos antes só serviu para esquentar o clima para nós dois. Me inclinei e levei minha língua até sua vagina, começando a saborear seus fluidos junto com a água que ainda escorria. Ela gritava de prazer enquanto, com uma das mãos, guiava os movimentos da minha cabeça para seu próprio deleite. Minha mão continuava a tocá-la, entrando e saindo – primeiro um dedo, depois dois e, por fim, três dedos dentro de seu sexo delicioso, que pedia cada vez mais. Eu me deliciava, já que um dos meus maiores prazeres é o sexo oral.
Assim, ela gozou na minha boca, e eu saboreei todos os seus fluidos. Me levantei e, imediatamente, ela começou a me masturbar. Agachou-se na minha frente e enfiou todo meu pau na boca, tirando e colocando, lambendo a cabeça – todo o tronco era uma delícia. Eu estava quase gozando quando disse:
- Tá quase, tá quase! – quase gritando de prazer.
Como ela era um pouco reservada no aspecto sexual, pode-se dizer que fui eu quem a introduziu aos prazeres do sexo. Ela não estava acostumada a engolir porra, então tirou da boca e eu terminei nos seus peitos. Era uma delícia ver aquele rosto com cara de "foxy" enquanto ela continuava me masturbando e eu cobria seus seios de sêmen.
Saímos do banho ainda com um tesão enorme, então a levei para a cama e comecei a dedá-la enquanto me preparava para outra rodada. Ela me parou e disse, de maneira fria e desanimada:
- Não! Diga para sua "foxy" se você pode foder ela sozinho!
Ela se vestiu e saiu com as amigas para algum bar ou antro, sei lá. Como eu tinha que trabalhar no dia seguinte, fiquei com uma ereção terrível e com um sentimento que não consegui reconhecer. Depois que tudo passou, fiquei vendo TV. E sem perceber, acabei dormindo. Depois das 3 da manhã, acordei e lá estava ela: dormindo, com cheiro de balada e completamente bêbada, pensei. O celular dela acendeu e eu imediatamente peguei. Percebi que era uma mensagem de um número que não estava salvo na agenda dela, para que eu não soubesse quem era ou sei lá. A curiosidade estava me matando, então abri.
"Adorei estar com você hoje, estava com muita vontade de te ver. Espero que possamos repetir a experiência linda de hoje e que você também possa me passar o vídeo de hoje", dizia a mensagem. Meu corpo estava esquentando, mas dessa vez não era de tesão, e sim de ciúmes e ódio. Um antigo amigo dela tinha voltado para a cidade, e esse mesmo idiota tinha tentado, meses atrás, "me baixar", como dizemos os mexicanos. Ele tinha voltado para sua cidade natal e, há semanas, eu tinha ouvido uma conversa que ela teve com ele sobre a volta dele. Imaginei que era ele quem ela tinha visto hoje, e me atingiu como um raio: o vídeo!! Eles tinham sido tão estúpidos ou bêbados, ou as duas coisas, a ponto de gravarem? Rapidamente saí do quarto e sentei no sofá da sala. Comecei a procurar nos vídeos dela algum marcado com a data de hoje, e lá estava. Hesitei por um momento: eu tinha certeza que queria ver? Um homem que eu odeio transando com minha namorada? O fato de eu estar em um relacionamento que nunca chegaria a nada com minha princesa não significava que eu estava a traindo, não é? Nunca a toquei nem nada do tipo, mas talvez ela sentisse diferente. Antes que eu percebesse, já estava assistindo ao vídeo. Eis o que vi:
Era um quarto que reconheci imediatamente: era minha própria sala!!! Ela estava sentada neste mesmo sofá, de pernas abertas, sem calcinha, blusa ou sutiã — apenas sua saia preta bem curta, que deixava ver suas pernas cobertas por meias brancas e seus sapatos. Se tocando para o câmera, só ouvia ela falar, dizendo que não aguentava mais. A câmera se moveu e foi colocada em uma mesinha, onde tudo era gravado. Tomo, entro num corpo já nu, mas para minha surpresa não era aquele cara, e sim uma garota que nunca tinha visto na vida. A garota se ajoelhou entre as pernas dela e começou a fazer sexo oral. Essa mulher era muito, muito linda, era baixinha, uns 1,50m, de pele perolada. Não pude ver o rosto dela, mas o cabelo era escuro, até os ombros. A bunda também era pequena e as pernas muito bem formadas, parecia que fazia exercício. Assim, ela começou a saborear todos os seus sucos enquanto minha namorada gemia de prazer. Incrível que eu não tinha percebido.
De repente, ela se levantou, saiu da cena e voltou com um enorme dildo preto daqueles de duas cabeças. Sem perceber, já estava me masturbando diante de tal cena. Minha namorada levou uma extremidade à boca para lubrificar, enquanto a outra garota já tinha se sentado no sofá, começou a se tocar e foi aí que finalmente a reconheci: era uma das nossas amigas da faculdade. Eu também a conhecia, sabia que ela tinha gosto por mulheres, mas nunca que pudesse despertar na minha garota esse impulso sexual lésbico que parece fascinar todos os homens.
Enfim, uma vez lubrificado, ela enfiou o dildo na nossa amiga em comum e começou a fazê-la gozar. Os gemidos eram abafados, mas algo delicioso estava prestes a terminar quando umas mãos se apoiaram no meu peito e começaram a me massagear. Me excitei e virei para ver que era minha namorada. Ela pulou o sofá e sentou ao meu lado, pegou meu pau e começou a mover a mão ritmicamente. Acho que ainda tinha o efeito do álcool nas veias, pois ela me disse:
— Essa é a parte que mais gostei.
Se inclinou e começou a me dar um boquete incrível, como nunca tinha feito antes. Lambia e chupava a glande como se fosse uma pirulito. Eu gozei pra caralho, mas estava quase chegando lá. Foda-se, e esperando que ela ainda estivesse bêbada, comecei a gozar na boca dela. Era a primeira vez que fazia isso com qualquer garota, então para mim foi um espetáculo para lembrar: da boca dela podia ver meu... ela provava tudo e não deixava uma gota no meu pau, o que me fez pensar que talvez essa não fosse a primeira vez que ela fazia isso. ela engoliu e me disse com uma voz bem sensual:
- Sabe, minha amiga e eu estamos pensando em uma segunda parte, talvez com um cara, você topa?
Ela levantou do sofá e foi direto pro banho.
Aqui termina a primeira parte dessa história, que até hoje ainda tá rolando. Conforme mais coisas forem acontecendo, podem ter certeza que vou deixando os relatos pra vocês. Qualquer comentário é bem-vindo. Infelizmente o vídeo sumiu do celular dela, mas tem umas fotos que tô disposto a compartilhar com vocês assim que estiverem prontas. Outra coisa que quero falar é que sou um escritor amador, adoro escrever, então vou subir principalmente relatos - alguns reais como esse e outros fictícios. Se alguém tiver alguma ideia de um relato ou algo assim, pode me mandar mensagem ou deixar qualquer comentário. Valeu!
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