Bom, digamos que me chamo Roberto, tenho 18 anos e vou contar um rolê que aconteceu comigo e minha vizinha...
Minha vizinha na época tinha uns 35 ou 36 anos, cara de coroa e peitos meio caídos depois de três partos, mas uma bunda maravilhosa.
Tava eu na casa dela ajudando a pendurar as cortinas e, quando ia saindo, tropecei na escada interna e caí uns cinco degraus. Mesmo sem ter me machucado, minha vizinha — vamos chamar ela de Rocio — saiu correndo desesperada na minha direção. Começou a me perguntar, numa rapidez impressionante, se eu tinha me machucado, mas eu só falava que tava bem, e ela não acreditava.
Aí Rocio criou coragem, me levou até a cama dela e me deitou. Depois de um tempo, voltou com uns panos molhados, colocou na minha cabeça e sentou do meu lado. Ela só ficava me olhando e se lamentando pelo ocorrido, e eu não conseguia tirar os olhos do decote incrível dela, que mostrava o canal sagrado inteiro.
Ela percebeu, mas reparou mais no volume que crescia na minha calça. Com um olhar safado, me perguntou se eu gostava dos peitos dela. Fiquei sem reação, e antes que eu pudesse fazer algo, ela pegou minha mão e enfiou dentro do vestido dela, deixando eu apalpar os peitos dela. Depois disso, minha pica começou a crescer e crescer até o máximo, e quando ela percebeu, tirou meu cinto e lá estava minha pica toda dura, apontando pro teto. Ela ficou olhando um bom tempo até começar a me mastigar bem devagar, de cima pra baixo, enquanto eu brincava com os bicos dos peitos dela, já duros e eretos.
Comecei a imaginar o corpo dela pelado e fiquei mais tarado ainda. Não aguentei e tirei o vestido dela pela cabeça, deixando a bucetinha e os peitos dela à mostra. Ela começou a chupar minha pica, sugando e lambendo cada pedaço, e eu, já sem aguentar mais, decidi agarrar ela pela cintura e colocar a bucetinha dela na minha boca, formando um 69.
Eu comia a boceta dela com muita vontade enquanto ela chupava minha pica. erguendo gemidos de prazer enquanto passava por um dos orgasmos dela. Quando vi que ia gozar na boca dela, mandei ela parar e ficar de quatro, e ela, com uma voz bem safada, respondeu que sim... Ao ver a buceta dela se oferecendo pro meu pau, fiquei com um tesão do caralho e o pau apontou ainda mais alto. Então meti nele, devagar até tocar o clitóris dela e comecei a meter e tirar cada vez mais rápido, cada vez com mais força e mais vontade de que ela gozasse e tivesse um orgasmo. Ela gemia de prazer tanto que me deixava ainda mais excitado, até que ela explodiu e eu senti que ela tinha gozado, mas continuei deliciando minha glande com as paredes vaginais dela. Enquanto penetrava ela, reparava no rosto dela refletido no espelho e na bunda dela.
Me aproximei dela enquanto a penetrava e falei no ouvido dela se ela tomava a pílula, e ela respondeu que sim, e continuei penetrando ela até o fundo até chegar no momento em que quase gozo... Não queria gozar tão rápido, então tirei e perguntei se ela gostaria que eu metesse no cu dela, e, embora tenha sido difícil convencer, no final ela topou. Ela pegou na mesinha de cabeceira lubrificante e um consolo de vidro, e se besuntou o cu com lubrificante enquanto abria ele com o consolo. Quando já estava pronta, me posicionei em posição fetal, lubrifiquei meu pau e penetrei ela, dessa vez mais devagar pra não doer, já que nunca um pau tinha penetrado o cu dela. Comecei a penetrar ela cada vez mais rápido enquanto ela gemia com um som entre dor e prazer que no final se transformou só em prazer. Quando não aguentava mais, gozei dentro da bunda dela, tirei e coloquei perto da boca dela, mas ela tirou da bolsa um lenço e limpou ele. Eu respondi que agora estava seco, e ela disse que não tinha problema e começou a chupar ele até o fundo, fazendo ele ficar duro de novo.
Quando já estava pronto, mandei ela deitar de barriga pra cima, que eu ficava por cima, e colocando os pés dela nos meus ombros, meti meu pau na bucetinha dela dessa vez. cada vez mais rápido, metendo e tirando da bucetinha dela enquanto ouvia ela me pedir pra foder com força, e eu topei. Comecei a penetrar ela como nunca, numa velocidade frenética, ela gozava um atrás do outro e gritava pra eu não parar. Quando vi que ela tava no limite, perguntei onde ela queria que eu gozasse, e ela respondeu colocando dois dedinhos em V, esfregando na boca e no rosto, e com a outra mão no clitóris.
Gozei dentro dela, provocando depois um orgasmo que foi um dos maiores. Tirei de dentro e ela começou a chupar, chupar até ficar duro de novo. Aí olhei no relógio e percebi que tinha que me apressar. Falei pra ela ir mais rápido que eu tava com pressa, e ela, numa velocidade frenética, chupava enquanto brincava com a língua quando meu pau tava dentro da boca dela. Não demorei muito pra gozar, porque tinha sido a melhor mamada que já tinha recebido na vida, e ainda usei truques como prender a respiração e não relaxar pra demorar menos a gozar.
No final, me despedi dela, me vesti, e ela disse que a gente tinha que repetir mais vezes, e eu topei. E repetimos vários dias durante aquele mês que passei na praia de férias...
Minha vizinha na época tinha uns 35 ou 36 anos, cara de coroa e peitos meio caídos depois de três partos, mas uma bunda maravilhosa.
Tava eu na casa dela ajudando a pendurar as cortinas e, quando ia saindo, tropecei na escada interna e caí uns cinco degraus. Mesmo sem ter me machucado, minha vizinha — vamos chamar ela de Rocio — saiu correndo desesperada na minha direção. Começou a me perguntar, numa rapidez impressionante, se eu tinha me machucado, mas eu só falava que tava bem, e ela não acreditava.
Aí Rocio criou coragem, me levou até a cama dela e me deitou. Depois de um tempo, voltou com uns panos molhados, colocou na minha cabeça e sentou do meu lado. Ela só ficava me olhando e se lamentando pelo ocorrido, e eu não conseguia tirar os olhos do decote incrível dela, que mostrava o canal sagrado inteiro.
Ela percebeu, mas reparou mais no volume que crescia na minha calça. Com um olhar safado, me perguntou se eu gostava dos peitos dela. Fiquei sem reação, e antes que eu pudesse fazer algo, ela pegou minha mão e enfiou dentro do vestido dela, deixando eu apalpar os peitos dela. Depois disso, minha pica começou a crescer e crescer até o máximo, e quando ela percebeu, tirou meu cinto e lá estava minha pica toda dura, apontando pro teto. Ela ficou olhando um bom tempo até começar a me mastigar bem devagar, de cima pra baixo, enquanto eu brincava com os bicos dos peitos dela, já duros e eretos.
Comecei a imaginar o corpo dela pelado e fiquei mais tarado ainda. Não aguentei e tirei o vestido dela pela cabeça, deixando a bucetinha e os peitos dela à mostra. Ela começou a chupar minha pica, sugando e lambendo cada pedaço, e eu, já sem aguentar mais, decidi agarrar ela pela cintura e colocar a bucetinha dela na minha boca, formando um 69.
Eu comia a boceta dela com muita vontade enquanto ela chupava minha pica. erguendo gemidos de prazer enquanto passava por um dos orgasmos dela. Quando vi que ia gozar na boca dela, mandei ela parar e ficar de quatro, e ela, com uma voz bem safada, respondeu que sim... Ao ver a buceta dela se oferecendo pro meu pau, fiquei com um tesão do caralho e o pau apontou ainda mais alto. Então meti nele, devagar até tocar o clitóris dela e comecei a meter e tirar cada vez mais rápido, cada vez com mais força e mais vontade de que ela gozasse e tivesse um orgasmo. Ela gemia de prazer tanto que me deixava ainda mais excitado, até que ela explodiu e eu senti que ela tinha gozado, mas continuei deliciando minha glande com as paredes vaginais dela. Enquanto penetrava ela, reparava no rosto dela refletido no espelho e na bunda dela.
Me aproximei dela enquanto a penetrava e falei no ouvido dela se ela tomava a pílula, e ela respondeu que sim, e continuei penetrando ela até o fundo até chegar no momento em que quase gozo... Não queria gozar tão rápido, então tirei e perguntei se ela gostaria que eu metesse no cu dela, e, embora tenha sido difícil convencer, no final ela topou. Ela pegou na mesinha de cabeceira lubrificante e um consolo de vidro, e se besuntou o cu com lubrificante enquanto abria ele com o consolo. Quando já estava pronta, me posicionei em posição fetal, lubrifiquei meu pau e penetrei ela, dessa vez mais devagar pra não doer, já que nunca um pau tinha penetrado o cu dela. Comecei a penetrar ela cada vez mais rápido enquanto ela gemia com um som entre dor e prazer que no final se transformou só em prazer. Quando não aguentava mais, gozei dentro da bunda dela, tirei e coloquei perto da boca dela, mas ela tirou da bolsa um lenço e limpou ele. Eu respondi que agora estava seco, e ela disse que não tinha problema e começou a chupar ele até o fundo, fazendo ele ficar duro de novo.
Quando já estava pronto, mandei ela deitar de barriga pra cima, que eu ficava por cima, e colocando os pés dela nos meus ombros, meti meu pau na bucetinha dela dessa vez. cada vez mais rápido, metendo e tirando da bucetinha dela enquanto ouvia ela me pedir pra foder com força, e eu topei. Comecei a penetrar ela como nunca, numa velocidade frenética, ela gozava um atrás do outro e gritava pra eu não parar. Quando vi que ela tava no limite, perguntei onde ela queria que eu gozasse, e ela respondeu colocando dois dedinhos em V, esfregando na boca e no rosto, e com a outra mão no clitóris.
Gozei dentro dela, provocando depois um orgasmo que foi um dos maiores. Tirei de dentro e ela começou a chupar, chupar até ficar duro de novo. Aí olhei no relógio e percebi que tinha que me apressar. Falei pra ela ir mais rápido que eu tava com pressa, e ela, numa velocidade frenética, chupava enquanto brincava com a língua quando meu pau tava dentro da boca dela. Não demorei muito pra gozar, porque tinha sido a melhor mamada que já tinha recebido na vida, e ainda usei truques como prender a respiração e não relaxar pra demorar menos a gozar.
No final, me despedi dela, me vesti, e ela disse que a gente tinha que repetir mais vezes, e eu topei. E repetimos vários dias durante aquele mês que passei na praia de férias...
4 comentários - Mi Vecinita...