Pra quem dedicou alguns minutos do seu tempo prestando atenção nesses detalhes, vai mais um capítulo, dessa vez com umas nuances interessantes que me envolvem no papel da atividade, sempre com o fio condutor das experiências da minha esposa M, infiel (?) ou assumida como mulher...
Já superadas as fases de encantamento com o primo, dependência com o chefe e amigo da família, e também uma escapada com um profissional bem-sucedido que a seduziu pelo poder e pela opulência, vale destacar que M também se deu ao luxo com um cliente bem mais novo que ela, que de tanto insistir convenceu ela a uma fugida pro hotel. Essa história não mexeu um palmo com ela, ela não tá pra ansiedade nem pra aprendizado, sem dúvida. Foram três rapidinhas num turno, com o esforço do vagabundo pra impressionar ela, mas não teve sucesso, ainda bem...
Por essa época, eu só sabia da história do primo, e tava interessado em explorar o tesão de um ménage, então arranjei por sexo um cara gente boa que se mostrou (até agora) muito legal.
Quando mandei a idade por e-mail, ele ficou intrigado, porque sugeri que era melhor se ele a conhecesse... Pra quê!!!
M é uma gostosa pra caralho, isso não dá pra negar, e aí JP, o cara gente boa, não fez esforço nenhum pra não rolar o ménage.
A gente se encontrou três vezes, hotel, casa dele e a nossa, cada uma mais interessante que a outra. M se deixou comer pelos dois sem nenhum problema, meio quietinha no começo, mas mais animada com o tempo. Na terceira vez, na nossa cama, teve até tentativa de dupla penetração, ela super relaxada, mas como falei antes, aquele cuzinho é um karma, nem um pau jovem conseguiu entrar de jeito nenhum, ficou só na porta, eu sentia o tchau tchau das bolas batendo na bunda dela, uma delícia... Além disso, ela deu um boquete violento e animado com gemidos na minha frente... Uau!
Depois de realizado esse gostinho, resolvi aumentar a aposta e joguei as cartas pra um trio, mas com
uma profissional do garche, uma mina de 25 que eu testei num casting solidário só pra pisar
em terreno seguro. Naquela noite, M tava na expectativa, quando o barulho começou, então não tive ideia melhor do que começar
eu mesmo com a mina, só no beijo de língua e amasso, o que deixou a garota à vontade, mas motivou M de vez...
Foram três horas inesquecíveis de suruba a três, fiz o filme sozinho, metendo em cada uma, deixando chupar
a pica até o fim pelas duas, alucinante, acreditem.
Como cereja do bolo, quando voltei de deixar a nossa parceira, M tava mais tarada do que nunca, então a gente terminou
em outra foda épica, já de madrugada...
Bom, mas lembram que ela largou o Diego quando mudou de trampo? E sim, adivinharam, ela começou a comer outro
cara, um colega do trabalho novo dela. O sujeito, vamos chamar de José, entrou de sola com a história das
repressões dele por causa de um casamento sem harmonia, com um filho pequeno, uma esposa possessiva, enfim, fodeu
com a capacidade de ação dele, e ela, claro, adora isso, come ele sempre que pode, principalmente nas
ocasiões furtivas em que eles se encontram (?) pelo trampo em áreas afastadas da nossa cidade. Teve um par de
encontros mais quentes que o normal, mas talvez o melhor ainda esteja por vir, quem sabe...
A pergunta do título acho que vale porque talvez ainda tenha pano pra manga, nunca se sabe, né?
Valeu de novo pela paciência em ler
Abraço
Já superadas as fases de encantamento com o primo, dependência com o chefe e amigo da família, e também uma escapada com um profissional bem-sucedido que a seduziu pelo poder e pela opulência, vale destacar que M também se deu ao luxo com um cliente bem mais novo que ela, que de tanto insistir convenceu ela a uma fugida pro hotel. Essa história não mexeu um palmo com ela, ela não tá pra ansiedade nem pra aprendizado, sem dúvida. Foram três rapidinhas num turno, com o esforço do vagabundo pra impressionar ela, mas não teve sucesso, ainda bem...
Por essa época, eu só sabia da história do primo, e tava interessado em explorar o tesão de um ménage, então arranjei por sexo um cara gente boa que se mostrou (até agora) muito legal.
Quando mandei a idade por e-mail, ele ficou intrigado, porque sugeri que era melhor se ele a conhecesse... Pra quê!!!
M é uma gostosa pra caralho, isso não dá pra negar, e aí JP, o cara gente boa, não fez esforço nenhum pra não rolar o ménage.
A gente se encontrou três vezes, hotel, casa dele e a nossa, cada uma mais interessante que a outra. M se deixou comer pelos dois sem nenhum problema, meio quietinha no começo, mas mais animada com o tempo. Na terceira vez, na nossa cama, teve até tentativa de dupla penetração, ela super relaxada, mas como falei antes, aquele cuzinho é um karma, nem um pau jovem conseguiu entrar de jeito nenhum, ficou só na porta, eu sentia o tchau tchau das bolas batendo na bunda dela, uma delícia... Além disso, ela deu um boquete violento e animado com gemidos na minha frente... Uau!
Depois de realizado esse gostinho, resolvi aumentar a aposta e joguei as cartas pra um trio, mas com
uma profissional do garche, uma mina de 25 que eu testei num casting solidário só pra pisar
em terreno seguro. Naquela noite, M tava na expectativa, quando o barulho começou, então não tive ideia melhor do que começar
eu mesmo com a mina, só no beijo de língua e amasso, o que deixou a garota à vontade, mas motivou M de vez...
Foram três horas inesquecíveis de suruba a três, fiz o filme sozinho, metendo em cada uma, deixando chupar
a pica até o fim pelas duas, alucinante, acreditem.
Como cereja do bolo, quando voltei de deixar a nossa parceira, M tava mais tarada do que nunca, então a gente terminou
em outra foda épica, já de madrugada...
Bom, mas lembram que ela largou o Diego quando mudou de trampo? E sim, adivinharam, ela começou a comer outro
cara, um colega do trabalho novo dela. O sujeito, vamos chamar de José, entrou de sola com a história das
repressões dele por causa de um casamento sem harmonia, com um filho pequeno, uma esposa possessiva, enfim, fodeu
com a capacidade de ação dele, e ela, claro, adora isso, come ele sempre que pode, principalmente nas
ocasiões furtivas em que eles se encontram (?) pelo trampo em áreas afastadas da nossa cidade. Teve um par de
encontros mais quentes que o normal, mas talvez o melhor ainda esteja por vir, quem sabe...
A pergunta do título acho que vale porque talvez ainda tenha pano pra manga, nunca se sabe, né?
Valeu de novo pela paciência em ler
Abraço
2 comentários - Asumiendo los Cuernos IV ( Final ?? )
pasa por mi post , seguro te va a gustar
un saludo.Te felicito