Assim que a prima chega junto
Naquele dia, ela tava fazendo 19 anos e, como todo ano no meu aniversário, cheguei em casa na hora do almoço, saindo do colégio, esperando que minha família me recebesse com uma festa surpresa, igual sempre faziam. Mas, quando entrei, a casa tava vazia, não tinha ninguém. Pouco depois, minha mãe ligou e disse que minha avó tinha sido internada e que meus tios e ela iam cuidar dela o dia inteiro, porque era o que os médicos tinham recomendado. Mesmo falando que só uma pessoa precisava ficar, eles não conseguiram se decidir quem ia, e no fim resolveram ficar todos. Ela também disse que minha prima Silvia já tava a caminho de casa e que, quando ela chegasse, eu ajudasse ela a cuidar dos meus dois priminhos, dar comida pra eles e botar eles pra dormir cedo.
Um tempinho depois, bateram na porta e eu fui atender. Na hora, vi minha prima Silvia, se virando como podia com os dois primos pequenos, que vinham mais levados do que nunca.
— Oi, como cê tá? — falei, todo animado de ver ela, porque era minha prima favorita.
— Oi! Aqui, me virando com esse par de pestinhas que não sabem se comportar. Minha tia ainda não chegou?
— Não, ela acabou de ligar pra dizer que só voltam amanhã, porque vão ficar cuidando da vó.
— Uffa, casa só pra gente, hein? Se não fosse por esses dois, a gente ia armar uma festa sem igual. — ela falou, piscando o olho e me dando um abraço enorme. — Feliz aniversário, priminho! Sabe que eu te amo pra caralho!
Minha prima Silvia é um ano mais nova que eu e, mesmo eu gostando dela só como minha priminha mais nova, nunca deixei de reparar que ela era uma gostosa: 1,75 de altura, cabelo castanho, peitão grande, uma bunda grande e durinha, e umas pernas lindas de morrer, por causa da patinação que ela praticava desde pequena. Minha relação com ela sempre foi muito boa; a gente sempre jogava cartas, videogame, vários tipos de jogo de tabuleiro, e até um dia a gente chegou a jogar garrafa. Sempre que ela ficava em casa, a gente... dormir na minha casa, a gente se entretinha até altas horas da noite e até continuava brincando quando todo mundo já tava dormindo. Aquele dia não ia ser diferente, ainda mais sendo meu aniversário, porque ela nunca gostou de deixar datas importantes passarem batido e, mesmo com a vovó doente, me disse que a gente tinha que comemorar, mesmo que fosse uma festinha simples e pequena.
De tarde, saí pra comprar um vinho bom e algo gostoso pra jantar enquanto ela cuidava dos meus priminhos. Não sei por que, mas naquela tarde fiz as compras como se fosse mais um encontro romântico do que um jantar de aniversário com a minha prima.
Já de noite, lá pelas 8h30, eu tava fumando um cigarro na janela do meu quarto que dava pra rua quando minha prima chegou do meu lado e falou:
— Finalmente consegui fazer esses pequenos monstros dormirem…
Olhei pra ela de frente e notei que tava recém-banhadinha. O cabelo dela, molhado e lavado na hora, perfumava o quarto de um jeito delicioso.
Não consegui me segurar com aquele cheiro de mulher fresca, que me pareceu terrivelmente excitante. Na hora, tive uma ereção que me surpreendeu, porque nunca antes tinha imaginado ter um pensamento fora de contexto com minha priminha — apesar de já ter admirado a beleza exorbitante dela várias vezes, nunca tinha ficado excitado com ela.
— Olha que essa é uma tarefa difícil… — foi a única coisa que consegui dizer.
— Então, vamos começar a festejar o priminho mais lindo do mundo? Ou você vai ficar aí parada olhando pela janela a noite toda…
Olhei pra ela de novo, mas dessa vez reparei bem no corpo dela. Naquele momento, minha libido começou a imaginar a mulher, não a priminha. E é que a Silvia tinha um corpo realmente espetacular!
Sem mentir pra vocês, só de olhar, dava pra jurar que aquele par de peitos nunca caberia nas palmas das minhas mãos, e isso me encantava, porque eu sempre gostei de mulheres peitudas e ainda mais assim, bem molduradinhas como minha prima!
A bunda dela Era colossal. Um verdadeiro par de bundas carnudas e suculentas.
E o mais importante, a Silvia era virgem! Sabia disso porque eu sempre fui o confidente dela, e ela sempre me contava tudo, até o que não contava pros pais.
— Tô falando com você, Luis… — ela disse, caindo na risada. — É que você ficou mudo, primo?
— Desculpa… — falei, tentando me ligar. — Fiquei pensando na vó…
— Vamos esquecer as desgraças da nossa família por um tempo, primo. Vai dar tudo certo, amanhã ela tá na mesa comendo com todo mundo. Melhor a gente ir jantar, porque isso que você trouxe parece muito *tasty*… principalmente o vinho. — ela disse com um sorrisão que me animou a seguir, pronto pra curtir as últimas horas do meu aniversário.
Depois de jantar, acabamos jogando cartas enquanto bebia vinho.
A gente tava nessa quando de repente ela fala:
— E aí, já terminou com aquela menininha que te deixava tão doido?
— Com quem, a Cecília? Haha, faz anos que terminei com ela…
— E não tem ninguém especial hoje em dia? — ela perguntou.
— Tem. Alguém…
— Quem? — perguntou, tímida.
— Depois te conto… — falei, aumentando ainda mais a curiosidade dela, porque eu nunca tinha me recusado a contar algo antes.
A gente continuou jogando, enquanto meus olhos não paravam de olhar praquele decote enorme que ela tava usando naquele dia. Me surpreendi por não ter notado antes, mas rapidamente lembrei que minha prima tinha passado a maior parte da tarde com um moletom por cima.
Os peitos dela estavam deliciosos e provocantes. Nunca tinha visto eles tão apetitosos. Meu olhar tava cada vez mais descarado, e ela não ajudava em nada porque, tímida ou não, não fazia nada pra esconder as tetas de mim. Só me olhava de canto pra ver se eu tava vendo o que ela imaginava.
Depois de vários goles de vinho, o clima ficou mais animado. Minha prima não parava de rir e tentar me beliscar toda vez que ganhava de mim. Enquanto a gente jogava, o olhar dela tava perdido no meu. Entreperna. E o negócio é que naquela hora eu já tava com uma ereção permanente que parecia que não ia baixar.
Num dado momento, o tesão era tanto que eu sabia que se ficasse ali com minha prima, ia acabar subindo em cima dela, então tive que falar que ia no banheiro e levantei na hora.
Não aguentei mais e bati a primeira punheta em nome da minha prima. Jorros e jorros de porra escorrendo pelo vaso. Saí do banheiro um pouco mais aliviado, mas com o pau meia-bomba. Sabia que não ia demorar muito pra ficar duro de novo.
Quando voltei, parecia que ela tinha arrumado o decote de um jeito que os peitos dela ficavam mais à mostra. Sabia disso porque dava pra ver claramente o sutiã dela, coisa que não tinha visto até então. Isso me encheu de coragem e falei pra mim mesmo: Dane-se a família. Essa noite eu como minha prima, porque eu vou comer…
Continuamos jogando e quando ganhei dela de novo, dessa vez ela se jogou em cima de mim tentando me fazer cócegas.
— É minha chance… — pensei, e na hora comecei a brigar com ela, de um jeito que acabamos os dois em cima do sofá, que por sinal era bem grande porque era um sofá-cama, lutando pra fazer cócegas um no outro.
Numa das várias viradas que demos no sofá, quando senti que a bunda dela tava bem em cima do meu pau, comecei a pressionar devagar. Essa era a prova de fogo pra minha prima: se ela se afastasse ou levantasse rápido, até ali ia minha aventura e era sinal de que eu tava viajando por causa da bebida, mas se ela ficasse parada e deixasse, era o sinal pra eu perder a virgindade…
Minha prima não se mexeu. Só continuou brincando comigo, mas a bunda dela continuava em cima do meu pau, então apertei um pouco mais pra ter certeza de que ela tava sentindo, e meu pau ficou encaixado no canalzinho entre os glúteos dela.
Naquela hora, senti de repente minha prima se levantar e ir pra sala de jantar.
Fiquei paralisado. Não sabia o que fazer nem o que dizer. Me deu um pânico… Selvagem e um arrependimento enorme. Fiquei sentado talvez uns dois minutos com a mente girando e girando. De repente, ela voltou. Trouxe gelo com ela…
— Só foi pegar gelo… — falei comigo mesmo, um pouco mais calmo e sentindo o ar voltar.
— Vamos continuar jogando, mas agora com dados. Quem tirar o número menor perde… — disse ela animada, como se nada tivesse acontecido. — Mas dessa vez vamos deixar mais divertido. Quem ganhar pode dar um castigo pro outro…
— Tipo aquela vez da garrafa? — perguntei, lembrando na hora daquele jogo que a gente tinha jogado há tanto tempo.
— Algo assim… — respondeu, meio surpresa que eu ainda lembrava daquela ocasião, acho.
Começamos a jogar e, suponho que de tão animado e nervoso que eu tava, acabei perdendo.
— Perdeu!! — disse ela, super empolgada ao ver que o número dela era maior que o meu. — Agora… beija meus pés! — falou, tirando os tênis.
Sozinha ela tinha se enforcado. Rápido, sem precisar me forçar ou falar duas vezes, me ajoelhei e, pegando o pé dela, comecei a beijar dedo por dedo, chupando devagar cada um. Na hora ela tentou afastar o pé de mim, mas segurei firme e não deixei. Continuei beijando os tornozelos e a panturrilha, levantei o pé dela um pouco e fui subindo pelo joelho, aproveitando que minha priminha gostosa tava de saia. Quando tava indo pra parte interna da coxa, ela me parou e disse:
— Já chega, Luis…
Olhei pra ela. O rosto tava vermelho e parecia que ela ia gemer.
— Agora eu jogo primeiro… — falei.
Joguei os dados e saiu um 3. Dificilmente minha prima perderia, já que era a vez dela jogar.
— 4! Ganhou! — falei, e sem nem esperar ela dizer o castigo, me ajoelhei de novo na frente dela e, rápido, sem dar chance de reagir, peguei a perna dela e recomecei o que tinha deixado incompleto.
Agora sim, minha língua percorria a coxa dela à vontade, beijando e babando tudo sem parar. parar. Minha língua corria entre as pernas dela, que ela tentava fechar sem sucesso algum.
Fui subindo a saia dela conforme avançava e, quando cheguei na entreperna, chupei as coxas internas dela sem ir direto na buceta.
Minha prima já dava pequenos gemidos como se fosse uma gatinha.
— Aaauuuhhhmmmmmmm… hmmm…
Minha prima nessa altura já tinha a calcinha completamente encharcada com os sucos vaginais dela. Quando puxei a borda da calcinha e aquela visão maravilhosa do sexo dela exposto diante dos meus olhos apareceu, fiquei pasmo.
— Espera, Luis… — disse minha prima, tentando evitar o que seria inevitável depois disso.
Não liguei pra ela, ela estava gostosa demais pra eu perdoar a virgindade dela. Naquele momento, minha língua percorreu desde debaixo da buceta dela até o clitóris e os lábios vaginais com destreza.
— Aaaahhhhhhh Hmmmm… — Minha prima começou a gemer descontroladamente. Nós dois sabíamos que ninguém nos ouviria naquela hora da noite. Com uma mão, ela puxou com força meus cabelos e se recostou no sofá.
Eu estava decidido a desvirgar ela, mesmo sabendo que, por falta de uma parceira romântica na minha vida naquele momento, eu não tinha camisinhas.
Minha prima se contorcia no sofá e enchia minha língua de sucos, indicando o primeiro orgasmo dela da noite, bem quando um barulho forte nos alarmou.
Rapidamente, nós dois nos levantamos e, enquanto minha prima arrumava a saia, fui ver o que tinha acontecido. O barulho vinha do andar de cima, então subi as escadas apavorado que algum dos meus primos tivesse acordado. Abri o quarto onde eles dormiam e estava tudo em ordem. Os dois dormiam profundamente.
Naquele momento, lembrei que o cachorro dos vizinhos sempre derrubava coisas à noite e atribuí a travessura a ele. Voltei para o andar de baixo, pronto pra terminar meu serviço, mas minha prima já não estava mais na sala. Procurei por ela e acabei encontrando na cozinha.
Ela, ao me ver, abaixou a cabeça e, quando passou na minha frente, eu a peguei e A atração ela para o meu corpo, encostando a pica na bunda dela.
Meu pau estava bem enfiado no meio das nádegas dela, mas não ia ser só isso, então peguei ela pela cintura e, enquanto minhas mãos rodeavam os quadris dela, puxei ela pra mim e esfreguei mais o pau pra ele entrar mais fundo naqueles peitos duros.
O corpo dela tremeu e ela não conseguiu evitar um gemidinho leve.
-Hmmm…
Minhas duas mãos subiram pela barriga dela e, passando por baixo da blusa e até do sutiã, agarraram um peito cada uma, os mamilos dela endureceram e eu comecei um movimento de massagem com o polegar e o indicador, a cabeça dela estava jogada pra trás apoiada no meu ombro e pela primeira vez eu beijei ela na boca. Deus, que beijo tão gostoso. Juro que nunca tinha provado uns lábios tão deliciosos. Beijei ela com carinho enquanto ela abria a boca e colocava a língua pra fora, que eu chupei e suguei.
Ali estava eu, esfregando a pica na bunda da minha prima enquanto beijava ela e passava a mão nos peitos nus dela, no meio da cozinha, no dia do meu aniversário. Quem diria?
Minha mão direita desceu rápido e agarrou a buceta dela.
A calcinha caiu no chão rapidinho e eu enfiei a mão na virilha dela, esfregando toda aquela buceta que ardia como um animal no cio.
Sabia que se eu penetrasse ela naquele momento, não aguentaria nem dois minutos. A verdade é que não liguei. Beijei ela com profundidade e paixão, abri as pernas dela, abaixei a calça e a cueca e tirei minha pica, que estava prestes a explodir. Direcionei ela até a entrada da buceta dela e a cabeça entrou de imediato.
-Aaahhhhhh Hmmmm…- Entre gemidos e suspiros, Silvia me perguntou- vai doer? Hmm
Naquele momento, enfiei o tronco inteiro de uma só vez, porque aquela buceta estava tão lubrificada que eu sabia que nunca ia doer.
-AAAHHHHHHHHHH- Gemeu louca de prazer minha priminha.
Senti claramente como rompi a pelinha fina dela. Tinha desvirginado minha prima!
Peguei ela pelas nádegas com as duas mãos e, assim, em pé atrás dela, enquanto ela se inclinava pra frente, comecei a meter nela uma vez, outra vez e mais outra.
-AAAHHHHH HMMMM Que gostoso Luis, que gostoso…
-Hmmm que delícia que você tá, Silvia… Hmmm
Minhas bolas esquentaram pra caralho enquanto eu desvirginava minha priminha de 18 anos.
Naquele momento lembrei que não tinha camisinha. Olhei pra ela, mas ela parecia estar em outra dimensão e eu não aguentava mais. Acabei gozando tudo dentro dela…
-AAAAHHHH To gozando… Hmmm
Quando soltei toda minha porra, os dois ficamos sem palavras. Queria tirar de dentro, mas ela tava tão apertada e gostosa que não conseguia.
Nos dois nos perdemos num beijo sem fim e, depois de limpar um pouco o sangue e o sêmen que tinham caído no chão da cozinha, fomos dormir no meu quarto como um casal de recém-casados. Vestimos o pijama e, bem antes de dormir, minha prima me disse:
-Feliz aniversário, priminho…- Pra minha surpresa, naquele momento, minha prima se levantou na minha frente e, de um jeito sexy, foi tirando o pijama, primeiro a calça e depois a parte de cima, onde não usava sutiã, deixando os peitos dela no ar. Que peitos lindos: bonitos, grandes e bem empinados. Lembro como eles balançavam a cada movimento dela. -Ainda falta te dar seu presentinho em forma, não acha?- ela disse com uma voz sexy.
Quando terminou de se despir, veio na minha direção, tirou meu pijama como conseguiu enquanto a gente se beijava. Depois, ela subiu em cima de mim e enfiou um dos peitões dela na minha boca. Imediatamente comecei a chupar.
-Hmmm…- Ela gemia de prazer, se esfregando em mim.
Logo começou a me beijar, desceu pelo meu peito, pela minha barriga, até que alcançou com a boca minha pica, que tava durona pra caralho. Enfiou um pouco na boca, lambeu tudo em volta, e mordeu minhas bolas como nunca tinham feito antes. Resumindo, minha prima saboreou minha pica e depois começou a enfiar na boca dela de um jeito incrível.
-Puta que pariu, que puta…- pensei, porque pelo que ela tinha me dito, se Bem, ela era virgem, mas já tinha chupado o pau dos namorados várias vezes. E olha que ela tinha aprendido bem!
Ela enfiava e tirava devagar, ficou assim por uns minutos, o prazer era imenso, ainda mais pelo risco do proibido. Minha prima fazia cara de puta toda vez que enfiava. Dava pra ver que ela adorava ter aquilo ali e sabia que os caras ficavam loucos.
Pouco depois, ela conseguiu me fazer gozar. Engoliu todo o meu leite. Não deixou escapar uma gota.
Depois disso, a gente deitou e um tempo depois voltamos a foder como loucos. Naquela noite também arrombei o cu dela. Acho que não poderia ter recebido presente de aniversário melhor… http://www.poringa.net/edicion.form.php?id=1359223#
Naquele dia, ela tava fazendo 19 anos e, como todo ano no meu aniversário, cheguei em casa na hora do almoço, saindo do colégio, esperando que minha família me recebesse com uma festa surpresa, igual sempre faziam. Mas, quando entrei, a casa tava vazia, não tinha ninguém. Pouco depois, minha mãe ligou e disse que minha avó tinha sido internada e que meus tios e ela iam cuidar dela o dia inteiro, porque era o que os médicos tinham recomendado. Mesmo falando que só uma pessoa precisava ficar, eles não conseguiram se decidir quem ia, e no fim resolveram ficar todos. Ela também disse que minha prima Silvia já tava a caminho de casa e que, quando ela chegasse, eu ajudasse ela a cuidar dos meus dois priminhos, dar comida pra eles e botar eles pra dormir cedo.
Um tempinho depois, bateram na porta e eu fui atender. Na hora, vi minha prima Silvia, se virando como podia com os dois primos pequenos, que vinham mais levados do que nunca.
— Oi, como cê tá? — falei, todo animado de ver ela, porque era minha prima favorita.
— Oi! Aqui, me virando com esse par de pestinhas que não sabem se comportar. Minha tia ainda não chegou?
— Não, ela acabou de ligar pra dizer que só voltam amanhã, porque vão ficar cuidando da vó.
— Uffa, casa só pra gente, hein? Se não fosse por esses dois, a gente ia armar uma festa sem igual. — ela falou, piscando o olho e me dando um abraço enorme. — Feliz aniversário, priminho! Sabe que eu te amo pra caralho!
Minha prima Silvia é um ano mais nova que eu e, mesmo eu gostando dela só como minha priminha mais nova, nunca deixei de reparar que ela era uma gostosa: 1,75 de altura, cabelo castanho, peitão grande, uma bunda grande e durinha, e umas pernas lindas de morrer, por causa da patinação que ela praticava desde pequena. Minha relação com ela sempre foi muito boa; a gente sempre jogava cartas, videogame, vários tipos de jogo de tabuleiro, e até um dia a gente chegou a jogar garrafa. Sempre que ela ficava em casa, a gente... dormir na minha casa, a gente se entretinha até altas horas da noite e até continuava brincando quando todo mundo já tava dormindo. Aquele dia não ia ser diferente, ainda mais sendo meu aniversário, porque ela nunca gostou de deixar datas importantes passarem batido e, mesmo com a vovó doente, me disse que a gente tinha que comemorar, mesmo que fosse uma festinha simples e pequena.
De tarde, saí pra comprar um vinho bom e algo gostoso pra jantar enquanto ela cuidava dos meus priminhos. Não sei por que, mas naquela tarde fiz as compras como se fosse mais um encontro romântico do que um jantar de aniversário com a minha prima.
Já de noite, lá pelas 8h30, eu tava fumando um cigarro na janela do meu quarto que dava pra rua quando minha prima chegou do meu lado e falou:
— Finalmente consegui fazer esses pequenos monstros dormirem…
Olhei pra ela de frente e notei que tava recém-banhadinha. O cabelo dela, molhado e lavado na hora, perfumava o quarto de um jeito delicioso.
Não consegui me segurar com aquele cheiro de mulher fresca, que me pareceu terrivelmente excitante. Na hora, tive uma ereção que me surpreendeu, porque nunca antes tinha imaginado ter um pensamento fora de contexto com minha priminha — apesar de já ter admirado a beleza exorbitante dela várias vezes, nunca tinha ficado excitado com ela.
— Olha que essa é uma tarefa difícil… — foi a única coisa que consegui dizer.
— Então, vamos começar a festejar o priminho mais lindo do mundo? Ou você vai ficar aí parada olhando pela janela a noite toda…
Olhei pra ela de novo, mas dessa vez reparei bem no corpo dela. Naquele momento, minha libido começou a imaginar a mulher, não a priminha. E é que a Silvia tinha um corpo realmente espetacular!
Sem mentir pra vocês, só de olhar, dava pra jurar que aquele par de peitos nunca caberia nas palmas das minhas mãos, e isso me encantava, porque eu sempre gostei de mulheres peitudas e ainda mais assim, bem molduradinhas como minha prima!
A bunda dela Era colossal. Um verdadeiro par de bundas carnudas e suculentas.
E o mais importante, a Silvia era virgem! Sabia disso porque eu sempre fui o confidente dela, e ela sempre me contava tudo, até o que não contava pros pais.
— Tô falando com você, Luis… — ela disse, caindo na risada. — É que você ficou mudo, primo?
— Desculpa… — falei, tentando me ligar. — Fiquei pensando na vó…
— Vamos esquecer as desgraças da nossa família por um tempo, primo. Vai dar tudo certo, amanhã ela tá na mesa comendo com todo mundo. Melhor a gente ir jantar, porque isso que você trouxe parece muito *tasty*… principalmente o vinho. — ela disse com um sorrisão que me animou a seguir, pronto pra curtir as últimas horas do meu aniversário.
Depois de jantar, acabamos jogando cartas enquanto bebia vinho.
A gente tava nessa quando de repente ela fala:
— E aí, já terminou com aquela menininha que te deixava tão doido?
— Com quem, a Cecília? Haha, faz anos que terminei com ela…
— E não tem ninguém especial hoje em dia? — ela perguntou.
— Tem. Alguém…
— Quem? — perguntou, tímida.
— Depois te conto… — falei, aumentando ainda mais a curiosidade dela, porque eu nunca tinha me recusado a contar algo antes.
A gente continuou jogando, enquanto meus olhos não paravam de olhar praquele decote enorme que ela tava usando naquele dia. Me surpreendi por não ter notado antes, mas rapidamente lembrei que minha prima tinha passado a maior parte da tarde com um moletom por cima.
Os peitos dela estavam deliciosos e provocantes. Nunca tinha visto eles tão apetitosos. Meu olhar tava cada vez mais descarado, e ela não ajudava em nada porque, tímida ou não, não fazia nada pra esconder as tetas de mim. Só me olhava de canto pra ver se eu tava vendo o que ela imaginava.
Depois de vários goles de vinho, o clima ficou mais animado. Minha prima não parava de rir e tentar me beliscar toda vez que ganhava de mim. Enquanto a gente jogava, o olhar dela tava perdido no meu. Entreperna. E o negócio é que naquela hora eu já tava com uma ereção permanente que parecia que não ia baixar.
Num dado momento, o tesão era tanto que eu sabia que se ficasse ali com minha prima, ia acabar subindo em cima dela, então tive que falar que ia no banheiro e levantei na hora.
Não aguentei mais e bati a primeira punheta em nome da minha prima. Jorros e jorros de porra escorrendo pelo vaso. Saí do banheiro um pouco mais aliviado, mas com o pau meia-bomba. Sabia que não ia demorar muito pra ficar duro de novo.
Quando voltei, parecia que ela tinha arrumado o decote de um jeito que os peitos dela ficavam mais à mostra. Sabia disso porque dava pra ver claramente o sutiã dela, coisa que não tinha visto até então. Isso me encheu de coragem e falei pra mim mesmo: Dane-se a família. Essa noite eu como minha prima, porque eu vou comer…
Continuamos jogando e quando ganhei dela de novo, dessa vez ela se jogou em cima de mim tentando me fazer cócegas.
— É minha chance… — pensei, e na hora comecei a brigar com ela, de um jeito que acabamos os dois em cima do sofá, que por sinal era bem grande porque era um sofá-cama, lutando pra fazer cócegas um no outro.
Numa das várias viradas que demos no sofá, quando senti que a bunda dela tava bem em cima do meu pau, comecei a pressionar devagar. Essa era a prova de fogo pra minha prima: se ela se afastasse ou levantasse rápido, até ali ia minha aventura e era sinal de que eu tava viajando por causa da bebida, mas se ela ficasse parada e deixasse, era o sinal pra eu perder a virgindade…
Minha prima não se mexeu. Só continuou brincando comigo, mas a bunda dela continuava em cima do meu pau, então apertei um pouco mais pra ter certeza de que ela tava sentindo, e meu pau ficou encaixado no canalzinho entre os glúteos dela.
Naquela hora, senti de repente minha prima se levantar e ir pra sala de jantar.
Fiquei paralisado. Não sabia o que fazer nem o que dizer. Me deu um pânico… Selvagem e um arrependimento enorme. Fiquei sentado talvez uns dois minutos com a mente girando e girando. De repente, ela voltou. Trouxe gelo com ela…
— Só foi pegar gelo… — falei comigo mesmo, um pouco mais calmo e sentindo o ar voltar.
— Vamos continuar jogando, mas agora com dados. Quem tirar o número menor perde… — disse ela animada, como se nada tivesse acontecido. — Mas dessa vez vamos deixar mais divertido. Quem ganhar pode dar um castigo pro outro…
— Tipo aquela vez da garrafa? — perguntei, lembrando na hora daquele jogo que a gente tinha jogado há tanto tempo.
— Algo assim… — respondeu, meio surpresa que eu ainda lembrava daquela ocasião, acho.
Começamos a jogar e, suponho que de tão animado e nervoso que eu tava, acabei perdendo.
— Perdeu!! — disse ela, super empolgada ao ver que o número dela era maior que o meu. — Agora… beija meus pés! — falou, tirando os tênis.
Sozinha ela tinha se enforcado. Rápido, sem precisar me forçar ou falar duas vezes, me ajoelhei e, pegando o pé dela, comecei a beijar dedo por dedo, chupando devagar cada um. Na hora ela tentou afastar o pé de mim, mas segurei firme e não deixei. Continuei beijando os tornozelos e a panturrilha, levantei o pé dela um pouco e fui subindo pelo joelho, aproveitando que minha priminha gostosa tava de saia. Quando tava indo pra parte interna da coxa, ela me parou e disse:
— Já chega, Luis…
Olhei pra ela. O rosto tava vermelho e parecia que ela ia gemer.
— Agora eu jogo primeiro… — falei.
Joguei os dados e saiu um 3. Dificilmente minha prima perderia, já que era a vez dela jogar.
— 4! Ganhou! — falei, e sem nem esperar ela dizer o castigo, me ajoelhei de novo na frente dela e, rápido, sem dar chance de reagir, peguei a perna dela e recomecei o que tinha deixado incompleto.
Agora sim, minha língua percorria a coxa dela à vontade, beijando e babando tudo sem parar. parar. Minha língua corria entre as pernas dela, que ela tentava fechar sem sucesso algum.
Fui subindo a saia dela conforme avançava e, quando cheguei na entreperna, chupei as coxas internas dela sem ir direto na buceta.
Minha prima já dava pequenos gemidos como se fosse uma gatinha.
— Aaauuuhhhmmmmmmm… hmmm…
Minha prima nessa altura já tinha a calcinha completamente encharcada com os sucos vaginais dela. Quando puxei a borda da calcinha e aquela visão maravilhosa do sexo dela exposto diante dos meus olhos apareceu, fiquei pasmo.
— Espera, Luis… — disse minha prima, tentando evitar o que seria inevitável depois disso.
Não liguei pra ela, ela estava gostosa demais pra eu perdoar a virgindade dela. Naquele momento, minha língua percorreu desde debaixo da buceta dela até o clitóris e os lábios vaginais com destreza.
— Aaaahhhhhhh Hmmmm… — Minha prima começou a gemer descontroladamente. Nós dois sabíamos que ninguém nos ouviria naquela hora da noite. Com uma mão, ela puxou com força meus cabelos e se recostou no sofá.
Eu estava decidido a desvirgar ela, mesmo sabendo que, por falta de uma parceira romântica na minha vida naquele momento, eu não tinha camisinhas.
Minha prima se contorcia no sofá e enchia minha língua de sucos, indicando o primeiro orgasmo dela da noite, bem quando um barulho forte nos alarmou.
Rapidamente, nós dois nos levantamos e, enquanto minha prima arrumava a saia, fui ver o que tinha acontecido. O barulho vinha do andar de cima, então subi as escadas apavorado que algum dos meus primos tivesse acordado. Abri o quarto onde eles dormiam e estava tudo em ordem. Os dois dormiam profundamente.
Naquele momento, lembrei que o cachorro dos vizinhos sempre derrubava coisas à noite e atribuí a travessura a ele. Voltei para o andar de baixo, pronto pra terminar meu serviço, mas minha prima já não estava mais na sala. Procurei por ela e acabei encontrando na cozinha.
Ela, ao me ver, abaixou a cabeça e, quando passou na minha frente, eu a peguei e A atração ela para o meu corpo, encostando a pica na bunda dela.
Meu pau estava bem enfiado no meio das nádegas dela, mas não ia ser só isso, então peguei ela pela cintura e, enquanto minhas mãos rodeavam os quadris dela, puxei ela pra mim e esfreguei mais o pau pra ele entrar mais fundo naqueles peitos duros.
O corpo dela tremeu e ela não conseguiu evitar um gemidinho leve.
-Hmmm…
Minhas duas mãos subiram pela barriga dela e, passando por baixo da blusa e até do sutiã, agarraram um peito cada uma, os mamilos dela endureceram e eu comecei um movimento de massagem com o polegar e o indicador, a cabeça dela estava jogada pra trás apoiada no meu ombro e pela primeira vez eu beijei ela na boca. Deus, que beijo tão gostoso. Juro que nunca tinha provado uns lábios tão deliciosos. Beijei ela com carinho enquanto ela abria a boca e colocava a língua pra fora, que eu chupei e suguei.
Ali estava eu, esfregando a pica na bunda da minha prima enquanto beijava ela e passava a mão nos peitos nus dela, no meio da cozinha, no dia do meu aniversário. Quem diria?
Minha mão direita desceu rápido e agarrou a buceta dela.
A calcinha caiu no chão rapidinho e eu enfiei a mão na virilha dela, esfregando toda aquela buceta que ardia como um animal no cio.
Sabia que se eu penetrasse ela naquele momento, não aguentaria nem dois minutos. A verdade é que não liguei. Beijei ela com profundidade e paixão, abri as pernas dela, abaixei a calça e a cueca e tirei minha pica, que estava prestes a explodir. Direcionei ela até a entrada da buceta dela e a cabeça entrou de imediato.
-Aaahhhhhh Hmmmm…- Entre gemidos e suspiros, Silvia me perguntou- vai doer? Hmm
Naquele momento, enfiei o tronco inteiro de uma só vez, porque aquela buceta estava tão lubrificada que eu sabia que nunca ia doer.
-AAAHHHHHHHHHH- Gemeu louca de prazer minha priminha.
Senti claramente como rompi a pelinha fina dela. Tinha desvirginado minha prima!
Peguei ela pelas nádegas com as duas mãos e, assim, em pé atrás dela, enquanto ela se inclinava pra frente, comecei a meter nela uma vez, outra vez e mais outra.
-AAAHHHHH HMMMM Que gostoso Luis, que gostoso…
-Hmmm que delícia que você tá, Silvia… Hmmm
Minhas bolas esquentaram pra caralho enquanto eu desvirginava minha priminha de 18 anos.
Naquele momento lembrei que não tinha camisinha. Olhei pra ela, mas ela parecia estar em outra dimensão e eu não aguentava mais. Acabei gozando tudo dentro dela…
-AAAAHHHH To gozando… Hmmm
Quando soltei toda minha porra, os dois ficamos sem palavras. Queria tirar de dentro, mas ela tava tão apertada e gostosa que não conseguia.
Nos dois nos perdemos num beijo sem fim e, depois de limpar um pouco o sangue e o sêmen que tinham caído no chão da cozinha, fomos dormir no meu quarto como um casal de recém-casados. Vestimos o pijama e, bem antes de dormir, minha prima me disse:
-Feliz aniversário, priminho…- Pra minha surpresa, naquele momento, minha prima se levantou na minha frente e, de um jeito sexy, foi tirando o pijama, primeiro a calça e depois a parte de cima, onde não usava sutiã, deixando os peitos dela no ar. Que peitos lindos: bonitos, grandes e bem empinados. Lembro como eles balançavam a cada movimento dela. -Ainda falta te dar seu presentinho em forma, não acha?- ela disse com uma voz sexy.
Quando terminou de se despir, veio na minha direção, tirou meu pijama como conseguiu enquanto a gente se beijava. Depois, ela subiu em cima de mim e enfiou um dos peitões dela na minha boca. Imediatamente comecei a chupar.
-Hmmm…- Ela gemia de prazer, se esfregando em mim.
Logo começou a me beijar, desceu pelo meu peito, pela minha barriga, até que alcançou com a boca minha pica, que tava durona pra caralho. Enfiou um pouco na boca, lambeu tudo em volta, e mordeu minhas bolas como nunca tinham feito antes. Resumindo, minha prima saboreou minha pica e depois começou a enfiar na boca dela de um jeito incrível.
-Puta que pariu, que puta…- pensei, porque pelo que ela tinha me dito, se Bem, ela era virgem, mas já tinha chupado o pau dos namorados várias vezes. E olha que ela tinha aprendido bem!
Ela enfiava e tirava devagar, ficou assim por uns minutos, o prazer era imenso, ainda mais pelo risco do proibido. Minha prima fazia cara de puta toda vez que enfiava. Dava pra ver que ela adorava ter aquilo ali e sabia que os caras ficavam loucos.
Pouco depois, ela conseguiu me fazer gozar. Engoliu todo o meu leite. Não deixou escapar uma gota.
Depois disso, a gente deitou e um tempo depois voltamos a foder como loucos. Naquela noite também arrombei o cu dela. Acho que não poderia ter recebido presente de aniversário melhor… http://www.poringa.net/edicion.form.php?id=1359223#
Comentarios Destacados
37 comentários - Desvirge a mi primita
Quiero leer mas relatos tuyos! Me fascino este!! La verdad me hubiese encantado que antes de terminarlo cuentes tambien si le hiciste la cola!! O sea, detalladamente como lo anterior!
Pero muy bueno, me gusto!
A favoritos para volver con puntos!!! 😉
solo te falta poner aunque sea una foto y salen puntos
Pero re piola si te paso en el cumpleaños!
Que Ganador! WINNER!
Muy bueno¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡
🤤 🤤 🤤 🤤
Yo tengo un primo Luis y nunca logré que me cojiera... vos sos mejor que él... jajaja.
Pasá por casa cuando quieras linnnnnnnnnndo 😉 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
Demonios, Que pedazo de hembra 🤤
Jodeme, esa es tu prima? Diosss!!!!!
jajaja che las fotos de esta minita hace muchoooooooooo que dan vueltas por poringa y todo internet.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2434806/Mi-prima-y-yo-una-relacion-rara.html?notification#comment-87069