Fala, galera! Agora vou trazer essa parte do diário da Edna que me deixou de boca aberta, porque ela acabou sendo mais puta do que eu imaginava.
Essa mina é boa pra foder e muito gostosa, por sinal... agora entendi!!!! Olha só como ela se diverte com o bichinho dela... não é à toa que ela ama tanto ele!!Navegando na internet, acidentalmente tinha visto uns sites pornô onde mulheres são montadas pelos seus cachorros; no primeiro dia fiquei meio chocada de ver aquelas imagens, embora parecesse que elas estavam gostando; a tarde toda essas imagens ficaram rondando minha mente.
No segundo dia, já de volta em casa, estava guardando o carro quando vi um par de cachorros que estavam no ato, enquanto meu cachorro chiava, grunhia e latia com uma loucura doida atrás da cerca. Finalmente, entrei, o cachorro nem ligou pra mim. O tesão do sexo com animais inquietava minha mente, então fiquei navegando um pouco, encontrando alguns sites onde já pude assistir vídeos que me causaram uma sensação estranha e despertaram ainda mais minha curiosidade.
Passada mais ou menos meia hora, saí pra dar comida pro Dogger (meu cachorro, um pastor belga) e observei que os cachorros da rua ainda estavam engatados, e só passou pela minha cabeça o que a putinha podia estar sentindo depois de tanto tempo com a pica enfiada.
Continuei navegando, vendo vários vídeos e lendo histórias e supostos depoimentos. Antes de dormir, saí pra dar água pro cachorro; como sempre, ele sentou esperando a água, e irresistivelmente vi que entre as patas dele tinha uma pica comprida com um botão meio inchado, e na ponta aparecia a cabecinha rosada e molhada.
Fui dormir e tive sonhos meio molhados, onde tocava a pica enorme de um cavalo, nadava entre golfinhos que enroscavam a pica nas minhas pernas, roçavam minha racha e meu cu, um porco que chupava minha boceta e um cachorro que deslizava a pica entre minhas nádegas. Acordei me sentindo meio perturbada.
A ideia ficou girando na minha cabeça o dia todo, avaliando possibilidades. Então, quando cheguei em casa, chamei o Dogger, acariciei ele um pouco e desci a mão até a pica dele pra acariciar, e depois de várias passadas, tinha na minha mão um botãozão duro e inchado. Dogger ficou inquieto, soltei ele, ele se levantou e pulava todo excitado, se esfregando e me empurrando, então entrei em casa.
Depois de um Rapidamente me despi, só mantendo minha calcinha fio dental… naquele momento eu tava com um leve tremor e excitação, embora também tivesse receio e um pouco de medo… fiquei de quatro, abri um pouco a porta e chamei o dogger, ele veio rapidinho, encontrando minha bunda bem empinada, começou a cheirar e lamber as nádegas… a língua quente dele deslizava deliciosamente enquanto ele enfiava o nariz e bufava, captando o cheiro da minha buceta, aquela sensação era tão gostosa que puxei a calcinha pro lado pra deixar a pussy exposta…. Dogger intensificou as lambidas tão gostosas que arrepiou minha pele, minha pussy começou a ficar melada, dogger saboreava meus sucos, lambia meu cu, deslizava a língua enorme entre minhas nádegas… puta merda, fiquei com muito tesão… dogger choramingava baixinho e arranhava a porta querendo entrar, mas a abertura da porta impedia, dogger na desesperação me deu um arranhão na bunda que ardeu e eu parei a ação, deixando o pobre cachorro mais tarado que eu, porque cai na real que meu cachorro só montou uma cadela no ano e meio de vida dele e isso foi uns 8 meses atrás.
Entrei no quarto, passei óleo de bebê nas mãos e comecei a me esfregar enquanto fantasiava com a possibilidade do dogger me montar.
No dia seguinte voltei do trabalho meio cansada e com o estresse em cima, descansei um pouco… fiquei com tesão e a ideia rondou minha cabeça de novo. Cedendo um pouco à putaria, repeti a façanha do dia anterior, só que agora vestia uma mini saia, então só levantei ela e tirei a calcinha… as lambidas do dogger foram incríveis, arrepiaram minha pele, ele enfiava a língua na minha buceta e eu me tremia… o nervosismo me venceu e me levantei, deixando o dogger de novo todo excitado.
Mais tarde saí pra dar comida pro dogger e qual foi minha surpresa, quando saí, dogger começou a brincar comigo, soltava latidos curtos, pulando e empurrando que quase me fez cair, tentei voltar pra casa mas ele me fechou o caminho com a insistência dele, dei a volta pra entrar. garagem e quando o filho da puta viu que eu virei as costas, ele se levantou, me empurrando com as patas dianteiras e apoiando todo o peso dele na minha cintura, conseguindo me derrubar no chão…. Antes de cair, dei um passo grande, fazendo a minha mini saia subir quase até o meio da bunda… Imediatamente, o Dogger subiu em cima, apertando com força meus quadris com as patas dianteiras, se esfregando com investidas desesperadas onde o pau quente e molhado dele roçava minha bunda, a entreperna, deu uma roçada na minha buceta, senti a pontinha do pau dele molhada e realmente quente esfregar meu cu, o corpo ficou todo arrepiado…. Entre lutas, risadas e tal…. Finalmente consegui me soltar e me levantei… pensei um pouco e com determinação decidi fazer, então falei: Dogger, é o seu grande dia.
Levei o cachorro para o quarto, entrei no banheiro para me despir enquanto o Dogger chorava desesperado.
Saí e o Dogger estava sentado com o pau duro e a ponta de fora, me deitei no chão e, sem nem me dar tempo, o Dogger se jogou abrindo minhas pernas, lambeu minha buceta com ânsia selvagem, sem descanso e sem desperdiçar nenhuma gota dos meus sucos.
O nervosismo dessa situação que era totalmente nova para mim, a emoção e a satisfação que as lambidas dele me causavam arrancaram uns pequenos gemidos que aos poucos foram aumentando… senti que enlouquecia até que, sem resistir mais, explodi num orgasmo suculento do qual meu Dogger saboreou todo o caldo.
Eu o afastei para me levantar… já de pé, sentia um pouco de medo de pensar que o Dogger enfiasse o botãozão dele em mim, então só me inclinei um pouco, imediatamente o Dogger tentou subir e começaram as investidas tentando me foder. O pau dele roçou minha entreperna, me inclinei um pouco mais e finalmente o pau dele começou a sulcar a carne molhada da minha buceta quente… o Dogger empurrava querendo enfiar tudo, mas minha posição não permitia… continuamos assim por uns minutos até o Dogger se cansar; minha buceta A buceta ficou muito quente, minhas pernas tremiam, o dogger enfiou o nariz entre minhas pernas e voltou ao ataque, me inclinei de novo pra continuar sentindo aquela yummy cock.
Depois de tanta picada, fiquei realmente molhada; já com a buceta inundada de umidade, senti que minhas pernas não aguentavam… a luxúria e a necessidade de cock me fizeram entender que estava pronta pra cock dele. Desabei na beira da cama, ficando de quatro com a buceta completamente exposta pra recebê-lo.
Ele afundou um pouco o nariz, deu uma última lambida, enquanto de baixo eu observava o pinto dele completamente à mostra, vermelho, duro e pingando os sucos dele, eu estava queimando de tesão e nervosa, implorando em silêncio que ele me montasse e me comesse.
Instintivamente, ele subiu em cima de mim; puxando meus quadris, começou a se mexer.
A cock dele, molhada e quente, deslizava desesperada de uma nádega pra outra, depois entre as pernas, como se não se encaixasse… enquanto isso, minha buceta pulsava quente e meu cu se contraía… por momentos, ele se alinhava no meu cu, deslizando a vergota quente deliciosamente na minha bunda, de repente e em questão de segundos, ele se encaixou enquanto empurrava, sulcando minha buceta, assim que o pinto dele sentiu meu sexo quente, ele me atacou selvagemente com empurrões muito fortes, me aprisionando ainda mais com as patas dianteiras, investiu sem piedade contra mim, cada vez com mais força até que de uma vez só enterrou o pinto inteiro nas minhas entranhas, arrancando de mim um barulho entre gemido e gritinho.
As investidas se intensificaram, me fazendo sentir a força animal de um macho no cio, me sentindo completamente descontrolada, sem freio; meu pulso estava aceleradíssimo e o coração batia forte no meu peito enquanto eu aproveitava como uma puta as pancadas enormes do dogger, soltando todo tipo de gritos e gemidos, enquanto o dogger, entre ofegos e pequenos grunhidos no meu pescoço, parecia me dizer o quanto estava gostando.
Ser montada. por um cachorro era a loucura mais intensa que eu já tinha vivido até aquele momento, suas investidas rápidas, violentas e prazerosas pareciam não ter fim; a pica dele estava causando estragos na minha buceta, sua carne animal entrava e saía de mim me enchendo de prazer.
Dogger continuava me comendo sem descanso, eu pedia mais como se ele me entendesse, de repente seu pau incandescente cresceu subitamente dentro de mim, dilatando cada vez mais, Dogger investia brutalmente, eu sentia minha buceta amplamente esticada, cheia de carne, com um nó duríssimo e enorme que me fez torcer, não sei se de dor ou prazer.
Logo explodiu dentro de mim um orgasmo dos mais intensos, durante o qual Dogger expeliu abundantemente a grande quantidade de porra acumulada por 8 longos meses.
Senti minha buceta cheia até explodir com seu pau enorme e seus sucos abundantes, dando seus últimos empurrões ele parou de me montar… naquele momento eu já estava bem enfiada, não conseguia nem me mexer, estávamos totalmente abotoados… Dogger quis se virar, mas eu não permiti, segurando sua pata dianteira, pois ficar de costas um para o outro teria tornado a separação imediata bem difícil e dolorosa, seria muito doloroso para mim e eu queria continuar aproveitando aquele pau; estava morrendo de vontade de saber como é ficar enfiada, bem abotoada e sem poder se mexer por meia hora por causa do tremendo nó que o pau dele tem dentro de mim.
Passaram-se longos e cansativos minutos em que Dogger se mexia querendo se soltar de mim, me dando puxões fortes que pareciam que iam estourar minha bunda enquanto o nó dele continuava duro.
Finalmente o inchaço foi diminuindo até que o botão conseguiu sair, deixando minha buceta aberta, permitindo que escorresse a porra abundante de Dogger.
Me levantei para tomar banho e ao andar minha buceta destilava os sucos de Dogger que escorriam pelas minhas pernas.
Tomei banho e me preparei para dormir, cansada, extasiada, ainda perturbada pela nova experiência, não sei por quanto tempo mais Hare… espero que seja o mínimo, mas agora que Dogger e eu nos conhecemos melhor, acho que vai ser mais fácil.
Essa mina é boa pra foder e muito gostosa, por sinal... agora entendi!!!! Olha só como ela se diverte com o bichinho dela... não é à toa que ela ama tanto ele!!Navegando na internet, acidentalmente tinha visto uns sites pornô onde mulheres são montadas pelos seus cachorros; no primeiro dia fiquei meio chocada de ver aquelas imagens, embora parecesse que elas estavam gostando; a tarde toda essas imagens ficaram rondando minha mente.
No segundo dia, já de volta em casa, estava guardando o carro quando vi um par de cachorros que estavam no ato, enquanto meu cachorro chiava, grunhia e latia com uma loucura doida atrás da cerca. Finalmente, entrei, o cachorro nem ligou pra mim. O tesão do sexo com animais inquietava minha mente, então fiquei navegando um pouco, encontrando alguns sites onde já pude assistir vídeos que me causaram uma sensação estranha e despertaram ainda mais minha curiosidade.
Passada mais ou menos meia hora, saí pra dar comida pro Dogger (meu cachorro, um pastor belga) e observei que os cachorros da rua ainda estavam engatados, e só passou pela minha cabeça o que a putinha podia estar sentindo depois de tanto tempo com a pica enfiada.
Continuei navegando, vendo vários vídeos e lendo histórias e supostos depoimentos. Antes de dormir, saí pra dar água pro cachorro; como sempre, ele sentou esperando a água, e irresistivelmente vi que entre as patas dele tinha uma pica comprida com um botão meio inchado, e na ponta aparecia a cabecinha rosada e molhada.
Fui dormir e tive sonhos meio molhados, onde tocava a pica enorme de um cavalo, nadava entre golfinhos que enroscavam a pica nas minhas pernas, roçavam minha racha e meu cu, um porco que chupava minha boceta e um cachorro que deslizava a pica entre minhas nádegas. Acordei me sentindo meio perturbada.
A ideia ficou girando na minha cabeça o dia todo, avaliando possibilidades. Então, quando cheguei em casa, chamei o Dogger, acariciei ele um pouco e desci a mão até a pica dele pra acariciar, e depois de várias passadas, tinha na minha mão um botãozão duro e inchado. Dogger ficou inquieto, soltei ele, ele se levantou e pulava todo excitado, se esfregando e me empurrando, então entrei em casa.
Depois de um Rapidamente me despi, só mantendo minha calcinha fio dental… naquele momento eu tava com um leve tremor e excitação, embora também tivesse receio e um pouco de medo… fiquei de quatro, abri um pouco a porta e chamei o dogger, ele veio rapidinho, encontrando minha bunda bem empinada, começou a cheirar e lamber as nádegas… a língua quente dele deslizava deliciosamente enquanto ele enfiava o nariz e bufava, captando o cheiro da minha buceta, aquela sensação era tão gostosa que puxei a calcinha pro lado pra deixar a pussy exposta…. Dogger intensificou as lambidas tão gostosas que arrepiou minha pele, minha pussy começou a ficar melada, dogger saboreava meus sucos, lambia meu cu, deslizava a língua enorme entre minhas nádegas… puta merda, fiquei com muito tesão… dogger choramingava baixinho e arranhava a porta querendo entrar, mas a abertura da porta impedia, dogger na desesperação me deu um arranhão na bunda que ardeu e eu parei a ação, deixando o pobre cachorro mais tarado que eu, porque cai na real que meu cachorro só montou uma cadela no ano e meio de vida dele e isso foi uns 8 meses atrás.
Entrei no quarto, passei óleo de bebê nas mãos e comecei a me esfregar enquanto fantasiava com a possibilidade do dogger me montar.
No dia seguinte voltei do trabalho meio cansada e com o estresse em cima, descansei um pouco… fiquei com tesão e a ideia rondou minha cabeça de novo. Cedendo um pouco à putaria, repeti a façanha do dia anterior, só que agora vestia uma mini saia, então só levantei ela e tirei a calcinha… as lambidas do dogger foram incríveis, arrepiaram minha pele, ele enfiava a língua na minha buceta e eu me tremia… o nervosismo me venceu e me levantei, deixando o dogger de novo todo excitado.
Mais tarde saí pra dar comida pro dogger e qual foi minha surpresa, quando saí, dogger começou a brincar comigo, soltava latidos curtos, pulando e empurrando que quase me fez cair, tentei voltar pra casa mas ele me fechou o caminho com a insistência dele, dei a volta pra entrar. garagem e quando o filho da puta viu que eu virei as costas, ele se levantou, me empurrando com as patas dianteiras e apoiando todo o peso dele na minha cintura, conseguindo me derrubar no chão…. Antes de cair, dei um passo grande, fazendo a minha mini saia subir quase até o meio da bunda… Imediatamente, o Dogger subiu em cima, apertando com força meus quadris com as patas dianteiras, se esfregando com investidas desesperadas onde o pau quente e molhado dele roçava minha bunda, a entreperna, deu uma roçada na minha buceta, senti a pontinha do pau dele molhada e realmente quente esfregar meu cu, o corpo ficou todo arrepiado…. Entre lutas, risadas e tal…. Finalmente consegui me soltar e me levantei… pensei um pouco e com determinação decidi fazer, então falei: Dogger, é o seu grande dia.
Levei o cachorro para o quarto, entrei no banheiro para me despir enquanto o Dogger chorava desesperado.
Saí e o Dogger estava sentado com o pau duro e a ponta de fora, me deitei no chão e, sem nem me dar tempo, o Dogger se jogou abrindo minhas pernas, lambeu minha buceta com ânsia selvagem, sem descanso e sem desperdiçar nenhuma gota dos meus sucos.
O nervosismo dessa situação que era totalmente nova para mim, a emoção e a satisfação que as lambidas dele me causavam arrancaram uns pequenos gemidos que aos poucos foram aumentando… senti que enlouquecia até que, sem resistir mais, explodi num orgasmo suculento do qual meu Dogger saboreou todo o caldo.
Eu o afastei para me levantar… já de pé, sentia um pouco de medo de pensar que o Dogger enfiasse o botãozão dele em mim, então só me inclinei um pouco, imediatamente o Dogger tentou subir e começaram as investidas tentando me foder. O pau dele roçou minha entreperna, me inclinei um pouco mais e finalmente o pau dele começou a sulcar a carne molhada da minha buceta quente… o Dogger empurrava querendo enfiar tudo, mas minha posição não permitia… continuamos assim por uns minutos até o Dogger se cansar; minha buceta A buceta ficou muito quente, minhas pernas tremiam, o dogger enfiou o nariz entre minhas pernas e voltou ao ataque, me inclinei de novo pra continuar sentindo aquela yummy cock.
Depois de tanta picada, fiquei realmente molhada; já com a buceta inundada de umidade, senti que minhas pernas não aguentavam… a luxúria e a necessidade de cock me fizeram entender que estava pronta pra cock dele. Desabei na beira da cama, ficando de quatro com a buceta completamente exposta pra recebê-lo.
Ele afundou um pouco o nariz, deu uma última lambida, enquanto de baixo eu observava o pinto dele completamente à mostra, vermelho, duro e pingando os sucos dele, eu estava queimando de tesão e nervosa, implorando em silêncio que ele me montasse e me comesse.
Instintivamente, ele subiu em cima de mim; puxando meus quadris, começou a se mexer.
A cock dele, molhada e quente, deslizava desesperada de uma nádega pra outra, depois entre as pernas, como se não se encaixasse… enquanto isso, minha buceta pulsava quente e meu cu se contraía… por momentos, ele se alinhava no meu cu, deslizando a vergota quente deliciosamente na minha bunda, de repente e em questão de segundos, ele se encaixou enquanto empurrava, sulcando minha buceta, assim que o pinto dele sentiu meu sexo quente, ele me atacou selvagemente com empurrões muito fortes, me aprisionando ainda mais com as patas dianteiras, investiu sem piedade contra mim, cada vez com mais força até que de uma vez só enterrou o pinto inteiro nas minhas entranhas, arrancando de mim um barulho entre gemido e gritinho.
As investidas se intensificaram, me fazendo sentir a força animal de um macho no cio, me sentindo completamente descontrolada, sem freio; meu pulso estava aceleradíssimo e o coração batia forte no meu peito enquanto eu aproveitava como uma puta as pancadas enormes do dogger, soltando todo tipo de gritos e gemidos, enquanto o dogger, entre ofegos e pequenos grunhidos no meu pescoço, parecia me dizer o quanto estava gostando.
Ser montada. por um cachorro era a loucura mais intensa que eu já tinha vivido até aquele momento, suas investidas rápidas, violentas e prazerosas pareciam não ter fim; a pica dele estava causando estragos na minha buceta, sua carne animal entrava e saía de mim me enchendo de prazer.
Dogger continuava me comendo sem descanso, eu pedia mais como se ele me entendesse, de repente seu pau incandescente cresceu subitamente dentro de mim, dilatando cada vez mais, Dogger investia brutalmente, eu sentia minha buceta amplamente esticada, cheia de carne, com um nó duríssimo e enorme que me fez torcer, não sei se de dor ou prazer.
Logo explodiu dentro de mim um orgasmo dos mais intensos, durante o qual Dogger expeliu abundantemente a grande quantidade de porra acumulada por 8 longos meses.
Senti minha buceta cheia até explodir com seu pau enorme e seus sucos abundantes, dando seus últimos empurrões ele parou de me montar… naquele momento eu já estava bem enfiada, não conseguia nem me mexer, estávamos totalmente abotoados… Dogger quis se virar, mas eu não permiti, segurando sua pata dianteira, pois ficar de costas um para o outro teria tornado a separação imediata bem difícil e dolorosa, seria muito doloroso para mim e eu queria continuar aproveitando aquele pau; estava morrendo de vontade de saber como é ficar enfiada, bem abotoada e sem poder se mexer por meia hora por causa do tremendo nó que o pau dele tem dentro de mim.
Passaram-se longos e cansativos minutos em que Dogger se mexia querendo se soltar de mim, me dando puxões fortes que pareciam que iam estourar minha bunda enquanto o nó dele continuava duro.
Finalmente o inchaço foi diminuindo até que o botão conseguiu sair, deixando minha buceta aberta, permitindo que escorresse a porra abundante de Dogger.
Me levantei para tomar banho e ao andar minha buceta destilava os sucos de Dogger que escorriam pelas minhas pernas.
Tomei banho e me preparei para dormir, cansada, extasiada, ainda perturbada pela nova experiência, não sei por quanto tempo mais Hare… espero que seja o mínimo, mas agora que Dogger e eu nos conhecemos melhor, acho que vai ser mais fácil.
2 comentários - Insaciável Edna (Diário de Eda 2)
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