El puesto de trabajo

Relato erótico de dominação realmente bom


O que pode te acontecer enquanto procura emprego?
Ainda era cedo demais para o expediente acabar, as horas se arrastravam lentas pelo escritório enquanto uma pilha de papelada ameaçava enterrar Victoria viva. Às vezes, sua rotina diária era interrompida por algum candidato a uma das vagas na empresa, o coitado se arriscava com sua apresentação a ser aceito ou não.

Fazia menos de seis meses que ela estava naquela empresa, a segunda maior do país. Como novata no serviço, ela se esforçava o dobro que qualquer funcionário para ganhar o respeito dos chefes e colegas. Ninguém podia se cobrar tanto quanto ela mesma fazia.

Uma batida na porta a fez levantar os olhos do trabalho. Ela olhou o relógio: uma e quarenta e cinco da tarde. O rapaz chegava quinze minutos atrasado; no relatório, ela anotou um ponto a menos. Ele nem tinha se dado ao trabalho de chegar na hora para a entrevista. Imperdoável.

Pela porta entrou um garoto loiro. Na ficha dele, constava a idade de vinte e três anos, mas ele aparentava mais. Seus olhos castanho-escuros tinham um olhar fogoso, ardente e vivo, mas a postura dos ombros caídos dizia que era alguém cansado de sei lá que provas difíceis na vida.

— Então, Adan — ela estava acostumada a ganhar a confiança das pessoas tratando-as por "você" desde o início, para acalmá-las numa entrevista melhor —, me conta por que você se interessaria por essa vaga e o que pode trazer como funcionário.

Adan esperou uns segundos antes de responder. Na frente dele, com um sorriso cordial, estava uma garota morena de apenas vinte e dois anos, talvez até da mesma idade que ele. Ela vestia uma blusa preta e uma calça jeans justa. Sem ser extremamente bonita, era agradável de se olhar. Os peitos dela eram de um tamanho que fazia questão de serem notados, mas ele desviou o olhar rápido, tentando evitar que ela percebesse seus pensamentos obscenos. As palavras dela o fizeram voltar à realidade, e ele começou a responder.

Uma a uma, surgiram as mesmas perguntas de sempre. faziam àquela multidão de desconhecidos que iam implorando por uma chance de mudar suas vidas. Alguns tinham sorte, passavam nessas entrevistas, outros não. Vitória tinha um bom coração, todos deveriam ter a oportunidade de provar seu valor. Mas aquele era o trabalho dela e, como tal, ela o executava com uma precisão rigorosa. E, infelizmente para aquele rapaz, não estava indo muito bem.

Ela olhou para o relógio, duas e dez, já estava saindo tarde. Forçou um sorriso enquanto continuava com aquela perda de tempo. Os candidatos não entendiam que o tempo dela era irrecuperável, ela era só mais uma peça na engrenagem da empresa, mas aqueles minutos perdidos eram o que ela precisava para comer. Enquanto Adão respondia mecanicamente, ela deixou esses pensamentos de lado. Não seria justo com ele, já era duro o bastante saber que não conseguiria o emprego. Ela se resignou enquanto seguia a rotina.

Quando bateram na porta, ela consultou o relógio, duas e vinte, não tinha mais entrevistas marcadas e não devia haver ninguém há um bom tempo no escritório dela.

— Entra — disse, intrigada.

A porta se abriu, dando passagem a um cara de um metro e oitenta, vestindo uma calça jeans azul escuro e uma camisa branca. O cabelo escuro como a noite destacava o verde dos olhos dele, uns olhos com vida própria e um olhar inteligente e frio.

— Falta muito pra você sair? — A voz dele era doce e forte ao mesmo tempo, Vitória sentiu um arrepio percorrendo a espinha diante da força dele. — Tô te esperando lá fora há um tempinho.

— Vou o mais rápido que der — As bochechas dela se coraram diante do olhar daquele homem.

Fazia apenas um mês que ela o conhecia, mas já tinha descoberto que ele era capaz de mexer no coração e no corpo dela mais sentimentos e sensações do que ela conseguia suportar. Ela ouviu a porta se fechar e criou coragem para levantar o olhar de novo.

Adão continuava olhando para ela, esperando. Ela ia continuar quando percebeu que o moreno não tinha saído da sala, ele tinha se sentado numa cadeira encostada na parede, observando-a. com um sorriso.

– O que você pode me contar sobre você? – Na voz dela, um tom que denotava o nervosismo que sentia.

Por trás de Adan, os olhos daquele demônio se cravaram nela, desejando-a, despindo-a com os pensamentos. A calcinha dela ficava molhada enquanto o coração batia cada vez mais forte. Ela precisava se lembrar de que só fazia um mês que o conhecia, mas não podia negar o enorme poder de atração que ele exercia sobre ela.

As respostas foram se sucedendo, mas Victoria já não conseguia se concentrar; de qualquer forma, o garoto não seria admitido, ela só queria que ele fosse embora. A cabeça dela não parava de repetir um mês, só o conheço há um mês. Ela o conheceu com um simples "oi", nem gostava muito de falar com estranhos, mas sentiu a necessidade de cumprimentar aquele em especial. O mistério daquela pessoa foi a envolvendo sem que ela percebesse, até seduzi-la. Em algum momento, ela decidiu se arriscar e dar um passo em direção a ele. Isso a levou a um mundo que ela desconhecia. A seduzia e a aterrorizava igualmente.

O nome dele era algo que ela tinha conseguido com dificuldade, mas ele a fazia chamá-lo de "Sombra". Desde o primeiro momento, ele mostrou sua sensualidade, seu vício em putaria, a inteligência que possuía, seu poder sobre as pessoas; a obrigou a chamá-lo de dono, mostrou a ela um caminho tão sombrio quanto erótico. A cada passo que deu, ela percebeu que se sentia mais à vontade naquela vida de perversões do que jamais se sentira num mundo normal.

"Sombra" se levantou da cadeira, nos lábios dele, um sorriso permanente, se aproximou do garoto e colocou uma mão no ombro dele.

– Vem aqui – A voz dele era uma ordem; Victoria, sem pensar, já tinha se levantado. Se aproximou do seu dono, que se apoiou na mesa em frente a Adan – Então, parceiro, acho que você sabe que não vão te contratar, né?

O garoto olhou para ele de boca aberta, Victoria não acreditava no que ele acabara de dizer.

– Calma! – Continuou falando – Você devia treinar mais suas entrevistas, você não pode falar o que bem entender.

Ele agarrou Vitória e a abraçou contra si, ela sentiu o pau duro dele contra a bunda dela. Queria falar, reclamar, dizer alguma coisa, mas não conseguia, os lábios dela estavam selados. Era o trabalho dela e aquele cara acabara de ouvir que não ia ser contratado. Não era jeito, não era certo, era o trabalho dela. Mesmo assim, os lábios dela se recusaram a se abrir.

— Não é culpa dela — sem que o candidato surpreso percebesse, ele agarrou e apertou com força a bunda da garota — Posso te garantir que ela é boa no que faz. Ela é muito boa em tudo que se propõe.

Com um leve toque nos pulsos dela, Vitória se virou e eles se beijaram, pode ser que por um segundo ela tenha custado a aceitar, mas não aguentou. Ela abriu a boca e as línguas deles se encontraram. "Sombra" agarrou ela com força pela bunda e a levantou até colocá-la em cima da mesa do escritório dele.

Ele se agachou ao lado do rapaz, na mesma altura dele. Adan olhava pra ele, tentando encaixar as peças daquele quebra-cabeça complicado, mas Vitória sabia bem que Sombra jogava em outro nível, onde pessoas normais não conseguiam chegar.

— Bem — sussurrou no ouvido dele — é uma pena que você perca esse emprego, mas eu gostaria de ajudar a te consolar. Por acaso, tenho aqui um brinquedo que faz umas funções que alegram muito diante desse tipo de problema.

Adan olhou sem entender. Vitória sentiu o corpo dela acelerar, prendendo a respiração enquanto pensava "Ele não vai ser capaz".

— Vitória, de joelhos — não era a voz dele, era uma ordem, ela tinha aprendido a diferença.

Ela se colocou na frente de Adan, se ajoelhou, o senso comum dela gritava como um louco enquanto ela se inclinava na frente dele. Olhou pro seu dono, esperava que ele mandasse ela levantar, mas reconheceu o olhar dele, era a primeira vez que ele fazia algo assim. As mãos dela tremiam enquanto soltava o cinto dele.

Adan olhava pra ela sem saber o que fazer, nem se devia se mexer, estava totalmente tenso, os olhos dele iam da entrevistadora pra aquele Misterioso garoto. Ela nem conseguia lembrar o nome da moça que naquele momento começou a puxar suas calças para baixo junto com a cueca. Ia recusar, tinha medo do que estava acontecendo, era estranho demais. Mas algo dentro dela, uma força antiga que habita todos os homens, a impediu. Ficou parada no lugar, deixando rolar.

Victoria, de algum lugar na cabeça, se viu enquanto tirava o pau de Adan para fora, um mastro duro que desejava um bom dia a ele. Seus olhos se desviaram para o seu dono, seu olhar dizia tudo. Aproximou os lábios da dureza que tinha na frente, abriu a boca. Naquele momento, veio à cabeça que aquele garoto não era apto para o trabalho, e ainda assim, tinha uma pessoa que estaria muito acima dele chupando sua vara.

Subia e descia a cabeça enquanto os gemidos do rapaz enchiam o escritório. Não queria pensar no que estava fazendo, não queria explicar que motivo a tinha levado a levar aquela parte do corpo à boca com uma simples ordem, nem entendia como tinha chegado naquele ponto. A única coisa que pôde fazer foi continuar chupando, não pensar e seguir em frente. Percebeu quando seu dono se posicionou atrás de Adan, sem uma palavra, puxou a cadeira para trás. O pau escapou de entre seus lábios enquanto sentia o corpo se afastar.

- Continua trabalhando. - Foi como um sussurro que colocou seu corpo em movimento.

Ia se levantar, mas a mão da sombra sobre suas costas indicou que devia ir de quatro até o garoto. Não hesitou, nem pensou, enfiou de novo aquela tranca inteira na boca. Adan, mais confiante, se deixou levar e pegou a moça pelo cabelo, enfiando todo o equipamento até o fundo.

Victoria engasgou, tossiu e teve alguns enjôos, mas continuou com o pau do garoto dentro da boca. Continuou chupando. Cada vez mais rápido. Algo em sua cintura procurava o botão da calça, teria parado de susto, mas Adan mantinha o ritmo com as mãos. Supôs que "Sombra" estava por trás, soltou o botão e abaixou as calças dele até os joelhos, ela não conseguia imaginar o que viria a seguir.

Adan aumentou o ritmo enquanto movia a cabeça, ela sentia o ar faltando enquanto aquele instrumento abria caminho até a garganta, o contato frio nos quadris fez ela sentir um metal, deslizou por dentro da calcinha dela, uma preta que ela usava sempre pra se sentir mais gostosa.

Clack

O barulho da tesoura quando cortou uma das partes da calcinha dela fez ela tremer.

Clack

A segunda perna também soltou o pedaço de tecido, e uma mão tirou aquela peça, deixando aquela parte do corpo dela à mostra. Ela se sentiu mais nua do que se tivessem tirado a calça dela.

Ela sentiu algo entre as pernas, Adan não soltava a cabeça dela, e ela não conseguia se virar, num primeiro momento pensou que "Sombra" tinha penetrado ela por trás, mas não, o membro dele era muito mais longo e grosso que aquilo.

-Tira as mãos dela. –A ordem de "Sombra" fez Adan soltar de repente.

Mesmo estando livre pra parar e respirar finalmente, ela continuou chupando, era o que esperavam dela. A buceta dela, completamente molhada, deixou entrar sem problema o que quer que estivessem colocando nela. Primeiro devagar, batendo no clitóris dela. Mas depois bateu lá dentro, entrando de uma vez. Ela reconheceu o pé do seu dono, que empurrava com força lá dentro pra ela continuar cumprindo a função de puta submissa.

Adan começou a gritar a cada estocada do pé de "Sombra", Victoria era obrigada a engolir cada vez mais pau. Adan agarrou ela pelo cabelo e com um grito gozou dentro da boca dela. Ficou segurando ela pelo cabelo. "Sombra" com o pé empurrou ela até que ela engolisse o pau todo. Quando Adan soltou, ela tossiu cuspindo porra e saliva quase na mesma quantidade. Ficou no chão de quatro, recuperando o fôlego.

-Deus, que puta gostosa que você tem, mano. –A voz de Adan era de um macho dominante. Victoria não acreditava que essa mudança tivesse acontecido em alguém que, pouco tempo antes, tinha entrado tremendo para vê-la.
—Vamos meter nela com força.

—Você não vai ser contratado — a voz de Sombra estava muito calma — e, como te falei, te deram um prêmio de consolação.

—Ei, parceiro! — interrompeu Adan, vendo onde a conversa ia dar — Você não vai me deixar na mão assim, vai? Não? A gente pode se divertir pra caralho com essa gostosa.

"Sombra" se aproximou dele, ficou a poucos centímetros do seu rosto.

—Agora você vai embora feliz — disse sem o menor traço do sorriso típico com que costumava tratá-la. — E se você faltar com o respeito com ela de novo, eu quebro a sua cara!

Adan viu algo nos olhos daquele maluco, ele não estava brincando. Guardou o pau dentro da calça, Victoria, de quatro no chão, olhava para ele sem saber se com desprezo ou nojo. Ele se levantou e saiu pela porta.

"Sombra" se aproximou da sua escrava, ofereceu um lenço que ela usou para limpar a boca. Com um grande esforço, ela se inclinou até ficar de cócoras, com as mãos apoiadas no chão e os tornozelos junto à bunda. Ainda não estava acostumada com aquela posição, mas com o tempo ia dominar. Levantou a cabeça e viu a adoração com que seu dono a olhava.

Os lábios deles se encontraram num beijo que ela não esperava. Um homem tinha acabado de gozar na boca dela, e ele não parecia sentir nojo nem se importar. Os nervos e os medos dela pareceram se acalmar, e enquanto ele brincava com a língua dentro da boca dela, tudo desapareceu da mente dela, nada importava. O cansaço, a dor, quase o sufoco. Eles se beijaram com a paixão de dois amantes.

Ele ajudou ela a se levantar e a colocou de costas sobre a própria mesa. Beijou ela de novo enquanto a penetrava. Ela estava tão molhada que não foi difícil. Empurrou a cabeça dela contra a mesa, fazendo com que ela levantasse mais a bunda. A vista que ele tinha era mais que fabulosa. Apoiou as mãos nas costas dela e a penetrou com violência. Ela sentiu cada golpe lá dentro enquanto seu corpo o reconhecia. como prazer.
Ia gozar, mas naquele momento o telefone tocou. Hesitou entre atender ou não. "Sombra" a levantou, sentou-se na cadeira dela e tirou as calças dele enquanto o aparelho continuava tocando. Fez ela sentar-se bem aberta de pernas na própria cadeira dela. O chato toque não parava, era o trabalho dela e não podia deixar tocando. Atendeu enquanto ele a penetrava.

— Alô, com quem falo? — Tentou que a voz não falhasse, mas o ritmo e a dedicação do seu amo não facilitavam.

— Puxa, pensei que não encontraria ninguém. Quem é você?

— Victoria González, sou a analista de recursos humanos.

— Puxa, liguei porque precisava consultar uns dados sobre o Silvio Ortiz. Achei que já fosse tarde para encontrar alguém, sou o subdiretor Ramón.

— Claro, senhor, já vou ver. — Victoria colocou a ligação em espera, ia olhar no computador, mas aquela posição era muito desconfortável para isso. — Amo, esta escrava precisa cumprir uma tarefa do seu chefe, não consigo usar o computador. Poderia continuar me fodendo em outra posição ou me permitir uns minutos para procurar?

Ele a levantou da cadeira e a colocou na mesma posição de antes. Era difícil digitar enquanto ele a penetrava com aquela violência, mas ela estava gostando muito. Não demorou nada para encontrar a ficha do rapaz em questão. Ia pegar o telefone quando "Sombra" segurou o braço dela.

— Que espere — ordenou ele.

— É meu chefe — disse ela, assustada.

— Que espere — repetiu.

Ela se deixou fazer, seus gemidos foram cada vez mais fortes. Do outro lado da linha, tinha o chefe esperando uma informação enquanto ela estava fodendo em cima da mesa no escritório. "Sombra" desabotoou a blusa que ela usava. Victoria agradeceu que ele não arrancasse os botões. Só o sutiã a cobria. Ele se afastou e imprimiu uma página do computador, pegou o telefone e o colocou no chão junto com a folha que acabara de imprimir. Ela, apoiada na mesa, nem se mexeu enquanto as mãos dele desatavam o sutiã, a única peça que ainda conservava.
- Atende no viva-voz. – Vitória se ajoelhou no chão, de quatro, pra poder atender. Não demorou nem um segundo pra estar empalada de novo.
- Sim? Chefe?
- Sim, tô aqui, me passa os dados dele, por favor.
- Sílvio Ortiz – começou a ditar – Mora na rua Equador, número 13.
A voz dela saía meio aguda cada vez que o amante tocava o fundo dela. Continuou ditando, mesmo sem quase ter forças.
- Muito obrigado, Vitória, achei que não ia encontrar ninguém e precisava achar esse cara – ele dizia – Você não devia estar almoçando?
- Sim, senhor, já comi um pouco mais cedo – por dentro, o dono dela não parava de se mexer – Só que tinha um rapaz que chegou atrasado pra entrevista, depois veio outro e aqui tô eu trabalhando com ele. Com sorte, ainda consigo comer alguma coisa antes de começar meu turno de novo.
Ela olhou pro dono com um sorriso, sabia muito bem que ele adorava esses jogos de palavras. "Sombra" sorriu pra ela, se aproximou e enfiou a pica na boca dela. Com a mão, fez sinal pra ela continuar se masturbando.
- Preciso dizer, senhorita – o subdiretor continuou – que tomara que essa empresa tivesse mais mulheres como você, tenho certeza de que tá fazendo um trabalho excelente.
- Aham – Vitória nem parou pra tirar o pau duro da boca. Continuou chupando enquanto a mão entre as pernas acelerava cada vez mais. Olhou pro dono com uma cara de dúvida, ele confirmou com a cabeça, adivinhando a pergunta. O único motivo pelo qual não soltou um grito quando gozou foi porque tinha a pica toda do dono enfiada até o fundo da boca dela.
- Saiba que esse amor pelo seu trabalho te honra, não vou esquecer, vai ver isso refletido no seu próximo contrato. – O chefe continuava elogiando ela.
"Sombra" gozou naquele momento, tirou a pica da boca dela, o que a deixou meio surpresa, e terminou em cima dela. O primeiro jato acertou em cheio a cara dela, mas depois veio um segundo que caiu no peito dela, e um terceiro e um quarto. Ela estava branca, toda coberta de porra. Aproximou a boca da pica do seu dono.

— Obrigada, senhor, é um prazer — disse ao membro que segurava, com voz alta o suficiente para o subdiretor ouvir. Limpava aquela pica com a língua quando o chefe desligou.

Com os dedos, recolheu todo o esperma que tinha no corpo e foi colocando na boca. "Sombra" olhou para ela e apontou para o chão; ela entendeu, abaixou-se e lambeu tudo.

— Limpa-te — ele pegou algo no ar, quando teve na mão reconheceu a própria calcinha dela, passou pelo corpo todo dela. — Muito bem, putinha, veste-te.

Uns barulhos lá fora avisaram que os colegas já estavam voltando. Mas Vitória não se apressou em se vestir; seu dono a observou, se deliciando enquanto ela colocava cada peça. Procurou as calças e viu que "Sombra" as guardava no colo; esperou para ver o que ele queria.

Bateram na porta; ela se sentou por reflexo. Entrou o rapaz que ela tinha que entrevistar naquela hora.

— Olá, boa tarde, é que eu tinha uma entrevista aqui e me mandaram bater — enquanto ele falava, o dono dela começou a brincar com as calças na frente dela, sem que o rapaz percebesse.

— Já vou te atender, mas antes me deixa terminar com este aqui; espera lá fora, por favor.

O rapaz saiu; o dono dela indicou que ela viesse. Quando ela se aproximou, ele se levantou, começou a beijá-la, devolveu as calças mas não deixou ela vesti-las. Em vez disso, pegou na mão dela e a colocou contra a porta. Aproximou-se do ouvido dela e sussurrou:

— Quer que ele entre? Que a gente te coma nós dois?

— Se meu dono quiser, sim; você sabe que pode me usar como quiser, eu prometi — a voz dela era de pura luxúria — nunca falto com minha palavra.

Ele sorriu, devolveu as calças e deixou que ela as vestisse.

— Quando sair, vou passar para te buscar — adorava ver as bochechas dela tão vermelhas — vou trazer o jantar direto pra você não passar fome; desculpa ter te deixado sem comer.

— Eu não — disse ela com um sorriso. Levantou o olhar, estava toda dolorida, mas se sentia realmente bem. Deixou que ele acariciasse os peitos dela mais uma vez, arrumou o cabelo o melhor que pôde. Sombra abriu a porta e saiu. Faltavam poucas horas para vê-lo de novo. Quando o próximo candidato entrou, encontrou uma pessoa com um sorriso de felicidade plena.

Dedicado a V por tantas boas conversas

Como sempre, meu endereço de e-mail Eclipsado2@hotmail.com está aberto para qualquer pedido ou conversa, tanto por carta quanto por MSN. Obrigado a todos os meus leitores pela aprovação, apesar de tudo de proibido na minha leitura, e me desculpem todos aqueles que minhas palavras possam ter ofendido ou assustado. Por enquanto, apago a luz para que a sombra se dissipe, embora deixe estas linhas para guardarem a lembrança de que estive aqui.

4 comentários - El puesto de trabajo

Muy bueno el relato! excelente! 🙎‍♂️
exelente!!!!
siga asi corazon!!!
van puntines +2 sil
+1 mati!!!

besos
sil y mati sw por siempre!!!!!!!!!! 😬 😬
Buenisimo... no tengo mas puntines pero me encanto... 🙎‍♂️ 😀
Besitos Pegajosos!!!
CeciL♥
Q lindo. Tmb lindo seria ir a una entrevista y q t sometan a tener sexo