Esta é a primeira da primeira história que escrevi.
Uma mulher é alvo de vingança por um ex-funcionário
Sandra era a típica mulher de classe média-alta, 32 anos, gostosa e elegante, cujo maior prazer na vida era se sentir superior às pessoas ao seu redor. Entre os moradores do seu prédio, ela era sempre a mais distinta e a que mandava em todas as reuniões de condomínio. Escolhia seus amigos com base no status social ou nas influências que poderiam lhe proporcionar. Trabalhava como diretora-adjunta do gerente numa fundição e, nas raras vezes que ia para a área de produção, sempre se comportava com correção, embora deixando bem claro o cargo superior que ocupava na empresa em relação ao resto dos funcionários da fábrica. Mas havia algo que às vezes escapava do seu controle... sua sede desmedida de poder a fazia realizar todo tipo de ações, legais ou não, até atingir seus objetivos. Ela tinha um registro completo das atividades do gerente da empresa, roubado dos arquivos privados do escritório dele, além de ter sabotado sistematicamente os relatórios e as negociações feitas pelo gerente, o Sr. Saldaña, em suas constantes viagens de trabalho em busca de novos clientes. Sandra tinha sabotado tanto o trabalho desse homem que o conselho de administração da empresa estava convencido de que o sujeito, já beirando os 60 anos, tinha perdido as capacidades que lhe renderam o cargo e até que estava gagá, por causa dos relatórios que apresentava ao conselho.
Certo dia, Sandra e seus amigos foram ver uma apresentação de danças acrobáticas e todo o grupo ficou impressionado, especialmente com as habilidades e acrobacias de um dançarino em particular. Um deles percebeu que era um funcionário da área de produção da fábrica onde Sandra trabalhava, pois o conhecia de vista, e que se chamava Aitor Azabal ou Arrabal, algo assim. Sandra, surpresa, comentou que na segunda-feira, sem falta, iria parabenizá-lo. pelo trabalho dele,... Sandra se dirigindo até a cabine do Chefe de Área da fábrica, convencida de que ia parabenizar um baita dançarino. – Oi, vim perguntar por um tal de Arrabal ou Azabal, algo assim. – Ele não veio trabalhar,... não está – comentou surpreso, nos anos que trabalhavam juntos era a primeira vez que ela perguntava pessoalmente por alguém do chão de fábrica. – Queria vê-lo pra parabenizar ele por ser um dançarino tão foda, vi ele no fim de semana e achei fantástico. – É, ouvi dizer que ele é ótimo,... falam que podia ter virado profissional. Mas acho que você tá confundindo o dançarino. – Não, tenho certeza.... Em que setor ele tá? E por que você tá me dizendo isso? – Não pode ser ele porque tá de licença médica há umas duas semanas, rompeu fibras – comentou estranhando. Sandra naquele momento, visivelmente irritada porque queria a todo custo mostrar autoridade, ordenou que o chefe ligasse sem falta pro funcionário e que em uma hora ele aparecesse no escritório dela sem falta. – Me desculpa interromper. O Aitor é um rapaz bacana, não falta muito ao trabalho e ainda é um gênio com computadores,... Às vezes até o pessoal de TI consulta ele. – Em uma hora! Em uma hora e meia, mais ou menos, Aitor aparece junto com o Chefe de Planta no escritório dela. – Você tá de licença médica, pelo que entendi? – Tô – respondeu com desdém. – E o que você fez no fim de semana? Se é que se pode saber? – O que eu quis. Essa resposta foi a pior coisa que ele podia ter feito, ainda mais com o outro homem ali na frente, acima de tudo estava a superioridade e autoridade dela. – Quantos anos você tem, Aitor? – 29. – Então olha, aqui tenho dois acordos de rescisão: um como se você estivesse pedindo demissão, com o valor mínimo, e outro onde eu te demito sem mais, você recebe a indenização, mas te garanto que vai se foder pra achar outro emprego. – Eu peço demissão – comentou, engolindo todo o orgulho dele. Visivelmente humilhado por aquela mulher.
Os dias passaram e Aitor só pensava em se vingar daquela puta gostosa. Teve a ideia de tentar invadir o computador pessoal dela pelo IP e foder os arquivos de trabalho, pra todo mundo ver o quanto ela era inútil. Depois de vários dias de trampo incessante tentando se infiltrar no sistema operacional dela, finalmente conseguiu com a ajuda de um amigo hacker. A surpresa que ele teve foi monumental quando começaram a aparecer os arquivos com os registros detalhados de uma lista interminável de roubos de documentos do escritório do gerente, provas de manipulações de documentos pra sabotar ele, e até mesmo fraudes nas contas da empresa com desvios pra bancar os caprichinhos dela (vestidos de estilistas famosos, viagens, etc.). Era um tesouro o que ele tinha encontrado! Muito melhor do que destruir os arquivos foi roubá-los... Ele podia até meter a Sandra na cadeia.
Capítulo 2
— Porra de computador! Que porra que ele tem agora? Não acho nenhum dos documentos que eu tava trabalhando! — Sandra gritou com o computador ao ver que não aparecia nada na pasta de documentos.
De repente, apareceu um convite de uma pessoa que ela não conhecia no messenger. Ela aceitou por curiosidade.
— Oi, quem é você?
— Aitor.
— Que porra você quer agora? Vou te deletar dos meus contatos.
— Não vai não, sua puta gostosa.
Aquele insulto deixou ela gelada, e a primeira coisa que pensou foi que ele ia agredir ela fisicamente.
— Aceita o documento.
Surpresa, ela aceitou e abriu. Encontrou duas folhas: o documento original que o Sr. Saldaña escreveu e outro com o documento manipulado que fazia ele parecer um completo inútil.
— O que você quer? Que eu te readmita?
— Entre a rescisão e uma parada que eu tenho aqui, tô pouco me fodendo pro trabalho por enquanto. Você vai sentir o que eu senti multiplicado por 1000, sua vadiazinha.
— Vou te denunciar, seu filho da puta.
— É? Ok. Antes de te denunciar, vou dar uma risada. Tenho sua lista de contatos e Vou mandar pra todo mundo o que você roubou de todas as suas amizades do alto escalão pra eles verem a escória que você é, começando pelos seus pais e sua família.
– O que você quer?
– Agora? Tô vendo que você tá aprendendo... Quero ver uma gostosa como você dançar... Liga a webcam!
– Foda-se, já sou velha pra essa merda.
– Ok, se eu não te ver no tempo que levo pra mandar um e-mail, o primeiro vai ser pro conselho administrativo.
– A Sandra ficou gelada... Aquelas palavras doeram nela, não ia só ficar sem amigos, mas também ia acabar na cadeia.
– A webcam ligou...
– Boa, sua puta. Me mostra seu quarto... Boa.
– O que você queria que eu dançasse?
– Não, vejo que além disso você é uma porca pelo que vi... Os vidros da sacada estão sujos.
– E o que você tem com isso?
– Gostosa, quero te ver de calcinha e sutiã agora. Na foto do messenger dele apareceu o que parecia ser outro documento e uma conta...
– Automaticamente ela obedeceu, ficando de lingerie na frente da câmera, um lindo conjunto preto de fio dental.
– Que corpaço você tem, tanto se cuidar e tantos tratamentos de beleza tinham que dar resultado.
– Que porra você tá esperando pra limpar os vidros? E abre as cortinas pra limpar direito.
– Mas são 9 da noite, ainda tem gente na rua.
– Você vê o que faz... Mas coisas sujas me deixam de muito mau humor...
– Sandra correu as cortinas e suspirou aliviada ao ver que não tinha ninguém na casa da frente, limpou rapidinho e voltou pro computador.
– Sabia que você era uma porca...
– Por quê?
– Os vidros se limpam dos dois lados... Além disso, esse sutiã de merda só serve pra pano... Tira ele! E limpa os vidros com ele. E se você me perguntar de novo? Ou me desobedecer, vou mandar isso agora.
– Sandra, calada sem abrir a boca, tirou o sutiã, foi pra sacada e começou a limpar os vidros com ele... Uns caras de vinte e poucos anos que estavam embaixo começaram a assobiar. Ao ver a bunda perfeita que aparecia entre as grades da sacada. Logo depois correu pro computador pra ver se acabava o sofrimento dela.
— Finalmente tá feliz? Porco?
— Eu? Não, você... e vai escrever com uma caneta preta entre suas tetas e na sua testa... Em menos de um minuto, pro seu bem.
— Assim? — Tava escrito em letra perfeita "Promíscua" na testa e entre as tetas.
— Vai me provar que é você... Quero ver seu nome em cima das tetas, gostosa.
Ela fez isso, era tipo um robô recebendo ordens sem parar.
— Quero que entre no chat de dominação e coloque o nick sandra_de_Aitor e tira essa calcinha fio dental.
Ela fez. Assim que entrou no chat, a primeira coisa que leu foi o endereço do messenger dela na tela e o próximo texto... "Adicionar minha putinha que vou mostrar ela pra vocês."
— Mais te vale que nem um só dos que pedirem convite me diga que você não aceita, porque tô de saco cheio de você... e tô preferindo te mandar pra cadeia de uma vez.
No geral do chat tava escrito: "Aitor — Ninguém fala com minha vadia, só peçam a câmera dela."
15 convites seguidos apareceram na tela da Sandra. Chorando e completamente nua, ela foi aceitando um por um e logo abrindo a câmera.
— Tá vendo agora o que sente?
— Já chega...
— Nem sonha... se mostra pros meus convidados.
— Vira de costas que eles não viram sua bunda.
— Tô pensando que moro a só 5 minutos da sua casa, e meus convidados vão querer ver você chupar rola.
— Isso não, de jeito nenhum...
— Que não? Já vamos ver como faço a viagem até sua casa e você não me abre a porta e não se atreve a desligar a câmera deles.
Em menos de 5 minutos tavam batendo na casa da Sandra, sem outra saída a não ser abrir. Nem se despiu, só foi na frente da webcam, abaixou a calça e...
— Tá esperando o quê?
Sandra se ajoelhou sem pensar mais nisso e começou a chupar devagar, de olhos fechados. Ele tava no êxtase, mais pela mamada que tava recebendo por ver humilhada a pessoa que a tinha desprezado daquele jeito.
— Já tô quase... pra eles verem que você sabe chupar uma rola, assim que eu gozar você vai manter todo meu gozo na sua boca, vai olhar pra webcam e vai mostrar tudo pros meus convidados.
A gozada do Aitor não demorou pra chegar, Sandra timidamente olhou pra câmera com a boca fechada cheia de porra até levar um tapa na nuca e começar a escorrer pela comissura dos lábios, a imagem era foda mostrando pros 15 convidados a boca cheia de porra e com as palavras Promiscuous e o nome dela escritos na testa e nos peitos.
— Você se comportou bem, sabia que era uma puta.
— Você vai me dar os documentos?
— Sim. Que se foda o pessoal daquela empresa de puta. Tchau, puta.
Sandra era a típica mulher de classe média-alta, 32 anos, gostosa e elegante, cujo maior prazer na vida era se sentir superior às pessoas ao seu redor. Entre os moradores do seu prédio, ela era sempre a mais distinta e a que mandava em todas as reuniões de condomínio. Escolhia seus amigos com base no status social ou nas influências que poderiam lhe proporcionar. Trabalhava como diretora-adjunta do gerente numa fundição e, nas raras vezes que ia para a área de produção, sempre se comportava com correção, embora deixando bem claro o cargo superior que ocupava na empresa em relação ao resto dos funcionários da fábrica. Mas havia algo que às vezes escapava do seu controle... sua sede desmedida de poder a fazia realizar todo tipo de ações, legais ou não, até atingir seus objetivos. Ela tinha um registro completo das atividades do gerente da empresa, roubado dos arquivos privados do escritório dele, além de ter sabotado sistematicamente os relatórios e as negociações feitas pelo gerente, o Sr. Saldaña, em suas constantes viagens de trabalho em busca de novos clientes. Sandra tinha sabotado tanto o trabalho desse homem que o conselho de administração da empresa estava convencido de que o sujeito, já beirando os 60 anos, tinha perdido as capacidades que lhe renderam o cargo e até que estava gagá, por causa dos relatórios que apresentava ao conselho.
Certo dia, Sandra e seus amigos foram ver uma apresentação de danças acrobáticas e todo o grupo ficou impressionado, especialmente com as habilidades e acrobacias de um dançarino em particular. Um deles percebeu que era um funcionário da área de produção da fábrica onde Sandra trabalhava, pois o conhecia de vista, e que se chamava Aitor Azabal ou Arrabal, algo assim. Sandra, surpresa, comentou que na segunda-feira, sem falta, iria parabenizá-lo. pelo trabalho dele,... Sandra se dirigindo até a cabine do Chefe de Área da fábrica, convencida de que ia parabenizar um baita dançarino. – Oi, vim perguntar por um tal de Arrabal ou Azabal, algo assim. – Ele não veio trabalhar,... não está – comentou surpreso, nos anos que trabalhavam juntos era a primeira vez que ela perguntava pessoalmente por alguém do chão de fábrica. – Queria vê-lo pra parabenizar ele por ser um dançarino tão foda, vi ele no fim de semana e achei fantástico. – É, ouvi dizer que ele é ótimo,... falam que podia ter virado profissional. Mas acho que você tá confundindo o dançarino. – Não, tenho certeza.... Em que setor ele tá? E por que você tá me dizendo isso? – Não pode ser ele porque tá de licença médica há umas duas semanas, rompeu fibras – comentou estranhando. Sandra naquele momento, visivelmente irritada porque queria a todo custo mostrar autoridade, ordenou que o chefe ligasse sem falta pro funcionário e que em uma hora ele aparecesse no escritório dela sem falta. – Me desculpa interromper. O Aitor é um rapaz bacana, não falta muito ao trabalho e ainda é um gênio com computadores,... Às vezes até o pessoal de TI consulta ele. – Em uma hora! Em uma hora e meia, mais ou menos, Aitor aparece junto com o Chefe de Planta no escritório dela. – Você tá de licença médica, pelo que entendi? – Tô – respondeu com desdém. – E o que você fez no fim de semana? Se é que se pode saber? – O que eu quis. Essa resposta foi a pior coisa que ele podia ter feito, ainda mais com o outro homem ali na frente, acima de tudo estava a superioridade e autoridade dela. – Quantos anos você tem, Aitor? – 29. – Então olha, aqui tenho dois acordos de rescisão: um como se você estivesse pedindo demissão, com o valor mínimo, e outro onde eu te demito sem mais, você recebe a indenização, mas te garanto que vai se foder pra achar outro emprego. – Eu peço demissão – comentou, engolindo todo o orgulho dele. Visivelmente humilhado por aquela mulher.
Os dias passaram e Aitor só pensava em se vingar daquela puta gostosa. Teve a ideia de tentar invadir o computador pessoal dela pelo IP e foder os arquivos de trabalho, pra todo mundo ver o quanto ela era inútil. Depois de vários dias de trampo incessante tentando se infiltrar no sistema operacional dela, finalmente conseguiu com a ajuda de um amigo hacker. A surpresa que ele teve foi monumental quando começaram a aparecer os arquivos com os registros detalhados de uma lista interminável de roubos de documentos do escritório do gerente, provas de manipulações de documentos pra sabotar ele, e até mesmo fraudes nas contas da empresa com desvios pra bancar os caprichinhos dela (vestidos de estilistas famosos, viagens, etc.). Era um tesouro o que ele tinha encontrado! Muito melhor do que destruir os arquivos foi roubá-los... Ele podia até meter a Sandra na cadeia.
Capítulo 2
— Porra de computador! Que porra que ele tem agora? Não acho nenhum dos documentos que eu tava trabalhando! — Sandra gritou com o computador ao ver que não aparecia nada na pasta de documentos.
De repente, apareceu um convite de uma pessoa que ela não conhecia no messenger. Ela aceitou por curiosidade.
— Oi, quem é você?
— Aitor.
— Que porra você quer agora? Vou te deletar dos meus contatos.
— Não vai não, sua puta gostosa.
Aquele insulto deixou ela gelada, e a primeira coisa que pensou foi que ele ia agredir ela fisicamente.
— Aceita o documento.
Surpresa, ela aceitou e abriu. Encontrou duas folhas: o documento original que o Sr. Saldaña escreveu e outro com o documento manipulado que fazia ele parecer um completo inútil.
— O que você quer? Que eu te readmita?
— Entre a rescisão e uma parada que eu tenho aqui, tô pouco me fodendo pro trabalho por enquanto. Você vai sentir o que eu senti multiplicado por 1000, sua vadiazinha.
— Vou te denunciar, seu filho da puta.
— É? Ok. Antes de te denunciar, vou dar uma risada. Tenho sua lista de contatos e Vou mandar pra todo mundo o que você roubou de todas as suas amizades do alto escalão pra eles verem a escória que você é, começando pelos seus pais e sua família.
– O que você quer?
– Agora? Tô vendo que você tá aprendendo... Quero ver uma gostosa como você dançar... Liga a webcam!
– Foda-se, já sou velha pra essa merda.
– Ok, se eu não te ver no tempo que levo pra mandar um e-mail, o primeiro vai ser pro conselho administrativo.
– A Sandra ficou gelada... Aquelas palavras doeram nela, não ia só ficar sem amigos, mas também ia acabar na cadeia.
– A webcam ligou...
– Boa, sua puta. Me mostra seu quarto... Boa.
– O que você queria que eu dançasse?
– Não, vejo que além disso você é uma porca pelo que vi... Os vidros da sacada estão sujos.
– E o que você tem com isso?
– Gostosa, quero te ver de calcinha e sutiã agora. Na foto do messenger dele apareceu o que parecia ser outro documento e uma conta...
– Automaticamente ela obedeceu, ficando de lingerie na frente da câmera, um lindo conjunto preto de fio dental.
– Que corpaço você tem, tanto se cuidar e tantos tratamentos de beleza tinham que dar resultado.
– Que porra você tá esperando pra limpar os vidros? E abre as cortinas pra limpar direito.
– Mas são 9 da noite, ainda tem gente na rua.
– Você vê o que faz... Mas coisas sujas me deixam de muito mau humor...
– Sandra correu as cortinas e suspirou aliviada ao ver que não tinha ninguém na casa da frente, limpou rapidinho e voltou pro computador.
– Sabia que você era uma porca...
– Por quê?
– Os vidros se limpam dos dois lados... Além disso, esse sutiã de merda só serve pra pano... Tira ele! E limpa os vidros com ele. E se você me perguntar de novo? Ou me desobedecer, vou mandar isso agora.
– Sandra, calada sem abrir a boca, tirou o sutiã, foi pra sacada e começou a limpar os vidros com ele... Uns caras de vinte e poucos anos que estavam embaixo começaram a assobiar. Ao ver a bunda perfeita que aparecia entre as grades da sacada. Logo depois correu pro computador pra ver se acabava o sofrimento dela.
— Finalmente tá feliz? Porco?
— Eu? Não, você... e vai escrever com uma caneta preta entre suas tetas e na sua testa... Em menos de um minuto, pro seu bem.
— Assim? — Tava escrito em letra perfeita "Promíscua" na testa e entre as tetas.
— Vai me provar que é você... Quero ver seu nome em cima das tetas, gostosa.
Ela fez isso, era tipo um robô recebendo ordens sem parar.
— Quero que entre no chat de dominação e coloque o nick sandra_de_Aitor e tira essa calcinha fio dental.
Ela fez. Assim que entrou no chat, a primeira coisa que leu foi o endereço do messenger dela na tela e o próximo texto... "Adicionar minha putinha que vou mostrar ela pra vocês."
— Mais te vale que nem um só dos que pedirem convite me diga que você não aceita, porque tô de saco cheio de você... e tô preferindo te mandar pra cadeia de uma vez.
No geral do chat tava escrito: "Aitor — Ninguém fala com minha vadia, só peçam a câmera dela."
15 convites seguidos apareceram na tela da Sandra. Chorando e completamente nua, ela foi aceitando um por um e logo abrindo a câmera.
— Tá vendo agora o que sente?
— Já chega...
— Nem sonha... se mostra pros meus convidados.
— Vira de costas que eles não viram sua bunda.
— Tô pensando que moro a só 5 minutos da sua casa, e meus convidados vão querer ver você chupar rola.
— Isso não, de jeito nenhum...
— Que não? Já vamos ver como faço a viagem até sua casa e você não me abre a porta e não se atreve a desligar a câmera deles.
Em menos de 5 minutos tavam batendo na casa da Sandra, sem outra saída a não ser abrir. Nem se despiu, só foi na frente da webcam, abaixou a calça e...
— Tá esperando o quê?
Sandra se ajoelhou sem pensar mais nisso e começou a chupar devagar, de olhos fechados. Ele tava no êxtase, mais pela mamada que tava recebendo por ver humilhada a pessoa que a tinha desprezado daquele jeito.
— Já tô quase... pra eles verem que você sabe chupar uma rola, assim que eu gozar você vai manter todo meu gozo na sua boca, vai olhar pra webcam e vai mostrar tudo pros meus convidados.
A gozada do Aitor não demorou pra chegar, Sandra timidamente olhou pra câmera com a boca fechada cheia de porra até levar um tapa na nuca e começar a escorrer pela comissura dos lábios, a imagem era foda mostrando pros 15 convidados a boca cheia de porra e com as palavras Promiscuous e o nome dela escritos na testa e nos peitos.
— Você se comportou bem, sabia que era uma puta.
— Você vai me dar os documentos?
— Sim. Que se foda o pessoal daquela empresa de puta. Tchau, puta.
2 comentários - Venganza justificada
sigo la saga