Estávamos celebrando a inauguração da casa de campo de uns amigos da família, que juntaram dinheiro de alguns anos de trabalho pra comprar vários terrenos a uns 30 km de Cuernavaca, uma cidade a uns 80 km da capital do México, conhecida pelo clima sempre bom e por muitos turistas. Lá eles fizeram uma casa de campo (rancho) bem grande, com estábulos pra criar cavalos de raça fina e depois vender. A casa tinha uma piscina bonita rodeada de jardins lindos e, isolada a 300 metros, uma quadra de tênis, também cercada por vários arbustos.
Uns dias antes da festa, bem cedo, numa van deles e noutra do meu pai, fomos as famílias completas pro rancho. Quase todo mundo foi pra piscina depois de ver os estábulos e conhecer o lugar. Lá a gente conversou, nadou e se divertiu. Depois, quase todos foram montar a cavalo, mas minha mãe, que tem medo deles, e o marido da amiga dela decidiram ir jogar tênis. Umas duas horas depois, tava perto da hora do almoço, e como já tínhamos voltado de montar, a amiga da minha mãe me pediu pra ir chamar minha mãe e o marido dela. Levantei de perto da piscina e fui em direção à quadra de tênis pra ver se eles queriam vir comer. Caminhei rápido e encontrei a quadra vazia. Voltei pra casa e, escondida atrás de uns arbustos, vi minha mãe prestes a ser possuída pelo Jorge, que é o nome do marido da amiga dela. O Jorge tava por cima da minha mãe na posição de missionário, ela deitada na grama, com as pernas bem abertas. Me escondi e observei como ele a penetrou e fez ela gozar um bom tempo, como trocaram de posição várias vezes até minha mãe gozar, não uma, mas várias vezes, até ele também terminar. Ficaram deitados se acariciando e se beijando.
Já não dava mais pra ver. Tinha acabado de testemunhar minha mãe se entregando a outro homem que não era meu pai, e, embora eu estivesse com raiva, sentia ciúmes. dela, a entrega total dos dois arrepiou meus sentidos. Como tinha acabado de fazer 16 anos e era virgem, não sabia a quem recorrer pra apagar as labaredas de tesão que estavam queimando meu corpo. Quase correndo, alcancei a porta de casa, entrei pra tentar me trancar num quarto e me masturbar, mas pra minha desgraça, na casa já estavam todos esperando pra comer. Não tive outra escolha senão ficar na vontade e sentar junto com eles pra conversar. Mais tarde, Jorge e minha mãe apareceram, e todos reunidos sentamos pra almoçar. Na manhã seguinte, estávamos na piscina, e a amiga da minha mãe perguntou pra ela:
- Como foi ontem jogar tênis com o Jorge?
- Fantástico, nunca tinha curtido tanto uma partida - respondeu minha mãe depois de engolir saliva.
A amiga da minha mãe teve que se levantar pra dar uma bronca no filho por uma travessura que ele fez, então aproveitei pra continuar o interrogatório.
- Então o Jorge te tratou bem, mãe? - perguntei.
Minha mãe, intrigada com o jeito que fiz a pergunta, virou o olhar pra mim, enquanto respondia:
- Sim, filha, jogamos tênis até ficar exaustos.
- E... só jogaram tênis?
- Não sei o que você quer dizer com essa pergunta, Mônica. Sim, só jogamos tênis. - respondeu minha mãe, bem curiosa com minha pergunta.
Aproveitando o momento, sabendo que estávamos sozinhas e ninguém podia nos ouvir, falei:
- Olha, mãe, eu sei o que rolou entre vocês ontem, depois de ter visto vocês por quase mais de meia hora jogando, e não exatamente tênis. Ontem fui até vocês pra avisar que a comida já tava pronta e peguei vocês transando no jardim. Quero te dizer que no começo me assustei, mas depois fiquei com muito tesão vendo o que tava rolando e fiquei olhando até o fim.
- Mas...
Não deixei ela terminar a frase, imaginando que ia me recriminar por ter espionado eles, e então comecei a... dizer pra ela:
- Olha, você sabe o que faz e eu não sou ninguém pra te julgar, só sei que a noite inteira não consegui fechar os olho lembrando como o Jorge te comia e ainda tô muito excitada, porque mesmo tendo me masturbado várias vezes, não parei de pensar no que vi e tomei uma decisão que com certeza vai te parecer estranha, mas que melhor do que perder minha virgindade com um homem da experiência do Jorge do que brincando com meu namorado, que de vez em quando eu me acaricio mais do que o normal, cê não acha?
- Olha, você sabe que é minha bebê e que toda mãe quer o melhor pros seus filhos, já faz tempo que eu sabia que você tinha descoberto os vibradores que eu guardava nas minhas gavetas e que você pegava eles tentando não me deixar perceber, e o que você fazia com eles junto com suas amigas, não tô dizendo que isso é errado, pelo contrário, você passa momentos gostosos e prazerosos.
Eu não sabia o que responder porque fui pega de surpresa, pelo que ela me disse nunca imaginei que ela já sabia que eu pegava os vibradores dela pra, junto com minhas amigas e aqueles pedaços de borracha que imitam membros artificiais, nos masturbar.
- Então mamãe, cê não tá brava comigo? - perguntei sentindo que os papéis tinham se invertido, porque agora eu era "a descoberta".
- Por que eu estaria?
- Ué, porque você sempre me disse que eu devia guardar minha virgindade pra quando casasse e coisas assim sobre sexo.
- Só te falava isso com medo de que você não soubesse como e com quem fazer, lembra que existem várias doenças venéreas e eu não ia gostar que minha bebê pegasse qualquer tipo de doença, além de que a pessoa com quem você fizesse não te tratasse com o carinho que você merece, só peço que você confie em mim e me conte todos os seus segredos como fazia quando era criança, lembra que sendo sua mãe posso te aconselhar e sempre pro seu bem. Acho que você tem razão, Jorge pode ser um começo muito bom pra você. se não te importa, quero que quando chegar no México você me acompanhe no meu ginecologista pra ele te examinar e te receitar uns anticoncepcionais, porque também não queria que você pudesse engravidar, você concorda comigo?.
- Sim, mamãe, te amo muito; - falei na hora que ela se levantou e me abraçou - me perdoa por não ter confiado em você, de agora em diante prometo que não vou ter segredos com você, agora sei que você pode me ajudar e me orientar em tudo sem medo de me recriminar por algo.
- Eu também te amo muito e pode ter certeza que sempre estarei do seu lado pra cuidar da sua segurança e da sua felicidade.
- Mãe, já que você me entendeu, sei que não vai gostar da ideia e sei que vou abusar de você, mas como posso levar o Jorge pra jogar tênis e explicar pra ele que mais do que tênis quero que ele brinque comigo como fez com você?
- Deixa comigo. - ela disse enquanto antes de se levantar piscava um olho pra mim.
Depois de um tempo, vi ela se aproximar do Jorge e conversar rapidinho com ele, que no começo perdeu a cor da cara, pra recuperar instantes depois com luxúria refletida nos olhos, entendi que minha mãe já tinha dito pra ele que eu queria fazer amor com ele, então me levantei indo em direção a eles pra dizer:
- Muito obrigada, amo vocês dois por serem tão compreensivos. - falei enquanto ao mesmo tempo puxava o Jorge pelo braço obrigando ele a se levantar pra continuar dizendo:
- Vem comigo, preguiçoso, tenho permissão da minha mãe pra te levar pra jogar tênis e dessa vez tenho que te deixar exausto por recomendação dela.
Ele se levantou sem dizer nada, virou o olhar pra minha mãe que na mesma hora balançava a cabeça concordando, o que fez ele entender que tinha que me dar a mesma ração de sexo que deu no dia anterior pra minha mãe. Enquanto minha mãe observava a gente se afastando, falei pro Jorge:
- Eu realmente amo muito minha mãe, é fantástico que ela tenha me entendido e quero que você me faça amor tão gostoso quanto fez com ela. Ontem, com ela.
Chegamos num lugar ainda mais afastado e menos chamativo, onde rapidamente minha excitação me fez tirar o biquíni dela e, ajoelhando na frente dele, pegar a porra gostosa dele nas minhas mãos, enquanto dizia:
— Que delícia sentir um pau de verdade e não um de plástico como os que eu uso com minhas amigas ou um ainda sem jeito como o do meu namorado.
— Vou fazer você se sentir no paraíso, só se deixa levar — comentou Jorge.
— Sim, o que você disser, agora me sinto no paraíso.
Jorge beijou meus lábios com luxúria, enquanto acariciava meus peitos redondos que já pendiam como frutas de milf, beliscou e puxou meus mamilos rosados.
— Não, Jorge, por favor, não puxe assim que dói... não os... ah!...
Meu protesto terminou num gemido abafado, porque, pra minha surpresa, uma chama de desejo queimou nas minhas entranhas, me fazendo tremer, ofeguei excitada e fechei os olhos com força, ondas de paixão me sacudiram inteira quando Jorge beliscou meu clitóris inchado, puxando ele de leve, depois de ter tirado meu biquíni, um gemido profundo de prazer escapou lá do fundo da minha garganta, Jorge se acomodou entre minhas pernas, apoiando o pau enorme e grosso nas bordas delicadas da minha buceta, esfregando ele lascivamente.
— Jorge, mmmmmm..... Jorge, que gostoso.
Falei me tremendo enquanto ele continuava as carícias nos meus mamilos e eu sentia o pau imenso pressionando pra entrar no meu canal virgem.
— Ahhh... Jorge... ahhh... siiiim... Sim, empurra!
— Calma, pequena, já vai. — respondeu Jorge enquanto empurrava, enfiando o pauzão.
— Aiiii... aiiii... Não, espera!, já chegaaa...
Gritei tomada pela dor, porque o pau enorme dele tinha esmagado meus lábios vaginais pulsantes, separando eles e penetrando uns centímetros, o que me fez sentir minha buceta distendida ao máximo sendo cravada num poste grosso. - Aguenta mais um pouquinho, pequena. — disse Jorge enquanto empurrava de novo.
- Aggg... não, não, nãooo... é muito... aggg... muito grande!
- Não, não é. — grunhiu Jorge, tomado pela excitação e investindo com fúria.
Eu me queixei de novo, mas ele, ignorando minhas reclamações, apertou meus peitos redondos com as mãos e começou a chupar e morder meus bicos, puxando-os de leve enquanto percorria meu corpo com a outra mão, apertando e acariciando a carne firme do meu corpo. Assim, aos poucos, fui sentindo o ardor da paixão, pois comecei a retribuir as carícias e, puxando a cabeça dele, esmagando-o contra meus seios e bicos inchados, arranhando-lhe as costas apaixonadamente e mexendo os quadris como se estivesse dançando uma dança erótica, enquanto deixava o pau grosso do Jorge me penetrar. Os movimentos dele foram ficando cada vez mais rápidos, até que uma expressão de paixão se formou em seu rosto e, num gemido de prazer, ele gozou.
- Você é tão gostosa e sua bucetinha virgem era tão apertada que senti uma delícia como ela se moldava ao meu pau, raspando cada vez que entrava e saía. — ele me disse, se desculpando.
- Eu também sentia como os lábios da minha buceta grudavam no seu pau e isso me deu uma excitação tremenda, então continua se mexendo, não quero que me deixe assim.
- Não, claro que não, prometi que ia te fazer sentir no paraíso e vou cumprir.
Ele tirou o pau, que estava mole, e novamente chupou e mordeu meus peitos e meus bicos. Eu ainda estava excitada e o incentivava a continuar. Gostei da carícia que ele fez com a boca, foi descendo pelo meu corpo sem tirar os lábios da minha pele, percorrendo-o, chegou até os dedos dos meus pés, que chupou um por um, foi subindo pela parte interna das minhas panturrilhas e coxas até se encontrar sobre os lábios da minha buceta, que mordeu de leve, abrindo-os. Buscou o interior da buceta, enfiou a língua e me fez gemer de prazer, percorreu os bordos externos para continuar com os internos, depois ele puxou a língua e colocou na entrada do meu cu, me fazendo dar um susto de prazer, a língua dele passou de cima pra baixo e de dentro pra fora, eu, louca de paixão, não parava de gemer de prazer e gozei na boca do Jorge.
- Foi delicioso sentir a boca de um homem na minha buceta, já tinha me acostumado com a boca da minha amiga, mas a sua é muito melhor, embora eu queira sentir de novo seu pau entrando e saindo de mim.
Jorge já estava excitado de novo, então aceitando meu pedido, se acomodou entre minhas pernas e enfiou a cabeça inchada do pau dele, meus gemidos de prazer não demoraram, ele continuou empurrando dentro do canal que tinha acabado de desvirgar, até ter quase todo o pauzão dentro de mim, eu não cabia em mim de tanto tesão que tava sentindo.
- Por favor, Jorge... Mete mais rápido, quero me sentir no paraíso como você prometeu, me faz ver estrelas em pleno dia, sente como meu coelhinho come toda a sua cenoura, sente como ainda tá apertado e aperta seu pau.
Ele acelerou os movimentos e eu comecei a gritar de prazer, enquanto no meio de uma sequência de espasmos eu gozava, Jorge não parou os movimentos, ele também tava tomado pelo prazer imenso que tava sentindo, pelos trejeitos de prazer imaginei que a qualquer momento ele ia gozar, mas pra minha surpresa ele tirou o pau ainda completamente duro, se deitou de costas na grama e me disse:
- Já é hora de você aprender a enfiar um pau de verdade nesse canal de prazer, vem, senta em cima de mim, enquanto vai enfiando meu pau devagarzinho.
Eu, olhando pro poste onde ia sentar, peguei ele com as mãos enquanto dizia:
- Sim, vou sentar nele, mas primeiro quero acariciar, quero sentir o gosto dele colocando na minha boca e chupar como se fosse um pirulito. - falei enquanto passava a língua pelos lábios.
Enfiei ele na minha boca e comecei a chupar, devorando quase por completo aquilo que me soube delicioso, ele por sua vez sentiu o calorzinho gostoso da minha boca e, revirando os olhos, me confessou:
- Nunca jamais ninguém tinha me dado esse tratamento de engolir quase tudo, e muito menos sua tia (às vezes a gente chamava eles de tios pela amizade que tinham com meus pais), que é uma caretona e não entende que sexo é um prazer, presente dos céus e não uma aberração do diabo, ninguém tinha chupado tão gostoso quanto você, é tão gostoso quanto meter na sua bucetinha, mas com a grande vantagem de que sua língua acaricia do jeito que bem entender.
Fazendo ele tremer, me empolguei lambendo ele por todos os lados, ele se encolheu na hora chutando desesperado, eu estava feliz da vida fazendo aquele pau de aparência indomável crescer cada vez mais, coloquei os ovos dele na minha boca e ele gemeu de prazer, pois estava quase gozando, coisa que me fez saber, como eu queria sentir ele dentro de mim não deixei, tirei tudo da minha boca, olhando fixamente enquanto segurava com minhas mãos, cruzei uma perna no corpo do Jorge e coloquei na entrada do meu canal ex-virgem, sentando em cima dele enquanto enfiava e fazendo um esforço para eliminar a dor, enfiei tudo, fiquei alguns minutos sem me mexer me acostumando com o invasor que tinha dentro, ele por sua vez acariciava meus peitos e mordia meus bicos, quando me senti pronta falei:
- Agora sim meu amor, sou toda sua e não vou te deixar descansar nem um segundo até me fazer gozar como nunca fez com a caretona da minha tia, sua esposa.
- Então se mexe, sobe de pernas abertas tentando tirar meu pau até sentir a ponta na entrada da sua caverna, para se deixar cair de um só empurrão até o talo, até sentir que meus ovos também estão quase entrando.
Eu sem reclamar assim fiz, meus gritos que começaram de dor em poucos segundos se Transformaram em prazer. Eu subia e descia cada vez mais rápido até que, sem aguentar mais, me inclinei para frente e gritei de prazer no momento em que meu corpo tremia e vibrava por causa de um orgasmo violento. Exausta, me deixei cair sobre o peito do Jorge, ele, ainda não satisfeito, rolou comigo na grama sem tirar o pau da minha buceta até ficar por cima de mim. Ele se levantou para colocar minhas pernas sobre os ombros dele e começou o clássico movimento de mete e tira.
— Jorge, você tá me fazendo ver estrelinhas, mmmmm... que gostoso você faz, deviam te dar uma medalha por issooo... mmm... mais, mete mais, mexe mais rápido, assim, assim amor, assiiim...
Eu já não aguentava mais e senti de novo um arrepio enorme percorrer meu corpo inteiro quando um grande orgasmo tomou conta de mim, que não veio sozinho, porque arrastou outro e outro e mais um. Ele também não aguentou o prazer que estava sentindo e deixou escapar todo o leite dele dentro de mim, que, de tão abundante, escorreu pelas paredes da minha buceta formando uma poça na grama. A gente relaxou um pouco e se levantou pra se juntar ao grupo.
Chegamos no México e minha mãe me levou ao ginecologista, que receitou uns anticoncepcionais. Umas três ou quatro vezes depois a gente se viu e transou, igual sempre, ele me fez ver estrelinhas de tantos orgasmos que me fez sentir, e sempre vou lembrar dele como meu primeiro homem e com uma experiência muito gostosa.
MÔNICA.
Uns dias antes da festa, bem cedo, numa van deles e noutra do meu pai, fomos as famílias completas pro rancho. Quase todo mundo foi pra piscina depois de ver os estábulos e conhecer o lugar. Lá a gente conversou, nadou e se divertiu. Depois, quase todos foram montar a cavalo, mas minha mãe, que tem medo deles, e o marido da amiga dela decidiram ir jogar tênis. Umas duas horas depois, tava perto da hora do almoço, e como já tínhamos voltado de montar, a amiga da minha mãe me pediu pra ir chamar minha mãe e o marido dela. Levantei de perto da piscina e fui em direção à quadra de tênis pra ver se eles queriam vir comer. Caminhei rápido e encontrei a quadra vazia. Voltei pra casa e, escondida atrás de uns arbustos, vi minha mãe prestes a ser possuída pelo Jorge, que é o nome do marido da amiga dela. O Jorge tava por cima da minha mãe na posição de missionário, ela deitada na grama, com as pernas bem abertas. Me escondi e observei como ele a penetrou e fez ela gozar um bom tempo, como trocaram de posição várias vezes até minha mãe gozar, não uma, mas várias vezes, até ele também terminar. Ficaram deitados se acariciando e se beijando.
Já não dava mais pra ver. Tinha acabado de testemunhar minha mãe se entregando a outro homem que não era meu pai, e, embora eu estivesse com raiva, sentia ciúmes. dela, a entrega total dos dois arrepiou meus sentidos. Como tinha acabado de fazer 16 anos e era virgem, não sabia a quem recorrer pra apagar as labaredas de tesão que estavam queimando meu corpo. Quase correndo, alcancei a porta de casa, entrei pra tentar me trancar num quarto e me masturbar, mas pra minha desgraça, na casa já estavam todos esperando pra comer. Não tive outra escolha senão ficar na vontade e sentar junto com eles pra conversar. Mais tarde, Jorge e minha mãe apareceram, e todos reunidos sentamos pra almoçar. Na manhã seguinte, estávamos na piscina, e a amiga da minha mãe perguntou pra ela:
- Como foi ontem jogar tênis com o Jorge?
- Fantástico, nunca tinha curtido tanto uma partida - respondeu minha mãe depois de engolir saliva.
A amiga da minha mãe teve que se levantar pra dar uma bronca no filho por uma travessura que ele fez, então aproveitei pra continuar o interrogatório.
- Então o Jorge te tratou bem, mãe? - perguntei.
Minha mãe, intrigada com o jeito que fiz a pergunta, virou o olhar pra mim, enquanto respondia:
- Sim, filha, jogamos tênis até ficar exaustos.
- E... só jogaram tênis?
- Não sei o que você quer dizer com essa pergunta, Mônica. Sim, só jogamos tênis. - respondeu minha mãe, bem curiosa com minha pergunta.
Aproveitando o momento, sabendo que estávamos sozinhas e ninguém podia nos ouvir, falei:
- Olha, mãe, eu sei o que rolou entre vocês ontem, depois de ter visto vocês por quase mais de meia hora jogando, e não exatamente tênis. Ontem fui até vocês pra avisar que a comida já tava pronta e peguei vocês transando no jardim. Quero te dizer que no começo me assustei, mas depois fiquei com muito tesão vendo o que tava rolando e fiquei olhando até o fim.
- Mas...
Não deixei ela terminar a frase, imaginando que ia me recriminar por ter espionado eles, e então comecei a... dizer pra ela:
- Olha, você sabe o que faz e eu não sou ninguém pra te julgar, só sei que a noite inteira não consegui fechar os olho lembrando como o Jorge te comia e ainda tô muito excitada, porque mesmo tendo me masturbado várias vezes, não parei de pensar no que vi e tomei uma decisão que com certeza vai te parecer estranha, mas que melhor do que perder minha virgindade com um homem da experiência do Jorge do que brincando com meu namorado, que de vez em quando eu me acaricio mais do que o normal, cê não acha?
- Olha, você sabe que é minha bebê e que toda mãe quer o melhor pros seus filhos, já faz tempo que eu sabia que você tinha descoberto os vibradores que eu guardava nas minhas gavetas e que você pegava eles tentando não me deixar perceber, e o que você fazia com eles junto com suas amigas, não tô dizendo que isso é errado, pelo contrário, você passa momentos gostosos e prazerosos.
Eu não sabia o que responder porque fui pega de surpresa, pelo que ela me disse nunca imaginei que ela já sabia que eu pegava os vibradores dela pra, junto com minhas amigas e aqueles pedaços de borracha que imitam membros artificiais, nos masturbar.
- Então mamãe, cê não tá brava comigo? - perguntei sentindo que os papéis tinham se invertido, porque agora eu era "a descoberta".
- Por que eu estaria?
- Ué, porque você sempre me disse que eu devia guardar minha virgindade pra quando casasse e coisas assim sobre sexo.
- Só te falava isso com medo de que você não soubesse como e com quem fazer, lembra que existem várias doenças venéreas e eu não ia gostar que minha bebê pegasse qualquer tipo de doença, além de que a pessoa com quem você fizesse não te tratasse com o carinho que você merece, só peço que você confie em mim e me conte todos os seus segredos como fazia quando era criança, lembra que sendo sua mãe posso te aconselhar e sempre pro seu bem. Acho que você tem razão, Jorge pode ser um começo muito bom pra você. se não te importa, quero que quando chegar no México você me acompanhe no meu ginecologista pra ele te examinar e te receitar uns anticoncepcionais, porque também não queria que você pudesse engravidar, você concorda comigo?.
- Sim, mamãe, te amo muito; - falei na hora que ela se levantou e me abraçou - me perdoa por não ter confiado em você, de agora em diante prometo que não vou ter segredos com você, agora sei que você pode me ajudar e me orientar em tudo sem medo de me recriminar por algo.
- Eu também te amo muito e pode ter certeza que sempre estarei do seu lado pra cuidar da sua segurança e da sua felicidade.
- Mãe, já que você me entendeu, sei que não vai gostar da ideia e sei que vou abusar de você, mas como posso levar o Jorge pra jogar tênis e explicar pra ele que mais do que tênis quero que ele brinque comigo como fez com você?
- Deixa comigo. - ela disse enquanto antes de se levantar piscava um olho pra mim.
Depois de um tempo, vi ela se aproximar do Jorge e conversar rapidinho com ele, que no começo perdeu a cor da cara, pra recuperar instantes depois com luxúria refletida nos olhos, entendi que minha mãe já tinha dito pra ele que eu queria fazer amor com ele, então me levantei indo em direção a eles pra dizer:
- Muito obrigada, amo vocês dois por serem tão compreensivos. - falei enquanto ao mesmo tempo puxava o Jorge pelo braço obrigando ele a se levantar pra continuar dizendo:
- Vem comigo, preguiçoso, tenho permissão da minha mãe pra te levar pra jogar tênis e dessa vez tenho que te deixar exausto por recomendação dela.
Ele se levantou sem dizer nada, virou o olhar pra minha mãe que na mesma hora balançava a cabeça concordando, o que fez ele entender que tinha que me dar a mesma ração de sexo que deu no dia anterior pra minha mãe. Enquanto minha mãe observava a gente se afastando, falei pro Jorge:
- Eu realmente amo muito minha mãe, é fantástico que ela tenha me entendido e quero que você me faça amor tão gostoso quanto fez com ela. Ontem, com ela.
Chegamos num lugar ainda mais afastado e menos chamativo, onde rapidamente minha excitação me fez tirar o biquíni dela e, ajoelhando na frente dele, pegar a porra gostosa dele nas minhas mãos, enquanto dizia:
— Que delícia sentir um pau de verdade e não um de plástico como os que eu uso com minhas amigas ou um ainda sem jeito como o do meu namorado.
— Vou fazer você se sentir no paraíso, só se deixa levar — comentou Jorge.
— Sim, o que você disser, agora me sinto no paraíso.
Jorge beijou meus lábios com luxúria, enquanto acariciava meus peitos redondos que já pendiam como frutas de milf, beliscou e puxou meus mamilos rosados.
— Não, Jorge, por favor, não puxe assim que dói... não os... ah!...
Meu protesto terminou num gemido abafado, porque, pra minha surpresa, uma chama de desejo queimou nas minhas entranhas, me fazendo tremer, ofeguei excitada e fechei os olhos com força, ondas de paixão me sacudiram inteira quando Jorge beliscou meu clitóris inchado, puxando ele de leve, depois de ter tirado meu biquíni, um gemido profundo de prazer escapou lá do fundo da minha garganta, Jorge se acomodou entre minhas pernas, apoiando o pau enorme e grosso nas bordas delicadas da minha buceta, esfregando ele lascivamente.
— Jorge, mmmmmm..... Jorge, que gostoso.
Falei me tremendo enquanto ele continuava as carícias nos meus mamilos e eu sentia o pau imenso pressionando pra entrar no meu canal virgem.
— Ahhh... Jorge... ahhh... siiiim... Sim, empurra!
— Calma, pequena, já vai. — respondeu Jorge enquanto empurrava, enfiando o pauzão.
— Aiiii... aiiii... Não, espera!, já chegaaa...
Gritei tomada pela dor, porque o pau enorme dele tinha esmagado meus lábios vaginais pulsantes, separando eles e penetrando uns centímetros, o que me fez sentir minha buceta distendida ao máximo sendo cravada num poste grosso. - Aguenta mais um pouquinho, pequena. — disse Jorge enquanto empurrava de novo.
- Aggg... não, não, nãooo... é muito... aggg... muito grande!
- Não, não é. — grunhiu Jorge, tomado pela excitação e investindo com fúria.
Eu me queixei de novo, mas ele, ignorando minhas reclamações, apertou meus peitos redondos com as mãos e começou a chupar e morder meus bicos, puxando-os de leve enquanto percorria meu corpo com a outra mão, apertando e acariciando a carne firme do meu corpo. Assim, aos poucos, fui sentindo o ardor da paixão, pois comecei a retribuir as carícias e, puxando a cabeça dele, esmagando-o contra meus seios e bicos inchados, arranhando-lhe as costas apaixonadamente e mexendo os quadris como se estivesse dançando uma dança erótica, enquanto deixava o pau grosso do Jorge me penetrar. Os movimentos dele foram ficando cada vez mais rápidos, até que uma expressão de paixão se formou em seu rosto e, num gemido de prazer, ele gozou.
- Você é tão gostosa e sua bucetinha virgem era tão apertada que senti uma delícia como ela se moldava ao meu pau, raspando cada vez que entrava e saía. — ele me disse, se desculpando.
- Eu também sentia como os lábios da minha buceta grudavam no seu pau e isso me deu uma excitação tremenda, então continua se mexendo, não quero que me deixe assim.
- Não, claro que não, prometi que ia te fazer sentir no paraíso e vou cumprir.
Ele tirou o pau, que estava mole, e novamente chupou e mordeu meus peitos e meus bicos. Eu ainda estava excitada e o incentivava a continuar. Gostei da carícia que ele fez com a boca, foi descendo pelo meu corpo sem tirar os lábios da minha pele, percorrendo-o, chegou até os dedos dos meus pés, que chupou um por um, foi subindo pela parte interna das minhas panturrilhas e coxas até se encontrar sobre os lábios da minha buceta, que mordeu de leve, abrindo-os. Buscou o interior da buceta, enfiou a língua e me fez gemer de prazer, percorreu os bordos externos para continuar com os internos, depois ele puxou a língua e colocou na entrada do meu cu, me fazendo dar um susto de prazer, a língua dele passou de cima pra baixo e de dentro pra fora, eu, louca de paixão, não parava de gemer de prazer e gozei na boca do Jorge.
- Foi delicioso sentir a boca de um homem na minha buceta, já tinha me acostumado com a boca da minha amiga, mas a sua é muito melhor, embora eu queira sentir de novo seu pau entrando e saindo de mim.
Jorge já estava excitado de novo, então aceitando meu pedido, se acomodou entre minhas pernas e enfiou a cabeça inchada do pau dele, meus gemidos de prazer não demoraram, ele continuou empurrando dentro do canal que tinha acabado de desvirgar, até ter quase todo o pauzão dentro de mim, eu não cabia em mim de tanto tesão que tava sentindo.
- Por favor, Jorge... Mete mais rápido, quero me sentir no paraíso como você prometeu, me faz ver estrelas em pleno dia, sente como meu coelhinho come toda a sua cenoura, sente como ainda tá apertado e aperta seu pau.
Ele acelerou os movimentos e eu comecei a gritar de prazer, enquanto no meio de uma sequência de espasmos eu gozava, Jorge não parou os movimentos, ele também tava tomado pelo prazer imenso que tava sentindo, pelos trejeitos de prazer imaginei que a qualquer momento ele ia gozar, mas pra minha surpresa ele tirou o pau ainda completamente duro, se deitou de costas na grama e me disse:
- Já é hora de você aprender a enfiar um pau de verdade nesse canal de prazer, vem, senta em cima de mim, enquanto vai enfiando meu pau devagarzinho.
Eu, olhando pro poste onde ia sentar, peguei ele com as mãos enquanto dizia:
- Sim, vou sentar nele, mas primeiro quero acariciar, quero sentir o gosto dele colocando na minha boca e chupar como se fosse um pirulito. - falei enquanto passava a língua pelos lábios.
Enfiei ele na minha boca e comecei a chupar, devorando quase por completo aquilo que me soube delicioso, ele por sua vez sentiu o calorzinho gostoso da minha boca e, revirando os olhos, me confessou:
- Nunca jamais ninguém tinha me dado esse tratamento de engolir quase tudo, e muito menos sua tia (às vezes a gente chamava eles de tios pela amizade que tinham com meus pais), que é uma caretona e não entende que sexo é um prazer, presente dos céus e não uma aberração do diabo, ninguém tinha chupado tão gostoso quanto você, é tão gostoso quanto meter na sua bucetinha, mas com a grande vantagem de que sua língua acaricia do jeito que bem entender.
Fazendo ele tremer, me empolguei lambendo ele por todos os lados, ele se encolheu na hora chutando desesperado, eu estava feliz da vida fazendo aquele pau de aparência indomável crescer cada vez mais, coloquei os ovos dele na minha boca e ele gemeu de prazer, pois estava quase gozando, coisa que me fez saber, como eu queria sentir ele dentro de mim não deixei, tirei tudo da minha boca, olhando fixamente enquanto segurava com minhas mãos, cruzei uma perna no corpo do Jorge e coloquei na entrada do meu canal ex-virgem, sentando em cima dele enquanto enfiava e fazendo um esforço para eliminar a dor, enfiei tudo, fiquei alguns minutos sem me mexer me acostumando com o invasor que tinha dentro, ele por sua vez acariciava meus peitos e mordia meus bicos, quando me senti pronta falei:
- Agora sim meu amor, sou toda sua e não vou te deixar descansar nem um segundo até me fazer gozar como nunca fez com a caretona da minha tia, sua esposa.
- Então se mexe, sobe de pernas abertas tentando tirar meu pau até sentir a ponta na entrada da sua caverna, para se deixar cair de um só empurrão até o talo, até sentir que meus ovos também estão quase entrando.
Eu sem reclamar assim fiz, meus gritos que começaram de dor em poucos segundos se Transformaram em prazer. Eu subia e descia cada vez mais rápido até que, sem aguentar mais, me inclinei para frente e gritei de prazer no momento em que meu corpo tremia e vibrava por causa de um orgasmo violento. Exausta, me deixei cair sobre o peito do Jorge, ele, ainda não satisfeito, rolou comigo na grama sem tirar o pau da minha buceta até ficar por cima de mim. Ele se levantou para colocar minhas pernas sobre os ombros dele e começou o clássico movimento de mete e tira.
— Jorge, você tá me fazendo ver estrelinhas, mmmmm... que gostoso você faz, deviam te dar uma medalha por issooo... mmm... mais, mete mais, mexe mais rápido, assim, assim amor, assiiim...
Eu já não aguentava mais e senti de novo um arrepio enorme percorrer meu corpo inteiro quando um grande orgasmo tomou conta de mim, que não veio sozinho, porque arrastou outro e outro e mais um. Ele também não aguentou o prazer que estava sentindo e deixou escapar todo o leite dele dentro de mim, que, de tão abundante, escorreu pelas paredes da minha buceta formando uma poça na grama. A gente relaxou um pouco e se levantou pra se juntar ao grupo.
Chegamos no México e minha mãe me levou ao ginecologista, que receitou uns anticoncepcionais. Umas três ou quatro vezes depois a gente se viu e transou, igual sempre, ele me fez ver estrelinhas de tantos orgasmos que me fez sentir, e sempre vou lembrar dele como meu primeiro homem e com uma experiência muito gostosa.
MÔNICA.
2 comentários - Minha primeira vez... história que te deixa com tesão!!!
besos
sil y mati sw por siempre!!!!!! 😀 😀 😀