Olá a todos, meu nome é Iris, bom, esse é o nome que escolhi para deixar minhas confissões para vocês, obviamente não vou dar meu nome real. Sou uma garota de 28 anos, cabelo liso longo, castanho, morena clara, aproximadamente 1,54m de altura. Sobre meu corpo, vou dizer que sou cheinha, alguns me chamam de "gordinha", mas tenho um corpo bonito, não sou nem de longe a gorda desleixada. Tenho minhas formas bem delineadas, uns peitos bem firmes e uma bunda empinada. Quando me visto para sair de minissaia, mais de um vira o olhar para apreciar meus encantos. Apesar disso, desde a época do colégio os garotos sempre me fizeram sentir em desvantagem em relação às minhas colegas, porque normalmente eles preferem as magrinhas. A mim só me procuravam para servir de cupido com minhas amigas ou de fachada quando algum deles fazia besteira e precisava de desculpas para convencer as namoradas. Aí eu tinha que dar a cara por eles.
Naquela idade da adolescência, quando despertamos para o sexo, via com tristeza como minhas amigas e colegas tinham seus parceiros, enquanto eu não era considerada pelos garotos como uma opção para eles. Ouvia as conversas deles onde contavam suas experiências, desde beijos, amassos, e muitas delas contavam como transavam com os namorados, os lugares, as posições e o que tinham sentido. Ao ouvir os relatos, eu ficava excitada, claro que nunca contei isso a eles, e ao chegar em casa com essas lembranças, apalpava todo meu corpo até que aprendi a me masturbar na minha solidão.
No entanto, conforme o tempo passava e eu ouvia os relatos, percebia que precisava experimentar o sexo, e não apenas me contentar em me masturbar. Ansiaba sentir mãos masculinas acariciando meus peitos, apertando-os, chupando-os, me sentir penetrada na minha buceta e no cu, como minhas amigas contavam. Mas o que era meu maior desejo imediato era ter uma pica, sim, essa palavra me excita, só de pronunciar minha vagina fica molhada, eu gosto de pica! Queria conhecer não só nas fotos O que eu via, eu queria ter nas minhas mãos e na minha boca, chupar como minhas amigas contavam, uma pica é o que mais me excita!!!!
Com o tempo, comecei a me vestir mais ousada, sempre de minissaia e de fio dental, além de usar blusas sem sutiã, talvez algum garoto descobrisse meus encantos e se atreveria a ter uma namorada cheinha, mas muito suculenta, e me fizesse viver essas experiências que tanto desejava. No entanto, pouco a pouco fui descobrindo que, mesmo que eu me insinuasse para algum deles, eles nunca me levariam a sério como namorada, nunca se aproximariam de mim de verdade para formalizar um relacionamento. Foi então que entendi que, para ter sexo e carícias, não precisava de um namorado. Então mudei minha estratégia e decidi me tornar uma puta, não daquelas que cobram, só daquelas de quem as pessoas falam, que anda com um e com outro.
Confissões:
ESCOLA: Uma vez definida minha estratégia, tive minha primeira experiência. Um dia chuvoso daqueles em que nem todos os alunos vão à escola, pois já sabíamos que as aulas seriam suspensas, me apresentei como de costume. Na minha sala, só comparecemos quatro: José Antonio, um garoto lindo que sempre gostei, Luis Manuel, Armando e eu. Como não houve aula, ficamos dentro da sala por causa da chuva, conversamos sobre coisas sem importância. Às vezes, eu me levantava da carteira e me aproximava da janela para ver a chuva. Notei que Armando tinha reparado na minha minissaia e chamava a atenção dos outros dois. Eu empinava mais minha bunda para deixar uma imagem melhor. Ouvi Luis dizer que a "gordinha" tem uma bunda boa e começaram a rir. Virei para eles e, ao questioná-los, só conseguiram dizer que estavam falando de coisas de homem. "Como o quê?" – perguntei. "Bom, estamos defendendo cada um quem tem o pau maior", – disse José Antonio. Todos rimos e eu disse que, com certeza, todos tinham um pau pequeno, mas que os homens sempre gostam de se exibir. Eles me olharam e me pediram se eu poderia ajudá-los a decidir qual dos três tinha o maior. grande, lá estava, eu tinha conseguido, estava com a oportunidade que esperava na palma da mão, não hesitei mais e disse a eles que concordava, mas que isso teria que ficar em segredo, ninguém podia descobrir, eles concordaram. Então, eles começaram a abaixar as calças e cada um tirou seu pau. Dos três, Luis Manuel era o que tinha o maior, mesmo considerando a circuncisão dele. "Luis Manuel", eu disse, "ele tem o maior. Agora guardem suas coisas, podem ser vistos" — falei, desejando que nenhum me obedecesse. "Espera", disse Luis Antonio, "assim você não pode decidir direito. Não estamos com ele duro. Se você os vir eretos, sua opinião pode mudar com certeza." "É verdade", concordou Armando. "Então, o que fazemos?" "Bom", eu disse, "vocês têm razão, o mais justo é isso mesmo." Eles começaram a brincar com seus paus para provocar uma ereção. Eu observava fascinada como eles puxavam aquelas trancas, parecia que queriam arrancá-los. Então, Armando teve uma ideia fabulosa. "Ajuda a gente", ele me disse. "Com esse frio é mais difícil." "Você está louco!", eu disse. "Como assim? E os três? Nem pensar, sou sua amiga, como é que pode?" "Faz por mim", disse José Antonio, me olhando com aqueles olhos negros e profundos. A ele eu não consigo negar nada, pensei comigo mesma. Ele se aproximou segurando o pau na mão. Eu continuava sentada numa poltrona. "Vai, toca", ele disse. Hipnotizada, levantei minha mão, estiquei o braço e agarrei. Finalmente, eu tinha um pau na minha mão. Apertei suavemente e pude sentir como ele engrossava na minha mão e como crescia conforme eu acariciava. "Para cima e para baixo", ele disse. "O quê?" Eu acordei daquele momento. "Que você mova sua mão para cima e para baixo", ele explicou. "Você vai ver como ele cresce ainda mais." Comecei aquele sobe e desce, extasiada. A sensação de ter um pau na mão era inimaginável, fantástica. Ele gemia suavemente. Quando percebi, Armando e Luis Manuel estavam cada um ao lado de José Antonio, apontando seus paus para mim, desejando que eu fizesse o mesmo. Olhei para José Antonio, e ele, sem dizer uma palavra... Ele fez um sinal com a cabeça que estava tudo bem eu fazer aquilo. "Faço isso só por você" – eu disse, claro que menti. Ter um pau na minha mão era uma delícia, imagina ter três paus. Hesitei, ele tirou minha mão do pau dele e colocou na rola do Armando, pegou minha outra mão e me fez segurar o pau do Luis Manuel, e me disse: "Agora você vai aprender a chupar, gordinha". Ele colocou o pau dele na frente da minha boca, ao olhar a cabeça do pau dele vi uma gotinha saindo da ponta. "Bebe o mel" – ele disse. Estiquei minha língua e recolhi aquela gota de lubrificante, deliciosa. Fechei meus olhos e com minha língua comecei a percorrer aquele pau que tinha na minha frente, até que acabei enfiando ele na minha boca. Senti minha buceta ficar molhada, abria e fechava minhas pernas inconscientemente, enquanto com as mãos eu puxava aqueles dois pintos do Armando e do Luis Manuel. Todos estávamos muito excitados, eu desejava que algum deles tomasse a iniciativa de tirar minha roupa e finalmente me penetrar, queria perder minha virgindade. No entanto, eles estavam tão prazerosamente absortos. "Agora é a minha vez", disse Armando, trocou de lugar com José Antonio para me dar o pau dele na boca. Depois chegou a vez do Luis Manuel. Chupei esses três paus várias vezes. "Você gosta de pau?" – perguntou José Antonio. "Mmm, eu adoro", respondi. "Gosta muito, né?" "Sim, adoro". "Qual dos três você gosta mais?" "Gosto muito dos três, quero todos". "Muito bem, agora você vai provar minha porra e a deles, queremos que você tenha na boca". "Como?" – perguntei. "Agora você vai ver". Parei de chupar e de segurar, então eles ficaram de pé na minha frente e se masturbaram até gozar, direcionando a porra para a minha boca. Eu abri o máximo que pude para recebê-los. Jatos de sêmen caíram no meu rosto, na minha boca, no meu pescoço e na minha roupa. "Que gostoso", eu disse. Eles riram depois de conseguir o que queriam. Eu desejava sentir um pau na minha coisinha, no entanto eles guardaram seus paus. "O que estão fazendo?" perguntei, é claro que eu queria mais. "Lá vem um professor", disse Armando, e eles saíram da sala. correndo e rindo, depois vocês me dizem quem tem o maior pau e foram embora. Só me usaram, não ligaram que eu ainda queria mais, reafirmou em mim o fato de saber que ninguém me levaria a sério como namorada.
O CINEMA: Já tinha experimentado um pau, não só um mas três, apalpei, saboreei, provei também a porra, a palavra porra também me excita, pau e porra, pau e porra, mmm quero eles na minha boca. Depois de confirmar que só assim era como eu poderia transar, sem ser a namoradinha de ninguém, decidi não me sentir usada, nunca mais ninguém vai me usar, no fundo vou fazer eles acreditarem que estão se aproveitando de uma situação, mas nunca vão saber que na verdade quem tá usando eles sou eu pra conseguir o que mais quero: PAU E PORRA! Um dia combinamos em grupo de ir ao cinema ver um filme novo, iriam alguns amigos do bairro onde moro, um total de nove, quatro caras e cada um deles com suas respectivas namoradas e claro, eu, como sempre sozinha. Antes de entrar no cinema passeamos pelo shopping, olhando as vitrines, cada um deles abraçando a namorada e eu caminhando perto. Pepe e Lupita, pra chamá-los de alguma forma, eram os que mais colados estavam, enquanto caminhavam Pepe agarrava a bunda da Lupita, não perdia a chance de acariciar aquele rabão, ela fazia o mesmo metendo a mão no bolso de trás da calça jeans do Pepe, disfarçadamente apertava os glúteos dele. Finalmente chegou a hora da sessão, ao entrar na sala cada um deles se sentou junto da namorada. Pepe, Laura e eu fomos os últimos a sentar no final da fila, de tal forma que Pepe ficou sentado entre Laura e eu. Apagaram as luzes e começou o filme. Se nesse momento alguém nos perguntasse sobre o tema do filme, com certeza ninguém poderia recomendar, já que mal apagaram as luzes meus amiguinhos começaram a se abraçar e beijar muito com as namoradas. Eu permanecia inquieta na minha poltrona, não conseguia me concentrar no filme, de vez em quando eu olhava para meus amigos e todos estavam num fogo com suas namoradas, os que estavam perto de mim, Pepe e Lupita se beijando freneticamente, a mão esquerda do Pepe se movia insistentemente, um claro sinal de que ele estava acariciando os peitos da Lupita. Com minha mão esquerda, comecei a acariciar minha xotinha, puxei meu thong para poder tocar meu clitóris com o dedo, ter tantos casais se tocando perto de mim me deixou muito excitada. Dava pra ver o rosto da Lupita, de olhos fechados, beijando o Pepe, de repente baixei o olhar e pude ver, com a pouca iluminação da sala, como crescia um volume na virilha do Pepe, o pau dele estava com uma ereção que não dava pra disfarçar, pau, de novo pau, senti uma vontade enorme de ter um na minha mão, na minha boca, tirar o leite dele e beber. Eles continuavam na mesma, Pepe acariciando os peitos da Lupita e ela só abraçando ele, pensei: esse homem precisa de mais, juntei coragem e decidi me arriscar, me aproximei um pouco do Pepe e com minha mão direita comecei a acariciar aquele pau duro, senti um leve movimento nas pernas dele, talvez a surpresa de sentir uma mão que não era da Lupita acariciando seu pênis, mas foi só momentâneo, ele ficou quieto e deixou que eu continuasse tocando, apertando cada vez com mais força. Ele continuou beijando a Lupita, talvez com a intenção de que, ao se separarem, ela não percebesse o que estava acontecendo. Me levantei um pouco para ver por cima deles e pude ver os outros três casais na deles, todos se pegando sem olhar pros outros. A ideia me veio na hora: agachada entre as fileiras de poltronas, me posicionei para poder abaixar o zíper da calça do Pepe, abri e tirei o pauzão dele pra fora, peguei com as duas mãos para masturbá-lo, mas pra mim isso não era o suficiente. Olhei pra ele, ainda beijando a Lupita, certeza que não pararia, pelo menos até eu terminar de masturbá-lo. Então me aproximei ainda mais e comecei a chupar o pau dele, chupei e chupei, enchendo de saliva o pau dele, metendo na minha boca até minha garganta. Naquela posição, pude ver como sua mão desceu e começou a acariciar a buceta da Lupita. Continuei chupando, ainda mais excitada ao ver ele introduzindo os dedos na rajadinha da Lupita. Com alguns reflexos de luz, seus dedos brilhavam, produto da umidade da Lupita, que de vez em quando soltava um leve gemido. Continuei na minha, já tinha o pau, agora faltava a porra dele. Aumentei a velocidade das mamadas para provocar que ele gozasse na minha boca, quando de repente senti sua mão esquerda agarrando a minha. Me assustei um pouco, bem brevemente, porque ele não me deu chance de me assustar mais, mas sim de me surpreender. Puxou minha mão em direção à perna da Lupita e fez com que eu a levantasse. Olhei um pouco para cima e vi que eles ainda estavam se beijando. A Lupita não sabia de quem era aquela mão. Ele puxou mais e me fez chegar até sua rajada. Acariciei e enfiei meus dedos em sua buceta molhada. Empurrei com mais força para penetrar mais fundo e senti um jato de seus líquidos molhando minhas mãos. Ao sentir isso, imediatamente senti um orgasmo vindo. Apertei mais com minha boca o pau do Pepe e o fiz esvaziar dentro de mim. Ele jorrou sua porra na minha boca em tanta quantidade que um pouco até saiu, manchando sua calça. Então senti sua mão apertando a minha, indicando que eu parasse de tocar a Lupita. Fiz isso e, antes de me soltar, ele deu um aperto como agradecendo pelo que eu havia feito. Cuidadosamente guardei seu pau já mole, levantei o zíper e me acomodei no meu assento. Só naquele instante ele parou de beijar a Lupita, que se recostou em seu peito satisfeita. Ela talvez nunca saiba que aquele orgasmo que teve foi provocado pelos meus dedos, enquanto seu homem gozava na minha boca e eu tinha um orgasmo.
A FESTA: Os anos passaram, as coisas não mudaram muito. Durante o ensino médio, chupei muitos paus e provei a porra de vários caras em diversas situações. No entanto, na universidade, eu ainda continuava sendo... Virgem, mesmo tendo tido a oportunidade de perder minha virgindade, isso não aconteceu. Talvez pela forma como eu procurava meus encontros, sempre tinha alguém prestes a nos descobrir, ou o cara não queria ser visto comigo. Enfim, por um motivo ou outro, só me faltava isso. Chegou a época da queima de livros na universidade e, como todos os anos, naquela noite fomos para a faculdade fazer a tradicional fogueira com os livros. Claro que não podia faltar a festa, uma banda formada por colegas da mesma universidade animava a galera. O álcool também não podia faltar, e lá estávamos bebendo com meus colegas, homens e mulheres. Já de noite, por volta das doze, eu estava meio bêbada, exagerei. Roberto, o baterista da banda, que estava em um intervalo, se aproximou e disse que eu parecia mal, que eu devia descansar um pouco para chegar mais consciente em casa. "Estou bem", eu disse. "Vem dançar". Tentei, mas só consegui tropeçar, quase caindo. Se não fosse pelo Roberto, eu teria feito o ridículo naquela noite. "Vem", ele falou, "você precisa descansar um pouco", e me levou até o estacionamento, dizendo que eles tinham uma van onde costumavam transportar os instrumentos, agora estava vazia e eu podia me deitar e dormir um pouco. Deixei-me levar, realmente estava tonta, tanto que ao chegar na van não conseguia subir. Ao tentar me ajudar, ele me pegou no colo e minha minissaia subiu, mostrando minhas pernas. Deve ter provocado algo nele, porque ao me colocar na parte de trás da van, ele discretamente as acariciava, com a desculpa de me acomodar melhor. Ele não imaginava que estava diante de uma viciada em pica e porra. Deixei que ele massageasse minhas pernas à vontade por um momento, até que, de surpresa e sem mais, agarrei ele pelos ovos e pelo pau e disse: "Quero que você tire essa pica, quero mamar ela todinha". Surpreso e excitado, ele abaixou o zíper da calça e tirou o pau para fora. Eu tentei me levantar... mas a bebida me impediu, então ele sorriu e disse: não se preocupa, gatinha, eu vou. Tira a calça — eu falei — quero chupar você todinho, até as bolas. Ele tirou e sentou no meu peito, deixando aquela rola enorme bem na minha frente, que eu enfiei na boca imediatamente. Ele começou a se mover como se estivesse metendo na minha cara, eu sentia as bolas batendo no meu queixo, ele enfiava tudo até me fazer chorar de tão fundo. Com as minhas mãos, acariciei a bunda dele, ele começou a se mover com mais força, então abri o cu dele e comecei a esfregar o ânus. Ele soltou um gemido de prazer. Desci então para chupar aquelas duas bolas, coloquei na boca e chupei. Sinalizei com as mãos para ele levantar um pouco, para eu ter mais espaço. Ele fez isso e pude alcançar com a língua até o ânus dele. Lambi tudo, percorrendo das bolas até o cu e voltando, terminando na rola. Ele se movia desesperado, entendi que não ia demorar para ele gozar na minha boca, então me concentrei na rola, enquanto com as mãos procurava o cu molhado dele. Com a minha saliva já estava mais que lubrificado, então enfiei um dedo, meti tudo e senti o corpo dele se contrair. Senti na boca todo o esperma dele.
— Que delícia — ele disse — é a melhor chupada que já recebi.
— Você está gostoso — eu falei — mas sabe de uma coisa? Quero sentir sua rola dentro de mim. Sou virgem e quero que você seja o primeiro.
— Sério, você é virgem?
— Isso mesmo — respondi — por mais que não pareça, sou virgem.
— Muito bem, espera um momento, preciso ver se está tudo certo com o grupo. Só aguarda um pouco — ele disse e foi embora.
Esperei cerca de 10 minutos. Eu estava ansiosa para fazer, para perder a virgindade, e agora finalmente aproveitar de uma vez por todas. Queria adicionar mais uma palavra ao meu dicionário: rola, GOZO, CHUPAR, METER. Essas seriam minhas palavras favoritas de agora em diante. Tirei a roupa para esperar nua e não perder tempo. De repente, ouvi barulhos, alguém abriu a porta da caminhonete. Finalmente, pensei. Surpresa, não era o Roberto, quem temos aqui? – disse – hmmm, o jantar está servido, quem é você? E onde está o Roberto? – perguntei, tentando cobrir minha nudez – Ah, você é a namorada do Roberto, sou o Jaime, ele já vem, está arrumando uns cabos, em 20 minutos tocamos de novo. Não sou namorada dele – falei, já recuperada do susto – somos só amigos. Mas muito amigos, pelo que vejo – ele disse rindo – Eu também adoraria que alguém como você me esperasse assim. Sério? – perguntei. Eu te pareço atraente? Você me parece atraente, e além disso está pelada – ele falou – Tira isso daí, deixa eu te ver. Que tetas gostosas! Agora deixa eu ver sua bunda. Me virei e ele pôde apreciar meu bum. Que rabo delicioso! Posso tocar? – perguntou. Sim, pode – respondi. O Roberto me deixou com muito tesão e eu preciso daquilo que você tem entre as pernas – falei. E, ao dizer isso, estiquei a mão para pegar no pau dele, que já começava a ficar duro. Quero seu pau, quero ele todo. Ele tirou do jeans e mostrou. Ele continuava fora da van, então me aproximei para chupar. Enfiei na boca e comecei a chupar. Ele tinha um pau bom, maior e mais grosso que o do Roberto. Ele se inclinou um pouco para que as mãos alcançassem minhas nádegas e começou a apertá-las. Apertava com força, os dedos passeavam entre minhas nádegas, acariciando meu ânus e chegando até minha boceta, que estava molhada pela experiência com o Roberto. Molhadinha, hein? – ele disse. Estávamos nisso quando o Roberto voltou. Ele nos olhou surpreso. Ei, o que tá rolando? – disse. Nada, mano – respondeu Jaime – Você deixa ela sozinha e com tesão, só estou cuidando dela, tem algum problema? Nenhum – disse Roberto, tirando o pau de novo. Lembra da sua promessa? – ele me falou – Eu vou ser o primeiro. Sim – respondi. Bom – ele me pegou pelos ombros e me tirou da van, pelada. Por um momento tentei evitar, alguém podia nos ver. Não tem ninguém – ele disse, como se adivinhasse meus pensamentos – Senta aí na caçamba da van – ele disse ao Jaime – para ela continuar chupando, enquanto... eu enfiei na boca dele, Jaime se sentou e me virou para ficar de frente para ele, então me dobrou de tal forma que, enquanto chupava ele, meu cu ficou exposto, com minhas pernas esticadas e dobradas, sem poder ver o que ele fazia, peguei o pau do Jaime na minha boca e comecei a chupar, Jaime fechava os olhos e deixava o corpo ir para trás, se segurando com os braços, senti o Roberto se agachar e sua língua começar a lamber meu cu e minha buceta, passando tantas vezes por ali até que minhas pernas começaram a tremer e meu corpo a relaxar, resultado do orgasmo que estavam me provocando, não pude evitar gritar um pouco, raramente tinha tido um orgasmo, e naquele momento estava aproveitando tanto, depois que ele lambeu tudo que saiu da minha boceta, ele se levantou, eu continuei chupando o pau do Jaime, senti o Roberto colocar seu pau na altura da minha fenda, empurrando suavemente, me alinhando, empurrou e empurrou com cuidado para não me machucar, o que pra mim não importava, a única coisa que desejava naquele momento era ser penetrada, de repente senti algo ceder, seu pau entrou fundo livremente e começou a se mover ritmicamente, entrando e saindo da minha bocetinha lubrificada, ele me pegou pelos ombros para fazer uma espécie de alavanca e poder enfiar tudo, continua, continua, continua, assim, buceta, enfia tudo, Jaime estava louco com aquela chupada, eu também quero enfiar – ele disse para o Roberto – ok, vamos trocar de posição, quando Jaime enfiou, senti um pouco de dor, sem dúvida o pau dele era mais grosso que o do Roberto e maior, a dor da minha boceta recém-desvirginada desapareceu quase imediatamente pelo prazer que aquele pau estava me dando, me levando novamente ao orgasmo, minhas pernas tremeram de novo, mas Jaime continuou me comendo, agora é a minha vez de estrear – disse Jaime – como? – disse Roberto – eu já fui o primeiro, ah é? Pois agora é a vez do cuzinho. Ele tirou o pau da minha buceta e com a mão pegou os fluidos que Eles saíam da minha xota e iam direto pro meu rabo, entre as nádegas, no meu cu. Depois de me lubrificar, ele encaixou aquele pauzão e começou a empurrar pra entrar. Eu sentia dor, mas a excitação me dizia pra continuar. O pau do Roberto na minha boca disfarçava meus gritos de dor. Finalmente entrou, e um grito forte saiu da minha boca. O Jaime se movia dentro do meu cu de um jeito magistral. Logo a dor sumiu e deu lugar ao prazer. "Que pau bom esse cabra tem", eu pensava, "e como ele mete, até as bolas".
"Ei, galera, vamos tocar agora", se ouviu. Jorge, outro integrante da banda, se aproximou. "Cuzões", ele disse, "nós trabalhando e vocês aqui fodendo". "Vem", o Roberto disse, "tira esse pau pra fora". Eu, claro, queria mais. Quanto mais paus, mais porra, mais chupada e foda pra mim, melhor. "Senta aqui, Jorge, deixa eu te mamar um pouco", disse o Roberto. "Mas vamos tocar", respondeu o Jorge. "Espera, me dá sua porra", eu disse. Essas palavras o deixaram a mil. Na hora ele tirou o pau e se posicionou pra eu poder chupar. O Jaime continuava metendo no meu cu, e o Roberto puxou minha mão pra eu bater uma pra ele. "Só falta o baixista", eles diziam entre si e riam. "Deixa o cara quieto, o que ele perde". O Jorge realmente tava com pressa de voltar a tocar, porque seu pau começou a inchar e ele encheu minha boca com sua porra quente. O Jaime acelerou, metendo forte e fundo, e esvaziou toda a porra dentro do meu rabo, me fazendo gozar junto com ele. O Roberto então me disse: "Eu quero gozar nos seus peitos". Ele me posicionou e colocou o pau entre meus seios. Apertei eles com as mãos, juntando-os pra que o pau dele se esfregasse entre eles. Ele se moveu rapidamente, conseguindo me encharcar os peitos e o rosto com sua porra. Ficamos alguns segundos sem nos mover, até que o Jorge disse: "Vamos, galera, temos que tocar". Rapidamente, eles se arrumaram. "Você vem?", o Roberto me perguntou. "Já se sente melhor?" "Posso esperar vocês aqui?" "O quê?", ele se surpreendeu. "Quer mais pau?" "Sim", respondi, "ainda me... Falta tocar o baixo.
Eles foram embora e eu fiquei esperando o retorno deles, certamente entre nós quatro poderíamos tocar o melhor show sexual, isso e outras confissões mais contarei em breve… Continua.
Naquela idade da adolescência, quando despertamos para o sexo, via com tristeza como minhas amigas e colegas tinham seus parceiros, enquanto eu não era considerada pelos garotos como uma opção para eles. Ouvia as conversas deles onde contavam suas experiências, desde beijos, amassos, e muitas delas contavam como transavam com os namorados, os lugares, as posições e o que tinham sentido. Ao ouvir os relatos, eu ficava excitada, claro que nunca contei isso a eles, e ao chegar em casa com essas lembranças, apalpava todo meu corpo até que aprendi a me masturbar na minha solidão.
No entanto, conforme o tempo passava e eu ouvia os relatos, percebia que precisava experimentar o sexo, e não apenas me contentar em me masturbar. Ansiaba sentir mãos masculinas acariciando meus peitos, apertando-os, chupando-os, me sentir penetrada na minha buceta e no cu, como minhas amigas contavam. Mas o que era meu maior desejo imediato era ter uma pica, sim, essa palavra me excita, só de pronunciar minha vagina fica molhada, eu gosto de pica! Queria conhecer não só nas fotos O que eu via, eu queria ter nas minhas mãos e na minha boca, chupar como minhas amigas contavam, uma pica é o que mais me excita!!!!
Com o tempo, comecei a me vestir mais ousada, sempre de minissaia e de fio dental, além de usar blusas sem sutiã, talvez algum garoto descobrisse meus encantos e se atreveria a ter uma namorada cheinha, mas muito suculenta, e me fizesse viver essas experiências que tanto desejava. No entanto, pouco a pouco fui descobrindo que, mesmo que eu me insinuasse para algum deles, eles nunca me levariam a sério como namorada, nunca se aproximariam de mim de verdade para formalizar um relacionamento. Foi então que entendi que, para ter sexo e carícias, não precisava de um namorado. Então mudei minha estratégia e decidi me tornar uma puta, não daquelas que cobram, só daquelas de quem as pessoas falam, que anda com um e com outro.
Confissões:
ESCOLA: Uma vez definida minha estratégia, tive minha primeira experiência. Um dia chuvoso daqueles em que nem todos os alunos vão à escola, pois já sabíamos que as aulas seriam suspensas, me apresentei como de costume. Na minha sala, só comparecemos quatro: José Antonio, um garoto lindo que sempre gostei, Luis Manuel, Armando e eu. Como não houve aula, ficamos dentro da sala por causa da chuva, conversamos sobre coisas sem importância. Às vezes, eu me levantava da carteira e me aproximava da janela para ver a chuva. Notei que Armando tinha reparado na minha minissaia e chamava a atenção dos outros dois. Eu empinava mais minha bunda para deixar uma imagem melhor. Ouvi Luis dizer que a "gordinha" tem uma bunda boa e começaram a rir. Virei para eles e, ao questioná-los, só conseguiram dizer que estavam falando de coisas de homem. "Como o quê?" – perguntei. "Bom, estamos defendendo cada um quem tem o pau maior", – disse José Antonio. Todos rimos e eu disse que, com certeza, todos tinham um pau pequeno, mas que os homens sempre gostam de se exibir. Eles me olharam e me pediram se eu poderia ajudá-los a decidir qual dos três tinha o maior. grande, lá estava, eu tinha conseguido, estava com a oportunidade que esperava na palma da mão, não hesitei mais e disse a eles que concordava, mas que isso teria que ficar em segredo, ninguém podia descobrir, eles concordaram. Então, eles começaram a abaixar as calças e cada um tirou seu pau. Dos três, Luis Manuel era o que tinha o maior, mesmo considerando a circuncisão dele. "Luis Manuel", eu disse, "ele tem o maior. Agora guardem suas coisas, podem ser vistos" — falei, desejando que nenhum me obedecesse. "Espera", disse Luis Antonio, "assim você não pode decidir direito. Não estamos com ele duro. Se você os vir eretos, sua opinião pode mudar com certeza." "É verdade", concordou Armando. "Então, o que fazemos?" "Bom", eu disse, "vocês têm razão, o mais justo é isso mesmo." Eles começaram a brincar com seus paus para provocar uma ereção. Eu observava fascinada como eles puxavam aquelas trancas, parecia que queriam arrancá-los. Então, Armando teve uma ideia fabulosa. "Ajuda a gente", ele me disse. "Com esse frio é mais difícil." "Você está louco!", eu disse. "Como assim? E os três? Nem pensar, sou sua amiga, como é que pode?" "Faz por mim", disse José Antonio, me olhando com aqueles olhos negros e profundos. A ele eu não consigo negar nada, pensei comigo mesma. Ele se aproximou segurando o pau na mão. Eu continuava sentada numa poltrona. "Vai, toca", ele disse. Hipnotizada, levantei minha mão, estiquei o braço e agarrei. Finalmente, eu tinha um pau na minha mão. Apertei suavemente e pude sentir como ele engrossava na minha mão e como crescia conforme eu acariciava. "Para cima e para baixo", ele disse. "O quê?" Eu acordei daquele momento. "Que você mova sua mão para cima e para baixo", ele explicou. "Você vai ver como ele cresce ainda mais." Comecei aquele sobe e desce, extasiada. A sensação de ter um pau na mão era inimaginável, fantástica. Ele gemia suavemente. Quando percebi, Armando e Luis Manuel estavam cada um ao lado de José Antonio, apontando seus paus para mim, desejando que eu fizesse o mesmo. Olhei para José Antonio, e ele, sem dizer uma palavra... Ele fez um sinal com a cabeça que estava tudo bem eu fazer aquilo. "Faço isso só por você" – eu disse, claro que menti. Ter um pau na minha mão era uma delícia, imagina ter três paus. Hesitei, ele tirou minha mão do pau dele e colocou na rola do Armando, pegou minha outra mão e me fez segurar o pau do Luis Manuel, e me disse: "Agora você vai aprender a chupar, gordinha". Ele colocou o pau dele na frente da minha boca, ao olhar a cabeça do pau dele vi uma gotinha saindo da ponta. "Bebe o mel" – ele disse. Estiquei minha língua e recolhi aquela gota de lubrificante, deliciosa. Fechei meus olhos e com minha língua comecei a percorrer aquele pau que tinha na minha frente, até que acabei enfiando ele na minha boca. Senti minha buceta ficar molhada, abria e fechava minhas pernas inconscientemente, enquanto com as mãos eu puxava aqueles dois pintos do Armando e do Luis Manuel. Todos estávamos muito excitados, eu desejava que algum deles tomasse a iniciativa de tirar minha roupa e finalmente me penetrar, queria perder minha virgindade. No entanto, eles estavam tão prazerosamente absortos. "Agora é a minha vez", disse Armando, trocou de lugar com José Antonio para me dar o pau dele na boca. Depois chegou a vez do Luis Manuel. Chupei esses três paus várias vezes. "Você gosta de pau?" – perguntou José Antonio. "Mmm, eu adoro", respondi. "Gosta muito, né?" "Sim, adoro". "Qual dos três você gosta mais?" "Gosto muito dos três, quero todos". "Muito bem, agora você vai provar minha porra e a deles, queremos que você tenha na boca". "Como?" – perguntei. "Agora você vai ver". Parei de chupar e de segurar, então eles ficaram de pé na minha frente e se masturbaram até gozar, direcionando a porra para a minha boca. Eu abri o máximo que pude para recebê-los. Jatos de sêmen caíram no meu rosto, na minha boca, no meu pescoço e na minha roupa. "Que gostoso", eu disse. Eles riram depois de conseguir o que queriam. Eu desejava sentir um pau na minha coisinha, no entanto eles guardaram seus paus. "O que estão fazendo?" perguntei, é claro que eu queria mais. "Lá vem um professor", disse Armando, e eles saíram da sala. correndo e rindo, depois vocês me dizem quem tem o maior pau e foram embora. Só me usaram, não ligaram que eu ainda queria mais, reafirmou em mim o fato de saber que ninguém me levaria a sério como namorada.
O CINEMA: Já tinha experimentado um pau, não só um mas três, apalpei, saboreei, provei também a porra, a palavra porra também me excita, pau e porra, pau e porra, mmm quero eles na minha boca. Depois de confirmar que só assim era como eu poderia transar, sem ser a namoradinha de ninguém, decidi não me sentir usada, nunca mais ninguém vai me usar, no fundo vou fazer eles acreditarem que estão se aproveitando de uma situação, mas nunca vão saber que na verdade quem tá usando eles sou eu pra conseguir o que mais quero: PAU E PORRA! Um dia combinamos em grupo de ir ao cinema ver um filme novo, iriam alguns amigos do bairro onde moro, um total de nove, quatro caras e cada um deles com suas respectivas namoradas e claro, eu, como sempre sozinha. Antes de entrar no cinema passeamos pelo shopping, olhando as vitrines, cada um deles abraçando a namorada e eu caminhando perto. Pepe e Lupita, pra chamá-los de alguma forma, eram os que mais colados estavam, enquanto caminhavam Pepe agarrava a bunda da Lupita, não perdia a chance de acariciar aquele rabão, ela fazia o mesmo metendo a mão no bolso de trás da calça jeans do Pepe, disfarçadamente apertava os glúteos dele. Finalmente chegou a hora da sessão, ao entrar na sala cada um deles se sentou junto da namorada. Pepe, Laura e eu fomos os últimos a sentar no final da fila, de tal forma que Pepe ficou sentado entre Laura e eu. Apagaram as luzes e começou o filme. Se nesse momento alguém nos perguntasse sobre o tema do filme, com certeza ninguém poderia recomendar, já que mal apagaram as luzes meus amiguinhos começaram a se abraçar e beijar muito com as namoradas. Eu permanecia inquieta na minha poltrona, não conseguia me concentrar no filme, de vez em quando eu olhava para meus amigos e todos estavam num fogo com suas namoradas, os que estavam perto de mim, Pepe e Lupita se beijando freneticamente, a mão esquerda do Pepe se movia insistentemente, um claro sinal de que ele estava acariciando os peitos da Lupita. Com minha mão esquerda, comecei a acariciar minha xotinha, puxei meu thong para poder tocar meu clitóris com o dedo, ter tantos casais se tocando perto de mim me deixou muito excitada. Dava pra ver o rosto da Lupita, de olhos fechados, beijando o Pepe, de repente baixei o olhar e pude ver, com a pouca iluminação da sala, como crescia um volume na virilha do Pepe, o pau dele estava com uma ereção que não dava pra disfarçar, pau, de novo pau, senti uma vontade enorme de ter um na minha mão, na minha boca, tirar o leite dele e beber. Eles continuavam na mesma, Pepe acariciando os peitos da Lupita e ela só abraçando ele, pensei: esse homem precisa de mais, juntei coragem e decidi me arriscar, me aproximei um pouco do Pepe e com minha mão direita comecei a acariciar aquele pau duro, senti um leve movimento nas pernas dele, talvez a surpresa de sentir uma mão que não era da Lupita acariciando seu pênis, mas foi só momentâneo, ele ficou quieto e deixou que eu continuasse tocando, apertando cada vez com mais força. Ele continuou beijando a Lupita, talvez com a intenção de que, ao se separarem, ela não percebesse o que estava acontecendo. Me levantei um pouco para ver por cima deles e pude ver os outros três casais na deles, todos se pegando sem olhar pros outros. A ideia me veio na hora: agachada entre as fileiras de poltronas, me posicionei para poder abaixar o zíper da calça do Pepe, abri e tirei o pauzão dele pra fora, peguei com as duas mãos para masturbá-lo, mas pra mim isso não era o suficiente. Olhei pra ele, ainda beijando a Lupita, certeza que não pararia, pelo menos até eu terminar de masturbá-lo. Então me aproximei ainda mais e comecei a chupar o pau dele, chupei e chupei, enchendo de saliva o pau dele, metendo na minha boca até minha garganta. Naquela posição, pude ver como sua mão desceu e começou a acariciar a buceta da Lupita. Continuei chupando, ainda mais excitada ao ver ele introduzindo os dedos na rajadinha da Lupita. Com alguns reflexos de luz, seus dedos brilhavam, produto da umidade da Lupita, que de vez em quando soltava um leve gemido. Continuei na minha, já tinha o pau, agora faltava a porra dele. Aumentei a velocidade das mamadas para provocar que ele gozasse na minha boca, quando de repente senti sua mão esquerda agarrando a minha. Me assustei um pouco, bem brevemente, porque ele não me deu chance de me assustar mais, mas sim de me surpreender. Puxou minha mão em direção à perna da Lupita e fez com que eu a levantasse. Olhei um pouco para cima e vi que eles ainda estavam se beijando. A Lupita não sabia de quem era aquela mão. Ele puxou mais e me fez chegar até sua rajada. Acariciei e enfiei meus dedos em sua buceta molhada. Empurrei com mais força para penetrar mais fundo e senti um jato de seus líquidos molhando minhas mãos. Ao sentir isso, imediatamente senti um orgasmo vindo. Apertei mais com minha boca o pau do Pepe e o fiz esvaziar dentro de mim. Ele jorrou sua porra na minha boca em tanta quantidade que um pouco até saiu, manchando sua calça. Então senti sua mão apertando a minha, indicando que eu parasse de tocar a Lupita. Fiz isso e, antes de me soltar, ele deu um aperto como agradecendo pelo que eu havia feito. Cuidadosamente guardei seu pau já mole, levantei o zíper e me acomodei no meu assento. Só naquele instante ele parou de beijar a Lupita, que se recostou em seu peito satisfeita. Ela talvez nunca saiba que aquele orgasmo que teve foi provocado pelos meus dedos, enquanto seu homem gozava na minha boca e eu tinha um orgasmo.
A FESTA: Os anos passaram, as coisas não mudaram muito. Durante o ensino médio, chupei muitos paus e provei a porra de vários caras em diversas situações. No entanto, na universidade, eu ainda continuava sendo... Virgem, mesmo tendo tido a oportunidade de perder minha virgindade, isso não aconteceu. Talvez pela forma como eu procurava meus encontros, sempre tinha alguém prestes a nos descobrir, ou o cara não queria ser visto comigo. Enfim, por um motivo ou outro, só me faltava isso. Chegou a época da queima de livros na universidade e, como todos os anos, naquela noite fomos para a faculdade fazer a tradicional fogueira com os livros. Claro que não podia faltar a festa, uma banda formada por colegas da mesma universidade animava a galera. O álcool também não podia faltar, e lá estávamos bebendo com meus colegas, homens e mulheres. Já de noite, por volta das doze, eu estava meio bêbada, exagerei. Roberto, o baterista da banda, que estava em um intervalo, se aproximou e disse que eu parecia mal, que eu devia descansar um pouco para chegar mais consciente em casa. "Estou bem", eu disse. "Vem dançar". Tentei, mas só consegui tropeçar, quase caindo. Se não fosse pelo Roberto, eu teria feito o ridículo naquela noite. "Vem", ele falou, "você precisa descansar um pouco", e me levou até o estacionamento, dizendo que eles tinham uma van onde costumavam transportar os instrumentos, agora estava vazia e eu podia me deitar e dormir um pouco. Deixei-me levar, realmente estava tonta, tanto que ao chegar na van não conseguia subir. Ao tentar me ajudar, ele me pegou no colo e minha minissaia subiu, mostrando minhas pernas. Deve ter provocado algo nele, porque ao me colocar na parte de trás da van, ele discretamente as acariciava, com a desculpa de me acomodar melhor. Ele não imaginava que estava diante de uma viciada em pica e porra. Deixei que ele massageasse minhas pernas à vontade por um momento, até que, de surpresa e sem mais, agarrei ele pelos ovos e pelo pau e disse: "Quero que você tire essa pica, quero mamar ela todinha". Surpreso e excitado, ele abaixou o zíper da calça e tirou o pau para fora. Eu tentei me levantar... mas a bebida me impediu, então ele sorriu e disse: não se preocupa, gatinha, eu vou. Tira a calça — eu falei — quero chupar você todinho, até as bolas. Ele tirou e sentou no meu peito, deixando aquela rola enorme bem na minha frente, que eu enfiei na boca imediatamente. Ele começou a se mover como se estivesse metendo na minha cara, eu sentia as bolas batendo no meu queixo, ele enfiava tudo até me fazer chorar de tão fundo. Com as minhas mãos, acariciei a bunda dele, ele começou a se mover com mais força, então abri o cu dele e comecei a esfregar o ânus. Ele soltou um gemido de prazer. Desci então para chupar aquelas duas bolas, coloquei na boca e chupei. Sinalizei com as mãos para ele levantar um pouco, para eu ter mais espaço. Ele fez isso e pude alcançar com a língua até o ânus dele. Lambi tudo, percorrendo das bolas até o cu e voltando, terminando na rola. Ele se movia desesperado, entendi que não ia demorar para ele gozar na minha boca, então me concentrei na rola, enquanto com as mãos procurava o cu molhado dele. Com a minha saliva já estava mais que lubrificado, então enfiei um dedo, meti tudo e senti o corpo dele se contrair. Senti na boca todo o esperma dele.
— Que delícia — ele disse — é a melhor chupada que já recebi.
— Você está gostoso — eu falei — mas sabe de uma coisa? Quero sentir sua rola dentro de mim. Sou virgem e quero que você seja o primeiro.
— Sério, você é virgem?
— Isso mesmo — respondi — por mais que não pareça, sou virgem.
— Muito bem, espera um momento, preciso ver se está tudo certo com o grupo. Só aguarda um pouco — ele disse e foi embora.
Esperei cerca de 10 minutos. Eu estava ansiosa para fazer, para perder a virgindade, e agora finalmente aproveitar de uma vez por todas. Queria adicionar mais uma palavra ao meu dicionário: rola, GOZO, CHUPAR, METER. Essas seriam minhas palavras favoritas de agora em diante. Tirei a roupa para esperar nua e não perder tempo. De repente, ouvi barulhos, alguém abriu a porta da caminhonete. Finalmente, pensei. Surpresa, não era o Roberto, quem temos aqui? – disse – hmmm, o jantar está servido, quem é você? E onde está o Roberto? – perguntei, tentando cobrir minha nudez – Ah, você é a namorada do Roberto, sou o Jaime, ele já vem, está arrumando uns cabos, em 20 minutos tocamos de novo. Não sou namorada dele – falei, já recuperada do susto – somos só amigos. Mas muito amigos, pelo que vejo – ele disse rindo – Eu também adoraria que alguém como você me esperasse assim. Sério? – perguntei. Eu te pareço atraente? Você me parece atraente, e além disso está pelada – ele falou – Tira isso daí, deixa eu te ver. Que tetas gostosas! Agora deixa eu ver sua bunda. Me virei e ele pôde apreciar meu bum. Que rabo delicioso! Posso tocar? – perguntou. Sim, pode – respondi. O Roberto me deixou com muito tesão e eu preciso daquilo que você tem entre as pernas – falei. E, ao dizer isso, estiquei a mão para pegar no pau dele, que já começava a ficar duro. Quero seu pau, quero ele todo. Ele tirou do jeans e mostrou. Ele continuava fora da van, então me aproximei para chupar. Enfiei na boca e comecei a chupar. Ele tinha um pau bom, maior e mais grosso que o do Roberto. Ele se inclinou um pouco para que as mãos alcançassem minhas nádegas e começou a apertá-las. Apertava com força, os dedos passeavam entre minhas nádegas, acariciando meu ânus e chegando até minha boceta, que estava molhada pela experiência com o Roberto. Molhadinha, hein? – ele disse. Estávamos nisso quando o Roberto voltou. Ele nos olhou surpreso. Ei, o que tá rolando? – disse. Nada, mano – respondeu Jaime – Você deixa ela sozinha e com tesão, só estou cuidando dela, tem algum problema? Nenhum – disse Roberto, tirando o pau de novo. Lembra da sua promessa? – ele me falou – Eu vou ser o primeiro. Sim – respondi. Bom – ele me pegou pelos ombros e me tirou da van, pelada. Por um momento tentei evitar, alguém podia nos ver. Não tem ninguém – ele disse, como se adivinhasse meus pensamentos – Senta aí na caçamba da van – ele disse ao Jaime – para ela continuar chupando, enquanto... eu enfiei na boca dele, Jaime se sentou e me virou para ficar de frente para ele, então me dobrou de tal forma que, enquanto chupava ele, meu cu ficou exposto, com minhas pernas esticadas e dobradas, sem poder ver o que ele fazia, peguei o pau do Jaime na minha boca e comecei a chupar, Jaime fechava os olhos e deixava o corpo ir para trás, se segurando com os braços, senti o Roberto se agachar e sua língua começar a lamber meu cu e minha buceta, passando tantas vezes por ali até que minhas pernas começaram a tremer e meu corpo a relaxar, resultado do orgasmo que estavam me provocando, não pude evitar gritar um pouco, raramente tinha tido um orgasmo, e naquele momento estava aproveitando tanto, depois que ele lambeu tudo que saiu da minha boceta, ele se levantou, eu continuei chupando o pau do Jaime, senti o Roberto colocar seu pau na altura da minha fenda, empurrando suavemente, me alinhando, empurrou e empurrou com cuidado para não me machucar, o que pra mim não importava, a única coisa que desejava naquele momento era ser penetrada, de repente senti algo ceder, seu pau entrou fundo livremente e começou a se mover ritmicamente, entrando e saindo da minha bocetinha lubrificada, ele me pegou pelos ombros para fazer uma espécie de alavanca e poder enfiar tudo, continua, continua, continua, assim, buceta, enfia tudo, Jaime estava louco com aquela chupada, eu também quero enfiar – ele disse para o Roberto – ok, vamos trocar de posição, quando Jaime enfiou, senti um pouco de dor, sem dúvida o pau dele era mais grosso que o do Roberto e maior, a dor da minha boceta recém-desvirginada desapareceu quase imediatamente pelo prazer que aquele pau estava me dando, me levando novamente ao orgasmo, minhas pernas tremeram de novo, mas Jaime continuou me comendo, agora é a minha vez de estrear – disse Jaime – como? – disse Roberto – eu já fui o primeiro, ah é? Pois agora é a vez do cuzinho. Ele tirou o pau da minha buceta e com a mão pegou os fluidos que Eles saíam da minha xota e iam direto pro meu rabo, entre as nádegas, no meu cu. Depois de me lubrificar, ele encaixou aquele pauzão e começou a empurrar pra entrar. Eu sentia dor, mas a excitação me dizia pra continuar. O pau do Roberto na minha boca disfarçava meus gritos de dor. Finalmente entrou, e um grito forte saiu da minha boca. O Jaime se movia dentro do meu cu de um jeito magistral. Logo a dor sumiu e deu lugar ao prazer. "Que pau bom esse cabra tem", eu pensava, "e como ele mete, até as bolas".
"Ei, galera, vamos tocar agora", se ouviu. Jorge, outro integrante da banda, se aproximou. "Cuzões", ele disse, "nós trabalhando e vocês aqui fodendo". "Vem", o Roberto disse, "tira esse pau pra fora". Eu, claro, queria mais. Quanto mais paus, mais porra, mais chupada e foda pra mim, melhor. "Senta aqui, Jorge, deixa eu te mamar um pouco", disse o Roberto. "Mas vamos tocar", respondeu o Jorge. "Espera, me dá sua porra", eu disse. Essas palavras o deixaram a mil. Na hora ele tirou o pau e se posicionou pra eu poder chupar. O Jaime continuava metendo no meu cu, e o Roberto puxou minha mão pra eu bater uma pra ele. "Só falta o baixista", eles diziam entre si e riam. "Deixa o cara quieto, o que ele perde". O Jorge realmente tava com pressa de voltar a tocar, porque seu pau começou a inchar e ele encheu minha boca com sua porra quente. O Jaime acelerou, metendo forte e fundo, e esvaziou toda a porra dentro do meu rabo, me fazendo gozar junto com ele. O Roberto então me disse: "Eu quero gozar nos seus peitos". Ele me posicionou e colocou o pau entre meus seios. Apertei eles com as mãos, juntando-os pra que o pau dele se esfregasse entre eles. Ele se moveu rapidamente, conseguindo me encharcar os peitos e o rosto com sua porra. Ficamos alguns segundos sem nos mover, até que o Jorge disse: "Vamos, galera, temos que tocar". Rapidamente, eles se arrumaram. "Você vem?", o Roberto me perguntou. "Já se sente melhor?" "Posso esperar vocês aqui?" "O quê?", ele se surpreendeu. "Quer mais pau?" "Sim", respondi, "ainda me... Falta tocar o baixo.
Eles foram embora e eu fiquei esperando o retorno deles, certamente entre nós quatro poderíamos tocar o melhor show sexual, isso e outras confissões mais contarei em breve… Continua.
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