Leia essa história, é muito boa!


eva k
Ela sempre gostou da cor preta, porque combinava com ela. Seus olhos, assim como seu cabelo liso e curto, de um preto intenso; ela sempre se vestia de escuro. Assim era Eva. Nunca tinha dado importância ao seu poder estranho, em parte, porque o tinha desde que conseguia se lembrar. Essas sensações estranhas que sofria sempre a haviam acompanhado, embora só aos 16 anos, lendo um livro, soube que seu dom era a empatia. Sempre se perguntara por que notava sensações diferentes dependendo da pessoa com quem estava. Podia sentir como uma pessoa realmente era só de estar perto dela; podia sentir seus pensamentos e ler sua consciência apenas tendo-as por perto. Foi isso que a fez descobrir a hipocrisia das pessoas, o que a fazia ficar à margem da sociedade. Na escola sempre se sentava sozinha, sem querer conhecer ninguém, pois todo mundo aparentava o que não era; para ela todos eram uns mentirosos; todo mundo era um comediante que agia de forma diferente da que realmente pensava. Não conseguia entender porque todo mundo era tão falso, por que não podiam dizer o que realmente pensavam. Ela sempre o fizera, e devido à sua franqueza já havia se metido em mais de uma confusão.

Só quando chegou à universidade é que descobriu seu poder real. Lá fez uma amiga, era bastante franca e sincera, e isso fez com que tivesse interesse em conservar sua amizade. A sensação que recebia dela era clara e agradável, e lhe transmitia sinceridade. No final do primeiro ano, sua amiga começou a sair com um cara, que provocava uma sensação de mal-estar em Eva; ela sabia que aquele cara não era bom para a amiga, comentou com ela, e embora a amiga tenha dito que levaria isso em conta, Eva logo viu que sua amiga só dissera aquilo para acalmá-la, mas que seu amor por aquele cara a tinha cegado.

Só na festa de fim do primeiro ano, à qual Eva não foi, claro, que ela acordou exaltada... o apartamento onde ela morava sozinha durante a semana. Dentro da sua cabeça, ela ouvia a amiga; era perturbador, havia dor e sofrimento; vestiu-se rapidamente, pegou o carro e apareceu na festa. Entrou e, sem saber por quê, foi até um quarto no segundo andar e abriu a porta; lá estava, sua amiga, sendo estuprada pelo namorado, o cara que lhe tinha dado tão mau pressentimento. A amiga estava amordaçada e amarrada em cima de uma mesa, pelos pulsos, joelhos e pés, com as pernas abertas e completamente nua; o cara estava metendo nela como um animal selvagem; enfiava seu pau duro na buceta virgem dela, enquanto ela tentava gritar, chorando, e se balançava pra cima e pra baixo no ritmo que o cara a fodia; seus peitões se moviam num vai e vem descontrolado, quando não estavam sendo apalpados.

O ódio que emanava de Eva dava pra sentir com as mãos; seu olhar se direcionou ao cara, que se levantou, e se arremessou contra a parede, ficando inconsciente. Eva ficou perplexa; tinha projetado uma grande quantidade de ódio naquele moleque e isso se transformou em algum tipo de controle mental sobre ele, que o fez se jogar contra a parede. Eva desamarrou a amiga, a cobriu, e ficaram abraçadas por um longo tempo, enquanto a amiga chorava e dizia pra Eva como tinha sido tão idiota.

Aquele incidente fez Eva refletir durante as férias; realmente, seu poder ia tão longe? Ela quis se informar sobre o que aconteceu, passou longas horas na biblioteca, queria entender tudo que tinha ocorrido. Percebeu que seu poder ia além da simples empatia, ou telepatia, ela podia chegar a controlar as pessoas.

Decidiu começar a testar com as pessoas que estavam na biblioteca; primeiro fazia elas errarem enquanto escreviam, depois, as fazia levantar pra pegar um livro, ou ir perguntar algo pra bibliotecária. Pouco a pouco, cada vez conseguia controlar mais facilmente os atos físicos das Pessoas. Depois, ele descobriu que podia até fazer alguém pensar em algo específico, ou fazer as pessoas esquecerem coisas. Ele fazia com que quem se levantasse esquecesse o motivo de ter se levantado, ou que não lembrassem como ler. Passou todas as férias praticando seus novos poderes.

No primeiro dia de aula do segundo ano da faculdade, ele se encarregou de apagar da memória da amiga o estupro que ela tinha sofrido, e fez ela acreditar que ainda era virgem. Seu primeiro passo mais drástico foi contra o estuprador, a quem ele obrigou a se masturbar no meio da aula; fez ele abaixar as calças e a cueca, tirar o pau pra fora enquanto a professora, que não percebia nada, estava explicando, e começar a bater uma punheta enquanto os que sentavam perto ficavam alucinados. Depois, ele gozou em cima da carteira e obrigou o cara a lamber toda a porra. Foi aí que ele começou a gostar do seu poder especial.

Começou a organizar pequenas orgias nas últimas fileiras da sala. Fazia todo mundo se despir e começar a foder enquanto a aula rolava; depois, obrigava a todos a não falarem nada do que aconteceu, e assim as aulas ficavam mais divertidas.

Pouco a pouco, começou a incluir os professores nas orgias. Fez a professora de Estatística, que sempre lhe pareceu uma putinha, se despir no meio da aula e dar aula pelada. A professora tinha uns 25 anos, umas pernas esplêndidas e uns peitões.

Depois, fez com que ela fosse se massageando os peitos enquanto escrevia no quadro, e, em seguida, fez um aluno da primeira fila introduzir um vibrador nela e continuar dando aula enquanto seus sucos vaginais escorriam pelas pernas e ela tinha alguns orgasmos; tudo sem parar as explicações. Prosseguiu fazendo com que um aluno a comesse pelo cu em cima da mesa, enquanto, entre um orgasmo e outro, com um pau no cu e um vibrador na buceta, ela continuava com as explicações.

Ele pôde comprovar que não havia uma única pessoa na colégio que pudesse resistir aos seus poderes. Fazia a garota mais gostosa da sala chupar todos os garotos, ou o maior pegador lamber a buceta da mais feia… se divertia muito entrando no vestiário dos meninos para ver como tomavam banho, e os obrigava a se masturbar na frente dela, ou ao estuprador ela obrigava a mamar os paus dos colegas, e que eles gozassem na cara dele, ou a sodomizá-lo, e ele tinha proibido de gozar desde o dia da violação. Depois obrigava todos e cada um deles a lamber sua buceta e a foder com ela, até que ela gozasse quantas vezes quisesse; depois se ia ao vestiário das garotas e as fazia se sodomizar com consolos, vibradores, instrumentos de bondage…

Um dia na aula de estatística fez a professora se despir, e que os garotos se deitassem no tablado, onde a professora introduzia o pau dela na buceta, e os fodia de cócoras um por um, enquanto dava a aula.

Obrigava todos os garotos a ficarem com o pau pra fora e excitado o tempo todo, e se algum ficasse mole era obrigado a ter uma ereção contínua durante uma semana, mesmo enquanto dormiam, sem poder gozar nem se masturbar, e colocava um anel nos ovos que inchava ainda mais o pau, e fazia com que as veias ficassem marcadas.

Um dia, que chegou atrasada na aula, ao entrar notou algo diferente. Não deu muita importância, e foi se sentar. Era aula de estatística e quis obrigar a professora a ser sodomizada por todos os alunos, mas nada acontecia. Ninguém se mexia e a aula transcorria normalmente. Não compreendia, nunca seus poderes haviam falhado, não podia entender o que estava acontecendo. Tentou fazer a professora se despir, mas não conseguiu. Começou a olhar por toda a sala, mas tudo estava normal; a mesma gente, os mesmos alunos… mas não. Havia um aluno que nunca tinha visto. Parecia muito intelectual, era bonito, moreno, olhos negros intensos, usava óculos para ler, Ele estava vestido de forma elegante e escura. Nunca o tinha visto antes e pensou que devia ser da turma da tarde. Estava ouvindo a professora e tomando notas. Passou-lhe pela cabeça que talvez fosse ele a causa do bloqueio dos seus poderes. Tentou forçá-lo a se despir, mas o esforço foi em vão, pois ele nem sequer se mexeu; em vez disso, virou a cabeça, encarou Eva fixamente e fez um gesto de reprovação, continuando a tomar notas. Eva ficou paralisada por alguns segundos; não podia ser, aquele garoto sabia que ela tinha tentado dominá-lo.

Enfurecida, com seu poder apagou todas as luzes da escola; todo mundo começou a falar, e a professora pediu calma, dizendo que a luz certamente voltaria em alguns instantes, que por enquanto abrissem as janelas, mas a luz voltou instantaneamente. Eva estava furiosa. Então tudo parou. Todo mundo ficou quieto, imóvel, congelado, Eva também. Então o garoto novo se levantou e se dirigiu à primeira fila, na frente de Eva.

- Bom, muito prazer em conhecê-la. Você deve ser Eva, né? - disse placidamente e muito tranquilo. Pode se mexer. - Então Eva conseguiu se mover e se recostou para trás. - Quem é você? Por que não obedece ao que eu ordeno?

- Mas olha só, que mal-educada, eu me apresento e já está me interrogando? Bom, me apresento, me chamo Q. Muito prazer. E não obedeço ao que você ordena porque não me dá na telha. - prosseguiu tranquilamente, enquanto se sentava em cima da carteira.

- Eu te tinha em alta consideração; você tinha uma ética bastante equilibrada, mas desde que descobriu parte desse grande poder, está usando-o para nada de bom. - me disse em tom de reprovação.

Continua...

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