Oi, meu nome é Damián, tenho 23 anos. Não sou muito de escrever, verdade, não é meu forte, mas o que aconteceu comigo foi algo que queria compartilhar com vocês, porque foi uma experiência única.
Tudo começou com um convite simples do meu melhor amigo, Marco. Ele e eu temos uma amizade muito sólida de poucos anos, na verdade o conheci na escola. Ele tem 18 anos e é daquelas pessoas que te acompanham pela maior parte da vida, porque temos muitos gostos em comum...
Enfim, um dia ele me convidou pra casa de verão que os pais dele têm. Eu aceitei, assim como outros amigos, da mesma idade. Alguns têm 18, outros 20, e o mais novo tem 14. Eu sou o mais velho, mas isso não é o ponto, só tô mencionando como detalhe. Eles aceitaram, e tudo estava planejado pra passar uma semana com todos os parceiros e os pais deles. É aqui que começa o importante. A mãe do Marco se chama Nala, ela é muito jovem, tem 30 anos, mas parece ter uns 25. Muita gente confunde ela como se fosse irmã dele, mas a realidade é outra. Bom, eu já conhecia meu amigo e a família dele há 5 anos, e embora nunca tivesse olhado pra Nala com olhos de luxúria, eu achava ela atraente, mas a verdade é que nunca passou pela minha cabeça ter alguma atração por ela, ainda mais pela situação de ser a mãe do meu amigo. Em algumas ocasiões, passou pela minha mente como seria o corpo dela, já que muitas vezes estive na casa dela e ela estava presente. Ela tem cabelo escuro, pele clara, olhos cor de mel, sardenta, mais ou menos 1,65m, os peitos são médios, e a bunda também, pelo menos essa era minha ideia, mas mais adiante vocês vão ver que eu tava enganado.
Tudo estava pronto, íamos partir. O pai dela ia dirigir quando o telefone dele tocou. Ele tinha que se apresentar com urgência no trabalho porque tinha pendências pra resolver. Eu pensei que a viagem ia ser cancelada, mas ele só disse que nos alcançava no meio da semana. Nala aceitou nos levar, então ela ligou a caminhonete e partimos. Já no caminho, ele ia conversando com a gente sobre como a gente tava na escola, com as minas, etc.... umas paradas pra matar o tempo. A gente fez 3 horas de viagem até que finalmente chegamos, era uma área residencial com piscina e do outro lado tinha o mar.
Entramos e a casa era meio pequena, mas a vista era maravilhosa. Éramos 6 caras e a Nala, tinha duas beliches e um colchão inflável que a gente colocava no meio pra quem sobrava dormir, e a Nala e o marido dela tinham o quarto deles. Desculpa, acho que esqueci de um detalhe, o marido dela se chamava Miguel. Eu também me dava muito bem com ele, e falo isso porque era um casamento muito jovem, era tipo estar com os amigos. Mas vamos continuar. Assim que a gente se acomodou, meus amigos correram pra piscina enquanto eu me trocava e pegava algo pra me refrescar. Sentei pra ver TV quando ouvi passos na escada, era a Nala. Ela tinha soltado o cabelo e tava com uma blusinha bem provocante e um shortinho bem confortável, ela tava uma gostosa. O que me chamou a atenção foram as pernas dela, meio branquelas mas bem torneadas, as coxas eram grossas.
— Você não vai nadar, Damião?
— Não, Nala, daqui a pouco. Agora quero descansar um pouco.
— Ok. Se quiser, preparo algo pra petiscar.
— Perfeito.
Ela foi pra cozinha enquanto eu via TV, tudo normal. Minutos depois, sentou comigo pra ver TV e já tinha trazido salsichas, queijinhos, batatas e refrigerante. A gente ficou vendo TV bem de boa, a conversa foi ficando legal e lembro que a gente riu com alguns filmes. O dia passou, entrei na piscina, comemos, jogamos videogame e fomos dormir.
No dia seguinte, decidimos ir pro mar. Todo mundo tava de sunga, enquanto a Nala tava com um pareô e uma blusinha. Chegando lá, a gente correu pro mar e brincou um pouco. O melhor foi quando ela se levantou e tirou o pareô e a blusa, deixando a gente ver um biquíni preto que marcava o corpo dela. Foi aí que eu percebi a verdade: os peitos dela eram grandes e ela tinha Pompas, hmm, digamos que nem muito grandes nem muito pequenas, mas muito lindas e bem formadinhas, empinadinhas, por assim dizer. As costas dela eram lindas, com umas sardas que a deixavam ainda mais gostosa. Devo confessar que já tava me atraindo por ela, mas ainda não tava levando ao extremo. Moleques e senhores olhavam pra ela enquanto ela entrava no mar com a gente.
Uma vez lá, a gente brincou, conversou e nadou. O dia passou, comemos, fomos pra piscina e no final do dia fomos dormir.
Lembro que eram 2 da manhã e eu não conseguia pegar no sono, então decidi levantar pra ver TV. Desci as escadas, liguei a TV, abri a porta do terraço e acendi um cigarro. Tava entrando num estado de relaxamento incrível. Passou, acho, meia hora quando ouvi alguém descendo as escadas.
— O que você tá fazendo aqui, Damián?
Era a Nala descendo com o short e a blusa dela, igual no começo.
— É que não consigo dormir, desci um pouco pra me distrair.
— Quer que eu faça companhia pra você relaxar?
— Não, não precisa, obrigado, mas tô bem assim.
— Se importa se eu sentar com você?
— Não, de jeito nenhum.
Depois disso, ela sentou do meu lado e pediu um cigarro. A gente começou a conversar e filosofar sobre a vida. Nem tava mais vendo TV, então desliguei. Mais uma vez a gente ria, eu tava me divertindo com ela. Depois, começaram a surgir perguntas.
— E você tem namorada?
— Não.
— Isso eu não acredito, você é um cara muito bonito e bem sociável, tem muita conversa.
— Valeu, mas não tô com pressa, uma hora aparece.
— É, acredito.
De repente, ela colocou a perna no sofá e eu fiquei olhando pra ela. Ela era gostosa e eu tava gostando, não posso negar. E ela percebeu.
— O que foi? Tem alguma coisa em mim?
— Não.
Naquele momento, eu tava tão à vontade com ela que decidi fazer um comentário sem passar do limite.
— Olha, espero que não leve como atrevimento, mas você tem umas pernas lindas.
— Oooh, que lindo, obrigada. E não se preocupa, não é atrevimento nenhum, pelo contrário, é um elogio bonito. E que bom que você falou, quero te pedir uma coisa.
— Fala.
Nisso, ela pegou minha mão e levou até a perna dela.
— Quero que você... me diga como você se sente, como você vê elas, é que quero uma opinião masculina
Eu me sentia no céu, não pensei que ela fosse me dizer aquilo, toquei na coxa dela e tirei a mão
– Pois estão durinhas e muito lindas
– Mas toca direito, não se preocupa
Eu tocava de novo, mas dessa vez acariciava, passava a ponta dos dedos e aquilo já tava me excitando porque eu não podia acreditar. Ela fechou os olhos e sorriu
– E aí?
– Não, tão muito lindas
Eu comecei a ter uma ereção, mas tentava disfarçar de lado, mas ela percebeu
– Vejo que te causei algo
A vergonha me tomou e fiquei calado
– Não se preocupa, é normal
– Acho que não e pra ser sincero, tô com vergonha porque mesmo sendo de confiança, não acho que seja certo
– Fica tranquilo
Assim que terminou de falar, a mão dela foi pro meu short e tocou meu pau. Eu dei um pulo tentando me afastar porque não era certo, ainda mais por causa do meu amigo, não podia fazer isso com ele. Mas também algo me dizia que era uma experiência que eu não podia deixar passar
– Fica tranquilo, olha, vou te confessar uma coisa: meu marido não me toca há um mês e eu preciso de alguém, por favor
As palavras dela me surpreenderam, não podia acreditar, ela tava implorando por sexo
– Mas como assim? Não posso fazer isso com o Marco, e agora imagina, eles estão lá em cima, podem acordar e nos ver
– Não se preocupa
Ela me pegou pela mão e saímos de casa. Cada casa é separada por um muro baixo que dá pra uma palapa com churrasqueira e bancos de pedra. Rápido, ela tirou a blusa e o short, e qual não foi minha surpresa: ela não tava de calcinha. O corpo dela era lindíssimo, os biquinhos rosadinhos e os peitos grandes como já falei, mas a buceta dela sem nenhum pelo e rosadinha, e uma bunda que me deixou de boca aberta, média e bem empinada. Eu só tirei meu short
– Que lindo você é, tem um corpo bonito
– Você também, nossa, tem um corpo lindo, não sei como seu marido não te toca do jeito que você quer
– Por isso você vai me ajudar
Assim que terminou de falar Dito isso, peguei meu pau e comecei a acariciar de cima pra baixo, com a outra mão ela tocava minhas bolas e massageava. Não podia acreditar, a mãe do meu melhor amigo estava me masturbando. Meu pau foi crescendo, e não vou mentir, não tenho ele grande nem pequeno. Acho que com uma boa ereção chego a uns 18cm, normal, acho eu. Nessa altura, meu pau já tava durasso e ela só massageava. Num instante fechei os olhos e senti um calor invadindo a ponta. Quando abri os olhos, ela tava metendo a boca. Começou pela ponta, chupando e lambendo com delicadeza, depois enfiou tudo na boca, enquanto eu sentia o calor e a língua dela brincando por todo o tronco.
A imagem era linda, ela descia e subia, chupando cada vez mais rápido. Toda vez que tirava, via meu pau todo babado e brilhoso, e isso me deixava louco de tesão. A mão dela continuava brincando com minhas bolas, e de vez em quando ela descia e chupava elas também, fazia como uma verdadeira professora de sexo oral.
— Você tem um gostinho muito gostoso e é de um tamanho bom, já tô morrendo de vontade de sentir ele dentro de mim.
Isso me deixou mais excitado ainda, e enquanto pensava em meter, ela continuou chupando, dessa vez mais rápido. Senti uma pulsada no meu pau.
— Nala, vou gozaaaar!
— Fica tranquilo, goza.
Depois de dizer isso, ela enfiou tudo na boca e eu descarreguei todo meu gozo na boca dela. Ela chupava meu pau e, pelos cantos da boca, meu leite escapava, molhando meu pau. Ela tirou da boca e vi como tinha enchido a boca linda dela. Enquanto isso, ela parecia saborear, brincava com o gozo e depois engoliu.
— Mmmm... seu gozo é uma delícia, tem um sabor gostoso.
Eu tava com a respiração ofegante e só via a cara de prazer dela. De novo, ela pegou meu pau e chupou mais devagar, limpando os restos de gozo. Quando terminou, se deitou no banco de pedra, abrindo as pernas. Eu sabia o que ela queria.
Então, aproximei minha boca da buceta dela. Tinha um cheiro delicioso. Passei minha língua entre os lábios dela e ela foi se abrindo aos poucos. Ela fechou os olhos e, com as unhas, bagunçou meu cabelo enquanto segurava minha cabeça. cabeça
-AAASIIIII…..ASSSIIIII
Chupava, devo dizer, meio sem jeito, mas tava causando um prazer imenso nela, porque ela se contorcia. Com minha mão, encontrei o clitóris dela e, com suavidade, esfreguei, o que provocou um grito que talvez deu pra ouvir do outro lado do mar
-AAHHHHHHHHAHHHHHHHH
Assim continuei, passava minha língua e com meus lábios segurava os dela, puxando um pouquinho
-AAAAA… que bem que você faz….aaaaa….não consigo acreditar
Lembro que ela se contorceu e gozou naquele instante, porque saiu uma porrada de fluidos que saboreei na minha boca. Ela me afastou, a respiração dela tava ofegante
-Mete em mim… quero sentir você, quero que me coma como se sua vida dependesse disso
Palavras mais quentes eu não podia ter ouvido, e num instante eu recuperava a ereção. Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, passei um pouco meu pau na buceta dela, esfregando, e num instante meti. Queria que vocês pudessem sentir o que eu senti naquele momento: era um calor delicioso e uma maciez que dava pra sentir no meu pau inteiro
-AAAA… SIIIM… Me come
Meti devagar e, aos poucos, aumentei a intensidade. Ela mordia os lábios, se tocava nos peitos ou acariciava o cabelo. Eu via a cena toda e era incrível, os peitos dela balançavam no vai e vem, e quando eu olhava pra baixo, meu pau sumia naquela buceta linda
-Mmmmmmm… Que gostosoooo… siiiim… continuaaaa
Decidi subir no banco e, na mesma posição, peguei a roupa e coloquei debaixo do quadril dela, levantando a pélvis. Me ajeitei e comecei a meter mais rápido e com mais força
-Aaaaaaaaaaaaaa… você é um filho da puuuuutaaa… eu amooo como você come
Só dava pra ouvir o mar, o som que nossos fluidos faziam e o choque dos nossos corpos.
Ficamos nessa posição por mais um tempo, meu vai e vem era constante até que ela, com a mão, me parou e tirou meu pau. Me empurrou e eu caí no banco. Ela se levantou e se sentou em cima de mim, enquanto com uma mão pegava Novo, meu pau e ela enfiou só um pouquinho, depois foi entrando aos poucos enquanto abaixava o corpo. Conforme ia entrando, ela mordia o lábio e mantinha os olhos fechados, ficou assim por uns segundos.
Eu olhava pra ela e com minhas mãos acariciava os peitos dela, brincava com os biquinhos e até dava uns beliscões leves, o que parecia que ela gostava. Ela esticou as mãos e eu correspondi, dando as minhas, e foi aí que ela começou a rebolgar devagar. Era incrível o jeito que ela enfiava todo o meu pau, e melhor ainda era o movimento dos peitos dela.
Acho que ela já tinha cansado um pouco, porque se deitou em cima de mim. Preciso dizer que aquele beijo eu senti com um sentimento especial, porque foi de certa forma apaixonado, mas ao mesmo tempo meio romântico. Depois, com minhas mãos, percorri as costas dela até chegar na bunda dela, agarrei, e agora era eu quem estava no controle.
— AHHH... OOOOOOOO... AUGGGG
Os gemidos dela eu ouvia bem perto do meu ouvido, e isso me motivava a enfiar mais e mais forte. De vez em quando, ela prendia a respiração, enquanto eu amassava a bunda dela e, de vez em quando, apertava bem forte pra fazer minhas estocadas mais fortes. Lembro que ficamos assim por um tempo, o tempo passava devagar e a paisagem era maravilhosa.
— Siim... Assiim... siim... mooor
Consegui ouvir em algum momento de novo no meu ouvido, com uma voz meio doce. Parei o movimento, peguei ela pela cintura e virei ela de lado, me levantei, e ela me olhava com um olhar de estranheza. Coloquei ela de quatro, era uma posição deliciosa, e vocês já imaginam que minha ideia era sexo anal, mas não, ou pelo menos ainda não. Ela só se deixava amar. Molhei um pouco meu pau e coloquei de novo na buceta dela, e mais uma vez começou o vai e vem. De novo, a imagem era linda, via o cabelo dela cair e se espalhar pelas pintinhas charmosas nas costas, e mais pra baixo meu olhar desviava pra bunda dela, que naquela posição parecia maior e muito, como dizer, macia. Peguei com minhas mãos e massageava enquanto começava um vai e vem mais forte. forte.
-ÔÔÔÔ…UUUUU…… SIMMM……SIMMM
Sabia que ela tava adorando e comecei a meter mais forte, consegui ouvir um som bem peculiar, que era o choque das minhas bolas contra a bunda dela
-Plaft..Plaft…plaftff
Uma vez e outra, ela gritava cada vez mais alto, e eu me aproximei
-Calma Nala, podem nos ouvir
-Não tô nem aí se ouvirem que você tá me dando a melhor fodida da minha vidaaaa
Continuei com meus movimentos enquanto minhas mãos se revezavam, às vezes tocava as costas dela, outras vezes pegava nos peitos dela ou até puxava o cabelo dela, era um prazer imenso e de novo senti ela se contorcendo, ela teve um orgasmo, o que fez soltar um grito abafado, tudo parou e ela caiu ainda com a bunda pra cima, comecei o movimento de novo, ela não parecia se importar, meti ainda mais rápido e em poucos instantes ia gozar, mas ia tirar
-Não meu amoooorrr não tiiiraaaa me encheee toooda deeeeee seu leeeeiteee
E foi assim, comecei a gozar jorrando, só sentia como enchia a buceta dela e parte escorria pelas pernas lindas dela
-Aaaa….tá quente…..e caraaaalho como você tava cheiooooo
Ainda com a respiração ofegante, deitamos e eu abracei ela, ela virou pra mim e me beijou de novo, acho que o que faltava pra ela era amor, que o marido dela não dava.
Sentamos na areia e ficamos descansando uns minutos, ela disse que nem uma palavra sobre isso e que podíamos fazer mais vezes, eu concordei, embora no fundo sentisse um remorso por fazer isso com meu amigo. Levantamos e ainda nus, estávamos cheios de areia, ela me sacudiu e eu fiz o mesmo, primeiro as costas dela e depois a bunda linda dela, ali sacudi devagar e até me atrevi a passar o dedo naquela linha desde o cuzinho até a buceta dela, o que fez ela dar um pulo
-O que foi, fiz algo que te incomodou?
-Não, pelo contrário, adorei a sensação
Então toquei um pouco na entrada do cuzinho dela só, ela de Fechei os olhos de novo e aproveitei, ainda saía um pouco de areia.
— Você gosta muito, né?
— SIIIIM, queroooo que você meta no meu cuuuuuuu
Aí sim, não conseguia acreditar, fiquei frio depois de ouvir aquilo.
— Mas primeiro...
E assim como ela falou, se ajoelhou e de novo meu pau sentiu a boca dela, começou a chupar de novo, deixando bem babado. Depois, ela babou a mão e passou na bunda, ficou de quatro de novo e dessa vez abrindo um pouco mais as pernas, e a mão dela abrindo as nádegas. Lembro que peguei meu pau e aproximei da entrada, era rosadinha e parecia meio pequena, mas ela começou a enfiar. Aquele cu era a coisa mais gostosa que eu tava provando, sentia meu pau abrindo caminho com dificuldade e ele respondia com pequenas contrações. Empurrei devagar até desaparecer, ela se levantou.
— Agooora siiiim... monta em mimiiii...
Era uma sensação muito gostosa e conforme eu ia penetrando, o cu dela ia dilatando, dando lugar a um movimento mais fluido. Subi pra poder meter mais forte e peguei ela pelo cabelo, praticamente tava montando ela como se fosse um bicho. Quando olhei pra baixo, via meu pau sumindo entre aquelas nádegas lindas, que eu dava tapas.
— Isssooo... Assiiim... me dá tapa na bunda... eu mereeeço...
A intensidade aumentava cada vez mais, teve um momento que me desconheci e metia sem parar, o que me fez gozar de novo. Dessa vez foi dentro do cu dela, já foi pouco, mas mesmo assim me deu um prazer enorme. De novo terminamos e deitamos. Em alguns minutos nos vestimos e voltamos pra casa, tudo estava quieto. Quando entramos, ouvimos roncos, sinal de que os caras estavam bem dormidos. Antes de subir, ela me beijou de novo. Ela subiu primeiro, não sem antes levar um tapa na bunda que ela acompanhou com um sorriso. Quando ouvi a porta dela, fiquei pensando no que tinha feito e depois subi pra dormir.
No dia seguinte, fui o último a acordar e por... Pela janela vi que eles estavam na piscina. Quando desci, lá estava ela, toda reluzente. Dizem que quando você transa bem, fica com uma beleza sem igual, e era isso que eu via nela. Ela me sorriu e piscou o olho. Como não tinha mais ninguém ali além de mim e dela, me aproximei e peguei ela pelas costas. Enquanto ela lavava a louça, apertei a bunda dela e, por uns instantes, enfiei a mão na buceta dela.
— Não, agora não, podem nos ver.
Naquele mesmo dia, transamos de novo à noite. Nos dias seguintes, não deu mais porque o Miguel, o marido dela, chegou. Mas mesmo assim, quando ela me olhava, sorria e, de vez em quando, mandava um beijo. Quando voltamos daquela semana de férias, não a via com tanta frequência, mas teve uma vez que a encontrei na rua e ela me deu o telefone dela pra marcarmos umas sessões de sexo.
De certa forma, me senti mal por fazer isso com o Marco, mas a verdade é que foi o melhor sexo da minha curta vida.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. PEDI PERMISSÃO PRA PUBLICAR ESSE RELATO E EM BREVE ELA VAI LER. TORÇO PRA QUE TENHA MUITOS COMENTÁRIOS, BONS OU RUINS, NÃO IMPORTA. ASSIM NOS MOTIVAM A CONTAR O RESTO DO QUE JÁ FIZEMOS.
OBRIGADO.
Tudo começou com um convite simples do meu melhor amigo, Marco. Ele e eu temos uma amizade muito sólida de poucos anos, na verdade o conheci na escola. Ele tem 18 anos e é daquelas pessoas que te acompanham pela maior parte da vida, porque temos muitos gostos em comum...
Enfim, um dia ele me convidou pra casa de verão que os pais dele têm. Eu aceitei, assim como outros amigos, da mesma idade. Alguns têm 18, outros 20, e o mais novo tem 14. Eu sou o mais velho, mas isso não é o ponto, só tô mencionando como detalhe. Eles aceitaram, e tudo estava planejado pra passar uma semana com todos os parceiros e os pais deles. É aqui que começa o importante. A mãe do Marco se chama Nala, ela é muito jovem, tem 30 anos, mas parece ter uns 25. Muita gente confunde ela como se fosse irmã dele, mas a realidade é outra. Bom, eu já conhecia meu amigo e a família dele há 5 anos, e embora nunca tivesse olhado pra Nala com olhos de luxúria, eu achava ela atraente, mas a verdade é que nunca passou pela minha cabeça ter alguma atração por ela, ainda mais pela situação de ser a mãe do meu amigo. Em algumas ocasiões, passou pela minha mente como seria o corpo dela, já que muitas vezes estive na casa dela e ela estava presente. Ela tem cabelo escuro, pele clara, olhos cor de mel, sardenta, mais ou menos 1,65m, os peitos são médios, e a bunda também, pelo menos essa era minha ideia, mas mais adiante vocês vão ver que eu tava enganado.
Tudo estava pronto, íamos partir. O pai dela ia dirigir quando o telefone dele tocou. Ele tinha que se apresentar com urgência no trabalho porque tinha pendências pra resolver. Eu pensei que a viagem ia ser cancelada, mas ele só disse que nos alcançava no meio da semana. Nala aceitou nos levar, então ela ligou a caminhonete e partimos. Já no caminho, ele ia conversando com a gente sobre como a gente tava na escola, com as minas, etc.... umas paradas pra matar o tempo. A gente fez 3 horas de viagem até que finalmente chegamos, era uma área residencial com piscina e do outro lado tinha o mar.
Entramos e a casa era meio pequena, mas a vista era maravilhosa. Éramos 6 caras e a Nala, tinha duas beliches e um colchão inflável que a gente colocava no meio pra quem sobrava dormir, e a Nala e o marido dela tinham o quarto deles. Desculpa, acho que esqueci de um detalhe, o marido dela se chamava Miguel. Eu também me dava muito bem com ele, e falo isso porque era um casamento muito jovem, era tipo estar com os amigos. Mas vamos continuar. Assim que a gente se acomodou, meus amigos correram pra piscina enquanto eu me trocava e pegava algo pra me refrescar. Sentei pra ver TV quando ouvi passos na escada, era a Nala. Ela tinha soltado o cabelo e tava com uma blusinha bem provocante e um shortinho bem confortável, ela tava uma gostosa. O que me chamou a atenção foram as pernas dela, meio branquelas mas bem torneadas, as coxas eram grossas.
— Você não vai nadar, Damião?
— Não, Nala, daqui a pouco. Agora quero descansar um pouco.
— Ok. Se quiser, preparo algo pra petiscar.
— Perfeito.
Ela foi pra cozinha enquanto eu via TV, tudo normal. Minutos depois, sentou comigo pra ver TV e já tinha trazido salsichas, queijinhos, batatas e refrigerante. A gente ficou vendo TV bem de boa, a conversa foi ficando legal e lembro que a gente riu com alguns filmes. O dia passou, entrei na piscina, comemos, jogamos videogame e fomos dormir.
No dia seguinte, decidimos ir pro mar. Todo mundo tava de sunga, enquanto a Nala tava com um pareô e uma blusinha. Chegando lá, a gente correu pro mar e brincou um pouco. O melhor foi quando ela se levantou e tirou o pareô e a blusa, deixando a gente ver um biquíni preto que marcava o corpo dela. Foi aí que eu percebi a verdade: os peitos dela eram grandes e ela tinha Pompas, hmm, digamos que nem muito grandes nem muito pequenas, mas muito lindas e bem formadinhas, empinadinhas, por assim dizer. As costas dela eram lindas, com umas sardas que a deixavam ainda mais gostosa. Devo confessar que já tava me atraindo por ela, mas ainda não tava levando ao extremo. Moleques e senhores olhavam pra ela enquanto ela entrava no mar com a gente.
Uma vez lá, a gente brincou, conversou e nadou. O dia passou, comemos, fomos pra piscina e no final do dia fomos dormir.
Lembro que eram 2 da manhã e eu não conseguia pegar no sono, então decidi levantar pra ver TV. Desci as escadas, liguei a TV, abri a porta do terraço e acendi um cigarro. Tava entrando num estado de relaxamento incrível. Passou, acho, meia hora quando ouvi alguém descendo as escadas.
— O que você tá fazendo aqui, Damián?
Era a Nala descendo com o short e a blusa dela, igual no começo.
— É que não consigo dormir, desci um pouco pra me distrair.
— Quer que eu faça companhia pra você relaxar?
— Não, não precisa, obrigado, mas tô bem assim.
— Se importa se eu sentar com você?
— Não, de jeito nenhum.
Depois disso, ela sentou do meu lado e pediu um cigarro. A gente começou a conversar e filosofar sobre a vida. Nem tava mais vendo TV, então desliguei. Mais uma vez a gente ria, eu tava me divertindo com ela. Depois, começaram a surgir perguntas.
— E você tem namorada?
— Não.
— Isso eu não acredito, você é um cara muito bonito e bem sociável, tem muita conversa.
— Valeu, mas não tô com pressa, uma hora aparece.
— É, acredito.
De repente, ela colocou a perna no sofá e eu fiquei olhando pra ela. Ela era gostosa e eu tava gostando, não posso negar. E ela percebeu.
— O que foi? Tem alguma coisa em mim?
— Não.
Naquele momento, eu tava tão à vontade com ela que decidi fazer um comentário sem passar do limite.
— Olha, espero que não leve como atrevimento, mas você tem umas pernas lindas.
— Oooh, que lindo, obrigada. E não se preocupa, não é atrevimento nenhum, pelo contrário, é um elogio bonito. E que bom que você falou, quero te pedir uma coisa.
— Fala.
Nisso, ela pegou minha mão e levou até a perna dela.
— Quero que você... me diga como você se sente, como você vê elas, é que quero uma opinião masculina
Eu me sentia no céu, não pensei que ela fosse me dizer aquilo, toquei na coxa dela e tirei a mão
– Pois estão durinhas e muito lindas
– Mas toca direito, não se preocupa
Eu tocava de novo, mas dessa vez acariciava, passava a ponta dos dedos e aquilo já tava me excitando porque eu não podia acreditar. Ela fechou os olhos e sorriu
– E aí?
– Não, tão muito lindas
Eu comecei a ter uma ereção, mas tentava disfarçar de lado, mas ela percebeu
– Vejo que te causei algo
A vergonha me tomou e fiquei calado
– Não se preocupa, é normal
– Acho que não e pra ser sincero, tô com vergonha porque mesmo sendo de confiança, não acho que seja certo
– Fica tranquilo
Assim que terminou de falar, a mão dela foi pro meu short e tocou meu pau. Eu dei um pulo tentando me afastar porque não era certo, ainda mais por causa do meu amigo, não podia fazer isso com ele. Mas também algo me dizia que era uma experiência que eu não podia deixar passar
– Fica tranquilo, olha, vou te confessar uma coisa: meu marido não me toca há um mês e eu preciso de alguém, por favor
As palavras dela me surpreenderam, não podia acreditar, ela tava implorando por sexo
– Mas como assim? Não posso fazer isso com o Marco, e agora imagina, eles estão lá em cima, podem acordar e nos ver
– Não se preocupa
Ela me pegou pela mão e saímos de casa. Cada casa é separada por um muro baixo que dá pra uma palapa com churrasqueira e bancos de pedra. Rápido, ela tirou a blusa e o short, e qual não foi minha surpresa: ela não tava de calcinha. O corpo dela era lindíssimo, os biquinhos rosadinhos e os peitos grandes como já falei, mas a buceta dela sem nenhum pelo e rosadinha, e uma bunda que me deixou de boca aberta, média e bem empinada. Eu só tirei meu short
– Que lindo você é, tem um corpo bonito
– Você também, nossa, tem um corpo lindo, não sei como seu marido não te toca do jeito que você quer
– Por isso você vai me ajudar
Assim que terminou de falar Dito isso, peguei meu pau e comecei a acariciar de cima pra baixo, com a outra mão ela tocava minhas bolas e massageava. Não podia acreditar, a mãe do meu melhor amigo estava me masturbando. Meu pau foi crescendo, e não vou mentir, não tenho ele grande nem pequeno. Acho que com uma boa ereção chego a uns 18cm, normal, acho eu. Nessa altura, meu pau já tava durasso e ela só massageava. Num instante fechei os olhos e senti um calor invadindo a ponta. Quando abri os olhos, ela tava metendo a boca. Começou pela ponta, chupando e lambendo com delicadeza, depois enfiou tudo na boca, enquanto eu sentia o calor e a língua dela brincando por todo o tronco.
A imagem era linda, ela descia e subia, chupando cada vez mais rápido. Toda vez que tirava, via meu pau todo babado e brilhoso, e isso me deixava louco de tesão. A mão dela continuava brincando com minhas bolas, e de vez em quando ela descia e chupava elas também, fazia como uma verdadeira professora de sexo oral.
— Você tem um gostinho muito gostoso e é de um tamanho bom, já tô morrendo de vontade de sentir ele dentro de mim.
Isso me deixou mais excitado ainda, e enquanto pensava em meter, ela continuou chupando, dessa vez mais rápido. Senti uma pulsada no meu pau.
— Nala, vou gozaaaar!
— Fica tranquilo, goza.
Depois de dizer isso, ela enfiou tudo na boca e eu descarreguei todo meu gozo na boca dela. Ela chupava meu pau e, pelos cantos da boca, meu leite escapava, molhando meu pau. Ela tirou da boca e vi como tinha enchido a boca linda dela. Enquanto isso, ela parecia saborear, brincava com o gozo e depois engoliu.
— Mmmm... seu gozo é uma delícia, tem um sabor gostoso.
Eu tava com a respiração ofegante e só via a cara de prazer dela. De novo, ela pegou meu pau e chupou mais devagar, limpando os restos de gozo. Quando terminou, se deitou no banco de pedra, abrindo as pernas. Eu sabia o que ela queria.
Então, aproximei minha boca da buceta dela. Tinha um cheiro delicioso. Passei minha língua entre os lábios dela e ela foi se abrindo aos poucos. Ela fechou os olhos e, com as unhas, bagunçou meu cabelo enquanto segurava minha cabeça. cabeça
-AAASIIIII…..ASSSIIIII
Chupava, devo dizer, meio sem jeito, mas tava causando um prazer imenso nela, porque ela se contorcia. Com minha mão, encontrei o clitóris dela e, com suavidade, esfreguei, o que provocou um grito que talvez deu pra ouvir do outro lado do mar
-AAHHHHHHHHAHHHHHHHH
Assim continuei, passava minha língua e com meus lábios segurava os dela, puxando um pouquinho
-AAAAA… que bem que você faz….aaaaa….não consigo acreditar
Lembro que ela se contorceu e gozou naquele instante, porque saiu uma porrada de fluidos que saboreei na minha boca. Ela me afastou, a respiração dela tava ofegante
-Mete em mim… quero sentir você, quero que me coma como se sua vida dependesse disso
Palavras mais quentes eu não podia ter ouvido, e num instante eu recuperava a ereção. Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, passei um pouco meu pau na buceta dela, esfregando, e num instante meti. Queria que vocês pudessem sentir o que eu senti naquele momento: era um calor delicioso e uma maciez que dava pra sentir no meu pau inteiro
-AAAA… SIIIM… Me come
Meti devagar e, aos poucos, aumentei a intensidade. Ela mordia os lábios, se tocava nos peitos ou acariciava o cabelo. Eu via a cena toda e era incrível, os peitos dela balançavam no vai e vem, e quando eu olhava pra baixo, meu pau sumia naquela buceta linda
-Mmmmmmm… Que gostosoooo… siiiim… continuaaaa
Decidi subir no banco e, na mesma posição, peguei a roupa e coloquei debaixo do quadril dela, levantando a pélvis. Me ajeitei e comecei a meter mais rápido e com mais força
-Aaaaaaaaaaaaaa… você é um filho da puuuuutaaa… eu amooo como você come
Só dava pra ouvir o mar, o som que nossos fluidos faziam e o choque dos nossos corpos.
Ficamos nessa posição por mais um tempo, meu vai e vem era constante até que ela, com a mão, me parou e tirou meu pau. Me empurrou e eu caí no banco. Ela se levantou e se sentou em cima de mim, enquanto com uma mão pegava Novo, meu pau e ela enfiou só um pouquinho, depois foi entrando aos poucos enquanto abaixava o corpo. Conforme ia entrando, ela mordia o lábio e mantinha os olhos fechados, ficou assim por uns segundos.
Eu olhava pra ela e com minhas mãos acariciava os peitos dela, brincava com os biquinhos e até dava uns beliscões leves, o que parecia que ela gostava. Ela esticou as mãos e eu correspondi, dando as minhas, e foi aí que ela começou a rebolgar devagar. Era incrível o jeito que ela enfiava todo o meu pau, e melhor ainda era o movimento dos peitos dela.
Acho que ela já tinha cansado um pouco, porque se deitou em cima de mim. Preciso dizer que aquele beijo eu senti com um sentimento especial, porque foi de certa forma apaixonado, mas ao mesmo tempo meio romântico. Depois, com minhas mãos, percorri as costas dela até chegar na bunda dela, agarrei, e agora era eu quem estava no controle.
— AHHH... OOOOOOOO... AUGGGG
Os gemidos dela eu ouvia bem perto do meu ouvido, e isso me motivava a enfiar mais e mais forte. De vez em quando, ela prendia a respiração, enquanto eu amassava a bunda dela e, de vez em quando, apertava bem forte pra fazer minhas estocadas mais fortes. Lembro que ficamos assim por um tempo, o tempo passava devagar e a paisagem era maravilhosa.
— Siim... Assiim... siim... mooor
Consegui ouvir em algum momento de novo no meu ouvido, com uma voz meio doce. Parei o movimento, peguei ela pela cintura e virei ela de lado, me levantei, e ela me olhava com um olhar de estranheza. Coloquei ela de quatro, era uma posição deliciosa, e vocês já imaginam que minha ideia era sexo anal, mas não, ou pelo menos ainda não. Ela só se deixava amar. Molhei um pouco meu pau e coloquei de novo na buceta dela, e mais uma vez começou o vai e vem. De novo, a imagem era linda, via o cabelo dela cair e se espalhar pelas pintinhas charmosas nas costas, e mais pra baixo meu olhar desviava pra bunda dela, que naquela posição parecia maior e muito, como dizer, macia. Peguei com minhas mãos e massageava enquanto começava um vai e vem mais forte. forte.
-ÔÔÔÔ…UUUUU…… SIMMM……SIMMM
Sabia que ela tava adorando e comecei a meter mais forte, consegui ouvir um som bem peculiar, que era o choque das minhas bolas contra a bunda dela
-Plaft..Plaft…plaftff
Uma vez e outra, ela gritava cada vez mais alto, e eu me aproximei
-Calma Nala, podem nos ouvir
-Não tô nem aí se ouvirem que você tá me dando a melhor fodida da minha vidaaaa
Continuei com meus movimentos enquanto minhas mãos se revezavam, às vezes tocava as costas dela, outras vezes pegava nos peitos dela ou até puxava o cabelo dela, era um prazer imenso e de novo senti ela se contorcendo, ela teve um orgasmo, o que fez soltar um grito abafado, tudo parou e ela caiu ainda com a bunda pra cima, comecei o movimento de novo, ela não parecia se importar, meti ainda mais rápido e em poucos instantes ia gozar, mas ia tirar
-Não meu amoooorrr não tiiiraaaa me encheee toooda deeeeee seu leeeeiteee
E foi assim, comecei a gozar jorrando, só sentia como enchia a buceta dela e parte escorria pelas pernas lindas dela
-Aaaa….tá quente…..e caraaaalho como você tava cheiooooo
Ainda com a respiração ofegante, deitamos e eu abracei ela, ela virou pra mim e me beijou de novo, acho que o que faltava pra ela era amor, que o marido dela não dava.
Sentamos na areia e ficamos descansando uns minutos, ela disse que nem uma palavra sobre isso e que podíamos fazer mais vezes, eu concordei, embora no fundo sentisse um remorso por fazer isso com meu amigo. Levantamos e ainda nus, estávamos cheios de areia, ela me sacudiu e eu fiz o mesmo, primeiro as costas dela e depois a bunda linda dela, ali sacudi devagar e até me atrevi a passar o dedo naquela linha desde o cuzinho até a buceta dela, o que fez ela dar um pulo
-O que foi, fiz algo que te incomodou?
-Não, pelo contrário, adorei a sensação
Então toquei um pouco na entrada do cuzinho dela só, ela de Fechei os olhos de novo e aproveitei, ainda saía um pouco de areia.
— Você gosta muito, né?
— SIIIIM, queroooo que você meta no meu cuuuuuuu
Aí sim, não conseguia acreditar, fiquei frio depois de ouvir aquilo.
— Mas primeiro...
E assim como ela falou, se ajoelhou e de novo meu pau sentiu a boca dela, começou a chupar de novo, deixando bem babado. Depois, ela babou a mão e passou na bunda, ficou de quatro de novo e dessa vez abrindo um pouco mais as pernas, e a mão dela abrindo as nádegas. Lembro que peguei meu pau e aproximei da entrada, era rosadinha e parecia meio pequena, mas ela começou a enfiar. Aquele cu era a coisa mais gostosa que eu tava provando, sentia meu pau abrindo caminho com dificuldade e ele respondia com pequenas contrações. Empurrei devagar até desaparecer, ela se levantou.
— Agooora siiiim... monta em mimiiii...
Era uma sensação muito gostosa e conforme eu ia penetrando, o cu dela ia dilatando, dando lugar a um movimento mais fluido. Subi pra poder meter mais forte e peguei ela pelo cabelo, praticamente tava montando ela como se fosse um bicho. Quando olhei pra baixo, via meu pau sumindo entre aquelas nádegas lindas, que eu dava tapas.
— Isssooo... Assiiim... me dá tapa na bunda... eu mereeeço...
A intensidade aumentava cada vez mais, teve um momento que me desconheci e metia sem parar, o que me fez gozar de novo. Dessa vez foi dentro do cu dela, já foi pouco, mas mesmo assim me deu um prazer enorme. De novo terminamos e deitamos. Em alguns minutos nos vestimos e voltamos pra casa, tudo estava quieto. Quando entramos, ouvimos roncos, sinal de que os caras estavam bem dormidos. Antes de subir, ela me beijou de novo. Ela subiu primeiro, não sem antes levar um tapa na bunda que ela acompanhou com um sorriso. Quando ouvi a porta dela, fiquei pensando no que tinha feito e depois subi pra dormir.
No dia seguinte, fui o último a acordar e por... Pela janela vi que eles estavam na piscina. Quando desci, lá estava ela, toda reluzente. Dizem que quando você transa bem, fica com uma beleza sem igual, e era isso que eu via nela. Ela me sorriu e piscou o olho. Como não tinha mais ninguém ali além de mim e dela, me aproximei e peguei ela pelas costas. Enquanto ela lavava a louça, apertei a bunda dela e, por uns instantes, enfiei a mão na buceta dela.
— Não, agora não, podem nos ver.
Naquele mesmo dia, transamos de novo à noite. Nos dias seguintes, não deu mais porque o Miguel, o marido dela, chegou. Mas mesmo assim, quando ela me olhava, sorria e, de vez em quando, mandava um beijo. Quando voltamos daquela semana de férias, não a via com tanta frequência, mas teve uma vez que a encontrei na rua e ela me deu o telefone dela pra marcarmos umas sessões de sexo.
De certa forma, me senti mal por fazer isso com o Marco, mas a verdade é que foi o melhor sexo da minha curta vida.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. PEDI PERMISSÃO PRA PUBLICAR ESSE RELATO E EM BREVE ELA VAI LER. TORÇO PRA QUE TENHA MUITOS COMENTÁRIOS, BONS OU RUINS, NÃO IMPORTA. ASSIM NOS MOTIVAM A CONTAR O RESTO DO QUE JÁ FIZEMOS.
OBRIGADO.
10 comentários - Con la madre de mi mejor amigo
:headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang:
primero el chico tiene 18 y su mamá 30, osea lo tuvo a los 12?
jajaa
buena data...y otra cosa...el chabon es mexicano,y el usuario q postea es argentino...mm no me cierra...asiq digo
FUENTE??? xd 🆒