La primera vez

Amigos poringa boys, vou contar pra vocês a primeira vez com o amor da minha vida, espero que gostem.

Era o ano de 1996, eu tinha 27 anos, trabalhava num comércio no bairro de Belgrano. Um dia vi que numa loja em frente à minha começou a trabalhar uma mulher impressionante, alta, loira, sensual, linda por onde quer que se olhasse, com um estilo discreto ao se vestir, nada provocante. No começo, não cumprimentava ninguém e me pareceu meio antipática, arrogante, mas com o tempo foi se soltando e pelo menos respondia aos "bom dia" e "boa noite" do dia a dia.

Um dia, sentado no bar junto com o dono da banca de jornal da quadra (onde todo mundo ia comprar cigarro e bala), essa mulher passou andando e eu falei pro gordo da banca: "Que gostosa, ela me deixa louco desde que apareceu". "Não se iluda", o gordo me disse. "Por quê?", respondi.

"Olha, essa pedaço de buceta vai dar bola pra gente? Esquece, foca em outra direção."

"Você, gordo, não sei, mas eu vou conquistar ela."

"Você é louco, ela vai te mandar pastar. Quanto você aposta?"

"O que você quiser, gordo, mas não vou ficar na vontade, vou tentar. Não tem pior gestão que a que não se faz." Aí começou a operação paquera. Descobri que ela se chamava Elizabeth, era uruguaia, 36 anos, separada e com duas filhas. Comecei a forçar encontros casuais, cumprimentos, pedir troco, etc. Num desses encontros forçados, cumprimento ela: "Oi, bom dia". Ela responde e me dá um beijo (na bochecha). Me deu um arrepio no corpo que me paralisou até a língua, não conseguia esboçar palavra. Quando me recuperei, continuei andando pro trabalho. Esse foi o primeiro passo pra ter conversas mais fluidas, e foi assim que ganhamos confiança dia após dia.

Uma noite, indo pra casa, vejo ela no ponto de ônibus. Parei o carro e perguntei se ela queria que eu desse uma carona até em casa. "Não, obrigada", ela disse, cortando minha ilusão.

No caminho todo pra casa, fiquei pensando como fazer pra ela me dar Beleza, depois de
pensar e pensar, cheguei
à conclusão que o melhor era o trabalho diário pra aumentar a confiança, pra ela
se soltar mais e baixar a guarda.

Fiz assim, devagar, com paciência (como o elefante com a formiga) todos os dias.
Nossas conversas ficavam mais relaxadas, a gente contava mais coisas. Eu descobria tudo
que pudesse me ajudar a dar o golpe final.

E esse dia chegou. Eu tava prestes a viajar por 1 semana. No dia anterior à viagem, fui na
floricultura, encomendei um buquê de rosas pra entregarem no dia seguinte com um
cartãozinho que dizia: "SINTO QUE TE SINTO COMO NUNCA SENTI. O COMO, QUANDO E ONDE
TÁ NAS SUAS MÃOS."

Os dias da viagem não passavam, a curiosidade me corroía a cabeça. Na volta, escolhi um
perfume no free shop. Na segunda-feira, ao chegar no trabalho, a primeira coisa que fiz foi ir
cumprimentar ela e dar o presente. "E isso por quê?"

"Nada, tava pensando em você e comprei", falei. "Muito obrigada, adoro perfumes e esse eu não tenho."

Nisso, entra a colega de trabalho dela, percebe a situação e fala: "Quantos
admiradores que a gente tem ultimamente, ELY". Minha cara se transformou (pensei: "não pode ser que isso
tá acontecendo comigo agora"). "Ah, é?" foi a única coisa que saiu.

"Sim, semana passada mandaram um buquê de rosas espetacular com uma declaração de
amor", disse a colega.

Quando ouvi isso, me acalmei. Algo me dizia que meu plano tava funcionando e eu falei: "Fui eu."

"Você???" disseram em uníssono.

"Sério?" disse Elizabeth.

"Sim, quer que eu diga o que escrevi no cartão?" (e eu disse).

"Você é um doce", ela falou e me deu um beijo.

Fui pro meu negócio me sentindo o tal, todo inflado, pensando em como e quando
convidaria ela pra sair.

Deixei passar os dias e na sexta-feira perguntei se ela tinha planos pro sábado à noite.
Ela respondeu que não, então convidei pra jantar. A resposta dela deve ter demorado uns 5 segundos, que pareceram uma eternidade: "Bom, tá. — Que horas você vem me buscar?”, “Que tal às 10?” perguntei.
“OK, anota o endereço.”

As horas até as 10 da noite de sábado eram 200 minutos, não passava disso. Antes de chegar na casa dela, parei num kiosque pra comprar cigarros. A senhora que me atendeu disse: “Não vai levar um chocolate pra presentear? É a semana da doçura.” “Sim, me dá o mais gostoso que tiver, por favor.”

Cheguei, toquei a campainha. Ela desceu em 5 minutos, tava linda demais. Subimos no carro e, enquanto decidíamos pra onde ir, entreguei o chocolate: “Pela semana da doçura”, falei. “Obrigada, mas tenho que te dar algo em troca, né?”

E me deu um beijo mais doce que o próprio chocolate, um beijo de lábios fechados, mas profundo.

“Não esperava por isso”, comentei.
“Desculpa, não é um doce por um beijo, ou você não gostou de mim?”
“Adorei”, respondi.

Bom, fomos ao restaurante, jantamos, conversamos sobre tudo um pouco. Eu não parava de olhar pra ela e admirar a beleza dela. Tudo estava rolando melhor do que eu esperava, mas meu medo era insinuar algo que ela não gostasse e tudo ir pro saco. Então deixei as coisas acontecerem naturalmente. Levei ela em casa, estacionei o carro e só nesse momento a gente se beijou de novo. Já mais à vontade, abri minha boca e deixei minha língua brincar com a dela. Quando o nível de tesão tomou conta de nós dois, ela disse: “Já é tarde, melhor eu ir. Me diverti muito, obrigada.”

“De nada. Eu também me diverti pra caralho. Vai ter repeteco?”, perguntei.
“Por que não?”, respondeu.

Na semana seguinte, tudo seguiu normal. A única diferença é que toda noite eu levava ela até em casa e, no carro, as despedidas cada vez ficavam mais longas e mais quentes. Eu tava explodindo de tesão, então decidi que naquele fim de semana tinha que transar com ela.

Naquele sábado, fomos tomar algo numa confeitaria própria pra amassos: sofás, luz baixa, música tranquila, etc. Depois de umas duas horas de conversa, beijos, carícias, mais beijos, o termômetro... Tava pegando fogo, aí pensei em como chamar ela de um jeito diferente e delicado pra gente transar, e falei: "Você quer dormir sozinha ou não dormir acompanhada?" Ela ficou meio sem entender e respondeu:
"Adoraria não dormir acompanhada por você."

Escolhi o melhor hotel da área, entramos no quarto, minhas pernas meio que tremiam por essas merdas que a gente às vezes pensa, de não conseguir corresponder às expectativas da mulher em questão. Fui tomar um banho pra relaxar, quando saí ela entrou no banheiro. Esperei na cama fumando um cigarro. Ela saiu com um catsuit (acho que é assim que se fala e escreve) preto com partes transparentes, quase gozei seco só de ver ela. Peguei na mão dela, puxando pra perto de mim. Começamos a nos beijar, a quentura aumentando segundo a segundo. Depois fui pro pescoço dela e devagar fui descendo pros peitos, comecei a mordiscar por cima do catsuit. Fui tirando ele devagar, pela primeira vez via eles ao natural, melhor do que eu tinha imaginado. Operados, mas bem naturais, com os mamilos cor-de-rosa. Me joguei neles e beijava, chupava e mordia de leve. Depois de vários minutos dedicados àquelas tetas lindas, desci devagar pela barriga dela, beijando tudo. Tirei o catsuit completamente. Ela não tava de calcinha e, como também não tinha sutiã, pensei que com aquilo ela não usava roupa íntima. Vi a buceta dela depilada, só com uma linha de pelos pubianos sobre os lábios carnudos. Beijei em volta dos lábios e, aos poucos, enfiei minha língua na buceta dela. Tinha um cheiro e um gosto deliciosos. Ela gemia mais alto e mais rápido. Isso me excitou ainda mais. Sem parar de lamber, enfiei um dedo pra masturbar ela um pouco. Os gemidos dela ficaram ainda mais fortes até que um líquido gostoso inundou minha boca, junto com um grito profundo. As unhas dela cravaram nas minhas costas.

Me ergui e dei um beijo nela. "Desculpa por te arranhar, mas você me deixou louca", ela disse. Se essa é a prova de que te dou prazer, me arranha quantas vezes quiser."

Eu ainda estava com a toalha na cintura. Tirei ela, ela pegou meu pau com a mão, se abaixou e com a língua percorreu a glande, depois o tronco até as bolas. Colocou na boca e chupou doce e suavemente. Logo eu já estava pronto para descarregar tanta tesão acumulada. Avisei afastando ela devagar do meu pau, e ela me olhou e disse: "Qual é o problema? Você não tomou meu gozo. Eu também quero o seu." Isso foi o estopim para eu explodir com toda força na boca dela. Ela engoliu tudo e limpou meu pau com a língua, me deu um beijo e foi pro banheiro.

Fumamos um cigarro. Depois ela começou a me acariciar perto do amigo, pegou ele e me bateu uma até ficar a ponto de melar. Chupei a buceta dela pra lubrificar, coloquei uma camisinha, levantei as pernas dela e meti devagar. Acelerando as investidas, a respiração ofegante dela e a minha foram aumentando. Mudei de posição, sentando na beira da cama, e ela sentou em cima de mim. Os movimentos dela sugavam meu pau cada vez mais pra dentro. Com os peitos dela na frente dos meus olhos balançando, comecei a chupar e morder. Os movimentos dela aceleraram, as unhas dela se cravaram de novo nas minhas costas, e nossas respirações e gemidos se misturaram num só até chegarmos ao êxtase juntos. Ficamos abraçados por uns minutos. De novo o ritual do cigarro. Ela foi ao banheiro e, quando saiu, eu estava no chuveiro, curtindo o prazer que sentia naquele momento. De repente, sinto as mãos dela no meu peito. Começamos a nos beijar desesperadamente. Ela se abaixou e fez um boquete impressionante. Pegou o sabonete, ensaboou meu pau e o cu dela. "Faz um booty call em mim, quero teu pau no meu cu." "Espera, vou pegar uma camisinha", falei. "Tem razão, me deixei levar pela tesão." Fui e voltei com o piloto posto. Ela ensaboou meu pau de novo e levou ele até a entrada do cu dela. Enfiou. devagar até que a cabeça dele entrou
lá dentro, "mete tudo até o fundo"

obedeci a ordem e de uma só vez enfiei tudo dentro, ela deu um pequeno grito, pegou minha
mão e levou até o clitóris, dizendo "bate uma pra mim e me faz gozar com seu pau no meu
cu", depois de um tempo serrando aquela bunda linda e batendo uma pra ela com meus dedos, um grito
invadiu o banheiro, ela ficou quieta por uns segundos, se virou, tirou a camisinha e começou a me masturbar
"me dá todo o seu leite, quero tudo até a última gotinha", e enquanto continuava me masturbando
dizia "me dá, me dá, me dá", finalmente meu sêmen cobriu o rosto dela, achei que ia desmaiar de
prazer, estava vivendo uma noite espetacular.

Terminamos de tomar banho, outro cigarro, ela apoiou a cabeça no meu peito e disse: "Fazia
tempo que não sentia tanto prazer, que não tinha tanta química e pele com alguém, não quero
que isso termine aqui, mesmo você sendo um cara mais novo pra mim, queria tentar, o que
você acha?"

"Vamos tentar, ah, pra mim não importa a diferença de idade, além do mais, pelo que vivi esses
dias com você e especialmente esta noite, vale a pena."

Nos perdemos num beijo profundo e caímos no sono.

Assim começou uma relação que durou 5 anos, de muito amor e paixão, e cada vez que transávamos
era melhor que a anterior, mas como nada é eterno, a relação terminou.

Nunca mais tive ao meu lado uma mulher como ela, em todos os sentidos da palavra.

Obrigado pelo seu tempo e espero que tenham gostado da minha história.

4 comentários - La primera vez

buena capo, la verdad q me conmovio tu historia, hay minas q no sabes, son un manjar en la cama, t destrosan.. la verdad exelente y exito 🙂
buen relato, yo tmb estoy enamorado de una mujer y no me animo a comerle la boca xq no tng valor...nadie me cree en el amor a primera vista...un dia me voy a armar de valor y le voy a comer la boca, lo q pasa es q tiene novio 😞

chau