Lola e seus negócios
Sempre me dei bem com minha família política. Desde que casei, foram corretos, carinhosos e, nos detalhes principais, me tratavam como uma filha, embora a relação fosse muito mais fluida e direta com minha sogra do que com meu sogro. Ele vivia com os amigos num bar perto ou no Centro de Aposentados da cidade, socializando e participando de atividades, porque era uma pessoa muito ativa. Sempre me surpreendeu a vitalidade dele; aliás, apesar dos 68 anos, não lembrava da última vez que tinha ficado doente.
Meu marido vivia se gabando dele, dizendo que, se tivesse tido a juventude nos dias de hoje, teria se destacado em algum esporte, na música ou em qualquer outra coisa, mas que na época dele o que lhe coube foi ajudar o pai nas terras que cultivava, e se perdeu um grande profissional do que quer que ele quisesse ser.
A verdade é que nunca imaginei o que aconteceria com ele naquele verão de 2005. Como empresária, nunca fui uma maravilha, mas sempre fui levando meu pequeno negócio de armarinhos na cidade, conciliando com minhas tarefas domésticas e, às vezes, trazendo mais dinheiro pra casa do que meu marido, que era vendedor viajante. Mas naquele ano, a cidade teve mais movimento. A bonança econômica levou muita gente a se aventurar no mundo obscuro dos negócios, e começou a surgir concorrência até ficar realmente excessiva. Como era de se esperar, os novos armarinhos tentaram fidelizar minha clientela de sempre e baixaram muito os preços. Tenho que admitir que não estava acostumada a competir, e nunca imaginei que o baque seria tão drástico pras contas do meu negócio. Quando me dei conta, comecei a ter prejuízo e, vendo a necessidade de fazer uma reforma, fui ao banco e, usando meu próprio ponto comercial como garantia, pedi um empréstimo pra fazer as reformas e renovar o estoque com produtos importados. As reformas foram feitas, mas os produtos de importação foram um fracasso por causa da escolha das distribuidoras. pouco formais. Como resultado, não consegui pagar o empréstimo naquele mês. O banco começou a me mandar cartas e eu fiquei nervosa, porque meu marido sempre foi contra minhas reformas e me avisou que se eu insistisse, ele não me ajudaria com os 100.000 euros que eu precisava naquele momento. Eu estava desesperada.
Não tive outra escolha senão buscar outra solução. Só conhecia uma pessoa que tinha dinheiro suficiente e que não precisava dele: meu sogro. Sabia que ele tinha economizado muito durante a vida, e que suas economias passavam de longe daquela quantia. Era o único "banco" de confiança a quem eu podia recorrer.
Naquela tarde, meu marido tinha ido a Madrid buscar catálogos de mercadoria. Estava muito calor mesmo. Coincidiu que minha sogra tinha ido ver minha cunhada no povoado vizinho, e só voltariam à noite, então vi a oportunidade de tentar que meu sogro me desse uma mão. Fui até a casa dele e bati:
- Oi Lola, o que você faz aqui a essa hora com esse calorão? – Disse meu sogro rindo ao me ver chegar toda suada pelo calor de um dia de agosto às 4 da tarde.
- Oi Luís, desculpa vir na hora da sesta. É que só podia vir depois do almoço, e na verdade, era pra te falar uma coisa importante, mas se quiser, eu volto outro dia.
- Não, mulher, com esse calor você vai embora assim? Vem, entra, toma um pouco de água e me conta essa coisa importante sem medo.
Luís se movia pela casa com agilidade, estava com uma camisa aberta quase até a cintura, mostrando os pelos claros do corpo sobre a pele morena dos anos de trabalho no campo. Ainda tinha um aspecto robusto apesar da idade, e seus gestos transmitiam saúde e força. Uns bermudas verdes completavam o visual, meio cômico talvez com os tênis de inverno que ele calçava em pleno agosto, mas no fim das contas, ele estava fresquinho.
Sentei na mesa da salinha enquanto ele servia um copo de água gelada. Cruzei minhas pernas nuas que apareciam por baixo do vestido de flores verdes e malvas com o qual eu costumava me locomover por lugares próximos no auge do verão. Era de alças, um pouco decotado, mostrando uma parte dos meus seios meio caídos, mas ainda suficientemente gostosos pra quem cruzasse comigo não deixar de dar uma olhadinha de soslaio. Por baixo, eu usava um sutiã sem alças e uma calcinha fio dental preta, bem pequena, porque não era questão de usar nada quente naquele mês infernal. Enquanto ele se sentava, meu sogro não perdia detalhe das minhas pernas. Nunca foi muito discreto olhando pras mulheres, e comigo não ia ser exceção. Muitas vezes, quando eu me sentava na frente dele, percebia que ele insistia com o olhar como se pudesse mover minhas pernas por telecinese o suficiente pra ver minha bucetinha ou minhas coxas. Era um jogo meio infantil, mas eu gostava, embora claro que nunca dei abertura pra ele saber que eu também jogava aquilo quando cruzava as pernas de propósito, deixando ele com água na boca.
- Olha, Luís, tenho um problema sério, e queria que por enquanto seu filho não soubesse, ele já tem problemas demais e esse não esperaria, e no fim das contas é um problema meu.
- Me deixou curiosa, Lola. Fala.
- Preciso de 100 mil euros.
Por mais de um minuto, houve silêncio. Luís olhou pras mãos e ficou como hipnotizado, pensando sem mexer um músculo. Cada segundo pra mim era uma tortura, tentando imaginar o que passava na cabeça do meu sogro naquele momento, e a angústia tomou conta de mim quando visualizei uma resposta negativa da parte dele. Por fim, ele falou:
- O que você tá me pedindo é muito, Lola.
- Eu sei, Luís, eu sei. Como você já deve saber, meus negócios foram mal, seu filho me avisou e eu não quis dar ouvidos, me arrisquei e... perdi. Embora seja eu quem tem que pagar, se eu não encontrar uma solução, também vai afetar ele, porque nossas economias são do casal, como você sabe, e nossos dois filhos vão pagar com o tempo. Sei que posso devolver o dinheiro porque no último mês entrei de volta aos benefícios com o gênero tradicional. Mas preciso que alguém cubra o empréstimo pra mim, senão o banco vai ficar com o ponto, e aí vou perder o negócio e só sobrar a dívida.
- Já, já entendi tudo isso, Lola.
Ficou em silêncio de novo, mas dessa vez não deixei passar nem 10 segundos. Aquele filho da puta tava me deixando nervosa. Precisava de uma resposta pra ontem.
- E então? Luis, preciso de uma resposta agora. Tô pedindo o favor da minha vida, e se não fosse urgente, não taria aqui. Por favor.
- Tô ligado, Lola, tô ligado. Olha só:
Ele se levantou e começou a andar pelo quarto ao meu redor. Aquilo era uma tortura:
- Você sabe que sua sogra e eu nunca gastamos nosso dinheiro com grandes luxos. Sempre fomos humildes e nunca quisemos usar nossas economias pra frescuras. Mas, há um tempo, nós dois chegamos à conclusão de que um dia a gente tinha direito a abrir uma exceção. – Aquilo já tava me cheirando mal pra caralho... – Queremos dar a volta ao mundo, daqui a alguns meses, e precisamos de grana líquida. Te emprestar o dinheiro significaria atrasar essa viagem pelo menos um ano, supondo que daqui a um ano nossa saúde ainda esteja boa, porque eu até que tô em forma, hahaha. – o filho da puta ria da própria piada, mas eu tava tremendo. – sua sogra, você sabe, a cada ano fica mais limitada... em muitos aspectos.
- Tá bom, Luis, entendo que não pode me ajudar. Sinto muito ter te deixado desconfortável, eu...
- Espera, eu ainda não disse que não. – Ele me interrompeu quando eu já tinha levantado e, puta da vida, tava saindo daquela casa.
- Ainda dá pra fazer algo, Lola. Tenho uma grana que pode te avalizar, mas ia ficar sem o suficiente pra viagem em tão pouco tempo. A diferença não é tanta, mas a gente precisa conseguir rápido. Tá sacando o que quero dizer?
- Acho que sim, mas quanto seria essa diferença?
- Olha, considerando o valor, Da viagem, os gastos, e... seus empréstimos, estamos falando que faltam só uns 15.000 euros. Não é muito, mas a gente precisa conseguir. Quando vence o seu empréstimo?
- Luis, vence daqui a um mês. Eu vinha pagando um pouco no começo, até começar a ter prejuízo. Cometi o erro de assinar por cinco anos, e até agora o gerente foi renovando, mas os bancos, você sabe, estão mais duros agora, e ele exige o pagamento de tudo que falta ou vai penhorar. - Falei com a voz o mais trêmula que consegui; a situação era dramática, sim, mas tentei deixar ainda mais. Sentei de uma vez num dos sofás, com as mãos apoiadas nos joelhos e tentando tampar os olhos pra simular umas lágrimas. O velho parecia prestes a ceder, e eu precisava dar um toque nele.
- Tá bem, Lola. Isso nos dá pouca margem. É hora de eu propor uma solução, mas... por favor... se não for do seu agrado, não fique brava. Nessas circunstâncias, e sendo você, tenho que te propor isso. - Não sei por que, mas tive a impressão de que era o velho quem ia me dar o toque, e não o contrário.
- Precisamos ganhar esses 15.000 euros em um mês, e eu te dou o resto dos 85.000. Mas você vai ter que fazer um trabalho em segredo, algo meio sacrificado talvez, mas é a única coisa que me vem à cabeça agora que seja seguro e rápido.
- Tô toda ouvidos. - falei com uma convicção mal disfarçada. Levantei a cabeça e fiquei atenta ao que ele ia dizer, enquanto percebia que ele não parava de olhar entre minhas pernas, já que eu estava sentada na frente dele. Isso não era novidade, mas o que viria a seguir, sim.
- No Centro de idosos, tenho amigos que ainda têm certas... vontades, e dinheiro. E a gente fala muito em realizar alguma delas em condições aceitáveis e gastar uma grana que valha a pena. E acho que você podia resolver esse capricho. - Fiquei chocada. Não precisava ser muito esperta pra sacar que o que meu sogro velho-verde queria era me prostituir pros amigos dele, ou pelo menos parecia. Luis, você tá falando de... o que eu tô imaginando? – Falei com uma cara que tentava mostrar toda a estupefação do mundo.
- Com nuances, lola, com nuances. Mas acho que você sabe onde isso vai dar.
Bati a porta com força atrás de mim. Luis nem tinha se dado ao trabalho de levantar. A confusão e a dúvida se acumulavam em mim, enquanto eu tentava choramingar um pouco pra me relaxar daquela proposta. 15.000 euros......., meu corpo e velhos babões, .............15.000 euros, .............punhetas, porra, paus enrugados,.............. 15.000 euros,........................... saliva e caras de barba grisalha rala..................., 15.000 euros, dedos trêmulos nos meus buracos..................., 15.000 euros, ...........15.000 euros......
Eu tava na rua. No começo andava rápido, depois mais calma, depois...........devagar. 15.000 euros, 15.000 euros, 15.000 euros.....Não sei por que comecei a pensar no preço da minha entrega. Quanto eu precisaria? Teriam que pagar caro cada sessão, porque eles têm grana e são velhos. Sabem que têm que pagar. Talvez 600?, não....mais. Podia ser o último ato sexual da vida deles.........malditos velhos...........maldito velho nojento, egoísta, tarado..................devia contar pro filho dele..................não, não.............nononono. Não posso contar. Tenho que salvar a situação. A loja é minha vida, minha razão de ser e meu tesouro nessa vida. Esses velhos não iam abrir a boca, porque não lhes convém. Eu mesma vou ameaçar eles com uma eutanásia adiantada quando passarem pelo hospital, eles sabem que passo tempo lá com minhas amigas enfermeiras.
A dúvida. A terrível dúvida, com nome simpático de puta russa. Uma frase que li uma vez e que agora vinha quase à força pro meu entendimento. Terrível dúvida.
Depois de 15 minutos, Luis me abriu a porta. Tava muito tranquilo, como se esperasse, e me mandou entrar com a mesma calma. Eu tava séria, mas um pouco mais calma. Sentei de novo e comecei a falar.
- Quantas vezes seriam necessárias?
- Com duas ou três já basta, dependendo do trabalho que você fizer. Claro. Eu vou planejar tudo pra ser o mais lucrativo possível. Vou escolher os menos exigentes e os que tão mais dispostos a pagar. Não pense que são muitos, mas tem que fazer uma triagem. Você é minha nora, e não vou deixar você fazer isso com qualquer um.
Porra, o velho safado ainda se faz de paternal. Tá disposto a entregar a mulher do próprio filho, e ainda fala em proteção.
— Certo, e quando seria?
— Acho que posso arranjar um encontro pra amanhã. Mas... você topa abater 500 euros da dívida com o dinheiro que tenho aqui de um negocinho que fiz hoje de manhã? — Sabia que meu sogro ainda fazia umas tramoias com as cooperativas do campo, ilegal claro, já que ele é aposentado... não me surpreendeu a proposta.
— Agora?
— Sim, agora.
— Com quem? — Comecei a duvidar, embora já imaginasse a resposta.
— Comigo, Lola, comigo... ou você acha que seu sogro é de pedra?
— Não... eu... é... acho que não... mas o Luís... seu filho...
— Meu filho não vai saber da sua dívida, vai? Por que ele precisa saber de outras coisas?
— É, Luís, mas... pra mim isso é diferente... eu...
— Abre as pernas.
Não foi um pedido, foi uma ordem. Chegou bruscamente, enquanto ele já tentava abrir minhas pernas com o olhar fazia um tempo. Era óbvio que eu não sairia dali sem que ele, no mínimo, visse minha calcinha, embora eu já começasse a suspeitar que não ia se contentar só com isso.
Criei coragem, engoli seco, e tentei aceitar meu novo papel. Um papel de puta temporária que eu teria que assumir pra salvar minha situação financeira, profissional e também conjugal. Era claro que, até conseguir o dinheiro, eu teria que ser a puta do meu sogro e dos amigos dele. Bem devagar e meio sem graça, olhei pra baixo pra não ver o rosto dele, e fiz o que ele mandou.
Sem dúvida, o porco devia estar adorando. Naquele dia, eu tava usando uma tanga azul celeste, que deixava transparecer um pouco na frente. O filho da puta do meu sogro podia ver naquele momento todos os pelinhos da minha buceta, e Como eu temia, ele não se contentou com isso.
- Abre mais, Lola, quero ver melhor essa sua virilha deliciosa. - O safado... tava começando a se soltar e cada vez falava mais descarado. Eu tava bem puta, mas ao mesmo tempo, aquela situação começou a me dar um certo tesão... - Muito bem, assiiim, isso... - uffff, eu tava começando a me excitar sozinha.
Sem dizer uma palavra, meu sogro abaixou as calças sem tirar os olhos da minha virilha. Em seguida, a cueca, e tirou uma ferramenta que, pra minha surpresa, era quase idêntica à do meu marido. Com os pelos meio grisalhos, mas idêntica, e meio dura. Eu tava começando a perder o controle daquilo. Agora era eu que não conseguia tirar os olhos daquele pau de tamanho aceitável que tava a dois metros de mim.
- Isso, Lola, você já tá se sentindo muito melhor, eu vejo. Olha, sua calcinha tem uma manchinha molhada, tá vendo? Dá uma olhada...
- Sim, sssim... já. É que...
- É que é normal, Lola, tá vendo minha pica? - Meu sogro chegou a meio metro de mim, balançando o rabo com orgulho e terminando de destruir minha vontade. Eu não me reconhecia... tava com um tesão de puta, de pernas abertas pro meu sogro com o pau dele na minha cara... não aguentava mais... levei as mãos a um dos meus peitos e comecei a massagear por cima do vestido... Meu sogro chegava cada vez mais perto... parecia adorar me ver me excitando sozinha, e quando a distância finalmente ficou curta o suficiente, ele fez eu mesma tomar a iniciativa.
Engoli o pau dele sem cerimônia, abraçando ele com meus lábios na cabeça, saboreando e passando a língua. Não quis usar as mãos, porque uma já tava na minha buceta enquanto a outra tinha afastado a calcinha pro lado... uffff, nunca imaginei que ia gostar tanto de uma coisa dessas. Ali, chupando o pau do meu sogro, gemendo de prazer e me tocando gostoso no clitóris e nos lábios...
- Muito bem, Lola, adoro que você seja tão puta com seu sogro. Você merece uma recompensa. Tira esse calcinha, anda.
– Sim… agora mesmo… – Me surpreendi respondendo com entusiasmo a uma ordem dele… sério, não sabia onde aquilo ia dar, mas me fascinava, e o tesão que me dava superava qualquer pensamento lógico do que uma esposa fiel deveria ser… eu não acreditava, mas… também não queria parar.
– Assim, agora se apoia no sofá e vira, que vou esfregar meu pau na sua buceta, quer?… – Sss, sim, tá… sim.
– Bom, assim que eu gosto. – Minha calcinha fio-dental preta foi parar no chão e eu levantei o vestido até a cintura. Mostrei minha bunda com orgulho pro meu novo amante, e abri as pernas. Sentia meus fluidos escorrendo pelas coxas só com o tesão da situação, e tava decidida a ir até o fim, aquilo não podia parar.
– Como eu gosto de você, norinha… Sempre soube que você era meio fogosa, mas não imaginava que fosse uma putinha de verdade. Você gosta de ser? – Aquilo devia me incomodar, mas… um calor subiu ainda mais na minha buceta, e não consegui evitar aceitar… – Siiim, sim, eu gosto… ser muito vagabunda… eu gosto de ser… – Eu tava completamente solta e sem capacidade de pensar no senso comum… só queria que aquele pau me comesse de uma vez… – Me fode logo, por favor, não me faz sofrer mais… me fode.
Pela primeira vez, foi meu sogro quem obedeceu. O pau dele se enfiou sem cerimônia na minha buceta, encharcada por dentro e por fora, e meus pelinhos se achataram com a pressão do púbis dele quando o pau ficou enterrado em mim. Ele me segurou firme pelos quadris e com movimentos hábeis me tirou o que restava, me deixando pelada e com as tetas bem presas nas mãos dele enquanto beliscava meus bicos, me comendo num ritmo acelerado e com força.
As bolas dele batiam na minha xota me fazendo perder o juízo. Eu amava aquela sensação de ser fodida com decisão, sem frescura, metendo o pau na minha buceta que ultimamente andava meio abandonada. Meus bicos cresciam nas mãos velhas daquele amante que parecia ter 20 anos a menos pela intensidade da foda. Eu gemia forte, e depois de um orgasmo mais que evidente, soltei um gritinho de êxtase que deixou meu sogro louco. Ele acelerou a foda, anunciando a gozada, e eu não quis decepcioná-lo.
- Assim, continua..continua..fode, me fode bem…….jorra tudo…….quero tudo…goza, ……..assim, minha buceta…….arrebenta minha buceta…….não para…….
- Vira essa puta, que quero te dar meu leite..- meu sogro quase gozando, retomou o controle, e me puxou pelo cabelo com força, me virando e me obrigando a engolir o pau dele. O leite dele era grosso e quente, ácido demais pro meu gosto, mas naquela altura não ia ser fresca. Engoli os 5 ou 6 espasmos sem reclamar, engolindo com vontade, sem deixar nada. Quando terminou, lambi com carinho aquele pau majestoso, que não combinava com alguém da idade dele, e fiquei largada, com minha buceta ainda molhando o chão, e com uma sensação de prazer e relaxamento que me trouxe de volta uma paz que achei que tinha perdido. Será que finalmente ia resolver minha situação sem me sacrificar tanto?.....
- Muito bem, puta. Amanhã de manhã quero você aqui. Você vai trabalhar pra pagar essas dívidas. Se pinta bem, vem com uma saia curta e uma camiseta justa. Nada de calcinha, assim a gente ganha tempo. E depila um pouco essa buceta, tá parecendo uma vagabunda.
- Sim, Luís. Vou estar aqui como você disse, sem falta.
Continua.
Sempre me dei bem com minha família política. Desde que casei, foram corretos, carinhosos e, nos detalhes principais, me tratavam como uma filha, embora a relação fosse muito mais fluida e direta com minha sogra do que com meu sogro. Ele vivia com os amigos num bar perto ou no Centro de Aposentados da cidade, socializando e participando de atividades, porque era uma pessoa muito ativa. Sempre me surpreendeu a vitalidade dele; aliás, apesar dos 68 anos, não lembrava da última vez que tinha ficado doente.
Meu marido vivia se gabando dele, dizendo que, se tivesse tido a juventude nos dias de hoje, teria se destacado em algum esporte, na música ou em qualquer outra coisa, mas que na época dele o que lhe coube foi ajudar o pai nas terras que cultivava, e se perdeu um grande profissional do que quer que ele quisesse ser.
A verdade é que nunca imaginei o que aconteceria com ele naquele verão de 2005. Como empresária, nunca fui uma maravilha, mas sempre fui levando meu pequeno negócio de armarinhos na cidade, conciliando com minhas tarefas domésticas e, às vezes, trazendo mais dinheiro pra casa do que meu marido, que era vendedor viajante. Mas naquele ano, a cidade teve mais movimento. A bonança econômica levou muita gente a se aventurar no mundo obscuro dos negócios, e começou a surgir concorrência até ficar realmente excessiva. Como era de se esperar, os novos armarinhos tentaram fidelizar minha clientela de sempre e baixaram muito os preços. Tenho que admitir que não estava acostumada a competir, e nunca imaginei que o baque seria tão drástico pras contas do meu negócio. Quando me dei conta, comecei a ter prejuízo e, vendo a necessidade de fazer uma reforma, fui ao banco e, usando meu próprio ponto comercial como garantia, pedi um empréstimo pra fazer as reformas e renovar o estoque com produtos importados. As reformas foram feitas, mas os produtos de importação foram um fracasso por causa da escolha das distribuidoras. pouco formais. Como resultado, não consegui pagar o empréstimo naquele mês. O banco começou a me mandar cartas e eu fiquei nervosa, porque meu marido sempre foi contra minhas reformas e me avisou que se eu insistisse, ele não me ajudaria com os 100.000 euros que eu precisava naquele momento. Eu estava desesperada.
Não tive outra escolha senão buscar outra solução. Só conhecia uma pessoa que tinha dinheiro suficiente e que não precisava dele: meu sogro. Sabia que ele tinha economizado muito durante a vida, e que suas economias passavam de longe daquela quantia. Era o único "banco" de confiança a quem eu podia recorrer.
Naquela tarde, meu marido tinha ido a Madrid buscar catálogos de mercadoria. Estava muito calor mesmo. Coincidiu que minha sogra tinha ido ver minha cunhada no povoado vizinho, e só voltariam à noite, então vi a oportunidade de tentar que meu sogro me desse uma mão. Fui até a casa dele e bati:
- Oi Lola, o que você faz aqui a essa hora com esse calorão? – Disse meu sogro rindo ao me ver chegar toda suada pelo calor de um dia de agosto às 4 da tarde.
- Oi Luís, desculpa vir na hora da sesta. É que só podia vir depois do almoço, e na verdade, era pra te falar uma coisa importante, mas se quiser, eu volto outro dia.
- Não, mulher, com esse calor você vai embora assim? Vem, entra, toma um pouco de água e me conta essa coisa importante sem medo.
Luís se movia pela casa com agilidade, estava com uma camisa aberta quase até a cintura, mostrando os pelos claros do corpo sobre a pele morena dos anos de trabalho no campo. Ainda tinha um aspecto robusto apesar da idade, e seus gestos transmitiam saúde e força. Uns bermudas verdes completavam o visual, meio cômico talvez com os tênis de inverno que ele calçava em pleno agosto, mas no fim das contas, ele estava fresquinho.
Sentei na mesa da salinha enquanto ele servia um copo de água gelada. Cruzei minhas pernas nuas que apareciam por baixo do vestido de flores verdes e malvas com o qual eu costumava me locomover por lugares próximos no auge do verão. Era de alças, um pouco decotado, mostrando uma parte dos meus seios meio caídos, mas ainda suficientemente gostosos pra quem cruzasse comigo não deixar de dar uma olhadinha de soslaio. Por baixo, eu usava um sutiã sem alças e uma calcinha fio dental preta, bem pequena, porque não era questão de usar nada quente naquele mês infernal. Enquanto ele se sentava, meu sogro não perdia detalhe das minhas pernas. Nunca foi muito discreto olhando pras mulheres, e comigo não ia ser exceção. Muitas vezes, quando eu me sentava na frente dele, percebia que ele insistia com o olhar como se pudesse mover minhas pernas por telecinese o suficiente pra ver minha bucetinha ou minhas coxas. Era um jogo meio infantil, mas eu gostava, embora claro que nunca dei abertura pra ele saber que eu também jogava aquilo quando cruzava as pernas de propósito, deixando ele com água na boca.
- Olha, Luís, tenho um problema sério, e queria que por enquanto seu filho não soubesse, ele já tem problemas demais e esse não esperaria, e no fim das contas é um problema meu.
- Me deixou curiosa, Lola. Fala.
- Preciso de 100 mil euros.
Por mais de um minuto, houve silêncio. Luís olhou pras mãos e ficou como hipnotizado, pensando sem mexer um músculo. Cada segundo pra mim era uma tortura, tentando imaginar o que passava na cabeça do meu sogro naquele momento, e a angústia tomou conta de mim quando visualizei uma resposta negativa da parte dele. Por fim, ele falou:
- O que você tá me pedindo é muito, Lola.
- Eu sei, Luís, eu sei. Como você já deve saber, meus negócios foram mal, seu filho me avisou e eu não quis dar ouvidos, me arrisquei e... perdi. Embora seja eu quem tem que pagar, se eu não encontrar uma solução, também vai afetar ele, porque nossas economias são do casal, como você sabe, e nossos dois filhos vão pagar com o tempo. Sei que posso devolver o dinheiro porque no último mês entrei de volta aos benefícios com o gênero tradicional. Mas preciso que alguém cubra o empréstimo pra mim, senão o banco vai ficar com o ponto, e aí vou perder o negócio e só sobrar a dívida.
- Já, já entendi tudo isso, Lola.
Ficou em silêncio de novo, mas dessa vez não deixei passar nem 10 segundos. Aquele filho da puta tava me deixando nervosa. Precisava de uma resposta pra ontem.
- E então? Luis, preciso de uma resposta agora. Tô pedindo o favor da minha vida, e se não fosse urgente, não taria aqui. Por favor.
- Tô ligado, Lola, tô ligado. Olha só:
Ele se levantou e começou a andar pelo quarto ao meu redor. Aquilo era uma tortura:
- Você sabe que sua sogra e eu nunca gastamos nosso dinheiro com grandes luxos. Sempre fomos humildes e nunca quisemos usar nossas economias pra frescuras. Mas, há um tempo, nós dois chegamos à conclusão de que um dia a gente tinha direito a abrir uma exceção. – Aquilo já tava me cheirando mal pra caralho... – Queremos dar a volta ao mundo, daqui a alguns meses, e precisamos de grana líquida. Te emprestar o dinheiro significaria atrasar essa viagem pelo menos um ano, supondo que daqui a um ano nossa saúde ainda esteja boa, porque eu até que tô em forma, hahaha. – o filho da puta ria da própria piada, mas eu tava tremendo. – sua sogra, você sabe, a cada ano fica mais limitada... em muitos aspectos.
- Tá bom, Luis, entendo que não pode me ajudar. Sinto muito ter te deixado desconfortável, eu...
- Espera, eu ainda não disse que não. – Ele me interrompeu quando eu já tinha levantado e, puta da vida, tava saindo daquela casa.
- Ainda dá pra fazer algo, Lola. Tenho uma grana que pode te avalizar, mas ia ficar sem o suficiente pra viagem em tão pouco tempo. A diferença não é tanta, mas a gente precisa conseguir rápido. Tá sacando o que quero dizer?
- Acho que sim, mas quanto seria essa diferença?
- Olha, considerando o valor, Da viagem, os gastos, e... seus empréstimos, estamos falando que faltam só uns 15.000 euros. Não é muito, mas a gente precisa conseguir. Quando vence o seu empréstimo?
- Luis, vence daqui a um mês. Eu vinha pagando um pouco no começo, até começar a ter prejuízo. Cometi o erro de assinar por cinco anos, e até agora o gerente foi renovando, mas os bancos, você sabe, estão mais duros agora, e ele exige o pagamento de tudo que falta ou vai penhorar. - Falei com a voz o mais trêmula que consegui; a situação era dramática, sim, mas tentei deixar ainda mais. Sentei de uma vez num dos sofás, com as mãos apoiadas nos joelhos e tentando tampar os olhos pra simular umas lágrimas. O velho parecia prestes a ceder, e eu precisava dar um toque nele.
- Tá bem, Lola. Isso nos dá pouca margem. É hora de eu propor uma solução, mas... por favor... se não for do seu agrado, não fique brava. Nessas circunstâncias, e sendo você, tenho que te propor isso. - Não sei por que, mas tive a impressão de que era o velho quem ia me dar o toque, e não o contrário.
- Precisamos ganhar esses 15.000 euros em um mês, e eu te dou o resto dos 85.000. Mas você vai ter que fazer um trabalho em segredo, algo meio sacrificado talvez, mas é a única coisa que me vem à cabeça agora que seja seguro e rápido.
- Tô toda ouvidos. - falei com uma convicção mal disfarçada. Levantei a cabeça e fiquei atenta ao que ele ia dizer, enquanto percebia que ele não parava de olhar entre minhas pernas, já que eu estava sentada na frente dele. Isso não era novidade, mas o que viria a seguir, sim.
- No Centro de idosos, tenho amigos que ainda têm certas... vontades, e dinheiro. E a gente fala muito em realizar alguma delas em condições aceitáveis e gastar uma grana que valha a pena. E acho que você podia resolver esse capricho. - Fiquei chocada. Não precisava ser muito esperta pra sacar que o que meu sogro velho-verde queria era me prostituir pros amigos dele, ou pelo menos parecia. Luis, você tá falando de... o que eu tô imaginando? – Falei com uma cara que tentava mostrar toda a estupefação do mundo.
- Com nuances, lola, com nuances. Mas acho que você sabe onde isso vai dar.
Bati a porta com força atrás de mim. Luis nem tinha se dado ao trabalho de levantar. A confusão e a dúvida se acumulavam em mim, enquanto eu tentava choramingar um pouco pra me relaxar daquela proposta. 15.000 euros......., meu corpo e velhos babões, .............15.000 euros, .............punhetas, porra, paus enrugados,.............. 15.000 euros,........................... saliva e caras de barba grisalha rala..................., 15.000 euros, dedos trêmulos nos meus buracos..................., 15.000 euros, ...........15.000 euros......
Eu tava na rua. No começo andava rápido, depois mais calma, depois...........devagar. 15.000 euros, 15.000 euros, 15.000 euros.....Não sei por que comecei a pensar no preço da minha entrega. Quanto eu precisaria? Teriam que pagar caro cada sessão, porque eles têm grana e são velhos. Sabem que têm que pagar. Talvez 600?, não....mais. Podia ser o último ato sexual da vida deles.........malditos velhos...........maldito velho nojento, egoísta, tarado..................devia contar pro filho dele..................não, não.............nononono. Não posso contar. Tenho que salvar a situação. A loja é minha vida, minha razão de ser e meu tesouro nessa vida. Esses velhos não iam abrir a boca, porque não lhes convém. Eu mesma vou ameaçar eles com uma eutanásia adiantada quando passarem pelo hospital, eles sabem que passo tempo lá com minhas amigas enfermeiras.
A dúvida. A terrível dúvida, com nome simpático de puta russa. Uma frase que li uma vez e que agora vinha quase à força pro meu entendimento. Terrível dúvida.
Depois de 15 minutos, Luis me abriu a porta. Tava muito tranquilo, como se esperasse, e me mandou entrar com a mesma calma. Eu tava séria, mas um pouco mais calma. Sentei de novo e comecei a falar.
- Quantas vezes seriam necessárias?
- Com duas ou três já basta, dependendo do trabalho que você fizer. Claro. Eu vou planejar tudo pra ser o mais lucrativo possível. Vou escolher os menos exigentes e os que tão mais dispostos a pagar. Não pense que são muitos, mas tem que fazer uma triagem. Você é minha nora, e não vou deixar você fazer isso com qualquer um.
Porra, o velho safado ainda se faz de paternal. Tá disposto a entregar a mulher do próprio filho, e ainda fala em proteção.
— Certo, e quando seria?
— Acho que posso arranjar um encontro pra amanhã. Mas... você topa abater 500 euros da dívida com o dinheiro que tenho aqui de um negocinho que fiz hoje de manhã? — Sabia que meu sogro ainda fazia umas tramoias com as cooperativas do campo, ilegal claro, já que ele é aposentado... não me surpreendeu a proposta.
— Agora?
— Sim, agora.
— Com quem? — Comecei a duvidar, embora já imaginasse a resposta.
— Comigo, Lola, comigo... ou você acha que seu sogro é de pedra?
— Não... eu... é... acho que não... mas o Luís... seu filho...
— Meu filho não vai saber da sua dívida, vai? Por que ele precisa saber de outras coisas?
— É, Luís, mas... pra mim isso é diferente... eu...
— Abre as pernas.
Não foi um pedido, foi uma ordem. Chegou bruscamente, enquanto ele já tentava abrir minhas pernas com o olhar fazia um tempo. Era óbvio que eu não sairia dali sem que ele, no mínimo, visse minha calcinha, embora eu já começasse a suspeitar que não ia se contentar só com isso.
Criei coragem, engoli seco, e tentei aceitar meu novo papel. Um papel de puta temporária que eu teria que assumir pra salvar minha situação financeira, profissional e também conjugal. Era claro que, até conseguir o dinheiro, eu teria que ser a puta do meu sogro e dos amigos dele. Bem devagar e meio sem graça, olhei pra baixo pra não ver o rosto dele, e fiz o que ele mandou.
Sem dúvida, o porco devia estar adorando. Naquele dia, eu tava usando uma tanga azul celeste, que deixava transparecer um pouco na frente. O filho da puta do meu sogro podia ver naquele momento todos os pelinhos da minha buceta, e Como eu temia, ele não se contentou com isso.
- Abre mais, Lola, quero ver melhor essa sua virilha deliciosa. - O safado... tava começando a se soltar e cada vez falava mais descarado. Eu tava bem puta, mas ao mesmo tempo, aquela situação começou a me dar um certo tesão... - Muito bem, assiiim, isso... - uffff, eu tava começando a me excitar sozinha.
Sem dizer uma palavra, meu sogro abaixou as calças sem tirar os olhos da minha virilha. Em seguida, a cueca, e tirou uma ferramenta que, pra minha surpresa, era quase idêntica à do meu marido. Com os pelos meio grisalhos, mas idêntica, e meio dura. Eu tava começando a perder o controle daquilo. Agora era eu que não conseguia tirar os olhos daquele pau de tamanho aceitável que tava a dois metros de mim.
- Isso, Lola, você já tá se sentindo muito melhor, eu vejo. Olha, sua calcinha tem uma manchinha molhada, tá vendo? Dá uma olhada...
- Sim, sssim... já. É que...
- É que é normal, Lola, tá vendo minha pica? - Meu sogro chegou a meio metro de mim, balançando o rabo com orgulho e terminando de destruir minha vontade. Eu não me reconhecia... tava com um tesão de puta, de pernas abertas pro meu sogro com o pau dele na minha cara... não aguentava mais... levei as mãos a um dos meus peitos e comecei a massagear por cima do vestido... Meu sogro chegava cada vez mais perto... parecia adorar me ver me excitando sozinha, e quando a distância finalmente ficou curta o suficiente, ele fez eu mesma tomar a iniciativa.
Engoli o pau dele sem cerimônia, abraçando ele com meus lábios na cabeça, saboreando e passando a língua. Não quis usar as mãos, porque uma já tava na minha buceta enquanto a outra tinha afastado a calcinha pro lado... uffff, nunca imaginei que ia gostar tanto de uma coisa dessas. Ali, chupando o pau do meu sogro, gemendo de prazer e me tocando gostoso no clitóris e nos lábios...
- Muito bem, Lola, adoro que você seja tão puta com seu sogro. Você merece uma recompensa. Tira esse calcinha, anda.
– Sim… agora mesmo… – Me surpreendi respondendo com entusiasmo a uma ordem dele… sério, não sabia onde aquilo ia dar, mas me fascinava, e o tesão que me dava superava qualquer pensamento lógico do que uma esposa fiel deveria ser… eu não acreditava, mas… também não queria parar.
– Assim, agora se apoia no sofá e vira, que vou esfregar meu pau na sua buceta, quer?… – Sss, sim, tá… sim.
– Bom, assim que eu gosto. – Minha calcinha fio-dental preta foi parar no chão e eu levantei o vestido até a cintura. Mostrei minha bunda com orgulho pro meu novo amante, e abri as pernas. Sentia meus fluidos escorrendo pelas coxas só com o tesão da situação, e tava decidida a ir até o fim, aquilo não podia parar.
– Como eu gosto de você, norinha… Sempre soube que você era meio fogosa, mas não imaginava que fosse uma putinha de verdade. Você gosta de ser? – Aquilo devia me incomodar, mas… um calor subiu ainda mais na minha buceta, e não consegui evitar aceitar… – Siiim, sim, eu gosto… ser muito vagabunda… eu gosto de ser… – Eu tava completamente solta e sem capacidade de pensar no senso comum… só queria que aquele pau me comesse de uma vez… – Me fode logo, por favor, não me faz sofrer mais… me fode.
Pela primeira vez, foi meu sogro quem obedeceu. O pau dele se enfiou sem cerimônia na minha buceta, encharcada por dentro e por fora, e meus pelinhos se achataram com a pressão do púbis dele quando o pau ficou enterrado em mim. Ele me segurou firme pelos quadris e com movimentos hábeis me tirou o que restava, me deixando pelada e com as tetas bem presas nas mãos dele enquanto beliscava meus bicos, me comendo num ritmo acelerado e com força.
As bolas dele batiam na minha xota me fazendo perder o juízo. Eu amava aquela sensação de ser fodida com decisão, sem frescura, metendo o pau na minha buceta que ultimamente andava meio abandonada. Meus bicos cresciam nas mãos velhas daquele amante que parecia ter 20 anos a menos pela intensidade da foda. Eu gemia forte, e depois de um orgasmo mais que evidente, soltei um gritinho de êxtase que deixou meu sogro louco. Ele acelerou a foda, anunciando a gozada, e eu não quis decepcioná-lo.
- Assim, continua..continua..fode, me fode bem…….jorra tudo…….quero tudo…goza, ……..assim, minha buceta…….arrebenta minha buceta…….não para…….
- Vira essa puta, que quero te dar meu leite..- meu sogro quase gozando, retomou o controle, e me puxou pelo cabelo com força, me virando e me obrigando a engolir o pau dele. O leite dele era grosso e quente, ácido demais pro meu gosto, mas naquela altura não ia ser fresca. Engoli os 5 ou 6 espasmos sem reclamar, engolindo com vontade, sem deixar nada. Quando terminou, lambi com carinho aquele pau majestoso, que não combinava com alguém da idade dele, e fiquei largada, com minha buceta ainda molhando o chão, e com uma sensação de prazer e relaxamento que me trouxe de volta uma paz que achei que tinha perdido. Será que finalmente ia resolver minha situação sem me sacrificar tanto?.....
- Muito bem, puta. Amanhã de manhã quero você aqui. Você vai trabalhar pra pagar essas dívidas. Se pinta bem, vem com uma saia curta e uma camiseta justa. Nada de calcinha, assim a gente ganha tempo. E depila um pouco essa buceta, tá parecendo uma vagabunda.
- Sim, Luís. Vou estar aqui como você disse, sem falta.
Continua.
7 comentários - Lola y Sus Negocios(sexo con el suegro)
FULLDIEGO La banda de P!
>Tremendo post!!!!!
muy bueno