Arrombando a buceta da Mili (12)
Brincando de cavalinho
A Mili parecia uma luzinha de Natal, uma hora pálida, outra hora vermelha, quase chorando... O Javier estava a poucos metros da gente, não sei como, mas ele sabia que eu estava ali... naquele cubículo...
Já passei por situações parecidas antes, principalmente por causa da experiência que tive numa relação familiar uns anos atrás, isso me deu uma certa firmeza e rapidez mental pra sair dessas enrascadas... se na época consegui me livrar dos meus pais e parentes, acho que não seria difícil me desfazer do Javier...
Olha... ele tá me procurando... eu saio, encontro ele e depois de cinco minutos você sai... sussurrei pra Mili.
Ela não conseguiu dizer nada, só balançou a cabeça afirmativamente, peguei minhas coisas e ia sair... quando a maçaneta da porta girou... Porra!...
A Mili estava perto da porta, num reflexo empurrei ela pro lado, pra ficar atrás da porta. Ela entendeu e seguiu na direção, ficando parada, feito uma estátua, atrás da porta.
Oi Javier... falei meio sem fôlego, segurando a porta pra não bater no nariz da Mili.
E aí Danny... viu a Mili? Falaram que ela tava por aqui.
Não... bom, sim... passou por aqui... tava preocupada com o trabalho do curso que a gente faz junto, falei que o professor não tinha vindo... então ela foi embora tranquila... respondi, tentando não parecer indeciso, mesmo sentindo a respiração nervosa da Mili na mão que segurava a porta.
Faz quanto tempo?... perguntou estranhando, parecia que queria entrar no cubículo pra continuar a conversa. Só meu corpo e minha atitude impediam.
Sei lá, uns quinze ou vinte minutos... olha, tô morrendo de fome... vamos comer alguma coisa por aí... falei pra sair do aperto.
Só se você pagar... respondeu sorrindo.
Tá bom... respondi aliviado, poucos resistem a um almoço grátis.
Fechei a porta, imaginando a Mili lá dentro se recuperando. A cor e a respiração…
Ei, esse cubículo tem um cheiro estranho… cê não tava batendo uma, né? — falou o Javier em tom de brincadeira, e eu quase engasguei com minha própria saliva.
— Como assim, só você faria uma coisa dessas… — respondi devolvendo a zoeira.
— Kkkkkk… é, verdade… — ele se gabou.
— Como cê sabia que eu tava aqui? — perguntei pra mudar de assunto e não aprofundar nos cheiros e no que tinha rolado naquele cubículo.
— Fácil… só um idiota igual a você fica na biblioteca quando tem final de futebol feminino no ginásio… — ele disse rindo.
— Ah, claro, por isso a biblioteca tava vazia. O time de futsal feminino da faculdade ia jogar a final do campeonato universitário… e ninguém queria perder aquilo, quase todo mundo tava no ginásio.
— É… sério…
— O Guille veio devolver um livro e me disse que te viu entrando no cubículo…
— E como cê sabia que a Mili passou por aqui?
— Não sabia, só perguntei — ele respondeu.
— Droga, melhor eu não continuar investigando isso, senão eu mesmo me entrego… — pensei. Então me apressei em tirar o Javier da biblioteca, mas no caminho até a porta ele pegou o celular…
— Quem cê vai ligar? — perguntei meio preocupado.
— Pra Mili… acho que ela tá puta comigo…
— Porra… se o celular da Mili tocar dentro do cubículo, fudeu, ele vai perceber que ela tá aí dentro.
— Merda… fiquei sem crédito — ele disse irritado ao ouvir a mensagem da operadora.
— Cê tá com sorte — falei sarcasticamente, embora aliviado porque quem tava com sorte era eu.
Saímos pra comer. Não precisei perguntar, ele já foi contando sobre a amiga dele, a peituda chupa-rola, como tinham passado o fim de semana. Eu ria, às vezes do jeito que ele contava as coisas, outras vezes lembrando ou fazendo uma comparação com o que eu tinha feito com a Mili…
— Idiota, tendo a Mili, ele se mete com uma mina que pelo que ele diz é a mais experiente da cidade, quase uma puta… talvez isso acalme a taradagem dele… cada um satisfaz seus desejos como quer.
Talvez por essa Costume de andar ou de ficar com mulheres desse tipo, de grande bagagem amorosa, por isso não tinha conseguido descobrir o fogo interior da Mili, não tinha achado o ponto fraco dela, não tinha sabido provocá-la de forma sutil pra esses prazeres obscuros…
Javier não tinha paciência nem vontade de ensinar esses truques pra Mili, esperava que pelo corpo escultural dela ela tivesse toda a experiência necessária, que Mili manjasse dessas coisas, então ele simplesmente ia direto ao ponto, como fazia com as outras minas… e talvez em parte Javier se frustrava ao ver que na cama a Mili não tinha toda a experiência que aparentava ter.
Em parte, aquela fascinação que Javier tinha por essa garota (a chupa-rola, não conhecia outro nome) tinha sido benéfica pra mim, já que pude aproveitar a Mili. Se Javier tivesse ligado naquele sábado à noite, não teria rolado aquele fim de semana magnífico com a Mili, explorando cada cantinho da anatomia dela em cada cantinho da minha casa.
Inclusive, no fim do almoço, Javier chegou a me pedir pra interceder por ele com a Mili, ele tinha notado que ela tava evitando ele, não atendia as ligações dele… pra ele não encher o saco, falei que ia ver o que podia fazer… assim meu amigo corno ficou tranquilo…
Embora ele tenha dito pra eu não me apressar, porque na quarta ele ia sair com outra mina que pelo visto só gostava de levar por trás… Naquela altura, já nem me sentia culpado por chifrar o Javier…
Naquela quarta, enquanto Javier satisfazia todos os apetites anais dele com a amiga, eu fui ao cinema com a Mili… Tinha um nervosismo entre nós dois, era a primeira vez que saíamos juntos como um casal…
As coisas rolaram de um jeito estranho, ela me ligou de noite e disse que tava entediada. Fui vê-la, conversamos um pouco, na real, além de conhecer o corpo dela, não sabia muito sobre ela e os gostos dela, só dos apetites sexuais recentes.
Assim, conversamos sobre filmes, quase tínhamos os mesmos gostos. Quanto a isso. Fazia umas semanas que tinha estreado um filme que nós dois adoraríamos ver, mas por causa dos trabalhos da faculdade e dos nossos encontros e desencontros amorosos, não tivemos oportunidade de ir assistir…
Danny, vamos ver agora… olha, não deve faltar muito pra tirarem de cartaz… me disse a Mili.
Ei, mas é um pouco tarde, você acha que tem alguma sessão a essa hora… respondi.
Eram quase 10 horas e calculei que até chegarmos ao cinema seriam perto das 11 da noite, já sabe, pelo tempo de viagem e o tempo que algumas garotas demoram pra se arrumar.
Olha, tem uma sessão às 10:30 da noite… me disse, mostrando a seção de cinema de um jornal.
Esse cinema é um pouco longe… Você acha que a gente consegue chegar?...
Se a gente sair agora, sim… O que você acha?... me disse animada.
Vamos… respondi, não podia recusar.
O pai dela estava fora da cidade e a mãe não fez muita objeção pra ela sair comigo, me conhecia dos trabalhos da faculdade que a gente fazia.
Ela não precisou se trocar, estava usando uma saia preta que batia acima dos joelhos, com umas meias-calças da mesma cor cobrindo as pernas, provavelmente por causa do frio, uma blusa e uma jaqueta por cima, tinha uma aparência meio caseira, meio formal, quase de escritório, mas não estava nada mal. Por sorte, era do tipo que não precisa se arrumar muito pra ficar gostosa.
Chegamos quando estavam passando os trailers de outros filmes, alguns lugares atrás estavam ocupados, tinha muito espaço vazio, mas era a primeira vez que a gente saía junto, quase que formalmente como namorados… a gente queria ficar sozinho… A parte do meio da sala estava quase deserta e as primeiras filas vazias… fomos pra lá…
Abracei ela, ela se deitou no meu ombro, trocamos uns beijos carinhosos. Pouco depois o filme começou, meio lento… como minha mão subindo pela cintura dela em direção aos peitos, desabotoando a blusa… ela não reclamou… só me beijou com mais tesão…
Minha mão espremiava os peitos dela, os mamilos, e a língua dela retribuía o favor... passava a mão no meu peito, na barriga, peguei na mão dela e levei até minha calça... se eu massageava os peitos dela, ela podia me dar o mesmo prazer no meu pau.
Ela entendeu, melhor do que eu pensei, não se limitou a acariciar meu pau por cima da calça, mas deu um jeito de enfiar a mão direto por baixo da minha calça e a mão quente dela agarrou meu pau duro...
Eu fiz o mesmo e meus dedos deslizaram pela barriga lisa dela, passando pela saia, acariciei as pernas dela através da calcinha fina, subindo as mãos até chegar na buceta quente e molhada dela, um choque elétrico percorreu ela... abafou um gemido na garganta e nas nossas línguas.
A reação seguinte dela, quase maníaca, foi tirar a mão, abrir minha calça, descer o zíper completamente, fuçar na minha cueca até tirar meu pau inteiro pra fora, duro... queria sentir ele livre com os dedos... apalpar toda a rigidez... sabia que aquele instrumento ficava daquele jeito por causa dela, e que aquela massa de carne podia satisfazer ela...
Não importava o resto do pessoal no cinema, talvez estivessem fazendo a mesma coisa dos lugares deles, ou talvez só assistindo o filme, que diferença faz... nós agachados nas poltronas soltávamos nossos instintos... escondidos da vista dos poucos espectadores naquela sala, sem nada a temer.
Meus dedos não paravam de dar aquele cócegas gostosas nos lábios da buceta dela e ela respondia com beijos inocentes, com os dedos batendo punheta no meu pau... parecia que eu ia explodir de prazer... até que ela não aguentou mais... quis sentir nos lábios dela o que meus dedos faziam na buceta dela...
Os lábios suculentos e carnudos dela se afastaram da minha boca e foram descendo até meu pau...
— O que cê tá fazendo?... me atrevi a perguntar ingênuo, em voz baixa.
Ela não respondeu, absorvida pelo próprio tesão, não hesitou em enfiar meu pau na boca e chupar, eu me assustei um pouco no banco ao sentir a língua dela no meu pau. Umas gotinhas de porra saíram. Instantaneamente ao sentir seus lábios carnudos e macios percorrendo meu pau, ela não reclamou, imersa na excitação, continuou com seu trabalho.
Apesar da posição desconfortável, Mili continuou chupando meu pau. Eu, satisfeito, acariciava seus cabelos e, de vez em quando, dava um jeito de acariciar seus peitos. Estava no paraíso.
Chegou um momento em que ela parou o serviço, talvez tenha voltado à realidade. Será que a excitação diminuiu e ela percebeu onde estamos… pensei, meio frustrado, já que tinha deixado o trabalho pela metade. Por sorte, eu estava enganado.
Parece que não aguentava mais aquela posição desconfortável, deslizou pelo banco até ficar de joelhos na minha frente, sem soltar meu pau em nenhum momento… eu só abri mais as pernas pra dar espaço pra ela…
Com o rosto tomado pelo prazer e pela luxúria, ela me olhou daquela posição, reconheceu meu olhar excitado entre os clarões da tela que iluminavam a sala de cinema quase vazia. Sorriu e novamente engoliu meu pau aos poucos, olhando de vez em quando pra cima, satisfeita com minhas reações, com meu peito ofegante…
Os lábios dela soltaram meu pau, só os dedos continuaram me masturbando. Ela se levantou um pouco, eu me curvei pra encontrar ela, pensei que queria me beijar, mas ela pegou meu pescoço e sussurrou no meu ouvido:
Preciso de você agora…
Vamos pra outro lugar… falei.
Não, aqui… ela disse, quase implorando com a voz abafada.
Era uma loucura… nunca tinha ido tão longe no cinema… nunca passei das carícias e punhetas nos bancos. Naquele momento, não conseguia nem imaginar como fazer, só supus que Mili podia sentar no meu pau de costas pra mim, mas seria muito óbvio pros poucos espectadores atrás da gente o que estávamos fazendo ali…
Por sorte, a mente da Mili foi mais criativa. Ela, que já estava de joelhos no chão, só virou o corpo pro corredor que os bancos levantados formavam, colocou as mãos no chão e esperou que eu entendesse a ideia dela. insinuação…
Era evidente, ela estava de quatro como uma putinha ansiosa esperando ser comida, hesitei um pouco em me juntar a ela naquela posição… mas ela não ia deixar assim… foi subindo a saia, me mostrando aquelas nádegas esplêndidas, e as ligas que uniam as calcinhas das pernas com a sua pequena tanga… parecia uma coelhinha da Playboy… e contra aquela imagem sedutora não dá pra lutar.
Só me restou deslizar pelo meu assento, tentando não fazer muito barulho, levantei o banco pra me dar espaço atrás daquelas nádegas suculentas que tinham me enlouquecido…
Podia jurar que a Mili sorria de um jeito provocante, satisfeita por eu não resistir aos encantos dela. Ela empinou a bunda pra me lembrar o motivo daquela posição, queria que eu penetrasse ela assim, de quatro… como uma vagabunda no cio…
Com a calça quase abaixo das minhas nádegas, me aproximei e fiquei atrás dela, apontei meu pau pra buceta dela, mas ela avançou… pensei que tinha se arrependido… mas a Mili empinou mais a bunda… entendi a sugestão… queria meu pau no cu dela…
Deslizei pelo chão pegajoso até ficar de novo atrás dela, dessa vez meu pau apontou pro cu dela, e dessa vez a Mili não fugiu. Devagar fui enfiando meu pau naquele buraquinho… talvez devagar demais pra luxúria dela, já que ela começou a recuar, enfiando meu pau pra dentro.
Minhas mãos seguraram a cintura dela por cima das bordas das ligas da calcinha, e puxei ela pra mim, furando violentamente, enfiando metade do meu pau. A coluna dela arqueou pra cima, a garganta dela abafou um uivo de dor… queria que ela soubesse que ainda era eu quem mandava no treinamento anal dela…
Quando a coluna dela voltou ao normal, comecei a puxar e empurrar a cintura dela, batendo minha virilha contra as nádegas carnudas dela. Era uma sensação maravilhosa sentir aquelas nádegas volumosas tremendo contra mim… dessa vez deixei ela acompanhar meus movimentos, ela ia e vinha à vontade.
Embora eu não ouvisse os gemidos dela por causa do barulho do filme e porque ela mesma certamente os abafava para não serem descobertos, e embora não pudesse ver seu rosto extasiado, podia senti-la e isso era suficiente…
Acho que ela pressentiu o que eu pensava, porque virou o rosto, com um sorriso safado, expressão de prazer, me observou enquanto meu pau continuava perfurando suas entranhas…
Às vezes ela mordia os lábios, em outros momentos abria sua boquinha em espasmo de dor, de doce dor… Tudo isso me excitava mais… somado ao fato de ver sua pequena e preta roupa íntima jogada de lado, sua calcinha de liga, suas nádegas carnudas mas firmes… comecei a penetrá-la com mais força e rapidez… só esperava que o barulho do filme continuasse porque já me parecia ouvir os gemidos abafados da Mili…
Uhmmm… uhmmm… uhmmm…
Não aguento tanta pressão do meu pau contra o corpo dela, a loucura das minhas penetrações, o rosto dela voltou para o corredor… só via seus cabelos flutuando na semi-escuridão… sua cabeça tinha seu próprio ritmo, se movia no compasso da excitação dela, dos gemidos que ela abafava por momentos.
Massageava sua cintura, suas pernas, puta que pariu que monumento de mulher… o corpo dela empurrava com veemência contra o meu, ela ia perdendo a candura, se aproximava do clímax como eu…
Ahhh... oooh… ouvi seu gemido quente.
Meu pau novamente espalhou seu líquido esbranquiçado nas intimidades ardentes da Mili. Seu corpo escultural tremeu a cada novo jato que a invadia… quando aquela sensação gostosa foi diminuindo… ela se levantou um pouco, ainda com meu pau elástico no cu dela… se apoiou num assento para manter o equilíbrio… entendi o que ela queria…
Ela virou um pouco o rosto, e naquela posição desconfortável nossos lábios se encontraram, minhas mãos se posicionaram nos seios inchados e nus dela através da blusa semiaberta… acariciei eles, tinha sentido falta de vê-los, os tinha imaginado quicando ao som das minhas penetrações…
A língua dela me retribuiu com gratidão as carícias nos seios e mamilos… depois, Por causa do cansaço, ela se agachou de novo e voltou pra posição de quatro, talvez esperando se recuperar pra depois a gente se ajeitar e voltar pros nossos lugares…
Eu também recuperava o fôlego, satisfeito, observando a bunda dela, a calcinha provocante. A Mili só conseguia olhar pro chão enquanto voltava ao ritmo normal de respiração.
A loucura da nossa paixão, do prazer que a gente sentia com sexo anal, tava nos levando a fazer essas safadezas em lugares públicos: nos banheiros da faculdade, na biblioteca e agora num cinema tarde da noite… A gente tinha dado sorte de não ser descoberto até então… mas…
Tão brincando de cavalinho?
— O quê? — perguntou a Mili, levantando a cabeça.
Saí do meu transe e, horrorizado, levantei a vista… pelo tom de voz e pela inocência da pergunta, já tinha sacado… era uma criança… a gente tinha sido pego por uma menina de no máximo 5 anos… Quem caralh… deixa os filhos soltos no cinema a essa hora? A menina, no começo da fileira, olhava pra gente, inocente, esperando uma resposta.
— Sim, sim, pequenininha… a gente tava brincando de cavalinho… mas já terminamos — respondeu a Mili, meio sem voz, nervosa.
Meu pau meio duro sentiu o espasmo inicial do corpo da Mili, e depois o tremor dela. Minha primeira reação seria mandar a menina embora com uns xingos, mas talvez isso chamasse mais atenção… Acho que a atitude da Mili era a mais certa… Resolvi deixar ela agir, fiquei mudo, quase uma estátua, esperando a Mili conseguir se livrar dela.
— Ei, menininha, por que você não procura seus pais?
— Não acho eles…
— Onde eles tão? — perguntou a Mili. Acho que o instinto maternal dela apareceu.
— Porra… Mili, não me diga que você quer ir procurar os pais dela com os peitos de fora e a saia na cintura… A Mili entendeu minha reação porque apertei um pouco minhas mãos na cintura dela.
— Não sei… a gente tava vendo o Shrek… Saí pro banheiro, voltei e não achei eles… disse a menina, meio assustada.
Ah, olha… esse filme tá passando na sala ao lado… é só você sair no corredor e entrar na porta seguinte…
Ahhh… mas vocês vão continuar brincando?… posso brincar com vocês?...
Peste danada!… era muito novinha pra essas coisas… por que não vai embora?...
Não… não… respondeu Mili, de novo nervosa…
A gente já terminou de brincar… agora vamos ver o filme… vai com seus pais… respondi, vendo que Mili não sabia mais o que dizer.
Tá bom… falou, deu meia-volta e foi embora.
Ufff…
Do lugar dela, Mili virou e me deu um olhar de reprovação.
Acho que você foi meio dura com a menina…
Não me diga que queria que ela ficasse?...
Não, mas tem outros jeitos…
Olha, esses outros jeitos iam levar tempo, demos sorte de ninguém ter chegado perto…
É… verdade…
Melhor a gente se arrumar, não vá essa menina voltar com os irmãozinhos ou com os pais…
Assim, agachados, ajeitamos a roupa e sentamos sem fazer muito alarde, tentando não chamar atenção…
Danny… cê acha que a menina vai contar pros pais que nos viu brincando de cavalinho?… perguntou meio sério, meio brincando.
Sei lá, talvez… falei, meio preocupado.
Melhor a gente vazar… disse ela, preocupada.
Escapamos pela porta de emergência, e quando saímos na rua, nossos rostos passaram da preocupação pra risada… e depois pro susto de novo…
Vimos o Carlos, um colega da faculdade, saindo da pizzaria com a namorada Diana, outra mina que também estudava na faculdade. Pra nossa má sorte, esses dois eram conhecidos por serem fofoqueiros, sempre por dentro dos últimos babados da faculdade. Então, se nos vissem, no dia seguinte a gente ia ser o assunto do campus…
Antes que eu dissesse qualquer coisa, Mili já tinha me colado na parede, me enchendo de beijos… eu só puxei ela uns centímetros pra um canto que não tava muito iluminado… iluminado.
Sorte nossa que eles ficaram na calçada da frente…
Vão pra um hotel… gritaram os dois em uníssono, num tom de brincadeira.
Acho que a Mili não gostou muito do comentário, quis virar pra responder algo, mas eu impedi apertando ela mais contra mim.
Ouvi mais alguns comentários e as risadas foram sumindo enquanto eles se afastavam…
Já foram?… perguntou a Mili entre beijos.
Não, melhor esperar mais um pouco… respondi sem parar de beijá-la.
As coisas esquentavam de novo entre nós. Minhas mãos já começavam a subir pela cintura dela, talvez ali mesmo, encoxados naquela porta, naquela posição estranha, a gente pudesse ter mais um encontro rápido, mas ardente.
Meus dedos já tocavam os peitos dela, a respiração dela ficava mais ofegante. Se ela resistisse a fazer ali, era só beijar o pescoço dela que ela cedia a todas as minhas vontades… tudo ia bem, até que…
Circulem, por favor… disse um carro da polícia pelo alto-falante.
Porra… quando não é a polícia, tão sempre lá quando a gente não precisa e quando precisa tão comendo donut… pensei.
Com um pouco de vergonha e constrangimento, continuamos nosso caminho, procurando um lugar pra pegar um táxi. No caminho, algumas dúvidas me vieram:
Por que a gente teve que se esconder do Carlos e da namorada dele?… era uma pergunta válida, já que foi a Mili que me encoxou e me encheu de beijos pra eles não nos verem.
Você sabe que eles são uns fofoqueiros de primeira…
Será que você ainda não terminou com o Javier?… perguntei de novo, meio puto.
Pela minha atitude, ela hesitou em me responder, talvez preparando alguma desculpa…
Me responde… exigi, assim como ela exigiu uma vez se eu ia terminar com a Viviana.
Tá bom… não consegui fazer isso… não vi ele nem nada… respondeu, sobrecarregada.
Mas ele tem te ligado… retruquei.
Sim, mas não quis atender, também não quero ver ele…
Por quê? Você ainda sente algo por ele?… perguntei, me sentindo De novo um idiota por ter deixado a Viviana.
Não seja bobo… ela disse, depois me abraçou e me beijou… eu quero você… é só que…
O quê?...
Tenho vergonha, sei lá, nunca tinha sido infiel, e não sei se ao vê-lo acabo confessando tudo, talvez ele perceba que estou escondendo algo… e isso pode acabar pior… ela disse confusa.
Quis ficar bravo com ela, mas no fundo eu a entendia, tinha acabado de passar pelo mesmo com a Viviana. Você se sente bem com a outra pessoa, mas tem remorso e não sabe como contar pro seu parceiro oficial, ou pelo menos terminar o relacionamento, é meio complicado… e acho que mais pra uma mulher…
Olha, neste fim de semana vou dar um jeito de falar com ele…
Tá bom…
Mas Danny, tira essa cara…
Só se você me der um beijo…
Nos beijamos apaixonadamente, até que sentimos de novo a luz das sirenes, policiais de merda…
Continua…
Brincando de cavalinho
A Mili parecia uma luzinha de Natal, uma hora pálida, outra hora vermelha, quase chorando... O Javier estava a poucos metros da gente, não sei como, mas ele sabia que eu estava ali... naquele cubículo...
Já passei por situações parecidas antes, principalmente por causa da experiência que tive numa relação familiar uns anos atrás, isso me deu uma certa firmeza e rapidez mental pra sair dessas enrascadas... se na época consegui me livrar dos meus pais e parentes, acho que não seria difícil me desfazer do Javier...
Olha... ele tá me procurando... eu saio, encontro ele e depois de cinco minutos você sai... sussurrei pra Mili.
Ela não conseguiu dizer nada, só balançou a cabeça afirmativamente, peguei minhas coisas e ia sair... quando a maçaneta da porta girou... Porra!...
A Mili estava perto da porta, num reflexo empurrei ela pro lado, pra ficar atrás da porta. Ela entendeu e seguiu na direção, ficando parada, feito uma estátua, atrás da porta.
Oi Javier... falei meio sem fôlego, segurando a porta pra não bater no nariz da Mili.
E aí Danny... viu a Mili? Falaram que ela tava por aqui.
Não... bom, sim... passou por aqui... tava preocupada com o trabalho do curso que a gente faz junto, falei que o professor não tinha vindo... então ela foi embora tranquila... respondi, tentando não parecer indeciso, mesmo sentindo a respiração nervosa da Mili na mão que segurava a porta.
Faz quanto tempo?... perguntou estranhando, parecia que queria entrar no cubículo pra continuar a conversa. Só meu corpo e minha atitude impediam.
Sei lá, uns quinze ou vinte minutos... olha, tô morrendo de fome... vamos comer alguma coisa por aí... falei pra sair do aperto.
Só se você pagar... respondeu sorrindo.
Tá bom... respondi aliviado, poucos resistem a um almoço grátis.
Fechei a porta, imaginando a Mili lá dentro se recuperando. A cor e a respiração…
Ei, esse cubículo tem um cheiro estranho… cê não tava batendo uma, né? — falou o Javier em tom de brincadeira, e eu quase engasguei com minha própria saliva.
— Como assim, só você faria uma coisa dessas… — respondi devolvendo a zoeira.
— Kkkkkk… é, verdade… — ele se gabou.
— Como cê sabia que eu tava aqui? — perguntei pra mudar de assunto e não aprofundar nos cheiros e no que tinha rolado naquele cubículo.
— Fácil… só um idiota igual a você fica na biblioteca quando tem final de futebol feminino no ginásio… — ele disse rindo.
— Ah, claro, por isso a biblioteca tava vazia. O time de futsal feminino da faculdade ia jogar a final do campeonato universitário… e ninguém queria perder aquilo, quase todo mundo tava no ginásio.
— É… sério…
— O Guille veio devolver um livro e me disse que te viu entrando no cubículo…
— E como cê sabia que a Mili passou por aqui?
— Não sabia, só perguntei — ele respondeu.
— Droga, melhor eu não continuar investigando isso, senão eu mesmo me entrego… — pensei. Então me apressei em tirar o Javier da biblioteca, mas no caminho até a porta ele pegou o celular…
— Quem cê vai ligar? — perguntei meio preocupado.
— Pra Mili… acho que ela tá puta comigo…
— Porra… se o celular da Mili tocar dentro do cubículo, fudeu, ele vai perceber que ela tá aí dentro.
— Merda… fiquei sem crédito — ele disse irritado ao ouvir a mensagem da operadora.
— Cê tá com sorte — falei sarcasticamente, embora aliviado porque quem tava com sorte era eu.
Saímos pra comer. Não precisei perguntar, ele já foi contando sobre a amiga dele, a peituda chupa-rola, como tinham passado o fim de semana. Eu ria, às vezes do jeito que ele contava as coisas, outras vezes lembrando ou fazendo uma comparação com o que eu tinha feito com a Mili…
— Idiota, tendo a Mili, ele se mete com uma mina que pelo que ele diz é a mais experiente da cidade, quase uma puta… talvez isso acalme a taradagem dele… cada um satisfaz seus desejos como quer.
Talvez por essa Costume de andar ou de ficar com mulheres desse tipo, de grande bagagem amorosa, por isso não tinha conseguido descobrir o fogo interior da Mili, não tinha achado o ponto fraco dela, não tinha sabido provocá-la de forma sutil pra esses prazeres obscuros…
Javier não tinha paciência nem vontade de ensinar esses truques pra Mili, esperava que pelo corpo escultural dela ela tivesse toda a experiência necessária, que Mili manjasse dessas coisas, então ele simplesmente ia direto ao ponto, como fazia com as outras minas… e talvez em parte Javier se frustrava ao ver que na cama a Mili não tinha toda a experiência que aparentava ter.
Em parte, aquela fascinação que Javier tinha por essa garota (a chupa-rola, não conhecia outro nome) tinha sido benéfica pra mim, já que pude aproveitar a Mili. Se Javier tivesse ligado naquele sábado à noite, não teria rolado aquele fim de semana magnífico com a Mili, explorando cada cantinho da anatomia dela em cada cantinho da minha casa.
Inclusive, no fim do almoço, Javier chegou a me pedir pra interceder por ele com a Mili, ele tinha notado que ela tava evitando ele, não atendia as ligações dele… pra ele não encher o saco, falei que ia ver o que podia fazer… assim meu amigo corno ficou tranquilo…
Embora ele tenha dito pra eu não me apressar, porque na quarta ele ia sair com outra mina que pelo visto só gostava de levar por trás… Naquela altura, já nem me sentia culpado por chifrar o Javier…
Naquela quarta, enquanto Javier satisfazia todos os apetites anais dele com a amiga, eu fui ao cinema com a Mili… Tinha um nervosismo entre nós dois, era a primeira vez que saíamos juntos como um casal…
As coisas rolaram de um jeito estranho, ela me ligou de noite e disse que tava entediada. Fui vê-la, conversamos um pouco, na real, além de conhecer o corpo dela, não sabia muito sobre ela e os gostos dela, só dos apetites sexuais recentes.
Assim, conversamos sobre filmes, quase tínhamos os mesmos gostos. Quanto a isso. Fazia umas semanas que tinha estreado um filme que nós dois adoraríamos ver, mas por causa dos trabalhos da faculdade e dos nossos encontros e desencontros amorosos, não tivemos oportunidade de ir assistir…
Danny, vamos ver agora… olha, não deve faltar muito pra tirarem de cartaz… me disse a Mili.
Ei, mas é um pouco tarde, você acha que tem alguma sessão a essa hora… respondi.
Eram quase 10 horas e calculei que até chegarmos ao cinema seriam perto das 11 da noite, já sabe, pelo tempo de viagem e o tempo que algumas garotas demoram pra se arrumar.
Olha, tem uma sessão às 10:30 da noite… me disse, mostrando a seção de cinema de um jornal.
Esse cinema é um pouco longe… Você acha que a gente consegue chegar?...
Se a gente sair agora, sim… O que você acha?... me disse animada.
Vamos… respondi, não podia recusar.
O pai dela estava fora da cidade e a mãe não fez muita objeção pra ela sair comigo, me conhecia dos trabalhos da faculdade que a gente fazia.
Ela não precisou se trocar, estava usando uma saia preta que batia acima dos joelhos, com umas meias-calças da mesma cor cobrindo as pernas, provavelmente por causa do frio, uma blusa e uma jaqueta por cima, tinha uma aparência meio caseira, meio formal, quase de escritório, mas não estava nada mal. Por sorte, era do tipo que não precisa se arrumar muito pra ficar gostosa.
Chegamos quando estavam passando os trailers de outros filmes, alguns lugares atrás estavam ocupados, tinha muito espaço vazio, mas era a primeira vez que a gente saía junto, quase que formalmente como namorados… a gente queria ficar sozinho… A parte do meio da sala estava quase deserta e as primeiras filas vazias… fomos pra lá…
Abracei ela, ela se deitou no meu ombro, trocamos uns beijos carinhosos. Pouco depois o filme começou, meio lento… como minha mão subindo pela cintura dela em direção aos peitos, desabotoando a blusa… ela não reclamou… só me beijou com mais tesão…
Minha mão espremiava os peitos dela, os mamilos, e a língua dela retribuía o favor... passava a mão no meu peito, na barriga, peguei na mão dela e levei até minha calça... se eu massageava os peitos dela, ela podia me dar o mesmo prazer no meu pau.
Ela entendeu, melhor do que eu pensei, não se limitou a acariciar meu pau por cima da calça, mas deu um jeito de enfiar a mão direto por baixo da minha calça e a mão quente dela agarrou meu pau duro...
Eu fiz o mesmo e meus dedos deslizaram pela barriga lisa dela, passando pela saia, acariciei as pernas dela através da calcinha fina, subindo as mãos até chegar na buceta quente e molhada dela, um choque elétrico percorreu ela... abafou um gemido na garganta e nas nossas línguas.
A reação seguinte dela, quase maníaca, foi tirar a mão, abrir minha calça, descer o zíper completamente, fuçar na minha cueca até tirar meu pau inteiro pra fora, duro... queria sentir ele livre com os dedos... apalpar toda a rigidez... sabia que aquele instrumento ficava daquele jeito por causa dela, e que aquela massa de carne podia satisfazer ela...
Não importava o resto do pessoal no cinema, talvez estivessem fazendo a mesma coisa dos lugares deles, ou talvez só assistindo o filme, que diferença faz... nós agachados nas poltronas soltávamos nossos instintos... escondidos da vista dos poucos espectadores naquela sala, sem nada a temer.
Meus dedos não paravam de dar aquele cócegas gostosas nos lábios da buceta dela e ela respondia com beijos inocentes, com os dedos batendo punheta no meu pau... parecia que eu ia explodir de prazer... até que ela não aguentou mais... quis sentir nos lábios dela o que meus dedos faziam na buceta dela...
Os lábios suculentos e carnudos dela se afastaram da minha boca e foram descendo até meu pau...
— O que cê tá fazendo?... me atrevi a perguntar ingênuo, em voz baixa.
Ela não respondeu, absorvida pelo próprio tesão, não hesitou em enfiar meu pau na boca e chupar, eu me assustei um pouco no banco ao sentir a língua dela no meu pau. Umas gotinhas de porra saíram. Instantaneamente ao sentir seus lábios carnudos e macios percorrendo meu pau, ela não reclamou, imersa na excitação, continuou com seu trabalho.
Apesar da posição desconfortável, Mili continuou chupando meu pau. Eu, satisfeito, acariciava seus cabelos e, de vez em quando, dava um jeito de acariciar seus peitos. Estava no paraíso.
Chegou um momento em que ela parou o serviço, talvez tenha voltado à realidade. Será que a excitação diminuiu e ela percebeu onde estamos… pensei, meio frustrado, já que tinha deixado o trabalho pela metade. Por sorte, eu estava enganado.
Parece que não aguentava mais aquela posição desconfortável, deslizou pelo banco até ficar de joelhos na minha frente, sem soltar meu pau em nenhum momento… eu só abri mais as pernas pra dar espaço pra ela…
Com o rosto tomado pelo prazer e pela luxúria, ela me olhou daquela posição, reconheceu meu olhar excitado entre os clarões da tela que iluminavam a sala de cinema quase vazia. Sorriu e novamente engoliu meu pau aos poucos, olhando de vez em quando pra cima, satisfeita com minhas reações, com meu peito ofegante…
Os lábios dela soltaram meu pau, só os dedos continuaram me masturbando. Ela se levantou um pouco, eu me curvei pra encontrar ela, pensei que queria me beijar, mas ela pegou meu pescoço e sussurrou no meu ouvido:
Preciso de você agora…
Vamos pra outro lugar… falei.
Não, aqui… ela disse, quase implorando com a voz abafada.
Era uma loucura… nunca tinha ido tão longe no cinema… nunca passei das carícias e punhetas nos bancos. Naquele momento, não conseguia nem imaginar como fazer, só supus que Mili podia sentar no meu pau de costas pra mim, mas seria muito óbvio pros poucos espectadores atrás da gente o que estávamos fazendo ali…
Por sorte, a mente da Mili foi mais criativa. Ela, que já estava de joelhos no chão, só virou o corpo pro corredor que os bancos levantados formavam, colocou as mãos no chão e esperou que eu entendesse a ideia dela. insinuação…
Era evidente, ela estava de quatro como uma putinha ansiosa esperando ser comida, hesitei um pouco em me juntar a ela naquela posição… mas ela não ia deixar assim… foi subindo a saia, me mostrando aquelas nádegas esplêndidas, e as ligas que uniam as calcinhas das pernas com a sua pequena tanga… parecia uma coelhinha da Playboy… e contra aquela imagem sedutora não dá pra lutar.
Só me restou deslizar pelo meu assento, tentando não fazer muito barulho, levantei o banco pra me dar espaço atrás daquelas nádegas suculentas que tinham me enlouquecido…
Podia jurar que a Mili sorria de um jeito provocante, satisfeita por eu não resistir aos encantos dela. Ela empinou a bunda pra me lembrar o motivo daquela posição, queria que eu penetrasse ela assim, de quatro… como uma vagabunda no cio…
Com a calça quase abaixo das minhas nádegas, me aproximei e fiquei atrás dela, apontei meu pau pra buceta dela, mas ela avançou… pensei que tinha se arrependido… mas a Mili empinou mais a bunda… entendi a sugestão… queria meu pau no cu dela…
Deslizei pelo chão pegajoso até ficar de novo atrás dela, dessa vez meu pau apontou pro cu dela, e dessa vez a Mili não fugiu. Devagar fui enfiando meu pau naquele buraquinho… talvez devagar demais pra luxúria dela, já que ela começou a recuar, enfiando meu pau pra dentro.
Minhas mãos seguraram a cintura dela por cima das bordas das ligas da calcinha, e puxei ela pra mim, furando violentamente, enfiando metade do meu pau. A coluna dela arqueou pra cima, a garganta dela abafou um uivo de dor… queria que ela soubesse que ainda era eu quem mandava no treinamento anal dela…
Quando a coluna dela voltou ao normal, comecei a puxar e empurrar a cintura dela, batendo minha virilha contra as nádegas carnudas dela. Era uma sensação maravilhosa sentir aquelas nádegas volumosas tremendo contra mim… dessa vez deixei ela acompanhar meus movimentos, ela ia e vinha à vontade.
Embora eu não ouvisse os gemidos dela por causa do barulho do filme e porque ela mesma certamente os abafava para não serem descobertos, e embora não pudesse ver seu rosto extasiado, podia senti-la e isso era suficiente…
Acho que ela pressentiu o que eu pensava, porque virou o rosto, com um sorriso safado, expressão de prazer, me observou enquanto meu pau continuava perfurando suas entranhas…
Às vezes ela mordia os lábios, em outros momentos abria sua boquinha em espasmo de dor, de doce dor… Tudo isso me excitava mais… somado ao fato de ver sua pequena e preta roupa íntima jogada de lado, sua calcinha de liga, suas nádegas carnudas mas firmes… comecei a penetrá-la com mais força e rapidez… só esperava que o barulho do filme continuasse porque já me parecia ouvir os gemidos abafados da Mili…
Uhmmm… uhmmm… uhmmm…
Não aguento tanta pressão do meu pau contra o corpo dela, a loucura das minhas penetrações, o rosto dela voltou para o corredor… só via seus cabelos flutuando na semi-escuridão… sua cabeça tinha seu próprio ritmo, se movia no compasso da excitação dela, dos gemidos que ela abafava por momentos.
Massageava sua cintura, suas pernas, puta que pariu que monumento de mulher… o corpo dela empurrava com veemência contra o meu, ela ia perdendo a candura, se aproximava do clímax como eu…
Ahhh... oooh… ouvi seu gemido quente.
Meu pau novamente espalhou seu líquido esbranquiçado nas intimidades ardentes da Mili. Seu corpo escultural tremeu a cada novo jato que a invadia… quando aquela sensação gostosa foi diminuindo… ela se levantou um pouco, ainda com meu pau elástico no cu dela… se apoiou num assento para manter o equilíbrio… entendi o que ela queria…
Ela virou um pouco o rosto, e naquela posição desconfortável nossos lábios se encontraram, minhas mãos se posicionaram nos seios inchados e nus dela através da blusa semiaberta… acariciei eles, tinha sentido falta de vê-los, os tinha imaginado quicando ao som das minhas penetrações…
A língua dela me retribuiu com gratidão as carícias nos seios e mamilos… depois, Por causa do cansaço, ela se agachou de novo e voltou pra posição de quatro, talvez esperando se recuperar pra depois a gente se ajeitar e voltar pros nossos lugares…
Eu também recuperava o fôlego, satisfeito, observando a bunda dela, a calcinha provocante. A Mili só conseguia olhar pro chão enquanto voltava ao ritmo normal de respiração.
A loucura da nossa paixão, do prazer que a gente sentia com sexo anal, tava nos levando a fazer essas safadezas em lugares públicos: nos banheiros da faculdade, na biblioteca e agora num cinema tarde da noite… A gente tinha dado sorte de não ser descoberto até então… mas…
Tão brincando de cavalinho?
— O quê? — perguntou a Mili, levantando a cabeça.
Saí do meu transe e, horrorizado, levantei a vista… pelo tom de voz e pela inocência da pergunta, já tinha sacado… era uma criança… a gente tinha sido pego por uma menina de no máximo 5 anos… Quem caralh… deixa os filhos soltos no cinema a essa hora? A menina, no começo da fileira, olhava pra gente, inocente, esperando uma resposta.
— Sim, sim, pequenininha… a gente tava brincando de cavalinho… mas já terminamos — respondeu a Mili, meio sem voz, nervosa.
Meu pau meio duro sentiu o espasmo inicial do corpo da Mili, e depois o tremor dela. Minha primeira reação seria mandar a menina embora com uns xingos, mas talvez isso chamasse mais atenção… Acho que a atitude da Mili era a mais certa… Resolvi deixar ela agir, fiquei mudo, quase uma estátua, esperando a Mili conseguir se livrar dela.
— Ei, menininha, por que você não procura seus pais?
— Não acho eles…
— Onde eles tão? — perguntou a Mili. Acho que o instinto maternal dela apareceu.
— Porra… Mili, não me diga que você quer ir procurar os pais dela com os peitos de fora e a saia na cintura… A Mili entendeu minha reação porque apertei um pouco minhas mãos na cintura dela.
— Não sei… a gente tava vendo o Shrek… Saí pro banheiro, voltei e não achei eles… disse a menina, meio assustada.
Ah, olha… esse filme tá passando na sala ao lado… é só você sair no corredor e entrar na porta seguinte…
Ahhh… mas vocês vão continuar brincando?… posso brincar com vocês?...
Peste danada!… era muito novinha pra essas coisas… por que não vai embora?...
Não… não… respondeu Mili, de novo nervosa…
A gente já terminou de brincar… agora vamos ver o filme… vai com seus pais… respondi, vendo que Mili não sabia mais o que dizer.
Tá bom… falou, deu meia-volta e foi embora.
Ufff…
Do lugar dela, Mili virou e me deu um olhar de reprovação.
Acho que você foi meio dura com a menina…
Não me diga que queria que ela ficasse?...
Não, mas tem outros jeitos…
Olha, esses outros jeitos iam levar tempo, demos sorte de ninguém ter chegado perto…
É… verdade…
Melhor a gente se arrumar, não vá essa menina voltar com os irmãozinhos ou com os pais…
Assim, agachados, ajeitamos a roupa e sentamos sem fazer muito alarde, tentando não chamar atenção…
Danny… cê acha que a menina vai contar pros pais que nos viu brincando de cavalinho?… perguntou meio sério, meio brincando.
Sei lá, talvez… falei, meio preocupado.
Melhor a gente vazar… disse ela, preocupada.
Escapamos pela porta de emergência, e quando saímos na rua, nossos rostos passaram da preocupação pra risada… e depois pro susto de novo…
Vimos o Carlos, um colega da faculdade, saindo da pizzaria com a namorada Diana, outra mina que também estudava na faculdade. Pra nossa má sorte, esses dois eram conhecidos por serem fofoqueiros, sempre por dentro dos últimos babados da faculdade. Então, se nos vissem, no dia seguinte a gente ia ser o assunto do campus…
Antes que eu dissesse qualquer coisa, Mili já tinha me colado na parede, me enchendo de beijos… eu só puxei ela uns centímetros pra um canto que não tava muito iluminado… iluminado.
Sorte nossa que eles ficaram na calçada da frente…
Vão pra um hotel… gritaram os dois em uníssono, num tom de brincadeira.
Acho que a Mili não gostou muito do comentário, quis virar pra responder algo, mas eu impedi apertando ela mais contra mim.
Ouvi mais alguns comentários e as risadas foram sumindo enquanto eles se afastavam…
Já foram?… perguntou a Mili entre beijos.
Não, melhor esperar mais um pouco… respondi sem parar de beijá-la.
As coisas esquentavam de novo entre nós. Minhas mãos já começavam a subir pela cintura dela, talvez ali mesmo, encoxados naquela porta, naquela posição estranha, a gente pudesse ter mais um encontro rápido, mas ardente.
Meus dedos já tocavam os peitos dela, a respiração dela ficava mais ofegante. Se ela resistisse a fazer ali, era só beijar o pescoço dela que ela cedia a todas as minhas vontades… tudo ia bem, até que…
Circulem, por favor… disse um carro da polícia pelo alto-falante.
Porra… quando não é a polícia, tão sempre lá quando a gente não precisa e quando precisa tão comendo donut… pensei.
Com um pouco de vergonha e constrangimento, continuamos nosso caminho, procurando um lugar pra pegar um táxi. No caminho, algumas dúvidas me vieram:
Por que a gente teve que se esconder do Carlos e da namorada dele?… era uma pergunta válida, já que foi a Mili que me encoxou e me encheu de beijos pra eles não nos verem.
Você sabe que eles são uns fofoqueiros de primeira…
Será que você ainda não terminou com o Javier?… perguntei de novo, meio puto.
Pela minha atitude, ela hesitou em me responder, talvez preparando alguma desculpa…
Me responde… exigi, assim como ela exigiu uma vez se eu ia terminar com a Viviana.
Tá bom… não consegui fazer isso… não vi ele nem nada… respondeu, sobrecarregada.
Mas ele tem te ligado… retruquei.
Sim, mas não quis atender, também não quero ver ele…
Por quê? Você ainda sente algo por ele?… perguntei, me sentindo De novo um idiota por ter deixado a Viviana.
Não seja bobo… ela disse, depois me abraçou e me beijou… eu quero você… é só que…
O quê?...
Tenho vergonha, sei lá, nunca tinha sido infiel, e não sei se ao vê-lo acabo confessando tudo, talvez ele perceba que estou escondendo algo… e isso pode acabar pior… ela disse confusa.
Quis ficar bravo com ela, mas no fundo eu a entendia, tinha acabado de passar pelo mesmo com a Viviana. Você se sente bem com a outra pessoa, mas tem remorso e não sabe como contar pro seu parceiro oficial, ou pelo menos terminar o relacionamento, é meio complicado… e acho que mais pra uma mulher…
Olha, neste fim de semana vou dar um jeito de falar com ele…
Tá bom…
Mas Danny, tira essa cara…
Só se você me der um beijo…
Nos beijamos apaixonadamente, até que sentimos de novo a luz das sirenes, policiais de merda…
Continua…
12 comentários - Rompiendole el culo a Mili parte 12
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