— Não quer me acompanhar pra jantar? — É que devem estar me esperando em casa.
— Avisa por telefone… — Tá bom.
Liguei e minha mãe não entendeu muito bem aquela história de que eu estava na casa de uma amiga que acabei de conhecer e que ia ficar pra jantar… acho que não acreditou muito, mas também não liguei.
Marisa, esse era o nome da “negra gostosa”, cozinhou algo rápido e logo estávamos jantando e conversando cada vez mais à vontade uma com a outra. Era claro que não só eu gostava da companhia dela, mas ela também se sentia muito bem comigo. Depois do jantar, sentamos na sala e os assuntos da conversa já foram direto pro sexo. As duas estávamos precisando daquilo e colocávamos tudo na nossa conversa. Foi ficando tarde e… — Você não vai dormir aqui? Tô sozinha há tanto tempo que não me faria mal sentir um pouco de companhia.
E de novo no telefone, e dessa vez tive que desligar na cara da minha mãe, que tinha certeza de que eu estava em qualquer outro lugar menos onde eu dizia.
— Você não tem alguma roupa pra me emprestar pra eu tomar um banho e trocar? — perguntei.
— Claro, vai pro chuveiro que já te trago algo.
Quando já estava tomando banho, ela entrou e disse: — Aqui, deixo isso pra você, espero que não fique muito grande.
Quando terminei, saí do chuveiro e encontrei num banquinho um pijama elegante… masculino e só.
Vesti e, quando entrei na sala, ela sorriu, dizendo que era a coisa mais confortável que tinha pra me oferecer. Eu não falei nada e também ri, divertida, perguntando o que o marido dela diria se me visse usando o pijama dele.—Nada, porque ele não vai ficar sabendo, ela me disse. Vamos transar? Vem comigo… nossa cama é enorme e, além disso, no quarto que estamos preparando pro bebê não tem ar-condicionado.
Já no quarto dela, ela me indicou a cama e eu fui pra lá enquanto ela se trocava. Deixou o roupão cair no chão pra pegar no armário uma camisolinha estilo futura mamãe. Fez isso sem pressa, de costas pra mim. Ali pude ver de verdade o tamanho do corpo dela. Era muito alta e a bunda dela, apesar da gravidez, ainda mantinha as formas. Uma costa que no fim se curvava pra se dividir em duas nádegas poderosas e aquele cabelo preto roçando os ombros… Era uma gostosa.
Depois veio se deitar do meu lado e só deixou acesa uma luz fraca num canto do quarto enorme. Devagar, se deitou de barriga pra cima. A camisolinha se entreabriu, deixando escapar a barrigona de pele morena. Por baixo da transparência da roupa dava pra ver claramente as auréolas que coroavam os peitões dela de mulher grávida. Senti naquele exato momento uma mistura de ternura e tesão incríveis. Ela se virou pra mim e passou as costas da mão no tecido da minha pijama, por cima da minha barriga, e me sorriu com carinho.—Isso significa algo especial você ter me deixado colocar isso? — Pode ser… — Olha… quero te dizer que nunca tive nada com nenhuma mulher, não sou lésbica, mas desde que te vi esta tarde na praia, você despertou em mim coisas que não consigo entender, não sei o que está acontecendo comigo e você, mas acho que de alguma forma te desejo…
A resposta dela não veio em palavras. Ela pegou meu rosto com as mãos e me beijou com uma doçura até então desconhecida para mim. Eu só fechei os olhos e deixei ela fazer. Ela me beijou de novo e continuou me beijando até que todo o meu corpo entrou em ebulição. Meus peitinhos de repente ficaram alertas e sensíveis. Minha buceta começou a ficar molhada. Minha boca se deixava percorrer por aqueles lábios carnudos e aquela língua que não conhecia limites… — Me tira a roupa… ela pediu, e devagar eu tirei a pouca roupa que ela vestia. Sentada na cama, percorri com as mãos o pescoço dela, os peitos impactantes até chegar na moita de pelos que cobria o púbis quase escondido debaixo da barriga. Ela suspirava. Me aproximei para beijar suavemente os seios dela, minha língua os percorreu uma e outra vez até que meus lábios pararam um tempo em cada um para chupá-los, como se tentasse saciar uma fome que eu não conseguia reconhecer. Beijei uma e outra vez a barriga dela enquanto a acariciava com tudo que minhas mãos alcançavam. Marisa, nessa hora, se contorcia na cama e murmurava coisas que eu não conseguia entender, mas que aumentavam meu desejo. Apalpei a vulva dela e então ouvi claramente: — Sim… assim… me toca aí…Tirei meu pijama e, me movendo devagar, me instalei entre as pernas dela, que estavam entreabertas, pra poder ver bem a buceta dela, que já naquela hora escorria sucos que fluíam sem parar de dentro dela. Afastei a moita de pelinhos e deixei à mostra sua buceta maravilhosa, de lábios inchados e tão vermelhos que me pareceram fatias de uma melancia suculenta que eu logo estaria comendo. Aproximei meu rosto dela e, esticando a língua, lambi até fazê-la tremer. A golpes de língua fui abrindo sua gostosa buceta e saboreando aquele néctar que não parava de emanar das entranhas dela. Ela abriu bem as pernas e coloquei um travesseiro debaixo da raba dela. Assim, não só lambi os sucos da buceta dela, mas também os que tinham escorrido, molhando a xereca dela. Lambi, chupei e apalpei até que a Marisa soltou um longo suspiro, o corpanzil dela se tensionou e se esvaziou num orgasmo indescritível. Depois, ela relaxou toda e ficou escarrapachada na cama, transmitindo no rosto toda a paz e o alívio que de repente tinham tomado conta dela.
— Valeu, bebê, você foi maravilhosa. Deixa eu descansar que isso não acabou. Quero mais e quero te dar também o que você merece.
E claro que a coisa não terminou ali. Que nada. Passamos boa parte da noite transando de todas as formas possíveis. Ela me mostrou que era uma expert em chupar minha “piroca” e me fez gozar uma vez atrás da outra. Ela ajeitava o corpo e a barrigona dela como podia pra receber minhas carícias e minhas chupadas incansáveis. Ficou de quatro, com a barriga enorme e os peitos balançando, pra eu passear em volta dela chupando tudo. Deitada embaixo, chupei de novo os peitos dela e, depois, me colocando atrás, me entreti em lamber a buceta dela, de bordas carnudas e saltadas, que era como uma fonte inesgotável de fluidos íntimos.
Devagarzinho, devagarzinho, fui masturbando a buceta dela com meu dedão enquanto minha língua enfurecida chupava e penetrava a xereca dela até onde dava. Assim Consegui o segundo grande orgasmo dela, e foi o que encerrou (por aquela noite) a noite, deixando ela satisfeita e exausta. Assim foi minha primeira experiência lésbica, e acreditem, curti pra caralho. E não foi a última.
— Avisa por telefone… — Tá bom.
Liguei e minha mãe não entendeu muito bem aquela história de que eu estava na casa de uma amiga que acabei de conhecer e que ia ficar pra jantar… acho que não acreditou muito, mas também não liguei.
Marisa, esse era o nome da “negra gostosa”, cozinhou algo rápido e logo estávamos jantando e conversando cada vez mais à vontade uma com a outra. Era claro que não só eu gostava da companhia dela, mas ela também se sentia muito bem comigo. Depois do jantar, sentamos na sala e os assuntos da conversa já foram direto pro sexo. As duas estávamos precisando daquilo e colocávamos tudo na nossa conversa. Foi ficando tarde e… — Você não vai dormir aqui? Tô sozinha há tanto tempo que não me faria mal sentir um pouco de companhia.
E de novo no telefone, e dessa vez tive que desligar na cara da minha mãe, que tinha certeza de que eu estava em qualquer outro lugar menos onde eu dizia.
— Você não tem alguma roupa pra me emprestar pra eu tomar um banho e trocar? — perguntei.
— Claro, vai pro chuveiro que já te trago algo.
Quando já estava tomando banho, ela entrou e disse: — Aqui, deixo isso pra você, espero que não fique muito grande.
Quando terminei, saí do chuveiro e encontrei num banquinho um pijama elegante… masculino e só.
Vesti e, quando entrei na sala, ela sorriu, dizendo que era a coisa mais confortável que tinha pra me oferecer. Eu não falei nada e também ri, divertida, perguntando o que o marido dela diria se me visse usando o pijama dele.—Nada, porque ele não vai ficar sabendo, ela me disse. Vamos transar? Vem comigo… nossa cama é enorme e, além disso, no quarto que estamos preparando pro bebê não tem ar-condicionado.
Já no quarto dela, ela me indicou a cama e eu fui pra lá enquanto ela se trocava. Deixou o roupão cair no chão pra pegar no armário uma camisolinha estilo futura mamãe. Fez isso sem pressa, de costas pra mim. Ali pude ver de verdade o tamanho do corpo dela. Era muito alta e a bunda dela, apesar da gravidez, ainda mantinha as formas. Uma costa que no fim se curvava pra se dividir em duas nádegas poderosas e aquele cabelo preto roçando os ombros… Era uma gostosa.
Depois veio se deitar do meu lado e só deixou acesa uma luz fraca num canto do quarto enorme. Devagar, se deitou de barriga pra cima. A camisolinha se entreabriu, deixando escapar a barrigona de pele morena. Por baixo da transparência da roupa dava pra ver claramente as auréolas que coroavam os peitões dela de mulher grávida. Senti naquele exato momento uma mistura de ternura e tesão incríveis. Ela se virou pra mim e passou as costas da mão no tecido da minha pijama, por cima da minha barriga, e me sorriu com carinho.—Isso significa algo especial você ter me deixado colocar isso? — Pode ser… — Olha… quero te dizer que nunca tive nada com nenhuma mulher, não sou lésbica, mas desde que te vi esta tarde na praia, você despertou em mim coisas que não consigo entender, não sei o que está acontecendo comigo e você, mas acho que de alguma forma te desejo…
A resposta dela não veio em palavras. Ela pegou meu rosto com as mãos e me beijou com uma doçura até então desconhecida para mim. Eu só fechei os olhos e deixei ela fazer. Ela me beijou de novo e continuou me beijando até que todo o meu corpo entrou em ebulição. Meus peitinhos de repente ficaram alertas e sensíveis. Minha buceta começou a ficar molhada. Minha boca se deixava percorrer por aqueles lábios carnudos e aquela língua que não conhecia limites… — Me tira a roupa… ela pediu, e devagar eu tirei a pouca roupa que ela vestia. Sentada na cama, percorri com as mãos o pescoço dela, os peitos impactantes até chegar na moita de pelos que cobria o púbis quase escondido debaixo da barriga. Ela suspirava. Me aproximei para beijar suavemente os seios dela, minha língua os percorreu uma e outra vez até que meus lábios pararam um tempo em cada um para chupá-los, como se tentasse saciar uma fome que eu não conseguia reconhecer. Beijei uma e outra vez a barriga dela enquanto a acariciava com tudo que minhas mãos alcançavam. Marisa, nessa hora, se contorcia na cama e murmurava coisas que eu não conseguia entender, mas que aumentavam meu desejo. Apalpei a vulva dela e então ouvi claramente: — Sim… assim… me toca aí…Tirei meu pijama e, me movendo devagar, me instalei entre as pernas dela, que estavam entreabertas, pra poder ver bem a buceta dela, que já naquela hora escorria sucos que fluíam sem parar de dentro dela. Afastei a moita de pelinhos e deixei à mostra sua buceta maravilhosa, de lábios inchados e tão vermelhos que me pareceram fatias de uma melancia suculenta que eu logo estaria comendo. Aproximei meu rosto dela e, esticando a língua, lambi até fazê-la tremer. A golpes de língua fui abrindo sua gostosa buceta e saboreando aquele néctar que não parava de emanar das entranhas dela. Ela abriu bem as pernas e coloquei um travesseiro debaixo da raba dela. Assim, não só lambi os sucos da buceta dela, mas também os que tinham escorrido, molhando a xereca dela. Lambi, chupei e apalpei até que a Marisa soltou um longo suspiro, o corpanzil dela se tensionou e se esvaziou num orgasmo indescritível. Depois, ela relaxou toda e ficou escarrapachada na cama, transmitindo no rosto toda a paz e o alívio que de repente tinham tomado conta dela.
— Valeu, bebê, você foi maravilhosa. Deixa eu descansar que isso não acabou. Quero mais e quero te dar também o que você merece.
E claro que a coisa não terminou ali. Que nada. Passamos boa parte da noite transando de todas as formas possíveis. Ela me mostrou que era uma expert em chupar minha “piroca” e me fez gozar uma vez atrás da outra. Ela ajeitava o corpo e a barrigona dela como podia pra receber minhas carícias e minhas chupadas incansáveis. Ficou de quatro, com a barriga enorme e os peitos balançando, pra eu passear em volta dela chupando tudo. Deitada embaixo, chupei de novo os peitos dela e, depois, me colocando atrás, me entreti em lamber a buceta dela, de bordas carnudas e saltadas, que era como uma fonte inesgotável de fluidos íntimos.
Devagarzinho, devagarzinho, fui masturbando a buceta dela com meu dedão enquanto minha língua enfurecida chupava e penetrava a xereca dela até onde dava. Assim Consegui o segundo grande orgasmo dela, e foi o que encerrou (por aquela noite) a noite, deixando ela satisfeita e exausta. Assim foi minha primeira experiência lésbica, e acreditem, curti pra caralho. E não foi a última.
8 comentários - Grávida come a amiga gostosa
🤤
Salu2