Continuação de "Sexo com a Marianita 10http://www.poringa.net/posts/relatos/1229581/Sexo-con-Marianita-10.htmlMarianita estava com as pernas bem abertas. Dava pra ver como meu pau se dirigia pra buceta dela e a mão da irmã colocando ele. A cabeça do pau roçava os lábios da buceta molhada. Mariana ficou brincando assim um tempinho antes de sentar no meu pau.
—Aii, que porra linda, olha como entra, cê comeu nós duas. Cê gosta, meu amor?
—Sim, bebê. Adoro, mexe essa bunda assim que eu adoro. Como sua irmãzinha sabe chupar bem!
—Vai dar a gozada? — perguntou Caro.
—A gozada tô guardando pros cuzinhos.
—Vai encher a bundinha das duas de porra? — perguntou Mariana, que tava mais puta que o normal.
—Primeiro em você e depois na sua irmã.
Caro parecia que tava adorando isso, porque chegou perto de mim e começou a me beijar igual uma louca.
Mariana, ou os chupões da irmã despertaram ciúme, ou deixaram ela com tesão, o fato é que começou a cavalgar mais rápido e, se tocando na buceta, gozou.
Depois, desabou em cima de mim e me deu um beijo. A cara da irmã tava a 5 centímetros, e eu fiquei alternando beijinhos entre as duas.
—Ainda tá duro, como cê aguenta tanto? — perguntou Mariana.
—Sei lá, tô fazendo de tudo pra não gozar. Quero que a gozada dê pras duas e meter a noite inteira.
—Quer dar uma sentada nele? — Mariana perguntou pra Caro.
—É, só mais um pouquinho.
—Fiquem as duas de quatro na beirada da cama — falei.
—Vai comer nós duas? — Mariana perguntou de novo, com voz de puta.
—É, um pouquinho em cada uma, quero ver as duas com a raba bem empinada.
Elas ficaram de quatro.
—Mais juntinhas, bunda com bunda — pedi.
Caro obedeceu na hora. E de prêmio, enfiei nela primeiro. Mariana se levantou pra ver a bunda da irmã enquanto eu metia nela.
—Fica de quatro você também, depois deixo você ver como eu te como. Agora mostra essa bunda.
—Deixa eu veeeer — ela respondeu.
Deixei ela ver, porque me deu tesão ela querer olhar. na irmã aberta, peguei na bunda da Caro e separei os cachos da raba, mostrando aquela bucetinha, bem mais fechadinha que a da Marianita.
- Ela tem mais fechadinha que você, - falei pra Mariana, que tava de olho fixo na raba da irmã e se masturbando.
Dei um dedo pra ela chupar e ela molhou bem, sabendo o que vinha. Trabalhei no cu da Caro.
- Devagar, devagar, - pedia Caro.
- Calma, putinha, vou abrir devagar.
- Não dá bola pra ela, essa aí gosta de ter o cu arrombado na pica, - provocou Mariana.
- Cala a boca, puta, se a do Martin me dói, essa aqui me parte, - respondeu Caro.
- A do Martin dói porque ele não sabe esquentar tua raba, - respondeu Mariana.
- Ele te meteu no cu? - perguntei.
- Não, falei que meu cu é só teu.
- Que puta que você é!
Ela chegou perto e meteu a língua na minha boca.
- Você quer ela no cu?
- Quero ela na raba!
- Como você quer?
- Quero sentar em cima de você!
A irmã saiu sozinha e deixou meu pau livre. Sentei na beira da cama e Mariana se jogou pra chupar meu pau.
Caro tinha se ajoelhado no tapete e olhava a cena. Quando o pau tava super molhado, ela levantou, virou, e abriu o cu com as duas mãos.
- Gosta do meu cu, papai?
- É divino. Vem, Caro, segura meu pau pra mim e olha como sua irmãzinha enfia ele sozinha no cu.
Caro fez o que eu mandei. Mariana se moveu pra trás e, olhando por cima do ombro, começou a descer a raba. O pau custou a encaixar. Tava bem fechadinho.
- Aponta ele direito pra mim, - reclamou pra irmã.
- É que não entra, você tá fechada. Não quer um lubrificante?
- Tô muito tesuda, quero sentir ela fazer força pra entrar. Coloca ele mais pra trás, aí, aí tá bom, - falava enquanto a outra mexia meu pau como um joystick procurando o buraco.
Ela sentou e a cabeça cravou na raba.
- Como eu gosto quando entra...
Mariana ficou paradinha numa posição que me fazia pensar em quando a gente caga num banheiro público. sem sentar. A rola tava só na entrada.
—Come ela toda com essa bunda divina que tu tem, putaaaa…
—Espera, espera um pouquinho…
Ela começou a se bater.
A irmã, que continuava com a mão na minha rola, fez a punheta pra mim, com a cabeça do meu pau enfiada no cu da Mariana. Uma gênia.
A Marian pareceu gostar disso, porque começou a rebolar a bunda, fazendo minha rola abrir caminho. Ela sempre fazia isso comigo. Amava. A irmã pareceu surpresa.
—A tua irmã adora a rola no cu.
—Já sei, até se mija a filha da puta.
—Aii, essa foda, não me faz lembrar que eu gozo aqui…
Segurei o quadril dela e comecei a serrar a bunda pra ela gozar. E gozou. Depois sentou com toda a bunda na minha rola e continuou rebolando o cu com meu pau enfiado. Dava pra sentir molhado por dentro. A cabeça da minha rola roçava as paredes do intestino dela. Um prazer do caralho, pros dois, porque a Mariana não parava de se bater.
A irmã se acomodou atrás de mim pra poder ver. Olhava por cima do meu ombro, passava a mão nas minhas costas e nos peitorais, e me dava beijos e chupões nas costas, no pescoço e nas orelhas. Essas coisas só rolavam com duas gostosas. E era incrível. Mas dava pra ver que ela queria ver como a irmã tava comendo minha rola no cu e não conseguia. Eu também não. Então pedi pra Mariana ficar de quatro na cama.
Eu aproveitei a pausa e peguei o vibrador da gaveta da Mariana, cuspi nele e passei na buceta dela, liguei e coloquei.
—Aii, que viado que tu é, como tu me deixa, com uma rola na buceta e o cu aberto e minha irmã me olhando. Aii, as punhetas que vou bater lembrando disso…
Abri o cu dela pra irmã ver o toquinho aberto. Cuspi de novo e enfiei a rola dentro.
Caro subiu na cama do meu lado e ficou olhando minha rola indo e vindo no cu da irmã.
—Abre pra ela aí, assim tu vê como eu arrebento tudo.
A irmã segurou a Bunda com as duas mãos e abriu o cú dela. Enfiei uma mão entre as pernas dela e bati uma punheta nela um pouquinho. Depois tirei o vibrador da buceta da Marian e dei pra Caro chupar.
— Essa rola tá gostosa?
Ela balançou a cabeça que sim sem parar de chupar a buceta de borracha.
— Tem gostinho de buceta gostosa?
Não respondeu, acho que ainda tava com um pouco de vergonha. Mas continuou chupando a rola de plástico e isso me deu a dica de que tudo ia bem.
— Quer provar essa agora? — falei e tirei a rola do cú da irmã. — Vem, chega mais, olha como deixei o cú dela aberto. Assim vou deixar o seu…
A irmã se ajoelhou do meu lado pra poder ver o cú da irmã em close e aproveitei pra dar pra ela provar a rola que tinha acabado de sair daquele cú. E a putinha comeu!!!!!!!!!
Tava no céu, ou no inferno. Depois disso vou direto pro inferno!!
Só passavam pela minha cabeça imagens da Caro provando o cú e a buceta da Marianita. Quase gozei na boca dela.
— Como você molha bem minha rola.
— Coloca de novo, filha da puta, não me deixa assim — reclamou a Marian, que tava de quatro na cama.
— Vem, putinha, chupa meu cú enquanto sua irmã chupa minha rola.
Nem pensou duas vezes, levantou da cama e se ajoelhou atrás de mim. Abriu meu cú e enfiou a língua no meu cu enquanto sentia a rola pular de novo na boca da Caro.
— Continua comendo o cú dela que a rola ficou toda grossa — disse a irmã depois de um tempo.
— Vamos deixar bem durinha pra você sentir gostoso quando eu arrebentar sua bunda — respondeu a Mariana.
— Tá te dando um nó na cabeça ver como eu arrebento o cú dela, né? — perguntei pra Marian.
— Nas duas… vou bater punheta a semana toda com a imagem da sua rola no cú dela…
— Que putas que vocês são, vem, não aguento mais…
Levantei a Caro. E pedi pra ela ficar de quatro na cama.
— Coloca devagar — pediu.
— Para, não se adianta, primeiro vou comer seu cuzinho. Abri as nádegas dela, primeiro chupei o cuzinho dela um pouquinho e depois fui pro rabo. Primeiro uma lambida por fora, e de volta pro cuzinho. Depois uns beijinhos nas bochechas e uma linguada nas laterais da buceta e de novo no rabo. A pontinha da língua pra dentro e pra fora.
De novo no cuzinho.
—Que bem que você me chupa!!! Como você me deixou…
Eu continuei o trabalhinho, peguei a bunda dela com a língua de novo. O cu se abriu. Queria receber. E fui de novo pro cuzinho.
—Não, filho da puta, não, não me enche mais, chupa meu cu de uma vez.
—Come a bunda dela, meu amor — pediu Mariana, que se masturbava com o vibrador.
—Mete isso na buceta dela — disse 30 segundos depois e me passou o brinquedo ligado. Parei de chupar e brinquei com o vibrador nos lábios dela.
—Assim, assim, assiiii… come minha bunda, por favor, come ela. Me masturba e come minha bunda — pedia Caro.
Voltei a comer o cu dela, a buceta tava encharcada e eu sentia o vibrador roçando meu queixo de vez em quando. Minha língua já chapinhava naquele cu. Hora de testar com os dedos. O primeiro entrou sem problemas. Mandei outro. Não fui tão suave. Eu tinha começado a me excitar, e doeu um pouco nela.
—Devagar, devagar — pediu.
Tirei os dedos e trabalhei o cu dela em círculos com o polegar enquanto com o vibrador eu comia a buceta dela. Voltei a chupar o cu dela e cuspi várias vezes pra entrar bastante saliva.
Tava tão concentrado no trabalhinho que até a Caro soltar um “aaaaahhhhhhhhh” bem longo, não percebi que ela tava gozando. O vibrador escorregava, a buceta dela ficou molinha. Ela meteu uma mão entre as pernas e se tocou. Tirou o vibrador e enfiou dois dedos.
—Que molhada que eu tô, tô escorrendo…
—Gostou?
—Amei. A melhor comida de cu da minha vida. Aiii Mariana, que bem que ele fez isso em mim. Ele faz assim em você? Não é à toa!
—Fica feliz, porque esse foi especial… — respondeu Mariana. — Sim, coloquei pilhas!! — eu disse.
— Deu pra notar! — disse Caro, que continuava se tocando. Usa a palavra: buceta.
— Ayy, eu já tô pronta, fiquei bem molinha. Vem, coloca no meu ass. Quero sentir essa cock já! Não aguento mais, quero que você arrebente minha Booty Max!
— Deita e abre o cu com as duas mãos.
Ela obedeceu. Me aproximei com o rosto e vi o cu molhado e abertinho. Cuspi de novo e empurrei a saliva pra dentro com o dedo. Fiz isso de novo. E depois subi nela.
— Para, para que eu quero ver quando entra — gritou Mariana, que virou na cama. Enquanto isso, me ajeitei melhor e busquei uma posição em que a cock entrasse sem problemas, retinho naquele butt.
Apoiei e fui enfiando devagar.
— Olha como ela engole — mandou Mariana, excitada. Olhou pro rosto da irmã, que estava perto dela.
— Você gosta, slut, de ser comida pelo meu namorado? — perguntou pra irmã.
— Sim, adoro.
— Que puta que você é, me deixou transar com seu namorado pra que o meu te arrombasse o ass, né? — perguntou Mariana. Mas não era na maldade, tava era com muito tesão.
— Cala a boca, filha da puta, você engoliu a cum do meu!
— E você vai engolir pelo cu…
Isso eu não sabia, mas naquele momento tava pouco me fodendo. A conversa entre as duas tava me deixando de pau duro pra caralho. A cock devia estar doendo nela.
— Tá doendo? — perguntei.
— Tá, vai devagar. Mas continua que eu gosto.
— Enfia tudo, deixa ela sentir inteira — pedia Mariana.
— Não, assim, assim, assim que eu gosto… — dizia Caro.
Fiz a vontade dela e continuei comendo só com metade da porra da pica. Ela abria o cu com as duas mãos. Aproveitei e tirei pra ver como tava ficando.
— Que lindo como eu abri teu cu — falei. E mandei uma cuspidinha pra dentro. Espalhei com o polegar.
— Vem, fica de quatro que isso aqui tá só começando.
Fiquei na beira da cama e esperei ela se aproximar. Sem eu falar nada, sozinha ela segurou o cu e abriu de novo. Que tesão, pelo amor de Deus!
— Vem, bebê, pega na minha cock e encaixa. no cu,— falei pra Mariana. Não dava pra acreditar, as duas me faziam todos os gostos. Na real, dava pra ver que o tesão da situação tava deixando elas loucas também.
Ela encaixou no cu da Caro. E eu empurrei.
— Aiii, queima, secou um pouquinho.
Tirei e cuspi umas duas vezes. A Mariana, que tava ajoelhada do lado da irmã mas virada pro outro lado, pegou minha pica e levou na boca. Encheu de saliva. A pica respondeu na hora, ficou dura até o talo. Enfiei de novo na Caro.
— Agora sim, agora sim, entrou bem, aiii, você tem uma pica enorme, enorme, Max.
— Cê gosta da minha pica?
— Sim, adoro sua pica, é divina!
— Gosta mais do que a do seu namorado, puta?
— Sim, a sua, que pica boa!
— E você, puta? Qual você gosta mais? Essa ou a do seu cunhado? — perguntei pra Mariana.
— Você já sabe, idiota, que eu amo sua pica.
— De agora em diante, vocês vão dividir com sua irmã...
— Não, sua pica é minha. Mas se ela quiser, de vez em quando eu empresto.
— Vai ter que emprestar direto — falou a Caro. — Nunca pensei que fosse gozar tanto com uma pica no cu, auuu, auuu, como enche a bunda, auuu, auuu.
— Arrebenta bem ela, meu amor. Dá forte pra ela gritar. Mete com essa pica enorme toda.
Segurei a Caro pelos braços, que eu adorava fazer, e comecei a meter sem parar no cu dela. Ela começou a gritar: “ai-ai-aiaiaiaiaiii-aiaiaiaiaiii- ai-ai-aiaiaiaiaiii”. Não falava mais nada. A Mariana também não. Tava concentrada. Eu queria fazer ela falar um pouco, me excita isso.
— Vai gozar, puta?
— Sim-sim-sim, auuu, auuu
Ela gozou, o cu ficou molinho depois, e a pica ficou manchada com um líquido branco que saía da bunda dela.
— Gozou? — perguntou a Mariana.
— Ainda não, mas tô perto. Chupa minhas bolas um pouco.
Ela veio por trás e por baixo e chupou. Mas a posição era super desconfortável. Falei pra trocar. Sentei na beirada da cama e mandei a Caro sentar de costas pra mim, com a pica no cu. Tipo Fazíamos direto com a Mariana.
Aí pedi pra Mariana voltar a chupar. Era uma tesão do caralho ver ela de quatro no chão, chupando minhas bolas que já tavam prestes a explodir, tão pertinho da buceta da irmã dela. Se não fosse a língua dela nas minhas bolas, de onde eu tava parecia que ela tava chupando a buceta da irmã.
Caro se mexia devagar.
— Vai, Caro, se mexe, cavalga minha pica — pedi. Tava pronto pra encher de porra o cu dela.
Ela começou a cavalgar.
— Aii, me revira o estômago inteiro — disse Caro. — Sinto ela até lá em cima.
De repente, ela foi pra frente. As mãos nos joelhos e o cu completamente empalado. Mariana viu que a buceta da irmã tava vindo na cara dela e se jogou pra trás.
— Vai, faz ele gozar. Vai que já tá chegando — disse Mariana, que parecia ter lido meus pensamentos.
— Para, vamos parar um pouco — respondeu Caro.
— Tá doendo muito? — perguntei.
— Tá doendo a barriga.
— Tá com vontade de ir no banheiro? — perguntou Mariana.
— É, um pouco.
— Um pouco ou tá com vontade de cagar? — ela perguntou de novo.
Caro não respondeu. Respirava fundo e soltava pela boca. Dava pra ver que tava segurando. Começou a apertar minha pica com o cu. Doeu e eu falei “Aiii”
— Relaxa que não acontece nada. É normal. Parece que vai fazer cocô, mas não rola nada — tentou convencer Mariana. — Mexe devagar, respira e mexe devagar.
Caro obedeceu na parte de se mexer, mas o cu continuava apertado. Quando ela subiu, senti que alguma coisa descia e roçava na minha pica dentro do cu dela. Um baita de um tolete.
Segurei ela pela cintura pra não sair e sentei ela de novo em cima de mim inteira.
— Vamos parar um pouquinho — falei.
Mariana entendeu e acariciou a perna da irmã. Depois, pra minha surpresa, soltou uma frase foda: “fica tranquila que não sai.”
— Vamos virar — falei.
Abracei ela e rolamos na cama. Terminamos de quatro, ajoelhados no chão.
— Aguentas um —Mais um pouquinho? — perguntei, ainda vidrado naquele rabo e com os ovos cheios de porra.
—Não, Max, tira de mim.
Pensei em forçar a barra, mas comecei a sair.
Saí devagar, deixei ela se fechar.
Fiz isso. Depois me levantei. Ela continuava no chão com a bunda apertada. Quando se recuperou, levantou e foi andando rápido pro banheiro, batendo a porta com força.
A pica tava cagada na ponta. Mas só tinha um banheiro, então fiquei ali parado que nem um idiota. A Mariana percebeu, pegou os lencinhos umedecidos que estavam no criado-mudo e limpou a merda de mim. Fez uma bolinha, pegou outro e limpou a pica toda. Depois usou um terceiro pra dar uma geral e limpou também meus ovos.
O contato do lencinho frio nas bolas fez ela endurecer de novo. Os ovos se contraíram dentro da bolsa.
—Tá doendo? — perguntou a Mariana.
—Não.
—Você tem uns ovos enormes.
—Sim, a porra já quer sair.
—Quer que eu faça uma punheta e você joga na minha cara?
Ela não esperou resposta. Já tava ordenhando.
—Não, quero que você termine o que sua irmã começou. Monta na pica com essa bunda, meu amor.
—Beleza, então senta.
Sentei na beira da cama. Ela continuava de joelhos no chão e veio até mim assim, se enfiou entre minhas pernas e me mamou a pica enquanto se punhetava. Depois, com os dedos que tinha enfiado na buceta, esfregou a cabecinha pra lubrificar. “Pronto”, anunciou.
Ela se levantou, virou de costas e foi descendo até ficar na altura da minha pica. Pegou ela sozinha, enfiou entre as pernas e foi encaixando devagarinho na bunda. Começou a descer e subir devagar até enfiar tudo no cu e continuou assim, sem soltar a pica, trepando só com a ponta da minha vara.
—Que gostoso como você monta na minha pica, bebê — falei.
—Cê gosta, papai?
—Adoro, putinha, você é a melhor, valeu por isso!
—Cê gosta da minha bunda?
—Sim.
—Mais que a da minha irmã?
—É linda. Mas o que mais gosto em você é que não liga pra nada. Você se tivesse cagado no meu pau enquanto você batia uma e gozava ao mesmo tempo.
- É o que vou fazer agora, hahaha, não, o meu hoje tá limpinho. Olha!
Ela se levantou e abriu com as mãos. Depois sentou de novo, eu apontei o pau pro cu e entrou sem problemas.
- Você tá toda arrombada, puta.
- Foi você que me arrombou…
E começou a cavalgar com a bunda.
- Aííí, aíííí, aííí, gritava.
Nisso a Caro voltou.
- Não me esperaram.
- Não, você foi cagar, agora é minha vez.
A bunda dela batia na minha barriga. Que bundão gostoso! A Caro ficou parada sem saber o que fazer.
- Vem, chupa os ovos dele igual eu fiz antes! – ordenou a Marian, que não parava de cavalgar meu pau. Tava com o cu aberto e molhado. Dava pra sentir como se fosse uma buceta já.
A Caro se meteu entre nossas pernas e procurou meus ovos. Tava difícil chupar porque a Mariana não parava de rebolar e ela mal sentia a ponta da língua. Falei isso e a Mariana se jogou mais pra trás, eu tirei a bunda pra fora do colchão e a Caro começou a chupar meus ovos com gosto.
- Filha da puuuuta, você tá me comendo com o nariz! – riu a Mariana.
A irmã, em vez de sair, esfregou o nariz na buceta dela, como se tivesse brincando e rindo.
- Para, puta, que você me excita – ela disse morrendo de rir.
Pra Caro foi o sinal verde e ela passou dos meus ovos pra chupar a buceta da irmã (depois fiquei sabendo pela Caro que isso era uma fantasia dela há tempos).
- Puta, você comeu minha buceta!
A Caro não respondeu, sabia que a Marian gostava e que era melhor não falar nada. A situação era morbidíssima. Eu queria parar tudo e olhar, mas tinha a Mariana em cima. A irmã chupava o clitóris e a racha com a língua.
A Mariana se jogou pra trás e deitou em cima de mim. Eu comecei a me mexer pra continuar comendo ela e a irmã veio por cima da buceta aberta da Mariana, que tava com as pernas abertas igual um sapo e mexia no ar como se estivesse nadando. Puro prazer. Caro agarrou as pernas da Marianita e começou a chupar a buceta dela com fúria. A garota gozou aos gritos. Depois de chupar mais um pouquinho, ela desceu e começou a chupar meu cu. A glória. A porra jorrou e a Mariana sentiu o jato de sêmen no rabo. "Aiiii, siiiiiim, siiiiiim", gritei. "Siiiiim, que lindooo, me enche, me enche todaaaaa", gritou a Marian.
Caro voltou a chupar a buceta dela.
— Sua putinha de merdaaaa, como você chupa minha buceta, putaaaa, vou gozar de novo, aaaaaaahhhhh, os dois, os dois, você fez nós dois gozarmos, putaaa. Que delícia, que delícia! — dizia a Marian. Eram só gritos. Imaginei que todo o prédio tinha nos ouvido, mas ninguém ligou. Caro subiu na cama e deu um beijo na Mariana. Eu fiquei olhando. Depois ela me deu um beijo também.
— Espero que tenham gostado — disse Caro.
— Foi divino — respondeu a Marian.
Eu pensei a mesma coisa.
—Aii, que porra linda, olha como entra, cê comeu nós duas. Cê gosta, meu amor?
—Sim, bebê. Adoro, mexe essa bunda assim que eu adoro. Como sua irmãzinha sabe chupar bem!
—Vai dar a gozada? — perguntou Caro.
—A gozada tô guardando pros cuzinhos.
—Vai encher a bundinha das duas de porra? — perguntou Mariana, que tava mais puta que o normal.
—Primeiro em você e depois na sua irmã.
Caro parecia que tava adorando isso, porque chegou perto de mim e começou a me beijar igual uma louca.
Mariana, ou os chupões da irmã despertaram ciúme, ou deixaram ela com tesão, o fato é que começou a cavalgar mais rápido e, se tocando na buceta, gozou.
Depois, desabou em cima de mim e me deu um beijo. A cara da irmã tava a 5 centímetros, e eu fiquei alternando beijinhos entre as duas.
—Ainda tá duro, como cê aguenta tanto? — perguntou Mariana.
—Sei lá, tô fazendo de tudo pra não gozar. Quero que a gozada dê pras duas e meter a noite inteira.
—Quer dar uma sentada nele? — Mariana perguntou pra Caro.
—É, só mais um pouquinho.
—Fiquem as duas de quatro na beirada da cama — falei.
—Vai comer nós duas? — Mariana perguntou de novo, com voz de puta.
—É, um pouquinho em cada uma, quero ver as duas com a raba bem empinada.
Elas ficaram de quatro.
—Mais juntinhas, bunda com bunda — pedi.
Caro obedeceu na hora. E de prêmio, enfiei nela primeiro. Mariana se levantou pra ver a bunda da irmã enquanto eu metia nela.
—Fica de quatro você também, depois deixo você ver como eu te como. Agora mostra essa bunda.
—Deixa eu veeeer — ela respondeu.
Deixei ela ver, porque me deu tesão ela querer olhar. na irmã aberta, peguei na bunda da Caro e separei os cachos da raba, mostrando aquela bucetinha, bem mais fechadinha que a da Marianita.
- Ela tem mais fechadinha que você, - falei pra Mariana, que tava de olho fixo na raba da irmã e se masturbando.
Dei um dedo pra ela chupar e ela molhou bem, sabendo o que vinha. Trabalhei no cu da Caro.
- Devagar, devagar, - pedia Caro.
- Calma, putinha, vou abrir devagar.
- Não dá bola pra ela, essa aí gosta de ter o cu arrombado na pica, - provocou Mariana.
- Cala a boca, puta, se a do Martin me dói, essa aqui me parte, - respondeu Caro.
- A do Martin dói porque ele não sabe esquentar tua raba, - respondeu Mariana.
- Ele te meteu no cu? - perguntei.
- Não, falei que meu cu é só teu.
- Que puta que você é!
Ela chegou perto e meteu a língua na minha boca.
- Você quer ela no cu?
- Quero ela na raba!
- Como você quer?
- Quero sentar em cima de você!
A irmã saiu sozinha e deixou meu pau livre. Sentei na beira da cama e Mariana se jogou pra chupar meu pau.
Caro tinha se ajoelhado no tapete e olhava a cena. Quando o pau tava super molhado, ela levantou, virou, e abriu o cu com as duas mãos.
- Gosta do meu cu, papai?
- É divino. Vem, Caro, segura meu pau pra mim e olha como sua irmãzinha enfia ele sozinha no cu.
Caro fez o que eu mandei. Mariana se moveu pra trás e, olhando por cima do ombro, começou a descer a raba. O pau custou a encaixar. Tava bem fechadinho.
- Aponta ele direito pra mim, - reclamou pra irmã.
- É que não entra, você tá fechada. Não quer um lubrificante?
- Tô muito tesuda, quero sentir ela fazer força pra entrar. Coloca ele mais pra trás, aí, aí tá bom, - falava enquanto a outra mexia meu pau como um joystick procurando o buraco.
Ela sentou e a cabeça cravou na raba.
- Como eu gosto quando entra...
Mariana ficou paradinha numa posição que me fazia pensar em quando a gente caga num banheiro público. sem sentar. A rola tava só na entrada.
—Come ela toda com essa bunda divina que tu tem, putaaaa…
—Espera, espera um pouquinho…
Ela começou a se bater.
A irmã, que continuava com a mão na minha rola, fez a punheta pra mim, com a cabeça do meu pau enfiada no cu da Mariana. Uma gênia.
A Marian pareceu gostar disso, porque começou a rebolar a bunda, fazendo minha rola abrir caminho. Ela sempre fazia isso comigo. Amava. A irmã pareceu surpresa.
—A tua irmã adora a rola no cu.
—Já sei, até se mija a filha da puta.
—Aii, essa foda, não me faz lembrar que eu gozo aqui…
Segurei o quadril dela e comecei a serrar a bunda pra ela gozar. E gozou. Depois sentou com toda a bunda na minha rola e continuou rebolando o cu com meu pau enfiado. Dava pra sentir molhado por dentro. A cabeça da minha rola roçava as paredes do intestino dela. Um prazer do caralho, pros dois, porque a Mariana não parava de se bater.
A irmã se acomodou atrás de mim pra poder ver. Olhava por cima do meu ombro, passava a mão nas minhas costas e nos peitorais, e me dava beijos e chupões nas costas, no pescoço e nas orelhas. Essas coisas só rolavam com duas gostosas. E era incrível. Mas dava pra ver que ela queria ver como a irmã tava comendo minha rola no cu e não conseguia. Eu também não. Então pedi pra Mariana ficar de quatro na cama.
Eu aproveitei a pausa e peguei o vibrador da gaveta da Mariana, cuspi nele e passei na buceta dela, liguei e coloquei.
—Aii, que viado que tu é, como tu me deixa, com uma rola na buceta e o cu aberto e minha irmã me olhando. Aii, as punhetas que vou bater lembrando disso…
Abri o cu dela pra irmã ver o toquinho aberto. Cuspi de novo e enfiei a rola dentro.
Caro subiu na cama do meu lado e ficou olhando minha rola indo e vindo no cu da irmã.
—Abre pra ela aí, assim tu vê como eu arrebento tudo.
A irmã segurou a Bunda com as duas mãos e abriu o cú dela. Enfiei uma mão entre as pernas dela e bati uma punheta nela um pouquinho. Depois tirei o vibrador da buceta da Marian e dei pra Caro chupar.
— Essa rola tá gostosa?
Ela balançou a cabeça que sim sem parar de chupar a buceta de borracha.
— Tem gostinho de buceta gostosa?
Não respondeu, acho que ainda tava com um pouco de vergonha. Mas continuou chupando a rola de plástico e isso me deu a dica de que tudo ia bem.
— Quer provar essa agora? — falei e tirei a rola do cú da irmã. — Vem, chega mais, olha como deixei o cú dela aberto. Assim vou deixar o seu…
A irmã se ajoelhou do meu lado pra poder ver o cú da irmã em close e aproveitei pra dar pra ela provar a rola que tinha acabado de sair daquele cú. E a putinha comeu!!!!!!!!!
Tava no céu, ou no inferno. Depois disso vou direto pro inferno!!
Só passavam pela minha cabeça imagens da Caro provando o cú e a buceta da Marianita. Quase gozei na boca dela.
— Como você molha bem minha rola.
— Coloca de novo, filha da puta, não me deixa assim — reclamou a Marian, que tava de quatro na cama.
— Vem, putinha, chupa meu cú enquanto sua irmã chupa minha rola.
Nem pensou duas vezes, levantou da cama e se ajoelhou atrás de mim. Abriu meu cú e enfiou a língua no meu cu enquanto sentia a rola pular de novo na boca da Caro.
— Continua comendo o cú dela que a rola ficou toda grossa — disse a irmã depois de um tempo.
— Vamos deixar bem durinha pra você sentir gostoso quando eu arrebentar sua bunda — respondeu a Mariana.
— Tá te dando um nó na cabeça ver como eu arrebento o cú dela, né? — perguntei pra Marian.
— Nas duas… vou bater punheta a semana toda com a imagem da sua rola no cú dela…
— Que putas que vocês são, vem, não aguento mais…
Levantei a Caro. E pedi pra ela ficar de quatro na cama.
— Coloca devagar — pediu.
— Para, não se adianta, primeiro vou comer seu cuzinho. Abri as nádegas dela, primeiro chupei o cuzinho dela um pouquinho e depois fui pro rabo. Primeiro uma lambida por fora, e de volta pro cuzinho. Depois uns beijinhos nas bochechas e uma linguada nas laterais da buceta e de novo no rabo. A pontinha da língua pra dentro e pra fora.
De novo no cuzinho.
—Que bem que você me chupa!!! Como você me deixou…
Eu continuei o trabalhinho, peguei a bunda dela com a língua de novo. O cu se abriu. Queria receber. E fui de novo pro cuzinho.
—Não, filho da puta, não, não me enche mais, chupa meu cu de uma vez.
—Come a bunda dela, meu amor — pediu Mariana, que se masturbava com o vibrador.
—Mete isso na buceta dela — disse 30 segundos depois e me passou o brinquedo ligado. Parei de chupar e brinquei com o vibrador nos lábios dela.
—Assim, assim, assiiii… come minha bunda, por favor, come ela. Me masturba e come minha bunda — pedia Caro.
Voltei a comer o cu dela, a buceta tava encharcada e eu sentia o vibrador roçando meu queixo de vez em quando. Minha língua já chapinhava naquele cu. Hora de testar com os dedos. O primeiro entrou sem problemas. Mandei outro. Não fui tão suave. Eu tinha começado a me excitar, e doeu um pouco nela.
—Devagar, devagar — pediu.
Tirei os dedos e trabalhei o cu dela em círculos com o polegar enquanto com o vibrador eu comia a buceta dela. Voltei a chupar o cu dela e cuspi várias vezes pra entrar bastante saliva.
Tava tão concentrado no trabalhinho que até a Caro soltar um “aaaaahhhhhhhhh” bem longo, não percebi que ela tava gozando. O vibrador escorregava, a buceta dela ficou molinha. Ela meteu uma mão entre as pernas e se tocou. Tirou o vibrador e enfiou dois dedos.
—Que molhada que eu tô, tô escorrendo…
—Gostou?
—Amei. A melhor comida de cu da minha vida. Aiii Mariana, que bem que ele fez isso em mim. Ele faz assim em você? Não é à toa!
—Fica feliz, porque esse foi especial… — respondeu Mariana. — Sim, coloquei pilhas!! — eu disse.
— Deu pra notar! — disse Caro, que continuava se tocando. Usa a palavra: buceta.
— Ayy, eu já tô pronta, fiquei bem molinha. Vem, coloca no meu ass. Quero sentir essa cock já! Não aguento mais, quero que você arrebente minha Booty Max!
— Deita e abre o cu com as duas mãos.
Ela obedeceu. Me aproximei com o rosto e vi o cu molhado e abertinho. Cuspi de novo e empurrei a saliva pra dentro com o dedo. Fiz isso de novo. E depois subi nela.
— Para, para que eu quero ver quando entra — gritou Mariana, que virou na cama. Enquanto isso, me ajeitei melhor e busquei uma posição em que a cock entrasse sem problemas, retinho naquele butt.
Apoiei e fui enfiando devagar.
— Olha como ela engole — mandou Mariana, excitada. Olhou pro rosto da irmã, que estava perto dela.
— Você gosta, slut, de ser comida pelo meu namorado? — perguntou pra irmã.
— Sim, adoro.
— Que puta que você é, me deixou transar com seu namorado pra que o meu te arrombasse o ass, né? — perguntou Mariana. Mas não era na maldade, tava era com muito tesão.
— Cala a boca, filha da puta, você engoliu a cum do meu!
— E você vai engolir pelo cu…
Isso eu não sabia, mas naquele momento tava pouco me fodendo. A conversa entre as duas tava me deixando de pau duro pra caralho. A cock devia estar doendo nela.
— Tá doendo? — perguntei.
— Tá, vai devagar. Mas continua que eu gosto.
— Enfia tudo, deixa ela sentir inteira — pedia Mariana.
— Não, assim, assim, assim que eu gosto… — dizia Caro.
Fiz a vontade dela e continuei comendo só com metade da porra da pica. Ela abria o cu com as duas mãos. Aproveitei e tirei pra ver como tava ficando.
— Que lindo como eu abri teu cu — falei. E mandei uma cuspidinha pra dentro. Espalhei com o polegar.
— Vem, fica de quatro que isso aqui tá só começando.
Fiquei na beira da cama e esperei ela se aproximar. Sem eu falar nada, sozinha ela segurou o cu e abriu de novo. Que tesão, pelo amor de Deus!
— Vem, bebê, pega na minha cock e encaixa. no cu,— falei pra Mariana. Não dava pra acreditar, as duas me faziam todos os gostos. Na real, dava pra ver que o tesão da situação tava deixando elas loucas também.
Ela encaixou no cu da Caro. E eu empurrei.
— Aiii, queima, secou um pouquinho.
Tirei e cuspi umas duas vezes. A Mariana, que tava ajoelhada do lado da irmã mas virada pro outro lado, pegou minha pica e levou na boca. Encheu de saliva. A pica respondeu na hora, ficou dura até o talo. Enfiei de novo na Caro.
— Agora sim, agora sim, entrou bem, aiii, você tem uma pica enorme, enorme, Max.
— Cê gosta da minha pica?
— Sim, adoro sua pica, é divina!
— Gosta mais do que a do seu namorado, puta?
— Sim, a sua, que pica boa!
— E você, puta? Qual você gosta mais? Essa ou a do seu cunhado? — perguntei pra Mariana.
— Você já sabe, idiota, que eu amo sua pica.
— De agora em diante, vocês vão dividir com sua irmã...
— Não, sua pica é minha. Mas se ela quiser, de vez em quando eu empresto.
— Vai ter que emprestar direto — falou a Caro. — Nunca pensei que fosse gozar tanto com uma pica no cu, auuu, auuu, como enche a bunda, auuu, auuu.
— Arrebenta bem ela, meu amor. Dá forte pra ela gritar. Mete com essa pica enorme toda.
Segurei a Caro pelos braços, que eu adorava fazer, e comecei a meter sem parar no cu dela. Ela começou a gritar: “ai-ai-aiaiaiaiaiii-aiaiaiaiaiii- ai-ai-aiaiaiaiaiii”. Não falava mais nada. A Mariana também não. Tava concentrada. Eu queria fazer ela falar um pouco, me excita isso.
— Vai gozar, puta?
— Sim-sim-sim, auuu, auuu
Ela gozou, o cu ficou molinho depois, e a pica ficou manchada com um líquido branco que saía da bunda dela.
— Gozou? — perguntou a Mariana.
— Ainda não, mas tô perto. Chupa minhas bolas um pouco.
Ela veio por trás e por baixo e chupou. Mas a posição era super desconfortável. Falei pra trocar. Sentei na beirada da cama e mandei a Caro sentar de costas pra mim, com a pica no cu. Tipo Fazíamos direto com a Mariana.
Aí pedi pra Mariana voltar a chupar. Era uma tesão do caralho ver ela de quatro no chão, chupando minhas bolas que já tavam prestes a explodir, tão pertinho da buceta da irmã dela. Se não fosse a língua dela nas minhas bolas, de onde eu tava parecia que ela tava chupando a buceta da irmã.
Caro se mexia devagar.
— Vai, Caro, se mexe, cavalga minha pica — pedi. Tava pronto pra encher de porra o cu dela.
Ela começou a cavalgar.
— Aii, me revira o estômago inteiro — disse Caro. — Sinto ela até lá em cima.
De repente, ela foi pra frente. As mãos nos joelhos e o cu completamente empalado. Mariana viu que a buceta da irmã tava vindo na cara dela e se jogou pra trás.
— Vai, faz ele gozar. Vai que já tá chegando — disse Mariana, que parecia ter lido meus pensamentos.
— Para, vamos parar um pouco — respondeu Caro.
— Tá doendo muito? — perguntei.
— Tá doendo a barriga.
— Tá com vontade de ir no banheiro? — perguntou Mariana.
— É, um pouco.
— Um pouco ou tá com vontade de cagar? — ela perguntou de novo.
Caro não respondeu. Respirava fundo e soltava pela boca. Dava pra ver que tava segurando. Começou a apertar minha pica com o cu. Doeu e eu falei “Aiii”
— Relaxa que não acontece nada. É normal. Parece que vai fazer cocô, mas não rola nada — tentou convencer Mariana. — Mexe devagar, respira e mexe devagar.
Caro obedeceu na parte de se mexer, mas o cu continuava apertado. Quando ela subiu, senti que alguma coisa descia e roçava na minha pica dentro do cu dela. Um baita de um tolete.
Segurei ela pela cintura pra não sair e sentei ela de novo em cima de mim inteira.
— Vamos parar um pouquinho — falei.
Mariana entendeu e acariciou a perna da irmã. Depois, pra minha surpresa, soltou uma frase foda: “fica tranquila que não sai.”
— Vamos virar — falei.
Abracei ela e rolamos na cama. Terminamos de quatro, ajoelhados no chão.
— Aguentas um —Mais um pouquinho? — perguntei, ainda vidrado naquele rabo e com os ovos cheios de porra.
—Não, Max, tira de mim.
Pensei em forçar a barra, mas comecei a sair.
Saí devagar, deixei ela se fechar.
Fiz isso. Depois me levantei. Ela continuava no chão com a bunda apertada. Quando se recuperou, levantou e foi andando rápido pro banheiro, batendo a porta com força.
A pica tava cagada na ponta. Mas só tinha um banheiro, então fiquei ali parado que nem um idiota. A Mariana percebeu, pegou os lencinhos umedecidos que estavam no criado-mudo e limpou a merda de mim. Fez uma bolinha, pegou outro e limpou a pica toda. Depois usou um terceiro pra dar uma geral e limpou também meus ovos.
O contato do lencinho frio nas bolas fez ela endurecer de novo. Os ovos se contraíram dentro da bolsa.
—Tá doendo? — perguntou a Mariana.
—Não.
—Você tem uns ovos enormes.
—Sim, a porra já quer sair.
—Quer que eu faça uma punheta e você joga na minha cara?
Ela não esperou resposta. Já tava ordenhando.
—Não, quero que você termine o que sua irmã começou. Monta na pica com essa bunda, meu amor.
—Beleza, então senta.
Sentei na beira da cama. Ela continuava de joelhos no chão e veio até mim assim, se enfiou entre minhas pernas e me mamou a pica enquanto se punhetava. Depois, com os dedos que tinha enfiado na buceta, esfregou a cabecinha pra lubrificar. “Pronto”, anunciou.
Ela se levantou, virou de costas e foi descendo até ficar na altura da minha pica. Pegou ela sozinha, enfiou entre as pernas e foi encaixando devagarinho na bunda. Começou a descer e subir devagar até enfiar tudo no cu e continuou assim, sem soltar a pica, trepando só com a ponta da minha vara.
—Que gostoso como você monta na minha pica, bebê — falei.
—Cê gosta, papai?
—Adoro, putinha, você é a melhor, valeu por isso!
—Cê gosta da minha bunda?
—Sim.
—Mais que a da minha irmã?
—É linda. Mas o que mais gosto em você é que não liga pra nada. Você se tivesse cagado no meu pau enquanto você batia uma e gozava ao mesmo tempo.
- É o que vou fazer agora, hahaha, não, o meu hoje tá limpinho. Olha!
Ela se levantou e abriu com as mãos. Depois sentou de novo, eu apontei o pau pro cu e entrou sem problemas.
- Você tá toda arrombada, puta.
- Foi você que me arrombou…
E começou a cavalgar com a bunda.
- Aííí, aíííí, aííí, gritava.
Nisso a Caro voltou.
- Não me esperaram.
- Não, você foi cagar, agora é minha vez.
A bunda dela batia na minha barriga. Que bundão gostoso! A Caro ficou parada sem saber o que fazer.
- Vem, chupa os ovos dele igual eu fiz antes! – ordenou a Marian, que não parava de cavalgar meu pau. Tava com o cu aberto e molhado. Dava pra sentir como se fosse uma buceta já.
A Caro se meteu entre nossas pernas e procurou meus ovos. Tava difícil chupar porque a Mariana não parava de rebolar e ela mal sentia a ponta da língua. Falei isso e a Mariana se jogou mais pra trás, eu tirei a bunda pra fora do colchão e a Caro começou a chupar meus ovos com gosto.
- Filha da puuuuta, você tá me comendo com o nariz! – riu a Mariana.
A irmã, em vez de sair, esfregou o nariz na buceta dela, como se tivesse brincando e rindo.
- Para, puta, que você me excita – ela disse morrendo de rir.
Pra Caro foi o sinal verde e ela passou dos meus ovos pra chupar a buceta da irmã (depois fiquei sabendo pela Caro que isso era uma fantasia dela há tempos).
- Puta, você comeu minha buceta!
A Caro não respondeu, sabia que a Marian gostava e que era melhor não falar nada. A situação era morbidíssima. Eu queria parar tudo e olhar, mas tinha a Mariana em cima. A irmã chupava o clitóris e a racha com a língua.
A Mariana se jogou pra trás e deitou em cima de mim. Eu comecei a me mexer pra continuar comendo ela e a irmã veio por cima da buceta aberta da Mariana, que tava com as pernas abertas igual um sapo e mexia no ar como se estivesse nadando. Puro prazer. Caro agarrou as pernas da Marianita e começou a chupar a buceta dela com fúria. A garota gozou aos gritos. Depois de chupar mais um pouquinho, ela desceu e começou a chupar meu cu. A glória. A porra jorrou e a Mariana sentiu o jato de sêmen no rabo. "Aiiii, siiiiiim, siiiiiim", gritei. "Siiiiim, que lindooo, me enche, me enche todaaaaa", gritou a Marian.
Caro voltou a chupar a buceta dela.
— Sua putinha de merdaaaa, como você chupa minha buceta, putaaaa, vou gozar de novo, aaaaaaahhhhh, os dois, os dois, você fez nós dois gozarmos, putaaa. Que delícia, que delícia! — dizia a Marian. Eram só gritos. Imaginei que todo o prédio tinha nos ouvido, mas ninguém ligou. Caro subiu na cama e deu um beijo na Mariana. Eu fiquei olhando. Depois ela me deu um beijo também.
— Espero que tenham gostado — disse Caro.
— Foi divino — respondeu a Marian.
Eu pensei a mesma coisa.
23 comentários - Sexo com a Marianita 11
me mato....
+1o de una 🤤
EN UN RATO SUBO UNAS FOTOS
SON MUY MALAS DE CALIDAD
PERO PARA COMPLETAR LA IMAGEN DE LAS DOS SIRVEN
Cuando lo leo te dejaré el comentario correspondiente.
Saludos
Anto
La verdad que parecia que estaba ahi, con caro y con marianita jaja.. Sos un genio. 😉