Minhas duas amigas (III)

Uma relação que perdura com os anos

Haviam passado um pouco mais de três anos da aventura que tive com minhas duas amigas, quando meu pai me anunciou que essa noite devíamos ir a uma festa que o pai de Maria faria com motivo do regresso desta.

Minha irmã maior, como de costume, decidiu não ir, inventando alguma das suas desculpas habituais, então eu tive que ir com meus pais para essa festa.

Dois motivos me levavam a assistir à festa de bem-vinda de Maria, um era que fazia pouco tempo que eu havia obtido meu título de advogado e precisava congraçar-me com o pai de Maria, (sócio do meu) para tentar minhas primeiras armas no caminho das leis, representando a empresa que eles possuíam, a outra era ver Maria, como estava, como lhe havia ido e também sentir ao vê-la, pois era muito tempo que havia passado desde nossa aventura, mas que internamente eu jamais havia esquecido.

Quando chegamos à casa, nos recebeu Maria, devo dizer-lhes que a vi mais linda que nunca!, seus cabelos eram mais longos e também mais lisos, seu corpo havia tomado uma melhor forma que a que em minhas retinas retenham na minha memória, a última vez que nos vimos. Ela me olhou de uma forma especial, talvez nesse momento tenha vindo à sua memória nossa aventura sucedida há mais de três anos, digo isso porque a mim também me sucedeu o mesmo ao vê-la.

A festa era um pequeno almoço para familiares e amigos mais íntimos, e o motivo era anunciar que Maria havia chegado para se quedarse e também para casar-se com Joaquín, um Madrileño de aproximadamente a idade de Maria, de 1.90 mts de altura (mais ou menos) e a dizer verdade o rapaz tinha sua pinta e fazia boa parceria com ela.

Quando nos dirigimos ao parque da casa, encontrei-me com Ana que estava com um bebê pequeno de apenas seis meses no colo, a saudei e ali me informei que havia menos de um ano se casado grávida e que seu casamento lamentavelmente não havia funcionado, então ela se encontrava agora separada e A cargo do seu bebê. Mientras a festa se sucedia, pude ver Maria muito enamorada de seu noivo, quem se propiciavam carícia e beijos pelo que pensei que apenas eu havia ocorrido que quando me recebeu na entrada algo lhe havia acontecido ao ver-me, por isso decidi retirar-me adentro da casa para preparar um trago, quando cheguei à cozinha, Ana estava tratando de esfriar a mamadeira para dar-lhe comida ao seu filho, nos olhamos, nos sorrimos e creio que se a ela, os recordos lhe chegaram à mente, por isso me dispus a tratar de estabelecer uma nova conversação quando de repente Maria irrompeu nessa cozinha e mirando-nos nos olhos disse: - Espero que antes de casar-me vocês se reúnam para que me façam a despedida – beijou os lábios de Ana suavemente, acariciou minha face e com uma sonrisa dispôs-se a servir uma bandeja cheia de copas de champanha para brindar. Eu vou me encarregar de tudo.- disse após isso Bem, se você quiser.- só atinei a dizer-lhe para estalar os três em uma sonrisa. Tens que me avisar com tempo, pois tenho que arrumar tudo com o bebê.- disse Ana. Não se preocupem, já terão notícias minhas.- disse Maria tomando a bandeja com suas duas mãos, tirando um beijo e encaminhando-se para o parque onde se encontrava o resto dos convidados. Era evidente que o que havia acontecido anos atrás, havia deixado dentro de nós os melhores recordações! A noite transcorreu sem muitos acontecimentos, eu me dediquei a seguir conversando com Ana, onde me contou que havia tido que abandonar seus estudos devido ao seu estado de gravidez e que os retomaria no ano seguinte tratando de completar o que se havia proposto. Maria seguiu muito enamorada do seu noivo e o resto da gente que estava lá, cada um esteve em sua coisa, como é habitual nessa classe de reuniões, as quais tanto odeio. Havia passado um pouco mais de 15 dias da conversa com minhas amigas quando tocou meu telefone celular e uma voz me dizia: - Tio, o que você planeja fazer este fim de Semana - Nada respondi adivinando de quem era essa voz, aparte sabendo que algumas palavras utilizadas na Espanha se haviam pegado à Maria.

Bem, te espero pelo sábado à tarde, e me passou uma direção - traz um pouco de roupa para ficar o fim de semana - acotou Maria.

Bem, estarei lá Maria, até logo -. Despedi-me dela.

O sábado à tarde me dispus a viajar para a Capital Federal, em busca das minhas amigas sem saber que havia preparado Maria para essa vez, mas estava seguro que algo bom aconteceria.

Devo reconhecer que novamente os nervos se apoderaram de mim, já que muito tempo havia passado desde que elas e eu tínhamos essas experiências sexuais fantásticas.

A direção era de um pequeno, mas coqueto hotel do bairro norte, uma das zonas mais caras da capital. Aqui, no saguão do hotel estavam elas (devo aclarar que não sou muito pontual em minhas citas), as cumprimentei, tomamos algo e me registrei na habitação contígua às delas que já Maria havia reservado.

Nos arreglamos e fomos jantar perto do hotel, aqui durante o jantar Maria contou que na Espanha, tudo era muito diferente - a gente estava mais aberta aos cambios e sexualmente muito mais avançada que nossa sociedade -, por isso pude extrair até esse momento, ela havia vivido experiências diferentes que haviam mudado muito sua maneira de pensar, atrás quedava aquela garota adolescente, prepotente e altana que eu conheci em minha juventude.

Maria nos fazia rir muito com essas palavras que havia trazido daquele lugar como, por exemplo, cock, pussy, raja, bragas, etc.

Ana, por enquanto, deixou entrever que desde sua separação, pouca e nada era a atividade sexual que ela havia tido, pois atender ao seu bebê influía muito tempo nela, por isso pediu que sejamos condescendentes no trato sexual em relação a ela.

Eu, por enquanto, contei que estava vivendo uma experiência extraordinária com a melhor amiga da minha irmã (experiência que contarrei em outro relato, pois é) realmente impressionante o que me vinha acontecendo), e que além disso a vida estava me oferecendo experiências sexuais diversas que, dadas as circunstâncias, pensei que devia aproveitar, embora sempre esteja na minha memória a mais grande de minhas experiências foi com essas duas amigas. Depois de jantar e beber algumas taças, dirigimo-nos ao hotel, diretamente para a minha habitação, quando passamos pela habitação delas, Maria entrou e tomou um pequeno maletín preto para mais tarde entrar os três preparados para passar a noite mais gloriosa que até então nunca havia vivido. Sem muito preâmbulo, Maria tomou a posta e, colocando um pouco de música, começou a se despir, o seu corpo não era mais o daquela adolescente de anos atrás, havia tomado melhor forma, os seus peitos haviam aumentado, a sua cintura havia se moldado e as suas nádegas tinham a proporção justa para uma mulher extremamente maravilhosa. O que mais me chamou atenção foi que o seu vaso estava completamente depilado e um pequeno destelo de brilho deixava entrever desde ali, era um pequeno anel que se havia colocado justamente no seu clítoris. Ana, por sua parte, com muito mais precaução e talvez vergonha, só conseguiu tirar a camisa, então Maria começou a despirla pouco a pouco, começando uma seção de lesbianismo que deixaria gravada nas minhas retinas para sempre. Maria começou a olhar para ela fixamente nos olhos e a beijou freneticamente, em seguida a abraçou e beijou os seus peitos para seguir embaixo. Ana continuava parada ali, então Maria se agachou e abriu as suas pernas e meteu a cabeça começando a lamber desde o seu clítoris até o seu cu, acompanhando-a com os dedos que se metiam na vagina, se lubrificavam bem para mais tarde entrar pelo cu, vendo como Ana tremia as pernas em cada passo, tanto era o tremor que crei um momento que ia cair no chão. Enquanto eu preparava uns drinques (que nunca foram bebidos) ouvi pouco tempo depois que elas estavam Fazendo o amor, que Ana lhe dizia para Maria: 'tenho os seios muito cheios agora, pois desde hoje à meia-noite não dou amamentação ao bebê'. Pude ver como a cara de Maria se iluminou, acostando-a na cama, sentada e apoiada no respaldar da mesma, fez abrir as pernas de Ana e sentou-se no meio delas prendendo-se dos peitos de maneira para aliviar essa sensação de Ana e começando a sugar os mesmos, tal como o bebê próprio teria feito. Ana acariciava a cara e cabelos de Maria como se fosse seu bebê, enquanto ela sugava do seu peito o alimento que da vida e prazer aos filhos, e com as mãos acariciava seu clitóris em uma calentura que nunca havia visto nela (era a primeira vez que isso lhe acontecia segundo contou), por isso eu ajudei Maria a meter minha cabeça entre suas pernas e tomar todos os seus jugos que saíam da use the word: vagina. Depois de vários orgasmos de Maria e uma vez que Ana calmou sua necessidade de distribuir seu alimento, ambas se abalanzaram sobre meu pênis que estava tão duro que diria a verdade me doía. Com grande mestria, ambas se turnavam para lamber e sugar o pênis, por isso ao rato não aguentei mais e solicitei a Maria que subisse em cima de mim, o que fez e começamos uma seção de sexo que fez que a alguns minutos ambos estalássemos em um orgasmo. Ana se acomodou entre as pernas de Maria e lambeu todos os jugos que fluíam da use the word: vagina dela, enquanto eu acariciava o clitóris de Ana tratando de arrancar seu orgasmo, o que aconteceu pouco tempo depois. Uma vez terminada nossa primeira seção sexual, Maria retirou-se ao banheiro com o maletín que havia trazido e a alguns minutos apareceu com um arnês que prendia da cintura e pendia um longo e grosso consolador, parecia rarísimo que uma mulher tivesse pênis mas devo ser sincero me resultava simpático e até excitante. Maria aproximou o grosso aparelho à boca de Ana, o que ela fez sem muito '. Preámbulo começou a lamber. Uma vez que Ana havia lubrificado o consoleiro, Maria fez que se sentasse arrodillada na borda da cama e com suas duas mãos acompanhou seu pene grosso artificial para introduzi-lo lentamente até o fundo, começando assim as investidas que Ana recebeu com alaridos de prazer. Por minha parte, aproximei meu pene para a boca de Ana, que o recebeu com agrado, começando a succionar entre suspiros e gemidos que sua amiga lhe proporcionava em cada investida. Não posso precisar a quantidade de orgasmos que Ana teve, se posso comentar que para minha surpresa, ela pediu mais e mais, até que Maria decidiu se deitar de costas, fazendo subir Ana sobre seu consoleiro, para que logo em seguida, esta me oferecesse o cu, o que não rejeitei. Pude sentir através da fina parede como o consoleiro de Maria penetrava e massajava a vagina de Ana, extraindo de ela múltiplos orgasmos a cada instante, enquanto eu com precaução mas sem pausa pegava o cu de Ana com o maior dos prazeres. Cada orgasmo de Ana se podia sentir, dado que ela apertava fortemente seu cu, fazendo-me sentir uma sensação espectacular, o que sucedeu isso que não tive mais remédio que terminar dentro, soltando grandes jatos de sêmen que logo ao retirá-la escorreram para a vagina de Ana e o consoleiro de Maria. Quando crei que tudo havia terminado, pois tanto Ana como Maria haviam tido o seu, e estando eu mais que satisfeito com o que havia acontecido até então, Maria se levantou da cama desprendendo o arnês e solicitou a Ana que se aproximasse, pois queria colocá-lo nela, por isso Ana não se fez esperar. Depois de colocado o arnês, Maria começou a lamber esse aparelho como uma verdadeira profissional, tal era a forma que o fazia que Ana estava como possesionada em seu papel de homem e tomava a cabeça de Maria, empurrando-a para dentro mais e mais como querendo-a afogar com um consolador semelhante, por isso Maria respondia dita Solicitação chupando cada vez com mais ânimo.

Maria se colocou na cama de bruços e Ana se abalanzou sobre ela desesperadamente, o que me fez dispor-me apenas a observar e esperar a solicitação de ajuda de Maria, pois, afinal, Ana nunca havia tido controle dos seus movimentos, parecendo às vezes estar possessa, mas para minha surpresa, nada disso aconteceu, Maria pediu mais e mais e não parava de ter orgasmos. A situação me excitou sobremaneira, fazendo meu pênis ficar tão duro como se recém começasse nossa seção de sexo, era evidente que os gemidos e gritos de Maria me faziam pôr a mil e de alguma maneira eu precisava descarregar essa fúria interna que me enchia por dentro.

Aproximei-me delas tratando de compartilhar a festa, então comecei a beijar Maria, que tinha a garganta seca de tanto jadeo e gemidos, e pude ver que com sua mirada agradecia meu ato.

Aproximei minha boca ao ouvido dela e suavemente lhe disse: Quero ocupar o lugar do consolador, para fazer-te ter os orgasmos que nunca imaginaste, isso pôs Maria a mil, que explodiu em um orgasmo genial para logo pedir a Ana que me deixasse ocupar seu lugar.

Todo começou a mudar para Maria, os empurrões que Ana lhe propiciava se converteram em movimentos suaves de mete e saca tratando de que Maria desfrutasse cada roçada que meu pênis acariciasse nas paredes da sua vagina, os mordiscos nos seus peitos se converteram em beijos suaves nos pezones fazendo-os parar como duas montanhas que permanecem erguidas para sempre, seus lábios foram lubrificados para evitar a ressequidade que produziam seus jadeos e assim deixar que ela esgrimisse seus gritos de prazer até o som abandonar sua garganta anunciando o final desse éxtase e começar novamente a construir como um arquiteto edifica seu ponte, o próximo orgasmo.

Depois de um bom tempo de mimos e orgasmos, Maria fez que eu me deitasse de bruços para assim ela subir sobre mim para começar o final do que havíamos começado, solicitou a Ana que com sua Consolador embistiria por trás em seu ânus e assim foi, Ana de um salto e tomado com suas duas mãos o aparelho arremeteu até o fundo, podendo assim novamente, mas por outro buraco sentir a fricção na parede que limita seu ânus com sua vagina.

Assim sucedeu durante um lapso de tempo prudencial até que Maria começou a tremer de uma maneira muito especial anunciando seu final, final que concluiu junto com o meu para quedar extasiados e dormidos por longo rato.

Era já a tarde do sábado quando nos despertamos, (é que a festa havia durado até bem entrada a madrugada) por isso pude ver que apenas Maria e eu estávamos na cama, em minha mesa de luz havia uma nota de Ana anunciando sua partida para atender (como era lógico) as necessidades do seu bebê e deixando bem por escrito que por noite voltaria a compartilhar uma nova seção de sexo conosco.

Pedimos algo para comer e ali entre conversa e conversa, Maria me contou que o futuro esposo de Joaquín era bissexual, coisa que me surpreendeu, embora vindo dela não devia ter me surpreendido e é mais ela solicitou com a anuência nossos, que gostaria em alguma oportunidade compartilhar essas reuniões sexuais com ele, por isso não me restava mais remédio senão dizer-lhe que sim, embora internamente não me agrada a ideia de compartilhar essa bela experiência com ninguém.

Era por isso que ela contava com esse arnês, com seu consolador e outros acessórios, porque de vez em quando Maria o enculava (palavra usada por ela) e assim Joaquín não precisava ir por outro lado para calmar sua sede sexual.

Me parecia uma barbaridade que tendo uma mulher como Maria, esse tio tivesse que procurar um homem para aplacar sua sed sexual, por isso assim lhe fiz saber a ela.

Não te confundas Riki é muito lindo para mim fazer de vez em quando o papel de macho e encular-me a Joaquín.

Mas Maria, você é uma mulher extraordinária, aberta sexualmente a todas as experiências que um homem pode necessitar, por que queres . Um puto em sua casa! Exclame indignado com Joaquín.

Deverias alguma vez provar e depois me contás. - replicou Maria.

Alguns vezes será assim – disse graciosamente – mas seguro que se ocorrer, seria contigo.

A cara de Maria iluminou-se e lentamente, mas com uma mirada libidinosa, aproximou-se de mim e me deu um beijo apasionado, onde sua língua tocou os recantos mais ocultos da minha boca. Foram momentos de prazer infinitos onde nossos corpos se aproximaram e cada um podia escutar os latidos do coração alheio, até que ambos se juntaram em um único som, nossas mãos percorreram sem pausa mas lentamente nossos corpos, sentindo cada centímetro de nosso corpo e como nossa pele se erizava com cada roçado, com cada carícia.

Lentamente nossas roupas foram caindo ao chão até encontrarmo-nos completamente nus e junto com nossas mãos, as línguas passaram a ocupar um lugar preponderante em nossa relação.

Seus peitos pareciam estourar, estavam a uma temperatura nunca por mim sonhada, sua pelve se tornava cada vez mais dura e de sua vagina fluía uma quantidade de líquido como um vulcão em erupção. Enquanto eu lambia esse fluxo de líquido que fluía de sua vagina, Maria acomodava sua boca para receber meu pênis ereto e com maestria chupar cada centímetro desse ser, para hundir-lo até o tronco de um empurrão.

Lentamente sua língua foi recorrendo meus testículos, para terminar chapando-me o ânus proporcionando-me sensações jamais vividas.

Comenzamos assim a nos acomodarmos para realizar uma seção de sexo que ficará gravada em minha mente pelo resto dos meus dias, cada empurrão suave que eu lhe dava ela respondia com outro suave empurrão tratando assim de acopiar o total de meu pênis dentro dela, cada beijo que nos proporcionávamos, tratávamos de ambos sacar tajada de isso quizás querendo lubrificar nossas gargantas que se secavam ante os gemidos emitidos, cada orgasmo que eu tinha, dava vontade de baixar-me a tomar a totalidade dos líquidos que dela fluíam como. Se eu fosse o mais precioso néctar da vida.

Assim passou mais de uma hora em que começamos a fazer isso, e a cada instante apenas rondava uma ideia na minha cabeça, que era que nunca se terminasse isso que estava vivendo e gozando.

- Por favor, não termine dentro de mim! - disse como rogando Maria.

- Por quê? - perguntei estranho.

Agora verás - me disse ela e, com um único movimento, estava arrodillada beijando meu pênis.

Maria fez parar ao lado da cama, sugou meu glande várias vezes, em seguida o meu tronco para prosseguir com os meus testículos e lamendo o meu ânus de forma magistral, tão magistral foi que quando menos me descuidava ela havia introduzido um dedo dentro do meu ânus e massageando suavemente enquanto chupava o meu pênis eu perguntei: Queres que te encule?, Queres que provemos com o aparelho?

Não, Maria, não me sinto preparado ainda. - contestei.

- Bom então acaba na minha cara! -, mas deixe-me seguir jogando com o meu dedo dentro de você.

Lamou o meu glande e o tronco várias vezes, enquanto ajudava com a sua mão masturbando-me e com o dedo da outra mão jogava dentro do meu ânus, fazendo pequenos círculos e metendo e sacando-o de vez em quando, pelo que o orgasmo não se fez esperar. O meu pênis expelia sêmen sobre a cara de Maria, como uma mangueira rega suas plantas para que floresçam rapidamente; ela engoliu tudo que pôde, mas ante tanta quantidade retirou sua boca para que eu rociasse parte dos seus pómulos e peitos. Não sei se a sensação que me produziu Maria com a sua boca e mãos foi que eu explodisse com tanto prazer, mas devo assegurar que há muito tempo que não tinha um orgasmo semelhante.

Pronto me abalancei sobre Maria e lami seu rosto, para em seguida limpar seus peitos, enquanto ela se frotava com os dedos o clitoris justo onde o anel pendia, pelo que estalou com gritos de prazer num magistral orgasmo e logo ficou rendida jogada na cama.

Saímos do hotel para tomar ar puro e talvez para não começar novamente com outra seção de sexo. pois parecia que éramos psicopatas sexuais, tendo em conta que já fazia quase um dia que estávamos fazendo isso (com os descansos necessários para nos recuperarmos , se sobreentiende). Tomados da mão, caminhamos falando dos nossos planos, bebemos e comemos alguma coisa para luego voltar ao hotel a esperar Ana. Grande foi nossa surpresa quando chegamos, pois Ana havia chegado quem sabe há quanto tempo, tanto que, cansada de esperar, havia começado a jogar com os aparelhos de Maria sozinha. Estava sentada na minha cama, com as pernas abertas introduzindo o consolador que sustentava seu arnês e se proporcionava tremendos empelões, fechando seus olhos em uma postura de prazer ao qual a vendo nos fez lembrar aquela noite na costa há mais de três anos. Parecia (embora não fosse assim), que ela não havia se dado conta que estávamos lá olhando, por isso ambos nos aproximamos silenciosamente até os pés da cama como querendo ver de perto o que estava acontecendo. Não fiquem parados ali, ajude-me por favor – suplicou Ana. Já vamos Ana, embora pelo que vejo não precisas muito ajuda – respondeu Maria. Quem se corou para um lado e com a ajuda de seus dedos começou a frotar o clítoris de Ana, completando o orgasmo que esta vinha fabricando. Pego um alarido fantástico e empurro mais o consolador para dentro era evidente que isso havia sido seu melhor orgasmo nessa seção por isso me dispus a tomar com minha língua os líquidos que fluíam daí, que por sinal eram abundantes. Maria já entusiasmada com o quadro que estávamos vivendo, começou a despir-se para se apropriar de Ana em toda sua dimensão, então fundiu-se com o corpo de sua amiga num mágico 69. Me retirei por um momento observando aquela situação que na verdade me gustava e me gusta muito ver como duas mulheres transmitem toda sua experiência sexual através das suas mãos e bocas. Sempre tive a Sensação que apenas elas conhecem demasiado bem quais são os momentos e pontos fracos que uma mulher tem, tocando o sino do sexo na ocasião certa para extrair dos mais estranhos e prazerosos orgasmos que fazem inveja de qualquer homem (sempre que alguma mulher estiver lendo este relato coincida comigo e gostaria que me contassem sua experiência).

Depois de um tempo ver ações amorosas distribuídas por ambas as garotas, e ouvir gemidos e susurros em toda parte, decidi tomar parte da festa começando pelo que eu tinha mais à mão, que era o cu de Maria. Comecei a beijá-lo, a passar minha língua explorando o buraco com meus dedos sentindo como ela se retorcia de prazer, após um tempo Ana solicitou que eu me ocupasse dela, o que fiz sem fazer esperar, Maria correu e eu comecei a colher os líquidos que essa havia sabido extrair dela, enquanto Ana enfundava em sua boca meu pênis ereto que recebeu uma abundante quantidade de saliva para ficar lubrificado e pronto para entrar em ação.

Assim foi como me dando volta eu lancei minha investida contra Ana, que extremamente quente não fez mais que gozar apenas quando meu pênis abria caminho dentro da sua vulva e quando havia terminado, crendo que tomaria um pequeno descanso, para minha surpresa novamente um novo orgasmo procurava saída ao exterior sendo assim e por segunda vez consecutiva os orgasmos mais grandes que ela tinha nesse momento.

Maria estava já enfundada em seu arnês e seu pênis grosso pendia como procurando um lugar nessa situação, então me olhou como solicitando que lhe deixasse meu lugar. Deu volta a Ana e suavemente apoie seu pênis na porta do seu ânus fazendo força para abrir as entranhas até quedar tudo dentro, enquanto me mirava como ensinando-me a encular uma pessoa.

Não estou preparado ainda - disse eu, adivinhando as intenções posteriores de Maria.

Isso bem, isso bem, eu não te disse nada - insinuou. Como se fazendo a desentender. Muétemeuredo por favor – suplico Ana. ¡Assim, assim!- pareceu com essas palavras indicar o caminho correto para o orgasmo. Orgasmo que não tardou muito em chegar, mas Maria instalada na posição que lhe tocava ocupar nesse momento seguiu no seu meter e sair, colocando novamente Ana na órbita desejada, por isso eu parado sobre a cama ofereci meu pênis a Maria, que com sua boca tomou animosamente começando a succionar ligeiramente primeiro para luego dar uns estocadas que me produziriam um orgasmo fenomenal. Ana após ter seu sétimo orgasmo, se levantou e sacou com muita autoridade o arnês que Maria tinha posto, instalando-o e colocando-a em posição de receber as andanadas que esta estava desejando, por isso atropelloi primeiramente pela sua vagina empurrado alocadamente até conseguir que Maria estalasse num orgasmo de dimensões insuspeitas. Depois de um rato, e quando já Ana enfundava Maria atrás do meu pênis começou a tomar as dimensões desejadas unindo-me novamente à festa. Sugeri que ambas se colocassem arrodilladas no bordo da cama, o que elas fizeram, e turnando-me, meti em ambas vaginas, um rato a cada uma obtendo sobre o meu pênis uma mistura de orgasmos das duas amigas, enquanto Maria massageava o consolador ainda pendurado de Ana. Depois de um rato de efetuar este trabalho, decidi cober as duas por trás do cu, o que sem perguntar nada apontei primeiramente sobre o de Ana que o recebeu com agrado, para luego seguir com Maria que agradecia com suas miradas, essa ação. A Maria ocorreu fazer um trencito, que era nem mais nem menos que Ana cojer o cu de ela e eu o de Ana, ação que me pareceu divertida e aceitei. Foi bastante complicado entrar os três no mesmo ritmo integral, mas uma vez que isso sucedeu, não posso expressar com palavras a sensação de gozo que causa entrar nesse estado, é como se uma nota musical entrasse no armónico fundamental. expondo o mais belo somatório ao ouvidos dos escutadores. O orgasmo foi dos três ao mesmo tempo, os corpos começaram a tremer de uma maneira especial até que o grito de Ana, seguido pelo de Maria e posteriormente o meu, fez saber a todos os habitantes do hotel que naquela habitação estava se produzindo o mais belo dos atos sexuais que jamais se haviam ouvido. No outro dia nos retiramos cada um para seu lar para seguir vivendo nossas vidas, mas recordando que existem pessoas que podem em determinadas ocasiões fazer mudar o rumo monótono do cotidiano, sacando o melhor de si. Há alguns dias e com motivo do aniversário de Maria, eu a chamei para saudá-la e comentar-lhe que na página de TODORELATOS.COM, nossa história estava sendo plasmada para que o resto do mundo se informasse sobre nossa relação, por isso mandei um e-mail com o último capítulo para que ela fosse a primeira em ler, mas alguns dias mais tarde recebi uma resposta assim: Li nos dois primeiros capítulos da página TodoRelatos.com e também este. Estou surpresa com tua memória e fidelidade dos dados escritos ali. Por isso te proponho não terminar aqui nossa história. Vamos fazer um último encontro para sellar definitivamente nesta página o que seria uma verdadeira relação de amizade. Um beijo, Maria. P/d: Não acredito que você se anime a contar como foi a inclusão do meu esposo nessa relação. Você me ama, Maria. Por isso verão que o que eu crei terminado não é assim, por isso prometo que se concretizar um novo encontro, vocês serão os primeiros a saber.

5 comentários - Minhas duas amigas (III)

TE A IDO MAL EN TUS POST TE AYUDARE CABRON

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Mis dos amigas (III)