Esta é uma história real.
Quando eu tinha uns dez anos, meu pai trouxe uma garota do interior da Catamarca pra cuidar de mim e dos meus irmãos. Ela (Maria) tava no ensino médio e de vez em quando a irmã dela (Andrea) vinha. Enquanto a gente jogava vôlei, elas ficavam apontando pra buceta uma da outra, e a Andrea falava "chupa ela" em qualquer discussão...
Passaram-se 15 anos e eu voltei pra cidade onde elas moravam. Tava num ciber quando uma mulher que não passava dos quarenta se aproximou. Era gordinha, mas tinha uma raba gostosa. Ela perguntou: "Você é o Juan?" Sim, respondi. Ela disse: "Sou a Maria, a babá. Por que não vai lá em casa pra gente conversar?" Naquela tarde, tomei banho e fui com intenção de meter um bom pau nela, mas ela não tava lá, só a irmã dela. A gente conversou um pouco e eu saí com o pau duro, louco pra comer ela, mas naquele dia não rolou nada...
Tempo depois, num dia de São Valentim, a Andrea me ligou e disse: "Tô te ligando por causa do dia de hoje, tudo bem?" Respondi: "Sim." Nem lerdo nem preguiçoso, sabendo que elas adoravam uma pica, perguntei: "Você usa calcinha fio dental?" Ela respondeu: "Tenho uma com borboletas que é uma maravilha." Disse pra eu ligar mais tarde, quando o marido não tivesse por perto, e quando eu fosse pra cidade. Antes de desligar, perguntei: "E aí, como é que ela tá? Peluda?" Ela respondeu: "Não, mas tenho vergonha de falar disso..."
Um dia, já na cidade, ela mandou eu ir na casa dela. Quando cheguei, ela tava se vestindo com uma calcinha fio dental vermelha. A gente se beijou, comecei a passar a mão na bunda dela. Minha pica tava explodindo de vontade de foder, e ela disse: "Você chegou muito tarde, já não dá pra fazer nada." Enquanto eu me lamentava, falei que ela não podia me deixar assim, que me desse um adiantamento. Ela disse ok, baixou minha calça, puxou minha pica e começou a chupar. Ela me mamava de cima a baixo e com a mão fazia uma espécie de punheta. Eu olhava pra ela e não acreditava, ela gemia de prazer, até que eu gozei e enchi a boca dela de porra. Ela não gostou muito. Me despedi e combinamos de nos encontrar com mais tempo... Continua.
Quando eu tinha uns dez anos, meu pai trouxe uma garota do interior da Catamarca pra cuidar de mim e dos meus irmãos. Ela (Maria) tava no ensino médio e de vez em quando a irmã dela (Andrea) vinha. Enquanto a gente jogava vôlei, elas ficavam apontando pra buceta uma da outra, e a Andrea falava "chupa ela" em qualquer discussão...
Passaram-se 15 anos e eu voltei pra cidade onde elas moravam. Tava num ciber quando uma mulher que não passava dos quarenta se aproximou. Era gordinha, mas tinha uma raba gostosa. Ela perguntou: "Você é o Juan?" Sim, respondi. Ela disse: "Sou a Maria, a babá. Por que não vai lá em casa pra gente conversar?" Naquela tarde, tomei banho e fui com intenção de meter um bom pau nela, mas ela não tava lá, só a irmã dela. A gente conversou um pouco e eu saí com o pau duro, louco pra comer ela, mas naquele dia não rolou nada...
Tempo depois, num dia de São Valentim, a Andrea me ligou e disse: "Tô te ligando por causa do dia de hoje, tudo bem?" Respondi: "Sim." Nem lerdo nem preguiçoso, sabendo que elas adoravam uma pica, perguntei: "Você usa calcinha fio dental?" Ela respondeu: "Tenho uma com borboletas que é uma maravilha." Disse pra eu ligar mais tarde, quando o marido não tivesse por perto, e quando eu fosse pra cidade. Antes de desligar, perguntei: "E aí, como é que ela tá? Peluda?" Ela respondeu: "Não, mas tenho vergonha de falar disso..."
Um dia, já na cidade, ela mandou eu ir na casa dela. Quando cheguei, ela tava se vestindo com uma calcinha fio dental vermelha. A gente se beijou, comecei a passar a mão na bunda dela. Minha pica tava explodindo de vontade de foder, e ela disse: "Você chegou muito tarde, já não dá pra fazer nada." Enquanto eu me lamentava, falei que ela não podia me deixar assim, que me desse um adiantamento. Ela disse ok, baixou minha calça, puxou minha pica e começou a chupar. Ela me mamava de cima a baixo e com a mão fazia uma espécie de punheta. Eu olhava pra ela e não acreditava, ela gemia de prazer, até que eu gozei e enchi a boca dela de porra. Ela não gostou muito. Me despedi e combinamos de nos encontrar com mais tempo... Continua.
4 comentários - La hermana de la niñera