Conheci a Carolina na universidade, no primeiro dia de aula do meu curso. No começo, a gente não era amigo, porque cada um andava com sua turma, mas a gente se cumprimentava de vez em quando e fazia as mesmas matérias. Depois, acabei conhecendo ela melhor, porque comecei a sair com a melhor amiga dela, a Inês, que também estudava o mesmo curso que eu. No início, quando comecei a conviver com a Carolina, ela não me despertava nenhum interesse, e as coisas continuaram assim por muito tempo, praticamente durante toda a faculdade. Mesmo assim, a gente ficou muito amigo.
Pouco antes de nos formarmos, terminei com a Inês e parei de ver a Carolina, porque todo mundo sabe que as mulheres ficam do lado das amigas quando um relacionamento acaba. Cada um seguiu seu rumo. Até que, quatro anos depois, quando comecei uns cursos de pós-graduação, levei um susto ao descobrir que ela também ia fazer os mesmos estudos e que, mais uma vez, a gente ia se encontrar nas salas de aula.
Mas o que mais me chamou a atenção não foi o fato de a gente voltar a estudar junto, e sim como a Carolina tinha ficado gostosa nesse tempo que fiquei sem vê-la. Ela se refinou pra caralho, comprou roupas elegantes que caíam super bem nela, emagreceu (não que ela fosse gorda antes) e até fez um tratamento de ortodontia que, sem dúvida, ajudou a melhorar o visual dela.
Pra vocês terem uma ideia do tesão que to falando, vou descrever ela. É uma mulher de 26 anos, não muito alta (na verdade é baixinha, deve ter menos de 1,65 m), cabelo preto bem liso e um pouco acima dos ombros, magra mas com "carne onde pegar", pele morena, traços meio indígenas mas atraentes, lábios finos mas provocantes e umas pernas muito lindas.
Mas o que mais me impactou nesse "segundo encontro" com a Carolina foi a qualidade da bunda dela. Definitivamente, a melhor que já vi na minha vida. É difícil traduzir em palavras. a imagem deliciosa oferecida por aquelas duas nádegas de tamanho perfeito, com uma firmeza que desafiava a gravidade. Duas montanhas de carne túrgida que davam vontade de mergulhar por um bom tempo, para poder explorá-las até o fundo.
O único "defeito" que Carolina tinha é que era bem fraquinha no quesito peitos (não eram grande coisa, dava pra ver de longe, embora também não fosse totalmente chata), mas com uma bunda daquele calibre e o seu charme geral, o que mais importava?
Desde aquele dia em que a vi de novo, surgiu em mim a firme intenção de comer ela. A aproximação não foi difícil, porque já tínhamos uma amizade antes, então surgiu naturalmente a ideia de fazer trabalhos e estudar juntos, oportunidades de ficar junto que eu buscava sob qualquer pretexto.
Num sábado à tarde, busquei uma alternativa mais ousada. Liguei pra casa dela e a convidei pra sair naquela noite. Ela topou e combinamos que eu passaria pra buscá-la às oito. Cheguei na hora certa e apertei o interfone do apartamento dela.
Quando ela desceu e eu a vi, fiquei de pau duro na hora, e isso aumentou quando dei uma olhada naquela bunda fantástica no momento em que abri a porta do carro pra ela entrar. Ela estava usando uma calça branca bem justa, que valorizava aquela bunda magnífica, deixando adivinhar que estava de calcinha fio dental. Não sei como consegui disfarçar e não pular em cima dela.
De resto, estava muito bem vestida. Usava uma camisa preta, também bem justa, de manga comprida, o cabelo preso e umas sandálias de salto médio que deixavam à mostra os pés mais bonitos e bem cuidados que já vi numa mulher. Além disso, cheirava muito gostoso, o que aumentava ainda mais minha excitação.
A gente tinha combinado de ir tomar alguma coisa num lugar tranquilo, pra poder conversar. Nos sentamos numa mesa de um lugar que estava bem na moda e pedimos umas taças de vinho e comemos umas bobagens. Ficamos duas horas batendo papo sobre os velhos tempos da faculdade. Já tínhamos bebido um pouco além da conta e, por acaso, chegamos a assuntos bem mais picantes. Falando por acaso do meu antigo relacionamento com a Inês, a Carolina, soltinha por causa do álcool, me disse:
- Vocês como casal eram um lixo e passavam o dia todo brigando, mas, segundo a Inês me contava, na cama iam maravilhosamente bem. A Inês dizia que você era um puta fodedor.
Não consegui evitar ficar vermelho e, depois de engolir seco, respondi:
- É assim que é? Vocês duas ficavam fofocando sobre a nossa vida sexual? Olha só, olha só. - Ah, vai se fazer de bobo e dizer que não sabe que a gente, mulher, conta essas coisas umas pras outras.
- Bom, a verdade é que lembro da Inês me contando coisas suas, Carolina. Ela me contou como o Federico, aquele namorado que você tinha na época, te comeu no estacionamento de um shopping e vocês foram descobertos pelos seguranças porque você começou a gritar que nem uma louca.
Dessa vez, quem ficou vermelha foi ela, mas na hora disse, sorrindo:
- O que acontece é que uma das minhas fantasias era transar num lugar público, sentindo o perigo de ser descoberta…
E depois de uma pausa rápida, me perguntou, com malícia:
- E quais são as suas fantasias?
Naquele momento, decidi arriscar tudo e inventei uma resposta que, com certeza, era mentira, mas que ajudaria nos meus planos:
- Minha maior fantasia na faculdade foi fazer um menage com você e com a Inês…
Pensei que na hora ela fosse me dar um tapa, mas a resposta dela foi um olhar sugestivo, e depois ela disse, com uma voz sedutora:
- A verdade é que não sei se a gente pode contar com a Inês pra realizar isso, mas se você se contentar comigo, piranha, acho que podemos passar um momento inesquecível. Não pense que não percebi as olhadas que você tem me dado ultimamente.
Minha resposta foi que, cinco minutos depois, já tinha pago a conta e estávamos no meu carro, indo embora. para um motel bem exótico – e caro – da cidade, com aquele estilo de mil e uma noites. O lugar era perto, então em pouco tempo já estávamos nos beijando freneticamente num quarto decorado com motivos orientais, cama redonda, espelho no teto e uma espécie de cavalete pra testar posições malucas.
Mal demos o primeiro beijo, comecei a explorar cada pedaço dela, ainda por cima da roupa, e o primeiro toque das minhas mãos naquela bunda preciosa foi incrível. Era melhor do que eu podia imaginar, e ainda tinha muita coisa pela frente. Na loucura, tirei a blusa dela e comecei a acariciar os peitos por cima do sutiã. Eram pequenos, como eu esperava, mas os bicos eram bem grandes, durinhos e empinados.
De repente, ela pediu pra parar, e eu aceitei de má vontade depois que ela prometeu que o que vinha ia me agradar pra caralho. Mandou eu tirar a roupa, ficar só de cueca e deitar na cama. Obedeci na hora. Ela ligou o som do quarto e colocou uma música suave. Ainda estava de sutiã e calça. Já tinha tirado as sandálias e soltado o cabelo.
No ritmo da música, começou uma dança bem provocante, rebolando a cintura igual uma felina no cio. Tava na cara que ia fazer um strip-tease. Meu pau já tava quase estourando. Primeiro, tirou o sutiã e os peitos ficaram livres. E aí, sabendo que aquilo ia me matar, virou de costas pra mim e começou a descer a calça.
Diante dos meus olhos atônitos, apareceu aquela bunda maravilhosa, sem nenhum defeito, com nádegas firmes de pele morena que pediam pra ser tocadas, chupadas e aproveitadas. A calcinha fio dental branca se enfiava gostosamente na racha. As pernas também eram espetaculares, bem torneadas. Devagar, tirou a calcinha e ficou à mostra a sua... cuquita, completamente depiladinha, depois disso ela veio até mim e montou na cama.
Eu estava no paraíso diante de uma visão tão apetitosa. Com
atitude decidida, Carolina tirou minha roupa de baixo e começou a me punhetar devagar, fazendo uma quantidade generosa de líquido pré-seminal sair do meu pau. Depois, ela enfiou meu pau na boca e começou a me fazer um boquete de cinema. Lambeu, chupou, enfiou o pau até a garganta. Não tinha nada que ela não soubesse fazer com aquela boquinha maravilhosa. De repente, pedi para trocarmos de posição e fazer um 69.
Enquanto ela continuava me chupando o pau divinamente, eu comecei a passar minha língua pela pussy depilada dela. O cheiro da buceta dela era incrível, exalava um aroma especial que lembrava pêssego, e os sucos eram doces. Comecei a chupar o clitóris dela com frenesi e a enfiar a língua na rachinha dela. Gozamos juntos, ela dando uns gritos bem altos enquanto eu descarregava três jatos de porra na boca dela, que ela engoliu tudinho.
Enquanto nos recuperávamos, ficamos nos abraçando, nos beijando e explorando nossos corpos com uma impaciência ardente. Quando consegui que ele subisse de novo (o que não foi difícil), fui pegar as camisinhas, porque não ia perder mais tempo sem comer ela. Ela disse que não precisava, que tomava pílula e queria fazer no pelo. Sem pensar duas vezes, obedeci, abri as pernas dela, coloquei sobre meus ombros e enfiei meus 19 centímetros de carne até o fundo da pussy.
Ela gritou de prazer. Comecei a bombar devagar, com penetrações profundas. Depois, comecei a meter bem forte, e ela gemia, dava gritos e dizia, enquanto cravava as unhas nas minhas costas:
- Isso, issooooo, papi, arrebenta minha buceta!
Eu aumentei o ritmo, e estava claro que Carolina estava prestes a gozar, porque da pussy dela jorravam jatos de líquido quente. O orgasmo dela foi descomunal, e barulhenta. As pernas tremiam de tanto prazer que ela estava sentindo.
Eu estava com o pau duro igual aço, mas ainda não queria gozar. Tinha um manjar que eu esperava provar antes do fim da noite: a bunda dela. O problema é que, pelo que eu sabia, Carolina era resistente a fazer sexo anal. Pelo menos, durante os anos de faculdade, ela ficou horrorizada quando Inês contou que eu comia ela no cu.
A chance de pedir pra ela me dar o cuzinho apareceu logo depois que tirei meu pau da buceta dela. Ela disse com tesão:
- Papai, que foda gostosa. Em compensação, tô disposta a fazer o que você quiser.
Eu não esperei pra responder:
- Então, mamãe, adoraria meter nessa bunda deusa que você tem!
Ela hesitou uns segundos, mas acho que tava tão excitada que topou. Só me avisou que era a primeira vez dela por ali, então eu tinha que ser delicado.
Perguntei se ela tinha algum creme na bolsa, e ela disse que tinha um pote de hidratante. Falei que servia. Pra dar mais tesão na parada, levantei ela da cama e coloquei na frente do cavalete, apoiando o tronco e deixando em pé e à mostra as bundas lindas dela.
A primeira coisa que fiz foi chupar um pouco o furinho da bunda dela. Isso deu um puta prazer nela, o que facilitou meus primeiros tries de dilatação, enfiando um e depois dois dedos no cu dela. Quando consegui que tivesse bem aberto, passei um pouco de creme no meu pau e coloquei a cabeça na entrada do cu dela. Ela tava um pouco nervosa, mas também muito molhada.
Comecei a meter devagar, milímetro por milímetro, sentindo a resistência dela ceder. Pouco tempo depois, já tava tudo dentro. Carolina deu um grito, mistura de dor e prazer. A visão daquela bunda à mercê do meu pau era incrível.
Depois de deixar ela se acostumar um pouco com aquele pedaço de carne enfiado no rabo dela, comecei o vai e vem, primeiro devagar, depois, mais rápido. Carolina estava de olhos virados e respiração ofegante, mas não pedia pra eu tirar, então continuei, castigando com meu pau o cu dela, até então virgem.
De repente, ela começou a gritar: “Arrebenta meu cu, filho da puta! Arrebenta, arrebenta!”. Os desejos dela eram ordens, e eu comecei a meter com fúria. Ela gritava cada vez mais alto, enquanto com uma das mãos eu estimulava o clitóris dela. Isso deixou ela a mil. Ela começou a tremer, e eu também estava perto do meu orgasmo. Não demorou muito até meu pau explodir e eu encher o cu dela de porra, enquanto ela gritava: “Porraaaaa, que delícia do caralho!”.
Quando tirei a piroca do cu dela, estava cheio de um pouco de sangue. A verdade é que eu tinha maltratado ela um pouco, mas ela não reclamava e tinha se divertido pra caralho. Depois de nos acariciarmos um pouco e conversarmos, caímos no sono. Lá pelas quatro da manhã, ela me acordou e pediu pra eu levar ela pra casa, onde a deixei.
Espero que esse encontro se repita logo, porque desde então a imagem do cu da Carolina não me deixa dormir.Fonte: marqueze.net
Pouco antes de nos formarmos, terminei com a Inês e parei de ver a Carolina, porque todo mundo sabe que as mulheres ficam do lado das amigas quando um relacionamento acaba. Cada um seguiu seu rumo. Até que, quatro anos depois, quando comecei uns cursos de pós-graduação, levei um susto ao descobrir que ela também ia fazer os mesmos estudos e que, mais uma vez, a gente ia se encontrar nas salas de aula.
Mas o que mais me chamou a atenção não foi o fato de a gente voltar a estudar junto, e sim como a Carolina tinha ficado gostosa nesse tempo que fiquei sem vê-la. Ela se refinou pra caralho, comprou roupas elegantes que caíam super bem nela, emagreceu (não que ela fosse gorda antes) e até fez um tratamento de ortodontia que, sem dúvida, ajudou a melhorar o visual dela.
Pra vocês terem uma ideia do tesão que to falando, vou descrever ela. É uma mulher de 26 anos, não muito alta (na verdade é baixinha, deve ter menos de 1,65 m), cabelo preto bem liso e um pouco acima dos ombros, magra mas com "carne onde pegar", pele morena, traços meio indígenas mas atraentes, lábios finos mas provocantes e umas pernas muito lindas.
Mas o que mais me impactou nesse "segundo encontro" com a Carolina foi a qualidade da bunda dela. Definitivamente, a melhor que já vi na minha vida. É difícil traduzir em palavras. a imagem deliciosa oferecida por aquelas duas nádegas de tamanho perfeito, com uma firmeza que desafiava a gravidade. Duas montanhas de carne túrgida que davam vontade de mergulhar por um bom tempo, para poder explorá-las até o fundo.
O único "defeito" que Carolina tinha é que era bem fraquinha no quesito peitos (não eram grande coisa, dava pra ver de longe, embora também não fosse totalmente chata), mas com uma bunda daquele calibre e o seu charme geral, o que mais importava?
Desde aquele dia em que a vi de novo, surgiu em mim a firme intenção de comer ela. A aproximação não foi difícil, porque já tínhamos uma amizade antes, então surgiu naturalmente a ideia de fazer trabalhos e estudar juntos, oportunidades de ficar junto que eu buscava sob qualquer pretexto.
Num sábado à tarde, busquei uma alternativa mais ousada. Liguei pra casa dela e a convidei pra sair naquela noite. Ela topou e combinamos que eu passaria pra buscá-la às oito. Cheguei na hora certa e apertei o interfone do apartamento dela.
Quando ela desceu e eu a vi, fiquei de pau duro na hora, e isso aumentou quando dei uma olhada naquela bunda fantástica no momento em que abri a porta do carro pra ela entrar. Ela estava usando uma calça branca bem justa, que valorizava aquela bunda magnífica, deixando adivinhar que estava de calcinha fio dental. Não sei como consegui disfarçar e não pular em cima dela.
De resto, estava muito bem vestida. Usava uma camisa preta, também bem justa, de manga comprida, o cabelo preso e umas sandálias de salto médio que deixavam à mostra os pés mais bonitos e bem cuidados que já vi numa mulher. Além disso, cheirava muito gostoso, o que aumentava ainda mais minha excitação.
A gente tinha combinado de ir tomar alguma coisa num lugar tranquilo, pra poder conversar. Nos sentamos numa mesa de um lugar que estava bem na moda e pedimos umas taças de vinho e comemos umas bobagens. Ficamos duas horas batendo papo sobre os velhos tempos da faculdade. Já tínhamos bebido um pouco além da conta e, por acaso, chegamos a assuntos bem mais picantes. Falando por acaso do meu antigo relacionamento com a Inês, a Carolina, soltinha por causa do álcool, me disse:
- Vocês como casal eram um lixo e passavam o dia todo brigando, mas, segundo a Inês me contava, na cama iam maravilhosamente bem. A Inês dizia que você era um puta fodedor.
Não consegui evitar ficar vermelho e, depois de engolir seco, respondi:
- É assim que é? Vocês duas ficavam fofocando sobre a nossa vida sexual? Olha só, olha só. - Ah, vai se fazer de bobo e dizer que não sabe que a gente, mulher, conta essas coisas umas pras outras.
- Bom, a verdade é que lembro da Inês me contando coisas suas, Carolina. Ela me contou como o Federico, aquele namorado que você tinha na época, te comeu no estacionamento de um shopping e vocês foram descobertos pelos seguranças porque você começou a gritar que nem uma louca.
Dessa vez, quem ficou vermelha foi ela, mas na hora disse, sorrindo:
- O que acontece é que uma das minhas fantasias era transar num lugar público, sentindo o perigo de ser descoberta…
E depois de uma pausa rápida, me perguntou, com malícia:
- E quais são as suas fantasias?
Naquele momento, decidi arriscar tudo e inventei uma resposta que, com certeza, era mentira, mas que ajudaria nos meus planos:
- Minha maior fantasia na faculdade foi fazer um menage com você e com a Inês…
Pensei que na hora ela fosse me dar um tapa, mas a resposta dela foi um olhar sugestivo, e depois ela disse, com uma voz sedutora:
- A verdade é que não sei se a gente pode contar com a Inês pra realizar isso, mas se você se contentar comigo, piranha, acho que podemos passar um momento inesquecível. Não pense que não percebi as olhadas que você tem me dado ultimamente.
Minha resposta foi que, cinco minutos depois, já tinha pago a conta e estávamos no meu carro, indo embora. para um motel bem exótico – e caro – da cidade, com aquele estilo de mil e uma noites. O lugar era perto, então em pouco tempo já estávamos nos beijando freneticamente num quarto decorado com motivos orientais, cama redonda, espelho no teto e uma espécie de cavalete pra testar posições malucas.
Mal demos o primeiro beijo, comecei a explorar cada pedaço dela, ainda por cima da roupa, e o primeiro toque das minhas mãos naquela bunda preciosa foi incrível. Era melhor do que eu podia imaginar, e ainda tinha muita coisa pela frente. Na loucura, tirei a blusa dela e comecei a acariciar os peitos por cima do sutiã. Eram pequenos, como eu esperava, mas os bicos eram bem grandes, durinhos e empinados.
De repente, ela pediu pra parar, e eu aceitei de má vontade depois que ela prometeu que o que vinha ia me agradar pra caralho. Mandou eu tirar a roupa, ficar só de cueca e deitar na cama. Obedeci na hora. Ela ligou o som do quarto e colocou uma música suave. Ainda estava de sutiã e calça. Já tinha tirado as sandálias e soltado o cabelo.
No ritmo da música, começou uma dança bem provocante, rebolando a cintura igual uma felina no cio. Tava na cara que ia fazer um strip-tease. Meu pau já tava quase estourando. Primeiro, tirou o sutiã e os peitos ficaram livres. E aí, sabendo que aquilo ia me matar, virou de costas pra mim e começou a descer a calça.
Diante dos meus olhos atônitos, apareceu aquela bunda maravilhosa, sem nenhum defeito, com nádegas firmes de pele morena que pediam pra ser tocadas, chupadas e aproveitadas. A calcinha fio dental branca se enfiava gostosamente na racha. As pernas também eram espetaculares, bem torneadas. Devagar, tirou a calcinha e ficou à mostra a sua... cuquita, completamente depiladinha, depois disso ela veio até mim e montou na cama.
Eu estava no paraíso diante de uma visão tão apetitosa. Com
atitude decidida, Carolina tirou minha roupa de baixo e começou a me punhetar devagar, fazendo uma quantidade generosa de líquido pré-seminal sair do meu pau. Depois, ela enfiou meu pau na boca e começou a me fazer um boquete de cinema. Lambeu, chupou, enfiou o pau até a garganta. Não tinha nada que ela não soubesse fazer com aquela boquinha maravilhosa. De repente, pedi para trocarmos de posição e fazer um 69.
Enquanto ela continuava me chupando o pau divinamente, eu comecei a passar minha língua pela pussy depilada dela. O cheiro da buceta dela era incrível, exalava um aroma especial que lembrava pêssego, e os sucos eram doces. Comecei a chupar o clitóris dela com frenesi e a enfiar a língua na rachinha dela. Gozamos juntos, ela dando uns gritos bem altos enquanto eu descarregava três jatos de porra na boca dela, que ela engoliu tudinho.
Enquanto nos recuperávamos, ficamos nos abraçando, nos beijando e explorando nossos corpos com uma impaciência ardente. Quando consegui que ele subisse de novo (o que não foi difícil), fui pegar as camisinhas, porque não ia perder mais tempo sem comer ela. Ela disse que não precisava, que tomava pílula e queria fazer no pelo. Sem pensar duas vezes, obedeci, abri as pernas dela, coloquei sobre meus ombros e enfiei meus 19 centímetros de carne até o fundo da pussy.
Ela gritou de prazer. Comecei a bombar devagar, com penetrações profundas. Depois, comecei a meter bem forte, e ela gemia, dava gritos e dizia, enquanto cravava as unhas nas minhas costas:
- Isso, issooooo, papi, arrebenta minha buceta!
Eu aumentei o ritmo, e estava claro que Carolina estava prestes a gozar, porque da pussy dela jorravam jatos de líquido quente. O orgasmo dela foi descomunal, e barulhenta. As pernas tremiam de tanto prazer que ela estava sentindo.
Eu estava com o pau duro igual aço, mas ainda não queria gozar. Tinha um manjar que eu esperava provar antes do fim da noite: a bunda dela. O problema é que, pelo que eu sabia, Carolina era resistente a fazer sexo anal. Pelo menos, durante os anos de faculdade, ela ficou horrorizada quando Inês contou que eu comia ela no cu.
A chance de pedir pra ela me dar o cuzinho apareceu logo depois que tirei meu pau da buceta dela. Ela disse com tesão:
- Papai, que foda gostosa. Em compensação, tô disposta a fazer o que você quiser.
Eu não esperei pra responder:
- Então, mamãe, adoraria meter nessa bunda deusa que você tem!
Ela hesitou uns segundos, mas acho que tava tão excitada que topou. Só me avisou que era a primeira vez dela por ali, então eu tinha que ser delicado.
Perguntei se ela tinha algum creme na bolsa, e ela disse que tinha um pote de hidratante. Falei que servia. Pra dar mais tesão na parada, levantei ela da cama e coloquei na frente do cavalete, apoiando o tronco e deixando em pé e à mostra as bundas lindas dela.
A primeira coisa que fiz foi chupar um pouco o furinho da bunda dela. Isso deu um puta prazer nela, o que facilitou meus primeiros tries de dilatação, enfiando um e depois dois dedos no cu dela. Quando consegui que tivesse bem aberto, passei um pouco de creme no meu pau e coloquei a cabeça na entrada do cu dela. Ela tava um pouco nervosa, mas também muito molhada.
Comecei a meter devagar, milímetro por milímetro, sentindo a resistência dela ceder. Pouco tempo depois, já tava tudo dentro. Carolina deu um grito, mistura de dor e prazer. A visão daquela bunda à mercê do meu pau era incrível.
Depois de deixar ela se acostumar um pouco com aquele pedaço de carne enfiado no rabo dela, comecei o vai e vem, primeiro devagar, depois, mais rápido. Carolina estava de olhos virados e respiração ofegante, mas não pedia pra eu tirar, então continuei, castigando com meu pau o cu dela, até então virgem.
De repente, ela começou a gritar: “Arrebenta meu cu, filho da puta! Arrebenta, arrebenta!”. Os desejos dela eram ordens, e eu comecei a meter com fúria. Ela gritava cada vez mais alto, enquanto com uma das mãos eu estimulava o clitóris dela. Isso deixou ela a mil. Ela começou a tremer, e eu também estava perto do meu orgasmo. Não demorou muito até meu pau explodir e eu encher o cu dela de porra, enquanto ela gritava: “Porraaaaa, que delícia do caralho!”.
Quando tirei a piroca do cu dela, estava cheio de um pouco de sangue. A verdade é que eu tinha maltratado ela um pouco, mas ela não reclamava e tinha se divertido pra caralho. Depois de nos acariciarmos um pouco e conversarmos, caímos no sono. Lá pelas quatro da manhã, ela me acordou e pediu pra eu levar ela pra casa, onde a deixei.
Espero que esse encontro se repita logo, porque desde então a imagem do cu da Carolina não me deixa dormir.Fonte: marqueze.net
3 comentários - Le rompí el culito a Carolain
Raskolnikof 🙎♂️