Teria seguido ela uma e mil vezes, mas naquele ponto era difícil, a gente não só encontra problemas, mas também menos de uma solução. Os enigmas que a mente cria são mais complicados de resolver do que os que se acha no jornal. Se é verdade que eu ainda gostava dela, o que rolou na outra noite me deixou confuso: minha parceira de cama, quer dizer, minha amante, queria que um terceiro entrasse na parada. O que mais me irritou foi que a gente já tava se vendo há um tempão e um carinho grande tava surgindo entre nós. Depois de pensar por um bom tempo, resolvi ouvir a opinião de um terceiro.
Lá fora na rua tava um frio do caralho, a viagem inteira fiquei calculando o que ia rolar se eu dissesse que sim e o que ia rolar se eu dissesse que não. Meu amigo abriu a porta, entrei e me encostei no aquecedor; enquanto me esquentava, comecei a contar meu problema. A única ideia coerente que meu amigo mandou foi que eu ia perder a confiança na minha amante Gabi. Depois de uma longa noite pensando, tomei a decisão de fazer aquilo, de realizar a fantasia dela, já que ela tinha realizado algumas minhas.
No outro dia de manhã, liguei pra Gabi e falei pra gente pensar num terceiro pra adicionar. Gabi respondeu na hora: José. José era o meu amigo pra quem eu tinha contado o problema. Mal ela respondeu isso, eu falei: "Gabi, você tá louca?" e desliguei. Dessa vez me senti pior do que antes. Fui de novo na casa do meu amigo e contei o que tinha rolado; ele não se mostrou preocupado em nenhum momento, aliás, parecia que gostava da ideia. Consultei o travesseiro de novo e pensei: só se vive uma vez. E lá fui eu organizar tudo de novo.
O primeiro problema que apareceu foi que não dava pra ir na casa de ninguém. Então meu amigo disse que a gente podia ir pra um hotel se um dos três se enfiasse no porta-malas do carro. Além de achar a ideia uma loucura e de estarmos indo longe demais, não tive a melhor ideia de perguntar quem ia pro porta-malas. Na mesma hora, os dois me olharam com um olhar cúmplice. Naquele Na hora, senti como se tivesse levado um tapa na nuca.
O José dirigiu um pouco e parou o carro. "Beleza, vou abrir o porta-malas", ele disse. Eu concordei com a cabeça e desci. Quando estava sentado no porta-malas, um casal de velhinhos passou. "Vai casar", meu amigo disse enquanto me empurrava com força e fechava a porta do porta-malas.
Naquele momento, me senti um idiota, mas fazer o quê? Só sou mais um dentro do porta-malas de um carro, tentando entrar num hotel e indo ter uma nova experiência com meu amigo e minha mina.
Continua...
Lá fora na rua tava um frio do caralho, a viagem inteira fiquei calculando o que ia rolar se eu dissesse que sim e o que ia rolar se eu dissesse que não. Meu amigo abriu a porta, entrei e me encostei no aquecedor; enquanto me esquentava, comecei a contar meu problema. A única ideia coerente que meu amigo mandou foi que eu ia perder a confiança na minha amante Gabi. Depois de uma longa noite pensando, tomei a decisão de fazer aquilo, de realizar a fantasia dela, já que ela tinha realizado algumas minhas.
No outro dia de manhã, liguei pra Gabi e falei pra gente pensar num terceiro pra adicionar. Gabi respondeu na hora: José. José era o meu amigo pra quem eu tinha contado o problema. Mal ela respondeu isso, eu falei: "Gabi, você tá louca?" e desliguei. Dessa vez me senti pior do que antes. Fui de novo na casa do meu amigo e contei o que tinha rolado; ele não se mostrou preocupado em nenhum momento, aliás, parecia que gostava da ideia. Consultei o travesseiro de novo e pensei: só se vive uma vez. E lá fui eu organizar tudo de novo.
O primeiro problema que apareceu foi que não dava pra ir na casa de ninguém. Então meu amigo disse que a gente podia ir pra um hotel se um dos três se enfiasse no porta-malas do carro. Além de achar a ideia uma loucura e de estarmos indo longe demais, não tive a melhor ideia de perguntar quem ia pro porta-malas. Na mesma hora, os dois me olharam com um olhar cúmplice. Naquele Na hora, senti como se tivesse levado um tapa na nuca.
O José dirigiu um pouco e parou o carro. "Beleza, vou abrir o porta-malas", ele disse. Eu concordei com a cabeça e desci. Quando estava sentado no porta-malas, um casal de velhinhos passou. "Vai casar", meu amigo disse enquanto me empurrava com força e fechava a porta do porta-malas.
Naquele momento, me senti um idiota, mas fazer o quê? Só sou mais um dentro do porta-malas de um carro, tentando entrar num hotel e indo ter uma nova experiência com meu amigo e minha mina.
Continua...
9 comentários - Mi amigo, mi novia y yo
Apurate con la continuación 🙂
Esperamos el segundo capitulo del relato jejeje
Saludos!!