Arrombando a buceta da Mili (9)
Como um garoto com um brinquedo novo
Depois de alguns minutos de beijos e carícias, a gente se afastou, ainda cansados mas sem sono. Os dois deitados de lado, frente a frente, só se olhando e sorrindo. A gente se recusava a dar fim àquele momento mágico. Só ela teve coragem de perguntar:
— Cê acha que isso é normal? Sabe, fazer tantas vezes numa noite…
— Bom, acho que no começo é assim… a gente fica igual coelho… em todo lugar que dá e em toda posição que dá… Isso nunca aconteceu com você antes?…
— Esse negócio de ficar assim… talvez 2 ou 3 vezes, quem sabe 4 seja meu recorde… mas não 6 vezes numa noite!… O seu caso já é abuso… — ela falou, meio brincando, meio reclamando.
— Mas lembra quem me provocou no chuveiro…
— Tá bom, mas você já parece aquele coelhinho das pilhas Duracell…
Talvez eu tenha exagerado com ela, mas mesmo que pareça idiota, machista e sem noção a comparação: eu tava igual um garoto com um brinquedo novo… não me cansava dela… não queria soltar… tava enfeitiçado, encantado, extasiado com a Mili, com a silhueta gostosa dela, a entrega quente, a personalidade divertida. Não soube como falar na hora, só disse:
— É que você me deixa assim… — expliquei e beijei o pescoço dela de novo. Nessa altura, já via que essa carícia não tava fazendo tanto efeito como antes, ela só sorria com carinho.
— Não, não vai colar… depois dessa noite, fiquei imune às suas manhas… — ela falou, toda engraçada.
Naquelas condições, minha jogada não funcionava. Acho que primeiro eu tinha que dar uma incentivada nela e, se ainda ficasse meio relutante, beijar o pescoço dava o toque final… só em caso de emergência, em situações extremas eu usaria essa tática, não queria que a Mili ficasse imune àquela carícia. Na hora, tava cansado e com a virilha meio dolorida de tanto usar. Só queria zoar com a ideia:
— Sabe de uma coisa? Não gosto do número 6… vamos pro 7… — propus.
— Não… você vai chegar só no 7… mas sem mim… respondeu com uma careta de surpresa e cansaço.
Depois daquela conversa rápida, decidimos sair da cama, testemunha da iniciação anal da Mili e também do nosso último encontro. Ainda era cedo, mas o sol já espalhava sua luminosidade e calor com mais força.
A Mili pediu para tomar banho sozinha, não queria tentar a sorte, já se contentava com as 6 vezes que a gente transou naquele fim de semana. Além disso, o cu dela ficou vermelho, meio irritado, era compreensível que ela quisesse me afastar da tentação de chegar ao sétimo encontro sexual daquele fim de semana.
Tomei banho e, ao voltar pro meu quarto, vi a Mili vestida com a calça branca dela, mas com a minha camisa, tentando arrumar a blusa dela… uma coisa era ir pra minha casa mostrando um decote sugestivo, outra era voltar pra casa dela, na vista dos pais, que iam notar o estrago na blusa.
— Você tem agulha, linha e botões?... Não acho que meus pais… Ai… meus pais!… falei que ia fazer um trabalho, mas não avisei que ia ficar fora… eles devem estar preocupados… — disse com um ar de culpa.
— Se quiser, empresto meu telefone pra você ligar pra eles…
— Não, é muito cedo, vou mandar uma mensagem pro celular do meu pai… Se ele falar alguma coisa, vou dar a desculpa que foi culpa da rede telefônica que demorou pra enviar a mensagem…
Ela tirou o celular da bolsa e, ao olhar, a expressão mudou: primeiro foi surpresa pela quantidade de chamadas perdidas e mensagens… depois preocupação ao notar que todas eram dos pais… e no final uma certa decepção por não encontrar nenhuma do Javier… pelo visto, a amiguinha dele tinha deixado ele tão ocupado quanto eu mantive a Mili.
No começo, percebi o desconforto dela por aquela falta de atenção do Javier, mas depois pareceu não ligar, afinal, com o que rolou na minha casa, acho que ela já tinha se vingado o suficiente.
A gente se dedicou a costurar os botões da blusa dela, e embora tenha ficado bom, era óbvio que não eram os originais, além de ter alguns rasgos por causa do jeito bruto que eu tinha aberto a blusa dela no Banheiro da faculdade.
Não dava pra voltar pra casa daquele jeito. Mili lembrou da camisa polo da minha prima que viu no meu armário e decidiu usar, era melhor que a blusa dela. Como eu imaginava, ficou um pouco pequena e apertada, tipo um top. Como o sutiã dela, quebrado, tinha ficado no banheiro da faculdade, ela estava protegida só pela polo. Os mamilos dela mal cabiam ali.
Depois fomos tomar café da manhã. Dessa vez ela não se ofereceu pra limpar a mesa, tava com medo pela retaguarda dela. Enquanto eu limpava a mesa, ela lavava as xícaras.
De costas pra mim, ela terminava o serviço, os movimentos dela não eram tão sugestivos quanto quando limpou minha mesa, mas as curvas dela, aquela bunda… dava vontade de comer ela… simplesmente cheguei por trás e abracei ela…
— O que cê tá fazendo?... — protestou de brincadeira.
— Nada… gosto de te ver assim… prendada… — falei com carinho, sentindo a bunda carnuda dela perto da minha virilha.
— A gente não vai chegar na sétima… — me avisou, rindo.
Parece que Mili já tinha sentido o volume da minha virilha na bunda gostosa dela, mas mesmo assim não me afastei. Com certeza ela gostava que eu abraçasse ela daquele jeito, gostava de me sentir. Quando terminou o serviço:
— Valeu… — falei.
— Não, valeu você… por tudo… — respondeu, e virou o rosto. Entendi que queria um beijo e correspondi.
Ficamos uns segundos assim, até que ela sentiu meu pau endurecendo, aí se afastou…
— Não… deixa ele quieto… que vou me atrasar… meus pais devem estar preocupados… — disse se desculpando.
— Tá bom… — falei com voz de criança birrenta.
— Outra hora… — disse com carinho e me deu outro beijo.
Poxa, pensei que nossa história sexual ia acabar naquele dia, sabia que não devia criar muita expectativa, mas o comentário dela tava me deixando uma porta meio aberta, que eu devia tocar ou empurrar pra entrar… ela não tava me negando essa chance…
Ela se afastou, pegou a bolsa e, como me viu meio desanimado porque não chegamos ao sétimo encontro sexual, me pediu pra acompanhar ela. Pobre Mili, não sabia que o número Sete estava mais perto do que ela pensava.
Caminhamos pela minha sala, eu atrás dela observava maravilhado o balanço dos seus quadris, daquele andar provocante que ela exibia pra mim, sabia que eu tava olhando. Ela tava pronta pra sair e acabar com o martírio dela na minha casa… só que a vaidade dela pregou uma peça…
Perto da minha porta tem um espelho grande, em cima de um sofá. Minha mãe colocou ali porque queria dar uma última olhada na roupa ou no cabelo antes de sair, coisas de mulher… Mili não foi exceção a essa última conferida, fez uma parada final na frente do espelho… meu pau também tinha uma última parada de despedida reservada pra ela.
Ela se olhou no espelho, enquanto dava uns retoques finais na maquiagem, eu me posicionei atrás dela e abracei ela. Só que dessa vez meu pau tava mais duro do que nunca e se encaixava entre as bundas redondas dela.
— Te falei que não vamos chegar no sete… — ela disse sem largar a bolsa procurando os trecos de maquiagem, mas senti que ela empinou um pouco a bunda, não sei se por alerta ou pela fascinação que sentia com meu pau duro tentando separar as bundas gordas dela.
— Só tô te abraçando… — me desculpei sem parar de pressionar meu volume na racha dela.
Agora minhas mãos puxavam a cintura dela pra mim, empurrando a bunda dela contra minha virilha. Ela não reclamava, continuava mais preocupada com a aparência. Beijei o pescoço dela, pelo espelho vi que agora sim tava fazendo efeito, ela semicerrrou os olhos, por um momento esqueceu a maquiagem, depois voltou a si:
— Não, Danny, já chega… olha que tive que passar creme hidratante pra aliviar a ardência que tava… — protestou com um jeitinho meigo.
— Desculpa… é que não consigo te largar… se quiser te dou um pote inteiro de creme hidratante… eu mesmo passo em você… — falei num pedido engraçado.
— Ai… você é terrível… — disse cedendo um pouco, mas se fez de difícil de novo: — já é tarde… seus pais vão chegar.
Em outros tempos isso teria feito minha ereção murchar, mas nessas… circunstâncias; sentir o corpo da Mili, essa desculpa não colava. Além disso, já eram quase oito horas, era muito cedo. Meus pais com certeza iam chegar mais tarde… falei, subindo minhas mãos pela barriga dela em busca dos peitos dela.
Tem certeza?... perguntou Mili, recuando na recusa, mas avançando na pressão que a bunda dela fazia contra mim.
Minhas mãos já não seguravam nem apertavam a cintura dela contra minha virilha, mas o rabo dela continuava empurrando contra meu pau. Mili tava fazendo isso por vontade própria, tava sentindo meu pau duro entre as bundas suculentas dela e tava adorando, queria sentir mais perto, se abrindo mais, e por isso não parava de fazer pressão. Meus dedos massageavam os peitos dela por cima do pano, sentindo a agitação crescente dela.
Tenho certeza de que eles vão chegar daqui a umas duas horas…
Não… eles podem nos pegar… respondeu, mas essa ideia aumentava a adrenalina da situação, pelo tom da voz dela eu senti.
Não importa… falei perto do ouvido dela, beijando atrás da orelha.
Ela tremeu, a cabeça dela foi pra trás, enquanto deixava minhas mãos e meu pau esfregarem nela por cima da roupa. Talvez a ideia do sétimo encontro não desagradasse tanto ela, afinal… ou era a vingança final dela por não receber ligação nem recado nenhum do corno do namorado dela.
Não devemos fazer isso… podem nos ver… dizia, visivelmente excitada, passava a mão por trás, tocando minha cintura, segurando e empurrando de vez em quando contra o corpo dela.
As cortinas tão fechadas, na rua não tem ninguém… falei.
Ela não respondia nada, mas eu sentia o calor do corpo dela, o jeito como procurava roçar minha virilha com os quadris dela… não se afastava, me procurava… levei isso como um sinal de aprovação.
Desci uma das minhas mãos até a cintura dela e, como pude, comecei a baixar a calça apertada dela de um lado… ela pegou minha mão pra impedir… mas não ofereceu muita resistência… beijei o pescoço dela, ela mexeu a cabeça nervosamente, com os olhos fechados… agora a mão dela me ajudava a baixar a calça dela… Ayyy… Por que eu faço isso?... se perguntava Mili, surpresa com a própria atitude, com aquela ansiedade de ser penetrada de novo.
A calça justa e a pequena tanga dela deixavam escapar as nádegas, que pareciam mais empinadas. A mão dela, por cima da minha calça, massageava meu pau, e ela sorria ao sentir ele duro… sabia que ela, o corpo dela, os gestos dela provocavam aquelas ereções constantes… naquele momento, não dava pra saber quem era o escravo e quem era o dono… quem abusava de quem… talvez nós dois fôssemos vítimas das circunstâncias…
Tira isso agora… ela pedia, se referindo à minha calça.
Não precisei que pedisse duas vezes, abaixei o mais rápido que pude, meu pau saltou pra fora e praticamente bateu na bunda dela. Ela se surpreendeu ao sentir a rigidez, e eu me surpreendi ao sentir a firmeza das nádegas dela contra meu pau dolorido.
Ao sentir aquilo, Mili se inclinou um pouco, pensei que queria ser penetrada, mas notei que a calça dela ainda estava acima do púbis. Mesmo assim, quando se inclinou, o pau roçou o cu dela… um leve gemido de dor escapou dos lábios dela… a mão dela me afastou, queria que eu deixasse ela abaixar a calça…
Não seja desesperado… ela me repreendeu.
Quando a calça dela chegou na altura dos joelhos, não aguentei e meti o pau pra frente. Mili tentou reagir, pular no sofá, mas foi tarde demais, com as pernas ainda presas pela calça, a tentativa dela de pular no móvel não deu certo, ela acabou batendo os joelhos e caindo pra trás… onde meu pau, ansioso e estoicamente ereto, esperava por ela…
Ayyy… uhmmm… Ela exclamou, surpresa com a brusquidão da ação e a certeza do meu instinto em acertar o buraco dela.
Quis acreditar que meu pau tinha entrado no cu dela, mas pela forma rápida que praticamente deslizou pra dentro, a lubrificação era da própria buceta dela, além disso, pela expressão dela, notei que a dor não era de uma penetração anal.
Mili tinha metade do pau enfiado na buceta molhada dela, as costas dela se contraíram um pouco com o impacto, os dedos dela arranhavam o Apoiando no sofá.
Contigo nunca se… ahhh… ahhh…
Não deixei ela reclamar, só peguei na cintura fina dela e comecei a puxar e empurrar aquelas cadeironas. Os lábios da buceta dela, pouco usados naquela noite, apertavam com gosto meu pau... agradecidos por eu finalmente lembrar deles…
Como isso é bom… uhmmm… dizia a Mili.
Agora minhas cadeiras empurravam pra frente e a bunda dela quicava na minha virilha. Com o tronco inclinado pra frente e as mãos apoiadas no móvel, ela aguentava minhas investidas. Pelo espelho na minha frente, via a Mili de olhos fechados e mordendo o lábio (talvez pra não ser ouvida na rua) aproveitando meu trabalho, a blusa justa dela subia com o vai e vem do corpo… aquela bunda gorda vibrava no meu ritmo…
Ahhh sim… assim… ahhhh… mais… pedia a Mili.
Agora eu puxava e empurrava com mais força, o percurso era maior… meus olhos se fixaram na racha dela, do jeito que abria e fechava quando meu pau entrava e saía… vi o cu dela… rosado igual ao creme que tinham passado… sabia que não devia… mas…
Abaixa bem a calça… falei, praticamente ordenei, tirando meu pau e me afastando um pouco pra deixar ela agir.
Com a cara ardendo, ela me olhou pelo espelho, não hesitou em me obedecer, abaixou a calça branca e a calcinha fio dental o mais rápido que pôde, nem ligou de sujar no chão. Tava tão excitada, achava que aquele pedido era pra mudar de posição, que ia deixar ela entrar na brincadeira…
Ela se inclinou pra soltar uma das pernas da calça, aproveitei essa distração, essa inclinação que deixava o cu dela na minha altura, pra enfiar meu pau naquele buraquinho.
Aiiii… porra… auuu… berrou de dor.
Num reflexo, tentou fugir, subiu no sofá, mas eu fui atrás, não deu mais pra escapar… ajoelhada no sofá, com o corpo duro de dor, os braços apoiados no encosto, as mãos fechadas, o rosto vermelho e sofrido… e claro, um quarto do meu pau naquele cuzinho ferrado. Ano…
Ayayay… você é uma merd… auuuu… agora sim você arrombou meu cuuuu… ayyy… disse soluçando, apoiando a testa no encosto do sofá, não deixaria que ela visse seu sofrimento pelo espelho.
Meu pau também sofreu as consequências, quase senti ele entortar nesse movimento brusco… mas tive minha recompensa… Mili estava presa entre meu corpo, o sofá, o espelho, a parede… não poderia fugir… estava encurralada… eu tinha seu buraco quente e sua bunda enorme à minha disposição…
Ayyy… meu cuzinho… auuuu… ela reclamava.
Sei que o meu já beirava a loucura, era uma obsessão por possuí-la daquele jeito… estava brincando com fogo, talvez depois daquele ato anal brutal Mili se afastasse de vez de mim, talvez fosse o melhor, afinal depois que ela saísse pela minha porta não era certo que a nossa história continuasse… ou talvez fosse um reflexo do meu subconsciente, queria arrombar o cu dela pra que ninguém mais lhe desse aquele prazer obscuro que eu fiz ela descobrir… muito menos o idiota do Javier… pensar nisso me enfureceu…
Não… não… não faz isso… ayyy…
A primeira penetração forçada tinha acabado, estava começando a última foda anal na minha casa… era quase um estupro… ouvia seus lamentos e pedidos mas não parava, sem muita resistência da parte dela e dominando sua cintura, continuava enfiando meu pau com mais força… enquanto suas costas se contraíam a cada estocada, ela levantou o rosto, sofrimento, fúria, se viam na sua expressão…
Uyyy… ouchhh… Você gosta, né?... auuuu… com certeza a frígida da sua namorada não te satisfaz tanto… ayyy… disse com a voz entrecortada, possuída pela raiva, talvez já não ligasse se ouvissem lá fora.
Cala a boca!… ordenei e dei um tapa nas nádegas trêmulas dela.
Tomada pela raiva daquela cavalgada anal forçada, ela tentava se vingar com palavras, me machucar daquele jeito. Ela não sabia que isso também me encheria de ira e que o cu dela pagaria as consequências… esqueci o quanto as penetrações eram ásperas e dolorosas, só aumentei ritmo de forma impiedosa…
Aii… ahhh… ahhh… ela se queixava, gemia enlouquecida.
Pela fúria que tinha me soltado, nem percebi que as costas dela, antes rígidas aguentando minhas investidas, agora se arqueavam, ela tinha aberto mais as pernas e empinado a bunda, tentando receber meu pau até o fundo. Ela também começava a curtir esse ato anal insano…
Viu… Cê gosta, né? Será que ele te faz gozar assim?... eu provoquei, enraivecido.
Feito amantes ciumentos, a gente se cobrava pelos nossos outros casos, talvez naquela transa selvagem a gente tava extravasando toda a tensão daquela relação ainda indefinida.
Não… não… uhhmmmm… ahhh… gemia a Mili, quase sem fôlego.
Não o quê?... Não gosta? O Javier não te faz gozar assim?... eu respondi, louco.
O rosto dela, que antes se escondia, tentando não me ver no espelho, finalmente encarou… a cara vermelha de tão agitada que a gente tava, a expressão não era de dor, era de prazer, de um prazer obscuro…
Ahhh… Gosto, sim… uhmmm… ela disse, com um tom de loucura.
O que mais?... eu exigi, dando mais um tapa na bunda gorda dela.
Agora ela cavalgava com mais força, e mesmo sentindo que ela tava quase desmaiando, a Mili empurrava a bunda volumosa contra mim, quicando na minha virilha com fúria… o som daquela batida, os tapas que eu dava, meus ofegos, os gemidos dela, nossos gritos exaltados… a gente ia dar sorte se ninguém nos ouvisse, e pelo barulho selvagem, qualquer freguês podia até chamar a polícia, achando que era um estupro… mas a gente não tava nem aí, a Mili mal respirava pra gemer, não conseguia formar palavras… ou não queria me dar razão nas minhas perguntas… até que, finalmente…
Uhhhmmmm… Não… ninguém… ahhh… ninguém me fode como você… ahhh… ela disse, virando o rosto enquanto o corpo tremia com minhas investidas brutais, queria me confessar isso olhando nos meus olhos.
Me encheu de satisfação ouvir aquilo, mas não quis diminuir o suplício que tava dando pra ela, acariciei as costas dela, ela se conforto... mas eu quis ver tremer seus seios, seu vestido apertado arregaçado por cima dos peitos...
Ahhh... ohhh... uhhmmmm..
Ela me olhou surpresa pelo espelho, não podia acreditar que meu vigor fazia os peitos dela pularem daquele jeito, por vezes uma expressão de doce sofrimento, depois desfalecendo, mas voltava a ser apaixonada... excitação total, à beira do clímax...
Acaba... acaba comigo... ohhh... ahhh
Me sentindo prestes a terminar aquele encontro brutal, minhas mãos largaram sua cintura, que ia e vinha se castigando sozinha, e as coloquei sobre seus ombros, para empurrar com mais força o corpo dela contra o meu, enquanto meu pau com ritmo insano entrava e saía do cu dela...
Ahhhh... jáaa... Uhmmmm... ufff... exclamei sendo invadida por um orgasmo brutal.
A coluna dela se contraía enquanto meu pau cuspia sêmen pela sétima vez em suas intimidades ardentes. A racha do cu dela ficou escancarada, suas nádegas carnudas amassadas contra minha virilha.
Exausto, me inclinei sobre ela, minhas mãos soltaram seus ombros e foram para os seios dela que ainda tremiam de prazer, sentia sua respiração ofegante... Mili se apoiava com os cotovelos no móvel... com expressão extasiada agradecia minhas carícias nos melões dela, ainda respirava acelerado pela boca....
Quando a respiração dela voltou ao normal, ela virou, ainda com meu pau no cu dela, os peitos nus e com expressão apaixonada, me pegou pela borda da minha camisa, me puxou... eu a beijei....
Não quero ser só aquela que você come toda vez que tem vontade, entendeu?... ela disse angustiada me olhando com desejo, ternura.
Não queria que ele a visse como sua puta pessoal, aquela que só usava para aliviar seus desejos carnais. Era evidente que ela não queria ser tratada só como objeto, como um corpo que sabia que despertava muitas paixões doentias nos homens, ela queria algo mais... um relacionamento amoroso talvez..
Você vai terminar com ela?... ela perguntou, quase implorou.
Não soube o que responder... uma coisa era o carinho de um relacionamento como o que eu tinha com Viviana... outra coisa era o sexo louco, o prazer levado ao extremo que eu sentia com a Mili... talvez com a Mili eu também pudesse chegar naqueles momentos gostosos de um relacionamento de namorados, naquela convivência harmoniosa... na hora, não soube o que dizer... e fui salvo por um instante...
O som da porta da minha garagem se abrindo... alguém tinha acionado pelo controle remoto... O carro dos meus velhos... Eles estavam perto...
Temos que nos ajeitar... falei enquanto ouvia o motor de um carro se aproximando.
Me responde... ela exigiu, quase soluçando, puxando minha camisa.
Tá bom... vou responder... falei, olhando fixo pra ela. Nessa hora, o carro entrou na minha garagem...
Ela sorriu com um certo alívio, alegria... me deu outro beijo... aí eu afastei ela rapidinho... ouvi o motor do carro desligando... eles estavam prestes a descer...
Como um garoto com um brinquedo novo
Depois de alguns minutos de beijos e carícias, a gente se afastou, ainda cansados mas sem sono. Os dois deitados de lado, frente a frente, só se olhando e sorrindo. A gente se recusava a dar fim àquele momento mágico. Só ela teve coragem de perguntar:
— Cê acha que isso é normal? Sabe, fazer tantas vezes numa noite…
— Bom, acho que no começo é assim… a gente fica igual coelho… em todo lugar que dá e em toda posição que dá… Isso nunca aconteceu com você antes?…
— Esse negócio de ficar assim… talvez 2 ou 3 vezes, quem sabe 4 seja meu recorde… mas não 6 vezes numa noite!… O seu caso já é abuso… — ela falou, meio brincando, meio reclamando.
— Mas lembra quem me provocou no chuveiro…
— Tá bom, mas você já parece aquele coelhinho das pilhas Duracell…
Talvez eu tenha exagerado com ela, mas mesmo que pareça idiota, machista e sem noção a comparação: eu tava igual um garoto com um brinquedo novo… não me cansava dela… não queria soltar… tava enfeitiçado, encantado, extasiado com a Mili, com a silhueta gostosa dela, a entrega quente, a personalidade divertida. Não soube como falar na hora, só disse:
— É que você me deixa assim… — expliquei e beijei o pescoço dela de novo. Nessa altura, já via que essa carícia não tava fazendo tanto efeito como antes, ela só sorria com carinho.
— Não, não vai colar… depois dessa noite, fiquei imune às suas manhas… — ela falou, toda engraçada.
Naquelas condições, minha jogada não funcionava. Acho que primeiro eu tinha que dar uma incentivada nela e, se ainda ficasse meio relutante, beijar o pescoço dava o toque final… só em caso de emergência, em situações extremas eu usaria essa tática, não queria que a Mili ficasse imune àquela carícia. Na hora, tava cansado e com a virilha meio dolorida de tanto usar. Só queria zoar com a ideia:
— Sabe de uma coisa? Não gosto do número 6… vamos pro 7… — propus.
— Não… você vai chegar só no 7… mas sem mim… respondeu com uma careta de surpresa e cansaço.
Depois daquela conversa rápida, decidimos sair da cama, testemunha da iniciação anal da Mili e também do nosso último encontro. Ainda era cedo, mas o sol já espalhava sua luminosidade e calor com mais força.
A Mili pediu para tomar banho sozinha, não queria tentar a sorte, já se contentava com as 6 vezes que a gente transou naquele fim de semana. Além disso, o cu dela ficou vermelho, meio irritado, era compreensível que ela quisesse me afastar da tentação de chegar ao sétimo encontro sexual daquele fim de semana.
Tomei banho e, ao voltar pro meu quarto, vi a Mili vestida com a calça branca dela, mas com a minha camisa, tentando arrumar a blusa dela… uma coisa era ir pra minha casa mostrando um decote sugestivo, outra era voltar pra casa dela, na vista dos pais, que iam notar o estrago na blusa.
— Você tem agulha, linha e botões?... Não acho que meus pais… Ai… meus pais!… falei que ia fazer um trabalho, mas não avisei que ia ficar fora… eles devem estar preocupados… — disse com um ar de culpa.
— Se quiser, empresto meu telefone pra você ligar pra eles…
— Não, é muito cedo, vou mandar uma mensagem pro celular do meu pai… Se ele falar alguma coisa, vou dar a desculpa que foi culpa da rede telefônica que demorou pra enviar a mensagem…
Ela tirou o celular da bolsa e, ao olhar, a expressão mudou: primeiro foi surpresa pela quantidade de chamadas perdidas e mensagens… depois preocupação ao notar que todas eram dos pais… e no final uma certa decepção por não encontrar nenhuma do Javier… pelo visto, a amiguinha dele tinha deixado ele tão ocupado quanto eu mantive a Mili.
No começo, percebi o desconforto dela por aquela falta de atenção do Javier, mas depois pareceu não ligar, afinal, com o que rolou na minha casa, acho que ela já tinha se vingado o suficiente.
A gente se dedicou a costurar os botões da blusa dela, e embora tenha ficado bom, era óbvio que não eram os originais, além de ter alguns rasgos por causa do jeito bruto que eu tinha aberto a blusa dela no Banheiro da faculdade.
Não dava pra voltar pra casa daquele jeito. Mili lembrou da camisa polo da minha prima que viu no meu armário e decidiu usar, era melhor que a blusa dela. Como eu imaginava, ficou um pouco pequena e apertada, tipo um top. Como o sutiã dela, quebrado, tinha ficado no banheiro da faculdade, ela estava protegida só pela polo. Os mamilos dela mal cabiam ali.
Depois fomos tomar café da manhã. Dessa vez ela não se ofereceu pra limpar a mesa, tava com medo pela retaguarda dela. Enquanto eu limpava a mesa, ela lavava as xícaras.
De costas pra mim, ela terminava o serviço, os movimentos dela não eram tão sugestivos quanto quando limpou minha mesa, mas as curvas dela, aquela bunda… dava vontade de comer ela… simplesmente cheguei por trás e abracei ela…
— O que cê tá fazendo?... — protestou de brincadeira.
— Nada… gosto de te ver assim… prendada… — falei com carinho, sentindo a bunda carnuda dela perto da minha virilha.
— A gente não vai chegar na sétima… — me avisou, rindo.
Parece que Mili já tinha sentido o volume da minha virilha na bunda gostosa dela, mas mesmo assim não me afastei. Com certeza ela gostava que eu abraçasse ela daquele jeito, gostava de me sentir. Quando terminou o serviço:
— Valeu… — falei.
— Não, valeu você… por tudo… — respondeu, e virou o rosto. Entendi que queria um beijo e correspondi.
Ficamos uns segundos assim, até que ela sentiu meu pau endurecendo, aí se afastou…
— Não… deixa ele quieto… que vou me atrasar… meus pais devem estar preocupados… — disse se desculpando.
— Tá bom… — falei com voz de criança birrenta.
— Outra hora… — disse com carinho e me deu outro beijo.
Poxa, pensei que nossa história sexual ia acabar naquele dia, sabia que não devia criar muita expectativa, mas o comentário dela tava me deixando uma porta meio aberta, que eu devia tocar ou empurrar pra entrar… ela não tava me negando essa chance…
Ela se afastou, pegou a bolsa e, como me viu meio desanimado porque não chegamos ao sétimo encontro sexual, me pediu pra acompanhar ela. Pobre Mili, não sabia que o número Sete estava mais perto do que ela pensava.
Caminhamos pela minha sala, eu atrás dela observava maravilhado o balanço dos seus quadris, daquele andar provocante que ela exibia pra mim, sabia que eu tava olhando. Ela tava pronta pra sair e acabar com o martírio dela na minha casa… só que a vaidade dela pregou uma peça…
Perto da minha porta tem um espelho grande, em cima de um sofá. Minha mãe colocou ali porque queria dar uma última olhada na roupa ou no cabelo antes de sair, coisas de mulher… Mili não foi exceção a essa última conferida, fez uma parada final na frente do espelho… meu pau também tinha uma última parada de despedida reservada pra ela.
Ela se olhou no espelho, enquanto dava uns retoques finais na maquiagem, eu me posicionei atrás dela e abracei ela. Só que dessa vez meu pau tava mais duro do que nunca e se encaixava entre as bundas redondas dela.
— Te falei que não vamos chegar no sete… — ela disse sem largar a bolsa procurando os trecos de maquiagem, mas senti que ela empinou um pouco a bunda, não sei se por alerta ou pela fascinação que sentia com meu pau duro tentando separar as bundas gordas dela.
— Só tô te abraçando… — me desculpei sem parar de pressionar meu volume na racha dela.
Agora minhas mãos puxavam a cintura dela pra mim, empurrando a bunda dela contra minha virilha. Ela não reclamava, continuava mais preocupada com a aparência. Beijei o pescoço dela, pelo espelho vi que agora sim tava fazendo efeito, ela semicerrrou os olhos, por um momento esqueceu a maquiagem, depois voltou a si:
— Não, Danny, já chega… olha que tive que passar creme hidratante pra aliviar a ardência que tava… — protestou com um jeitinho meigo.
— Desculpa… é que não consigo te largar… se quiser te dou um pote inteiro de creme hidratante… eu mesmo passo em você… — falei num pedido engraçado.
— Ai… você é terrível… — disse cedendo um pouco, mas se fez de difícil de novo: — já é tarde… seus pais vão chegar.
Em outros tempos isso teria feito minha ereção murchar, mas nessas… circunstâncias; sentir o corpo da Mili, essa desculpa não colava. Além disso, já eram quase oito horas, era muito cedo. Meus pais com certeza iam chegar mais tarde… falei, subindo minhas mãos pela barriga dela em busca dos peitos dela.
Tem certeza?... perguntou Mili, recuando na recusa, mas avançando na pressão que a bunda dela fazia contra mim.
Minhas mãos já não seguravam nem apertavam a cintura dela contra minha virilha, mas o rabo dela continuava empurrando contra meu pau. Mili tava fazendo isso por vontade própria, tava sentindo meu pau duro entre as bundas suculentas dela e tava adorando, queria sentir mais perto, se abrindo mais, e por isso não parava de fazer pressão. Meus dedos massageavam os peitos dela por cima do pano, sentindo a agitação crescente dela.
Tenho certeza de que eles vão chegar daqui a umas duas horas…
Não… eles podem nos pegar… respondeu, mas essa ideia aumentava a adrenalina da situação, pelo tom da voz dela eu senti.
Não importa… falei perto do ouvido dela, beijando atrás da orelha.
Ela tremeu, a cabeça dela foi pra trás, enquanto deixava minhas mãos e meu pau esfregarem nela por cima da roupa. Talvez a ideia do sétimo encontro não desagradasse tanto ela, afinal… ou era a vingança final dela por não receber ligação nem recado nenhum do corno do namorado dela.
Não devemos fazer isso… podem nos ver… dizia, visivelmente excitada, passava a mão por trás, tocando minha cintura, segurando e empurrando de vez em quando contra o corpo dela.
As cortinas tão fechadas, na rua não tem ninguém… falei.
Ela não respondia nada, mas eu sentia o calor do corpo dela, o jeito como procurava roçar minha virilha com os quadris dela… não se afastava, me procurava… levei isso como um sinal de aprovação.
Desci uma das minhas mãos até a cintura dela e, como pude, comecei a baixar a calça apertada dela de um lado… ela pegou minha mão pra impedir… mas não ofereceu muita resistência… beijei o pescoço dela, ela mexeu a cabeça nervosamente, com os olhos fechados… agora a mão dela me ajudava a baixar a calça dela… Ayyy… Por que eu faço isso?... se perguntava Mili, surpresa com a própria atitude, com aquela ansiedade de ser penetrada de novo.
A calça justa e a pequena tanga dela deixavam escapar as nádegas, que pareciam mais empinadas. A mão dela, por cima da minha calça, massageava meu pau, e ela sorria ao sentir ele duro… sabia que ela, o corpo dela, os gestos dela provocavam aquelas ereções constantes… naquele momento, não dava pra saber quem era o escravo e quem era o dono… quem abusava de quem… talvez nós dois fôssemos vítimas das circunstâncias…
Tira isso agora… ela pedia, se referindo à minha calça.
Não precisei que pedisse duas vezes, abaixei o mais rápido que pude, meu pau saltou pra fora e praticamente bateu na bunda dela. Ela se surpreendeu ao sentir a rigidez, e eu me surpreendi ao sentir a firmeza das nádegas dela contra meu pau dolorido.
Ao sentir aquilo, Mili se inclinou um pouco, pensei que queria ser penetrada, mas notei que a calça dela ainda estava acima do púbis. Mesmo assim, quando se inclinou, o pau roçou o cu dela… um leve gemido de dor escapou dos lábios dela… a mão dela me afastou, queria que eu deixasse ela abaixar a calça…
Não seja desesperado… ela me repreendeu.
Quando a calça dela chegou na altura dos joelhos, não aguentei e meti o pau pra frente. Mili tentou reagir, pular no sofá, mas foi tarde demais, com as pernas ainda presas pela calça, a tentativa dela de pular no móvel não deu certo, ela acabou batendo os joelhos e caindo pra trás… onde meu pau, ansioso e estoicamente ereto, esperava por ela…
Ayyy… uhmmm… Ela exclamou, surpresa com a brusquidão da ação e a certeza do meu instinto em acertar o buraco dela.
Quis acreditar que meu pau tinha entrado no cu dela, mas pela forma rápida que praticamente deslizou pra dentro, a lubrificação era da própria buceta dela, além disso, pela expressão dela, notei que a dor não era de uma penetração anal.
Mili tinha metade do pau enfiado na buceta molhada dela, as costas dela se contraíram um pouco com o impacto, os dedos dela arranhavam o Apoiando no sofá.
Contigo nunca se… ahhh… ahhh…
Não deixei ela reclamar, só peguei na cintura fina dela e comecei a puxar e empurrar aquelas cadeironas. Os lábios da buceta dela, pouco usados naquela noite, apertavam com gosto meu pau... agradecidos por eu finalmente lembrar deles…
Como isso é bom… uhmmm… dizia a Mili.
Agora minhas cadeiras empurravam pra frente e a bunda dela quicava na minha virilha. Com o tronco inclinado pra frente e as mãos apoiadas no móvel, ela aguentava minhas investidas. Pelo espelho na minha frente, via a Mili de olhos fechados e mordendo o lábio (talvez pra não ser ouvida na rua) aproveitando meu trabalho, a blusa justa dela subia com o vai e vem do corpo… aquela bunda gorda vibrava no meu ritmo…
Ahhh sim… assim… ahhhh… mais… pedia a Mili.
Agora eu puxava e empurrava com mais força, o percurso era maior… meus olhos se fixaram na racha dela, do jeito que abria e fechava quando meu pau entrava e saía… vi o cu dela… rosado igual ao creme que tinham passado… sabia que não devia… mas…
Abaixa bem a calça… falei, praticamente ordenei, tirando meu pau e me afastando um pouco pra deixar ela agir.
Com a cara ardendo, ela me olhou pelo espelho, não hesitou em me obedecer, abaixou a calça branca e a calcinha fio dental o mais rápido que pôde, nem ligou de sujar no chão. Tava tão excitada, achava que aquele pedido era pra mudar de posição, que ia deixar ela entrar na brincadeira…
Ela se inclinou pra soltar uma das pernas da calça, aproveitei essa distração, essa inclinação que deixava o cu dela na minha altura, pra enfiar meu pau naquele buraquinho.
Aiiii… porra… auuu… berrou de dor.
Num reflexo, tentou fugir, subiu no sofá, mas eu fui atrás, não deu mais pra escapar… ajoelhada no sofá, com o corpo duro de dor, os braços apoiados no encosto, as mãos fechadas, o rosto vermelho e sofrido… e claro, um quarto do meu pau naquele cuzinho ferrado. Ano…
Ayayay… você é uma merd… auuuu… agora sim você arrombou meu cuuuu… ayyy… disse soluçando, apoiando a testa no encosto do sofá, não deixaria que ela visse seu sofrimento pelo espelho.
Meu pau também sofreu as consequências, quase senti ele entortar nesse movimento brusco… mas tive minha recompensa… Mili estava presa entre meu corpo, o sofá, o espelho, a parede… não poderia fugir… estava encurralada… eu tinha seu buraco quente e sua bunda enorme à minha disposição…
Ayyy… meu cuzinho… auuuu… ela reclamava.
Sei que o meu já beirava a loucura, era uma obsessão por possuí-la daquele jeito… estava brincando com fogo, talvez depois daquele ato anal brutal Mili se afastasse de vez de mim, talvez fosse o melhor, afinal depois que ela saísse pela minha porta não era certo que a nossa história continuasse… ou talvez fosse um reflexo do meu subconsciente, queria arrombar o cu dela pra que ninguém mais lhe desse aquele prazer obscuro que eu fiz ela descobrir… muito menos o idiota do Javier… pensar nisso me enfureceu…
Não… não… não faz isso… ayyy…
A primeira penetração forçada tinha acabado, estava começando a última foda anal na minha casa… era quase um estupro… ouvia seus lamentos e pedidos mas não parava, sem muita resistência da parte dela e dominando sua cintura, continuava enfiando meu pau com mais força… enquanto suas costas se contraíam a cada estocada, ela levantou o rosto, sofrimento, fúria, se viam na sua expressão…
Uyyy… ouchhh… Você gosta, né?... auuuu… com certeza a frígida da sua namorada não te satisfaz tanto… ayyy… disse com a voz entrecortada, possuída pela raiva, talvez já não ligasse se ouvissem lá fora.
Cala a boca!… ordenei e dei um tapa nas nádegas trêmulas dela.
Tomada pela raiva daquela cavalgada anal forçada, ela tentava se vingar com palavras, me machucar daquele jeito. Ela não sabia que isso também me encheria de ira e que o cu dela pagaria as consequências… esqueci o quanto as penetrações eram ásperas e dolorosas, só aumentei ritmo de forma impiedosa…
Aii… ahhh… ahhh… ela se queixava, gemia enlouquecida.
Pela fúria que tinha me soltado, nem percebi que as costas dela, antes rígidas aguentando minhas investidas, agora se arqueavam, ela tinha aberto mais as pernas e empinado a bunda, tentando receber meu pau até o fundo. Ela também começava a curtir esse ato anal insano…
Viu… Cê gosta, né? Será que ele te faz gozar assim?... eu provoquei, enraivecido.
Feito amantes ciumentos, a gente se cobrava pelos nossos outros casos, talvez naquela transa selvagem a gente tava extravasando toda a tensão daquela relação ainda indefinida.
Não… não… uhhmmmm… ahhh… gemia a Mili, quase sem fôlego.
Não o quê?... Não gosta? O Javier não te faz gozar assim?... eu respondi, louco.
O rosto dela, que antes se escondia, tentando não me ver no espelho, finalmente encarou… a cara vermelha de tão agitada que a gente tava, a expressão não era de dor, era de prazer, de um prazer obscuro…
Ahhh… Gosto, sim… uhmmm… ela disse, com um tom de loucura.
O que mais?... eu exigi, dando mais um tapa na bunda gorda dela.
Agora ela cavalgava com mais força, e mesmo sentindo que ela tava quase desmaiando, a Mili empurrava a bunda volumosa contra mim, quicando na minha virilha com fúria… o som daquela batida, os tapas que eu dava, meus ofegos, os gemidos dela, nossos gritos exaltados… a gente ia dar sorte se ninguém nos ouvisse, e pelo barulho selvagem, qualquer freguês podia até chamar a polícia, achando que era um estupro… mas a gente não tava nem aí, a Mili mal respirava pra gemer, não conseguia formar palavras… ou não queria me dar razão nas minhas perguntas… até que, finalmente…
Uhhhmmmm… Não… ninguém… ahhh… ninguém me fode como você… ahhh… ela disse, virando o rosto enquanto o corpo tremia com minhas investidas brutais, queria me confessar isso olhando nos meus olhos.
Me encheu de satisfação ouvir aquilo, mas não quis diminuir o suplício que tava dando pra ela, acariciei as costas dela, ela se conforto... mas eu quis ver tremer seus seios, seu vestido apertado arregaçado por cima dos peitos...
Ahhh... ohhh... uhhmmmm..
Ela me olhou surpresa pelo espelho, não podia acreditar que meu vigor fazia os peitos dela pularem daquele jeito, por vezes uma expressão de doce sofrimento, depois desfalecendo, mas voltava a ser apaixonada... excitação total, à beira do clímax...
Acaba... acaba comigo... ohhh... ahhh
Me sentindo prestes a terminar aquele encontro brutal, minhas mãos largaram sua cintura, que ia e vinha se castigando sozinha, e as coloquei sobre seus ombros, para empurrar com mais força o corpo dela contra o meu, enquanto meu pau com ritmo insano entrava e saía do cu dela...
Ahhhh... jáaa... Uhmmmm... ufff... exclamei sendo invadida por um orgasmo brutal.
A coluna dela se contraía enquanto meu pau cuspia sêmen pela sétima vez em suas intimidades ardentes. A racha do cu dela ficou escancarada, suas nádegas carnudas amassadas contra minha virilha.
Exausto, me inclinei sobre ela, minhas mãos soltaram seus ombros e foram para os seios dela que ainda tremiam de prazer, sentia sua respiração ofegante... Mili se apoiava com os cotovelos no móvel... com expressão extasiada agradecia minhas carícias nos melões dela, ainda respirava acelerado pela boca....
Quando a respiração dela voltou ao normal, ela virou, ainda com meu pau no cu dela, os peitos nus e com expressão apaixonada, me pegou pela borda da minha camisa, me puxou... eu a beijei....
Não quero ser só aquela que você come toda vez que tem vontade, entendeu?... ela disse angustiada me olhando com desejo, ternura.
Não queria que ele a visse como sua puta pessoal, aquela que só usava para aliviar seus desejos carnais. Era evidente que ela não queria ser tratada só como objeto, como um corpo que sabia que despertava muitas paixões doentias nos homens, ela queria algo mais... um relacionamento amoroso talvez..
Você vai terminar com ela?... ela perguntou, quase implorou.
Não soube o que responder... uma coisa era o carinho de um relacionamento como o que eu tinha com Viviana... outra coisa era o sexo louco, o prazer levado ao extremo que eu sentia com a Mili... talvez com a Mili eu também pudesse chegar naqueles momentos gostosos de um relacionamento de namorados, naquela convivência harmoniosa... na hora, não soube o que dizer... e fui salvo por um instante...
O som da porta da minha garagem se abrindo... alguém tinha acionado pelo controle remoto... O carro dos meus velhos... Eles estavam perto...
Temos que nos ajeitar... falei enquanto ouvia o motor de um carro se aproximando.
Me responde... ela exigiu, quase soluçando, puxando minha camisa.
Tá bom... vou responder... falei, olhando fixo pra ela. Nessa hora, o carro entrou na minha garagem...
Ela sorriu com um certo alívio, alegria... me deu outro beijo... aí eu afastei ela rapidinho... ouvi o motor do carro desligando... eles estavam prestes a descer...
5 comentários - Arrombando a buceta da Mili parte 9
jaja moi bueno loko
te pasaste 🆒
kuidate
sebastian 🙎♂️
JAJJAAJAA
me inagine a triple H diciendo eso: Se me paró la pija!