Minha declaração no cinema

Bom, pessoal, depois de alguns meses usando o site, finalmente me animei e arrumei um tempinho pra postar meu primeiro relato. Apesar de não ser meu, me causou um baita riso. Curtam aí!

Vocês acreditam se eu disser que conheci minha namorada através de um correio do coração?

Pois é, vão ter que acreditar, porque foi exatamente assim. Um anúncio numa revista nos apresentou e já fazia duas semanas que a gente saía. Mas só como amigos, tá ligado? Tava claro que a gente ia acabar namorando, porque era óbvio que a gente se curtia. Claro que eu precisava tomar coragem pra dar o primeiro passo.

Pra um evento desses, escolhi o anonimato do cinema. Lá eu poderia dizer o que pensava sem que ela me visse corando.

Ela se chamava Brenda e era uma daquelas minas chamativas, sem preconceito pra mostrar o corpo nem nenhum trauma desse tipo. Isso me atraiu de cara, mesmo que às vezes me desse uma dor de cabeça.

A gente se encontrou no cinema e só de vê-la já comecei a ficar excitado. Ela tinha se arrumado pra me impactar, com aquelas botas pretas de couro até o joelho e aquela minissaia preta que eu adorava. Em cima, mal se cobria com um top de lycra que segurava aqueles peitões. O decote era incrível e deixava ver quase até os mamilos, mas a Bren tinha colocado um casaquinho preto que de vez em quando a cobria um pouco.

A gente se cumprimentou carinhosamente. Ver uma mulher daquelas do meu lado me deixou um pouquinho nervoso. Ela se movia com confiança e um ar fatal, atraindo o olhar de todo mundo sem se importar com nada. Ela me deu um sorriso contente, e eu me perguntei o que seria que atraía tanto duas pessoas tão diferentes. No fim das contas, as fofocas de velha têm razão quando dizem que os opostos se atraem.

Entramos na sala. Eu já tinha dito pra Bren que ia fazer uma proposta importante, e ela tinha ficado toda animada e receptiva. A gente combinou de se ver primeiro num cinema pra relaxar os nervos (os meus, claro; ela já me conhecia bem).

Era um sábado de madrugada e a... O filme era um daqueles eróticos e supostamente "sérios" que atraem tanto o público. Tinha me ocorrido levá-la lá para ir entrando no clima, mas não tinha contado com a quantidade impressionante de gente. A sala estava cheia. Completamente lotada.

Como não podia ser diferente, e em linha com a minha sorte habitual, nos coube um assento onde os espectadores da frente eram altíssimos. Não daria pra ver bem o filme quando apagassem as luzes; mas aquela noite isso não era tão importante.

— Depois você tem que me explicar por que me trouxe pra ver esse filme, safadinho...

Ela ia continuar falando, mas fomos interrompidos. Era um rapaz jovem e bonito que ficou de pé ao nosso lado, nos encarando. Estava sozinho.

Ele e Brenda trocaram um olhar por um segundo. O cara a devorou com os olhos. Sem mostrar nenhum tipo de preconceito nem respeito por Bren ou por mim, ele prendeu o olhar nos peitos que pareciam querer escapar do decote. Como estava em pé, calculo que ele viu bastante. Até bem mais do que eu veria por um tempo.

Quando Bren voltou a cabeça pra mim, seu rosto estava sorrindo. Igual ao do magrinho.

— Vocês estão sentados na minha poltrona... — concluiu o rapaz.

Olhamos os números e comparamos. O ingresso da Bren tinha a mesma localização que a do cara.

O problema era que no cinema não cabia um alfinete. Não dava pra gente se afastar uns assentos nem trocar de lugar.

O rapaz reclamou de novo o lugar dele e a situação ficou embaraçosa.

— Olha... — tentei dizer. — Nós estamos juntos e você está sozinho... Seria mais fácil conseguir um assento só.

Mas realmente não tinha, e o cara não aceitou.

Assim a noite estava se arruinando e eu já via que Bren e eu íamos ter que ir embora dali sem ver o filme. A noite ia começar mal.

Mas, felizmente, Bren teve aquela ideia maravilhosa.

— E bom, já que os dois temos a mesma poltrona... — ela sorriu de um jeito que até então nunca tinha visto ele fazer. - Por que a gente não senta os dois...?

Não entendi de primeira.

- Ele senta na poltrona e eu sento em cima dele... - ela explicou, piscando o olho de modo malicioso - Assim você não fica com meu peso e eu fico um pouquinho mais alta pra ver o filme...

Genial!, pensei. O magrelo ia ter que aguentar ela em cima por duas horas, bancando o peso e os cabelos dela; e desviando a cabeça dela toda hora pra conseguir ver alguma coisa. Se o magrelo topasse, Bren poderia ver o filme e talvez até ficasse com um tesãozinho. E isso me convinha ainda mais.

O magrelo sorriu de modo lobuno e Bren devolveu o sorriso. Havia um toque de sadismo naquele cruzamento de olhares que eu não peguei.

Mal o magrelo aprovou dizendo "tá bom", as luzes se apagaram.

Bren se levantou. Ajeitou um pouco a minissaia de couro e acomodou os peitos e o decote. Deixou eles mais empinados e o top deixou entrever o começo rosado dos mamilos.

O magrelo se sentou. Não acreditava no que estava vivendo. Bren era uma mulher escultural e estava prestes a apoiar a bunda maravilhosa dela no volume dele (porque na região dos genitais ele já tinha um volume enorme)

Bren ficou na frente dele, ainda de pé. Olhou pra ele e sorriu, igual o magrelo. O magrelo ajeitou o pau dentro da calça sem muito disfarce, mas como as luzes já estavam apagadas quase ninguém percebeu. Bren começou a sentar em cima dele. Enquanto descia, o magrelo a pegou pelas coxas e se certificou de que a bunda perfeita da minha futura esposa caísse bem em cima do pau dele, totalmente duro.

Bren sentou de um jeito meio exagerado. Inclinou tanto antes de sentar que praticamente colocou a bunda na cara dele. A minissaia de couro subiu e deixou metade das nádegas dela à mostra. A calcinha de renda branca ficou enterrada entre as bundas e o magrelo tinha tudo aquilo a uns quinze centímetros do rosto.

Enquanto os créditos começavam, o magrelo apoiou as duas mãos em cada coxa. A O Bren adorou.

Eu estava olhando pra tela e nem percebi. Quando o filme começou, o magrelo também. Movia as mãos suavemente, acariciando as coxas dela e respirando no pescoço. As mãos do magrelo iam cada vez mais pra trás, tentando aos poucos se aproximar da bunda. Já estavam entrando por baixo da minissaia de couro sem encontrar nenhum tipo de resistência.

Sentada no colo do magrelo, Bren conseguia ver bem. Às vezes perdia uns diálogos da legenda e tinha que se esticar um pouquinho. A safadinha, toda vez que se esticava, se apoiava em mim; e o magrelo aproveitava pra enfiar uma mão furtiva na bunda dela. Tentava fazer disfarçado, mas quando Bren se levantou quatro ou cinco vezes, as mãos do magrelo começaram a ficar mais tempo e a entrar mais fundo. Terminou enfiando a lateral da mão entre as nádegas e serrando pra alcançar áreas mais à frente. Cada vez que metia a pontinha de um dedo na porta do cu, Bren me agarrava pelo braço e me olhava feliz. Me sorria de um jeito estranho e dizia que o filme tava deixando ela um pouco excitada.

Eu achava que ela não tava vendo o filme. O magrelo se mexia debaixo dela cada vez com mais insistência e mais intensidade; e Bren me agarrava cada vez mais seguido.

As mãos do magrelo começaram a explorar outros terrenos. Pela cintura foram subindo devagar até encontrar a base dos peitos. Entraram por baixo e começaram a acariciar as tetas. Bren começou a suspirar cada vez mais seguido. A outra mão do magrelo continuava fuçando por baixo e já tava chegando na frente. A calcinha da minha futura namorada e esposa tava ficando toda molhada enquanto ela me agarrava e apertava meu braço.

Quando o magrelo colocou um dedo na buceta e começou a esfregar, Bren apertou meu braço tão forte que me fez virar pra ela. Vi ela meio perdida. Tinha os olhos fechados e mordia o lábio inferior.

— Bren, o que foi...?

Bren se... Ela ficou surpresa como se eu tivesse pegado ela "em flagrante" fazendo algo. O magrelo beijava seu pescoço por trás e apalpava seus seios e mamilos, e lá embaixo estava fazendo uma masturbação fenomenal. Bren não sabia bem o que me dizer. Ela tinha toda a intenção de "me fisgar" e formalizar comigo e não queria me perder. Só conseguiu dizer:

- É... é o filme... - ela me olhava como quem espera que não acreditem em nada. -... me excita muito e... - o magrelo tinha tirado os dedos da buceta e estava metendo um no cu dela. -...e... eu fico... estranha... - e acrescentou como para ver se eu finalmente me animava a dar o lance. -... eu perco o controle e... sou capaz de fazer... qualquer coisa...

Logicamente, isso me animou. Eu continuava sendo tímido até a estupidez, mas pelo menos declararia meu amor.

- Bren, eu...

Eu tinha começado, mas Bren justo estava se ajustando. Ela tinha se levantado para ver um pouco melhor e tinha puxado a calcinha para o ladinho. A linha das nádegas e a buceta ficaram expostas para qualquer coisa. O magrelo já tinha baixado o zíper em um movimento anterior e aproveitou que Bren se levantou um pouquinho para tirar o pau duro e empinado para fora.

Bren começou a descer. Ela ia se sentar novamente no colo do magrelo, mas o magrelo tinha colocado o pau antes do colo, e Bren se sentou enquanto abria as nádegas disfarçadamente.

A penetração foi limpa, perfeita. Bren enfiou o pau até a base de uma só vez e sentou. Soltou um forte suspiro enquanto me perguntava:

- O que... você... ia dizer...?

- Eu ia dizer que... - eu olhava para ela e para a tela ao mesmo tempo. Estava com muita vergonha. -... bom, que já faz duas semanas que saímos...

O magrelo tinha colocado suas mãos sob as nádegas de Bren e se movia muito lentamente. A ideia era disfarçar que estava curtindo ela. Bren sentia como o pau roçava por dentro e entrava e saía dela. Ela me via segurando sua mão e todo o mundo vendo o filme e ficando excitado.

-...duas semanas nos vendo e nos conhecendo... - o magrelo começou a bombar com menos disfarce. Bren se perdia segundo a segundo e já começava a ofegar. Uma mão do magrelo foi para os peitos e agarrou os dois seios cheios e empinados. os mamilos duros se apertavam nas mãos dele, excitando Bren mais e mais. -acho que... - eu estava encontrando as palavras certas enquanto Bren encontrava o pau certo. A gostosa largou meu braço e se agarrou com violência nas coxas do magrelo. Eu continuava tímido e olhava para a tela.

Os movimentos do magrelo já eram categóricos. Os de Bren, também. O magrelo tinha as mãos por baixo da minissaia de couro e a agarrava pela cintura, subindo e descendo o corpo dela que se balançava no ritmo dele como se tivessem transado a vida toda. Bren já não disfarçava porra nenhuma. Ofegava como uma endemoniada e se sacudia como se estivesse dançando. O pau entrava e saía limpo, e isso a deixava cada vez mais quente. Os que estavam atrás não reclamavam porque estavam muito entretidos olhando. E eu falava sem tirar os olhos da tela.

-... queria te dizer que... - Bren estava sendo movida fenomenalmente. cada vez ofegava mais forte. -...que eu acho que você e eu... bom...

-...Vai...! Vai, por favor...! - Bren me animava entre ofegos. Que doce!

-... bom, que eu gostaria que a gente ficasse... hum! ...namorando...

- Mais forte! Mais forte, filho da puta! - Bren já se movia selvagemente. O magrelo quase não aguentava mais. Podia gozar a qualquer momento.

- Mais forte? Quer que eu grite nosso amor...?

O magrelo tirou o pau. Com uma mão levantou a bunda de Bren.

- Quero que a gente namore! - gritei como nos filmes.

Mas Bren me surpreendeu:

- Não... Não seja filho da puta... - o magrelo estava apoiando a ponta do pau na porta mesmo do cu. E o cu de Bren estava excitado e dilatado, e úmido de sexo e de suor.

- Não...? - me Fiquei desiludido. Eu ia justamente me virar para ver o rosto dela, mas a negativa me deixou ainda mais tímido. Continuei olhando para a tela.

O magrão empurrou o pau mais um pouquinho. A cabeça entrou lentamente.

- A-h...! - um gemido seco, cortado. A Bren estava me deixando louco.

O pau começou a entrar devagar, mas inexoravelmente. A Bren abria a boca e soltava um gemido abafado. O pau estava entrando nela aos poucos.

- Ahhh...! Filha da puta...! Oh...!

- Bom, não é pra tanto... Se você não quer sair comigo...

O magrão parou de empurrar. A Bren começou a descer sozinha, enfiando ele na mesma velocidade que o cara vinha. O pau foi entrando e já tinha passado da metade, ameaçando ir até a base.

- Isso...! - disse a Bren, e eu me surpreendi.

- O quê?

Ela estava enfiando o pau até o fundo. A filha da puta tinha o pau quase até a base e estava gozando que nem uma gostosa.

- Isso...! Isso... isso...

Foi como se eu voltasse a viver. A Bren estava me aceitando.

- Então... a gente é namorado...?

A Bren tinha os olhos fechados, mas o cu bem aberto. E estava se abrindo mais. Ela tinha engolido o pau até a base praticamente sem reclamar. O magrão estava no céu. Começou a tirar lentamente só para enfiar de novo. A Bren estava delirando. O pau enorme estava serrando ela pra lá e pra cá e bombando como Deus manda.

- Isso...! Isso...! Isso...! ISSO...!

Aí eu me virei para dar um beijo nela e a vi. Não tinha luz nenhuma, então dava pra ver mal. Ela parecia se mover ritmicamente pra cima e pra baixo, sempre sentada e com a boca entreaberta. O magrão de baixo parecia estar movendo ela ou algo assim. A Bren tinha os olhos fechados e o top de lycra desajustado e puxado, os mamilos vermelhos e duros pra fora e uma mão do magrão apertando eles sem parar um segundo.

- Bren! - eu disse sorrindo, a essa altura mais de nervoso que de feliz.

Só aí ela abriu os olhos. Me agarrou pelo braço e me beijou. Não consegui ver o que estavam fazendo. Nem... ela nem o magrelo. Também não quis investigar. Tinha conseguido uma namorada espetacular e isso era a única coisa que importava.

O beijo foi meio estranho. Ela não me soltava nem por um segundo, como se não quisesse que eu voltasse à minha posição normal, e ainda por cima se mexia de um jeito extremamente esquisito. Continuava subindo e descendo num ritmo cada vez mais acelerado e ofegava que nem uma puta.

Eu estava no paraíso. Tinha finalmente conseguido que uma gostosa me desse bola. E que gostosa! O único problema aparente era que eu tinha a sensação de que estavam metendo nela. Claro que tudo aquilo devia ter uma explicação...

E se não tivesse?

Se realmente estivessem fodendo ela na minha frente enquanto eu estava pegando ela...? Iria deixar passar a chance de engatar com essa mulher porque ela estava me traindo?

Beijei-a com mais força. Se ela estivesse fazendo algo estranho, teria tempo de me explicar tudo depois. E se não me explicasse nada, teria suas razões. A única coisa que eu queria era namorar com a Bren e nada nem ninguém ia me impedir.

Mas tive que enfrentar uma nova prova.

Bren parou de me beijar e me olhou nos olhos. Não parava de rebolar enquanto o magrelo dava nela por baixo. Minha cara deve ter sido patética. Bren percebeu que eu tinha percebido. Sorriu de um jeito doce e safado e agarrou minhas bochechas.

— Agora... somos namorados... — a pica do magrelo entrava e saía do cu dela, arrancando gemidos abafados a cada sacudida. — ... a única... coisa... que vou... te pedir... — o magrelo se enfiava entre os peitos. As mãos iam e vinham e ele massageava os mamilos dela. — ... é que... na intimidade... — Bren se lambeu e passou a língua nos lábios. — ... você me deixe... te chamar... de "corninho"...

Fiquei gelado. Juro que fiquei na dúvida entre ficar ali ou sair correndo. Meio assustado, olhei ela de cima a baixo. Era tão linda e gostosa, e tinha um corpo tão exuberante... que passaram pela minha cabeça as mil coisas que poderia fazer com ela. — ... carinhosamente, claro... "Corninho"... — era É óbvio que ela já sabia minha resposta. -... Você vai me deixar, corni...? ... É, meu amor...?

O que eu podia dizer? Ou mandava ela pra merda ou aceitava.

O magrelo gozou dentro dela enquanto eu gaguejava um tímido "sim". Bren começou a se mover freneticamente pra cima e pra baixo sem dar a mínima pro que eu tinha dito. Ela estava cavalgando ele e gozando pelo cu enquanto segurava a mão do seu novo namorado. Estava no paraíso.

A gente levantou do cinema no meio do filme. Bren, eu e, atrás da gente, o magrelo. O magrelo a gente nunca mais viu; e na verdade, ele fugiu assim que passou pela porta. Melhor assim, pensei. Não saberia como olhar pra ele. Bren foi ao banheiro e eu esperei no hall. Imaginei que depois de tudo aquilo a gente iria pra um motel.

- Você tá louco? - ela disse, entre surpresa e ofendida. - Você não acha que eu sou uma dessas... - eu não entendia direito. Mesmo nunca tendo transado com nenhuma gatinha, sabia pelos meus amigos que as mulheres eram levadas pra um motel pra fazer amor. - Não fica bravo, meu amor... Mas... quero permanecer virgem até o casamento...

Eu desmoronei. De todas as gatinhas de Buenos Aires, justo me envolvi com uma virgem... Que sorte a minha...!

E bem, eu teria que esperar um pouco. Afinal, quando a gente se casasse e eu pegasse ela na noite de núpcias... como eu ia me divertir!

Logicamente é um Copy&Paste mas vale porque tô no trampo.

9 comentários - Minha declaração no cinema

Nahhhh!!!! Vos me estas jodiendo??? No puede existir un tipo asi!! Como no te vas a dar cuenta q se la estaban re cogiendo a tu \"futura esposa\" al lado tuyo
Este es el peor relato de todo Poringa!
Que tal estúpido...
Man, Clávale un hacha en el carebro al imbécil este!
crymy
que mierda es esto con todo respeto jajaja
deveria ir a la seccion de peores post 🙎‍♂️
Nah, te hace reir el cornudo infeliz ese... 😛 😃

Me imagino que es un chiste porque
alguien tan boludo no hay. 🤔
como q era virgen???????????????? naaaaaaaaah copia y pega algo mejor flaco
juaaaaaaaajuaaaaaaaaaaaau

lo peor es q en algun lugar del mundo debe haber chongos asi jajaj

jajaj jajj jajjj jajaj jajaj
jojojojoooooooooo!!! que pedazo de relato !!!! 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️