E aí, galera da Poringa...
Essa página me deu muitas satisfações em todos os sentidos... então queria devolver um pouco de tudo que eu aproveitei...
Sempre que tô no chat com amigos ou conhecidos, costumo contar minhas experiências sexuais. Uma amiga minha, que adora meus relatos, me incentivou a compartilhar essas histórias porque são muito gostosas...
Sei lá... achei a ideia boa e fiquei animado pra começar...
Dependendo da repercussão, eu continuo e, talvez, conte algumas histórias dos meus amigos também, quando as minhas acabarem ou vocês enjoarem.
Pra começar, minha amiga sugeriu que eu iniciasse com meus relatos de "Minhas Fantasias Realizadas Sem Querer"... E o que é isso, vocês devem estar se perguntando? Bom... como todo homem, eu adoro as mulheres e transar com elas... e por isso... as fantasias e os desejos estão sempre rolando... mas, né... como acontece com muitos... às vezes são só ISSO mesmo... fantasias e desejos... porque quando tentei realizar, sempre deu errado. Mas... muitas vezes, SEM QUERER... rolou umas coisas do nada... que, olhando pra trás, eram fantasias ou desejos incríveis. Essas são as que vou contar a partir de agora...
Cada história leva o nome da gostosa que realizou pra mim...
Espero que vocês curtam...JÉSSICA
Trabalho perto de uma academia muito famosa, principalmente pela diretora, que é uma celebridade na ginástica artística. Todo dia passo na frente da porta da academia pra pegar o ônibus que me leva e traz do trabalho.
Obviamente, sempre que passo pela academia, dou uma espiada pelas janelas pra ver as alunas e as professoras, e mais de uma vez quase infartei ao ver ou esbarrar em mulheres lindas e esculturais.
Um dia, passando pela porta da academia como de costume, uma mulher saiu de dentro e fez minha caminhada parar instantaneamente... ela quase me atropelou saindo pela porta, e eu fiquei congelado olhando pra ela... com uma cara tão de trouxa que duas garotas que saíram atrás dela me olharam e quase riram na minha cara. O negócio é que ELA saiu e entrou no bar da minha parada de ônibus, que era pra onde eu ia. Cheguei no ponto e sentei olhando pra dentro do bar, e aí pude vê-la com mais calma... Era uma gata... morena de cabelo liso, longo e com uma franja fetichista... pele morena perfeita e suada... um rosto incrível e um corpo daqueles que te deixa sem ar... garota delicada e com curvas muito boas... vestia uma legging rosa e uma camiseta turquesa... UMA BOMBA... Eu ficava olhando pra ela embasbacado e deixei passar três ônibus enquanto ela conversava e tomava algo com a moça do bar... Quando ela saiu, não pôde evitar me olhar, e aí, com muita vergonha, depois de 15 minutos, eu desviei o olhar... Ela voltou pra academia e eu fui pra casa todo atordoado.
A volta de ônibus pra casa não foi muito legal, porque eu tinha ficado muito excitado e ainda por cima viajei em pé porque o ônibus estava lotado. Ficava pensando nELA de novo e de novo... E rezei pra encontrá-la de novo...
No dia seguinte... minha cabeça tinha esquecido dela até a tarde, quando eu ia pro ponto. Passando pela academia, olhei descaradamente pra dentro sem ver nada. Quando cheguei no ponto do ônibus, sentei como no dia anterior olhando pro bar. Ao começar a pegar o iPod pra ouvir música de novo e meu coração parou quando vi ela saindo da academia... fiquei tão nervoso que o iPod escorregou da minha mão e quase quebrou na calçada. Ela veio em direção à banca caminhando descaradamente gostosa. Entrou, cumprimentou a moça que atendia, pegou uma Coca e um sanduíche de três camadas da geladeira e começou a conversar como no dia anterior. E eu de novo na mesma história... perdi 3 ônibus e depois de 20 minutos a vi saindo bem na minha frente dessa vez sem tirar os olhos dela... algo que ela percebeu (mas também imaginei que uma mulher daquelas já devia estar acostumada com isso) e que, acreditei, ela retribuiu com um sorriso bem leve.
Assim passei 1 semana sem avançar em nada além de vê-la e ser visto por ela. Sou tão tímido e trouxa que nem um "oi" escapava. Mesmo assim eu achava que passava despercebido porque fingia estar ouvindo música concentrado, mas minha cara de otário babão me entregava.
Na segunda-feira da semana seguinte, ao sair da banca, ela me deu um sorriso... que eu interpretei como... "basta, babão pervertido".
Segui mais uma semana com meus encontros visuais no ponto, mas quando ela entrava ou saía eu olhava para o outro lado porque a risadinha anterior tinha me travado.
Na terceira semana já sonhava com ela... mas no fundo sabia que não tinha chances...
Naquela semana acabei cruzando olhares com ela de novo e já me sentia realizado só por ver que ela me notava... mal, mas notava, eu pensava.
Na segunda-feira seguinte cheguei no ponto e ao me sentar vi que a banca estava fechada. Meio que desanimei porque pensei que ela não viria. Mas 5 minutos depois vi ela saindo da academia e vindo em direção à banca... Era uma tarde muito ensolarada e de longe vi claramente que ela parecia estar chorando. Ao chegar na banca e ver que estava fechada, ela xingou e bateu com a palma da mão na porta. Eu estava mais gelado que nunca com a reação dela... Ela ficou olhando para a banca e eu para sua figura angelical. Quando ela se virou, me olhou entre soluços e disse algo de má maneira que não entendi por ter a Música Bonner. Tirei meus fones de ouvido tremendo e ela repetiu... "o que aconteceu com a banca?". Eu, como um otário, só disse: que não sabia. Ela virou, olhou de novo para a banca e teve outra crise de raiva contra ela. A vi tão mal que tentei me levantar e oferecer minha ajuda sem saber bem o que fazer, porque estava morrendo de nervoso. Ela me olhou e gritou "O QUE VOCÊ TEM A VER COM ISSO!!!". Eu, como o otário que sou, me sentei de novo e fiquei super inibido com o grito dela. Depois de alguns segundos... ELA se acalmou, virou e se aproximou de mim. Eu só a olhava com uma cara de bobo que me dava vergonha.
- Me perdoa, por favor - ela disse suspirando
- Não tem problema, esquece. - Só consegui dizer...
Ela sorriu quase sem forças e me perguntou
- Você tem lenços descartáveis?
- Não... sim... bah, de papel. - Sim, sou um baita de um idiota.
Enquanto abria minha mochila e revirava tudo sem saber o que nem onde procurar, ela me perguntou - Posso me sentar?
- Sim, o ponto é público... claro... pode sentar - Respondi como o Rei dos Otários.
Eu não encontrava nada na minha mochila até avistá-los e respirar aliviado.
Ofereci a caixa e ela pegou alguns... Enxugou as lágrimas e o rosto.
Eu não sabia o que fazer... desliguei meu iPod porque ficava tocando e tocando e fiquei checando meu celular como um estúpido.
Muito mais recuperada, começamos a conversar... bah... ela conversava.
- Me perdoa por essa cena, por favor.
- Não... tudo bem... todo mundo tem um dia ruim... eu também fico puto quando fecham as bancas (Sou um otário de marca maior)
- Hehehehe... quem me dera fosse por causa da banca... quem me dera
- Bom... todo mundo tem um dia ruim (Repeti como o Bobo que sou)
- Sim... mas às vezes é demais. E sim, a banca fechada foi a gota d'água. Porque eu queria falar com minha amiga, a loira que atende... desabafar com ela e zas... ela não veio hoje.
Como não sabia o que dizer... falei...
- Um problema amoroso?... ou de trampo? (tentei consertar)
- De tudo... de tudo...
- Sei que não nos conhecemos, mas se te ajudar, pode me contar para dividir a dor... digo... se você quiser e não se incomodar. - Não... é muito longo pra contar e... muito íntimo... Fiquei em silêncio de novo, sabendo que tinha falado besteira, me fazendo de psicólogo amigo e tinha perdido tudo que tinha conquistado. Depois de alguns segundos ela fala... - Pô... na real você é a única pessoa que hoje... reparou em mim... e mesmo com minha crise... me deu apoio. Eu comecei a flutuar quando ouvi tudo isso. - Tem um tempinho pra conversar? -Ela me perguntou - A noite toda -Falei... e quis me afundar de tão idiota que soou. - Vem... vamos pra academia que fica mais de boa... de quebra tomamos um refri ou algo assim porque minha garganta tá uma porcaria. Eu cada vez entendia menos... e flutuava de alegria.(A essa altura vocês esperariam um desenlace aqui... mas não... nada a ver, porque seria muito fácil para a minha vida.)Entramos na academia... na recepção... ela trancou a porta e eu entendi que estávamos sozinhos.
Fomos para a cozinha interna da academia e ela pegou uns copos e uma garrafa de Gatorade. Arrumou duas cadeiras e sentou. Eu tirei minha jaqueta e mochila e relaxei, porque estava muito nervoso.
- Me desculpe, mas eu precisava conversar com alguém.
- Tudo bem... antes de começar... seu nome? - perguntei, inteligentemente.
- Ah, desculpa... é verdade... nunca te falei meu nome... me chamo Jéssica. E você?
- Diego, e não tem problema, Jess, se acalma só.
- Obrigada, Diego...
Passamos duas horas conversando sobre a confusão que ela teve com o ex e a melhor amiga. Tinha pegado os dois na cama só um mês depois que ELA tinha terminado com ele. A ele, ela odiava, mas a amiga ela gostava muito e tinha ficado muito desiludida. Ela era professora de aeróbica e uma das sócias da academia.
Tipo 20:30 o celular dela tocou e ela não atendeu. Um tempinho depois, de novo, e ela atendeu. Era uma amiga que estava passando para buscá-la e estava esperando na porta da academia.
Envergonhada porque o tempo tinha voado, ela me pediu desculpas porque tinha que ir rápido e me agradeceu muito pelo momento de desabafo. Saímos e ela entrou num Palio e só deu um tchau com a mão - me deixou com vontade de cumprimentá-la com um beijo. Fiquei no ponto de ônibus quase sem entender tudo que tinha acontecido.
Voltei pra casa me sentindo um otário... porque não tinha aproveitado a oportunidade, que achei que tinha tido, e porque me parecia muito idiota pensar que poderia ter rolado algo a mais... quando quase nem tinha conversado.
Dormi como pude e sonhei a noite toda com pesadelos que nem lembro.
No outro dia, quando estou passando pela porta da academia, ELA sai e me intercepta.
- Oi, Diego... como você tá? - me pergunta, me dando um beijo na bochecha.
- Oi, Jess... como você tá? Que surpresa! - falei, estupidamente.
- Me desculpa por ter ido embora tão de repente ontem... é que eu estava muito mal.
- Tudo bem... a gente conversou ontem... O importante é que hoje você tá bem. É mesmo? - Sim... muito bem... me fez bem (e aí imaginei a fantasia de me agradecer pela conversa do dia anterior, mas...) desabafar com minha amiga ontem à noite... - Ah! Que bom então... pra isso que servem os amigos. - Disse sem saber o que falar. - Sim... mas também te devo um agradecimento pelo que aconteceu ontem. - Naaaa... não foi nada, Yesi... Tudo bem. - Não, pra mim foi muito fofo seu gesto e sua compreensão, e por isso quero te convidar pra jantar hoje à noite... - O que acha? - Claro... a menos que você tenha algo pra fazer ou não queira. - Não... não... algo pra fazer? Não... acho perfeito... como fazemos? - Tem carro? - Não, mas consigo - Disse de forma boba. - Tudo bem... eu passo pra te buscar onde você disser... te parece? - Bom, se não for incômodo. - Às 22h te parece? - Perfeito. Troquei telefone e dei meu endereço pra que ela me buscasse. Cheguei em casa e tomei umas 3 banhos... me masturbei umas 4 vezes pensando nela. Não conseguia acreditar no que estava acontecendo e no que ia acontecer... talvez. Fomos a um restaurante muito bonito e tranquilo. Rimos pra caralho a noite toda... bebemos muito... principalmente eu buscando a desinibição alcoólica, porque quanto mais o tempo passava, mais nervoso eu ficava sem saber o que fazer quando chegasse a hora do jantar. O destino, nossas tantas coincidências e uma atitude de cavalheiro vencedor (típica do álcool, que nunca tinha sonhado na vida) fizeram com que a conversa ficasse mais íntima, até chegarmos perto e confessarmos que gostávamos um do outro e que nos divertíamos muito juntos. Pela primeira vez na vida, eu via o caminho aberto para uma noite incrível quando o celular dela tocou. Ela já estava tão melada que teve que se recompor antes de atender. Era a melhor amiga dela, que ela tentava acalmar porque, aparentemente, estava muito mal. Ela também ficou muito mal. Me olhou muito triste e pediu mil desculpas, mas tinha que ir porque a amiga estava prestes a fazer uma loucura... Eu, como o cavalheiro (inútil) que era naquela altura, a acompanhei até o carro e me ofereci para todo o resto. Ela saiu no carro e na esquina deu ré... Baixou o vidro do Gol e me disse:
- Me perdoa, por favor, Diego... eu estava tendo uma noite incrível, mas minha amiga está muito mal...
- Tudo bem, Yesi... tudo bem - consegui dizer.
- Tô morrendo de vontade de ficar com você, mas...
- Tudo bem, Yesi... a gente se vê amanhã... tá de boa.
- Obrigada... você é a pessoa mais doce que conheci em anos - ela disse e me beijou na boca tão suave, rápida e surpreendentemente que nem deu tempo de curtir o beijo.
Ela foi embora rápido e eu fiquei... de pau DURÃO! Voltei de táxi pro meu apê. Tomei um Fernet bem carregado e fui deitar.
Naquela noite devo ter me masturbado umas 3 vezes até cair no sono derrotado.
No outro dia, no meio da manhã, fiquei surpreso ao receber uma mensagem DELA no meu celular:
"Oi, lindo, como amanheceu? Obrigada por ontem à noite"
Fiquei gelado, com uma xícara de café numa mão e o celular na outra.
Respondi que não foi nada e que a gente podia sair de novo hoje. E ela respondeu:
"Pode ser, depois do trabalho vem na academia e a gente vê".
Fiquei maluco quando li isso. Fiquei tão na bad que passei o dia todo relendo as duas mensagens inocentes dela sem acreditar.
Às 17:50 saí voando do escritório. Cheguei na academia e fiquei na porta... De dentro, ELA gritou pra eu entrar. Entrei e ela estava com duas alunas já meio idosas. As três estavam ofegantes porque tinham acabado a rotina. Ela se aproximou na recepção e me deu um beijo na boca tão gostoso que eu fiquei, pra variar, congelado. Ela estava muito suada porque na academia estava um calorão.
- Me espera um pouquinho, lindo, que eu termino com essas duas meninas - ela disse e sorriu lindamente.
- O... kay... - consegui falar.
Sentei e esperei super nervoso.
Ela se despediu das duas velhinhas na porta. Trancou com chave. Fechou as cortinas. Virou pra mim e veio pra cima de mim me beijando apaixonadamente.
No começo eu não entendi nada e fiquei sentado. Quando comecei a curtir, me levantei pra abraçá-la e ela se afastou.
- Me desculpa o impulso...
- Nããão... mas foi tão lindo - eu disse
- É que não sei se tá muito rápido isso e se você gostou de mim... porque eu sou louco por você
- Não... tá tudo bem. Não tá muito rápido - falei como um idiota... sempre fui muito lerdo.
Ela ficou em silêncio. E eu a abracei, dizendo:
- Você é uma das mulheres mais lindas que já conheci na minha vida, Yesi... como é que eu não ia gostar de você? Tô louco por você. - E a beijei.
E a gente se pegou forte nos beijos.
Quando já estávamos mais do que bem nos beijos e meu pau estava quase rasgando minha calça... ela percebeu, se afastou (aí eu pensei que tinha estragado tudo por estar com tesão) e me disse:
- Me espera que vou tomar um banho porque tô muito suada, por favor.
Eu estava quase explodindo e consegui dizer que sim... mas ainda sem entender nada.
Ela foi para os fundos, para os vestiários. Aí eu me toquei do que tava rolando e fiquei com o pau ainda mais duro.
Segui ela e a alcancei numa sala cheia de colchonetes. Peguei seu braço e a virei na minha direção, começando a beijá-la mais descontrolado que nunca. Ela correspondeu e quando tentou insinuar que queria tomar banho, eu disse:
- Quero te fazer amor assim mesmo, por favor.
- Mas eu tô toda suja e suada...
- É assim que eu te quero...
Ela soltou um sorriso de prazer nos lábios e se entregou.
Voltei a beijá-la com paixão... Meu pau já estava vazando um pouco de porra. Eu tava tão excitado que só de beijá-la meu pau já gozava.
Nos acariciamos de forma selvagem, mas muito terna. Eu não sabia como beijá-la para beijar ela toda.
Comecei a descer minhas mãos pela sua cintura, que era um sonho, enquanto ela me dizia no ouvido que estava muito excitada. Quando comecei a tocar aquele bumbum lindo, minhas mãos tremiam... era tão perfeito que minhas mãos não conseguiam achar a posição certa para pegar ele todo.
Acariciava de novo e de novo aquela fenda tão bem delineada pelas leggings. Sentia que já ia gozar. Me segurei o máximo que pude e subi minhas mãos.
Ela as pegou e as levou aos seus seios, que eram um sonho feito realidade. Eu não sabia, de novo, como tocá-los para me encher deles. Minha boca já queria beijá-la toda e comecei a tirar a camisetinha que ela usava. Ela mostrava no rosto muito prazer, o que obviamente me deixava mais duro. Tirei a camisetinha e me deparei com seus lindos peitos contidos por um top esportivo que não deixava nada à imaginação. Seus mamilos já estavam bem marcados. Eu me ajoelhei e comecei a beijar seu abdômen, que ainda estava suado... era perfeito como sua cintura. Seu suor me pareceu delicioso. Passava a língua, curtindo limpá-la. Ela, entre gemidos e carícias, tirou minha camisa sem que eu conseguisse desgrudar minha boca de seu abdômen. Quando cheguei beijando até a calcinha, senti o cheiro delicioso de sua buceta e soube que ela já estava mais do que molhada... Voltei para seus peitos e os beijei por cima do top até não aguentar mais, então o levantei com os dentes e enchi minha boca com eles. Ela aproveitou um momento em que eu respirei para tirar o top (tipo bandeau, ela me disse depois, aqueles que não têm fechos). Eu, que estava à beira de uma gozada enorme, me perdi beijando de joelhos esses peitos sublimes... Os minutos passavam beijando-a e acariciando-a bem devagar para não perder nenhum detalhe de prazer. Acariciava ela toda até que ela me pegou pelas axilas, me levantou e, me dando um beijo rápido na boca, se ajoelhou na minha frente. Desabotoou minha calça e me olhou de baixo com uma carinha de inocente que fez eu começar a gozar. Não sei no que pensei (talvez no quanto sou bobo) que cortei a ejaculação, mas não conseguia nem respirar. Ela baixou minha calça, deixando à mostra minha cueca prestes a estourar com meu pau no limite. Pedi que não me tocasse porque eu tinha acabado de gozar. Ela, fazendo beicinho, me olhou e disse, maliciosa:
- Não quer que eu te faça gozar?
Não sei como segurei minha gozada com essa cena.
Levantei ela pelas mãos e disse, beijando sua boca...
- Não quero gozar nunca mais... quero que o Que o prazer dure a minha vida toda com você... Não quero que nada acabe... - Entre suspiros e segurando meu pau.
Ela me beijou mordendo meus lábios e tocando meu membro.
Eu, ao ver que estava quase gozando com seus toques, peguei ela pela cintura e a virei. Ela, com um sorriso de prazer, se deixou levar até a parede. Levantei as mãos dela para que se apoiasse na parede e me ajoelhei atrás dela.
Ver essa bunda na minha frente é uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida. A legging cinza que ela usava era uma pintura na sua pele.
Baixei minha cueca porque meu pau já estava doendo da pressão contra o tecido.
Comecei a beijar a (sublime) bunda por cima da legging, subindo e acariciando a (celestial) costa dela com minha mão direita. Depois, com minha mão direita, comecei a esfregar a buceta dela, fazendo com que ela começasse a se dobrar de prazer. Ela me olhava de cima com súplicas para que eu continuasse. Mas não... eu parei e comecei a baixar a legging dela aos poucos... beijando cada centímetro de pele que ficava à vista. Ela começou a gemer cada vez mais e me dizia coisas doces que eu não conseguia ouvir.
Quando baixei a legging da sua bunda... minha paisagem era indescritível... uma bunda como nunca tinha visto, nem mesmo nos filmes pornôs... tão linda que minha vontade de gozar aumentava, mesmo sem tocarmos no meu pau. O fio dental branco que ela usava também parecia pintado. Outra vez beijei cada milímetro da sua bunda e tocava a buceta por cima do fio dental, enquanto ela apertava mais os peitos e o corpo contra a parede e terminava de tirar a legging com as pernas.
Eu, de vez em quando, parava porque não queria gozar, e a excitação de beijar a bunda dela já era muita. Ela estava prestes a gozar ou estava louca de prazer, pelo jeito que se mexia, respirava e gemia.
Comecei a tirar o fio dental dela, e ela, num arrebatamento de luxúria e prazer, o arrancou de uma vez, quase rasgando, e me disse:
- Por favor, nunca pare, meu amor... estou quase ficando louca de prazer... Não para...
E ela se esfregou na parede...
Eu, prestes a gozar, agarrei a bunda dela e comecei a lamber ela toda... ela estava muito suada e isso me excitava. Sequei cada milímetro daquela maravilha. Entrei no meio das nádegas e não parava de lamber. Quando ela já estava tão excitada (ou mais) quanto eu, abri as nádegas, fiz ela se inclinar um pouco mais para baixo (o que a afastou da parede) e comecei a lamber a buceta dela. Ela tinha bem pouco pelo e estava muito suada... para mim foi como tomar o champagne mais gostoso... beijei tanto que quase enfiei o rosto todo dentro dos lábios dela... o ritmo com que eu lambia era tão intenso que aconteceu algo incrível... Ela começou a gemer tão alto e a se sacudir tanto que pegou minha cabeça e tentou enfiar mais dentro da buceta... Ela começou a gritar tanto e eu a lamber que gozamos os dois de um jeito que, na minha vida, nunca tinha acontecido... Foram mais de 45 segundos sem conseguir parar de gozar... meu esperma saía e saía e saía do meu pau sem ninguém ter tocado nele... ela tremia e tinha uns espasmos incríveis o tempo todo e começou a liberar uns fluidos pela buceta que eu comecei a beber e absorver com um prazer imenso. Confesso que depois já gozei tão incrivelmente assim outras vezes... mas essa foi a primeira. Ela continuava se mexendo e gritando ASSIM, ASSIM, ASSIM... e não parava... eu continuava quase à beira da loucura com meu pau sem uma gota de esperma mas ainda mais ereto que antes. Em um momento ela tenta ficar quieta sem parar de tremer e de ter espasmos, então eu tirei meu rosto de entre as nádegas dela e fiquei ajoelhado descansando um pouco. Ela se vira e me olha com os olhos cheios de lágrimas... Se ajoelha na minha frente e me diz...
- Me perdoa... Não sei o que aconteceu... Foi o momento mais maravilhoso da minha vida, amor... Me perdoa, mas estou chorando de alegria...
Eu não sabia o que fazer... estava também...no momento mais impressionante e lindo de toda a minha vida. Peguei seu rosto e comecei a beijá-la de novo.
Não sei o que aconteceu comigo naquela vez, mas minha ereção nunca desapareceu nas mais de 2 horas que ficamos fazendo amor ali (óbvio que não tinha tomado nenhuma "pílula milagrosa"). Depois, entre beijos, ela pediu que a penetrasse e foi divino. Não durou muito porque a excitação era tremenda. Gozei mais 3 vezes de maneiras incríveis... ela, antes de eu gozar, já tinha gozado pelo menos 2 vezes.
Às 21h, nos jogamos totalmente exaustos nos colchonetes, um ao lado do outro, abraçados e acariciando nossos corpos... Finalmente, a ereção baixou depois de um tempo, quando decidi não morder mais seus peitos por um momento.
Ficamos quase 2 horas deitados no chão nos recuperando do que tinha acontecido. Até meia hora depois que terminamos, ainda estávamos tremendo os dois.
Naquela noite, fomos para meu apartamento, jantamos, deitamos e foi uma noite que nunca vou esquecer também. Caímos rendidos no sono. Eu gozei dormindo, tipo uns 2 sonhos molhados naquela noite.
Às 5 da manhã, quando troquei a cueca suja, sentei na cama ao lado dela e, vendo aquela silhueta tão... de sonho, percebi que... EU TINHA REALIZADO UMA FANTASIA SEM QUERER...Bom... espero não ter entediado vocês e que tenham gostado.
Se for assim... vou continuar contando minhas histórias...
Aceito críticas construtivas para melhorar...
Beijos... 😉
Diego
Essa página me deu muitas satisfações em todos os sentidos... então queria devolver um pouco de tudo que eu aproveitei...
Sempre que tô no chat com amigos ou conhecidos, costumo contar minhas experiências sexuais. Uma amiga minha, que adora meus relatos, me incentivou a compartilhar essas histórias porque são muito gostosas...
Sei lá... achei a ideia boa e fiquei animado pra começar...
Dependendo da repercussão, eu continuo e, talvez, conte algumas histórias dos meus amigos também, quando as minhas acabarem ou vocês enjoarem.
Pra começar, minha amiga sugeriu que eu iniciasse com meus relatos de "Minhas Fantasias Realizadas Sem Querer"... E o que é isso, vocês devem estar se perguntando? Bom... como todo homem, eu adoro as mulheres e transar com elas... e por isso... as fantasias e os desejos estão sempre rolando... mas, né... como acontece com muitos... às vezes são só ISSO mesmo... fantasias e desejos... porque quando tentei realizar, sempre deu errado. Mas... muitas vezes, SEM QUERER... rolou umas coisas do nada... que, olhando pra trás, eram fantasias ou desejos incríveis. Essas são as que vou contar a partir de agora...
Cada história leva o nome da gostosa que realizou pra mim...
Espero que vocês curtam...JÉSSICA
Trabalho perto de uma academia muito famosa, principalmente pela diretora, que é uma celebridade na ginástica artística. Todo dia passo na frente da porta da academia pra pegar o ônibus que me leva e traz do trabalho.
Obviamente, sempre que passo pela academia, dou uma espiada pelas janelas pra ver as alunas e as professoras, e mais de uma vez quase infartei ao ver ou esbarrar em mulheres lindas e esculturais.
Um dia, passando pela porta da academia como de costume, uma mulher saiu de dentro e fez minha caminhada parar instantaneamente... ela quase me atropelou saindo pela porta, e eu fiquei congelado olhando pra ela... com uma cara tão de trouxa que duas garotas que saíram atrás dela me olharam e quase riram na minha cara. O negócio é que ELA saiu e entrou no bar da minha parada de ônibus, que era pra onde eu ia. Cheguei no ponto e sentei olhando pra dentro do bar, e aí pude vê-la com mais calma... Era uma gata... morena de cabelo liso, longo e com uma franja fetichista... pele morena perfeita e suada... um rosto incrível e um corpo daqueles que te deixa sem ar... garota delicada e com curvas muito boas... vestia uma legging rosa e uma camiseta turquesa... UMA BOMBA... Eu ficava olhando pra ela embasbacado e deixei passar três ônibus enquanto ela conversava e tomava algo com a moça do bar... Quando ela saiu, não pôde evitar me olhar, e aí, com muita vergonha, depois de 15 minutos, eu desviei o olhar... Ela voltou pra academia e eu fui pra casa todo atordoado.
A volta de ônibus pra casa não foi muito legal, porque eu tinha ficado muito excitado e ainda por cima viajei em pé porque o ônibus estava lotado. Ficava pensando nELA de novo e de novo... E rezei pra encontrá-la de novo...
No dia seguinte... minha cabeça tinha esquecido dela até a tarde, quando eu ia pro ponto. Passando pela academia, olhei descaradamente pra dentro sem ver nada. Quando cheguei no ponto do ônibus, sentei como no dia anterior olhando pro bar. Ao começar a pegar o iPod pra ouvir música de novo e meu coração parou quando vi ela saindo da academia... fiquei tão nervoso que o iPod escorregou da minha mão e quase quebrou na calçada. Ela veio em direção à banca caminhando descaradamente gostosa. Entrou, cumprimentou a moça que atendia, pegou uma Coca e um sanduíche de três camadas da geladeira e começou a conversar como no dia anterior. E eu de novo na mesma história... perdi 3 ônibus e depois de 20 minutos a vi saindo bem na minha frente dessa vez sem tirar os olhos dela... algo que ela percebeu (mas também imaginei que uma mulher daquelas já devia estar acostumada com isso) e que, acreditei, ela retribuiu com um sorriso bem leve.
Assim passei 1 semana sem avançar em nada além de vê-la e ser visto por ela. Sou tão tímido e trouxa que nem um "oi" escapava. Mesmo assim eu achava que passava despercebido porque fingia estar ouvindo música concentrado, mas minha cara de otário babão me entregava.
Na segunda-feira da semana seguinte, ao sair da banca, ela me deu um sorriso... que eu interpretei como... "basta, babão pervertido".
Segui mais uma semana com meus encontros visuais no ponto, mas quando ela entrava ou saía eu olhava para o outro lado porque a risadinha anterior tinha me travado.
Na terceira semana já sonhava com ela... mas no fundo sabia que não tinha chances...
Naquela semana acabei cruzando olhares com ela de novo e já me sentia realizado só por ver que ela me notava... mal, mas notava, eu pensava.
Na segunda-feira seguinte cheguei no ponto e ao me sentar vi que a banca estava fechada. Meio que desanimei porque pensei que ela não viria. Mas 5 minutos depois vi ela saindo da academia e vindo em direção à banca... Era uma tarde muito ensolarada e de longe vi claramente que ela parecia estar chorando. Ao chegar na banca e ver que estava fechada, ela xingou e bateu com a palma da mão na porta. Eu estava mais gelado que nunca com a reação dela... Ela ficou olhando para a banca e eu para sua figura angelical. Quando ela se virou, me olhou entre soluços e disse algo de má maneira que não entendi por ter a Música Bonner. Tirei meus fones de ouvido tremendo e ela repetiu... "o que aconteceu com a banca?". Eu, como um otário, só disse: que não sabia. Ela virou, olhou de novo para a banca e teve outra crise de raiva contra ela. A vi tão mal que tentei me levantar e oferecer minha ajuda sem saber bem o que fazer, porque estava morrendo de nervoso. Ela me olhou e gritou "O QUE VOCÊ TEM A VER COM ISSO!!!". Eu, como o otário que sou, me sentei de novo e fiquei super inibido com o grito dela. Depois de alguns segundos... ELA se acalmou, virou e se aproximou de mim. Eu só a olhava com uma cara de bobo que me dava vergonha.
- Me perdoa, por favor - ela disse suspirando
- Não tem problema, esquece. - Só consegui dizer...
Ela sorriu quase sem forças e me perguntou
- Você tem lenços descartáveis?
- Não... sim... bah, de papel. - Sim, sou um baita de um idiota.
Enquanto abria minha mochila e revirava tudo sem saber o que nem onde procurar, ela me perguntou - Posso me sentar?
- Sim, o ponto é público... claro... pode sentar - Respondi como o Rei dos Otários.
Eu não encontrava nada na minha mochila até avistá-los e respirar aliviado.
Ofereci a caixa e ela pegou alguns... Enxugou as lágrimas e o rosto.
Eu não sabia o que fazer... desliguei meu iPod porque ficava tocando e tocando e fiquei checando meu celular como um estúpido.
Muito mais recuperada, começamos a conversar... bah... ela conversava.
- Me perdoa por essa cena, por favor.
- Não... tudo bem... todo mundo tem um dia ruim... eu também fico puto quando fecham as bancas (Sou um otário de marca maior)
- Hehehehe... quem me dera fosse por causa da banca... quem me dera
- Bom... todo mundo tem um dia ruim (Repeti como o Bobo que sou)
- Sim... mas às vezes é demais. E sim, a banca fechada foi a gota d'água. Porque eu queria falar com minha amiga, a loira que atende... desabafar com ela e zas... ela não veio hoje.
Como não sabia o que dizer... falei...
- Um problema amoroso?... ou de trampo? (tentei consertar)
- De tudo... de tudo...
- Sei que não nos conhecemos, mas se te ajudar, pode me contar para dividir a dor... digo... se você quiser e não se incomodar. - Não... é muito longo pra contar e... muito íntimo... Fiquei em silêncio de novo, sabendo que tinha falado besteira, me fazendo de psicólogo amigo e tinha perdido tudo que tinha conquistado. Depois de alguns segundos ela fala... - Pô... na real você é a única pessoa que hoje... reparou em mim... e mesmo com minha crise... me deu apoio. Eu comecei a flutuar quando ouvi tudo isso. - Tem um tempinho pra conversar? -Ela me perguntou - A noite toda -Falei... e quis me afundar de tão idiota que soou. - Vem... vamos pra academia que fica mais de boa... de quebra tomamos um refri ou algo assim porque minha garganta tá uma porcaria. Eu cada vez entendia menos... e flutuava de alegria.(A essa altura vocês esperariam um desenlace aqui... mas não... nada a ver, porque seria muito fácil para a minha vida.)Entramos na academia... na recepção... ela trancou a porta e eu entendi que estávamos sozinhos.
Fomos para a cozinha interna da academia e ela pegou uns copos e uma garrafa de Gatorade. Arrumou duas cadeiras e sentou. Eu tirei minha jaqueta e mochila e relaxei, porque estava muito nervoso.
- Me desculpe, mas eu precisava conversar com alguém.
- Tudo bem... antes de começar... seu nome? - perguntei, inteligentemente.
- Ah, desculpa... é verdade... nunca te falei meu nome... me chamo Jéssica. E você?
- Diego, e não tem problema, Jess, se acalma só.
- Obrigada, Diego...
Passamos duas horas conversando sobre a confusão que ela teve com o ex e a melhor amiga. Tinha pegado os dois na cama só um mês depois que ELA tinha terminado com ele. A ele, ela odiava, mas a amiga ela gostava muito e tinha ficado muito desiludida. Ela era professora de aeróbica e uma das sócias da academia.
Tipo 20:30 o celular dela tocou e ela não atendeu. Um tempinho depois, de novo, e ela atendeu. Era uma amiga que estava passando para buscá-la e estava esperando na porta da academia.
Envergonhada porque o tempo tinha voado, ela me pediu desculpas porque tinha que ir rápido e me agradeceu muito pelo momento de desabafo. Saímos e ela entrou num Palio e só deu um tchau com a mão - me deixou com vontade de cumprimentá-la com um beijo. Fiquei no ponto de ônibus quase sem entender tudo que tinha acontecido.
Voltei pra casa me sentindo um otário... porque não tinha aproveitado a oportunidade, que achei que tinha tido, e porque me parecia muito idiota pensar que poderia ter rolado algo a mais... quando quase nem tinha conversado.
Dormi como pude e sonhei a noite toda com pesadelos que nem lembro.
No outro dia, quando estou passando pela porta da academia, ELA sai e me intercepta.
- Oi, Diego... como você tá? - me pergunta, me dando um beijo na bochecha.
- Oi, Jess... como você tá? Que surpresa! - falei, estupidamente.
- Me desculpa por ter ido embora tão de repente ontem... é que eu estava muito mal.
- Tudo bem... a gente conversou ontem... O importante é que hoje você tá bem. É mesmo? - Sim... muito bem... me fez bem (e aí imaginei a fantasia de me agradecer pela conversa do dia anterior, mas...) desabafar com minha amiga ontem à noite... - Ah! Que bom então... pra isso que servem os amigos. - Disse sem saber o que falar. - Sim... mas também te devo um agradecimento pelo que aconteceu ontem. - Naaaa... não foi nada, Yesi... Tudo bem. - Não, pra mim foi muito fofo seu gesto e sua compreensão, e por isso quero te convidar pra jantar hoje à noite... - O que acha? - Claro... a menos que você tenha algo pra fazer ou não queira. - Não... não... algo pra fazer? Não... acho perfeito... como fazemos? - Tem carro? - Não, mas consigo - Disse de forma boba. - Tudo bem... eu passo pra te buscar onde você disser... te parece? - Bom, se não for incômodo. - Às 22h te parece? - Perfeito. Troquei telefone e dei meu endereço pra que ela me buscasse. Cheguei em casa e tomei umas 3 banhos... me masturbei umas 4 vezes pensando nela. Não conseguia acreditar no que estava acontecendo e no que ia acontecer... talvez. Fomos a um restaurante muito bonito e tranquilo. Rimos pra caralho a noite toda... bebemos muito... principalmente eu buscando a desinibição alcoólica, porque quanto mais o tempo passava, mais nervoso eu ficava sem saber o que fazer quando chegasse a hora do jantar. O destino, nossas tantas coincidências e uma atitude de cavalheiro vencedor (típica do álcool, que nunca tinha sonhado na vida) fizeram com que a conversa ficasse mais íntima, até chegarmos perto e confessarmos que gostávamos um do outro e que nos divertíamos muito juntos. Pela primeira vez na vida, eu via o caminho aberto para uma noite incrível quando o celular dela tocou. Ela já estava tão melada que teve que se recompor antes de atender. Era a melhor amiga dela, que ela tentava acalmar porque, aparentemente, estava muito mal. Ela também ficou muito mal. Me olhou muito triste e pediu mil desculpas, mas tinha que ir porque a amiga estava prestes a fazer uma loucura... Eu, como o cavalheiro (inútil) que era naquela altura, a acompanhei até o carro e me ofereci para todo o resto. Ela saiu no carro e na esquina deu ré... Baixou o vidro do Gol e me disse:
- Me perdoa, por favor, Diego... eu estava tendo uma noite incrível, mas minha amiga está muito mal...
- Tudo bem, Yesi... tudo bem - consegui dizer.
- Tô morrendo de vontade de ficar com você, mas...
- Tudo bem, Yesi... a gente se vê amanhã... tá de boa.
- Obrigada... você é a pessoa mais doce que conheci em anos - ela disse e me beijou na boca tão suave, rápida e surpreendentemente que nem deu tempo de curtir o beijo.
Ela foi embora rápido e eu fiquei... de pau DURÃO! Voltei de táxi pro meu apê. Tomei um Fernet bem carregado e fui deitar.
Naquela noite devo ter me masturbado umas 3 vezes até cair no sono derrotado.
No outro dia, no meio da manhã, fiquei surpreso ao receber uma mensagem DELA no meu celular:
"Oi, lindo, como amanheceu? Obrigada por ontem à noite"
Fiquei gelado, com uma xícara de café numa mão e o celular na outra.
Respondi que não foi nada e que a gente podia sair de novo hoje. E ela respondeu:
"Pode ser, depois do trabalho vem na academia e a gente vê".
Fiquei maluco quando li isso. Fiquei tão na bad que passei o dia todo relendo as duas mensagens inocentes dela sem acreditar.
Às 17:50 saí voando do escritório. Cheguei na academia e fiquei na porta... De dentro, ELA gritou pra eu entrar. Entrei e ela estava com duas alunas já meio idosas. As três estavam ofegantes porque tinham acabado a rotina. Ela se aproximou na recepção e me deu um beijo na boca tão gostoso que eu fiquei, pra variar, congelado. Ela estava muito suada porque na academia estava um calorão.
- Me espera um pouquinho, lindo, que eu termino com essas duas meninas - ela disse e sorriu lindamente.
- O... kay... - consegui falar.
Sentei e esperei super nervoso.
Ela se despediu das duas velhinhas na porta. Trancou com chave. Fechou as cortinas. Virou pra mim e veio pra cima de mim me beijando apaixonadamente.
No começo eu não entendi nada e fiquei sentado. Quando comecei a curtir, me levantei pra abraçá-la e ela se afastou.
- Me desculpa o impulso...
- Nããão... mas foi tão lindo - eu disse
- É que não sei se tá muito rápido isso e se você gostou de mim... porque eu sou louco por você
- Não... tá tudo bem. Não tá muito rápido - falei como um idiota... sempre fui muito lerdo.
Ela ficou em silêncio. E eu a abracei, dizendo:
- Você é uma das mulheres mais lindas que já conheci na minha vida, Yesi... como é que eu não ia gostar de você? Tô louco por você. - E a beijei.
E a gente se pegou forte nos beijos.
Quando já estávamos mais do que bem nos beijos e meu pau estava quase rasgando minha calça... ela percebeu, se afastou (aí eu pensei que tinha estragado tudo por estar com tesão) e me disse:
- Me espera que vou tomar um banho porque tô muito suada, por favor.
Eu estava quase explodindo e consegui dizer que sim... mas ainda sem entender nada.
Ela foi para os fundos, para os vestiários. Aí eu me toquei do que tava rolando e fiquei com o pau ainda mais duro.
Segui ela e a alcancei numa sala cheia de colchonetes. Peguei seu braço e a virei na minha direção, começando a beijá-la mais descontrolado que nunca. Ela correspondeu e quando tentou insinuar que queria tomar banho, eu disse:
- Quero te fazer amor assim mesmo, por favor.
- Mas eu tô toda suja e suada...
- É assim que eu te quero...
Ela soltou um sorriso de prazer nos lábios e se entregou.
Voltei a beijá-la com paixão... Meu pau já estava vazando um pouco de porra. Eu tava tão excitado que só de beijá-la meu pau já gozava.
Nos acariciamos de forma selvagem, mas muito terna. Eu não sabia como beijá-la para beijar ela toda.
Comecei a descer minhas mãos pela sua cintura, que era um sonho, enquanto ela me dizia no ouvido que estava muito excitada. Quando comecei a tocar aquele bumbum lindo, minhas mãos tremiam... era tão perfeito que minhas mãos não conseguiam achar a posição certa para pegar ele todo.
Acariciava de novo e de novo aquela fenda tão bem delineada pelas leggings. Sentia que já ia gozar. Me segurei o máximo que pude e subi minhas mãos.
Ela as pegou e as levou aos seus seios, que eram um sonho feito realidade. Eu não sabia, de novo, como tocá-los para me encher deles. Minha boca já queria beijá-la toda e comecei a tirar a camisetinha que ela usava. Ela mostrava no rosto muito prazer, o que obviamente me deixava mais duro. Tirei a camisetinha e me deparei com seus lindos peitos contidos por um top esportivo que não deixava nada à imaginação. Seus mamilos já estavam bem marcados. Eu me ajoelhei e comecei a beijar seu abdômen, que ainda estava suado... era perfeito como sua cintura. Seu suor me pareceu delicioso. Passava a língua, curtindo limpá-la. Ela, entre gemidos e carícias, tirou minha camisa sem que eu conseguisse desgrudar minha boca de seu abdômen. Quando cheguei beijando até a calcinha, senti o cheiro delicioso de sua buceta e soube que ela já estava mais do que molhada... Voltei para seus peitos e os beijei por cima do top até não aguentar mais, então o levantei com os dentes e enchi minha boca com eles. Ela aproveitou um momento em que eu respirei para tirar o top (tipo bandeau, ela me disse depois, aqueles que não têm fechos). Eu, que estava à beira de uma gozada enorme, me perdi beijando de joelhos esses peitos sublimes... Os minutos passavam beijando-a e acariciando-a bem devagar para não perder nenhum detalhe de prazer. Acariciava ela toda até que ela me pegou pelas axilas, me levantou e, me dando um beijo rápido na boca, se ajoelhou na minha frente. Desabotoou minha calça e me olhou de baixo com uma carinha de inocente que fez eu começar a gozar. Não sei no que pensei (talvez no quanto sou bobo) que cortei a ejaculação, mas não conseguia nem respirar. Ela baixou minha calça, deixando à mostra minha cueca prestes a estourar com meu pau no limite. Pedi que não me tocasse porque eu tinha acabado de gozar. Ela, fazendo beicinho, me olhou e disse, maliciosa:
- Não quer que eu te faça gozar?
Não sei como segurei minha gozada com essa cena.
Levantei ela pelas mãos e disse, beijando sua boca...
- Não quero gozar nunca mais... quero que o Que o prazer dure a minha vida toda com você... Não quero que nada acabe... - Entre suspiros e segurando meu pau.
Ela me beijou mordendo meus lábios e tocando meu membro.
Eu, ao ver que estava quase gozando com seus toques, peguei ela pela cintura e a virei. Ela, com um sorriso de prazer, se deixou levar até a parede. Levantei as mãos dela para que se apoiasse na parede e me ajoelhei atrás dela.
Ver essa bunda na minha frente é uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida. A legging cinza que ela usava era uma pintura na sua pele.
Baixei minha cueca porque meu pau já estava doendo da pressão contra o tecido.
Comecei a beijar a (sublime) bunda por cima da legging, subindo e acariciando a (celestial) costa dela com minha mão direita. Depois, com minha mão direita, comecei a esfregar a buceta dela, fazendo com que ela começasse a se dobrar de prazer. Ela me olhava de cima com súplicas para que eu continuasse. Mas não... eu parei e comecei a baixar a legging dela aos poucos... beijando cada centímetro de pele que ficava à vista. Ela começou a gemer cada vez mais e me dizia coisas doces que eu não conseguia ouvir.
Quando baixei a legging da sua bunda... minha paisagem era indescritível... uma bunda como nunca tinha visto, nem mesmo nos filmes pornôs... tão linda que minha vontade de gozar aumentava, mesmo sem tocarmos no meu pau. O fio dental branco que ela usava também parecia pintado. Outra vez beijei cada milímetro da sua bunda e tocava a buceta por cima do fio dental, enquanto ela apertava mais os peitos e o corpo contra a parede e terminava de tirar a legging com as pernas.
Eu, de vez em quando, parava porque não queria gozar, e a excitação de beijar a bunda dela já era muita. Ela estava prestes a gozar ou estava louca de prazer, pelo jeito que se mexia, respirava e gemia.
Comecei a tirar o fio dental dela, e ela, num arrebatamento de luxúria e prazer, o arrancou de uma vez, quase rasgando, e me disse:
- Por favor, nunca pare, meu amor... estou quase ficando louca de prazer... Não para...
E ela se esfregou na parede...
Eu, prestes a gozar, agarrei a bunda dela e comecei a lamber ela toda... ela estava muito suada e isso me excitava. Sequei cada milímetro daquela maravilha. Entrei no meio das nádegas e não parava de lamber. Quando ela já estava tão excitada (ou mais) quanto eu, abri as nádegas, fiz ela se inclinar um pouco mais para baixo (o que a afastou da parede) e comecei a lamber a buceta dela. Ela tinha bem pouco pelo e estava muito suada... para mim foi como tomar o champagne mais gostoso... beijei tanto que quase enfiei o rosto todo dentro dos lábios dela... o ritmo com que eu lambia era tão intenso que aconteceu algo incrível... Ela começou a gemer tão alto e a se sacudir tanto que pegou minha cabeça e tentou enfiar mais dentro da buceta... Ela começou a gritar tanto e eu a lamber que gozamos os dois de um jeito que, na minha vida, nunca tinha acontecido... Foram mais de 45 segundos sem conseguir parar de gozar... meu esperma saía e saía e saía do meu pau sem ninguém ter tocado nele... ela tremia e tinha uns espasmos incríveis o tempo todo e começou a liberar uns fluidos pela buceta que eu comecei a beber e absorver com um prazer imenso. Confesso que depois já gozei tão incrivelmente assim outras vezes... mas essa foi a primeira. Ela continuava se mexendo e gritando ASSIM, ASSIM, ASSIM... e não parava... eu continuava quase à beira da loucura com meu pau sem uma gota de esperma mas ainda mais ereto que antes. Em um momento ela tenta ficar quieta sem parar de tremer e de ter espasmos, então eu tirei meu rosto de entre as nádegas dela e fiquei ajoelhado descansando um pouco. Ela se vira e me olha com os olhos cheios de lágrimas... Se ajoelha na minha frente e me diz...
- Me perdoa... Não sei o que aconteceu... Foi o momento mais maravilhoso da minha vida, amor... Me perdoa, mas estou chorando de alegria...
Eu não sabia o que fazer... estava também...no momento mais impressionante e lindo de toda a minha vida. Peguei seu rosto e comecei a beijá-la de novo.
Não sei o que aconteceu comigo naquela vez, mas minha ereção nunca desapareceu nas mais de 2 horas que ficamos fazendo amor ali (óbvio que não tinha tomado nenhuma "pílula milagrosa"). Depois, entre beijos, ela pediu que a penetrasse e foi divino. Não durou muito porque a excitação era tremenda. Gozei mais 3 vezes de maneiras incríveis... ela, antes de eu gozar, já tinha gozado pelo menos 2 vezes.
Às 21h, nos jogamos totalmente exaustos nos colchonetes, um ao lado do outro, abraçados e acariciando nossos corpos... Finalmente, a ereção baixou depois de um tempo, quando decidi não morder mais seus peitos por um momento.
Ficamos quase 2 horas deitados no chão nos recuperando do que tinha acontecido. Até meia hora depois que terminamos, ainda estávamos tremendo os dois.
Naquela noite, fomos para meu apartamento, jantamos, deitamos e foi uma noite que nunca vou esquecer também. Caímos rendidos no sono. Eu gozei dormindo, tipo uns 2 sonhos molhados naquela noite.
Às 5 da manhã, quando troquei a cueca suja, sentei na cama ao lado dela e, vendo aquela silhueta tão... de sonho, percebi que... EU TINHA REALIZADO UMA FANTASIA SEM QUERER...Bom... espero não ter entediado vocês e que tenham gostado.
Se for assim... vou continuar contando minhas histórias...
Aceito críticas construtivas para melhorar...
Beijos... 😉
Diego
22 comentários - Fantasias Realizadas Sem Querer: Yesica
Únete al Club!
muy copado
pero trata de hacerla un poco mas corto
y sacale alguna ves una fotyto haci la conoscamos
hacele la cabeza y vaacceder a la s fotos
chabon sos un capo
segui asi!!
esperamos mas d esto
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
HE LEIDO MUCHAS...
PERO A LA MAYORIA LE METEN MUCHA FICCION..
NADA DE PREAMBULO..
ESTA EN CAMBIO..ES TODA UNA HISTORIA DE PRINCIPIO A FIN.. 😉
me entiendes cierto ?
JEJEJEJE...
SIGUE ASI KAPO... 😉
ojala hayas solucionado tu tema de...dormir ja!!
sigue asii.. ojala a mi me llegara ese dia de ensueño XD
saludos 😀
He leido muchisimos durante muchos años!!
Pero este me ha volado la cabeza.
Gracias!!