Em novembro do ano passado, fui com a escola pro Oper Door, num terreno da instituição. Sou professor e catequista de um colégio católico da região de Ituzaingó, e junto com a Dora, a gente tava cuidando do grupo das meninas.
Sempre tenho dificuldade em lidar com os alunos, porque uso o poder da autoridade pra controlar o grupo. Além disso, tinha o apoio incondicional da Dora, minha ex-aluna e agora colaboradora, e a gente tinha uma relação de amigos com benefícios.
Saímos de micro pra lá, descemos o grupo e os professores se separaram. Cada um foi procurar o quarto que ia nos abrigar nesses dias de retiro. Me ofereci pra levar a mochila da Dora e, pra fazer tudo de uma vez, carreguei no ombro, nas costas, nos braços e antebraços. Sim, do jeito que você tá imaginando. Um idiota vestido de escoteiro cheio de bolsas. Cheguei no quarto, exausto, porque eram uns 80 metros separando os micros do quarto. Abri a porta com a perna, larguei os sacos de dormir e o mais pesado (quase uma mudança da minha parceira) joguei no chão. Quando caiu, ouvi um barulhinho mínimo, como se fosse um celular, vindo da mochila. Aí resolvi abrir e pegar o aparelho pra levar pra minha companheira, que tinha ficado com o grupo. Comecei a enfiar a mão procurando o aparelho, mas não achava. Nessa altura, já nem importava se a Dora entrasse no quarto e me pegasse com a "mão no bolso", mas juro que não encontrava.
E o som continuava.
Devagar, percebi que o som de vibração vinha de dentro de um pacote de batata frita (de marca importada) e o que tinha ali não era um celular. Era outra coisa. Um vibrador. Não sabia como agir. Guardei na hora. Ficou passando na minha cabeça que esses encontros com a minha Dora não seriam mais os mesmos. Que ela, com certeza, teria preferido aquele objeto aos nossos encontros suados. A verdade é que, nessa altura, senti que já não tinha mais o interesse por... o qual tinha vindo, disfarçado pelo meu título de coordenador de grupo.
Pelo reflexo da janela, via que alguém me observava. Mas não queria me virar, já que podia ser a dona e não sabia como ela poderia agir. Então, levantei, guardei o membro artificial debaixo do travesseiro e, sem reconhecer nenhuma relação com a situação, fui embora.
Puta merda, como eu tinha mudado!!; uma coisa comprida de borracha, que, mesmo doendo a sinceridade, duplicava o tamanho do meu, do verdadeiro.. Saí pela porta da varanda do pátio e fui em direção ao grupo.
Devo ter andado uns 15 metros entre a colmeia e lembrei que não tinha trazido o celular e já precisava começar a corrente telefônica para os pais, avisando que a viagem tinha sido tranquila e que já tínhamos chegado.
Ao chegar no meu quarto, vejo uma das alunas. Antes de perguntar o que ela estava fazendo naquele lugar, observo com que intenções ela tinha entrado ali. Podia ter se tentado e entrado com intenção de roubo. Também passou pela minha cabeça que era ela quem tinha me observado pela porta entreaberta. Então, esperei. Ela pega o "aparelho" com as mãos, senta na cama, abre as pernas e começa a se esfregar. Continuou várias vezes, tirou o moletom azul do uniforme que estava usando e se deitou. Não sabia o que fazer, impressionado do meu lugar de autoridade, mas enlouquecidíssimo por dentro, como HOMEM.
Continuei olhando, com uma mão ela passava suavemente pelos peitos pequenos e com a outra, se esfregava cada vez mais forte entre as pernas, sem tirar a calcinha até que começou a me avisar, com gemidos, que estava gozando. Teve um orgasmo lindo, abafado pelo travesseiro que apertou com força como cúmplice. Ficou deitada por alguns segundos brincando com os mamilos e relaxou.
Ficava a dúvida se a mochila que ela tinha pegado na descarga pertencia à minha colega ou a essa pequena, que parecia ter ido atrás de algo que tinha trazido de casa. Inclinado para a segunda opção, Abro a porta com violência, ela se vira e, surpresa, me diz:
— Desculpa, tava me sentindo mal e entrei.
Não acreditei na cara de pau dela, tinha acabado de se masturbar na minha frente e ainda vinha com essa merda.
— Melhorou? Tá se sentindo bem?
Todas as respostas dela foram positivas, então ela vestiu o casaco e foi embora.
Assim como vocês, que tão acompanhando a história atentos, não passaram nem 2 minutos, e a cerâmica branca do banheiro já tava recebendo um banho de porra quentinha depois dessa situação tão preciosa.
Voltei pro grupo, me aproximei dela, da Jimena, e falei pra ela pensar bem no que tinha rolado no quarto e, quando quisesse, me avisar pra gente conversar...
CONTINUA... (só se vocês deixarem 1 ponto!! rs) 🤤
Sempre tenho dificuldade em lidar com os alunos, porque uso o poder da autoridade pra controlar o grupo. Além disso, tinha o apoio incondicional da Dora, minha ex-aluna e agora colaboradora, e a gente tinha uma relação de amigos com benefícios.
Saímos de micro pra lá, descemos o grupo e os professores se separaram. Cada um foi procurar o quarto que ia nos abrigar nesses dias de retiro. Me ofereci pra levar a mochila da Dora e, pra fazer tudo de uma vez, carreguei no ombro, nas costas, nos braços e antebraços. Sim, do jeito que você tá imaginando. Um idiota vestido de escoteiro cheio de bolsas. Cheguei no quarto, exausto, porque eram uns 80 metros separando os micros do quarto. Abri a porta com a perna, larguei os sacos de dormir e o mais pesado (quase uma mudança da minha parceira) joguei no chão. Quando caiu, ouvi um barulhinho mínimo, como se fosse um celular, vindo da mochila. Aí resolvi abrir e pegar o aparelho pra levar pra minha companheira, que tinha ficado com o grupo. Comecei a enfiar a mão procurando o aparelho, mas não achava. Nessa altura, já nem importava se a Dora entrasse no quarto e me pegasse com a "mão no bolso", mas juro que não encontrava.
E o som continuava.
Devagar, percebi que o som de vibração vinha de dentro de um pacote de batata frita (de marca importada) e o que tinha ali não era um celular. Era outra coisa. Um vibrador. Não sabia como agir. Guardei na hora. Ficou passando na minha cabeça que esses encontros com a minha Dora não seriam mais os mesmos. Que ela, com certeza, teria preferido aquele objeto aos nossos encontros suados. A verdade é que, nessa altura, senti que já não tinha mais o interesse por... o qual tinha vindo, disfarçado pelo meu título de coordenador de grupo.
Pelo reflexo da janela, via que alguém me observava. Mas não queria me virar, já que podia ser a dona e não sabia como ela poderia agir. Então, levantei, guardei o membro artificial debaixo do travesseiro e, sem reconhecer nenhuma relação com a situação, fui embora.
Puta merda, como eu tinha mudado!!; uma coisa comprida de borracha, que, mesmo doendo a sinceridade, duplicava o tamanho do meu, do verdadeiro.. Saí pela porta da varanda do pátio e fui em direção ao grupo.
Devo ter andado uns 15 metros entre a colmeia e lembrei que não tinha trazido o celular e já precisava começar a corrente telefônica para os pais, avisando que a viagem tinha sido tranquila e que já tínhamos chegado.
Ao chegar no meu quarto, vejo uma das alunas. Antes de perguntar o que ela estava fazendo naquele lugar, observo com que intenções ela tinha entrado ali. Podia ter se tentado e entrado com intenção de roubo. Também passou pela minha cabeça que era ela quem tinha me observado pela porta entreaberta. Então, esperei. Ela pega o "aparelho" com as mãos, senta na cama, abre as pernas e começa a se esfregar. Continuou várias vezes, tirou o moletom azul do uniforme que estava usando e se deitou. Não sabia o que fazer, impressionado do meu lugar de autoridade, mas enlouquecidíssimo por dentro, como HOMEM.
Continuei olhando, com uma mão ela passava suavemente pelos peitos pequenos e com a outra, se esfregava cada vez mais forte entre as pernas, sem tirar a calcinha até que começou a me avisar, com gemidos, que estava gozando. Teve um orgasmo lindo, abafado pelo travesseiro que apertou com força como cúmplice. Ficou deitada por alguns segundos brincando com os mamilos e relaxou.
Ficava a dúvida se a mochila que ela tinha pegado na descarga pertencia à minha colega ou a essa pequena, que parecia ter ido atrás de algo que tinha trazido de casa. Inclinado para a segunda opção, Abro a porta com violência, ela se vira e, surpresa, me diz:
— Desculpa, tava me sentindo mal e entrei.
Não acreditei na cara de pau dela, tinha acabado de se masturbar na minha frente e ainda vinha com essa merda.
— Melhorou? Tá se sentindo bem?
Todas as respostas dela foram positivas, então ela vestiu o casaco e foi embora.
Assim como vocês, que tão acompanhando a história atentos, não passaram nem 2 minutos, e a cerâmica branca do banheiro já tava recebendo um banho de porra quentinha depois dessa situação tão preciosa.
Voltei pro grupo, me aproximei dela, da Jimena, e falei pra ela pensar bem no que tinha rolado no quarto e, quando quisesse, me avisar pra gente conversar...
CONTINUA... (só se vocês deixarem 1 ponto!! rs) 🤤
2 comentários - Retiro espitirual..