Rebolando a bunda gostosa delaQuando a gente termina uma faculdade de filologia hispânica, fica bem claro que o mercado de trabalho não tá na porta esperando pra te dar uma oportunidade. Esse era o meu caso, e eu também não levava muito a sério. Preparar concurso pra ser professor era o passo natural nessas situações, e foi o que eu fiz, com santa resignação. Eu ajudava meu pai no trabalho dele de manhã e estudava (mais ou menos) de tarde, até que chegou o dia do concurso.
Naquele dia, acordei, tomei café e fui pra lá. Como éramos um monte de gente pra fazer a prova, nos dividiram em grupos diferentes de acordo com o sobrenome. Procurei a sala do M e, quando cheguei, me deparei com a Rocio M.
Conheci a Rocio no colégio, e ela era uma garota meio contraditória. Não que fosse estranha, pelo contrário, ela até passava despercebida, mas tinha umas coisas nela que não se encaixavam. Pra começar, era andaluza, mas não tinha graça nenhuma. Não me entenda mal, não era chata nem sem senso de humor. Só que a simpatia e o jeito engraçado andaluz simplesmente não existiam nela.
O dela era mais o comentário irônico e com um toque de maldade. Era muito inteligente, ou pelo menos dominava os estudos com um esforço aparentemente mínimo. Sabia quem era Dostoiévski, sabia fazer raiz quadrada sem calculadora… mas quando você chegava perto da mesa dela pensando que era uma menina boazinha, encontrava desenhos dos Sex Pistols. Jogava basquete pra caralho. E era muito gostosa, já naquela época.
Isso último você não diria à primeira vista. O lugar onde moro é bem frio, e as minas geralmente não se exibem muito, e com certeza a Rocio não fazia isso, já que, como eu disse, ela costumava ser bem discreta. Mas no primeiro dia na aula de educação física, quando estávamos montando os times pra uma pelada de basquete, pensei que ela não era nada mal, e quando ela começou a se mexer, decidi que, mesmo que as gostosas oficiais da turma fossem outras, Rocío era uma gostosa. Desde então, segunda e quarta, os dias que tínhamos educação física, chegar em casa e bater uma pensando na Rocío virou quase uma tradição.
Isso era o que eu lembrava da Rocío. Quando começou o segundo ano que ela estava no colégio, a família dela voltou pra Andaluzia e eu não tinha visto ela até aquele dia. A verdade é que me animou a manhã, porque a perspectiva de uma prova daquela não me agradava nada. Ela não tinha mudado nada, ou pelo menos foi o que pareceu. Cheguei perto dela e falei:
- Pô, Rocío, parece que a filha pródiga voltou pra casa. - É o que tem o proletariado intelectual, a gente tem que procurar trabalho onde oferecem. - Então eu não criaria muita expectativa.
A gente se deu dois beijos, mas a prova já ia começar e tivemos que entrar na sala. Só deu tempo de confirmar que aquela bunda que tanto me deixava louco no colégio continuava bem avantajada. Meu pau concordou e deu uma levantada na calça, mas por mais que eu gostasse da bunda da Rocío, tinha que focar na prova. Meu futuro dependia disso.
A gente já estava um tempão na prova e eu quase tinha esquecido que a Rocío estava na carteira do lado, até que ela deixou cair a caneta e se abaixou pra pegar. Virei o olhar e só de ver ela dava pra perceber que a coisa não ia bem, que ela não sabia por onde pegar a questão da prova. Me deu uma certa pena. E naquele momento entrou outro professor pra ver se estava tudo certo, e começou a conversar com o que estava vigiando a gente. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas aproveitando a distração, passei pra ela o resumo que tinha feito pra responder a prova. Ela me olhou e agradeceu sem dizer nada, começou a escrever. Continuamos fazendo a prova sem nem nos olhar.
Fui um dos últimos a terminar a prova, e depois de comentar com o pessoal fui pegar o carro pra voltar pra casa. Quando estava quase entrando, vi a Rocío vindo. A verdade é que estava bem orgulhoso do que tinha feito. Ajudar ela. no exame era como retribuir o favor por todas as punhetas gostosas que aqueles jogos de basquete me proporcionaram. Então coloquei minha melhor cara e esperei ela dizer algo: — A verdade é que não sei como agradecer pelo que aconteceu antes.
— Então não agradece, é de graça. Minha boa ação do dia…
Ela deu um sorrisinho, e ficamos os dois feito idiotas sem falar nada. Eu estava com as chaves do carro na mão, então, pra falar alguma coisa, disse:
— Quer que te leve a algum lugar? — Bom, não quero abusar, mas a verdade é que me ajudaria. — Onde você mora? — Tô esses dias na casa de uma tia minha. Ia ligar pra ela, mas assim não incomodo. Se não sair do seu caminho, claro.
Nem preciso dizer que onde ela disse que morava era no outro lado da cidade de onde eu moro. E nem preciso dizer que falei que ficava super no caminho. Já que íamos ser uns cavalheiros, seríamos até o fim.
Durante a viagem não conversamos muito. Nunca fui muito bom de lábia e ela parecia pensativa. Só me limitava a dar umas olhadas de lado, porque, pô, saber quando eu ia vê-la de novo? Sentia a pica começando a reagir de leve, nada que não desse pra controlar (Rocio, como sempre, tava bem recatada), mas achei melhor desviar o olhar e fingir que também tava pensando em algo. Na real, minha mente tava em branco, ou pelo menos eu tentava.
Chegamos num semáforo perto da casa dela, e pra fazer alguma coisa comecei a assobiar e olhar pra mina do carro do lado. Foi quando senti a mão de Rocio no zíper da minha calça. Ela começou a puxar minha pica, que já tava crescendo na hora, e levantou um pouco meu braço que tava no volante pra enfiar a cabeça entre minhas pernas, enquanto me dizia:
— Me permite? Só vai ser um momento.
Eu tava alucinado. Rocio nunca tinha dado essa imagem, então demorei pra cair a ficha de que aquela mina que eu conhecia tava me fazendo um boquete num semáforo. Mas, ali estava, e meu pau aceitou a coisa com mais naturalidade do que eu. Em poucos instantes, tava durinho, enquanto Rocío começava a chupar ele.
Mentiria se dissesse que Rocío era uma grande boqueteira, e ainda por cima o tamanho do meu membro, modéstia à parte, não é pra amadoras. Mas porra, que vontade ela colocava! Eu tinha minha mão no cabelo dela enquanto ela subia e descia, enfiando o máximo que conseguia. Porra, aquilo era melhor do que tudo que eu tinha imaginado fazendo com Rocío nos tempos do colégio. E ainda por cima era real. Eu tava de olhos fechados, quando o carro de trás começou a buzinar.
O sinal tava verde, era horário de pico e um monte de carros esperando eu arrancar, então engatei a primeira como pude e arranquei enquanto Rocío aumentava ainda mais o ritmo. Não consegui engatar a segunda antes de gozar na boca dela. Ela quase se engasgou com tudo que enfiei na boca dela, e começou a tossir. A verdade é que ela tava com uma cara muito engraçada, então falei:
- Rocío, devia beber menos. - Que idiota que você é, respondeu ela meio rindo. Agora estamos quites, né? - Mais ou menos. - Moro ali na frente.
Eu tinha colocado o pau de volta dentro da calça como pude, e começava a dirigir mais ou menos normal, mas puta merda, não queria deixar Rocío naquele momento. Quando chegamos no prédio que ela tinha indicado, ela me olhou com um meio sorriso e disse: - Eu te convidaria pra subir, mas não acho que minha tia ia gostar de ver as coisas que eu ia fazer com você.
Aquilo cada vez era mais frustrante. Cinco minutos antes, eu teria dado minha vida por um boquete da Rocío, mas agora aquilo já não bastava, e Rocío parecia adorar me deixar ainda mais excitado. Olhei pra frente pra não ver Rocío e então acho que dei um curto-circuito. Vi a entrada de um estacionamento subterrâneo no mesmo prédio, engatei a primeira e entrei no estacionamento.
Rocío não disse nada, mas eu já nem olhava pra ela. Peguei o tíquete, desci uns dois plantas e estacionei. Naquele momento, percebi o que tinha feito, mas tinha que arcar com as consequências, então falei:
- Bem, agora você pode ir com sua tia ou ficar aqui pra fazer coisas comigo. Você escolhe.
A cara de felicidade que a Rocio fez nunca vou esquecer. Ela subiu em cima de mim, com a bunda no volante, e enfiou a língua até minha garganta, sem dizer nada. Naquela posição, minhas mãos foram direto pra bunda dela, aquela bunda que eu tanto gostava e que agora podia apalpar à vontade. Ela tava com uma calça jeans azul desgastada, que eu devo ter desgastado mais de tanto apertar e esfregar, enquanto ela continuava me beijando e ao mesmo tempo tirava minha rola. Ela separou a boca da minha por um instante e falou quase sem fôlego:
- Acho que você tá com roupa demais, e começou a tirar minha camiseta.
Eu tava tão tesudo que aproveitei que ela tinha se levantado um pouco e joguei a cara pra frente, sem soltar a bunda dela, e comecei a chupar os peitos dela, mordendo por cima do suéter que ela usava. "Que bruto você é, espera", ela disse, e tirou o suéter. Outra surpresa: sutiã preto, bem gostoso.
Pena que durou pouco, porque depois de apalpar bem a bunda dela, eu tava com uma fome de peito que não me aguentava. E ainda mais depois de confirmar algo que já suspeitava: que a frente da Rocio estava à altura da bunda esplêndida dela. Os peitos dela não eram exageradamente grandes, mas durinhos e com uns bicos escuros, eram bem gostosos.
Com o banquete que eu tava tendo às custas da Rocio, era justo que eu fizesse algo por ela. Comecei a desabotoar a calça jeans dela, enquanto minha boca ia de um peito ao outro. Depois meti a mão dentro da calça dela e vi que ela tava bem molhada. A inteligente Rocio tava toda excitada, e isso me agradava. Queria chupar a buceta dela e fazê-la gritar de prazer, mesmo que só pra compensar ela pelo boquete, pela bunda, pelos peitos.
Como naquela posição era impossível, eu Falei pra Rocio a gente ir pro banco de trás. Saímos do carro quase pelados, devia estar com uma cara bem cômica (se tinha alguma câmera de segurança, o vigia devia estar se mijando de rir), mas a gente tava nem aí. Abri a porta de trás e enfiei a Rocio pra dentro. Eu fiquei fora, ela se deitou no banco e eu puxei a calça dela até tirar. Agora a Rocio tava tarada e pelada, duas coisas que sempre me deixaram de pau duro.
Me ajoelhei, ainda fora do carro, e enfiei a cabeça entre as pernas dela, enquanto ela, sentada no banco mas com as pernas por cima dos meus ombros, se entregava e começava a gemer. Se a Rocio não era uma grande chupadora de pau, mas tinha me dado a melhor mamada da minha vida, eu tava no mesmo barco. Nunca curti muito lamber bucetas, mas naquela hora coloquei toda a vontade do mundo. E parece que funcionou, porque de uns gemidinhos a Rocio passou, em poucos minutos, a gozar na minha cara entre gritos nada discretos.
Aí tive um dos poucos momentos de lucidez na última meia hora: tava num estacionamento público, quase pelado, chupando a buceta de uma mina (uma gostosa, isso sim) e com o pau todo duro na minha mão (enquanto chupava, não parei de me masturbar). Mas que se foda! Além disso, pensando bem, foder ela de verdade, ainda não tinha fodido. E não ia sair dali sem fazer isso, então sem perder tempo entrei no carro, me joguei por cima dela e enfiei até o talo, enquanto ela sussurrava no meu ouvido:
— Adoro seu pau. — Então aproveita, porque você vai ter pau até cansar, falei.
Comecei uma metida frenética, enquanto ela fechava as pernas atrás de mim. Mas a real é que aquela posição era boa, dava uma sensação gostosa, mas não era a melhor. Eu tava por cima dela, mas mal conseguia ver ela, e queria ver a cara dela enquanto fodia, então do jeito que deu a gente trocou de posição. Sentei e ela montou em mim, e começou a rebolar. Aquela Essa posição era foda. Nela, eu tinha os peitos dela ao alcance da minha boca, e minhas mãos se enchiam da bunda dela. Ela também não parecia estar se divertindo nada mal, porque gritava e suava como uma louca: "Siiiiiiii, me fode mais, mais, mais. Até o fundo, por favor".
Eu estava quase gozando, mas queria experimentar ainda uma última posição. Virei ela para frente, de frente para a parte da frente do carro, se apoiando nos encostos dos dois bancos da frente. Fiquei um momento admirando o espetáculo magnífico, antes de empunhar meu pau e enfiar na bucetinha dela por trás, até o fundo. Sabia que estava perto do fim, então me preparei para aproveitar ao máximo.
Peguei os peitos dela com as duas mãos e comecei a foder ela com toda a força que eu tinha, dando umas estocadas que parecia que ia atravessar ela. Ela já estava com meu pau enfiado na boceta dela, numa posição ou outra, fazia um bom tempo, e nem sei quantas vezes ela tinha gozado, mas parecia estar curtindo tanto quanto no primeiro minuto. Quando não aguentei mais, saí de dentro dela, subi como pude no banco de trás, enquanto ela se ajoelhava na minha frente, de um jeito que o rosto dela ficou bem na frente do meu pau.
Chegou bem na hora, porque gozei quase na mesma hora, enchendo a cara dela de porra. Naquele momento, percebi o quanto estava cansado, porque minhas pernas tremeram. Eu tinha fodido como nunca na minha vida, mas uma pedaço de mulher como a Rocio bem que merecia.
Nos vestimos e saímos do estacionamento (ela insistiu em pagar). Quando eu estava saindo do carro, perguntei se a gente ia se ver de novo, e ela disse: - Amanhã vou para Sevilha, mas se eu passar nessa prova, volto daqui a 15 dias para a segunda prova.
- Vou rezar pelas suas notas, falei. - Eu também, pode crer. Além disso, ainda tem um buraquinho meu pra você descobrir, ela disse sorrindo. E foi embora, rebolando aquele bundão lindo.
comentem...!!!!!
Naquele dia, acordei, tomei café e fui pra lá. Como éramos um monte de gente pra fazer a prova, nos dividiram em grupos diferentes de acordo com o sobrenome. Procurei a sala do M e, quando cheguei, me deparei com a Rocio M.
Conheci a Rocio no colégio, e ela era uma garota meio contraditória. Não que fosse estranha, pelo contrário, ela até passava despercebida, mas tinha umas coisas nela que não se encaixavam. Pra começar, era andaluza, mas não tinha graça nenhuma. Não me entenda mal, não era chata nem sem senso de humor. Só que a simpatia e o jeito engraçado andaluz simplesmente não existiam nela.
O dela era mais o comentário irônico e com um toque de maldade. Era muito inteligente, ou pelo menos dominava os estudos com um esforço aparentemente mínimo. Sabia quem era Dostoiévski, sabia fazer raiz quadrada sem calculadora… mas quando você chegava perto da mesa dela pensando que era uma menina boazinha, encontrava desenhos dos Sex Pistols. Jogava basquete pra caralho. E era muito gostosa, já naquela época.
Isso último você não diria à primeira vista. O lugar onde moro é bem frio, e as minas geralmente não se exibem muito, e com certeza a Rocio não fazia isso, já que, como eu disse, ela costumava ser bem discreta. Mas no primeiro dia na aula de educação física, quando estávamos montando os times pra uma pelada de basquete, pensei que ela não era nada mal, e quando ela começou a se mexer, decidi que, mesmo que as gostosas oficiais da turma fossem outras, Rocío era uma gostosa. Desde então, segunda e quarta, os dias que tínhamos educação física, chegar em casa e bater uma pensando na Rocío virou quase uma tradição.
Isso era o que eu lembrava da Rocío. Quando começou o segundo ano que ela estava no colégio, a família dela voltou pra Andaluzia e eu não tinha visto ela até aquele dia. A verdade é que me animou a manhã, porque a perspectiva de uma prova daquela não me agradava nada. Ela não tinha mudado nada, ou pelo menos foi o que pareceu. Cheguei perto dela e falei:
- Pô, Rocío, parece que a filha pródiga voltou pra casa. - É o que tem o proletariado intelectual, a gente tem que procurar trabalho onde oferecem. - Então eu não criaria muita expectativa.
A gente se deu dois beijos, mas a prova já ia começar e tivemos que entrar na sala. Só deu tempo de confirmar que aquela bunda que tanto me deixava louco no colégio continuava bem avantajada. Meu pau concordou e deu uma levantada na calça, mas por mais que eu gostasse da bunda da Rocío, tinha que focar na prova. Meu futuro dependia disso.
A gente já estava um tempão na prova e eu quase tinha esquecido que a Rocío estava na carteira do lado, até que ela deixou cair a caneta e se abaixou pra pegar. Virei o olhar e só de ver ela dava pra perceber que a coisa não ia bem, que ela não sabia por onde pegar a questão da prova. Me deu uma certa pena. E naquele momento entrou outro professor pra ver se estava tudo certo, e começou a conversar com o que estava vigiando a gente. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas aproveitando a distração, passei pra ela o resumo que tinha feito pra responder a prova. Ela me olhou e agradeceu sem dizer nada, começou a escrever. Continuamos fazendo a prova sem nem nos olhar.
Fui um dos últimos a terminar a prova, e depois de comentar com o pessoal fui pegar o carro pra voltar pra casa. Quando estava quase entrando, vi a Rocío vindo. A verdade é que estava bem orgulhoso do que tinha feito. Ajudar ela. no exame era como retribuir o favor por todas as punhetas gostosas que aqueles jogos de basquete me proporcionaram. Então coloquei minha melhor cara e esperei ela dizer algo: — A verdade é que não sei como agradecer pelo que aconteceu antes.
— Então não agradece, é de graça. Minha boa ação do dia…
Ela deu um sorrisinho, e ficamos os dois feito idiotas sem falar nada. Eu estava com as chaves do carro na mão, então, pra falar alguma coisa, disse:
— Quer que te leve a algum lugar? — Bom, não quero abusar, mas a verdade é que me ajudaria. — Onde você mora? — Tô esses dias na casa de uma tia minha. Ia ligar pra ela, mas assim não incomodo. Se não sair do seu caminho, claro.
Nem preciso dizer que onde ela disse que morava era no outro lado da cidade de onde eu moro. E nem preciso dizer que falei que ficava super no caminho. Já que íamos ser uns cavalheiros, seríamos até o fim.
Durante a viagem não conversamos muito. Nunca fui muito bom de lábia e ela parecia pensativa. Só me limitava a dar umas olhadas de lado, porque, pô, saber quando eu ia vê-la de novo? Sentia a pica começando a reagir de leve, nada que não desse pra controlar (Rocio, como sempre, tava bem recatada), mas achei melhor desviar o olhar e fingir que também tava pensando em algo. Na real, minha mente tava em branco, ou pelo menos eu tentava.
Chegamos num semáforo perto da casa dela, e pra fazer alguma coisa comecei a assobiar e olhar pra mina do carro do lado. Foi quando senti a mão de Rocio no zíper da minha calça. Ela começou a puxar minha pica, que já tava crescendo na hora, e levantou um pouco meu braço que tava no volante pra enfiar a cabeça entre minhas pernas, enquanto me dizia:
— Me permite? Só vai ser um momento.
Eu tava alucinado. Rocio nunca tinha dado essa imagem, então demorei pra cair a ficha de que aquela mina que eu conhecia tava me fazendo um boquete num semáforo. Mas, ali estava, e meu pau aceitou a coisa com mais naturalidade do que eu. Em poucos instantes, tava durinho, enquanto Rocío começava a chupar ele.
Mentiria se dissesse que Rocío era uma grande boqueteira, e ainda por cima o tamanho do meu membro, modéstia à parte, não é pra amadoras. Mas porra, que vontade ela colocava! Eu tinha minha mão no cabelo dela enquanto ela subia e descia, enfiando o máximo que conseguia. Porra, aquilo era melhor do que tudo que eu tinha imaginado fazendo com Rocío nos tempos do colégio. E ainda por cima era real. Eu tava de olhos fechados, quando o carro de trás começou a buzinar.
O sinal tava verde, era horário de pico e um monte de carros esperando eu arrancar, então engatei a primeira como pude e arranquei enquanto Rocío aumentava ainda mais o ritmo. Não consegui engatar a segunda antes de gozar na boca dela. Ela quase se engasgou com tudo que enfiei na boca dela, e começou a tossir. A verdade é que ela tava com uma cara muito engraçada, então falei:
- Rocío, devia beber menos. - Que idiota que você é, respondeu ela meio rindo. Agora estamos quites, né? - Mais ou menos. - Moro ali na frente.
Eu tinha colocado o pau de volta dentro da calça como pude, e começava a dirigir mais ou menos normal, mas puta merda, não queria deixar Rocío naquele momento. Quando chegamos no prédio que ela tinha indicado, ela me olhou com um meio sorriso e disse: - Eu te convidaria pra subir, mas não acho que minha tia ia gostar de ver as coisas que eu ia fazer com você.
Aquilo cada vez era mais frustrante. Cinco minutos antes, eu teria dado minha vida por um boquete da Rocío, mas agora aquilo já não bastava, e Rocío parecia adorar me deixar ainda mais excitado. Olhei pra frente pra não ver Rocío e então acho que dei um curto-circuito. Vi a entrada de um estacionamento subterrâneo no mesmo prédio, engatei a primeira e entrei no estacionamento.
Rocío não disse nada, mas eu já nem olhava pra ela. Peguei o tíquete, desci uns dois plantas e estacionei. Naquele momento, percebi o que tinha feito, mas tinha que arcar com as consequências, então falei:
- Bem, agora você pode ir com sua tia ou ficar aqui pra fazer coisas comigo. Você escolhe.
A cara de felicidade que a Rocio fez nunca vou esquecer. Ela subiu em cima de mim, com a bunda no volante, e enfiou a língua até minha garganta, sem dizer nada. Naquela posição, minhas mãos foram direto pra bunda dela, aquela bunda que eu tanto gostava e que agora podia apalpar à vontade. Ela tava com uma calça jeans azul desgastada, que eu devo ter desgastado mais de tanto apertar e esfregar, enquanto ela continuava me beijando e ao mesmo tempo tirava minha rola. Ela separou a boca da minha por um instante e falou quase sem fôlego:
- Acho que você tá com roupa demais, e começou a tirar minha camiseta.
Eu tava tão tesudo que aproveitei que ela tinha se levantado um pouco e joguei a cara pra frente, sem soltar a bunda dela, e comecei a chupar os peitos dela, mordendo por cima do suéter que ela usava. "Que bruto você é, espera", ela disse, e tirou o suéter. Outra surpresa: sutiã preto, bem gostoso.
Pena que durou pouco, porque depois de apalpar bem a bunda dela, eu tava com uma fome de peito que não me aguentava. E ainda mais depois de confirmar algo que já suspeitava: que a frente da Rocio estava à altura da bunda esplêndida dela. Os peitos dela não eram exageradamente grandes, mas durinhos e com uns bicos escuros, eram bem gostosos.
Com o banquete que eu tava tendo às custas da Rocio, era justo que eu fizesse algo por ela. Comecei a desabotoar a calça jeans dela, enquanto minha boca ia de um peito ao outro. Depois meti a mão dentro da calça dela e vi que ela tava bem molhada. A inteligente Rocio tava toda excitada, e isso me agradava. Queria chupar a buceta dela e fazê-la gritar de prazer, mesmo que só pra compensar ela pelo boquete, pela bunda, pelos peitos.
Como naquela posição era impossível, eu Falei pra Rocio a gente ir pro banco de trás. Saímos do carro quase pelados, devia estar com uma cara bem cômica (se tinha alguma câmera de segurança, o vigia devia estar se mijando de rir), mas a gente tava nem aí. Abri a porta de trás e enfiei a Rocio pra dentro. Eu fiquei fora, ela se deitou no banco e eu puxei a calça dela até tirar. Agora a Rocio tava tarada e pelada, duas coisas que sempre me deixaram de pau duro.
Me ajoelhei, ainda fora do carro, e enfiei a cabeça entre as pernas dela, enquanto ela, sentada no banco mas com as pernas por cima dos meus ombros, se entregava e começava a gemer. Se a Rocio não era uma grande chupadora de pau, mas tinha me dado a melhor mamada da minha vida, eu tava no mesmo barco. Nunca curti muito lamber bucetas, mas naquela hora coloquei toda a vontade do mundo. E parece que funcionou, porque de uns gemidinhos a Rocio passou, em poucos minutos, a gozar na minha cara entre gritos nada discretos.
Aí tive um dos poucos momentos de lucidez na última meia hora: tava num estacionamento público, quase pelado, chupando a buceta de uma mina (uma gostosa, isso sim) e com o pau todo duro na minha mão (enquanto chupava, não parei de me masturbar). Mas que se foda! Além disso, pensando bem, foder ela de verdade, ainda não tinha fodido. E não ia sair dali sem fazer isso, então sem perder tempo entrei no carro, me joguei por cima dela e enfiei até o talo, enquanto ela sussurrava no meu ouvido:
— Adoro seu pau. — Então aproveita, porque você vai ter pau até cansar, falei.
Comecei uma metida frenética, enquanto ela fechava as pernas atrás de mim. Mas a real é que aquela posição era boa, dava uma sensação gostosa, mas não era a melhor. Eu tava por cima dela, mas mal conseguia ver ela, e queria ver a cara dela enquanto fodia, então do jeito que deu a gente trocou de posição. Sentei e ela montou em mim, e começou a rebolar. Aquela Essa posição era foda. Nela, eu tinha os peitos dela ao alcance da minha boca, e minhas mãos se enchiam da bunda dela. Ela também não parecia estar se divertindo nada mal, porque gritava e suava como uma louca: "Siiiiiiii, me fode mais, mais, mais. Até o fundo, por favor".
Eu estava quase gozando, mas queria experimentar ainda uma última posição. Virei ela para frente, de frente para a parte da frente do carro, se apoiando nos encostos dos dois bancos da frente. Fiquei um momento admirando o espetáculo magnífico, antes de empunhar meu pau e enfiar na bucetinha dela por trás, até o fundo. Sabia que estava perto do fim, então me preparei para aproveitar ao máximo.
Peguei os peitos dela com as duas mãos e comecei a foder ela com toda a força que eu tinha, dando umas estocadas que parecia que ia atravessar ela. Ela já estava com meu pau enfiado na boceta dela, numa posição ou outra, fazia um bom tempo, e nem sei quantas vezes ela tinha gozado, mas parecia estar curtindo tanto quanto no primeiro minuto. Quando não aguentei mais, saí de dentro dela, subi como pude no banco de trás, enquanto ela se ajoelhava na minha frente, de um jeito que o rosto dela ficou bem na frente do meu pau.
Chegou bem na hora, porque gozei quase na mesma hora, enchendo a cara dela de porra. Naquele momento, percebi o quanto estava cansado, porque minhas pernas tremeram. Eu tinha fodido como nunca na minha vida, mas uma pedaço de mulher como a Rocio bem que merecia.
Nos vestimos e saímos do estacionamento (ela insistiu em pagar). Quando eu estava saindo do carro, perguntei se a gente ia se ver de novo, e ela disse: - Amanhã vou para Sevilha, mas se eu passar nessa prova, volto daqui a 15 dias para a segunda prova.
- Vou rezar pelas suas notas, falei. - Eu também, pode crer. Além disso, ainda tem um buraquinho meu pra você descobrir, ela disse sorrindo. E foi embora, rebolando aquele bundão lindo.
comentem...!!!!!
7 comentários - meneando su lindo culito...
Me excite mucho leyendo... ahhhhh Quiero conocer a Rocio...
Excelente post!!!